Marli Freitas: Poema ‘Mar de sentir’


Há um quê de divino no ar.
Das entranhas surgem murmúrios
Que sublimam o estado de amar.
Espíritos libertos; sentidos sóbrios.
Do acarinhar das asas, o amanhecer
Emerge em profundo estado de paz.
Tudo está perfeito para enaltecer
O desígnio que só um anjo é capaz.
Quisera o céu lançar luz ao caminho;
Com um requinte de estar passarinho,
Que sabe bem acarinhar baixinho.
Insignes são os gestos de ternura!
Perpétuo querer que mantém a lisura!
É do mar de sentir que provém a cura!
Marli Freitas
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