{"id":52835,"date":"2022-12-05T20:35:35","date_gmt":"2022-12-05T23:35:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalrol.com.br\/?p=52835"},"modified":"2022-12-05T20:35:35","modified_gmt":"2022-12-05T23:35:35","slug":"agostinho-mulombo-lusofonia-utopia-ou-um-projecto-pos-colonial","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=52835","title":{"rendered":"Agostinho Mulombo: &#039;Lusofonia: utopia ou um projecto p\u00f3s-colonial?&#039;"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F52835&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F52835&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div><figure id=\"attachment_52625\" aria-describedby=\"caption-attachment-52625\" style=\"width: 131px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/db800802-2201-4450-a07c-72c8d7e47bbc.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"52625\" data-permalink=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=52625\" data-orig-file=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/db800802-2201-4450-a07c-72c8d7e47bbc.jpg\" data-orig-size=\"640,739\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"db800802-2201-4450-a07c-72c8d7e47bbc\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Agostinho Mulombo&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/db800802-2201-4450-a07c-72c8d7e47bbc.jpg\" class=\" wp-image-52625\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/db800802-2201-4450-a07c-72c8d7e47bbc-260x300.jpg\" alt=\"\" width=\"131\" height=\"151\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-52625\" class=\"wp-caption-text\">Agostinho Mulombo<\/figcaption><\/figure>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Lusofonia: utopia ou um projecto p\u00f3s-colonial?<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 coincidente a coincid\u00eancia de que lusofonia rima com utopia, talvez pelo facto de Angola ser uma verdadeira sociedade da utopia como escreve Pepetela\u00a0(PEPETELA, 2013) ou uma aut\u00eantica sociedade do espect\u00e1culo, na qual o real est\u00e1 no espect\u00e1culo e o espect\u00e1culo na realidade (DEBORD, 2003). Por\u00e9m, a problematiza\u00e7\u00e3o do termo lusofonia parece interessar n\u00e3o s\u00f3 a Angola, como aos demais pa\u00edses africanos de l\u00edngua portuguesa.<\/p>\n<p>O verdadeiro debate que se prop\u00f5e, no presente texto, \u00e9, indubitavelmente, em torno da representa\u00e7\u00e3o do termo lusofonia em \u00c1frica, em particular Angola, objeto dos nossos questionamentos. A ser assim, levanta-se a seguinte quest\u00e3o:<\/p>\n<p>Em \u00c1frica, Angola em particular, pode-se falar de lusofonia? Que o leitor seja capaz de responder a essa pergunta ap\u00f3s a leitura do texto&#8230;<\/p>\n<p>O termo LUSOFONIA come\u00e7ou a circular em Portugal anos depois da descoloniza\u00e7\u00e3o. S\u00f3 por volta de meados da d\u00e9cada de 1980 \u00e9 que Portugal \u2013 integrado formalmente \u00e0 Comunidade Europeia em 1986 \u2013 volta a aproximar-se de suas ex-col\u00f4nias africanas. N\u00e3o certamente por acaso, \u00e9 tamb\u00e9m o per\u00edodo em que se come\u00e7a a falar por l\u00e1, com certa intensidade, de LUSOFONIA (&#8230;) (Faraco,2012 p.39) &#8211; o que parece que esse termo est\u00e1 associado sempre a interesses econ\u00f4micos e pol\u00edticos, entrosados numa ut\u00f3pica irmandade, com o intuito de Portugal (re) construir la\u00e7os com as ex-col\u00f4nias para &#8216;saciar os seus interesses econ\u00f3micos e pol\u00edticos&#8217;<\/p>\n<p>Em v\u00e1rios de seus textos, Ivo Castro, citado por Faraco (2009), comenta o que ele chama de a \u201csepara\u00e7\u00e3o estrutural entre a l\u00edngua de Portugal, a do Brasil e a dos pa\u00edses africanos\u201d. E, por considerar inevit\u00e1vel a fragmenta\u00e7\u00e3o futura do sistema lingu\u00edstico da l\u00edngua portuguesa, argumenta que n\u00e3o parece existir qualquer futuro para a ideia de lusofonia.<\/p>\n<p>De acordo com Mpanzu (2018, p. 21), importa reconhecer que o termo lusofonia e a carga sem\u00e2ntica que ele acarreta n\u00e3o re\u00fanem consenso, uma vez que h\u00e1 posi\u00e7\u00f5es discordantes que encaram como um conceito que abrange at\u00e9 territ\u00f3rios n\u00e3o envolvidos na CPLP e que, mesmo dentro da CPLP, enquanto organiza\u00e7\u00e3o, h\u00e1 popula\u00e7\u00f5es que n\u00e3o falam portugu\u00eas nem mesmo encarnam nelas a cultura lus\u00f3fona.\u00a0 Raz\u00e3o que nos motiva a conduzir a nossa compreens\u00e3o de forma &#8216;<strong>problematizadora&#8217;<\/strong>, para que possamos repensar ou eliminar o conceito lusofonia, num per\u00edodo em que continua a discuss\u00e3o sobre a perda dos nossos valores culturais em tempos p\u00f3s-coloniais.<\/p>\n<p>A primeira observa\u00e7\u00e3o que deve ser feita \u00e9 que o tema da LUSOFONIA parece<br \/>\nser fundamentalmente de interesse portugu\u00eas. Raramente \u00e9 mencionado e discutido no<br \/>\nBrasil. A Professora (de origem s\u00e3o-tomense) Inoc\u00eancia Mata, citada por Faraco, diz o seguinte:<br \/>\n<strong>\u201cDe cunho e causa portugueses, os africanos oscilam entre sua aceita\u00e7\u00e3o e a sua recusa,<\/strong><strong> enquanto entre os brasileiros o termo [lusofonia] n\u00e3o tem hist\u00f3ria\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Analistas portugueses costumam apontar a quest\u00e3o da LUSOFONIA como sendo<br \/>\nde interesse estrat\u00e9gico e geopol\u00edtico para Portugal no sentido de que \u201cseu peso real europeu depende essencialmente do facto de ser tamb\u00e9m extraeuropeu\u201d (&#8230;) (NEVES, 2003, apud Faraco). Dito de outro modo, a cria\u00e7\u00e3o da lusofonia pode compreender uma estrat\u00e9gia de Portugal querer possuir uma outra imagem a n\u00edvel da Europa, do ponto de vista econ\u00f3mico e pol\u00edtico.<\/p>\n<p>Por outro lado, h\u00e1 aqueles que \u2013 tendo em conta o facto de Portugal n\u00e3o estar entre as grandes economias da UE e ter ali peso pol\u00edtico relactivamente pequeno \u2013 defendem os engajamentos fortes do pa\u00eds num bloco de pa\u00edses de l\u00edngua portuguesa. Os que assim se posicionam veem a\u00ed uma forma de dar cacife pol\u00edtico e econ\u00f3mico ao pa\u00eds no interior da UE, na qual ele passaria a ser visto como o elo facilitador das rela\u00e7\u00f5es da UE com o MERCOSUL e com a \u00c1frica e a \u00c1sia. Define-se, por esta via, uma vertente conceitual e discursiva menos centrada no lingu\u00edstico-cultural e mais nos interesses \u00a0pol\u00edtico-econ\u00f3micos de Portugal (Faraco, 2009)<strong>.<\/strong><\/p>\n<p>Numa primeira an\u00e1lise, a \u201cLusofonia\u201d pode ser associada a palavra como a Francofonia ou a Anglofonia e acarretar consigo uma carga presumivelmente p\u00f3s-colonial.<\/p>\n<p>Dentre alguns estudos sobre esta mat\u00e9ria, real\u00e7a-se o sentido geopol\u00edtico do termo que engloba um conjunto de pa\u00edses e de povos cuja l\u00edngua materna, corrente ou oficial, \u00e9 o portugu\u00eas (&#8230;)\u00a0(CPLP, 2008).<br \/>\nEssa concep\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, \u00e9 entendida por v\u00e1rios autores \u2013 entre outros Eduardo Louren\u00e7o (1999), Alfredo Margarido (2000) e Jos\u00e9 Manuel Pureza (2005), todos citados por Faraco \u00a0\u2013 como um esfor\u00e7o de Portugal para reconstituir o antigo imp\u00e9rio colonial em novas bases.<br \/>\nEm conson\u00e2ncia com os mesmos autores, sem precisar de muitas palavras para a nossa experimental conclus\u00e3o, a LUSOFONIA \u00e9, portanto, um projeto p\u00f3s-colonial\/neocolonial, uma tentativa de instaura\u00e7\u00e3o do poder \u201csoft\u201d, uma estrat\u00e9gia de continuidade de domina\u00e7\u00e3o com outra roupagem, um espa\u00e7o inexistente do ponto de vista concreto, isto \u00e9, um espa\u00e7o imagin\u00e1rio da nostalgia imperial. Ali\u00e1s, quando se fala de lusofonia, Portugal costuma a ver-se sempre no <strong>&#8220;centro\u00b4\u00b4,<\/strong> embora os discursos oficiais simulem uma realidade.<\/p>\n<p>H\u00e1, de facto, perspectivas para a LUSOFONIA? Ela \u00e9 uma utopia ou um projecto p\u00f3s-colonial?<\/p>\n<p><strong>Agostinho Mulombo<\/strong><\/p>\n<p>Obras Citadas:<\/p>\n<p>CPLP. (2008). <em>Encontros de Lusofonia em Torres Nova.<\/em><\/p>\n<p>DEBORD, G. (2003). <em>A Sociedade do Espect\u00e1culo.<\/em> Projecto Periferia.<\/p>\n<p>Faraco, C. A. (2009). <em>Lusofonia: utopia ou quimera.<\/em><\/p>\n<p>PEPETELA. (2013). <em>Gera\u00e7\u00e3o da Utopia.<\/em> S\u00e3o Paulo: Copyright.<\/p>\n<p>MPANZU, MONA (2018). Tend\u00eancias Actuais no Ensino-Aprendizagem da Gram\u00e1tica das L\u00ednguas N\u00e3o Maternas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lusofonia: utopia ou um projecto p\u00f3s-colonial?<\/p>\n","protected":false},"author":69,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[680,1094,5257,7182],"class_list":["post-52835","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicacao","tag-agostinho-mulombo","tag-artigo","tag-lusofonia","tag-projeto-pos-colonial"],"aioseo_notices":[],"views":755,"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":52616,"url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=52616","url_meta":{"origin":52835,"position":0},"title":"De Luanda, Angola, para o Quadro de Colunistas do ROL, Agostinho Mulombo Domingos","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"13 de novembro de 2022","format":false,"excerpt":"Com Agostinho Mulombo, Angola e Brasil se unem cada vez mais nas letras e nas culturas! 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