Dorilda Almeida: Poema ‘O poder da criação’


A alegria e o sofrimento
Mexem com o poder da criação
O processo criativo
Surge
Da sensibilidade
E da subjetividade
Do ser humano
Para sair deste mundo
Por uns instantes
E liberar uma nova visão
Ampliar os horizontes
Escrever, sonhar e criar
Com coragem e liberdade
Como fizeram Mário de Andrade,
Tarsila do Amaral e tantos outros não aceitos, mas permaneceram.
A arte ela nasce, cresce
E aparece para o mundo
O mundo das formas
Da escrita, da gramática
E da matemática
Ela é pura
É tão misturada, enrolada, agraciada
Não tem cor
Não tem sexo
Só tem forma de amor e de amar
É simplesmente arte!
Dorilda Almeida
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