Genealogia: Afrânio Mello atende leitores e publica informações sobre as familias SIQUEIRA, CAMPOS e RODRIGUES

Afrâio Mello
Afrâio Mello

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 807.808 e 809.

 

Prezado Ezequias, boa tarde.

Atendendo sua solicitação via Rol-Jornal On Line, anexo os arquivos solicitados.

Sequeira/Siqueira…  11 páginas e 1 brasão ;

Campos………………   12 páginas e 11 brasões e

Rodrigues……………   22 páginas e 15 brasões.

 

Você está recebendo nada menos que 45 páginas e 27 brasões relacionados aos seus sobrenomes.

Um bom arquivo e servirá para suas pesquisas.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

 

Abaixo um pequeno resumo de cada arquivo.

 

clip_image002  Sequeira

sobrenome de raízes toponímicas, ignora-se de qual das terras e vilas desta designação terá provindo. A família que o adotou por apelido será de origem ainda medieval, mesmo se não levar em consideração tudo o que sobre ela dizem certos genealogistas.

Um ramo dos Sequeiras, proveniente de Dom Frei Fernão Roiz de Sequeira, usou chamar-se de Sequeira Freire ou Freire de Sequeira, pretendendo-se que isso derivava do fato de serem eles remotos descendentes de uma avó Andrade.

É, no entanto, bastante mais provável que aquele Freire proviesse da profissão religiosa de D. Frei Fernão, que sucedeu a D. João I no mestrado de Ordem de Avis.

É também erro óbvio escrever-se Siqueira, visto que sempre os documentos referiram esta família como Sequeira, o que aliás está de acordo com as raízes etimológicas do termo.

Sobrenome de origem geográfica (Antenor Nascentes, II, 382). Palavra derivada de “sequeiro“, seco, falta de água (Anuário Genealógico Latino, IV, 29). Procede esta família de D. Arnaldo de Baião [do ano de 983], da Gasconha [França], que morreu de uma seta no cerco de Viseu. Progenitor também dos Azevedo. Seu sétimo neto Gonçalo Anes Redondo, 2.º vez??, casou-se com Urraca Fernandes, que lhe levou em dote a quinta de Sequeira, situada na freguesia de Santa Maria de Sequeira, no termo de Barcelos, donde seus descendentes tomaram o sobrenome e fizeram solar (Anuário Genealógica Latino, I, 87). Registra-se D. Martinho Anaya, filho de D. Anião da Estrada, que foi cavaleiro principal no reinado de D. Afonso Henriques, fal. em 1185, 1.º rei de Portugal. Foi senhor de Góis e da Honra de Sequeira (Anuário Genealógica Brasileiro, VI, 312). Linha de Degredo: Registra-se, no Auto-de-fé celebrado no Terreiro do Paço de Lisboa, a 21.06.1671, a condenação de três (3) anos de degredo para o Brasil, de Beatriz Sequeira, «cristã-nova», solteira, natural de Lisboa, onde morava. Filha de Simão Henriques. Cristãos Novos: Sobrenome também adotado por judeus, desde o batismo forçado à religião Cristã, a partir de 1497 [Raízes Judaicas, 367]. Heráldica: I – um escudo em campo azul, com 5 vieiras de ouro. Timbre: quatro penachos de azul, guarnecidos de ouro reunidos em ponta e rematados por uma vieira do escudo (Armando de Mattos – Brasonário de Portugal, II, 125); II – Francisco de Sequeira – Brasão de Armas datado de 23.01.1592: as armas dos Sequeiras. Diferença: um cardo de prata florido de vermelho.

Siqueira : Variante de Sequeira. Documenta-se a forma Syqueira desde o século XVI (Antenor Nascentes, II, 284). No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a família de Ascenço de Siqueira [c.1630, Coimbra – 1688, RJ], muito pobre, que deixou descendência do seu cas., c.1657, com Antônia de Souza, nat. do bisp. do Rio (Rheingantz, III, 157). Rheingantz registra mais 14 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro. Na região norte do Estado do Rio de Janeiro, cabe mencionar a família do Capitão Antônio José de Siqueira, que deixou geração do seu cas., com Antônia Rita Fortunata da Conceição. Entre os descendentes deste casal, registram-se: I – o filho, Luiz Antônio de Siqueira [1796, Campos, RJ – 04.12.1879, ídem], fazendeiro. Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial. Coronel da Guarda nacional. Fazendeiro. Agraciado com a Ordem de Cristo e com a Ordem da Rosa. Foi agraciado, sucessivamente, com os títulos de barão de Itabapoana [Dec. 02.12.1854], barão com as honras de grandeza de Itabapoana [Dec. 21.01.1867] e Visconde com as honras de grandeza de Itabapoana [24.03.1876]. Teve mercê da Carta de Brasão de Armas – detalhes adiante. Não deixou sucessão do seu cas., com sua sobrinha, Antônia da Conceição Tinoco de Siqueira [- 29.03.1861], baronesa de Itabapoana – citada adiante. Deixou a Fazenda do Outeiro às suas outras sobrinhas Raquel Edwiges de Matos (casada com o dr. José Vieira de Matos) e Carolina Amália de Siqueira Tinoco (viúva de José Ferreira Tinoco); II – a filha, Ana Edwiges da Conceição, irmã do anterior, que deixou geração do seu cas. com o Cap. José Ferreira Tinoco; III – a neta, Antônia da Conceição Tinoco de Siqueira [- 29.03.1861], filha da anterior, que, por seu casamento com seu tio [item I], da mesma família Siqueira, tornou-se a baronesa de Itabapoana.

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clip_image002[3]   clip_image004   Campos

sobrenome de raiz naturalmente toponímica, Campo e Campos é um único sobrenome se bem com a variante do plural. Uma das famílias que o adotaram por sobrenome é de origem espanhola, tendo passado a Portugal um ramo em finais do séc. XIV, aqui se ligando por casamento a famílias de boa e comprovada nobreza. Acima o brasão português e abaixo o espanhol.

 

  • Diversa é a origem portuguesa de Campos, que os genealogistas fazem derivar de Martim de Campos, cavaleiro que foi contemporâneo do rei Dom Afonso III.
  • A Gonçalo Vaz de Campos, escudeiro de Dom Frei Vasco de Ataíde, prior da Ordem do Hospital, concedeu Dom Afonso V, em recompensa pelos serviços prestados na conquista de Alcácer, carta de armas novas.

 

Procede esta família da comarca conhecida na antigüidade com o nome de «Campi Gotorum», que compreendia o que depois se chamou “Terra de Campos”, pertencente às províncias de Palencia, Leão e Valladolid (Espanha). Portugal: o genealogista português Manuel José Felgueiras Gayo [1750-1831], em sua obra Nobiliário das Famílias de Portugal, dedica-se ao estudo desta família, onde apresenta 9 origens para esta família em Portugal, na sua maior parte de origem espanhola. Entre elas, a família de Martim de Campos, que viveu na prov. do Minho, no tempo de D. Afonso III, rei de Portugal, em 1245. Era Senhor do Casal do Cortinal, e quinto avô de Gonçalo Vaz de Campos, escudeiro do prior de Crato, que obteve brasão de armas (Anuário Genealógico Latino, I, 25, 27; e Gayo, Campos, Tomo VIII, § 4, 116). O genealogista, magistrado e escritor, Cristóvão Alão de Moraes [1632-], em sua valiosa obra Pedatura Lusitana-Hispanica, composta em 1667, dedica-se ao estudo desta família [Alão de Moraes – Pedatura, I, 1.º, 353; III, 1.º, 450; 2.º, 390; IV, 2.º, 267]. Galiza: o genealogista Frei José S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra Linajes y Blasones de Galicia, dedica-se ao estudo desta família [Pozo – Linajes de Galícia]. Brasil: Numerosas foram as famílias, que passaram com este sobrenome para diversas partes do Brasil, em várias ocasiões. Não se pode considerar que todos os Campos existentes no Brasil, mesmo procedentes de Portugal, sejam parentes, porque são inúmeras as famílias que adotaram este sobrenome pela simples razão de ser de origem geográfica, ou seja, tirado do lugar de Campos. O mesmo se aplica no campo da heráldica. Jamais se pode considerar que uma Carta de Brasão de Armas de um antigo Campos, se estenda a todos aqueles que apresentam este mesmo sobrenome, porque não possuem a mesma origem. Pode-se exemplificar esta origem totalmente diversa, no caso de São Paulo, cujos detalhes são apresentados adiante.

 

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clip_image002[4]  clip_image004[3]  clip_image005  clip_image006clip_image007  clip_image008  clip_image009Rodrigues, Rodriguez

sobrenome de origem luso-espanhola. Classificado como Patronímico bastante abundante, tanto quanto era o nome próprio Rodrigo ou Rui que o originou nos séculos XIV e XV, inúmeras são as famílas que o adotaram por apelido sem existirem os menores laços de consangüinidade entre elas.

Isso não impede que algumas dentre elas ascendessem à nobreza da fidalguia de cota de armas, o que sucedeu particularmente com três. Teremos assim, e para começar, a que procede de um desconhecido Martim Rodrigues, cujas armas figuram já no Livro do Armeiro-Mor.

Sobrenome de formação patronímica – o filho de Rodrigo (v.s.). Documentou-se as formas Roderiquici [no ano de 1074],rodoriquici [em 1075], rodoriquiz [em 1081], roderiguiz [em 1079], rodorigiz [em 966], rodrigiz [em 1096] e rodriguez, forma espanhola (Antenor Nascentes, II, 264). Patronímicos são apelidos que consistem numa derivação do prenome paterno. No latim ibérico constituiu-se esse tipo de apelido com o sufixo “-ícus” no genitivo, isto é, “-íci”. É quase certo que se trata de um sufixo ibérico “-ko”, indicativo de descendência, com as desinências latinas da 2ª declinação. Assim, por evolução fonética temos no português medieval -ez (escrito -es, porque átono) -iz, -az (escrito -as, quando átono). Por exemplo: Lopes (que vem de Lopo), Fernandes (filho de Fernando) e Perez ou Peres ou Pires (filho de Pero, variante arcaica de Pedro). Portanto Peres (paroxítona/Portugal) e Perez (oxítona/Espanha) têm por significado «Filho de Pedro». Regsitram-se, entre muitas, quatro antigas famílias com este sobrenome, com brasão de armas diferente: I – Martim Rodrigues, Antônio Rodrigues e Paio Rodrigues, obtiveram as mesmas armas; II – Antônio Rodrigues, outro, principal rei de armas Portugal, no tempo de D. Manuel I, rei de Portugal em 1495; III – Paio Rodrigues; e IV – Rodrigues de Varillas (de Salamanca, Espanha). Procede do conde D. Vela, filho de D. Ramiro, fal. em 1094, rei de Aragão. Registra-se, ainda, Diogo Rodrigues das Varillas, que no tempo do rei D. Felipe II, passou a Portugal, onde se casou e seu neto Diogo Rodrigues, em 1629, registrou brasão de armas (Anuário Genealógico Latino, I, 82). Brasil: Assim como os demais patronímicos antigos – Eanes, Fernandes, Henriques, etc. – este sobrenome espalhou-se, desde os primeiros anos de povoamento do Brasil, por todo o seu vasto território. Em São Paulo, entre as mais antigas, registra-se a família de Braz Rodrigues, carpinteiro da ribeira, com geração de seu cas. com Brígida Ramalho – falecidos antes de 1582. Ainda em São Paulo: Diogo Rodrigues [1560, Santo Amaro], Baltazar Rodrigues [1562, S. Paulo], Braz Rodrigues [1579, S. Paulo], Martim Rodrigues Tenório [1589, S. Paulo], Manuel Rodrigues de Gois [1599, S. Paulo] (AM, Piratininga, 165) e Antônio Rodrigues de Alvarenga [c.1555, Lamego – 1614, SP], de quem também descendem os Alvarengas (v.s.), de São Paulo. Ainda, em São Paulo, registra-se os descendentes de Pedro Rodrigues, que deixou geração do seu cas., por volta de 1899, com Palmira Dumont, filha de Gustavo Dumont. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – o filho, José Rodrigue [26.08.1902 – 31.01.1961], que deixou geração do seu cas. com Yolanda Negrini [1910-1992], integrante da família Negrini (v.s.), de São Paulo; II – a neta, Neide Negrino Rodrigues, filha da anterior. Casada na família Gomes. Ainda em São Paulo, registra-se, entre muitas, a família de Fortunato José Rodrigues [05.04.1895 – 09.04.1971], estabelecido em Itapeva. Residiu na zona rural do Bairro do Colégio no distrito de Itapeva. Com geração do seu cas. com Maximiana Francisca de Oliveira [25.04.1901, Itapeva, SP – 12.10.1988]. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – o filho, José Rodrigues da Cruz [14.11.1922, Itapeva, SP -], que, ainda religioso, setrviu como capelão dos antigos terços cantado de Itapeva. Mestre da tradicional dança de São Gomçalo, a qual aprendeu com seu pai. Deixou geração [nove filhos] do seu cas. com sua prima legítima Ana Joaquina de Oliveira [13.05.1926, Itapeva, SP -], filha de Joaquim Alves da Rocha [18.09.1882, Itapeva, SP – 09.12.1947] e de Maria Joaquina de Oliveira [03.07.1894 – 22.05.1963], irmã de Maximiana Francisca de Oliveira, citada no item I; II – a neta, Marili Oliveira Cruz, filha do anterior; III – a neta, Matilde de Oliveira Cruz, irmã do anterior; IV – o neto, José Hipólito de Oliveira Cruz [13.08.1962, Itapeva, SP-], irmão da anterior. Uma das mais antigas famílias com este sobrenome, no Brasil, tem origem indígena – detalhes adiante. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, cabe mencionar a de Manuel Rodrigues de Alvarenga [c.1605- ?], que deixou geração do seu cas., c.1635, com Barbara de Andrade (Rheingantz, III, 123). Rheingantz registra mais 9 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro.

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Em 21 de setembro de 2016 17:28, ihggitapetininga@gmail.com <ihggitapetininga@gmail.com> escreveu:
A seguinte mensagem foi enviada a partir do portal IHGGI:

Nome: Ezequias

Email: ezequias_reis@yahoo.com.br

Telefone de contato:

Assunto da mensagem: historia da familia siqueira camos

Mensagem: algum tempo atras achei a história da familia da minha Bisavó Emilia de Campos casada com Franscisco Rodriguês
mas nao consegui mais acessar. se puder me ajudar




O escritor Élcio Mário lançará novo livro em Sorocaba dia 16

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CONVITE DO AUTOR

 

 

É com a máxima alegria que convidamos os leitores do ROL para o lançamento da nova publicação: “BEM-TE-VI: na terra rasgada, a vida plantada!

Trata-se de uma homenagem à hospitaleira cidade de Sorocaba/SP através da ave aqui sugerida para ser seu símbolo.

Esta produção conta com o prefácio do poeta Glauco D’Elia Branco – Vaqueano, falecido neste ano. A ele, também dedicamos a obra.

Com valor promocional de lançamento = R$ 10,00 (dez reais), festejamos a terra que conheceu a Agricultura pelo primeiro vaqueano.

Nossa festa literária acontecerá em: 16/10/2016, domingo, às 16h00.

Local: Estúdio Cultural LEXMEDIARE – rua Cesarino de Barros, 156, (antiga rua 19), Bairro Júlio de Mesquita Filho, Sorocaba/SP.

 

ÉLCIO MÁRIO PINTO
03/10/2016



Sônyah Moreira: 'Fundo do baú…"

Fundo do baú…

 

Sonia Moreira
Sonia Moreira

Baú de lembranças, isso mesmo saudades, do que? Nossa de tantas coisas, mais vamos nos lembrar de algumas, pra começar, quando a gente não tinha celular, lembra? A gente avisava exatamente onde estaríamos caso houvesse a necessidade de nos encontrar, é e ninguém morria engraçado isso. Vamos lá! Como funcionava essa coisa de sair sem esse dispositivo eletrônico, que é de uma utilidade impressionante, obviamente se bem usado, eu não sei se de uma maneira geral algumas pessoas sobreviveria sem isso hoje. Nossa  as pessoas não se falam mais, veja, aquela conversa olho no olho, ou escrever uma carta de amor com uma poesia, é tudo mensagem pela internet, e quanto tempo o celular se popularizou? Vejamos! No mundo há exatos 30 anos, em terras tupiniquins, na década de 90, e só era pra conversar fora de casa, ou do escritório, de tamanho enorme, era chique ter um celular, reservado apenas para quem se cadastrava para entrar em uma fila, pagar uma conta alta, e detalhe sem praticamente usar, a bateria durava apenas 2 horas. O distinto vovô dos celulares atuais pesava quase meio quilo, exatos 348 gramas, era muito grande. Mais a saudade vai longe. Lembrando de mais coisas que não tínhamos, a gente pergunta como nós sobrevivemos? Se voltarmos mais alguns anos, para ouvir música, só na vitrola disco de vinil, epa! Esse aí ta voltando, é que agora descobriram que o som é melhor do que dos CDs, bom se ouvir com coração nostálgico, é sim, e as fitas cassetes, televisão colorida só apareceu por aqui na década de 70, tirarmos fotografia com uma Polaroid, nossa que luxo! Sabe aquela que saia a foto na horinha? Que moderno e rápido pra ver o resultado, e se você saiu bem na foto! Hoje, fotografa e em segundos ta nas redes sociais quase imediatamente, os chamados “Selfies” modernidade e chato pra caramba! A saudade vai longe, acredito que éramos mais românticos, a vida andava mais devagar, as coisas eram mais duradouras, outro dia, estava lembrando como era um administrativo de uma empresa de médio porte, na contabilidade, pra não ter muitos funcionários, era coisa de uns 50 funcionários mais ou menos, também tudo feito a caneta e a máquina de escrever, e o financeiro? Nossa não existia internet, pagamentos só em dinheiro ou cheque, e detalhe na fila, que não eram grandes como hoje, que apesar da evolução, parece que complicou mais a nossa vida, e se falarmos em gasto com papel. Vejam! Se as pessoas desse mundo sumissem hoje do planeta e daqui uns anos a Terra for descoberta novamente por outra espécie de seres, acredito que eles imaginariam que aqui existia uma fábrica de papel gigantesca, tamanho a quantidade que se gasta hoje, sabe por que estou dizendo isso?  Quando da chegada da tecnologia, ouvia-se que não precisaríamos mais de papéis, veja um exemplo disso! As notas fiscais tinham no máximo quatro vias, hoje eletrônica, a distinta senhora é impressa no mínimo seis vezes. Agora a desculpa,” é melhor garantir uma a mais, vai que peça eu já tenho” Percebe o descalabro, logo que saiu à nota fiscal eletrônica alguns bancos para financiamento de veículos, por exemplo, ainda pediam que fossem autenticadas em cartório, loucura total, de uns tempos pra cá  se conformaram pode enviar por fax mesmo, não riam isso é verídico.

E os carros não tinham airbags, nem cinto de segurança, encosto de cabeça, pra que? E por ai vai. Brincar era normal pra criança, ficar sujo com cordão de cascão no pescoço normalíssimo, não havia criança obesa nem com colesterol alto, pudera gastava toda a energia subindo em árvores, andando de carrinho de rolimã, correndo e fazendo todo tipo de traquinagem.

Na escola quem estudava passava de ano, quem não aprendia repetia e tinha chance de aprender no ano seguinte, e ninguém ia pra psicólogo por ficar frustrado, traumatizado, despersonalizado se é que exista essa palavra.

A gente ria dos tombos e machucados, sem traumas, podia brincar de mocinho e bandido sem se preocupar se isso nos influenciaria em nossas escolhas do certo e errado.

A nostalgia vai longe, e sempre pergunto como sobrevivemos até aqui, o legal da história é o seguinte, nós humanos jamais seremos substituídos por máquinas, a capacidade de amar, odiar e se adaptar é inerente ao ser humano, somente nós achamos tangentes, mudamos rapidamente o rumo, encontramos saída, portanto, que venha a modernidade, e com ela avanços na medicina, uso consciente do meio ambiente, e coisas que possam melhorar nossas vidas terrenas. Nós precisamos sempre estar se adaptando a novas situações, mais uma coisa é certa jamais deixaremos de olhar o passado com saudades, afinal tudo começou lá atrás.

Vai por mim, vamos viver de acordo com a época curtir as modernidades com a mesma alegria de outrora, para não nos tornamos obsoletos, e prontos para substituição.

O novo, o velho, tudo junto e misturado numa harmoniosa vivencia universal!

 

 

Sônyah Moreira – sonyah.moreira@gmail.com




Sergio Diniz da Costa: 'Pensamentos soltos na brisa das tardes'

PENSAMENTOS SOLTOS NA BRISA DAS TARDES*

 

Sergio Diniz da Costa
Sergio Diniz da Costa

Tenho pelos livros um amor carnal. Trato-os como se deve tratar aquela mulher amada, de quem jamais esqueceremos a primeira vez que sentimos seu cheiro, o toque e o calor da pele, o esvoaçar dos cabelos sedosos, os lábios sussurrando promessas… Os livros são mulheres que se doam por inteiro. E de nós… só esperam sonhos.

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Aprendi a ler porque via meus pais imersos em livros. E, ainda quando mal entendia o porquê das coisas, tinha comigo que havia nos livros uma magia muito além daquelas das brincadeiras de rua. E, tão logo me iniciei neles, percebi porque, no silêncio de uma leitura solitária, as pessoas sonhavam acordadas.

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Hoje você já deu vazão àquela lágrima que há muito tempo está represada no labirinto de seu coração? Àquela lágrima embargada, quando você se sentiu ofendido, achando que sem razão? Ou àquela duramente reprimida, por achar que homem, ou mulher forte não chora? Não?! Pois então, deixe que todas as lágrimas contidas na represa de seu coração transbordem, fluam. E encharquem, lavando todos os caminhos pelos quais todos nós já passamos.

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Quando a emoção dos duros embates da vida me faz transbordar lágrimas, que, escorrendo pelo meu rosto, encontram meus lábios, lembrando-as serem salgadas, vem-me à mente (e ao coração), a mensagem do Sublime Pastor: “Vós sois o sal da terra.” São essas lágrimas que me fazem lembrar ser o sal das pelejas interiores que, no final da jornada, me permitirá engrossar as fileiras daqueles que, um dia, serão “a luz do mundo”.

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Em contato com a natureza, faço de meus olhos uma máquina fotográfica. E as imagens que capto, de beleza transcendente, as imprimo no papel de minha alma.

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Que palavras podem descrever a beleza de um pôr de sol, o perfume de uma flor, o farfalhar de uma árvore? Nenhuma. Uma lágrima, talvez.

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Deus é uma correnteza de amor, fluindo pela eternidade afora. Cabe a nós, por meio da fé, da esperança e da caridade, mergulharmos nela, e fluir com Ele.

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Chegará um dia na história da humanidade em que não existirão mais religiões, mas, no entanto, todos serão religiosos. E, quando esse tempo finalmente chegar, não desfilarão mais bandeiras de credos, manchadas de preconceito e de sangue. O único lábaro que ondulará aos ventos dos Novos Tempos será o Estandarte da Fraternidade.

 

(COSTA, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)

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Não acredito na danação eterna para os maus. Creio, sim, num inferno interior que, um dia na Eternidade, vê seu próprio fogo se apagar, pela brisa suave do sopro divino da redenção, este sim, que espalha seu frescor pela Eternidade afora.

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Não acredito na danação eterna para os maus. Creio, sim, num inferno interior que, um dia na Eternidade, vê seu próprio fogo se apagar, pela brisa suave do sopro divino da redenção, este sim, que espalha seu frescor pela Eternidade afora.

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A raça negra, em contraste com a raça branca, é apenas como o dia e a noite; de dia, com o sol, externamos a alegria; de noite, com a lua e as estrelas, sonhamos.

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Todos partimos, um dia, da presença de nossos entes queridos. Mas, apesar da dor que a separação nos causa, o importante é que aquela imagem imorredoura de nossos entes queridos se ajeite, amorosamente, na moldura do nosso coração.

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A vida é uma grande e maravilhosa Partitura, na qual compete a nós colocarmos as notas que comporão a Maior Sinfonia de Todos os Tempos.

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Além de toda tormenta há um farol que sempre esteve ali, esperando que nós, no meio da tormenta, o divisássemos no horizonte.

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Não me importa como os biólogos ou os zoólogos descrevem o que seja uma borboleta. Pra mim, borboleta é uma flor alada.

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Durante muito tempo tive uma vontade irresistível de peregrinar pelo “Caminho de Santiago de Compostela”, procurando obter, desta forma, a iluminação espiritual. Num dado momento, no entanto, caminhando por um belíssimo parque, descobri, finalmente, que minha peregrinação pela vida toda tem sido esse Caminho”.

 

(COSTA, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Vol. 2. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2014)

 




Celio Pezza: 'Jesus foi casado com Maria Madalena?'

Célio Pezza – Crônica # 329 – Jesus foi casado com Maria Madalena?

Colunista do ROL
Celio Pezza

Essa questão percorre o mundo de tempos em tempos, mas, um estudo conduzido por cientistas dos Estados Unidos, das universidades de Harvard, Columbia e MIT, concluiu que realmente Jesus era casado com Maria Madalena.

Essa pesquisa levou em conta um papiro descoberto em 2012, parte do Evangelho da Esposa de Jesus, escrito em copta, antiga língua morta. Nele se encontra a frase: “Jesus disse-lhes: Minha esposa…”, referindo-se a Maria Madalena.

As análises da composição química do papel, da tinta e dos padrões de oxidação, são consistentes com outros papiros antigos, como por exemplo, o Evangelho de São João, o Evangelho de Felipe, Tomé, Judas, Tiago e tantos outros considerados apócrifos pela Igreja e banidos pelo imperador de Roma, Constantino, durante o 1º. Concílio de Nicéia, em maio de 325.

Também no Evangelho de Felipe, encontramos trechos que dizem: “A companheira de Jesus é Maria Madalena”.

A passagem sobre o casamento de Jesus com Madalena teria sido suprimida do Evangelho de Marcos, pelo bispo Clemente, da Alexandria, esse mesmo que escreveu uma carta para seu colega Teodoro, contando ter mandado apagar o episódio da ressurreição de Lázaro, porque o evangelista deixara claro que Jesus e Maria eram marido e mulher. Essa carta foi descoberta em 1958, pelo professor Morton Smith, professor de História Antiga da Universidade de Columbia, dentro de um livro de Santo Inácio de Antióquia, num mosteiro perto de Jerusalém.

Também sabemos que Jesus ensinava nas sinagogas e era um rabino.

Ora, para ser rabino e poder ensinar nos templos, ele teria que ser casado, pois a lei judaica era clara e só os casados podiam ensinar nos templos.

Evidente que o Vaticano nega tudo e considera os papiros como farsas, apesar das provas científicas.

A Igreja, desde Gregório, O Grande, estigmatizou Maria Madalena como uma devassa, prostituta, e assim foi ensinado durante séculos nas escolas católicas.

Em 1969, o Vaticano corrigiu essa deformação, declarando que a história bíblica de que Jesus tinha expulsado vários demônios dela, não queria dizer que era uma prostituta, pois na época se acreditava que muitas doenças eram relacionadas com os demônios.

Existem versões nos evangelhos apócrifos, que dizem que Maria Madalena, além de esposa de Jesus, também era uma grande líder e possivelmente foi uma das fundadoras do Cristianismo.

Como dizia o próprio Jesus: “O pior cego é aquele que não quer ver.”

 

Célio Pezza

Setembro, 2016




José Coutinho de Oliveira: Nobilistica

foto-jose-coutinhoEstudando sobre a libertação dos judeus da Babilônia eis que destacamos quatro passagens do antigo testamento que testificam a historicidade do Édito de Ciro, o Grande baixado em 538 a.C. autorizando os judeus a voltarem para a palestina.

Eis então as passagens:

1ª = Esdras 1,1: ” No primeiro ano de Ciro rei da Pérsia, para que cumprisse a palavra do Senhor, por boca de Jeremias, despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo:

2 Assim diz Ciro, rei da Pérsia. O Senhor, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar uma casa de Jerusalém de Judá.”

Mais informações o caro leitor poderá colher com as leituras de Is 21,9; 44,28 e 45,1.

Tal qual portanto naqueles dias nós hoje também precisamos de uma livração.

Precisamos ser despregados da cruz, precisamos de alforria.

Precisamos obter a ajuda do Estado para evangelizarmos, precisamos portanto da alteração do artº 19 da Constituição Federal que proíbe o Estado subvencionar atividades evangélicas.

Precisamos do voto facultativo, da teocracia neoparlamentar facultativa absolutamente absoluta.

Precisamos de liberdade política pois é sabido que sem ela não há responsabilidade, princípio tirado talvez daquele pensamento de Sócrates que diz que o que “devemos fazer é instruir, não proibir.”

Deixemos pois as fantasias e ouçamos o que nos diz a palavra do Senhor.

José Coutinho de Oliveira
jocodeol@gmail.com



Genealogia: Afrânio Mello responde ao leitor sobre a familia STEFANUT

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 799

 

Prezado descendente de Stefanuto.

Não tenho esse arquiso e o pouco que encontrei foi no
Dicionário de Ciro Mioranzi e que segue abaixo devidamente transcrito.

Sinto muito não ter mais detalhes desse Sobrenome.

Afrânio Franco de Oliveira Mello

IHGGI / ROL – Região On Line

 

STEFANUT

 

Dicionário Filius Quondam – Ciro Mioranza

Páginas 95 e 96.

 

“ Vem do Grego Stéphanos ( significa coroa da vitória), que recorda o primeiro

mártir do cristianismo, Estevão. Latinizado em Stephanus,

propiciou o surgimento desses patronímicos : Stefani,Stefano,Steffani,Esteffan,

Stifano,Stifani,Stevani,Stevano,Stevan,Stievano,Stieven,Stivani,Schivani,Stepan,De Stefani,

Di Stefano, De Stefanis, DiStefani,

Stefanich,Stefanelli,Stefanini,Stefanon,Stefanoni, Stefanutti,Stefanut,Stefanutto,Stefanato,Stefanoli,Stefanizzi,Stefanachi,Stevanelli,

Stivanni,Stevanni,Stevanato,Stevenato,Steno,Sten,Stieno, etc…

 

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Em 7 de agosto de 2016 16:06, Walter Stefanuto <equipista@globo.com> escreveu:
Este é um e-mail de pedido de informações via http://www.jornalrol.com.br/cidadania/ de:
Walter Stefanuto <equipista@globo.com>

Percebi que em determinada página de uma questão sobre o nome de família Vettore, há a menção de meu avô, Vittorio Antonio Stefanuto, que na Italia escrevia-se: Antonio Stefanuto, Vittorio. Ele nasceu em Teglio Veneto em agosto de 1893…
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