{"id":75622,"date":"2025-09-17T08:21:00","date_gmt":"2025-09-17T11:21:00","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=75622"},"modified":"2025-09-17T08:21:36","modified_gmt":"2025-09-17T11:21:36","slug":"ultimo-tango-em-paris","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=75622","title":{"rendered":"\u00daltimo Tango em Paris"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F75622&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F75622&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">CINEMA EM TELA<br><br>Marcus Hemerly: &#8216;\u00daltimo Tango em Paris: <br>Uma jornada de escapismo&#8217;<br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"600\" data-attachment-id=\"75623\" data-permalink=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=75623\" data-orig-file=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-16-at-22.43.59.jpeg\" data-orig-size=\"800,600\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"WhatsApp Image 2025-09-16 at 22.43.59\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-16-at-22.43.59.jpeg\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-16-at-22.43.59.jpeg\" alt=\"Cinema em Tela - \u00daltimo Tango em Paris: Uma jornada de escapismo\" class=\"wp-image-75623\" style=\"width:516px;height:auto\" srcset=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-16-at-22.43.59.jpeg 800w, http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-16-at-22.43.59-768x576.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Cinema em Tela &#8211; \u00daltimo Tango em Paris: Uma jornada de escapismo<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Quando Marlon brando faleceu em 2004, muitos cineastas, cr\u00edticos e profissionais de cinema manifestaram suas lembran\u00e7as associadas \u00e0 obra daquele que ainda \u00e9 considerado o maior ator de todos os tempos. Filmes marcantes como &#8216;O pecado de todos n\u00f3s&#8217; e &#8216;O poderoso chef\u00e3o&#8217; foram citados, rememorando atua\u00e7\u00f5es ic\u00f4nicas e roteiros envolventes. E dentre eles, Arnaldo Jabor de maneira pertinente, lembrou-se da cena de &#8216;\u00daltimo tango em Paris (1972), na qual o personagem de Brando tra\u00e7a um di\u00e1logo, em verdade, verte uma despedida cat\u00e1rtica tom monologal com a esposa morta.\u00a0A express\u00e3o aparentemente insens\u00edvel, petrificada, tal como o cad\u00e1ver disposto entre flores e preparado em necromaquiagem. <\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, as nuances emotivas pontuadas por extremos s\u00e3o uma sinfonia orquestrada na face de um mestre; sofrendo e odiando-a por ter fenecido. Por certo, o filme n\u00e3o \u00e9 lembrado apenas por esta passagem, ou pelas cenas de sexo que levaram a boicotes, indiciamentos criminais e censura, ao mesmo tempo em que despontou como sucesso de p\u00fablico e cr\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p>Na trama, em uma t\u00edpica tarde nublada parisiense, os contornos gris unem os caminhos de Paul e Jeanne. Interessados em alugar um apartamento, ele; tentando fugir de sua realidade, ou, de seu despeda\u00e7ar; ela, de certa forma insegura diante do seu casamento iminente, entrega-se \u00e0 proposta de paul: encontrarem-se naquele apartamento, que ser\u00e1, a partir de ent\u00e3o, seu mundo. Sem nomes, sem acontecimentos de fora, apenas compartilhando momentos ou um sil\u00eancio c\u00famplice. <\/p>\n\n\n\n<p>Naquela\u00a0c\u00e1psula de tijolos, mesmo sem trocar informa\u00e7\u00f5es sobre o seu passado, se despem emotiva e fisicamente um ao outro. Desde incurs\u00f5es sexuais, at\u00e9 viol\u00eancias ps\u00edquicas e f\u00edsicas, o inesperado casal agregado de forma clandestina pelo destino aos poucos embarca numa viagem sem rumo ou previs\u00e3o de chegada, de m\u00e3os dadas e olhos cerrados pela nau dos insensatos (ou corajosos).\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>O filme \u00e9 not\u00f3rio por v\u00e1rias pol\u00eamicas, desde a maneira peculiar de filmar de Bertolucci, consagrado por t\u00edtulos como &#8216;1900&#8217; e &#8216;Cinema Paradiso&#8217;, at\u00e9 a famosa cena da manteiga, que por muitos anos supostamente teria sido verdadeira, na qual a personagem de Marlon Brando simula sodomia com Maria Schneider. <\/p>\n\n\n\n<p>De fato, ainda que n\u00e3o tenha havido intercurso efetivo, soube-se que a cena e suas implica\u00e7\u00f5es n\u00e3o haviam sido previamente acertadas, de modo que a rea\u00e7\u00e3o, surpresa e viola\u00e7\u00e3o quase literal de Schneider, lamentosamente, s\u00e3o reais. Agressividade humana, covardia, impetuosidade e sentimentos conflitantes s\u00e3o explorados de modo intenso a fim de indicar o grau de ego\u00edsmo como mecanismo de defesa, normalmente quando contraposto a uma situa\u00e7\u00e3o de trauma.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>De um lado, o vi\u00favo rude e de sentimentos intranspon\u00edveis n\u00e3o entende a raz\u00e3o do suic\u00eddio de sua esposa, mola propulsora a seu rompante de autopuni\u00e7\u00e3o e revolta dirigida a seu derredor, fetichizada em sua nova companhia, Jeanne. De outro giro, a jovem que tenta se agarrar a um resqu\u00edcio de inoc\u00eancia, v\u00ea na figura quase paternal, ao menos aparentemente, uma possibilidade de experimenta\u00e7\u00e3o. Aos poucos, os jogos conscientes e inconscientes causam sentimentos de afago e sevicia quase concomitantes.\u00a0 <\/p>\n\n\n\n<p>Em 1972, data da premi\u00e8re da produ\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel entender o burburinho causado pelas cenas picantes entre Brando e Schneider. \u00c0 \u00e9poca, os controversos &#8216;Cal\u00edgula&#8217; e &#8216;Imp\u00e9rio dos Sentidos&#8217;, primeiros filmes n\u00e3o designados ao circuito pornogr\u00e1fico a exibirem cenas expl\u00edcitas ainda n\u00e3o haviam sido produzidos, e mesmo posteriormente inseridos no circuito de cinema de arte e composi\u00e7\u00e3o de elenco consagrado, despertariam grande interesse de p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00a0O mundo ainda flutuava entre o cinema <em>exploitation<\/em> de extremos gr\u00e1ficos pontuais e o florescer de com\u00e9dias, bem como policiais com tem\u00e1tica er\u00f3tica estadunidense, a partir da relativa liberalidade da era p\u00f3s C\u00f3digo Heys, que regulamentava o conte\u00fado das atra\u00e7\u00f5es americanas. Ainda que a sexualidade na s\u00e9tima arte remonte, quase que de forma paralela \u00e0 inven\u00e7\u00e3o do cinetosc\u00f3pio, lembremos as seletas <em>stag parties<\/em> do in\u00edcio do s\u00e9culo 20, a quest\u00e3o ainda era um tabu nos anos 70. E, quem sabe, ainda o \u00e9 nos dias de hoje. <\/p>\n\n\n\n<p>A famosa cr\u00edtica de cinema novaiorquina Pauline Kael, chegou a classificar O \u00faltimo tango&#8230; como o mais poderoso filme er\u00f3tico j\u00e1 feito, dentre outros enc\u00f4mios em sua introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 edi\u00e7\u00e3o comentada do roteiro, posteriormente novelizado pelo autor Robert Alley. Trata-se de um romance bem escrito e relativamente fiel ao material original, alterando apenas algumas an\u00e1lises quanto \u00e0s motiva\u00e7\u00f5es dos personagens e estendendo ou omitindo pequenas sequ\u00eancias.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Passadas cinco d\u00e9cadas de sua estreia na noite de encerramento do <em>New York Film Festival<\/em>, em 14 de outubro de 1972, o filme permanece forte, ainda que n\u00e3o tanto pelas pol\u00eamicas, que ainda reverberam, mas pela qualidade interpretativa e coragem do roteiro assinado por Bertolucci e Franco Arcalli. Num misto de desvelar volunt\u00e1rio de fantasias, infligir de dor \u2013 a si, ou a outrem \u2013 como forma de escapada da realidade, as nuances ps\u00edquicas cotejam uma moldura sofistica \u00e0 hist\u00f3ria. Se o poder de chocar \u00e9 facilmente levado a efeito, o fasc\u00ednio decorrente certamente demanda maiores atrativos, e isso \u00e9 o que vemos a cada revis\u00e3o da obra.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><br>Marcus Hemerly<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-electric-grass-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcus.hemerly?locale=pt_BR\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/h3>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-electric-grass-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/marcus_hemerly\/\" title=\"Instagram\">Instagram<\/a><\/h3>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/\" title=\"Voltar\">Voltar<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/JCulturalrol\/\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando Marlon brando faleceu em 2004, muitos cineastas, cr\u00edticos e profissionais de cinema manifestaram suas lembran\u00e7as associadas \u00e0 obra daquele que&#8230; <\/p>\n","protected":false},"author":22,"featured_media":75623,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[10024,15034],"tags":[],"class_list":["post-75622","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrevistas-rolianas","category-entrevistas-rolianas-literatura"],"aioseo_notices":[],"views":379,"jetpack_featured_media_url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-16-at-22.43.59.jpeg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":7481,"url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=7481","url_meta":{"origin":75622,"position":0},"title":"Celso Lungaretti: &#039;Besteirol feminista&#039;","author":"Helio Rubens","date":"11 de janeiro de 2017","format":false,"excerpt":"CELSO LUNGARETTI: 'BESTEIROL FEMINISTA: O SEXO\u00a0SIMULADO DO CINEMA VIROU ESTUPRO...' 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