IHGGI cria uma Diretoria Expandida, onde todos os confrades e confreiras tem sua função e tomarão posse na próxima AGO dia 3 de agosto

logo IHGGIA nova diretoria foi aprovada na ultima AGO – Assembléia Geral Ordinária realizada dia 6 de Julho. A entidade passou a ter duas diretorias: a Executiva, eleita por assembléia e a Expandida, criada agora. Veja como ficou formada cada uma delas e as funções de cada um:

DIRETORIA EXECUTIVA
gestão 2016-2018


(Aprovada na AGO de 06 julho 2016, om os artigos estatutários que regulam as atribuições de cada cargo)

 

 

Presidente: confrade HELIO RUBENS DE ARRUDA E MIRANDA

 

Art. 28 – Compete ao Presidente: A) cumprir e fazer cumprir este Estatuto, o Regimento Interno e as deliberações das Assembleias e caso isso não seja possível, apresentar justificação escrita até a próxima reunião; B) administrar a associação e elaborar planos de serviço objetivando a realização das finalidades associativas; C) eliminar associados ativos do quadro pelo não cumprimento de suas obrigações estatutárias e falta de pagamento; D) propor à Assembleia Geral a reforma do Estatuto; E) propor à Assembleia Geral a concessão de título de Benemérito ou Honorário; F) celebrar contratos de qualquer natureza; G) representar o IHGGI ativa e passivamente, em juízo e fora dele e nas relações com terceiros; H) resolver casos urgentes e delegar atribuições

Vice-Presidente: confrade JOSÉ DE ALMEIDA RIBEIRO

 

Art. 29 – Ao Vice-Presidente compete substituir o Presidente nos casos de impedimentos, licença ou vacância, assumindo todas as atribuições daquele.

1º Secretário: confrade FABRIZIO FERNANDES DE FREITAS

 

Art. 30 – Compete ao 1º Secretário: A) fazer o registro completo da vida social, organizar e conservar em ordem o arquivo da secretaria, redigir as atas e encaminhar e responder a correspondência da entidade; B) substituir o Presidente quando vaga a Vice-Presidência, nas licenças, faltas ou impedimentos do titular.

2º Secretário: confrade PEDRO ISRAEL NOVAES DE ALMEIDA

 

Art. 31 – Compete ao 2º Secretário: A) substituir o Primeiro nas suas licenças, faltas ou impedimentos, não lhe cabendo, porém, substituir o Presidente.

1º Tesoureiro: confrade SERGIO MAJEWSKI

Art. 32 – Compete ao 1º Tesoureiro: A) organizar e dirigir a contabilidade e a Tesouraria da entidade e ter o Caixa sob sua responsabilidade; B) pagar os débitos do IHGGI depois de aprovados pelo Presidente; C) manter escriturado e em dia o Livro Caixa, manuscrito ou informatizado, que será apresentado por ele, à Diretoria, nas reuniões desta e/ou nas assembleias. O Livro, sendo informatizado, deverá ter folhas numeradas e encadernadas sequencialmente, até quando atingir (cem) 100 páginas e assim sucessivamente; D) arrecadar as rendas e ter sob sua guarda os bens e valores da entidade. Parágrafo Único:  o tesoureiro não poderá deixar o cargo sem prévia prestação de contas. Se o fizer, seu sucessor fará o levantamento dos valores existentes na Tesouraria, com assistência do Presidente e do Vice-Presidente, lavrando-se o termo, o qual será dado a conhecer à Diretoria na primeira reunião.

2º Tesoureiro: confrade SERGIO PEIRETTI

 

Art. 33 – Compete ao 2º Tesoureiro: A) auxiliar o Primeiro e substituí-lo nos casos de impedimento, licença ou vacância

Orador: confrade AFRÂNIO FRANCO DE OLIVEIRA MELLO

Art. 34 – Compete ao Orador: A) falar em nome do Instituto nas festas e solenidades que este realizar ou participar

 

DIRETORIA EXPANDIDA

 

DOS DIREITOS E DEVERES DOS ASSOCIADOS – Art. 10: São Deveres: A) cumprir o Estatuto, o Regimento Interno e as deliberações da Diretoria e da Assembleia Geral; B) pagar pontualmente as mensalidades, taxas, etc. a que estiver obrigado. Estão isentos de tais pagamentos os membros Beneméritos e Honorários. ”.

 

DIVISÃO DE HISTÓRIA

Diretora responsável: confreira Alba Regina Carron Luisi

 

São atribuições da Diretora desta Divisão:

  1. Elaborar um Plano de Trabalho no prazo de 30 (trinta) dias após a sua posse oficial no cargo, prevendo as ações possíveis de serem tomadas (metas) pelo seu setor, a curto (até o final do ano), médio (até o semestre seguinte) e longo prazos (até o segundo ano de mandato da diretoria);
  2. Enviar o Plano de Trabalho à Diretoria, para aprovação, com os respectivos custos de realização, e com o maior detalhamento possível (datas, locais, público a que se destina);
  3. Caso o plano seja aprovado pela Diretoria, responder pela implantação deles;
  4. Atender solicitações dos confrades e confreiras e também do público em geral, que envolvam o seu setor;
  5. Sugerir à Diretoria e manter o diretor de Calendário informado sobre as datas importantes que envolvem o seu setor.

Departamento de História Militar

Diretor responsável: confrade Jefferson Biajone

 

São atribuições do Diretor deste Departamento:

  1. Elaborar um Plano de Trabalho no prazo de 30 (trinta) dias após a sua posse oficial no cargo, prevendo as ações possíveis de serem tomadas (metas) pelo seu setor, a curto (até o final do ano), médio (até o semestre seguinte) e longo prazos (até o segundo ano de mandato da diretoria);
  2. Enviar o Plano de Trabalho à Diretoria, para aprovação, com os respectivos custos de realização, e com o maior detalhamento possível (datas, locais, público a que se destina);
  3. Caso o plano seja aprovado pela Diretoria, responder pela implantação deles;
  4. Atender solicitações dos confrades e confreiras e também do público em geral, que envolvam o seu setor;
  5. Atender solicitações dos confrades e confreiras e também do público em geral, que envolvam o seu setor;
  6. Sugerir à Diretoria e manter o diretor de Calendário informado sobre as datas importantes que envolvem o seu setor.

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DIVISÃO DE GEOGRAFIA

 

Diretora responsável: confreira Noêmia Conceição Marini

 

São atribuições da Diretora desta Divisão:

  1. Elaborar um Plano de Trabalho no prazo de 30 (trinta) dias após a sua posse oficial no cargo, prevendo as ações possíveis de serem tomadas (metas) pelo seu setor, a curto (até o final do ano), médio (até o semestre seguinte) e longo prazos (até o segundo ano de mandato da diretoria);
  2. Enviar o Plano de Trabalho à Diretoria, para aprovação, com os respectivos custos de realização, e com o maior detalhamento possível (datas, locais, público a que se destina);
  3. Caso o plano seja aprovado pela Diretoria, responder pela implantação deles;
  4. Atender solicitações dos confrades e confreiras e também do público em geral, que envolvam o seu setor;
  5. Sugerir à Diretoria e manter o diretor de Calendário informado sobre as datas importantes que envolvem o seu setor.

DIVISÃO DE GENEALOGIA

 

Diretor responsável: confrade José Luis Nogueira

Diretor corresponsável: confrade Afrânio Franco de Oliveira Mello

 

São atribuições do Diretor desta Divisão:

  1. Elaborar um Plano de Trabalho no prazo de 30 (trinta) dias após a sua posse oficial no cargo, prevendo as ações possíveis de serem tomadas (metas) pelo seu setor, a curto (até o final do ano), médio (até o semestre seguinte) e longo prazos (até o segundo ano de mandato da diretoria);
  2. Enviar o Plano de Trabalho à Diretoria, para aprovação, com os respectivos custos de realização, e com o maior detalhamento possível (datas, locais, público a que se destina);
  3. Caso o plano seja aprovado pela Diretoria, responder pela implantação deles;
  4. Cabe ao diretor corresponsável o dever de apoiar o Diretor responsável e substituí-lo na eventual impossibilidade dele;
  5. Atender solicitações dos confrades e confreiras e também do público em geral, que envolvam o seu setor;
  6. Sugerir à Diretoria e manter o diretor de Calendário informado, sobre as datas importantes que envolvem o seu setor.

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DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO

 

Diretor responsável: confrade Fabio Arruda Miranda

Diretor corresponsável: confrade Silas Gehring Cardoso

São atribuições do Diretor desta Divisão:

  1. Elaborar um Plano de Trabalho no prazo de 30 (trinta) dias após a sua posse oficial no cargo, prevendo as ações possíveis de serem tomadas (metas) pelo seu setor, a curto (até o final do ano), médio (até o semestre seguinte) e longo prazos (até o segundo ano de mandato da diretoria);
  2. Enviar o Plano de Trabalho à Diretoria, para aprovação, com os respectivos custos de realização, e com o maior detalhamento possível (datas, locais, público a que se destina), incluindo entrevistas à imprensa, envio sistemáticos de relises, ‘clipping’ das publicações feiras, filmes de divulgação, padronização de impressos, edições de jornais impressos, etc.
  3. Caso o plano seja aprovado pela Diretoria, responder pela implantação deles.
  4. Cabe ao diretor corresponsável o dever de apoiar o Diretor responsável e substituí-lo na eventual impossibilidade dele.

DIVISÃO DE SECRETARIA

 

Diretor responsável: confrade Fabrizio Fernandes de Freitas

 

São atribuições do Diretor desta Divisão:  manter atualizado e organizado o registro de todos os membros (das três categorias), responsabilidade pela preservação do patrimônio físico, redação e envio das atas e demais decisões da Diretoria, responder à correspondência geral, dar atendimento às solicitações da Diretoria e exigir o pleno cumprimento do Estatuto e do Regimento Interno.

Setores de apoio

 

Controle de Frequência

 

Diretor responsável: confrade Afrânio Franco de Oliveira Mello

 

Comunicação Digital do IHGGI

 

Diretor responsável: confrade Sergio Augusto Peiretti

São atribuições deste setor:

  1. Elaborar um Plano de Trabalho no prazo de 30 (trinta) dias após a sua posse oficial no cargo, prevendo as ações possíveis de serem tomadas (metas) pelo seu setor, a curto (até o final do ano), médio (até o semestre seguinte) e longo prazos (até o segundo ano de mandato da diretoria);
  2. Enviar um Plano de Trabalho à Diretoria, para aprovação, com os respectivos custos de realização, e com o maior detalhamento possível (datas, locais, público a que se destina, etc);
  3. Caso o plano seja aprovado pela Diretoria, responder pela implantação deles.
  4. Responder pela manutenção e aperfeiçoamento constante do saite do IHGGI, inclusive propondo à Diretoria alterações no ‘Mapa do Saite’, inclusão de matérias sugeridas por confrades e confreiras e conquista de patrocinadores e inserção de seus anúncios no saite.
  5. Prever e organizar novas atividades relacionados com a área digital;
  6. Cabe à diretora corresponsável e ao Diretor corresponsável substituir o diretor na eventual impossibilidade dele.
  7. Realizar trabalhos em consonância com as diretrizes determinadas pelo diretor da Divisão de Comunicação.

Banco de Dados

 

Diretor responsável: confrade Fabrizio Fernandes de Freitas

  1. Elaborar um Plano de Trabalho no prazo de 30 (trinta) dias após a sua posse oficial no cargo, prevendo as ações possíveis de serem tomadas (metas) pelo seu setor, a curto (até o final do ano), médio (até o semestre seguinte) e longo prazos (até o segundo ano de mandato da diretoria);
  2. Enviar um Plano de Trabalho à Diretoria, para aprovação, com os respectivos custos de realização, e com o maior detalhamento possível (datas, locais, público a que se destina, etc);
  3. Caso o plano seja aprovado pela Diretoria, responder pela implantação deles.
  4. Responder pela manutenção e aperfeiçoamento constante do Banco de Dados do IHGGI, inclusive propondo à Diretoria alterações no seu conteúdo;

Calendário

 

Diretor responsável confrade Mario Celso Rabello Orsi Junior

  1. Elaborar um Plano de Trabalho no prazo de 30 (trinta) dias após a sua posse oficial no cargo, prevendo as ações possíveis de serem tomadas (metas) pelo seu setor, a curto (até o final do ano), médio (até o semestre seguinte) e longo prazos (até o segundo ano de mandato da diretoria);
  2. Enviar um Plano de Trabalho à Diretoria, para aprovação, com os respectivos custos de realização, e com o maior detalhamento possível (datas, locais, público a que se destina, etc);
  3. Caso o plano seja aprovado pela Diretoria, responder pela implantação deles.
  4. Responder pela manutenção e aperfeiçoamento constante do Banco de Dados do IHGGI, inclusive propondo à Diretoria alterações no seu conteúdo;

DIVISÃO DE EVENTOS

 

Diretor responsável: confrade Giovani Pietro Ferrari

 

  1. São atribuições do Diretor desta Divisão:
  2. Responder solidariamente com o a implantação dos eventos previstos pelos Planos de Trabalho das demais divisões, desde que eles estejam aprovados pela Diretoria;
  3. Elaborar, a cada evento, um relatório contando o que aconteceu no evento, quais os problemas encontrados e quais os benefícios obtidos.
  4. Atender solicitações dos confrades e confreiras e também do público em geral, que envolvam o seu setor;
  5. Sugerir à Diretoria e manter o diretor de Calendário informado, sobre as datas importantes que envolvem o seu setor.

DIVISÃO JURIDICA

 

Diretor responsável: confrade Waldomiro Benedicto de Carvalho

Diretores corresponsáveis: confrades Theotônio Affonso Pereira Junior e José de Almeida Ribeiro

São atribuições do Diretor desta Divisão:

  1. Elaborar relatórios e pareceres sobre os assuntos solicitados pela Diretoria;
  2. Esclarecer dúvidas enviadas por todos os confrades e confreiras;
  3. Informar a Diretoria sobre eventuais descumprimentos das normas estatutárias e/ou regimentais;
  4. Cabe aos diretores corresponsáveis o dever de apoiar o Diretor responsável e substitui-lo na eventual impossibilidade dele;
  5. Atender solicitações dos confrades e confreiras e também do público em geral, que envolvam o seu setor;
  6. Sugerir à Diretoria e manter o diretor de Calendário informado, sobre as datas importantes que envolvem o seu setor.

 

DIVISÃO SOCIAL

 

Diretor responsável: confrade Helio Rubens de Arruda e Miranda

Diretores corresponsáveis: confreira Maria do Rosário Silveira Porto e confrade Lucas Adriano Ravacci

 

São atribuições do Diretor desta Divisão:

  1. Elaborar o Plano de Trabalho no prazo de 30 (trinta) dias após a sua posse oficial no cargo, prevendo as ações possíveis de serem tomadas (metas) pelo seu setor, a curto (até o final do ano), médio (até o semestre seguinte) e longo prazos (até o segundo ano de mandato da diretoria);
  2. Enviar o Plano de Trabalho à Diretoria, para aprovação, com os respectivos custos de realização, e com o maior detalhamento possível (datas, locais, público a que se destina);
  3. Caso o plano seja aprovado pela Diretoria, responder pela implantação deles.
  4. Incluir em seu plano de trabalho atividades sociais ou de representação institucional;
  5. Prever e organizar atividades relacionados com aniversários e outras datas importantes relacionados com os confrades e confreiras;
  6. Propor à Diretoria participação em eventos externos importantes;
  7. Programar, e se responsabilizar pela sua execução, de reuniões festivas e de confraternizações nas assembleias e reuniões importantes do IHGGI;
  8. Cabe à diretora corresponsável e ao Diretor corresponsável substituir o diretor na eventual impossibilidade dele.

Setores de apoio

 

Relacionamento Externo

Diretor responsável: confrade Quirino Pinto Neto

 

Cerimonial, Méritos e Honrarias

Diretor responsável: confrade Helio Rubens de Arruda e Miranda

Diretor corresponsável: confrade Jefferson Biajone

DIVISÃO DE ESTATUTO E REGIMENTO

 

Diretor responsável: confrade Pedro Israel Novais de Almeida

São atribuições do Diretor desta Divisão:

  1. Zelar pelo cumprimento do Estatuto e do Regimento Interno;
  2. Manter devidamente legalizados esses documentos junto aos órgãos oficiais;
  3. Propor à Diretoria eventuais necessidades de alteração nesses documentos;
  4. Informar à Diretoria caso haja necessidade legal, de inscrição em outros setores.

DIVISÃO DE CURSOS

 

Diretor responsável: confrade Ivan Fortunato

Diretor corresponsável: confrade Francisco José Sampaio

São atribuições do Diretor desta Divisão:

  1. Elaborar um Plano de Trabalho no prazo de 30 (trinta) dias após a sua posse oficial no cargo, prevendo as ações possíveis de serem tomadas (metas) pelo seu setor, a curto (até o final do ano), médio (até o semestre seguinte) e longo prazos (até o segundo ano de mandato da diretoria);
  2. Enviar o Plano de Trabalho à Diretoria, para aprovação, com os respectivos custos de realização, e com o maior detalhamento possível (datas, locais, público a que se destina);
  3. Caso o plano seja aprovado pela Diretoria, responder pela implantação deles.
  4. Cabe ao diretor corresponsável o dever de apoiar o Diretor responsável e substituí-lo na eventual impossibilidade dele.
  5. Planejar, em conjunto com os demais diretores envolvidos,

DIVISÃO DE PUBLICAÇÕES

 

Diretor responsável: confrade Mario Celso Rabello Orsi Junior

São atribuições do Diretor desta Divisão:

  1. Dedicar-se à publicação de estudos técnico-científicos impressos, de autoria dos confrades e confreiras relacionados às atividades precípuas do IHGGI: História, Genealogia e Geografia;
  2. Apresentar esses estudos nas Assembleias Gerais Ordinárias e submetê-los à aprovação da Confraria;
  3. Organizar e manter sob sua custódia os trabalhos já realizados e mantê-los na Secretaria para uso, sob condições, dos confrades e confreiras;
  4. Propor métodos e meios de conservação da documentação que pertence ao acervo;
  5. Elaborar um Plano de Trabalho no prazo de 30 (trinta) dias após a sua posse oficial no cargo, prevendo as ações possíveis de serem tomadas (metas) pelo seu setor, a curto (até o final do ano), médio (até o semestre seguinte) e longo prazos (até o segundo ano de mandato da diretoria);
  6. Enviar o Plano de Trabalho à Diretoria, para aprovação, com os respectivos custos de realização e com o maior detalhamento possível (datas, locais, público a que se destina);
  7. Caso o plano seja aprovado pela Diretoria, responder pela implantação deles.
  8. Cabe ao diretor corresponsável o dever de apoiar o Diretor responsável e substituí-lo na eventual impossibilidade dele.

DIVISÃO DE DEFESA DE ITAPETININGA

 

Defesa do patrimônio arquitetônico de Itapetininga

 

Diretor: confrade Hermélio Arruda Moraes

 

São atribuições do Diretor desta Divisão:

  1. Enviar à diretoria, propostas, denúncias, elogios e/ou quaisquer outros assuntos relacionados à defesa do patrimônio arquitetônico de Itapetininga, para que elas possam ser submetidas à aprovação dos confrades e confreiras na AGO – Assembleia Geral Ordinária seguinte.

 

Defesa do acervo artístico de Itapetininga

 

Diretor: confrade Roberto de Lima Lara

 

São atribuições do Diretor desta Divisão:

  1. Enviar à diretoria propostas, denúncias, elogios e/ou quaisquer outros assuntos relacionados à defesa do patrimônio artístico de Itapetininga, para que elas possam ser submetidas à aprovação dos confrades e confreiras na AGO – Assembleia Geral Ordinária seguinte.

 

Defesa do meio ambiente de Itapetininga

 

Diretor: confrade Vinicius Mori Válio

 

São atribuições do Diretor desta Divisão:

  1. Enviar à diretoria propostas, denúncias, elogios e/ou quaisquer outros assuntos relacionados à defesa do meio ambiente de Itapetininga, para que elas possam ser submetidas à aprovação dos confrades e confreiras na AGO – Assembleia Geral Ordinária seguinte.

 

Defesa do patrimônio ferroviário de Itapetininga

 

Diretor: confrade Dirceu Campos
diretor corresponsável: confrade Jorge Theodoro Mendes

 

São atribuições do Diretor desta Divisão:

Enviar à diretoria propostas, denúncias, elogios e/ou quaisquer outros assuntos relacionados à defesa do patrimônio ferroviário de Itapetininga, para que elas possam ser submetidas à aprovação dos confrades e confreiras na AGO – Assembleia Geral Ordinária seguinte.

 

Do patrimônio Literário de Itapetininga

 

Diretor: confrade Afrânio Franco de Oliveira Mello

São atribuições do Diretor desta Divisão:

Enviar à diretoria propostas, denúncias, elogios e/ou quaisquer outros assuntos relacionados à defesa do patrimônio literário de Itapetininga, para que elas possam ser submetidas à aprovação dos confrades e confreiras na AGO – Assembleia Geral Ordinária seguinte.

Da defesa dos documentos primários e secundários de Itapetininga

Diretor: confrade José Luiz Ayres Holtz

 

São atribuições do Diretor desta Divisão:

Enviar à diretoria propostas, denúncias, elogios e/ou quaisquer outros assuntos relacionados à defesa dos documentos primários e secundários de Itapetininga e Região, inclusive aquisição de novos elementos.

DIVISÃO DE DEFESA DO IHGGI

Do patrimônio físico do IHGGI

Diretor: confrade Carlos Henrique Salem Caggiano

São atribuições do Diretor desta Divisão:

  1. Levantar o acervo físico e cuidar da manutenção e conservação dos moveis e equipamentos existentes;
  2. Enviar à diretoria propostas de reformas necessárias e/ou pedidos de novas aquisições;

Do patrimônio cultural e da biblioteca do IHGGI

 

Diretora responsável: confreira Silvania Santos Melo Franco

Diretor corresponsável: confrade José Luiz Ayres Holtz

 

São atribuições do Diretor desta Divisão:

  1. Levantar o acervo cultural existente e cuidar da sua manutenção e conservação;
  2. Enviar à diretoria propostas de reformas necessárias e/ou pedidos de novas aquisições;
  3. Propor à diretoria regulamento de uso;
  4. Organizar e manter os bens materiais do IHGGI e mantê-los em condições de uso pelos confrades e confreiras;



Passeata do Rock acontece neste final de semana em Itapetininga

Em sua 12ª edição, a Passeata do Rock foi aberta neste sábado, 30, às 10h00, no Largo dos Amores com show do cantor Jimi Hendaix.

(Rogério Sardella)

 

Uma caminhada realizou-se após a apresentação a favor da cultura rock em Itapetininga.

Diversas bandas do gênero participam do evento, entre algumas, Disturbados, Terror do Rock, Km 215, Face a Face, Eutenia, entre outras.

Neste sábado, os shows têm início oficialmente às 14h. Já no domingo, 31, a partir das 09h.

Nos dois dias o término será às 22h00.

A exemplo de anos anteriores, os organizadores acreditam que muitas pessoas prestigiem o evento, que tem o apoio da Prefeitura.




Saiu na TV Tem: 'Avaré recebe festival de música instrumental nesta sexta-feira'

Apresentações começam às 20h, no Auditório Elias de Almeida Ward.

John Brass Orchestra e Amigos da Música são algumas das atrações.

John Brass Orchestra se apresenta durante o Fesmia (Foto: Divulgação/Prefeitura Avaré)John Brass Orchestra se apresenta durante o Fesmia (Foto: Divulgação/Prefeitura Avaré)

Começa nesta sexta-feira (29), em Avaré (SP), o Festival Avareense de Música Instrumental (Fesmia). O evento, que vai até domingo (31), tem entrada gratuita e ocorre no Auditório Elias de Almeida Ward, 1.507, na rua Ceará.

A John Brass Orchestra, a Orquestra Experimental de Avaré e o grupo Amigos da Música são algumas das atrações. As apresentações começam a partir das 20h.

Formada por músicos da cidade, a John Bass Orchestra apresenta um repertório do compositor Michael Buble. A Orquestra Experimental de Avaré toca clássicos da música instrumental mundial. Já o grupo Amigos Música agita o público com canções nacionais.

Os três agrupamentos trazem integrantes formados pelo Projeto Guri no município. Mais informações pelo (14) 9 9763-4418.




AIL se reúne pela primeira vez no Centro Cultural

 Hoje, quinta feira, 28, houve a primeira reunião da AIL – Academia Itapetiningana de Letras no Centro Cultural do Largo dos Amores.

reuniao AILPresidida pelo padre Mario Donato, o encontro de acadêmicos foi, como de costume, cordial e proveitoso.

Novos nomes para compor a Academia foram apresentados e aprovados.

Na foto, da esquerda para a direita, Olga Pelegrini, Eunice Granato, Nivea Guarnieri, Padre Mario Donato, Angelo Ricchetti, José Ribeiro e Helio Rubens e Arruda e Miranda.




Sergio Diniz da Costa: 'O menino que brincava nas nuvens'

Sergio Diniz. Foto por Teófilo Negrão Duarte

 O Menino que brincava nas nuvens

 Sou hoje um caçador de achadouros da infância.
Vou meio dementado e enxada às costas cavar no meu quintal vestígios dos meninos que fomos
(Manoel de Barros)

 

Meu compromisso, no centro da cidade, era às 17h. Resolvi chegar às 16h e sentei-me num dos bancos da praça central de uma das maiores cidades do Interior do Estado de São Paulo, com 361 anos de fundação e uma população de aproximadamente 640 mil habitantes, que o tempo, a Administração Pública e os empresários e artistas transformaram-na numa bela e progressista cidade.

Com a maioria de suas ruas asfaltadas, prédios em construção pululando por todos os cantos, comércio pujante, com uma miríade de empresas e pessoas físicas prestadoras de serviços e uma significativa frota de veículos circulando diariamente, reflete bem uma cidade moderna, porém com toda sorte de problemas, incluindo a violência, sempre aumentando, como o são os grandes centros urbanos.

Assim eu mergulhava em meus pensamentos enquanto, aparentemente ao acaso, abri em uma das páginas do livro de poemas que trouxera, a fim de aguardar o horário do meu compromisso. No alto da página, o título: ‘Eu Sou Aquele Menino’, do poeta brasileiro Paulo Bomfim, membro da Academia Paulista de Letras e conhecido como ‘O Príncipe dos Poetas Brasileiros’. Eu já o conhecia e ele se tornara um dos meus preferidos, quando então estudante do ensino médio, tive a oportunidade de assistir a uma palestra desse grande poeta.

Grato pelo ‘acaso’, e já um tanto quanto absorto, comecei a ler os versos, em meia voz:

‘Eu sou aquele menino/ Que o tempo foi devorando,/ Travessura entardecida,/ Pés inquietos silenciando/ Na rotina dos sapatos,/ Mãos afagando lembranças,/ Olhos fitos no horizonte/ À espera de outras manhãs/…

─ Ei, moço, tá falando sozinho?

Assustado, interrompi a leitura. Um garotinho de camisa branca, short marrom e descalço, aparentando cinco anos de idade, me olhava, com uma mão segurando os dedos da outra e com uma expressão interrogativa.

─ Ah, não, eu estava declamando um poema em voz alta. Apenas isso ─ respondi, um tanto quanto encabulado e, certamente, corado, uma vez que, em termos de comportamento, sou do tipo sanguíneo.

─ Poema? O que é um poema? ─ mais uma vez ele me questionou.

A pergunta me pegou de surpresa. Em primeiro lugar, por ter vindo de uma criança com tão pouca idade. Depois, porque, apesar de eu ser um escritor e poeta ─ meu compromisso era com um novo amigo, que me pedira ajuda para publicar um livro ─, senti-me sem didática suficiente para explicar algo que, para mim, era tão simples.

─ Poema é um… um … ─ Travei! De repente, olhando para dentro de mim mesmo, parecia que toda a teoria desse gênero literário sumira da minha memória, apesar de tão bem guardada que estava (assim eu pensava) no meu cérebro, na gaveta ‘Poemas’.

‘E agora, José?’ ─ Pensei rapidamente com meus botões, lembrando o famoso poema do inesquecível poeta mineiro Drummond de Andrade.

Ainda imerso em pensamentos confusos, e sem a resposta esperada, quase que respondi a ele, como respondeu Drummond, no mesmo poema: ‘… A festa acabou/ a luz apagou,/ o povo sumiu,/ a noite esfriou…’.

Na verdade, em me sentindo o mesmo José de Drummond, percebi que aquele garotinho tinha-me colocado contra a parede. E, de repente, não mais que de repente (Drummond, sempre Drummond…), essa sensação me trouxe certa irritação, pois, afinal de contas, aquele filhote de homem colocara em xeque um adulto estudado, um escritor, um intelectual, e a primeira vontade que tive foi de mandar aquele pingo de gente procurar seus pais. ‘Aliás, onde estavam os pais dele? ─ perguntei a mim mesmo.

Antes de responder a ele, perguntei-lhe:

─ Como é o seu nome, meu filho?

─ Tato! ─ ele respondeu, com certo orgulho no olhar.

─ Tato?! ─ Exclamei, agradavelmente surpreso, pois esse também era o meu apelido de infância. E, a partir daquele momento, senti um carinho e admiração especiais por aquele menino questionador.

─ Quantos anos você tem, meu jovem curioso?

Ele me apontou uma das mãos aberta e respondeu:

─ Assim, ó!

Entendi que ele queria dizer 5 anos e somente naquele momento me chamou a atenção algo em seu rosto: uma cicatriz!

Aquela constatação, aliada à idade dele, me causou uma estranhíssima sensação, uma sensação de déjà vu, uma vez que eu, na mesma idade dele, fui vítima de um acidente caseiro que me custou uma cicatriz  ─ e no mesmo lado do rosto que a dele! ─, fato esse que me transformou num menino e adolescente tímido e complexado.

Essa constatação me trouxe um sentimento de profunda simpatia e solidariedade por aquele garotinho. E lágrimas abundantes, também.

Senti uma vontade irreprimível de abraça-lo, de pegá-lo em meu colo, de fazer milhares de perguntas sobre sua vida…

E levantei-me, a fim de fazer isso. Todavia, algo ainda mais estranho aconteceu: aquela figura simplesmente desapareceu da minha visão!

Estupefato, deixei-me cair sentado no banco, mergulhado num turbilhão de perguntas sem respostas. E, num primeiro momento, senti vontade de sair correndo, correndo daquela praça, sem nenhum destino, à espera, talvez, de que o vento no meu rosto decifrasse as dúvidas.

Entretanto, o adulto que me tornei falou mais alto e, respirando calma e profundamente, tentei me recompor e, como se nada tivesse acontecido, meio que automaticamente, continuei a leitura, agora em voz alta, do poema iniciado:

‘─ Ai paletós, ai gravatas,/ Ai cansadas cerimônias,/ Ai rituais de espera-morte!/ Quem me devolve o menino/ Sem estes passos solenes,/ Sem pensamentos grisalhos,/ Sem o sorriso cansado! Que varandas me convidam/ A ser criança de novo,/ Que mulheres, só meninas,/ Me tentam cabular/ As aulas do dia a dia?/ Eu sou aquele menino/ Que cresceu por distração’.

Mal terminando a leitura, senti que meus olhos já não focavam mais o ambiente em que me encontrava; um estado de devaneio começou a tomar-me o corpo, a mente e o espírito. Já não conseguia mais sentir o próprio corpo e o som ambiente: uma mistura de buzinas, música de publicidade e vozes, destacando-se a de um evangélico que pregava como um João Batista no deserto. Tudo começava a diminuir de intensidade.

Os ponteiros do relógio giraram no sentido anti-horário. Os segundos, os minutos, as horas, os dias, os meses, os anos escoaram numa velocidade vertiginosa, como se aquela ampulheta imaginária fosse a Máquina do Tempo, da fantástica história de H.G. Wells. E, de repente parando, à minha frente uma folhinha pendurada na parede apontou o ano: 1965. Cinquenta anos se passaram, numa volta ao passado!

Estamos numa tarde de verão de uma Sorocaba de meio século atrás, com uma população cujo censo de 1960 apontava uma população de 138.323 habitantes.

Há cinquenta anos, a cidade tropeira já se destacava na região pelo número de habitantes, mas, apesar disso, ainda era uma típica cidade do Interior, com muitas áreas verdes (e mato), ruas de paralelepípedos e de terra onde, nestas, a criançada fazia buracos no chão pra brincar de bolinha de gude ou de cachuleta , ou, ainda, de pega-pega, unha na mula  e outras brincadeiras que o Tempo levou consigo, para as Páginas da Memória.

Era uma época em que os ponteiros do relógio pareciam caminhar a passos lentos e os dias escoavam como a própria eternidade.

Começo a caminhar por uma das ruas, sentindo-me como um espectro, um fantasma semelhante a Ebenezer Scrooge, o velho avarento de ‘Um Conto de Natal’, célebre história do escritor inglês Charles Dickens.

Aquela rua me desperta uma emoção há muito tempo não sentida. Uma saudade dolorida de um tempo em que, nos bairros, principalmente os mais pobres, os vizinhos mantinham uma relação de amizade muito próxima.

Pouquíssimas casas tinham televisores ─ em preto e branco ─, o que levava os vizinhos que os tinham a abrir a casa para os que não desfrutavam desse privilégio.

Nas festas mais importantes do ano, como o Natal, todas as portas se mantinham abertas, para um intercâmbio de frutas natalinas e de quitutes, conforme a especialidade de cada vizinho.

Caminho absorto, à procura de pessoas queridas, porém, apenas ouvindo ecos do passado.

É um final de uma tarde de verão e, no mesmo lugar de sempre, deparo-me com o menino que um dia eu fui. Um menino de 5 anos de idade, com um corte de cabelo tipo ‘americano’, de camisa branca (já um tanto surrada), de calção e descalço, sentadinho no degrau de uma casa.

A rua, àquela hora, já se mostrava praticamente vazia. Ele era a única criança fora de casa.

Os vizinhos já conheciam o garoto e sua inclinação contemplativa e já não mais estranhavam aquela figura miúda, magrinha que, de vez em quando, mergulhado em pensamentos, saboreava um pedaço de pão seco.

Um passante mais atento talvez observasse que ele, naquele momento eterno, olhava apenas para cima. E um ou outro até perguntava o que ele estava fazendo. E, para quem perguntasse, a resposta era sempre a mesma: olhando as nuvens!

Para os adultos, em particular as mulheres, olhar as nuvens parecia coisa própria de quem quer verificar o tempo, para poder secar roupas no varal. Ou de meteorologistas, antes de consultar seus gráficos.

Para aquele menino, todavia, as nuvens tinham outro significado. Principalmente as do tipo ‘cumulus’, que são aquelas de contornos nítidos, com base aplainada e bem definidas, formadas em baixas altitudes e que, sob a ótica dele lembravam montanhas, castelos e animais.

Para aquele menino sonhador, de um tempo de infância interiorana, de horas lentas, ruas de terra ou de paralelepípedos e de poucos carros, aquelas nuvens representavam um enorme Parque de Diversões. E seu desejo era, um dia, alcançar o topo daqueles algodões branquíssimos que, para ele, tinham consistência e poderiam, dessa forma, ser escalados.

Seu sonho, no entanto, tinha um obstáculo intransponível: como chegar até elas? E os dias passavam, as tardes se faziam noite e, nos outros dias, pelo verão afora, lá estava aquele pequeno ‘filósofo da natureza’, à espera de um foguete imaginário ou mesmo um Pegasus que o levaria, literalmente, ‘às nuvens’.

Se os vizinhos em geral já não estranhavam aquele devaneio diário, um ou outro o interpelava, zombando dele ou apenas a título de curiosidade:

─ Tato, mas por que tanto você olha pras nuvens?

E a mesma resposta já estava na ponta da língua:

─ Por que eu gosto, ué!

─ E por que você gosta tanto assim de ver as nuvens?

Aquela pergunta parecia exercer um efeito mágico no espírito do menino e ele, feito um adulto, um cientista ou, mais precisamente, um poeta, respondia, entusiasmado:

─ Tá vendo aquela ali? ─ E, apontando para uma não muito arredondada, a definia:

─ Aquela parece um cachorro.

─ E aquela outra, bem grande, no meio do céu? Aquela é a que eu mais gosto. Ela parece assim como se fosse um monte de travesseiros, um em cima do outro, formando uma montanha. Eu morro de vontade de subir e de brincar nela!

Os adultos sorriam diante daquelas palavras, para eles tão destituídas de realidade. E, despedindo-se do menino, certamente pensavam: ‘Criança tem tanta imaginação!’

E o menino ali continuava, qual uma sentinela. E, naqueles poucos e fugidios momentos, como num filme projetado em alta velocidade, o vi crescendo; crescendo e continuando a querer brincar nas nuvens.

Mas, assim como as nuvens se desmancham, sopradas pelo vento, aquele menino foi se desfazendo à minha frente e, com ele, as casas, a rua toda… e a minha infância, também!

Uma sirene ecoou estridentemente no ar e meu coração disparou. Abri meus olhos e, assustado e decepcionado, percebi que estivera sonhando. Estava na mesma praça, onde ouvia as mesmas buzinas, a mesma música de publicidade e as mesmas vozes, num ruído que parecia ensurdecedor.

Consultei o meu relógio: marcava 16h15. Praticamente, o mesmo horário em que conversava com o menino.

Com um sentimento de tristeza a apertar meu peito, não senti vontade de continuar a leitura dos poemas. E, menos ainda, de me levantar do banco.

Contudo, logo mais teria que cumprir o compromisso assumido.

Num esforço redobrado, reuni forças e levantei-me, ainda visivelmente contrariado.

Naquele momento, um homem passou por mim, carregando um espelho grande. Olhei para ele e me vi refletido. E me vi ainda mais velho e abatido, como se o espelho fosse o famoso retrato de Dorian Gray.

Uma brisa, porém, pareceu roçar meu rosto. Apesar da tarde quente e sem vento, podia jurar que em todas as árvores ao redor as folhas se agitavam, suavemente.

Um passarinho multicolorido voou de uma das árvores em minha direção e, passando por mim, ganhou altura.

Segui seu voo com meus olhos e, somente naquele momento, percebi uma gigantesca nuvem cumulus bem no centro da minha visão.

E, no topo dela, alguma coisa me chamou a atenção: era um menino!

Um menino que brincava nas nuvens!

 

(COSTA, Sergio Diniz da. O menino que brincava nas nuvens. Sorocaba/SP:

Crearte Editora, 2016)




Guri Itapetininga abre inscrições para programa de educação musical 

Projeto é gratuito e voltado para crianças e adolescentes de 6 a 18 anos

 

O Projeto Guri Itapetininga está com inscrições abertas para o programa de educação musical, voltado para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos.

Para as crianças de 6 e 7 anos é oferecido o curso de iniciação musical.

Para as outras idades, as opções são de canto coral, percussão e violão. Não é necessário conhecimento prévio de música e o Projeto fornecerá os instrumentos aos alunos.

 

As matrículas devem ser realizadas entre os dias 1 e 4 de agosto, a partir das 13h, no Polo do Projeto Guri, que agora está em novo endereço, à Rua Gal. Carneiro, 390, Centro, ao lado da Escola Municipal Jandira Vieira Marcondes.

As aulas acontecem às terças e quintas-feiras, sempre entre 13h30 e 17h30.

Para a matrícula é preciso que um responsável legal apresente a cópia dos seguintes documentos:

– RG e CPF do responsável;

– RG ou certidão de nascimento do aluno;

– Comprovante de matrícula e frequência escolar atualizada do aluno;

– Comprovante de endereço atualizado.

 

Mais informações pelo telefone 3275-2422.




Carlos Cavalheiro recebe menção honrosa por poesia

Colunista do ROL Carlos Carvalho Cavalheiro recebeu Menção Honrosa

Carlos Cavalheiro
Carlos Cavalheiro

O professor, escritor, historiador e poeta Carlos Carvalho Cavalheiro recebeu a Menção Honrosa no 5º Concurso Literário “Pague Menos”, promovida pela rede de farmácias homônima.no 5º Concurso Literário “Pague Menos”, promovida pela rede de farmácias homônima.

O concurso, de caráter nacional, teve mais de 2 mil poesias inscritas, de todas as regiões do Brasil. No dia 23 de julho, sábado, às 16 horas ocorreu a Cerimônia de Premiação durante o 11º Encontro de Mulheres Pague Menos, realizada na capital do Ceará, sede da rede farmacêutica. O evento foi veiculado on line pelo site do Concurso.

Na oportunidade, foram reveladas as 10 melhores poesias do concurso de acordo com o júri.

Carlos Cavalheiro recebeu, posteriormente, a notícia de que a sua poesia, embora não estivesse entre as 10 escolhidas, recebeu do júri a Menção Honrosa. Além de certificado, Carlos Cavalheiro receberá exemplares de livros da coletânea do concurso, com as 100 poesias selecionadas, incluindo as 10 premiadas.

A notícia da inclusão da poesia como Menção Honrosa foi dada por Victória Belo Ventura, do Setor de Marketing da rede de farmácias “Pague Menos” e foi recebida pelo poeta como anúncio de vitória. “É a segunda vez que participo desse concurso e na primeira não fui sequer selecionado. Já sabia que a minha poesia tinha sido selecionada entre as 100 melhores para compor a coletânea, mas agora tem um sabor especial porque recebeu menção honrosa. Agora é caprichar para a próxima edição”, brinca o professor.

Carlos Carvalho Cavalheiro reside em Sorocaba e trabalha como professor de História em Porto Feliz. Em ambas cidades ele tem atuado em ações voltadas para a cultura e a educação. Neste ano lançou o livro “O Negro em Porto Feliz” e neste mês de agosto lançará outro título, em parceria com Flávia Aguilera: “A história da Menina Julieta – A “santinha” de Sorocaba”.

Ainda neste ano, participou do projeto “Pé de Poesia” (Salvador /BA) e teve poesia selecionada num concurso nacional, que resultou na publicação de uma coletânea de novos poetas pela Editora Vivara.