{"id":78724,"date":"2026-02-25T18:08:36","date_gmt":"2026-02-25T21:08:36","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalrol.com.br\/?p=78724"},"modified":"2026-02-25T18:17:33","modified_gmt":"2026-02-25T21:17:33","slug":"78724","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=78724","title":{"rendered":"O estranho, fant\u00e1stico entre n\u00f3s"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F78724&print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><\/a><a href=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fposts%2F78724&print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Conte\u00fado de impress\u00e3o\" \/><\/a><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">PSICAN\u00c1LISE &amp; COTIDIANO <br><br>Bruna Rosalem: <br><br>&#8216;O estranho, fant\u00e1stico entre n\u00f3s: a arte de narrar a vida por olhares impens\u00e1veis&#8217;<br><br><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image is-style-rounded\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"120\" height=\"120\" data-attachment-id=\"55430\" data-permalink=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=55430\" data-orig-file=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Bruna-Rosalem.png\" data-orig-size=\"120,120\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Bruna-Rosalem\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Bruna rosalem&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Bruna Rosalem&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Bruna-Rosalem.png\" src=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Bruna-Rosalem.png\" alt=\"Bruna Rosalem\" class=\"wp-image-55430\" style=\"width:160px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Bruna Rosalem<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"720\" height=\"563\" data-attachment-id=\"78725\" data-permalink=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/?attachment_id=78725\" data-orig-file=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/foto.jpg\" data-orig-size=\"720,563\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"foto\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/foto.jpg\" src=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/foto.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-78725\" style=\"aspect-ratio:1.278898726096972;width:550px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Imagem do saite do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.gettyimages.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">www.gettyimages.com.br<\/a> <\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-right\">&#8220;<em>O cinema n\u00e3o tem fronteiras, nem limites. \u00c9 um fluxo constante de sonhos<\/em>.&#8221;<br> <em>Orson Welles<\/em><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">\u00c9 realmente incr\u00edvel como o cinema consegue transmitir\/expressar de maneiras t\u00e3o diversas e, por vezes, curiosamente inusitadas, a partir de \u00f3ticas incomuns, assuntos que participam das esferas social e cultural, trazendo dilemas cotidianos, dramas familiares e tem\u00e1ticas delicadas como doen\u00e7a, luto e morte.<\/p>\n\n\n\n<p>Vivenciar essas experi\u00eancias atrav\u00e9s de hist\u00f3rias absurdas e at\u00e9 imposs\u00edveis exige do espectador certa capacidade de suspens\u00e3o de descren\u00e7a, termo popularizado em 1817 pelo poeta e fil\u00f3sofo Samuel Taylor Coleridge. Isto \u00e9, para infiltrar-se na realidade ficcional \u00e9 necess\u00e1rio aceitar as premissas da obra, mesmo que elas sejam contradit\u00f3rias, improv\u00e1veis, bizarras, exc\u00eantricas ou mirabolantes. \u00c9 apostar em um caminho prov\u00e1vel que permite ao espectador habitar a obra da mesma forma que ela participa do mundo compartilhado. Ao mesmo tempo em que se mergulha numa hist\u00f3ria contada por um vi\u00e9s diferente, esta integra e denuncia a complexidade do sujeito. Por estas e outras raz\u00f5es, \u00e9 que somos tomados por uma sensa\u00e7\u00e3o estranha\/familiar, controversa, de saber que tal dilema ou drama existe, por\u00e9m \u00e9 retratado de modo estapaf\u00fardio ou inquietante.<\/p>\n\n\n\n<p>Falarei de algumas obras para trabalhar essa ideia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Come\u00e7ando por um longa australiano de terror bastante elogiado, \u2018Bring Her Back\u2019 (2025), \u2018Fa\u00e7a ela voltar\u2019. A premissa gira em torno da ado\u00e7\u00e3o de dois meio-irm\u00e3os por uma mulher que trabalha com acolhimento de crian\u00e7as em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade. Acompanhamos a adapta\u00e7\u00e3o destes irm\u00e3os na nova casa, onde l\u00e1 tamb\u00e9m vive um menino que apresenta comportamentos bastante estranhos. Estes irm\u00e3os est\u00e3o passando por um doloroso luto pela morte de seu pai, tentando adaptar-se \u00e0 realidade que se apresenta. Acontece que a m\u00e3e adotiva tamb\u00e9m vive seu luto: sua filha morre acidentalmente na piscina. A mulher \u00e9 tomada por um sentimento devastador de culpa e n\u00e3o h\u00e1 nada que a fa\u00e7a aceitar este terr\u00edvel desfecho para sua amada filha.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de o filme ser aterrorizante, com cenas gr\u00e1ficas de viol\u00eancia, apelando para o gore, muitas vezes, a hist\u00f3ria tem como plano de fundo a dor como narrativa. Um luto n\u00e3o trabalhado de uma m\u00e3e que sofre e definha gradativamente. A parte intrigante: ela congela a filha para realizar um ritual envolvendo sacrif\u00edcio de outras crian\u00e7as com o intuito de traz\u00ea-la de volta ao seu conv\u00edvio. Embarcamos ent\u00e3o em sentimentos conflituosos: nos compadecemos com sua dor, por\u00e9m queremos salvar as crian\u00e7as do ritual macabro.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra obra de terror e suspense com semelhante tem\u00e1tica \u00e9 o curioso longa escoc\u00eas \u2018A Dark Song\u2019 (2016), \u2018Vozes da Escurid\u00e3o\u2019. Aqui h\u00e1 tamb\u00e9m a perda de um filho de forma bastante dram\u00e1tica: ele \u00e9 raptado por um grupo de adolescentes que fazem uma esp\u00e9cie de aposta, por\u00e9m as coisas tomam outras propor\u00e7\u00f5es, e a crian\u00e7a acaba falecendo. A m\u00e3e desesperada, procura por um ocultista com o objetivo de traz\u00ea-lo de volta. Ela aluga uma casa bastante afastada da cidade grande, onde os dois passam meses confinados executando os ritos, senten\u00e7as e atividades requeridas para que o ritual possa se concretizar. <\/p>\n\n\n\n<p>A trama retrata o sofrimento da m\u00e3e que al\u00e9m de ser corro\u00edda pela culpa, tamb\u00e9m se v\u00ea completamente impotente diante daqueles adolescentes que sequestraram seu filho. Conforme ambos se dedicam ao cansativo ritual, uma verdade \u00e9 revelada: a mulher mentiu para o ocultista. Ela n\u00e3o busca o retorno do filho, mas vingan\u00e7a para os seus algozes. A partir disso, o filme ganha outros contornos, a tens\u00e3o aumenta e o espectador embarca junto nesta angustiante mudan\u00e7a de dire\u00e7\u00e3o que impacta o pr\u00f3prio ritual.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Mais uma vez temos a tem\u00e1tica do luto, da n\u00e3o aceita\u00e7\u00e3o, do sofrimento pela perda de um ente querido e o sentimento de vingan\u00e7a t\u00e3o presente em todos n\u00f3s. Este \u00faltimo, nem sempre passamos ao ato, por\u00e9m permanece em nosso imagin\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2018The Surrender\u2019 (2025), algo como \u2018A Rendi\u00e7\u00e3o\u2019, outro suspense bem avaliado e comentado pelo p\u00fablico, tem em sua premissa rela\u00e7\u00f5es conflitantes entre m\u00e3e e filha. De opini\u00f5es muito diferentes uma da outra com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 fam\u00edlia, escolhas de vida, vis\u00e3o de mundo e a morte do patriarca, ela acabam parceiras em um projeto nada convencional: realizar um ritual para trazer o pai\/marido de volta. Embora mais uma vez h\u00e1 um ritual presente, temos na trama di\u00e1logos bastante marcados entre m\u00e3e e filha que por vezes resgatam trechos da hist\u00f3ria de cada uma. S\u00e3o acusa\u00e7\u00f5es de abandono, ren\u00fancia da vida familiar em busca de outros caminhos, uma vida dedicada em grande parte \u00e0 doen\u00e7a do marido em detrimento de mais aten\u00e7\u00e3o \u00e0 filha, cobran\u00e7as de ambas por mais amor e afeto, al\u00e9m de ressentimentos que deixaram feridas ao longo dos anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O conflito entre elas fica ainda mais intenso quando a m\u00e3e revela que para contratar um famoso ocultista, ela investe todas as suas reservas financeiras, inclusive a casa. Acompanhamos de um lado, a esposa totalmente perdida, desbussolada, que se v\u00ea sem prop\u00f3sitos para continuar vivendo sem o marido, sem fazer papel de esposa, negando a iminente solid\u00e3o. De outro lado, uma filha dividida entre atender ao pedido da m\u00e3e em fazer o ritual juntas, unidas por uma causa \u2018nobre\u2019 compadecendo-se com sua dor e desespero, ao mesmo tempo em que precisa lidar com a absurda decis\u00e3o de entregar os bens da fam\u00edlia em troca de ter o pai de volta. Um drama muito interessante envolto numa atmosfera obscura sobrenatural. O que pesa mais: renunciar aos bens para ter o pai ou aceitar sua morte?<\/p>\n\n\n\n<p>Os pr\u00f3ximos dois filmes a seguir t\u00eam a tem\u00e1tica maternidade como ponto de partida.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2018Lamb\u2019 (2021) \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o do tipo folk horror bem peculiar. Trata-se de um casal que na \u00e2nsia de ter um filho a qualquer custo passa a cuidar de uma criatura metade humana, metade ovelha.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A mulher, quando a v\u00ea, logo nutre seu lado maternal, inclusive ajudando-a no parto. Ela faz de tudo para afastar sua real m\u00e3e, uma ovelha que permanece por dias em sua janela chamando seu beb\u00ea de volta. Enfurecida, a mulher mata a ovelha. Mais tarde, ela mostra \u00e0 crian\u00e7a, j\u00e1 crescida, onde sua m\u00e3e biol\u00f3gica est\u00e1 enterrada. Mentiu a ela dizendo que morreu por causas naturais.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Interessante um ponto do filme em que a presen\u00e7a do cunhado, irm\u00e3o do marido, tenta colocar em xeque o que parecia ser um del\u00edrio a dois em chamar de filho aquela estranha criatura. Por\u00e9m suas investidas n\u00e3o t\u00eam sucesso, e o casal continua a protagonizar a fam\u00edlia perfeita. Depois de um tempo, a natureza cobra seu pre\u00e7o: o verdadeiro genitor aparece, ele metade homem, metade ovelha. Para vingar a morte da m\u00e3e, mata o marido, toma seu filho, deixando a mulher desolada e isolada nos confins das terras remotas islandesas em companhia de um sil\u00eancio ensurdecedor.<\/p>\n\n\n\n<p>Para finalizar, temos um longa-metragem tcheco pouco conhecido pelo p\u00fablico em geral, \u2018Little Otik\u2019 (2000), tamb\u00e9m chamado por \u2018Greedy Guts\u2019. Talvez a mais estranha premissa at\u00e9 o momento: um casal com problemas de fertilidade passa a cuidar de um graveto como se fosse um beb\u00ea. O filme mistura com\u00e9dia e drama numa atmosfera surrealista, bastante improv\u00e1vel. H\u00e1 momentos em que tudo parece n\u00e3o passar de um surto ou alucina\u00e7\u00f5es de ambos personagens.<\/p>\n\n\n\n<p>O filme \u00e9 baseado em um conto de fadas \u2018\u00e0s avessas\u2019. Se nos contos tradicionais lobos, ogros e bruxas amea\u00e7am devorar crian\u00e7as, o graveto criado como ente da fam\u00edlia cresce demasiadamente, formando longos troncos fortes e ra\u00edzes protuberantes e passa a querer devorar seus pais. Al\u00e9m de trabalhar a quest\u00e3o de uma maternidade paranoica levada at\u00e9 as \u00faltimas consequ\u00eancias, \u2018Little Otik\u2019 tamb\u00e9m assume a cr\u00edtica \u00e0 sociedade do consumo, \u00e0 regress\u00e3o infantil focada na oralidade onde objetos assumem dimens\u00f5es fetichistas e m\u00e1gicas com vistas a tamponar (o que \u00e9 imposs\u00edvel) as frustra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia deste texto foi apresentar outros modos de contar a vida atrav\u00e9s da linguagem do cinema. A experi\u00eancia na tela nos faz mover na hist\u00f3ria como nos movimentamos no mundo e nos convoca a exercitar \u2018pontos fora da curva\u2019. As produ\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas nos mostram como \u00e9 poss\u00edvel trabalhar aquilo que \u00e9 mais familiar nos dramas da vida narradas em diferentes cartelas, propostas, possibilitando aberturas para novas ancoragens na realidade, novas perspectivas, novos olhares e atravessamentos. \u00c9 permitir-se embarcar nas entranhas do estranho.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><br>Bruna Rosalem<\/h3>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-blush-light-purple-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/brunarodriguesfotografias?locale=pt_BR\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/h3>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-blush-light-purple-gradient-background has-background\"><a href=\"https:\/\/psicanaliseecotidiano.com.br\/\" title=\"Saite\">Saite<\/a><\/h3>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/jornalrol.com.br\/\" title=\"Voltar\">Voltar<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/JCulturalrol\/\" title=\"Facebook\">Facebook<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 realmente incr\u00edvel como o cinema consegue transmitir\/expressar de maneiras t\u00e3o diversas e, por vezes, curiosamente inusitadas, a partir de \u00f3ticas incomuns&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":51,"featured_media":78725,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[9398,9285],"tags":[16225,16226,16229],"class_list":["post-78724","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-literatura","tag-dilemas-cotidianos","tag-historias-absurdas","tag-plhares-impensaveis"],"aioseo_notices":[],"views":359,"jetpack_featured_media_url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/foto.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":54940,"url":"http:\/\/jornalrol.com.br\/?p=54940","url_meta":{"origin":78724,"position":0},"title":"Bruna Rosalem: &#039;Voc\u00ea \u00e9 capaz de ficar em sil\u00eancio?&#039;","author":"Bruna Rosalem","date":"18 de janeiro de 2023","format":false,"excerpt":"PSICAN\u00c1LISE E COTIDIANO Voc\u00ea \u00e9 capaz de ficar em sil\u00eancio? 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