Palôma Montolio apresenta espetáculo 'Navegação' no Conservatório de Tatui

Show marca conclusão de curso de canto popular e acontece na terça-feira, dia 29 de novembro, com entrada franca

A cantora Palôma Montolio, aluna do curso de canto de MPB&Jazz do Conservatório de Tatuí – instituição do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura do Estado – apresenta o espetáculo “Navegação”. O evento marca a conclusão de curso da aluna e será apresentado no próximo dia 29 de novembro (terça-feira), a partir das 19h, no Salão Villa-Lobos, que fica na rua São Bento, 415. A entrada é franca.

Para o espetáculo, foram selecionadas obras como Agora Tá (Tunai/Sérgio Natureza), Além Mar (Rafael Martini/Leonora Weissmann), Alguém Cantando (Caetano Veloso), Bailarina (Eudes Fraga/Dudu Falcão), Frevo Torto (Luis Felipe Gama), Karatê (Egberto Gismonti), Marina (Dorival Caymmi), Marinheiro do Mar (Breno Ruiz/Paulo César Pinheiro), Na Virada da Costeira (Chico Saraiva/Paulo César Pinheiro), Praia (Sara Serpa), Samba a Dois (Marcelo Camelo), Silêncio de Iara (Guinga/Luis Felipe Gama) e Zanzibar (Edu Lobo). A concepção e orientação é da professora Andrea dos Guimarães e a coordenação, de Érica Masson.

Paloma Montôlio é natural de Piedade (SP). Graduada em Arte Educação com Licenciatura em Música pela Universidade de Sorocaba (UNISO) e cursa Pedagogia na UniNove (São Roque/SP). Tendo vindo de uma família de músicos, sua história musical se iniciou muito cedo com o coral ‘Sonho Maior’, no qual Cilene Oliveira (sua tia) é regente. Com quatro anos, ingressou no Conservatório Davino Tardelli da Silva em sua cidade natal, onde estudou até os 18 anos. Em 2007, entrou para o Conservatório de Tatuí, cursando Piano Erudito até 2011, e em 2012, ingressou no curso de Canto Popular MPB/Jazz da mesma instituição, tendo estudado com os professores Andrea dos Guimarães, Ana Malta, Edmo Perandin, Érica Masson, Marcelo Silva, Paulo Signori, Fábio Gouveia, Eduardo Gobi, André Marques, Rodrigo Braz, Fábio Leal, entre outros. Desde 2011, desenvolve o Projeto Som A2 com o violonista Eduardo Sangali, com repertório voltado para a música popular brasileira. Há quatro anos é cantora da Banda Harmonia na cidade de Sorocaba, cantando em cerimônias e festas. Atualmente, ministra aulas de arte e música para crianças de 6 a 11 anos em Piedade e atua no Projeto Mais Educação do Governo do Estado de São Paulo como Professora de Coral.

Para o espetáculo, Palôma recebe uma série de músicos convidados. Acompanham-na no show os músicos Alex Vasconcelos (violino), Alex Zanotelli (contrabaixo), Amanda Mara (voz), Anderson Bruno Pereira (trombone), André Segolin (voz), Ângelo Montolio (acordeom), Cainã Miachon (percussão), Cilene Oliveira (voz), Eduardo Sangali (violão), Érica Masson (piano), Erik Crepaldi (bateria), Felipe Deleon (saxofone), Gustavo Vilas Boas (trompete), Juan Oliveira (voz), Maison Claudino Santos (violoncelo), Marcos Aurélio Martins (trompete), Marcos Marcondes (bateria), Nicolas Seves (voz), Rafael Bazzanella (guitarra), Samuel Pinto Paredes (piano), Santiago Massa (voz), Silmara Ijano (violino e voz) e Valentina Russo (voz).

SERVIÇO
Espetáculo Navegação – Palôma Montolio
Érica Masson, coordenação
Quando: 29 de novembro, terça-feira, 19h00
Local: Salão Villa-Lobos  – Rua São Bento, 415
Informações: (15) 3205-8444 ou www.conservatoriodetatui.org.br




Jose Coutinho de Oliveira: Nobilistica

Jose Coutinho de Oliveira – Aggiornamento

Palavra italiana que significa “atualização”. Esse foi talvez o principal objetivo do Concílio Vaticano II: atualizar. Nós por exemplo teimamos em encontrar um modelo de Estado que funcione. Os ingleses por exemplo talvez perceberam que o bicameralismo atrapalhava. Por causa disso foram tirando as prerrogativas da Câmara dos Lordes até que hoje em dia ela assumiu funções decorativas. Os EUA e o Brasil estão desatualizados com relação à Inglaterra, ou seja, não reformaram o bicameralismo. Copiando os EUA o Brasil admitiu o Senado até nas unidades federativas. São Paulo por exemplo aboliu seu senado só em 1930. Nos Estados Unidos quase todos os estados ainda têm a Câmara Alta, o Senado. Para nos alinharmos então à Inglaterra temos que abolir no Senado o seu papel revisional, reformador. Ele permaneceria desta forma com a prerrogativa de propor leis, ou seja, o projeto nascido no Senado se tornaria lei se fosse aprovado na Câmara dos Deputados. Os projetos nascidos e aprovados na Câmara não necessitariam da sanção do Senado. De Portugal vem-nos um bom exemplo, lá, eles aboliram a monarquia mas mantiveram o parlamentarismo e mantêm o unicameralismo.

José Coutinho de Oliveira

Graduado em Letras e Pedagogia

jocodeol@gmail.com




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia MANHÃES

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 814

 

Prezada Sra. Sílvia Manhães,

Em atenção ao seu pedido informo que a listagem a que se refere dos links publicados, eu não os tenho.

O que possuo e publiquei é o histórico do sobrenome MANHÃES.

Sobre esse sobrenome a Senhora é a terceira pessoa que faz essa consulta.

MANHÃES………….. 3 páginas e 2 brasões.

O mais antigo registro é de 1636.

Os dois brasões a Senhora pode imprimir em uma página A4 e mandar colocar em quadros.

Acredite… ficam muito bonitos na sala da casa e será, com certeza, motivos de muitas perguntas

e conversas.

Envio os mesmos em separado, para essa finalidade.

Segue abaixo e anexado.

Grande abraço e espero que a reunião de familia seja tão boa quanto tem sido as da minha família.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

clip_image002    clip_image003Manhães

sobrenome de origem franco-suíço, sendo originalmente escrito como Magnan e depois aportuguesado por Manhães. Sendo que os primeiros que vieram ao Brasil se fixaram no estado do Rio de Janeiro.

 

Registra-se Olímpio Manhães, nascido em 05.04.1895, Palmares, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 1983.

Registra-se Antonio José Manhães, nascido em 26.021885, Palmares, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 17.08.1954; filho de Joaquim Manhães dos Santos e Maria Francisca do Nascimento.

Registra-se Benedito Manhães, nascido em 11.08.1917, Palmares, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 12.03.1967.

Registra-se José Francisco Manhães, nascido em 23.04.1899, Palmares, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 30.09.1984.

Registra-se Joaquim Manhães, nascido em 02.04.1920, Palmares, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 28.01.1984; filho de Francisco José Manhães, nascido em 05.10.1891 e falecido em 24.03.1949 e Antônia de Oliveira, nascida em 1898; neto de Joaquim Manhães dos Santos e Maria Francisca do Nascimento.

Registra-se Maria Laura Manhães, nascida em 05.12.1903, Nova Friburgo,  Rio de Janeiro, Brasil; casou-se com Damasceno Nogueira Peixoto em 11.06.1925; ele nascido em 26.07.1899.

Registra-se Malvino Alves Manhães, nascido em 30.04.1915,  Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 17.07.2005; filho de Antônio José Manhães, nascido em 26.02.1885 e falecido em 17.08.1954 e Maria Francisca Alves, nascida em 16.12.1894 e falecida em 05.07.1925.

Registra-se Joaquim  Manhães dos Santos, nascido em 1855, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 1917; casou-se com Maria Francisca do Nascimento em 1879, ela nascida em 1860 e falecida em 1936.

Registra-se Antonio Manhães de Andrade, nascido em 06.061870,  Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 1969; casou-se com Otília Barbosa em 1899, ela nascida em 1879 e falecida em 1965. Tiveram os seguintes filhos: Hermes Manhães de Andrade, nascido em 07.01.1914 e falecido em 1972 e Saritha Manhães de Andrade, nascida em 20.09.1916 e falecida em 1987.

Registra-se José Rodrigues Manhães de Sousa, nascido em 1890,  Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil; casou-se com Luzia Clara da Encarnação em 1914, ela nascida em 1893. Tiveram uma filha: Dejanira Manhães de Sousa, nascida em 10.05.1915 e falecida em 12.10.1976.

Registra-se Isabel Alves Manhães, nascida em 02.02.1847, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecida em 27.07.1924; casou-se com Domingos Alves Barcelos Cordeiro em 1863, ele nascido em 04.08.1839 e falecido em 1904. Tiveram um filho: João de Barcelos, nascido em 29.04.1867 e falecido em 05.11.1911. Filha de Francisco José Manhães, nascido por volta de 1820 e Raquel José Alves, nascida por volta de 1825; neta materna de José Alves Rangel, nascido em 24.04.1779 em São João da Barra, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 01.11.1855 e Maria Francisca Alves. Isabel teve como tias maternas Isabel Alves Rangel, nascida por volta 1827 e Francisca Alves de Barcelos, nascida por volta de 1830. Era bisneta materna de Domingos Alves de Barcelos, nascido por volta de 1750 e Isabel da Silva Rangel, nascida por volta de 1755. Domingos era filho de Félix Alves de Barcelos, nascido por volta de 1720 e falecido em 1775 e Domingas Borges Serra; Isabel da Silva Rangel era filha de Antônio da Silva Cordeiro, nascido por volta de 1715 e Faustina das Neves Rangel, nascida por volta de 1720. Félix Alves Barcelos era filho de Francisco Alves Barcelos, nascido por volta de 1695, Portugal e Margarida Corrêa e neto materno de Manuel Corrêa, nascido por volta de 1670, Portugal. Manuel Corrêa era filho de Juan d’Avalos y Benevide, nascido por volta de 1645, Espanha e falecido em 1709, Rio de Janeiro, Brasil e Maria Correia.

Registra-se Anne Magnan, nascida em 1649, St Germain, L’Auxerrois, Paris, França e falecida em 20.12.1713; filha de Simon Magnan e Anne Magnan.

 

Registra-se Jacques Magnan, nascido em 31.03.1636, St Pierre, Coulonges, Royaux, Niort, França e falecido em 21.12.1713, Charlebourg, Quebec, Canada; filho de Gilles Magnan, nascido em 1605, França e Jeanne Touchetelle, nascida em 1610, França.

Registra-se Joseph Algoud Magnan, nascido em 1743, Saint  Agnant em Vercors, Drôme, França e falecido em 06.04.1818; casou-se com Victoire Blanc, nascida em 1754 e falecida em 08.05.1824. Tiveram os seguintes filhos: Marie Reine Algoud Magnan, nascida em 1781 e falecida em 12.06.1809; Joseph Victor Algoud Magnan, nascido em 1787 e falecido em 16.02.1816 e Joseph Augoud Magnan, nascido em 1793 e falecido em 24.01.1817.
Registra-se Pierre Croze-Magnan, nascido em 12.04.1712, St. Martin, Marseille, França e falecido em 29.05.1775; casou-se com Rose Ronnes Roux em 18.07.1747, ela nascida em 15.01.1727 e falecida em 10.06.1808; filho de Celestin Croze-Magnan, nascido em 1684, Recortier, Basses-Alpes, França e falecido em 27.06.1745, St. Martin, Marseille, França e Jeanne Rose Alexandre, nascida em 11.02.1653, St. Martin, Marseille, França. Tiveram os seguintes filhos: Simon Celestin Croze-Magnan, nascido em 11.04.1748 e falecido em 12.08.1818; Jeanne Rose Croze-Magnan, nascida em 26.04.1748 e falecida em 10.03.1754; Augustin Gaspard Croze-Magnan, nascido em 23.09.1751; Jean Baptiste Croze-Magnan, nascido em 15.01.1753 e falecido em 15.08.1835; Jean Pierre Croze-Magnan, nascido em 11.06.1754; Anne Rose Croze-Magnan, nascida em 05.06.1756 e falecida em 24.06.1819.

 

 

 

From: silvia manhães

Sent: Saturday, November 12, 2016 12:33 AM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: informações sobre os manhães

 

Boa noite, Afranio

Me chamo Silvia Lucia Manhães da Silva e procurando sobre a história da minha família, cujo sobrenome é Manhães, vi no site www.jornalrol.com.br que você havia realizado uma pesquisa sobre ela, e havia alguns links para arquivos anexos, porém os mesmos não estavam disponíveis.

Faremos brevemente um encontro da família e seria interessante ter essas informações.

Gostaria de saber se esses arquivos ainda existem, e se seria possível me enviar. Encontro poucas informações online sobre a família.

 

Grata,

Silvia Manhães

27 99981-2546

afranio@tintaspig.com.br




Celso Lungaretti: 'QUEM FAZ APOLOGIA DE DITADURAS DEVERIA RECEBER O MESMO TRATAMENTO DE QUEM NEGA O HOLOCAUSTO EM NAÇÕES CIVILIZADAS: A PRISÃO!'

CELSO LUNGARETTI:  REDEMOCRATIZAÇÃO PELA METADE DÁ NISSO!

A meia centena de viúvas da ditadura grunhindo e zurrando no plenário do Congresso Nacional assustou o articulista Vladimir Safatle, professor de filosofia na USP, inspirando-lhe um alerta agourento: “Nada morreu, tudo pode retornar”.

Parece que as vitórias do Brexit e de Trump deixaram nossa intelligentsia à beira de um ataque de nervos, tendo pesadelos com Bolsonaro no papel de Hitler brasuca, prontinho para implantar o 3º reich (depois dos de Vargas e dos generais).
Há um tanto de exagero nesses receios, não só por se tratarem de épocas e crises diferentes, como também porque seria a repetição da História já nem mais como farsa, mas sim como chanchada da Atlântida…

Evidentemente, concordo com Safatle quanto à imperdoável omissão dos governantes brasileiros que deixaram de revogar a anistia de 1979, abrindo caminho para a apuração e punição dos crimes cometidos pelas forças repressivas durante a ditadura militar. Era algo a ser feito tão logo o País se redemocratizasse, mas a uns faltou convicção e a outros, coragem.

Collor, provavelmente, simpatizava com os pitbulls do arbítrio. Sarney, como governador e senador, servira repulsivamente ao regime de exceção que lhes retirou as focinheiras. Itamar Franco não era homem para comprar tal briga. Mas FHC, Lula e Dilma ficaram com suas biografias manchadas para sempre.

Quem teve de exilar-se e quem chegou a ser preso durante aquela ditadura jamais poderia sair pela tangente para evitar problemas, como os pusilânimes fazem; estava moralmente obrigado a defender os valores civilizados, custasse o que custasse!

FHC amarelou e, como prêmio de consolação para os humilhados e ofendidos, instituiu programas de concessão de reparações às famílias dos assassinados e aos sobreviventes do morticínio.
Lula se apavorou com uma nota oficial do Alto Comando do Exército (vide aqui) que não passava de blefe e, ao invés de destituir imediatamente os insubmissos, determinou a seus ministros que ficassem em cima do muro, nem sim nem não, muito pelo contrário, apontando aos que tinham sede de Justiça o caminho dos tribunais.
O Supremo Tribunal Federal tomou em 2010 uma das decisões mais infames de sua história (na contramão do entendimento sobre crimes contra a humanidade que vem se consolidando mundialmente desde o Julgamento de Nuremberg), ao outorgar a déspotas o direito de anistiarem a si próprios e aos seus esbirros com o arbítrio em  plena vigência.
Dilma ignorou a decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos sobre a necessidade de apuração integral da chacina do Araguaia e sobre a não-validade de autoanistias promulgadas por ditadores, montando, como alternativa meramente propagandística, uma comissão da verdade engana-trouxas.

Em meados de 2008 (vide aqui), percebendo que a falta de vontade política para se punir os algozes dos anos de chumbo inviabilizaria seu merecido encarceramento, eu já tentava convencer a esquerda e os cidadãos com espírito de Justiça a adotarem uma postura mais flexível: exigirem a condenação dos culpados, mas relevarem o cumprimento das penas, eliminando o ingrediente emocional que lhes poderia granjear alguma solidariedade na caserna.

Ou seja, como o Estado brasileiro demorara uma eternidade para fazer o que lhe competia e os réus, ou já haviam morrido, ou tendiam a falecer em breve, além de não representarem mais perigo para a sociedade, então que se concertasse alguma iniciativa no sentido da condenação inequívoca da ditadura de 1964/85, considerando criminosos os torturadores e seus mandantes, mas permitindo (sob pretextos humanitários, em funçao da idade avançada, etc.) que terminassem a vida fora das grades.

Propus, portanto, abdicarmos do que (saltava aos olhos!) jamais conseguiríamos mesmo obter, em troca do encerramento da questão em termos minimamente aceitáveis, legando um precedente jurídico correto para os pósteros.

Clamei no deserto, claro, porque no Brasil as bravatas que invariavelmente conduzem às derrotas tendem a prevalecer sobre a sensatez que permite salvar algo do incêndio.

E é graças aos erros por nós cometidos no passado que as atrocidades totalitárias voltaram a ser bandeira dos rancorosos anônimos. Como ressaltou Safatle:

Esse é o preço pago pelo Brasil ser um país incapaz de encarar seu passado ditatorial, prender torturadores, exigir das forças armadas um mea-culpa pelo golpe contra a democracia, retirar o nome de membros da ditadura de suas praças e estradas, ensinar a seus jovens o desprezo por intervenções militares

Não nos enganemos. Essas pessoas que estão a vociferar por mais um golpe de Estado não estão expressando uma opinião. Clamar por golpe militar não é uma opinião. É um crime, o pior de todos os crimes em uma democracia. Quem quer a causa quer os efeitos. Quem pede por golpe militar está a gritar por assassinato, tortura, ocultação de cadáver, censura, estupro, terrorismo de Estado.

Em qualquer democracia mais ou menos consolidada no mundo, o lugar dessas pessoas seria na cadeia, por sedição e incitação a crime.

Veio, assim, ao encontro do que proponho desde a década passada: que apologias da ditadura passem a receber no Brasil o mesmo tratamento jurídico dado à negação do Holocausto nos países civilizados (talvez substituindo as penas de prisão por prestação de serviços à comunidade, pois as condições das penitenciárias daqui são tão terríveis que nelas correriam risco de vida, algo que nem mesmo os pregadores do ódio merecem).




Aprovados no Conselho Superior do IFSP dois novos cursos para o campus Itapetininga

entrada-instituto-federalOs cursos aprovados são Técnico em Eletromecânica integrado ao Ensino Médio e o Curso Técnico em Informática integrado ao Ensino Médio;

logo-instituto-federal-de-iitapetiningaAmbos são para o período matutino, com duração de 4 anos e voltados exclusivamente para os concluintes do ensino fundamental (9º ano) pois o alunos cursará no IFSP o Ensino Médio e o Técnico ao mesmo tempo.
Inscrições  podem ser feitas até o dia 4 de dezembro na secretaria do Campus Itapetininga do IFSP e é isenta de pagamentos: custam apenas  a doação de um quilo de alimento não perecível.
A prova para ingresso nos cursos ocorrerá no dia 11 de dezembro as 13 horas em local ainda a ser definido. O conteúdo da prova contemplará questões de Ciências, Matemática, Português, História e Geografia.
Cada curso oferecerá 40 vagas e conforme a Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, e a Portaria Normativa nº 18, de 11 de outubro de 2012.
Das 40 vagas de cada curso, 20 se destinarão à Ampla Concorrência – Vagas para todos e quaisquer candidatos inscritos, entre os quais estão incluídos os candidatos que solicitaram vagas reservadas, cuja ocupação será baseada na classificação obtida na prova.

4 vagas destinadas aos candidatos que estudaram integralmente em instituição pública de ensino; com renda per capita familiar bruta menor ou igual a 1,5 (um vírgula cinco) salário-mínimo, vigente aos três meses anteriores à data de inscrição do estudante no processo seletivo, isto é, julho, agosto e setembro de 2016; e autodeclarados pretos, pardos ou indígenas (34,73% da população do Estado de São Paulo, segundo o IBGE no Censo de 2010).

6 vagas  serão destinadas aos candidatos que estudaram integralmente em instituição pública de ensino; com renda per capita familiar bruta menor ou igual a 1,5 (um vírgula cinco) salário-mínimo, vigente aos três meses anteriores à data de inscrição do estudante no processo seletivo, isto é, julho, agosto e setembro de 2016

4 vagas destinadas aos candidatos que estudaram integralmente, em instituição pública de ensino; independente de renda; e autodeclarados pretos, pardos ou indígenas segundo percentual de 34,73% da população do Estado de São Paulo apurado pelo IBGE no Censo de 2010.

6 vagas reservadas aos candidatos que estudaram integralmente em instituição pública de ensino, independente de renda.

Os candidatos que tenham cursado, ainda que parcialmente, o ensino fundamental em instituições privadas de ensino (particulares, comunitárias, confessionais ou filantrópicas, mesmo com bolsa integral, não têm direito às vagas reservadas pela Lei nº 12.711/2012).

As escolas do Sistema S (Sesi, Senai, Sesc, Senac) não pertencem à Rede Pública de Ensino, portanto, candidatos que tenham cursado o ensino fundamental nessas instituições não têm direito às vagas reservadas pelaLei nº 12.711/2012.

Informações sobre os cursos:

Ambos os cursos tem sua formação geral pautadas basicamente nos seguintes itens.
– Dominar a norma culta da Língua Portuguesa e fazer  uso das linguagens matemáticas, artístico-culturais e científico-tecnológicas;
– Conhecer e utilizar língua(s) estrangeira(s) moderna(s) como instrumento de acesso a informações e a outras culturas e grupos sociais;
– Construir e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para a compreensão de fenômenos naturais, de processos histórico-geográficos, da produção tecnológica e das manifestações artístico-culturais;
– Compreender os fundamentos científico-tecnológicos, relacionando teoria e prática nas diversas áreas do conhecimento;
– Compreender a sociedade, sua gênese e transformação, e os múltiplos fatores que nela intervêm, como produtos da ação humana;
– Selecionar, organizar, relacionar, interpretar dados e informações representados de diferentes formas, para tomar decisões, enfrentar situações-problema e construir argumentação consistente;
– Recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para elaboração de propostas de intervenções solidárias na realidade, respeitando os valores humanos, preservando o meio ambiente considerando a diversidade sociocultural;
– Ter iniciativa, responsabilidade e espírito empreendedor, exercer liderança, saber trabalhar em equipe, respeitando a diversidade de ideias e ter atitudes éticas, visando o exercício da cidadania e a preparação para o trabalho;
– Possibilitar a formação geral, voltada ao desenvolvimento da capacidade de pesquisar, buscar informações, analisá-las e selecioná-las; a capacidade de aprender, criar, formular, ao invés do simples exercício de memorização.
Na formação especifica do Curso Técnico em Eletromecânica Integrado ao Ensino Médio são os seguintes os objetivos gerais:
Formar profissionais qualificados para o ofício de técnico em eletromecânica,
especialista capacitado para planejar, projetar, executar, inspecionar e instalar máquinas e
equipamentos eletromecânicos, bem como realizar as demais tarefas pertinentes a sua esfera
de atuação. Tal formação profissional, igualmente, atenta-se para a promoção do exercício da
cidadania, o desenvolvimento da crítica consciente e o estímulo ao empreendedorismo social.

E os objetivos específicos para estes cursos são:
Considera-se, que ao final deste curso, os alunos estarão capacitados a suplantar os
desafios profissionais e sociais. Tal qualificação a ser adquirida com conhecimento técnico,
ética e cidadania, os tornarão aptos a:
– Conhecer e utilizar as formas contemporâneas de linguagem, com vistas ao
exercício da cidadania e à preparação para o trabalho, incluindo a formação ética e
o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
– Compreender a sociedade, sua gênese e transformação e os múltiplos fatores que
nela intervêm como produtos da ação humana e do seu papel como agente social;
– Coordenar e desenvolver equipes de trabalho que atuem na instalação, na
produção e na manutenção, aplicando métodos e técnicas de gestão administrativa
e de pessoas;
– Aplicar normas técnicas de qualidade, saúde e segurança no trabalho e técnicas de
controle de qualidade no processo industrial;
– Elaborar desenhos técnicos de máquinas, equipamentos e instalações conforme as
normas técnicas;
– Projetar melhorias nos sistemas convencionais de produção, instalação e
manutenção, propondo incorporação de novas tecnologias;
– Aplicar normas técnicas e especificações de catálogos, manuais e tabelas em
projetos, em processos de fabricação, na instalação de máquinas e de
equipamentos e na manutenção industrial;
– Projetar, instalar e executar instalações elétricas em baixa tensão, de acordo com
as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT);
– Aplicar técnicas de medição e ensaios visando a manutenção preditiva, preventiva
e corretiva na melhoria da qualidade de produtos e serviços da planta industrial;
– Desenvolver projetos de manutenção, elétrica e mecânica, de instalações elétricas
e de sistemas residenciais, comerciais e industriais, caracterizando e determinando
aplicações de materiais, acessórios, dispositivos, instrumentos, equipamentos e
máquinas, elaborando cronogramas e listas de materiais;
– Inspecionar máquinas, equipamentos e instalações elétricas e mecânicas;
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– Conduzir a execução técnica de tarefas orientando e coordenando equipes de
execução de instalações e de operações;
– Instalar e manter circuitos elétricos em baixa tensão. Corrigir e prever falhas em
máquinas e equipamentos elétricos;
– Elaborar, planejar e executar projetos na área de eletrônica e automação;
– Executar a fabricação de componentes e conjuntos mecânicos;
– Operar máquinas, equipamentos, instrumentos de medição e ensaios mecânicos;
– Coordenar atividades de utilização e conservação de energia, propondo a
racionalização de uso e de fontes alternativas.
Para o Curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio temos basicamente os seguintes objetivos específicos.
– Formar um profissional com a capacidade de analisar situações e propor soluções informatizadas;
– Conduzir e gerenciar projetos de sistemas e preparação de ambientes com a finalidade de automatizar as informações, utilizando as tecnologias de informática de um modo adequado e flexível;
– Capacitar o educando a utilizar a lógica de programação para o desenvolvimento de aplicações visuais comerciais, sistemas de intranet e extranet para informatização de processos em instituições e empresas públicas ou privadas;
– Utilizar programas básicos de computador, de forma  a dar suporte aos seus usuários finais;
– Fornecer os conhecimentos mínimos necessários para  que seu egresso seja capaz de atuar na área de formação por meio de empresa ou negócio próprio;
– Realizar o levantamento e coleta de dados para projetos de sistemas;
– Desenvolver, implantar e manter sistemas de bancos de dados;
– Realizar a manutenção preventiva e corretiva de computadores e periféricos;
– Instalar e configurar sistemas operacionais;
– Instalar e configurar periféricos;
– Utilizar as ferramentas de qualquer pacote Office;
– Desenvolver aplicativos comerciais completos e dinâmicos;
– Analisar e identificar a melhor solução em sistemas para determinada situação;
– Gerenciar projetos de software e princípios de governança de TI.



Saiu na TV Tem: 'Fatecs abrem inscrições e oferecem 840 vagas na região de Itapetininga'

Vagas são para unidades em Itapetininga, Capão Bonito e Tatuí. Inscrições podem ser feitas até 15 de dezembro; taxa é de R$ 75.

Lista de aprovados no vestibular da Fatec foi divulgada nesta quarta-feira (20) (Foto: Gastão Guedes/Centro Paula Souza)Inscrições para cursos da Fatec vão até 15 de dezembro (Foto: Gastão Guedes/Centro Paula Souza)

As inscrições para a Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec) estão abertas e podem ser feitas até 15 de dezembro. Em Itapetininga (SP), Capão Bonito (SP) e Tatuí (SP) são oferecidas 840 vagas para o 1° semestre de 2017, distribuídas em 12 cursos.

As opções de estudo variam entre manhã, tarde, noite e Ensino a Distância (EaD). Todos os cursos são gratuitos (confira abaixo lista com todas as opções e vagas).

Para se inscrever os candidatos devem ter concluído ou estar cursando o ensino médio ou equivalente, desde que no ato da matrícula comprove a conclusão do curso. A taxa de inscrição é de R$ 75.

No ato da inscrição, o candidato deve escolher um curso em primeira opção e colocar também uma segunda opção. As inscrições devem ser feitas pelo site da Fatec, onde também há o manual do candidato com as normas e orientações para o processo seletivo. A prova será realizada no dia 8 de janeiro.

Confira os cursos e vagas:

Cidade Curso Período Vagas
Capão Bonito Agroindústria Manhã 40
Gestão Empresarial Ensino a Distância 40
Silvicultura Noite 40
Itapetininga Agronegócio Noite 40
Análise e Desenvolvimento de Sistemas Manhã 40
Noite 40
Comércio Exterior Manhã 40
Noite 40
Gestão Ambiental Manhã 40
Gestão da Produção Industrial Noite 40
Gestão Empresarial Ensino a Distância 40
Tatuí Automação Industrial Tarde 40
Noite 40
Gestão da Tecnologia da Informação Manhã 40
Noite 40
Gestão Empresarial Tarde 40
Noite 40
Ensino a Distância 40
Manutenção Industrial Manhã 40
Noite 40
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Celio Pezza: 'O ato de votar'

Colunista do ROL
Celio Pezza

Célio Pezza – Crônica # 334 – ‘O ato de votar’  

 

Na democracia, as eleições são fundamentais, pois representam um ato de cidadania e possibilitam a escolha de um próximo governante. Sabemos que essa escolha, muitas vezes, é bem complicada, pois nem sempre temos os candidatos de nossa preferencia. Mesmo nesse caso, temos que escolher uma das opções existentes. O voto branco ou nulo em nada contribui para o nosso futuro e quem deixa de votar não tem o direito de opinar sobre as politicas governamentais. Se hoje não temos boas opções, nos cabe a tarefa de incentivar pessoas de nosso convívio para que surjam nomes diferentes na próxima eleição. Esse é o processo democrático.

Apesar de todas as campanhas do Tribunal Superior Eleitoral e do próprio governo, incentivando o voto, Lula e Dilma não votaram no segundo turno dessas eleições, pois não tinham candidatos do PT participando. Foi uma forma de protesto, tão criticada pelos verdadeiros defensores da democracia. Lula disse que resolveu não votar, pois tem 71 anos e nessa idade o voto é facultativo. Já Dilma alegou que estava visitando sua mãe em Belo Horizonte, fora de sua Zona Eleitoral, que é em Porto Alegre. Sabemos que a verdade é que nas cidades em que deveriam votar, os candidatos do PT não foram para o segundo turno, como aconteceu em enorme parte do país. Eles não conseguem digerir a verdade das urnas que mostrou que o povo brasileiro não quer mais o PT e seus aliados.

Para quem já foi presidente e deveria dar um bom exemplo, foi um desrespeito ao sistema eleitoral e mostrou que não aceitam a derrota. Eles só respeitam resultados em que são vencedores. Lula e Dilma mostraram mais uma vez que não dão a mínima para a democracia e não aceitam suas regras. Para eles só a vitória é legítima e todo o resto é “golpe”. Agiram como o garoto mimado dono da bola, que quando está perdendo, pega a bola e vai para a casa acabando com o jogo. Assim pensam, assim são.

Após o segundo turno das eleições municipais, Lula declarou para estudantes da Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo, que “ cada vez mais, em vez de negar a política, a gente tem que fazer política, porque a desgraça de quem não gosta de política é ser governado pela elite”. A crítica de Lula aconteceu após a derrota estrondosa de seu partido, inclusive no “cinturão vermelho” na Grande São Paulo. Ele não entendeu que o povo acordou e se lembrou que a cor do Brasil é verde-amarela e não vermelha. Em seu discurso, ele voltou a dizer que os ataques recebidos por ele são “mentiras”.

Lula deveria escutar a sugestão do ex-governador petista Olívio Dutra, com 75 anos e que votou no segundo turno em Porto Alegre. Ele sugeriu que o PT “peça desculpas ao povo brasileiro, por ter tido condutas de pessoas que fugiram do patrimônio ético, moral e político. O PT deve parar de se fazer de vítima e expulsar todos os envolvidos em esquemas fraudulentos”. Também disse que votar é sempre um ato simbólico para quem exerceu ou exerce cargo público, para estimular o eleitor a exercer a sua cidadania. Só Lula e Dilma não sabem disso.

 

Célio Pezza

Outubro, 2016