Milton Gaspar Domingues: Poema ‘Lá vou eu!’ — Uma viagem profunda, ritmada e inquietante pelos labirintos da mente e da busca de si mesmo

Lá vou Eu!
Andando, rastejando,
Indo nesta corrida pela vida,
Lá vou Eu!
Deixando-me levar cativo pelos pensamentos, Lá vou Eu!
Sonhando somhos sonhados sem ser concretizados, Lá vou Eu!
Lá vou Eu!
Parando de pensar pensamentos pensados;
Perder-se em tais e achar-se vagueando – Lá vou Eu!
Lá vou Eu?!… Aonde?
Subindo às escadas do pensar?
Ou descendo as profundezas do tal?
Ah! Sei lá!
Vou procurar-me até me encontrar;
Seguir aonde a vida vai
Lá vou Eu!
Ei! Espere por mim!
Espere aí!
Aquele sou Eu?!
Sim, sou você!
E você está em Mim
Ah! Lá vou Eu!
Milton Gaspar Domingues

Milton Gaspar Domingos (Decano), natural da província de Malanje (Angola) e residente no município do Quéssua, é professor de Língua Portuguesa e de Literatura), no Liceu nº 314 – 4 de Janeiro.
Mestrando em Educação pela Universidade Europeia do Atlântico (UNEATLÂNTICO) e Licenciado em Língua e Literaturas em Língua Portuguesa pela Faculdade de Humanidades da Universidade António Agostinho Neto (FHUAN).
Autor de artigos disponíveis na internet e investigador na área de Língua, Literatura.
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Natural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL. Acadêmico Benemérito e Efetivo da FEBACLA; membro fundador da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA; Acadêmico Imortal Fundador da Académie Léon-Gontran Damas des Lettres et Arts de la Guyane française; Fundador Imortal del Núcleo de Artes, Ciências e Letras de Assunção|Paraguai e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB. Autor de 8 livros. Jurado de concursos literários. Recebeu, dentre vários titulos: pelo Supremo Consistório Internacional dos Embaixadores da Paz, Embaixador da Paz e Medalha Guardião da Paz e da Justiça; pela Real Ordem dos Cavaleiros Sarmathianos, Benfeitor das Ciências, Letras e Artes; pela FEBACLA: as Comendas: Baluarte da Literatura Nacional; Láurea Acadêmica Qualidade Ouro; Chanceler da Cultura Nacional e Ativista da Cultura Nacional ; pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, Benemérito Pesquisador em Artes e Literatura e Dr. h. c. mult.; Pela Academia de Letras de São Pedro da Aldeia, o Título Honra Acadêmica, pela categoria Cultura Nacional e Belas Artes; Grão-Mestre das Artes; Mestre dos Saberes Luso-Brasileiro; pela Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB, Grandes Escritores do Brasil.



Parar de “pensar pensamentos pensados” é uma necessidade educativa angolana indispensável ao progresso. Uma educação digna de se chamar educação não se inscreve nos limites do pensar o já pensado, antes, ela é inovadora e criativa!
“Procurar-me até me encontrar” é uma necessidade filosófica que dá sentido e significado à vida. Saber viver é isto: conhecer-se a si mesmo!
Muito obrigado pelo poema, meu bom mano!🙏🏽🥰
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