{"id":51533,"date":"2022-08-13T06:31:57","date_gmt":"2022-08-13T09:31:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=51533"},"modified":"2022-08-13T06:31:57","modified_gmt":"2022-08-13T09:31:57","slug":"de-luanda-angola-tome-angelo-e-mais-um-irmao-de-alem-mar-a-ingressar-no-quadro-de-colunistas-do-rol","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=51533","title":{"rendered":"De Luanda, Angola, Tom\u00e9 Angelo \u00e9 mais um irm\u00e3o de al\u00e9m-mar a ingressar no Quadro de Colunistas do ROL!"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F51533&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F51533&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_51534\" aria-describedby=\"caption-attachment-51534\" style=\"width: 169px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/de-luanda-angola-tome-angelo-e-mais-um-irmao-de-alem-mar-a-ingressar-no-quadro-de-colunistas-do-rol\/159816713_1154703961757583_1310800361055708203_n\/\" rel=\"attachment wp-att-51534\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"51534\" data-permalink=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=51534\" data-orig-file=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/159816713_1154703961757583_1310800361055708203_n.jpg\" data-orig-size=\"640,640\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"159816713_1154703961757583_1310800361055708203_n\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Tom\u00e9 \u00c2ngelo&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/159816713_1154703961757583_1310800361055708203_n.jpg\" class=\" wp-image-51534\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/159816713_1154703961757583_1310800361055708203_n-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"169\" height=\"169\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-51534\" class=\"wp-caption-text\">Tom\u00e9 \u00c2ngelo<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Tom\u00e9 \u00c2ngelo traz para o ROL as cores e o calor liter\u00e1rio da \u00c1frica!<\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><strong>Tom\u00e9 Francisco \u00c2ngelo<\/strong>, \u00e9 natural de Luanda, Angola. Cursou o Ensino M\u00e9dio\u00a0 no Col\u00e9gio Kaweye, em prepara\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria, PUNIV, em Cacuaco, Luanda; no Ensino Superior, \u00e9 Formado em Ensino da L\u00edngua Portuguesa, do Departamento de Letras Modernas, pela Escola Superior do Bengo e professor de L\u00edngua Portuguesa.<\/p>\n<p>\u00c9 membro do projecto de investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica Variedade do Portugu\u00eas em Angola (VAPA) e membro do Movimento dos Estudantes Angolanos (MEA).<\/p>\n<p>Como primeira contribui\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, Tom\u00e9 apresenta a &#8216;Cr\u00f4nica do Arroz&#8217;, revelando um aspecto social de sua terra natal, finalizando-a com um gloss\u00e1rio cultural enriquecedor aos leitores do ROL.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>A CR\u00d3NICA DO ARROZ<\/strong><\/p>\n<p>Arroz aqui, arroz al\u00ed, arroz acol\u00e1! No pa\u00eds cuja unidade lexical que o designa come\u00e7a com \u201cA\u201d e termina em \u201ca\u201d ( \u2018a\u2019 de arroz, talvez), d\u00e1-se muita import\u00e2ncia a esta subst\u00e2ncia alimentar ou comid\u00edcia. O bomb\u00f4, a couve, a jimboa, a fumbwa, pouco se ouvem falar. Mas como se falaria, se a maioria deixou asfixiar seus pensamentos pelo arroz?<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 sobre as suas propriedades nutritivas, mas \u00e9 sobre o peso que exerce na barriga dos populares. O importante \u00e9 a barriga cheia.<\/p>\n<p>O arroz, nestas bandas, \u00e9 amigo de todos, mas principalmente das crian\u00e7as, adolescentes e jovens que n\u00e3o conseguem transitar de um dia para o outro sem o citar e saborear. Quer dizer, a sociedade em si come\u00e7a a ser a sociedade do arroz, sociedade pensamento de arroz.<\/p>\n<p>O arroz, por via do kuduro, sensibilizou alguns \u201ckus duros\u201d a cantarem e a dan\u00e7arem arroz: \u00abS\u00f3 mexeram \/ S\u00f3 mexeram\/ S\u00f3 mexeram no meu prato\/ arroz feij\u00e3o\/ S\u00f3 mexeram no meu prato\/ arroz feij\u00e3o (\u2026)<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>\u00bb.<\/p>\n<p>E no parlamento, lugar para lamentar, um parlamentar lamentou que at\u00e9 o saco de arroz \u00e9 mais afamado que o vice-presidente da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>Nas Terras das Ac\u00e1cias, quando um trailer que levava uma tonelada de arroz capotou na via p\u00fablica, um jovem, que andava na sua viatura, que tem uma forma\u00e7\u00e3o superior, trabalha na fun\u00e7\u00e3o p\u00fablica, pertence \u00e0 estrutura do partido que governa, apropriou-se vorazmente de dois sacos de arroz, ca\u00eddos do trailer. Cinco segundos eram suficientes para o jovem posar na internet, Facebook, cunhado como \u201cArroz Man\u201d, em portugu\u00eas, Homem Arroz.<\/p>\n<p>O povo s\u00f3 revolta-se quando o pre\u00e7o do arroz sobe e acalma-se quando baixa. O governo sabe disso e faz disso a sua carta na manga, principalmente na v\u00e9spera do pleito eleitoral.<\/p>\n<p>Por isso, meus irm\u00e3os, n\u00e3o duvidem. Aqui, o povo \u00e9 arroz e arroz \u00e9 o povo!<\/p>\n<p>\u00c9 o arroz que acode a maior parte da popula\u00e7\u00e3o da fome, com isen\u00e7\u00e3o aos enfatados e engravatados, os da cidade alta, os lexuados.<\/p>\n<p>O arroz, aqui, n\u00e3o precisa de companhia, pois que ele sozinho consegue dar conta do embelezamento da mesa das fam\u00edlias e tapa os buracos das barrigas de milhares e milhares de populares.<\/p>\n<p>O arroz s\u00f3 n\u00e3o expulsou o colono, na Luta de Liberta\u00e7\u00e3o Nacional, mas, hodiernamente, luta para a liberta\u00e7\u00e3o popular da fome; portanto, o arroz, hoje, \u00e9 um her\u00f3i nacional!<\/p>\n<p>E como queres que a sociedade n\u00e3o pense no arroz, ou seja, n\u00e3o pense arroz?<\/p>\n<p>O governo n\u00e3o d\u00e1 livros e a leitura s\u00f3 tem pernas para andar na boca de poucos, pois a maioria, legada a uma educa\u00e7\u00e3o barriguenha, n\u00e3o tem a capacidade de interpretar as entrelinhas de Garc\u00eda Lorca: \u201cO homem n\u00e3o vive s\u00f3 do p\u00e3o. Eu se tivesse na rua \u00e0 m\u00edngua n\u00e3o pediria um p\u00e3o, pediria meio p\u00e3o e um livro\u201d.<\/p>\n<p>Aqui, nestas terras, onde n\u00e3o se produz arroz, embora o solo seja t\u00e3o f\u00e9rtil, mas que o arroz \u00e9 o cart\u00e3o postal da gastronomia popular, n\u00e3o s\u00e3o contados aqui os enfatados e engravatados, lutam ferrenhamente para n\u00e3o alimentar, mas \u201ccomidar\u201d o corpo e esquecem-se ou, talvez, nunca souberam que \u201calimentar a alma \u00e9 t\u00e3o importante como alimentar o corpo\u201d. Mas o povo pode ser culpado-n\u00e3o-culpado, pois est\u00e1 dentro de um barco que os tripulantes o conduzem aonde quiserem.<\/p>\n<p>Desta forma, surge-me uma interroga\u00e7\u00e3o: entre aquele que s\u00f3 pensa em distribuir arroz ao povo e o que consome tal arroz quem \u00e9 que pensa arroz?<\/p>\n<p>O primeiro, propositadamente, e por uma quest\u00e3o de estrat\u00e9gia de manuten\u00e7\u00e3o de poder, pensa arroz; ali\u00e1s, um dos pontos fortes da sua governa\u00e7\u00e3o \u00e9 a importa\u00e7\u00e3o do arroz, pois acha que o povo que (mal) dirige n\u00e3o tem alma que precisa de ser alimentada. O segundo, n\u00e3o por op\u00e7\u00e3o, mas por manipula\u00e7\u00e3o do primeiro, vive pelo arroz e clama por ele, logo, tamb\u00e9m pensa arroz.<\/p>\n<p>Portanto, governo de arroz, sociedade pensamento de arroz; Rep\u00fablica do Arroz. Arroz \u00e9 o povo e o povo \u00e9 arroz. Viva o arroz!<\/p>\n<p><strong>Gloss\u00e1rio<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Bomb\u00f4<\/strong> &#8211; mandioca colocada na \u00e1gua, durante certo tempo, que depois \u00e9 estendido e seco para a feitura de farinha (fuba) de mandioca, com o qual se confeciona o funje (comida t\u00edpica angolana feita com \u00e1gua quente misturado com fuba).<\/p>\n<p><strong>Fumbwa<\/strong> &#8211; erva alimentar meio dura, cortadas em fios, que, depois de cuzida, serve de acompanhante ou conduto do funje.<\/p>\n<p><strong>Jimboa<\/strong>\u00a0 &#8211; erva alimentar que geralmente serve de acompanhante ou conduto do funje.<\/p>\n<p><strong>Kuduro<\/strong> &#8211; estilo musical popular, feito por jovens, maioritariamente, caracterizado por batucadas e ritmos acelerados, acompanhado de dan\u00e7as extravagantes.<\/p>\n<p><strong>Kus duros<\/strong> &#8211; para este texto, esta unidade vocabular significa jovens e mais velhos apreciadores de kuduro.<\/p>\n<p><strong>Lexuados &#8211; <\/strong>pessoas que se fazem transportar no lexus (carro luxuoso, atribu\u00eddos aos deputados ou aos elementos ligados \u00e0 estrutura gove<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> M\u00fasica de estilo Kuduro do grupo Elenco da Paz, intitulada \u00abArroz com feij\u00e3o\u00bb.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tom\u00e9 \u00c2ngelo traz para o ROL as cores e o calor liter\u00e1rio da \u00c1frica!<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":51534,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[1008,2131,8423],"class_list":["post-51533","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunicacao","tag-apresentacao","tag-colunista","tag-tome-francisco-angelo"],"aioseo_notices":[],"views":661,"jetpack_featured_media_url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/159816713_1154703961757583_1310800361055708203_n.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":42912,"url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=42912","url_meta":{"origin":51533,"position":0},"title":"Jos\u00e9 Bembo Manuel, de Luanda (Angola), \u00e9 o mais novo colunista do Jornal ROL!","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"15 de julho de 2021","format":false,"excerpt":"Jos\u00e9 Bembo traz ao Jornal ROL a literatura, as artes e o calor de Angola para o deleite dos leitores ROLianos! 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