{"id":2248,"date":"2015-06-21T00:14:49","date_gmt":"2015-06-21T03:14:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=2248"},"modified":"2015-06-21T00:14:49","modified_gmt":"2015-06-21T03:14:49","slug":"artigo-de-marcelo-paiva-pereira-pruitt-igoe-o-mito-da-realidade","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=2248","title":{"rendered":"Artigo de Marcelo Paiva Pereira: &#039;PRUITT-IGOE: O MITO DA REALIDADE&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F2248&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F2248&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><p><strong>PRUITT-IGOE: O MITO DA REALIDADE<\/strong><!--more--><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/Marcelo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-2249\" src=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/Marcelo-300x239.jpg\" alt=\"Marcelo\" width=\"300\" height=\"239\" \/><\/a>Ao conjunto habitacional de Pruitt-Igoe (1952 a 1972) o historiador e cr\u00edtico da arquitetura Charles Jenks atribuiu o s\u00edmbolo do fracasso da arquitetura moderna, por ter sido mal sucedido na realiza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o pelos moradores e frequentadores, tendo (esse resultado) causa no projeto e n\u00e3o na administra\u00e7\u00e3o. O presente texto, mesmo superficialmente, mostrar\u00e1 o contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>A mencionada obra foi constru\u00edda ao N de Saint Louis (Estado do Missouri), nos Estados Unidos, para atender a pol\u00edtica social do governo federal americano de retirar fam\u00edlias das favelas e corti\u00e7os e integr\u00e1-los no ambiente urbano com infraestrutura consolidada.<\/p>\n<p>Resultou da Lei da Habita\u00e7\u00e3o, promulgada em 1949 pelo governo federal, a qual tamb\u00e9m permitiu a constru\u00e7\u00e3o de bairros planejados para a classe m\u00e9dia nos sub\u00farbios das cidades, das quais a Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica de Saint Louis a executou sem as devidas cautelas.<\/p>\n<p>A cidade de Saint Louis estava recebendo migrantes de v\u00e1rias cidades e de outros Estados-membros, que se instalavam nas periferias pobres, mas avan\u00e7avam em dire\u00e7\u00e3o ao centro e causavam a redu\u00e7\u00e3o do valor do solo urbano.<\/p>\n<p>Para conter esse avan\u00e7o, em 1950 a prefeitura de Saint Louis obteve verba do Estado para demolir favelas e corti\u00e7os pr\u00f3ximos do centro e vender as \u00e1reas \u00e0 iniciativa privada, com vistas a assegurar a ocupa\u00e7\u00e3o do trecho urbano por atividades comerciais e pela classe m\u00e9dia, e construir conjuntos habitacionais verticalizados para abrigar a popula\u00e7\u00e3o pobre da cidade.<\/p>\n<p>Aquele conjunto habitacional foi projetado pelo arquiteto Minoru Yamasaki (1912 \u2013 1986) e era formado por 33 edif\u00edcios de 11 andares e 2870 apartamentos, distribu\u00eddos em 57 acres. Em rela\u00e7\u00e3o aos edif\u00edcios, cada qual possu\u00eda corredores comuns a cada tr\u00eas andares para lavanderia, dep\u00f3sito de materiais, lixo e c\u00f4modos compartilhados. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o, havia ruas separadas para a circula\u00e7\u00e3o de pessoas e de ve\u00edculos, e tamb\u00e9m espa\u00e7os para diferentes fun\u00e7\u00f5es (playground, creche e lavanderia).<\/p>\n<p>O interesse da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica era abrigar 12.000 pessoas de fam\u00edlias selecionadas, ap\u00f3s entrevistas com os assistentes sociais designados. As fam\u00edlias escolhidas assinavam contratos de aluguel, submetendo-se a regras muito severas, que limitavam os direitos de uso do im\u00f3vel.<\/p>\n<p>Os contratos de aluguel eram celebrados com as mulheres; seus maridos (desempregados ou procurando emprego) n\u00e3o podiam habitar em nenhum dos im\u00f3veis sob pena de rescis\u00e3o contratual. Os inquilinos tamb\u00e9m n\u00e3o podiam ter telefone nem televis\u00e3o. As benesses urbanas concedidas aos moradores eram limitadas e a Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica era a propriet\u00e1ria do conjunto habitacional.<\/p>\n<p>A Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica arrecadava o dinheiro dos alugu\u00e9is, com vistas a cobrir as despesas do condom\u00ednio; mas, por serem muito elevadas e n\u00e3o as subsidiar, a diferen\u00e7a foi transferida aos moradores, que a rateavam. Ainda assim os problemas de manuten\u00e7\u00e3o e assist\u00eancia t\u00e9cnica continuaram porque precisavam da autoriza\u00e7\u00e3o da aludida propriet\u00e1ria para os reparos.<\/p>\n<p>No mesmo per\u00edodo a classe m\u00e9dia mudou-se do centro para viver em bairros planejados nos sub\u00farbios de Saint Louis, distanciando-se dos moradores de Pruitt-Igoe, que trabalhavam em diversas atividades e servi\u00e7os e para essa classe social. O distanciamento dos locais de trabalho os prejudicou, causando desemprego para uns e sal\u00e1rios baixos para outros.<\/p>\n<p>Com as dificuldades financeiras que avan\u00e7avam, tornou-se muito onerosa a manuten\u00e7\u00e3o do condom\u00ednio, levando v\u00e1rias fam\u00edlias a mudar de endere\u00e7o, abandonando os im\u00f3veis e deixando Pruitt-Igoe para tr\u00e1s.<\/p>\n<p>O ambiente social tornou-se hostil, os traficantes e usu\u00e1rios de drogas invadiram os im\u00f3veis abandonados e a viol\u00eancia tomou conta do lugar: a pol\u00edcia, os bombeiros e as ambul\u00e2ncias n\u00e3o podiam entrar l\u00e1, assim como aos moradores remanescentes o risco \u00e0 vida era muito grande (estupros, furtos, roubos, assassinatos, etc). Em 1972 foi demolido o primeiro dos edif\u00edcios, em 1976 foram demolidos os que sobraram e no local atualmente encontram-se implantados edif\u00edcios de escolas e de cursos t\u00e9cnicos.<\/p>\n<p>O conjunto habitacional de Pruitt-Igoe era um projeto de habita\u00e7\u00e3o popular, com vistas a realizar o bem estar social a ser cumprido pelo Estado, que tem o dever de tutelar a sociedade. Ele estava inserido em uma pol\u00edtica urbana bem intencionada, mas executada sem as cautelas necess\u00e1rias para integrar a popula\u00e7\u00e3o desse condom\u00ednio no ambiente urbano que se transformava, devido \u00e0s diretrizes da Lei da Habita\u00e7\u00e3o de 1949.<\/p>\n<p>O nome dado ao conjunto habitacional vem de dois cidad\u00e3os americanos, Wendell Pruitt, que era negro e foi piloto de avi\u00e3o; enquanto William Igoe era branco e foi pol\u00edtico. O nome Pruitt-Igoe foi em homenagem a ambos e aos imigrantes e migrantes pobres \u2013 brancos e negros \u2013 que se instalaram na cidade de Saint Louis.<\/p>\n<p>O mito sobre o conjunto habitacional de Pruitt-Igoe faz crer que o fracasso experimentado resulta do projeto desenhado pelo arquiteto<a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\">[i]<\/a>, que acolheu o modernismo como modelo arquitet\u00f4nico e urban\u00edstico para realiza-lo. N\u00e3o se pode acolher este posicionamento, porque referido projeto foi encomendado pela Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica para o alcance do bem estar social, que n\u00e3o se operou como deveria em raz\u00e3o da m\u00e1 administra\u00e7\u00e3o por ela realizada.<\/p>\n<p>O fracasso de Pruitt-Igoe tem causa na m\u00e1 administra\u00e7\u00e3o pela Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica, que ignorou ou menosprezou v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es que ocorriam:<\/p>\n<ol>\n<li>N\u00e3o observou a migra\u00e7\u00e3o da classe m\u00e9dia, do centro para os sub\u00farbios;<\/li>\n<li>Os inquilinos ficaram muito distantes dos locais de trabalho;<\/li>\n<li>Limitou os direitos de moradia aos inquilinos;<\/li>\n<li>Diminuiu as benesses urbanas a eles;<\/li>\n<li>Cobrou aluguel muito elevado;<\/li>\n<li>A manuten\u00e7\u00e3o do conjunto habitacional era muito onerosa e n\u00e3o foi subsidiada.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Em suma, o fracasso do conjunto habitacional de Pruitt-Igoe resultou da m\u00e1 administra\u00e7\u00e3o operacionalizada pela Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica em face da Lei da Habita\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o pelo projeto do arquiteto nem pelo modernismo<a href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\">[ii]<\/a>. Nada a mais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Marcelo Augusto Paiva Pereira.<br \/>\n<\/strong>(o autor \u00e9 aluno de gradua\u00e7\u00e3o da FAUUSP)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n<p>ARAVECHIA, Nilce; BRITO, Fl\u00e1via; CASTRO, Ana. Evolu\u00e7\u00e3o do Equipamento da Habita\u00e7\u00e3o. FAUUSP. De 02.03 a 08.06.2015. Anota\u00e7\u00f5es de aulas. N\u00e3o publicadas.<\/p>\n<p>BASSANI, Jorge; CYMBALISTA, Renato. Hist\u00f3ria do Urbanismo Contempor\u00e2neo. FAUUSP. De 07.08 a 04.12.2013. Anota\u00e7\u00f5es de aulas. N\u00e3o publicadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SITE DA FOTO<\/strong><\/p>\n<p>ARCHDAILY.COM.BR. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/www.archdaily.com.br\">www.archdaily.com.br<\/a>. Acessado aos 08.06.2015.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SITES<\/strong><\/p>\n<p>PORTALARQUITETONICO.COM.BR. Pruitt-Igoe. Dispon\u00edvel em:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/portalarquitetonico.com.br\/pruitt-igoe\/\">http:\/\/portalarquitetonico.com.br\/pruitt-igoe\/<\/a> Acessado aos 11.03.2015.<\/p>\n<p>ACADEMICCOMMONS.COLUMBIA.EDU. Dispon\u00edvel em: academiccommons.columbia.edu\/download\/fedora&#8230;\/94-156-2-PB.pdf. Acessado aos 11.03.2015.<\/p>\n<p>ARCHDAILY.COM.BR. Exibi\u00e7\u00e3o do filme \u201cO Mito de Pruitt-Igoe\u201d na X Bienal de Arquitetura de S\u00e3o Paulo. Dispon\u00edvel em: http:\/adbr001cdn.archdaily.net\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/1326476605_1500px_aerialview_pruitt_igoemyth_credit_stathistsocofmo.jpg. Acessado aos 08.06.2015.<\/p>\n<p>YOU2REPEAT.COM. The Pruitt Igoe myth \u2013 an urban history (trailer oficial legendado). Dispon\u00edvel em: http:\/www.you2repeat.com\/watch\/?v=xdeZpPws8lo&amp;s=0&amp;e=152I=i. Acessado aos 08.06.2015.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[i]<\/a> Assim diz Clara Iraz\u00e1bal: \u201c(&#8230;). Seu projeto, assinado por um dos mais preeminentes arquitetos do pa\u00eds, Minoru Yamasaki, seguiu os princ\u00edpios de planejamento de Le Corbusier e dos Congressos Internacionais de Arquitetura Moderna e foi saudado como um exemplo do novo iluminismo. O PI chegou a ganhar pr\u00eamios do Instituto Americano de Arquitetos quando foi desenhado, em 1951.\u201d. IRAZ\u00c1BAL, Clara. <em>Do Pruitt-Igoe ao World Trade Center<\/em>. Dispon\u00edvel em: &lt;<u>academiccommons.columbia.edu\/download\/fedora&#8230;\/94-156-2-PB.pdf<\/u>&gt; Acessado aos 11.03.2015.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\">[ii]<\/a> Assim diz Guilherme Ruchaud: \u201cA arquitetura moderna falhou em alguns aspectos, mas parece-me um grande equ\u00edvoco associ\u00e1-los ao fracasso de Pruitt-Igoe. (&#8230;)\u201d. RUCHAUD, Guilherme. <em>Pruitt-Igoe: o mito em torno de um conjunto habitacional<\/em>. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/portalarquitetonico.com.br\/pruitt-igoe\/\">http:\/\/portalarquitetonico.com.br\/pruitt-igoe\/<\/a>&gt; Acessado aos 11.03.2015.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PRUITT-IGOE: O MITO DA REALIDADE<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1932],"class_list":["post-2248","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-cidades"],"aioseo_notices":[],"views":0,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":21469,"url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=21469","url_meta":{"origin":2248,"position":0},"title":"Marcelo Augusto Paiva Pereira: &#039;Modernismo e p\u00f3s-modernismo&#039;","author":"Marcelo Paiva Pereira","date":"9 de outubro de 2018","format":false,"excerpt":"Marcelo Augusto Paiva Pereira -\u00a0MODERNISMO X P\u00d3S-MODERNISMO \u00a0 No \u00e2mbito profissional e acad\u00eamico da arquitetura e urbanismo existem posi\u00e7\u00f5es divergentes sobre a corrente arquitet\u00f4nica em voga. 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