Primavera chega com festa na escola Coronel Esmédio, em Porto Feliz

Nesta quarta-feira, 21, o dia da árvore e a primavera foram celebrados com festa na EMEF Coronel Esmédio

Já é uma tradição escolar a realização da “Festa da Primavera” que teve este ano o retorno do concurso Miss e Mister Estudantil,

além das barracas de comes e bebes, de pesca, também houve barracas do Grêmio Estudantil e dos nonos anos. “Foi

uma linda festa” disse a professora Hellem Roberta Carriel. A preparação da festa começou já no final de agosto e incluiu

inscrição, simg_4735-copy-copyeleção das apresentações e ensaios para o desfile. Alunos da professora Fabiana Gutierrez capricharam na

decoração do palco que ficou

De acordo com a professora Denise Sanchez “no concurso Miss e Mister Estudantil foi avaliado diversos itens como

penteado, roupa, acessórios e principalmente a simpatia na passarela”. Foram duas categorias: kids e Teens, disputadas

no período da manhã e da tarde, “foram duas grandes festas e mobilizaram a nossa comunidade escolar, envolvendo

professores, pais, alunos e funcionários de apoio” disse o professor Felipe Miranda.

A festa também teve apresentações com dança, poesia, teatro dos alunos do primeiro ao quinto da tarde, além da

apresentação musical do coral infantil da escola de música “Romário Antonio Barbosa” acompanhados pelas professoras

Eliane Cristina da Silva Marques e Martha Maldonado. A diretora Gisele Antunes Deliberali agradeceu pela oportunidade

de integrar as duas escolas.

img_4746-copy-copy-copy“Foi um sucesso, tivemos 69 candidatos de manhã e 56 pela tarde” comentou a vice-diretora Carine Dumont Campos,

que também agradeceu muito o incentivo dos pais mesmo a festa tendo sido interna, pois ele é em prol para a realização

da Semana das Crianças em outubro. Agradecimento também a Galeria das Flores pelos buquês doados.

 

Classificação final

Kids manhã: Letícia Adandara Ambrósio Monteiro e João Victor Alves Miranda.

Kids tarde: Ester Candido da Silva e Pedro Henrique de Jesus Bazani.

Teens manhã: Caroline Vitória Pedro Marques e Arthur Cristian Tararan Filho.

Teens tarde: Samira Senciati e Jonatas de Souza.




Biblioteca de Itapetininga terá Tarde de Histórias e Viagem Literária

A Biblioteca Municipal ‘Dr. Julio Prestes de Albuquerque’ terá duas atrações para os próximos dias

Para crianças, acontecerá o Tarde de Histórias, dia 24, domingo, às 15h.

O tema será ‘Com Encantamento e Sabedoria’.

E na terça-feira, dia 24, haverá ‘Viagem Literária’, com a participação de Ana Antunes e Tulio Crepaldi.

A atração será às 9h e às 14h, com contação de histórias para todas as idades.

Os eventos são gratuitos.

A Biblioteca Municipal fica à Rua Campos Sales, 175, Centro. Telefone 3272-3265.




Unesp de Sorocaba promove Horta Vertical

O evento será dias 11 e 13 de outubro

A HORTA VERTICAL  terá a coordenação dos alunos da REAUSO.

Serão duas turmas:

* 11/10 (terça feira) às 10h00 – sala D3
* 13/10 (quinta feira) às 14h00 – sala D3

Importante: trazer tesoura e estilete. Máximo 15 alunos por turma.

Inscrições na Portaria da Unesp até o dia 03/10 às 16h00.




Ricardo Hirata Ferreira: 'A condição das mulher no mundo'

Ricardo Hirata Ferreira: ‘A CONDIÇÃO DA MULHER NO MUNDO’

 

Ricardo Hirata
Ricardo Hirata

As questões colocadas por Simone de Beauvoir na introdução do seu livro: “O Segundo Sexo. Fatos e Mitos” (1970) são pertinentes e atuais: “Em verdade haverá mulher? Que lugar elas ocupam no mundo ou deveriam ocupar? Onde estão as mulheres? O que é uma mulher?”.

Quando esta filósofa se debruça no estudo profundo sobre a condição da mulher que é singular, ela põe luz em um debate sempre renegado da história e nos sensibiliza ainda mais para compreendermos também a condição dos outros grupos deslocados (marginalizados) como: os negros, os migrantes, os índios, os homossexuais, as travestis, etc.

Outra questão destacada é: Como as mulheres sendo mais que a metade da população no mundo, se submeteram, desde o início, a servidão imposta pelos homens? Os homens como os senhores do mundo (da política, do mercado). As mulheres postas na condição de subordinação, vistas como uma ameaça foram colonizadas. Enquanto o homem é o sujeito, a mulher é o objeto.

Ela é enquadrada na condição do outro porque existe o “Um” que é absoluto (o homem). Seu texto além de desvendar o que estava oculto e dado como fato natural provoca a todo instante a obrigação de superar a dominação e a hegemonia dos homens (dos machos) nas diferentes sociedades.

O desafio é pensar um “Nós” das mulheres diante das diferenças sociais, culturais e espaciais. Romper a dependência e estabelecer um laço forte e significativo entre: a mulher burguesa, a mulher proletária, a negra, a lésbica, a asiática, a norte-americana, a francesa, a brasileira, a muçulmana, a budista e a evangélica, etc. Isto seria possível?

De maneira geral, as religiões possuem um repertório de inferiorização e incompletude da mulher. Na verdade, tanto a religião quanto a ciência são manipuláveis e também servem aos interesses de determinados grupos que assumem o poder.

No socialismo a discussão de gênero parece ter sido apagada ou relegada ao segundo plano. Na mundialização do sistema capitalista a luta é duplamente árdua, uma vez que o sujeito é esmagado e/ou subsumido, transformado em mercadoria e em consumidor, ou mesmo em uma peça descartável.

O patriarcado casa-se com o mundo do capital. O mundo dos homens funde-se ao mundo do capital.  É desta forma que mergulhar na reflexão proposta por Simone de Beauvoir torna-se uma lição imprescindível no século XXI, a leitura sobre a condição da mulher abre, sem dúvida, as possibilidades (as janelas) de emancipação de todos aqueles que estão a margem, de “fora da história” e que foram empurrados a sobreviverem em “não-lugares”, por outro lado, o lugar ganha força e é nele (neste lugar coletivo e global) que a consciência e a compreensão deste tipo de mundo é ampliada e os não-sujeitos tornam se sujeitos na sua mais alta totalidade de conhecimentos sobre si e seu entorno (expandido). Eis ai a base da existência de um mundo para as mulheres.

 

* O texto foi elaborado a partir das reflexões realizadas no Núcleo de Estudos de Gênero e Diversidade Sexual (NEGDS/ UFSCar/Sorocaba).

 

Ricardo Hirata Ferreira

Doutor em Geografia Humana, FFLCH, USP.




Jose Coutinho de Oliveira: Nobilistica

Jose Coutinho de Oliveira: Nobilistica

foto-jose-coutinhoLançamos no dia 20 de agosto pp neste mesmo jornal o que julgamos ser uma nova ciência: a Nobilística, reedição que é da Pansofia de Comenius e da Holística.
Ela nasceu de uma forma inesperada em consequência da reiterada iniciativa de escrever para os jornais daqui de Apiaí.
A fase mais recente de redação começou em 17/3/06 no jornal “Apiaí Tem” com o título “Os Vikings na América”.
Se formos contabilizar os artigos chegaremos aos 224 nesses dez anos e meio.
Pois bem percebemos então que uma, duas ou três disciplinas isoladamente não resolvem o problema.
Precisamos da integração de todas para vermos se chegamos às soluções.
Nobilística é principalmente a interação de 20 disciplinas da área de humanas cujo objetivo é a antecipação da libertação individual, do país e do mundo. Ela estuda então a relação que existe entre realeza, nobreza, aristocracia e os diversos modelos de Estado e de governo.
Busca assim os modelos mais indicados para fazerem frente aos atuais problemas da atualidade.
Acreditamos pois que para se reverter a super concentração das metrópoles devemos tomas algumas iniciativas: umas dependem de mobilização, outras não.
Dentre as providências individuais temos o respeito à majestade do menor que se inicia dos 6 aos 7 anos.
Respeito à majestade do idoso; respeito à majestade da mulher política cuja líder é a Princesa Isabel, a redentora, nossa 1ª senadora.
Estudar e aplicar novos métodos de ensino e de catequese quais seja, o ultradinâmico semiaberto e o audio-oral ou ágrafo.
Apoiar a política econômica do atual governo.
Dentre as providências coletivas estão a adoção do parlamentarismo misto, do voto facultativo, da teocracia parlamentarista facultativa.
E dois dos lemas da Nobilística são os seguintes: “in dubiis libertas”, na coisas duvidosas, liberdade, de Sto. Agostinho e “não recrimine, não imponha, abandone tudo conforme Mt. 19,29.
José Coutinho de Oliveira

Graduado em Letras e Pedagogia




Pedro Novaes: 'Estressados'

Pedro Israel Novaes de Almeida – ‘ESTRESSADOS’

colunista do ROL
Pedro Novaes

Estamos, todos, estressados.

Foram anos e anos discutindo partidos, políticos, ideologias e gestões, embalados por redes sociais e noticiários escandalosos.  Passeatas reuniram milhões.

Políticos presos, escândalos desvendados, delações inesperadas e o palco frequentado, como nunca, por procuradores, delegados, investigadores, juízes, ministros e advogados de renome.

O país foi virado ao avesso, e todos esperamos, a cada dia, a revelação de um desvio que não havíamos percebido, praticado por alguém de boa imagem.  Um ser estranho assumiu a presidência da Câmara dos Deputados, substituto eventual da presidente, e o suspense dominou, em ritmo de absoluta imprevisão.

Biografias foram diariamente demolidas, enquanto filmagens e gravações buscavam convencer incrédulos. Os que caíram persistiram jurando inocência, tal qual o Maníaco do Parque, condenado a séculos de pena.

Nas redes sociais, ministros do Supremo acordavam heróis e dormiam marginais, a cada sentença ou opinião.  O terremoto cívico, inesperado, abalou as credibilidades, e acabamos só acreditando na imagem refletida no espelho.

O abalo foi tão intenso que chegamos a fingir que não notamos a tragédia síria, preocupados com a falta de água e o desemprego que ronda a vizinhança.

Parece que pouco importava os desvarios do governo norte-coreano e a tragédia da natureza, e um ou outro progresso da medicina, ainda que aplaudido, não seria capaz de atenuar nossa crise interna.

Estamos, ainda, estressados, partícipes de uma novela cujo final ainda não foi escrito. O país borbulha, famílias e amigos brigam, e toda informação parece mera militância.

Seguimos, todos, em trem descarrilhado, sem saber a que estação vamos chegar. A luta, titânica, segue em meio a pessoas poderosas, com poderes para legislar, sentenciar e até mesmo delinquir.

Somos, hoje, uma nação incrédula, um amontoado de ladrões e roubados, em plena crise social, econômica e ética. Em outros países, as crises geraram amadurecimento e firmaram cidadanias.

Talvez, de nossos destroços, nasçam instituições.

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.




Carlos Cavalheiro recebe Prêmio de Literatura

Na última segunda-feira, na Biblioteca Municipal de Sorocaba, foi realizada a cerimônia de entrega do Prêmio Anual Sorocaba de Literatura, que contemplou 5 livros, dentre eles ‘O Negro em Porto Feliz’, de autoria do professor Carlos Carvalho Cavalheiro.

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O livro é uma coletânea de artigos publicados no jornal “Tribuna das Monções”, nos anos de 2013 e 2014 e traz pesquisas inéditas sobre a história e a cultura dos negros da cidade de Porto Feliz, na região do Médio Tietê.
O livro, publicado em 2015, foi lançado em Porto Feliz em janeiro deste ano.
Carlos Cavalheiro é professor de História da EMEF. Coronel Esmédio, historiador, escritor e poeta.

Os livros vencedores foram: “Atum, o Gato Grato” (Infantil), de Thaís Laham Morello; “A quem se fizer estrela” (poesia), de Marcelo Adifa; “Dez contos… e alguma coisa a mais” (Contos), de Ed Mulato; “Sobre Mocinhos e Bandidos” (Contos), de Fábio Diaz Mendes; e “O Negro em Porto Feliz: Memória afro-brasileira numa cidade do Médio Tietê” (Biografia), de Carlos Carvalho Cavalheiro. Também foram pré-selecionados ao prêmio os livros: “Salinger” (Não-Ficção), de Caio Henrique Solla; e “A madame que colecionava jovens” (Juvenil), de Mila Olivier.

Os livros inscritos foram selecionados por uma Comissão Julgadora composta por três avaliadores peritos com formação e experiência na área, inscritos no Edital de Credenciamento Permanente nº 04/2016.