Artigo de Sônyah Moreira: 'Picadeiros aristocráticos'

Sonia Moreira
Sonia Moreira

Sônyah Moreira – sonyah.moreira@gmail.com – Picadeiros aristocráticos

“Aristocracia “significa:” -1 Organização sociopolítica baseada em privilégios de uma classe social formada por nobres que detém, geralmente por herança, o monopólio do poder “(Dicionário Aurélio)

2- “Grupo ou classe dos que por berço ou concessão, detêm esses privilégios; nobreza, classe nobre, fidalguia.” (Dicionário Aurélio)

Depois da explanação sobre o significado da palavra “aristocracia”, vou explicar o porquê desse título em mais uma crônica maluca “Picadeiros aristocráticos”.

Os aristocratas de linhagem nobre, sempre se beneficiariam de uma maneira geral dos privilégios de poder e dinheiro, em toda cultura sempre houve e continuará existindo diferenciação de castas, ou classes sociais.

O problema é usufruir desses benefícios que são gerados pelo povo, que deveria retornar ao povo em educação, segurança, saúde, coisas básicas para o bem viver de uma comunidade.

Vejamos agora a analogia entre picadeiro e aristocracia observe nosso senado, as câmaras de vereadores e deputados estaduais e federais, já viu coisa mais patética que aquelas pessoas que não tem nem uma única gotinha de sangue nobre, a se beneficiar de toda a arrecadação de um país inteiro, ou uma cidade.

Digo isso, pois a tal da corrupção dilapida a maior parte do dinheiro do povo, alguns embolsam para suas famílias o equivalente a algumas cifras de cidades pequenas, ou seja, é dinheiro que não acaba mais.

É um verdadeiro circo na corte, só que o palhaço do espetáculo quem é? Nós, ao ler que damas dessa classe abastada e nobre, compram bolsas e sapatos a preços de nossas carroças populares que 47% do valor desses veículos são impostos, não é de rir até cair nossos narizes de palhaço é claro. Nada contra usar grifes desde que sejam compradas com o suor de seu rosto, bíblico!

A pompa não acaba aí, no picadeiro aristocrático os banquetes regados com vinhos finíssimos, caviar e iguarias. Li uma notícia outro dia que em uma nota fiscal de pescados para um jantar no palácio tinha 900 quilos de camarão, imaginem quase uma tonelada, coisa que nós do baixo clero nunca, jamais vamos experimentar com regalo. Ora, pois não somos nobres, nem de nascimento, muito menos por herança.

Os aristocratas deveriam honrar a linhagem, nunca mentir ou omitir suas contas em paraísos fiscais, contas suas e dinheiro nosso. Puxa! Como eu gostaria que aquela fábula do Pinóquio fosse de verdade, já imaginou nossos nobres encenando os seus espetáculos nos picadeiros aristocráticos, e seus narizes crescendo? Seria muito bom ver suas caras de palhaços engravatados serem descobertos em suas mentiras deslavadas.

Bom! Vamos assistir aos espetáculos mudar pouco ou quase nenhum personagem, a não ser que a cada quatro anos nós os bobos da corte, podemos com a arma que temos que é o voto, trocar um pouco os nobres palhaços dos picadeiros aristocráticos.

A única coisa que nos deixa um pouquinho conformados é o fato de não ser privilégio apenas nosso, vejam lá em terras de Tio Sam, tem um querendo entrar para o picadeiro e ainda grita ao mundo que irá cercar seu picadeiro, opa! Desculpa seu país, bem, pelo menos esse já está acostumado aos regalos que o dinheiro proporciona, visto que é de uma linhagem de milionário nobre.

Hoje tem marmelada? Tem sim senhor! Caviar, vinhos, camarões aos borbotões, e lindíssimas roupas, bolsas, sapatos e jóias.

E o palhaço o que é? É ladrão de…

Nossa quase esqueci! Isso é uma obra de ficção, qualquer semelhança com fatos ou pessoas, digamos não passam de mera coincidência.

Vai que você meu caro leitor acredite que possa existir tanta canalhice, terá pesadelos!

 

Sônyah Moreira – sonyah.moreira@gmail.com




Itapetininga retoma Festival de Teatro após 14 anos

VI Festi acontecerá entre os dias 9 e 14 de outubro

A Secretaria de Cultura e Turismo em parceria com o Grupo Teatral Tapanaraca retomam o Festival de Teatro de Itapetininga – Festi. O evento será entre os dias 9 e 14 de outubro, com apresentações gratuitas todas as noites, a partir das 20h, no Centro Cultural e Histórico ‘Brasílio Ayres de Aguirre’.

O secretário de Cultura e Turismo de Itapetininga, Mauricio Hermann, fala da importância em apoiar um evento como este. “É muito importante essa parceria entre o Poder Público e os grupos de teatro da cidade. A ideia é fazer do Centro Cultural um espaço democrático para toda a comunidade”. Hermann ainda diz que o objetivo do VI Festi é valorizar e fortalecer o teatro regional, além de estimular a cidade a presenciar um evento cultural

Fábio Jurera, diretor do Tapanaraca e idealizador da retomada do projeto, lembra que desde 1994 aconteciam festivais de teatro esporadicamente, mas há mais de dez anos eles não ocorrem mais. “O festival já existia, mas o formato é novo, algo inédito na cidade. Apesar disso, temos a ideia da continuidade”, explica.

De acordo com Jurera, a seleção dos espetáculos foi feita levando-se em conta a identidade teatral e grupos que tinham trabalho a mostrar. O VI Festi também contará com três jurados muito bem conceituados, com um olhar técnico e estético e muitos anos de experiência.

As cinco peças inscritas receberão premiações nas categorias de melhor ator/atriz coadjuvante, ator/atriz revelação, melhor maquiagem, figurino, iluminação, sonoplastia, direção e melhor espetáculo. Além disso, os atores   egrupos receberão prêmios especiais.

A cerimonia de premiação será na sexta-feira, às 20h, iniciando-se com a apresentação de encerramento. O Festi terá sua identidade na premiação. “O troféu será em formato de ferradura, em referência à tradição tropeira da cidade”, conta Fábio.

Conheça os espetáculos que participarão do VI Festi:

Manifesto do Subconsciente – Cia Studio 8 Encena (Itapevi)

O Pequeno Príncipe –  Quatro Cantos (Quadra)

Vestido de Chita – Grupo Engenhoca Teatral (Sorocaba)

Malévola de Oz – Grupo Estrelas da Imaginação (São José dos Campos)

A Velha Amorosa –  Cia das Bocas/Cia Ai dos Dois (São José do Rio Preto)

Festejo

Paralelamente ao Festi, acontecerá o Festival Jovem – Festejo, voltado para os estudantes. Os cinco espetáculos serão à tarde, às 15h.

Conheça o currículo dos jurados do VI Festi

Solange Zacarias: Professora de língua portuguesa e literatura, pós graduada em Pedagogia da Dança e do Teatro. Trabalha com artes cênicas desde 1993, assinando seus textos e encenações como Solange Rivas, totalizando 55 trabalhos de dramaturgia. É diretora da Companhia de Teatro Chafariz, de Botucatu, encenando em Botucatu, Lençóis Paulista, Bauru, São José do Rio Preto, São Paulo, Fortaleza e Florianópolis. Tem 4 textos teatrais premiados pela Secretaria do Estado de São Paulo, 3 distinções da Câmara Municipal de Botucatu e é membro da Academia Botucatuense de Letras. Recebeu prêmios de Revelação, pelo texto Exercício de Existir, no II FETUSC-Bauru 2009 e Melhor Direção pela peça Malasarteando, no III FETUSC 2010.

Rildo Goulart: Ator, diretor, maquiador, cenógrafo, figurinista e dramaturgo. Mestre em Artes Cênicas pela USP, professor-mestre em Artes Cênicas na Universidade de Rio Preto (Unirp), diretor do grupo de teatro da Unirp, trabalhou como coordenador de teatro no Projeto Tanabi Cultural e foi modelo comercial na empresa Woga Produções.

Marco Gaffieri: encenador, ator, arte educador, psicólogo e terapeuta corporal. Possui pós-graduação em Pedagogia do Teatro e da Dança pela Universidade Sagrado Coração (Bauru). Fundou em 1982 a Titius Cia de Teatro, que trabalhou e educou diversos jovens em vários campos de atuação no teatro, em Bauru e São Paulo. Lecionou e encenou diversas peças teatrais no Curso Livre de Paulo Neves em Bauru. Atuou profissionalmente em espetáculos em São Paulo, Rio de Janeiro e Paris (França). Também participou em uma novela do SBT e nos últimos anos tem se dedicado ao cinema, atuando em um longa, um média e nove curtas-metragens. É pesquisador nas linguagens cênicas e do efeito terapêutico dessas nos jovens, participando de mesas redondas e como jurados nos festivais FENATIB de Blumenau-SC, FETUSC, de Bauru entre outros.

O Centro Cultural fica no Largo dos Amores, s/n. Telefone 3273-4523.




Escritora Samanta Holtz lança livro amanhã em Sorocaba

samanta-holtz-2-1-copyAutora foi destaque na última Bienal do Livro de São Paulo

 

quando-o-amor-bater-a-sua-porta-capaA escritora Samanta Holtz lança o livro “Quando o Amor Bater à Sua Porta” (ed. Arqueiro, 304 pá., R$ 34,90) e participa de um bate-papo com o público. O evento é amanhã (8), às 19h, na Livrarias Curitiba do Shopping Cidade Sorocaba [av. Itavuvu, 3365, tel. 15-3333-0550, Sorocaba-SP]. A entrada é franca.

 

Na última edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, a autora foi uma das campeãs de vendas da editora Arqueiro. O jeito descontraído de falar com o público e o enredo atraente foram os grandes motivos do sucesso.

 

Temática

No enredo, Malu Rocha é uma escritora de 29 anos independente, confiante e bem-sucedida. Mora sozinha em São José dos Pinhais, perto de Curitiba, onde mantém uma rotina regrada de pedalar todas as manhãs, escrever e, semanalmente, visitar o avô de 98 anos em uma casa de repouso.

 

Porém sua vida toda controlada sai do eixo quando um homem bate à sua porta e se apresenta como Luiz Otávio Veronezzi, dizendo ter perdido uma reunião marcada com ela. Malu não se lembra do compromisso e sua primeira reação é dispensá-lo. Mas o belo desconhecido insiste, explicando que sofreu um acidente de carro, ficou em coma e perdeu a memória, assim como seus documentos. As únicas coisas que restaram foram um pouco de dinheiro e um papel com o nome e o endereço de Malu, o nome dele e a data da reunião.

 

Luiz confessa que a escritora era sua última esperança para descobrir a própria identidade. O problema é que ela não tem a menor ideia de quem ele seja. Desconfiada, mas sentindo-se responsável pelo acontecido, Malu decide ajudá-lo e embarca em uma jornada para descobrir quem ele é – o que acaba trazendo à tona muitos fatos sobre si mesma, seus medos e segredos mais bem guardados, além de um passado que preferia esquecer.

 

A bela narrativa e a trama que prende do começo ao fim nos convidam a acompanhar Malu e Luiz nessa busca que se transforma em uma história de amor de tirar o fôlego.

 

Perfil

Desde pequena, Samanta era apaixonada pelas letras. Teve a infância dividida entre livros e histórias contadas pelos pais e pelo avô Paulo, que adorava reunir os netos e incendiar a imaginação deles com historinhas que eles nunca se cansavam de escutar.

 

No entanto, Samanta não se contentava apenas em ouvi-las; tinha tanta curiosidade para entender o significado daqueles conjuntos de letras e palavras que, aos cinco anos, aprendeu a ler sozinha. Foi o que bastou para que começasse a devorar os gibis do Maurício de Sousa, que a mãe nunca deixava faltar em casa. Até que percebeu que não se contentava apenas em ler e, aos sete anos, começou a criar seus próprios personagens e escrever histórias em quadrinhos. Se alguém perguntasse o que ela desejava ser quando crescesse, a resposta estava na ponta da língua: redatora do Maurício de Sousa.

 

Com o passar dos anos, as ideias e inspirações ganharam força e, aos 14, Samanta começou seu primeiro romance. Foi o ponto de partida em suas criações literárias e no sonho de se tornar escritora.

 

Mesmo sendo uma busca tão difícil, Samanta continuou escrevendo e, em 2012, viu seu grande sonho se tornar realidade com a publicação de “O Pássaro” (ed. Novo Século), romance histórico premiado no “Destaques Literários 2012” pelo júri técnico e também na votação do público. A boa aceitação logo abriu espaço para a segunda publicação, que aconteceu em 2013 com o romance “Quero ser Beth Levitt” (ed. Novo Século), o qual teve a primeira edição esgotada em apenas três meses.

 

Foi então que, em 2014, Samanta decidiu dar uma chance ao romance que escreveu na adolescência, o qual se tornou sua terceira obra publicada: “Renascer de um Outono” (ed. Novo Século). Em 2016, Samanta foi contratada por uma das maiores editoras do país, a Editora Sextante, e teve então a publicação do seu quarto romance, “Quando o amor bater à sua porta”, lançado pelo selo editorial Arqueiro.

 

Outras boas surpresas fizeram parte do caminho da autora, como convites para assinar colunas em revistas, participação em antologias, nas quais publicou os contos “A Pianista” e “A Contadora de Histórias”, e novas premiações. Em agosto de 2014, Samanta recebeu um dos prêmios mais significativos não somente para a sua carreira como para a sua pessoa: O Prêmio Anita Garibaldi – Em Defesa dos Direitos da Mulher. Em cerimônia realizada na Câmara de São Paulo, Samanta recebeu o troféu e a nomeação de Escritora Humanitária.

 

Com histórias românticas e cheias de surpresas, Samanta Holtz guia os leitores por uma deliciosa viagem, levando-os dos risos às lágrimas em questão de capítulos. Como dizem seus fãs: prepare o coração… e a caixinha de lenços!

 

Crédito das fotos

Divulgação




Arquivo Público apresenta documentos sobre os primeiros docentes da USP

No dia 29 de setembro, o Arquivo Público do Estado (APESP) e o Arquivo Geral da Universidade de São Paulo (AG-USP) realizaram a Conferência “A história da Universidade de São Paulo e a contratação de seus primeiros docentes – contextualizando documentos”.

 

O evento contou com a presença de estudantes, pesquisadores, docentes e de exalunos que formaram as primeiras turmas da Universidade.

A mesa de abertura da conferência reuniu o coordenador do Arquivo Público, Fernando Padula; o vice-reitor da USP, Vahan Agopyan; a chefe técnica de divisão da AGUSP, Barbara Julia Leitão; a supervisora técnica de gestão documental da AG-USP, Lilian Miranda Bezerra; e Marcelo Dottori, coordenador da Coordenadoria de Administração Geral da USP (CODAGE). Em sua fala, Fernando Padula destacou a importância da “união de instituições como o APESP e a AGUSP com o objetivo de disseminar o conhecimentoe também para atuar junto aos gestores públicos, propondo políticas de gestão documental”.

Entre os palestrantes do evento estava o diretor do Centro de Acervo Permanente do APESP, Marcelo Quintanilha, que
falou sobre as atividades do Centro e a possível trajetória dos três livros que foram localizados pela equipe técnica do
Arquivo durante o trabalho de levantamento de acervo. Para Quintanilha “a trajetória dos documentos é interessante, pois
são documentos de cunho administrativo, que com o passar do tempo, se tornaram monumentos históricos”.
Os três livros ‘redescobertos’ reúnem os contratos de 87 professores, assistentes e técnicos entre 1930 e 1940, e se
encontravam em um fundo de origem privada e desconectados de seu contexto de produção, ou seja, a Secretaria de
Estado da Educação e Saúde Pública.

A supervisora técnica de gestão documental da AG-USP, Lilian Miranda Bezerra, enfatizou que esta documentação preenche
uma lacuna nas pesquisas referentes à origem da Universidade de São Paulo. “A maior parte das pesquisas que recebemos
são em torno desses professores que estão registrados nos livros”, ressaltou Lilian.
Na mesa “O alvorecer da Universidade de São Paulo: memória de ex-alunos”, participaram a Prof.ª Dra. Anita Novinsky, da
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH/USP); o Prof. Dr. Setembrino Petri, do Instituto de Geociências
da Universidade de São Paulo e a Prof.ª Neuza Guerreiro de Carvalho, ambos são ex alunos que participaram dos primeiros
processos de formação da USP. Na ocasião, cada aluno relembrou suas vivências acadêmicas.
No final do evento a professora Ana Maria de Almeida Camargo, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
(FFLCH/USP), ministrou a palestra “Entre Arquivos e Memórias: a história da Universidade de São Paulo”.
Os três livros de registros estão disponíveis para consulta presencial no Arquivo Público, de segunda a sexta-feira, das 9 às
17 horas (pedidos até às 16h).




Clube do Livro de Itapetininga no próximo sábado (08)

Objetivo do encontro é estimular a leitura e a troca de experiências em um debate forma descontraída

A Biblioteca Municipal realizará mais um Clube do Livro. O evento é gratuito e será no próximo sábado, dia 8, às 15h. O título escolhido é ‘Eu Sou Malala, de Malala Yousafzai e Christina Lamb’. O debate será mediado por Fernanda Gehrke.

A Biblioteca Municipal fica à Rua Dr. Campos Sales, 175, Centro. Telefone 3272-3265.

O objetivo é estimular a leitura, promover a troca de experiências e o debate de forma descontraída. A cada encontro, um título é debatido e outro livro é sugerido para o encontro seguinte. A participação é livre e gratuita, mas, para o melhor andamento do projeto, apenas 20 pessoas poderão participar.

Confira a sinopse de Eu Sou Malala

Eu sou Malala é a história de uma família exilada pelo terrorismo global, da luta pelo direito à educação feminina e dos obstáculos à valorização da mulher em uma sociedade que valoriza filhos homens. O livro acompanha a infância da garota no Paquistão, os primeiros anos de vida escolar, as asperezas da vida numa região marcada pela desigualdade social, as belezas do deserto e as trevas da vida sob o Talibã. Escrito em parceria com a jornalista britânica Christina Lamb, este livro é uma janela para a singularidade poderosa de uma menina cheia de brio e talento, mas também para um universo religioso e cultural cheio de interdições e particularidades, muitas vezes incompreendido pelo Ocidente. “Sentar numa cadeira, ler meus livros rodeada pelos meus amigos é um direito meu”, ela diz numa das últimas passagens do livro. A história de Malala renova a crença na capacidade de uma pessoa de inspirar e modificar o mundo.




Celso Lungaretti: 'O INÍCIO DA RECONSTRUÇÃO DA ESQUERDA'

CELSO LUNGARETTI : ‘NOVA ESQUERDA PRETENDE MOSTRAR SUA FORÇA NESTE SÁBADO’

“Nós, sobreviventes da utopia revolucionária, combatentes na luta por justiça e liberdade em nosso país e dispostos a nunca mais aceitar que aqui se implante uma ditadura, com o objetivo de construir o poder popular e implantar a democracia direta, levamos ao povo brasileiro a proposta de construção da Nova Esquerda, como espaço de integração, articulação e de fortalecimento das forças progressistas e revolucionárias do Brasil.”

Assim se manifesta mais um agrupamento em gestação, neste momento em que várias forças de esquerda redobram esforços para preencherem o vazio aberto pela decadência do PT, que acentuou-se com seu desempenho sofrível nas últimas eleições municipais.

A Nova Esquerda se define como um “espaço político ideologicamente supra e pluripartidário, que tem como objetivo congregar e integrar todos os setores da esquerda brasileira, dos mais diversos partidos progressistas, movimentos sociais, organizações populares, redes e coletivos, para (…) se consolidar como movimento teórico e ideológico de ampla atuação de massa no país em defesa da democracia como valor universal e na construção do socialismo como modelo de desenvolvimento”.

Neste sábado (8) vai promover encontros municipais nos quais será discutida, por três horas, a conjuntura nacional e internacional após as eleições municipais.

Por enquanto, nota-se a intenção de atrair pessoas das mais diversas correntes e tendências da esquerda, desde que não estejam identificadas com as práticas distorcidas da última fase do PT. Torço para que, no processo de discussão por meio da qual aprofundará suas posições, passe a adotar linhas mestras mais definidas e consistentes.
Pois, p. ex., a “democracia como valor universal” nos conduzirá apenas a mais capitalismo – quando o que a esquerda precisa encontrar neste instante, pelo contrário, é o caminho da volta às origens (a luta de classe e a preparação da ruptura revolucionária), sem nenhuma condescendência com uma democracia que serve apenas para mascarar a dominação burguesa e o total avassalamento do poder político ao poder econômico nos dias atuais.
Mais informações podem ser obtidas no blogue da Nova Esquerda ou escrevendo para seu email.

DALTON ROSADO
AOS COMPANHEIROS DA NOVA ESQUERDA

“A crítica não é uma paixão cerebral, mas o cérebro da paixão” (Karl Marx)

O momento que vivemos no Brasil e no mundo representa uma daquelas situações históricas em que um modelo social se exauriu e fermenta soluções transformadoras.

A realidade social e ecológica mundial nos impõe a urgente superação do capitalismo. Mas não basta querermos tal superação e colocarmos a própria vida a serviço de um projeto de transformação que não elimine as causas originais do atual infortúnio social de bilhões de pessoas no planeta. É preciso questionarmos e superarmos todas as categorias capitalistas, para podermos então construir a revolução da emancipação humana.

Qualquer movimento que se disponha a conviver com as categorias capitalistas sem questioná-las é postura infrutífera e destinada ao fracasso, pois nem o próprio capitalismo já o consegue fazer.

É necessário que diuturnamente rejeitemos categorias capitalistas como trabalho abstratovalormercadoriasmercadocapitalpropriedadeestadopolíticapartidos políticosdemocracia e o próprio capital, ainda que sejamos diariamente obrigados a reproduzi-las como forma de sobrevivência, muitas vezes até contribuindo, a contragosto, para os seus fortalecimentos, mas de modo a que essas últimas ações nunca representem bandeiras nossas.

Contestar com nossas ações e movimentos as categorias capitalistas, ao mesmo tempo em que com elas somos obrigados a conviver, certamente é uma das tarefas mais difíceis e revolucionárias a serem executadas, e para isto é necessário conhecer profundamente a essência dos seus mecanismos de mediação e controle de modo a que, involuntariamente, não venhamos a reproduzir aquilo que julgamos combater.

A esquerda marxista mais devotada e sincera à causa revolucionária sucumbiu exatamente por não ter compreendido o próprio Karl Marx, e disto se aproveitaram muitos dos seus dirigentes por comodidade ou apego ao poder.

Neste sentido é que considero imperativa a crítica aos conceitos e modos que formatam os postulados iniciais de criação dessa frente de luta que tenta juntar, no mesmo espaço, concepções absolutamente diferentes e divergentes nas ações de superação do capitalismo que já no curto prazo evidenciar-se-ão como insuperáveis.

Ademais, postulações voluntariosas incorretas já demonstraram historicamente que estão fadadas ao fracasso, e nós não podemos mais drenar energia em esforços infrutíferos.

A emancipação da humanidade é ao mesmo tempo uma tarefa urgente e paciente e essa paciência não significa acomodamento, mas, ao contrário exige esforços bem direcionados por consciência superior sobre o que fazer.

SOBRE A QUESTÃO DA PRODUÇÃO E DA

ORGANIZAÇÃO SOCIAL QUE SE PRETENDE ADOTAR

Tanto as sociedades antigas como as atuais têm na forma de produção e apropriação dos bens e serviços indispensáveis à vida a sua definição de propriedade e de organização social. Cada vez que se modificam as formas e conteúdo dessa produção alteram-se as formas de propriedade e de organização social.

A ebulição do momento que vivemos decorre do fato de que as forças de produção evoluíram de tal forma com o domínio de ciência tecnológica aplicada à produção que o móvel da mediação social – dinheiro e mercadorias – produzidos a partir do trabalho abstrato perdeu a sua funcionalidade (e, como consequência, o capital perde substância).

Diante disto, é de se perguntar como a Nova Esquerda se posiciona diante da questão do desemprego estrutural? Propõe a abolição do trabalho abstrato ou reivindica mais trabalho abstrato?

Abolindo o trabalho abstrato, como propõe que se processe a produção?

Não abolindo o trabalho abstrato, mantém os fundamentos capitalistas?

Qualquer resposta a esta indagação implica uma alteração profunda do encaminhamento da revolução, se quisermos chamar de revolução a tarefa de emancipação social.

 

SOBRE A QUESTÃO DA CIDADANIA, DO ESTADO E SUAS 

INSTITUIÇÕES, DA POLÍTICA E SEUS PARTIDOS, 

DA DEMOCRACIA E OUTROS CONCEITOS.

A política, os partidos políticos a ela inerentes e a democracia são categorias capitalistas no espectro do arcabouço institucional de acesso ao Estado moderno, sua invenção dependente. Assim, qualquer movimento que se proponha verdadeiramente revolucionário, no sentido da superação completa do capitalismo, terá de negar tais categorias. E é aí que mora o problema: como comportar na frente ampla de esquerda tais categorias, ao invés de negá-las?

Uma sociedade emancipada não pode existir a partir de tais postulados e categorias, ainda que se admitam as suas existências transitoriamente, pois o uso do cachimbo entorta a boca. A história do fim justificando os meios, tão comum à trajetória da esquerda, não pode se coadunar como uma concepção de luta que se proponha como nova.

Não é possível concebermos “democracia como valor universal”, posto que a organização popular no sentido do provimento das suas necessidades de existências materiais e sentimentais não se confunde com o conceito moderno de democracia; e menos ainda com o conceito semântico grego de democracia, nascido justamente no momento (2.700 a.C.) em que se entronizou o dinheiro como mediação social e se criaram as cidades-estado como forma política (a palavra política deriva da polis grega).

A cidadania é um conceito que transforma o indivíduo social em uma peça da estrutura do Estado capitalista, seu opressor, que por ele, cidadão, é sustentado. Assim, o conceito de revolução cidadã, que a Nova Esquerda tomou emprestado do presidente equatoriano Rafael Correa, é semantica e revolucionariamente equivocado.

Reivindicação como “patriótico”, contida nos seus documentos, inclui implicitamente a ideia do nacionalismo militar xenófobo capitalista, da mesma forma que o combate ao sionismo e ao anti-sionismo são conceitos que derivam de uma mesma absurda concepção para quem se propõe ao contraponto às bandeiras equivocadas da direita e da esquerda tradicional.

A plataforma de luta da Nova Esquerda é reformista e, portanto, anti-revolucionária. Proposições como:

– reforma política (que admite implicitamente a existência da política);

– reforma institucional, orgânica e administrativa nos três poderes (que admite a existência dos poderes do estado);

– reforma agrária no campo (bandeira capitalista por excelência, pois admite implicitamente a propriedade da terra);

– reforma sindical (que, admitindo sindicatos e trabalhadores, como consequência avaliza o trabalho abstrato, fonte original do capitalismo);

– criação do fundo popular dos movimentos sociais (que implica a conservação e existência de reservas em dinheiro, principal categoria capitalista);

– redivisão territorial do país (que implica a existência de estados-membros e do próprio Estado);

– redução de 50% do número de parlamentares (que implica a conservação do parlamento e da existência dos parlamentares e políticos);

– intensificação das relações políticas e comerciais com a América latina e seus organismos (que admite, implicitamente, o comércio internacional e a produção de mercadorias).

Francamente, com tais postulados reformistas e ingênuos, a nova esquerda, que se reivindica revolucionária, constituir-se-á como uma heterogeneidade de pensamentos e postulações atrasadas que muito cedo se evidenciarão como inconciliáveis e irremediavelmente destinadas ao fracasso.

A nova esquerda, antes mesmo de nascer, já é velha, ou natimorta.

CELSO LUNGARETTI
LINHAS MESTRAS PARA A ESQUERDA PÓS-PT

Lançamento do movimento Mais, no final de julho.

Se ainda havia dúvidas quanto ao fato de o Partido dos Trabalhadores ter-se descredenciado para o papel de força hegemônica da esquerda brasileira, as últimas eleições municipais as dissiparam. A derrota acachapante provou que a narrativa do golpe não convenceu a opinião pública nem levou o eleitorado a absolver o PT. Pelo contrário, a condenação foi inequívoca.

Emblematicamente, um dos agrupamentos que se propõem a ocupar o vazio deixado pelo PT marcou para este sábado (8) encontros municipais que pretende realizar em várias cidades: a Nova Esquerda.

No final de julho, já fora fundado o Mais – Movimento por uma Alternativa Independente e Socialista (vide aqui). Iniciativas semelhantes pipocam pelo País.

Sentindo-me um pouco como pai dessas crianças, encaro com simpatia todas as tentativas de recolocar a esquerda nos trilhos.

Foi no terceiro trimestre de 2014 que me dei conta, simultaneamente, da iminência de uma grave crise econômica e do esgotamento do papel positivo do PT, que já não era capaz de formular propostas que empolgassem os explorados, apontando-lhes objetivos e direcionando suas lutas. Em desespero de causa, tentava sobreviver à custa da satanização dos adversários e do mais primário e falacioso alarmismo, já não mais pretendendo ser o melhor partido, mas sim martelando que “os outros são piores”.

 
Nova Esquerda inicia sua trajetória

Percebi que a decadência do PT era irreversível e que a recessão vindoura criaria um caldo de cultura muito perigoso, pois poderia até propiciar um golpe como o de 1964, mergulhando o país numa nova ditadura.

Hoje admito ter superestimado a força que ainda restava ao partido.

Conseguiu reeleger Dilma Rousseff na bacia das almas, à custa do pior estelionato eleitoral até hoje cometido num pleito presidencial em nosso país, mas foi praticamente destruído pela insistência em tentar corrigir os erros até então cometidos na condução da política econômica rendendo-se incondicionalmente ao inimigo.

Como eu também alertara, caiu na mesma armadilha de João Goulart: governo de esquerda que encampa o receituário econômico da direita acaba não conquistando a confiança do grande capital nem convencendo suas próprias hostes, que passam a alvejá-lo com um desmoralizante fogo amigo. Resultado: bastou um piparote do Congresso para encerrar o segundo mandato de Dilma. Caiu de podre.

O QUE FAZER?

Agora, só nos resta juntarmos os cacos, começando de novo a empurrar a pedra para o topo da montanha.

Após o fiasco no pleito municipal, salta aos olhos que não adianta continuarmos questionando a legalidade do Governo Temer, pois ele já se consolidou.

Nem combatermos furiosamente suas propostas, antes mesmo de implantadas, pois é o outro lado que detém o poder de mídia e nos apresentará como inimigos do Brasil, sabotadores da recuperação do país (a ditadura militar utilizou amplamente tal lengalenga e a maioria da população engoliu a patranha, pelo menos até o milagre econômico começar a fazer água).

Em vez de darmos murros em ponta de faca numa conjuntura que nos é desfavorável, temos mais é de limparmos e reformarmos nossa casa, reagrupando-nos, fazendo rigorosa autocrítica dos erros cometidos, discutindo o que deve ser mudado, atualizando estratégias e táticas, depurando nossas fileiras (quem utilizou a causa para obter benefícios pessoais de forma ilícita não pode nelas permanecer, caso contrário o povo jamais voltará a acreditar em nós), criando novas forças, dando oportunidade à afirmação de outras lideranças, etc.

Não será num passe de mágica que vão surgir movimentos com propostas totalmente satisfatórias e incontroversas, há um caminho a percorrermos até tal estágio ser atingido. Até lá, convém sermos tolerantes com algumas inconsistências e impropriedades, na esperança de que sejam corrigidas adiante (vale, contudo, criticá-las francamente, como fez o Dalton Rosado, pois este é o momento em que tudo deve ser colocado em xeque, questionado e discutido).

Quanto às linhas mestras para nossa atuação neste novo momento das lutas sociais, a minha visão é de que:

  • ruíram as ilusões reformistas, não fazendo mais sentido acreditarmos que o capitalismo possa ser maquilado ou humanizado (ou seja, contentarmo-nos em dele arrancar pequenas concessões, que acabam sendo esvaziadas num momento posterior, como hoje ocorre com a volta da nova classe de remediados à velha pindaíba);
  • ruíram as ilusões eleitorais, não compensando mais coonestarmos uma democracia flagrantemente a serviço da classe dominante mediante nossa participação no Executivo e Legislativo, pois o poder político hoje não passa de um patético fantoche do poder econômico;
  • o foco principal de nossa atuação tem de voltar a ser a sociedade, com empenho total em recuperarmos as ruas, pois a praça que é do povo como o céu e do condor (Castro Alves) não tem nada a ver com a Praça dos Três Poderes;
  • temos de travar de novo as lutas do povo ao lado do povo, pois é assim que acumularemos força para voos maiores, evitando a violência que só dará pretextos para nossa criminalização e deixando sempre claro que todas as vitórias obtidas sob o capitalismo são transitórias e a solução definitiva só virá quando o primado da competição canibalesca e da ganância desenfreada der lugar à livre cooperação dos homens em prol do bem comum.



Circuito Sescoop/SP de Cultura apresenta peça de teatro em Itapetininga

O espetáculo, realizado em parceria com as cooperativas Sicoob Crediceripa, Sicoob CRED ACI e Unimed Itapetininga, conta a divertida história de dois palhaços

 A cidade de Itapetininga recebe, no dia 9 de outubro, a peça “Reprise”, atividade que integra o Circuito Sescoop/SP de Cultura e é apoiada pelas cooperativas locais Sicoob Crediceripa, Sicoob CRED ACI e Unimed Itapetininga.

Criado por Domingos Montagner e Fernando Sampaio, a peça “Reprise” da CIA La Mínima tem o objetivo de pesquisar o repertório clássico do universo dos palhaços para adaptá-lo e aplicá-lo a diversos suportes dramatúrgicos.

De acordo com o analista do núcleo de projetos culturais do Sescoop/SP, Paulo Belchior, o Circuito Sescoop/SP de Cultura promove a inserção cultural de cooperados e familiares, bem como da comunidade onde as cooperativas estão inseridas. “Oferecemos produtos culturais de todas as linguagens artísticas e lazer criativo de qualidade, favorecendo a democratização do acesso e a circulação e difusão de produtos culturais”, explica.

Para assistir ao espetáculo, deverão ser feitas doações de 1 litro de leite longa vida, que serão revertidas para o Lar das Meninas e Semeia do município. A expectativa é que o espetáculo reúna um público de cerca de 300 pessoas.

A peça
A peça “Reprise” retrata a história de dois palhaços que, ao chegarem para a apresentação individual de seus espetáculos, descobrem que foram contratados pela mesma pessoa para se apresentarem no mesmo local e no mesmo horário. Depois de infrutíferas tentativas de provar um ao outro sua prioridade no picadeiro, resolvem tomar uma decisão conjunta: por honra de seu fiel público, realizarão este trabalho juntos. No decorrer do show, descobrem que unidos seus talentos se multiplicam, e encontram nessa dinâmica uma maneira oportuna de renovar seu repertório.

Confira mais informações sobre o Circuito Sescoop/SP de Cultura no site: http://www.sescoopsp.org.br/circuitosescoopsp/

Serviço:
Circuito Sescoop/SP de Cultura – Itapetininga
Peça: Reprise
Grupo: La Mínima
Local: Clube Venâncio Ayres
Endereço: Rua Doutor Júlio Prestes, 752 – Centro
Data: 9/10
Horário: 19h
Ingressos solidários: Deverão ser feitas doações de 1 litro de leite longa vida, que serão revertidas para o Lar das Meninas e Semeia do município.

Postos de troca: Unimed Itapetininga – Rua General Carneiro, 211 Centro – Itapetininga SP/ Sicoob Crediceripa – Rua Quintino Bocaíuva, n° 890 Centro – Itapetininga SP/ Sicoob Cred ACI – Rua Major Fonseca 75 – Sala 1 Centro – Itapetininga SP
Realização: Sescoop/SP em parceria com as cooperativas Sicoob Crediceripa, Sicoob CRED ACI e Unimed Itapetininga
Agenda Circuito: http://www.sescoopsp.org.br/circuitosescoopsp/

Sobre o Circuito
O Circuito Sescoop/SP de Cultura é uma iniciativa do Serviço de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/SP) em parceria com as cooperativas paulistas. É resultado da profissionalização e das experiências adquiridas em mais de 15 anos de iniciativas desenvolvidas nos programas que o antecederam: Mosaico Teatral, Mosaico na Estrada e Mosaico Jovem, entre outros. Ao longo desse tempo, mais de 650 ações culturais foram realizadas, beneficiando 576 mil pessoas em 110 cidades paulistas.

O programa nasce com a proposta de diversificar a programação e agradar os públicos mais variados, com opções de teatro, música, dança e cinema, entre outras atrações. A programação também aborda o cooperativismo e a cooperação de forma lúdica e didática e contribui para a formação de novos públicos. O Circuito estimula ainda o exercício da solidariedade, com campanhas sociais em apoio a instituições beneficentes.

INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA
Empresa: SESCOOP
Site: www.sescoopsp.org.br/
Trama Comunicação – Tel: (11) 3388-3040 – www.tramaweb.com.br
Atendimento à imprensa
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Sobre a Trama
Há 20 anos, a Trama Comunicação desenvolve e executa estratégias diferenciadas de relacionamento e comunicação para empresas e instituições de diversas áreas com foco em tecnologia, educação, inovação e sustentabilidade. Foi uma das agências pioneiras em oferecer e administrar a sala de imprensa das organizações na Internet e postar diariamente releases com informações a respeito dos clientes atendidos, baseada no conceito de comunicação interativa. Preparada para atender marcas com presença na América Latina, possui sede em São Paulo e escritório em Buenos Aires, além de operar internacionalmente por meio de parcerias com agências locais. Entre os serviços oferecidos estão: auditoria de imagem e opinião, assessoria de imprensa, clipping digital, comunicação interna, PR Digital, comunicação interativa (mídia social, blog corporativo, twitter, podcast, videocast, release 2.0, sala de imprensa interativa), organização de eventos, gestão de crises, media training, planejamento estratégico de comunicação, publicações corporativas, conteúdo para website e relações públicas.