{"id":71268,"date":"2024-12-13T15:39:54","date_gmt":"2024-12-13T18:39:54","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=71268"},"modified":"2024-12-13T16:12:17","modified_gmt":"2024-12-13T19:12:17","slug":"e-se-vidas-passadas-past-lives-e-os-fios-invisiveis-do-destino","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=71268","title":{"rendered":"&#8216;E se&#8217;: Vidas Passadas e os fios invis\u00edveis do destino"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F71268&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F71268&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">Bianca Agnelli: <br>&#8220;&#8216;E se&#8217;: Vidas passadas (Past Lives) e os fios invis\u00edveis do destino&#8221; <br><br><em>Bianca Agnelli<br>\u201c&#8217;E se&#8217;: Past Lives e i fili invisibili del destino&#8221;<\/em><br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"346\" height=\"195\" data-attachment-id=\"71269\" data-permalink=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=71269\" data-orig-file=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/unnamed.png\" data-orig-size=\"346,195\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"unnamed\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/unnamed.png\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/unnamed.png\" alt=\"Bianca Agnelli\" class=\"wp-image-71269\" style=\"width:666px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Bianca Agnelli<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-drop-cap wp-block-paragraph\">O ano de 2024 est\u00e1 chegando ao fim e, como todo amante do cinema que se preza, me pego fazendo um balan\u00e7o mental. Quais filmes eu amei? Quais eu vou esquecer antes do pr\u00f3ximo jantar? E a\u00ed tem aqueles que ficam, como uma m\u00fasica que n\u00e3o sai da cabe\u00e7a. Para mim, este ano,&nbsp;<a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/Past_Lives_(film)\" title=\"Past Lives\">Past Lives<\/a> foi esse filme.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Eu o assisti no Dia dos Namorados, com um copo de Coca-Cola com sabor de framboesa (obviamente) transbordando, rodeada de casais em um cinema que cheirava vagamente a rosas e pipoca. N\u00e3o exatamente o contexto mais confort\u00e1vel para uma rom\u00e2ntica incur\u00e1vel e uma solteira convicta\u2026 Mas algo me dizia que seria especial. Spoiler: foi.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Voc\u00ea conhece aquela lenda do fio vermelho? A que diz que toda pessoa importante na sua vida est\u00e1 ligada a voc\u00ea por um fio invis\u00edvel, que pode se esticar, se emaranhar, at\u00e9 se romper, mas nunca completamente? Pois bem,&nbsp;<strong>Vidas Passadas<\/strong>&nbsp;fala sobre essas conex\u00f5es que atravessam o tempo e o espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dirigido com uma sensibilidade rara, o filme nos arrasta para uma hist\u00f3ria de amor e nostalgia, contada atrav\u00e9s de sil\u00eancios carregados de significado. A trama \u00e9 simples, mas profunda, como aquelas cartas antigas que voc\u00ea encontra no s\u00f3t\u00e3o e que te fazem chorar sem saber exatamente por qu\u00ea. Nora (<a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/Greta_Lee\" title=\"Greta Lee\">Greta Lee<\/a>) e Hae Sung (<a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/Teo_Yoo\" title=\"Teo Yoo\">Teo Yoo<\/a>) se conhecem desde crian\u00e7as na Coreia do Sul. Eles se amam, ou melhor, se amam como duas crian\u00e7as podem se amar: sabe, aquele sentimento inocente e verdadeiro que, no entanto, nunca consegue se concretizar de fato. Ent\u00e3o Nora se muda com a famiglia para o Canada e o fio deles se estica, se distancia: eles seguem vidas diferentes. A dist\u00e2ncia \u00e9 real, f\u00edsica, emocional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Doze anos depois, Hae Sung a encontra no Facebook. N\u00e3o \u00e9 um grande gesto cinematogr\u00e1fico, n\u00e3o h\u00e1 corrida no aeroporto sob a chuva. S\u00f3 uma mensagem: \u201c<em>Como voc\u00ea est\u00e1<\/em>?\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Eles conversam por Skype. Se reencontram. Se conectam. Mas a vida \u00e9 uma narradora perversa e nunca segue o roteiro que esperamos. E assim, outros caminhos se abrem e os dois se afastam novamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Passam-se mais doze anos, e ent\u00e3o, um encontro em New York. E aqui estamos, lan\u00e7ados no jogo do \u201c<em>E se<\/em>?\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E se a nossa vida tivesse tomado um rumo diferente?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E se eu tivesse ficado?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E se voc\u00ea n\u00e3o tivesse se casado?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E se eu nunca tivesse soltado sua m\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E se eu tivesse seguido aquele fio at\u00e9 o fim?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 aqui que&nbsp;<em>Vidas Passadas<\/em>&nbsp;se transforma em uma dan\u00e7a. Uma dan\u00e7a de olhares, de m\u00e3os que se tocam, de sil\u00eancios que gritam mais alto do que qualquer di\u00e1logo. O filme n\u00e3o tenta te dar respostas. N\u00e3o te diz se o destino \u00e9 um fio ou uma ilus\u00e3o. Ele te deixa com uma pergunta:&nbsp;<strong>E se?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/it.m.wikipedia.org\/wiki\/Celine_Song\" title=\"Celine Song\">Celine Song<\/a>, a diretora, nos conduz por essa hist\u00f3ria com uma delicadeza que parece quase m\u00e1gica. Cada cena \u00e9 \u00edntima, como se voc\u00ea estivesse espiando a vida de algu\u00e9m pela janela, mas sem nenhum senso de culpa. A fotografia, cuidada por Shabier Kirchner, \u00e9 quente e nost\u00e1lgica, com New York se tornando uma terceira protagonista: fascinante, complicada, cheia de hist\u00f3rias nunca contadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E ent\u00e3o h\u00e1 os sil\u00eancios. Ah,&nbsp;<strong>aqueles sil\u00eancios<\/strong>. Em um mundo que fala demais, Vidas Passadas escolhe silenciar. Deixa que sejam os gestos, os detalhes, a contar tudo. Como naquela cena em que as m\u00e3os de Nora e Hae Sung se aproximam, mas nunca se tocam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 nessas pausas, nesses momentos de respira\u00e7\u00e3o, que o filme encontra sua voz mais poderosa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Do ponto de vista do roteiro,&nbsp;<em>Celine Song<\/em>&nbsp;adota uma abordagem s\u00f3bria e minimalista, evitando di\u00e1logos desnecess\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na fren\u00e9tica verborragia do cinema contempor\u00e2neo,&nbsp;<em>Vidas Passadas<\/em>&nbsp;\u00e9 um o\u00e1sis de quietude.&nbsp;<em>Celine<\/em><strong>&nbsp;<\/strong>captura a ess\u00eancia de momentos fugazes: um sorriso t\u00edmido, um olhar que fala de arrependimentos e desejos n\u00e3o expressos. N\u00e3o h\u00e1 necessidade de explicar nada, porque o sil\u00eancio aqui n\u00e3o \u00e9 um vazio a ser preenchido, mas uma linguagem em si mesma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como uma apaixonada por cinema, n\u00e3o posso deixar de admirar essa escolha corajosa. O&nbsp;<strong>n\u00e3o dito<\/strong>&nbsp;em&nbsp;<em>Vidas Passadas<\/em>&nbsp;n\u00e3o \u00e9 um vazio, mas uma presen\u00e7a tang\u00edvel. \u00c9 a prova de que o cinema n\u00e3o precisa de palavras para contar hist\u00f3rias poderosas. As imagens, os gestos, os sil\u00eancios s\u00e3o a verdadeira linguagem da alma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos bastidores, a diretora <em>Song<\/em>&nbsp;adotou abordagens \u00fanicas para manter a autenticidade das intera\u00e7\u00f5es. Por exemplo, ela evitou qualquer contato f\u00edsico entre os atores Greta Lee (Nora) e Teo Yoo (Hae Sung) at\u00e9 o momento em que seus personagens se tocam no filme, criando uma tens\u00e3o palp\u00e1vel que se reflete na tela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A trilha sonora, composta por <a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Christopher_Bear\" title=\"Christopher Bear\">Christopher Bear<\/a> e <a href=\"https:\/\/en.m.wikipedia.org\/wiki\/Daniel_Rossen\" title=\"Daniel Rossen \">Daniel Rossen <\/a> dos <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Grizzly_Bear\" title=\"Grizzly Bear\">Grizzly Bear<\/a>, acrescenta uma camada extra de delicadeza \u00e0 narrativa, com m\u00fasicas que se entrela\u00e7am perfeitamente com as imagens, amplificando as emo\u00e7\u00f5es sem jamais sobrecarreg\u00e1-las.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Vidas Passadas<\/em>&nbsp;recebeu amplos elogios da cr\u00edtica, com resenhas que destacam sua sensibilidade e simplicidade, considerando-o uma obra-prima que transmite uma mensagem universal e extremamente atual. O filme recebeu v\u00e1rios pr\u00eamios e indica\u00e7\u00f5es, incluindo 2 indica\u00e7\u00f5es ao Oscar, 5 ao Globo de Ouro, 3 ao BAFTA, 1 ao British Independent.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A diretora parece realmente conhecer os segredos desses fios invis\u00edveis. Talvez ela tenha realmente visto, eles se entrela\u00e7arem e brilharem na noite. Talvez ela saiba que o cinema, assim como a vida, \u00e9 feito de sombras e luzes, sons e sil\u00eancios, e ela os transpondo para uma obra que n\u00e3o fala apenas sobre destino, tempo ou amor. Fala sobre n\u00f3s, sobre os caminhos que n\u00e3o tomamos e sobre os que ainda podem nos levar aonde nem sabemos que queremos ir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim, enquanto volto para casa, caminhando sob o c\u00e9u estrelado com um cachecol um pouco longo demais, percebo que ainda estou pensando neles. Em Nora e Hae Sung. Mas tamb\u00e9m em mim, em voc\u00ea, em n\u00f3s. Nas vidas que poder\u00edamos ter vivido e nas que ainda estamos procurando.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><br><strong>\u201c&#8217;E se&#8217;: Past Lives e i Fili Invisibili del Destino<\/strong>&#8220;<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">L\u2019anno 2024 sta finendo, e come ogni amante del cinema che si rispetti, mi ritrovo a fare un bilancio mentale. Quali film ho amato? Quali dimenticher\u00f2 prima della prossima cena? E poi ci sono quelli che restano, come una canzone che non riesci a toglierti dalla testa. Per me, quest\u2019anno,&nbsp;<em>Past Lives<\/em>&nbsp;\u00e8 stato quel film.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">L\u2019ho visto il giorno di San Valentino, con un bicchiere troppo pieno di Coca Cola aromatizzata al lampone (ovviamente), circondata da coppie in un cinema che sapeva vagamente di rose e popcorn. Non proprio il contesto pi\u00f9 confortante per un\u2019inguaribile romantica e una single incallita.. Ma qualcosa mi diceva che sarebbe stato speciale. Spoiler: lo \u00e8 stato.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sai quella leggenda del filo rosso? Quella che dice che ogni persona importante nella tua vita \u00e8 legata a te da un filo invisibile, che pu\u00f2 tendersi, aggrovigliarsi, persino spezzarsi, ma mai del tutto? Ecco,&nbsp;<em>Past Lives<\/em>&nbsp;ci parla di queste connessioni che attraversano il tempo e lo spazio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Diretto con una sensibilit\u00e0 rara, il film ci trascina in una storia d\u2019amore e nostalgia, raccontata attraverso silenzi carichi di significato. La trama \u00e8 semplice ma profonda, come una di quelle vecchie lettere che trovi in soffitta che ti fanno piangere senza sapere esattamente perch\u00e9. Nora (Greta Lee) e Hae Sung (Teo Yoo) si conoscono da bambini in Corea del Sud. Si amano, o meglio, si amano come due bambini possono amarsi: sai, quel sentimento innocente e vero che per\u00f2 non riesce mai sul serio a concretizzarsi. Poi Nora si trasferisce in Canada, e il loro filo si tende, si allontana: intraprendono vite diverse. La distanza \u00e8 reale, fisica, emotiva.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dodici anni dopo, Hae Sung la cerca su Facebook. Non un grande gesto cinematografico, niente corsa in aeroporto sotto la pioggia. Solo un messaggio: \u201c<strong>Come stai<\/strong>?\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Parlano su Skype. Si ritrovano. Si connettono. Ma la vita \u00e8 una narratrice dispettosa e non segue mai il copione che speriamo. E cos\u00ec, altre strade si aprono e i due si allontanano di nuovo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Passano altri dodici anni, e poi, un incontro a New York. Ed eccoci catapultati nel gioco del \u201cE se\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E se la nostra vita avesse preso una piega diversa?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E se fossi rimasto?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E se non ti fossi sposata?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E se non avessi mai lasciato la tua mano?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E se avessi seguito quel filo fino alla fine?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c8 qui che&nbsp;<em>Past Lives<\/em>&nbsp;diventa una danza. Una danza di sguardi, di mani che si sfiorano, di silenzi che urlano pi\u00f9 forte di qualsiasi dialogo. Il film non cerca di darti risposte. Non ti dice se il destino sia un filo o un\u2019illusione. Ti lascia con una domanda:&nbsp;<em>E se?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Celine Song, la regista, ci porta dentro questa storia con una delicatezza che sembra quasi magica. Ogni scena \u00e8 intima, come se stessi sbirciando nella vita di qualcuno dalla finestra, ma senza alcun senso di colpa. La fotografia, curata da Shabier Kirchner, \u00e8 calda e nostalgica, con&nbsp;&nbsp;New York che diventa una terza protagonista: affascinante, complicata, piena di storie mai raccontate.\u2800\u2800<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E poi ci sono i silenzi. Oh, quei silenzi. In un mondo che parla troppo, Past Lives sceglie di tacere. Lascia che siano i gesti, i dettagli, a raccontare tutto. Come quella scena in cui le mani di Nora e Hae Sung si avvicinano ma non si toccano mai.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c8 in queste pause, in questi momenti di respiro, che il film trova la sua voce pi\u00f9 potente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dal punto di vista della sceneggiatura,&nbsp;<em>Celine Song<\/em>&nbsp;adotta un approccio sobrio e minimalista, evitando dialoghi superflui.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nella frenesia verbale del cinema contemporaneo,&nbsp;<em>Past Lives<\/em>&nbsp;risulta un\u2019oasi di quiete. Celine cattura l\u2019essenza di momenti fugaci: un sorriso appena accennato, uno sguardo che parla di rimpianti e desideri inespressi. Non c\u2019\u00e8 bisogno di spiegare nulla, perch\u00e9 il silenzio qui non \u00e8 un vuoto da riempire, ma un linguaggio a s\u00e9 stante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Come appassionata di cinema, non posso fare a meno di ammirare questa scelta coraggiosa. Il non detto in&nbsp;<em>Past Lives<\/em>&nbsp;non \u00e8 un vuoto, ma una presenza tangibile. \u00c8 la prova che il cinema non ha bisogno di parole per raccontare storie potenti. Le immagini, i gesti, i silenzi sono il vero linguaggio dell\u2019anima.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dietro le quinte, la regista Song ha adottato approcci unici per mantenere l\u2019autenticit\u00e0 delle interazioni. Ad esempio, ha evitato qualsiasi contatto fisico tra gli attori Greta Lee (Nora) e Teo Yoo (Hae Sung) fino al momento in cui i loro personaggi si toccano nel film, creando una tensione palpabile che si riflette sullo schermo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">La colonna sonora, composta da Christopher Bear e Daniel Rossen dei Grizzly Bear, aggiunge un ulteriore strato di delicatezza alla narrazione, con brani che si intrecciano perfettamente con le immagini, amplificando le emozioni senza mai sovrastarle.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Past Lives<\/em>&nbsp;ha ricevuto ampi consensi dalla critica, con recensioni che lodano la sua sensibilit\u00e0 e semplicit\u00e0, definendolo un capolavoro che veicola un messaggio universale ed estremamente attuale. Il film ha ottenuto diversi riconoscimenti, tra cui 2 candidature a&nbsp;<strong>Premi Oscar<\/strong>, 5 candidature a&nbsp;<strong>Golden Globes<\/strong>, 3 candidature a&nbsp;<strong>BAFTA<\/strong>, 1 candidatura a&nbsp;<strong>British Independent<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">La regista sembra conoscere davvero i segreti di quei fili invisibili. Forse li ha visti davvero, intrecciarsi e brillare nella notte. Forse sa che il cinema, come la vita, \u00e8 fatto di ombre e di luci, di suoni e di silenzi, e li ha trasposti in un\u2019opera che<em>&nbsp;<\/em>non parla solo del destino, del tempo o dell\u2019amore. Parla di noi, delle strade che non abbiamo preso e di quelle che ancora potrebbero portarci dove non sappiamo di voler andare.\u2800<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cos\u00ec, mentre torno a casa, camminando sotto il cielo stellato con una sciarpa un po\u2019 troppo lunga, mi accorgo che sto ancora pensando a loro. A Nora e Hae Sung. Ma anche a me, a te, a noi. A tutte le vite che avremmo potuto vivere, e a quelle che stiamo ancora cercando.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><br>Bianca Agnelli<\/h4>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-to-luminous-vivid-orange-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/bibiselkie\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"INSTAGRAM\">INSTAGRAM<\/a><\/h4>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-to-luminous-vivid-orange-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/biancaxagnelli?_rdc=2&amp;_rdr#\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"FACEBOOK\">FACEBOOK<\/a><\/h4>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-luminous-vivid-amber-to-luminous-vivid-orange-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/bibiselkie\" title=\"YOUTUBE\">YOUTUBE<\/a><\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/\" title=\"Voltar\">Voltar<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/JCulturalrol\/\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ano de 2024 est\u00e1 chegando ao fim e, como todo amante do cinema que se preza, me pego fazendo um balan\u00e7o mental. Quais filmes eu amei? Quais eu vou esquecer <\/p>\n","protected":false},"author":116,"featured_media":71269,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[9398,9285],"tags":[10388,3939,13538],"class_list":["post-71268","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-literatura","tag-critica","tag-filme","tag-past-lives"],"aioseo_notices":[],"views":5626,"jetpack_featured_media_url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/unnamed.png","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":69263,"url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=69263","url_meta":{"origin":71268,"position":0},"title":"Da Siena (Italia) per il Jornal ROL, Bianca Agnelli!","author":"Sergio Diniz da Costa","date":"6 de setembro de 2024","format":false,"excerpt":"Bianca Agnelli, naturale di Siena (Italia), \u00e8 uma attrice e filmmaker con una passione per il cinema e le storie non convenzionali. Dopo aver studiato...","rel":"","context":"Em &quot;Apresenta\u00e7\u00e3o de colunista&quot;","block_context":{"text":"Apresenta\u00e7\u00e3o de colunista","link":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=10981"},"img":{"alt_text":"Bianca Agnelli","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/974574f1-4bce-41ab-bad2-9828b552a7c4.jpeg?resize=350%2C200","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/974574f1-4bce-41ab-bad2-9828b552a7c4.jpeg?resize=350%2C200 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/974574f1-4bce-41ab-bad2-9828b552a7c4.jpeg?resize=525%2C300 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/974574f1-4bce-41ab-bad2-9828b552a7c4.jpeg?resize=700%2C400 2x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/974574f1-4bce-41ab-bad2-9828b552a7c4.jpeg?resize=1050%2C600 3x"},"classes":[]},{"id":69730,"url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=69730","url_meta":{"origin":71268,"position":1},"title":"Fantastic Mr. Fox","author":"Bianca Agnelli","date":"30 de setembro de 2024","format":false,"excerpt":"O outono na Europa chega com uma gra\u00e7a sutil, quase na ponta dos p\u00e9s, mas com uma presen\u00e7a que nunca passa despercebida. Na Toscana, as colinas se tingem de...","rel":"","context":"Em &quot;Cr\u00f4nicas&quot;","block_context":{"text":"Cr\u00f4nicas","link":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9392"},"img":{"alt_text":"Foto Unsplash","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/42006F9B-C03B-42CB-946B-7837997522ED.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/42006F9B-C03B-42CB-946B-7837997522ED.jpg?resize=350%2C200 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/42006F9B-C03B-42CB-946B-7837997522ED.jpg?resize=525%2C300 1.5x"},"classes":[]},{"id":76050,"url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=76050","url_meta":{"origin":71268,"position":2},"title":"A voz de Hind Rajab","author":"Bianca Agnelli","date":"7 de outubro de 2025","format":false,"excerpt":"Quero que o filme me surpreenda, me sacuda, me fa\u00e7a duvidar das minhas pr\u00f3prias emo\u00e7\u00f5es. Quero aquele instante em que voc\u00ea se senta, as luzes se apagam, e...","rel":"","context":"Em &quot;Arte&quot;","block_context":{"text":"Arte","link":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9286"},"img":{"alt_text":"Card do texto 'A Voz de Hind Rajab: O Cinema como Testemunho'","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_8214.jpeg?resize=350%2C200","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_8214.jpeg?resize=350%2C200 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_8214.jpeg?resize=525%2C300 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_8214.jpeg?resize=700%2C400 2x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_8214.jpeg?resize=1050%2C600 3x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_8214.jpeg?resize=1400%2C800 4x"},"classes":[]},{"id":76250,"url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=76250","url_meta":{"origin":71268,"position":3},"title":"A Verdadeira Dor","author":"Bianca Agnelli","date":"20 de outubro de 2025","format":false,"excerpt":"Gosto quando o cinema fala de solid\u00e3o, de vidas errantes, de personagens complicados e de coisas dif\u00edceis. E quando consegue falar disso com leveza, para mim...","rel":"","context":"Em &quot;Arte&quot;","block_context":{"text":"Arte","link":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9286"},"img":{"alt_text":"Card: da mat\u00e9ria sobre o filme ' 'Entre primos e mem\u00f3rias: O caos irresist\u00edvel de A Verdadeira Dor'","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_8230.jpeg?resize=350%2C200","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_8230.jpeg?resize=350%2C200 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_8230.jpeg?resize=525%2C300 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_8230.jpeg?resize=700%2C400 2x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_8230.jpeg?resize=1050%2C600 3x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_8230.jpeg?resize=1400%2C800 4x"},"classes":[]},{"id":69424,"url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=69424","url_meta":{"origin":71268,"position":4},"title":"L&#8217;arte di vivere lentamente: lezioni dal cinema e dalla letteratura","author":"Bianca Agnelli","date":"14 de setembro de 2024","format":false,"excerpt":"Escrevo da Toscana, da minha mesa de trabalho com vista para a janela que se abre para a paisagem da regi\u00e3o vin\u00edcola de Chianti, em Siena. Uma pequena vila...","rel":"","context":"Em &quot;artigos&quot;","block_context":{"text":"artigos","link":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9398"},"img":{"alt_text":"Credito fotografico: Bianca Agnelli - Cr\u00e9dito da foto: Bianca Agnelli","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/0046A6B8-195C-44D0-AC66-D58E7111C6B9-1.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/0046A6B8-195C-44D0-AC66-D58E7111C6B9-1.jpg?resize=350%2C200 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/0046A6B8-195C-44D0-AC66-D58E7111C6B9-1.jpg?resize=525%2C300 1.5x"},"classes":[]},{"id":70251,"url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=70251","url_meta":{"origin":71268,"position":5},"title":"Joker: Folie \u00e0 Deux","author":"Bianca Agnelli","date":"21 de outubro de 2024","format":false,"excerpt":"O filme mais comentado, odiado, desvalorizado e subestimado do momento: Joker: Folie \u00e0 Deux. Dirigido por Todd Phillips, \u00e9 a t\u00e3o aguardada sequ\u00eancia do...","rel":"","context":"Em &quot;Arte&quot;","block_context":{"text":"Arte","link":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?cat=9286"},"img":{"alt_text":"Imagem da plataforma Unsplash - Immagine dalla piattaforma Unsplash","src":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/ACS_1243-1.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/ACS_1243-1.jpg?resize=350%2C200 1x, https:\/\/i0.wp.com\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/ACS_1243-1.jpg?resize=525%2C300 1.5x"},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/71268","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/116"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=71268"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/71268\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":71276,"href":"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/71268\/revisions\/71276"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/71269"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=71268"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=71268"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=71268"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}