abril 24, 2024
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Humanidade

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Paulo de Brito: Poema ‘Humanidade’

Paulo de Brito
Paulo de Brito
"Pessoas, seres de infindável mistério, têm o poder de moldar o curso do rio"
Criador de imagens do Bing
“Pessoas, seres de infindável mistério, têm o poder de moldar o curso do rio”
Criador de imagens do Bing

Pessoas, seres de infindável mistério,
Têm o poder de moldar o curso do rio.
Numa mão, a pincelada de amor mais pura,
Na outra, a cicatriz de uma dor que perdura.

Elas são como telas vivas de emoção,
Capazes de despertar a mais bela paixão,
Ou, em um giro sombrio, causar devastação,
Com palavras afiadas, cortam como um punhal.

No sorriso, um convite para um mundo ideal,
Nos olhos, o reflexo de um temporal.
Pessoas podem erguer mundos em harmonia,
Ou destruí-los, em um eco de melancolia.

Cada alma carrega esse poder,
De ser bálsamo suave ou tempestade brutal.
Na complexidade de cada escolha, cada ação,
Reside a beleza e a fúria da condição humana.

São arquitetas de pontes e muralhas,
Guardiãs de segredos, portadoras de falhas.
Nessa dança entre o criar e o destruir,
Reside a essência do nosso existir.

Pessoas, tão imprevisíveis, tão reais,
Em suas mãos, os sonhos e os vendavais.
Num sussurro podem despertar a primavera,
Ou no grito, trazer a noite mais severa.

Paulo de Brito


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