“O Negro em Porto Feliz” recebe Prêmio de Literatura

O livro ‘O Negro em Porto Feliz – Memória afro-brasileira numa cidade do Médio Tietê’ foi um dos cinco contemplados com o Prêmio Anual Sorocaba de Literatura, conforme publicação no Jornal do Município de Sorocaba, edição do dia 9 de setembro.

capa-negro-em-porto-feliz-copy        A obra, escrita pelo professor e historiador Carlos Carvalho Cavalheiro, traz uma coletânea de artigos sobre a história dos negros na cidade de Porto Feliz. Originalmente, esses artigos foram publicados no jornal “Tribuna das Monções”, durante os anos de 2013 e 2014.

Ao todo são 16 artigos e mais outros 10 textos complementares que tratam da história, da cultura, da vida e do cotidiano dos negros na história de Porto Feliz.

Publicado em 2015, com apoio do Sindicato dos Professores da Rede Municipal de Sorocaba e região (Siproem), o livro “O Negro em Porto Feliz” foi editado pela Crearte Editora, que já lançou vários títulos do autor.

Professor de história da rede pública municipal de Porto Feliz, na EMEF Coronel Esmédio, Carlos Cavalheiro tem realizado levantamento de informações e pesquisa sobre a história e a cultura dos negros na cidade. “Encontrei informações curiosas e importantes para o entendimento das relações sociais que se estabeleceram a partir da formação histórica da cidade e seus personagens”, declara o autor.

Além de professor em Porto Feliz, Cavalheiro é articulista da Tribuna das Monções e do Jornal ROL (Região On Line). O autor sente-se honrado com a possibilidade de homenagear as duas cidades com as quais se relaciona: Sorocaba, onde reside; e Porto Feliz, onde trabalha e possui o título de Cidadão dado pela Câmara Municipal.




Em Assembléia, IHGGI ratifica suas bandeiras de luta

A confraria do IHGGI se reuniu neste dia 14

Durante a ultima AGO – Assembléia Geral Ordinária, realizada dia 14 último, a confraria do IHGGI – Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Itapetininga aprovou por unanimidade a lista das conquistas que a entidade está envolvida para que sejam atingidas. São as chamadas ‘bandeiras de luta’ da instituição.

São elas:

  • a obrigatoriedade de ensino dos hinos pátrios nas escolas públicas municipais;
  • a colocação de placas, logo abaixo dos nomes oficiais, dos nomes históricos desses locais;
  • restauro da estátua do compositor Teddy Vieira localizada no Largo dos Amores;
  • limpeza e restauro do monumento em homenagem aos Prestes localizado em frente ao fórum antigo;
  • criação da ‘Semana Julio Prestes’ pela Câmara Municipal;
  • colocação da foto de Julio Prestes na Galeria dos ex-presidentes da República, no Palácio do Planalto;
  • confecção e instalação de uma estátua de Venâncio Ayres no Largo dos Amores

A reunião foi realizada no salão do Museu Carlos Ayres, no Centro Cultural Brasil-Estados Unidos.

Nas fotos tiradas pelo confrade Sergio Majewski, alguns momentos da reunião, que também abordou outros assuntos de da entidade.

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Carlos Cavalheiro: 'A mais firme, incansável e enérgica oposição'

Carlos Cavalheiro
Carlos Cavalheiro

Logo após o seu afastamento definitivo da Presidência da República, Dilma Rousseff proferiu um discurso em que prometia ao “governo golpista a mais firme, incansável e enérgica oposição”. O recado parecia ter sido endereçado diretamente aos militantes de movimentos sociais, pois as medidas apontadas pelo atual governo atingem duramente as fatias menos favorecidas da população.

Reformas na Previdência – embora apresentadas inicialmente pelo governo Dilma em fevereiro deste ano – com sugestões de equiparações de regime entre homens e mulheres, entre profissões distintas, com idade a partir de 65 anos, alcançam a maior parte da população trabalhadora deste país. Não fosse somente isso, ecos de sugestões como extinção do SUS (Sistema Único de Saúde), congelamento de salários, extinção de 13º, fim de direitos sociais e trabalhistas, cortes em programas de incentivo à educação são fantasmas que assustam e tiram o sono de muita gente.

O próprio Michel Temer assumiu que as medidas que seu governo iria tomar seriam impopulares. No entanto, menosprezando a reação às mesmas, chegou a afirmar que o número de manifestantes contra seu governo ficaria entre 40 a 100 pessoas.

O último domingo mostrou que o presidente estava equivocado. Milhares de pessoas saíram às ruas para protestar contra o seu governo e engrossar o movimento que já ficou cunhado de “Fora Temer”. Só na capital paulista, estima-se que foi 100 mil o número de pessoas que se manifestaram pedindo a saída de Temer e a convocação de novas eleições como garantia da manutenção da ordem democrática.

Infelizmente, foi nessa cidade em que a manifestação terminou com violência, aparentemente iniciada pelo despreparo da Polícia Militar. O jornalista Luis Nassif, em publicação no site do jornal GGN, diz que a manifestação pacífica contra Michel Temer terminou em pancadaria quando policiais militares começaram a expulsar as pessoas que queriam adentrar á estação do Metrô, cercada por PMs sob “a gestão truculenta de Geraldo Alckmin”(http://jornalggn.com.br/noticia/a-repressao-da-pm-e-a-criacao-da-nova-geracao-politica). O jornal “O Estado de São Paulo” publicou, em reticente nota, que “O ato começou no domingo, 4, à tarde, na Avenida Paulista, região central, e foi dispersado à noite pela Polícia Militar com o uso de bombas e jato d’água depois de um princípio de tumulto no Largo da Batata, na zona oeste. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), nove manifestantes foram detidos” (http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,ato-pelo-fora-temer-se-concentra-na-av-paulista,10000074031).

As mídias alternativas apresentam imagens que aparentam exagero na ação da Polícia Militar de São Paulo, que, em tese, nem deveria ter agido dessa forma tendo em vista que deveria salvaguardar o direito constitucional – já que ainda estamos dentro de um Estado democrático de direitos – de se expressar e se manifestar pacificamente. A coleção de resultados negativos da ação da PM de São Paulo, durante a semana, coloca em dúvida se a corporação foi devidamente preparada para lidar com esse tipo de situação. A pergunta sobressai quando os veículos de comunicação informam que apenas em São Paulo as manifestações terminaram com violência.

De outro lado, há a remota possibilidade de que algum grupo, dentre a centena de milhares de pessoas que ganharam as ruas da capital no domingo, tivesse provocado o tumulto. Ainda assim é de se perguntar se a ação da PM foi proporcional à situação que enfrentou. O uso de bombas de gás e balas de borracha, como atestam vários veículos de comunicação, foi realmente necessário e imprescindível naquele momento?

O que se espera é que os fatos sejam devidamente apurados e que a sociedade tenha uma resposta plausível sobre tais acontecimentos. Se a violência partiu da tropa da Polícia Militar, que os culpados sejam julgados e punidos de acordo com a lei. O mesmo vale para quem tenha comprovadamente cometido qualquer crime naquele ato. Afinal, o rigor da legislação é para todos.

Enquanto os fatos não são devidamente apurados, ficamos ouvindo os ecos das histórias que nos chegam a todo o momento pelos mais diversos meios: televisão, rádio, internet, whatsapp, jornal, redes sociais…

Como em todas as histórias, há a versão do lobo e a versão dos porquinhos. Qual é a mais convincente?

 

Carlos Carvalho Cavalheiro

05.09.2016




Atriz e jornalista Jalusa Barcellos lança em São Paulo o livro 'Profetas do Passado'

Atriz e jornalista Jalusa Barcellos lança em São Paulo o livro “Profetas do Passado”, um panorama do controverso momento político nacional em 28 entrevistas com formadores de opinião

A sessão de autógrafos acontece no dia 26 de setembro, segunda-feira, a partir das 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional

image005.jpg@01D19AEE PROFETAS DO PASSADO

Jalusa Barcellos
630 páginas
R$ 64,90
Editora Record
(Grupo Editorial Record)

Imagine ter reunida a tropa de choque e a nata do pensamento contemporâneo brasileiro? Os maiores formadores de opinião da atualidade de várias áreas discutindo o momento político do país? Num espaço de um ano, foi isso que a atriz e jornalista Jalusa Barcellos fez transpondo as mais controversas opiniões e a maior concentração do PIB intelectual brasileiro para as páginas de seu novo livro, “Profetas do Passado”, que lança neste mês de setembro em São Paulo.

Por meio de entrevistas, Jalusa reuniu 28 versões do atual momento político nacional. Há nomes da cultura, da economia, da academia, do direito e da política. Entre eles, está o professor e economista Carlos Lessa, que detalha as razões pelas quais o ex-presidente Lula o demitiu do posto de presidente do BNDES.  Entre as mulheres, além de Bibi Ferreira, que escreveu a orelha, estão a acadêmica Rosiska Darcy de Oliveira e a atriz Fernanda Montenegro.

No prefácio, Fernando Gabeira dá o tom do livro: “No auge de uma das maiores crises de nossa história, a jornalista Jalusa Barcellos resolveu interrogar os intelectuais: como descrever nossa situação, como chegamos a ela, quais são os passos necessários para superá-la? Essas perguntas são fundamentais mas, normalmente, acabam sendo acrescidas a outras. No entanto, a participação dos intelectuais tem um papel decisivo: ela nos ajuda a colocar as perguntas certas, amplia nosso horizonte, ajuda a não desesperar, e não desesperar significa manter a cabeça fria, abrir-se para as possibilidades de superação, sem preconceitos.”

A autora, que elegantemente conseguiu, ainda, a confissão de voto de praticamente todos os seus entrevistados, finaliza: “O Brasil nunca mais será o mesmo depois da Lava-Jato…” E nossos “Profetas” seguem por aí, sempre pródigos em suas análises… Ao ressaltar tudo que aprendi nestes doze meses de “profético estudo”, e propondo que se vá ao encontro destas entrevistas, permitindo-nos uma desarmada e isenta leitura, gostaria de reafirmar duas proposições: de que só a consciência política iguala o homem; e de que nunca esqueçamos que só é possível projetar o futuro, se houver um compromisso ético com o presente, que advém, justamente, de tudo que aprendemos com o passado…

Os Profetas:

Luiz Alberto Py, Daniel Aarão Reis, José Serra, Marco Antônio Villa, José Carlos Dias, Frei Betto, Luiz Werneck Vianna, Marcello Cerqueira, Ziraldo, João Batista Ferreira, Luiz Eduardo Soares, Gaudêncio Frigotto, Fernanda Montenegro, Joel Rufino, Alberto Dines, Zuenir Ventura, Carlos Lessa, Ricardo Cravo Albin, Alba Zaluar, Merval Pereira, Paulo e Chico Caruso, Nelson Pereira dos Santos, Demétrio Magnoli, Roberto Romano da Silva, Augusto de Franco, Rosiska Darcy de Oliveira, Marcio Tavares D´Amaral.

Sobre Jalusa Barcellos:

É atriz, jornalista, escritora, diretora e apresentadora de televisão. Com mais de 40 anos de carreira, em que contabiliza um significativo número de realizações em seu polivalente currículo, destaca-se, também, sua atuação no campo da gestão pública. É de sua autoria o projeto da Escola de Artes Técnicas Luis Carlos Ripper ( EAT), única no Brasil e na América Latina a formar técnicos em artes cênicas e cuja metodologia, igualmente inédita, a fez merecedora de inúmeras premiações, inclusive internacionais. É autora dos livros: Anuário do Teatro Brasileiro – 1976; CPC da UNE – uma história de paixão e consciência; UNE – 60 anos a favor do Brasil; UBES – coisa de criança? e Procópio Ferreira – o mágico da expressão.

Serviço:

Livraria Cultura Conjunto Nacional

Endereço: Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01411-000

Telefone: (11) 3170-4033




Genealogia: Afrânio Mello presta informações sobre as familias LOPES e SILVA

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 805 E 806

Prezada Marli, boa tarde.

Estou encaminhando os arquivos dos sobrenomes :

LOPES……………………. 21 páginas e 21 brasões ;

SILVA…………………….. 35 páginas e 4 brasões.

Espero que agora encontre os seus ascendentes.

Desculpa pela falha no envio dos arquivos errados, por engano.

Corrigindo com essa remessa.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

clip_image002Lopes, Lopez

sobrenome de origem luso-espanhol. É este um patronímico, motivo pelo qual existirão inúmeras famílias que o adoptaram por apelido sem terem a menor ligação entre elas.

De duas famílias Lopes, no entanto, é possível traçar a genealogia e verificar os ramos: os Lopes de Ciudad Rodrigo, de um ramo passou ao nosso país no séc. XV, e os que derivam de João Lopes, cavaleiro da Casa da Infanta D. Joana, beatificada como Santa Joana, filha de D. Afonso V.

Tendo servido este monarca na defesa de Arzila e conquista das cidades de Tânger e Anafé, o Africano concedeu-lhe em 6 de Junho de 1476 carta de novas armas

Da baixa latinidade Lupici. Aparece a forma Lupicus numa inscrição. Forma antiga: Lopez. Nunes dá uma forma Lopiz, em documento do século XI (Antenor Nascentes, II, 177). Patronímicos são apelidos que consistem numa derivação do prenome paterno. No latim ibérico constituiu-se esse tipo de apelido com o sufixo “-ícus” no genitivo, isto é, “-íci”. É quase certo que se trata de um sufixo ibérico “-ko”, indicativo de descendência, com as desinências latinas da 2ª declinação. Assim, por evolução fonética temos no português medieval –ez (escrito –es, porque átono) –iz, –az (escrito -as, quando átono). Por exemplo: Lopes (que vem de Lopo), Fernandes (filho de Fernando) e Perez ou Peres ou Pires (filho de Pero, variante arcaica de Pedro). Brasil: Assim como os demais patronímicos antigos – Eanes, Fernandes, Henriques, etc. – este sobrenome espalhou-se, desde os primeiros anos de povoamento do Brasil, por todo o seu vasto território. Sobrenome de inúmeras famílias espalhadas por todo o Brasil: Ceará, Pará, Pernambuco, Paraíba, Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Alagoase São Paulo, entre outras. No Rio de Janeiro, entre as quase 140 famílias com este sobrenome, dos séculos XVI e XVII, temos: Afonso Lopes [c.1601- ?]; Fernão Lopes [c.1641 – 1711, RJ]; João Lopes [c.1618- ?]; Luiz Lopes [c.1566, Lisboa, Portugal- ?]; Miguel Lopes [c.1627 – a.1679]; Manuel Lopes Alvares [c.1571- ?]; João Lopes do Lago, capitão [c.1622 – a.1665]; Cristóvão Lopes Leitão, capitão [c.1610 – 1676]; João Lopes Pinto, licenciado [c.1556- ?]; etc. Quase todos deixaram descendência (Rheingantz, II, 404). No Rio Grande do Sul, entre as mais antigas, registra-se a de Pedro Lopes [de Chaves], fal. em 1738, na Colônia do Sacramento, onde deixou geração, por volta de 1722, com Maria Gonçalves [da vila de Mugadouro]. Em Pirinópolis, Goiás, descendem do padre Simeão Estilita Lopes Zedes [c.1835, Luziânia, GO – 1899, Pirinópolis, GO], que deixou geração, por volta de 1862, com Margarida Gonçalves do Amor Divino [c.1839, Luziânia, GO – 1897, Pirinópolis, GO] (J.Jayme, Pirinópolis, III, 361).

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clip_image002[3]Silva

nome luso-espanhol de raízes toponímicas, foi extraído da torre em honra desta designação, junto de Valença. A linhagem que o adotou como sobrenome é de remotas e nobres origens, pois que anteriores à fundação da Nacionalidade e derivada da Casa Real de Leão. O sobrenome é de origem geográfica, pelo menos, para os que não são de sangue azul. Os Silva nobres são descendentes dos Silvio Romanos.

João Ruiz de Sá, a propósito dos Silva diz: “ Forão seus progenitores / rreys Dalva, donde vyeram / os irmãos que nõ couberão / nu soo rreyno dous senhores” o mesmo João Ruiz de Sá, no ofertório, ao Conde de Porto Alegre, da epístola de Dido e Enéias diz “Eneas de quem a gente / dos de Sylvia he descendente / como é outra parte digno. “

Obs: escrita em português arcaico.

 

Virigilio na Eneida VI, 763-6, se refere a Silvio, filho póstumo de Enéias com lavinia, crescido e educado nas florestas. Tito Livio dá versão diferente. Apresenta Silvio como filho de Ascânto e por acaso nascido numa floresta.

Da palavra “Silva”, nome comum a vários arbustos. Procede esta famílias dos Silvios Romanos que viveram na Espanha, no tempo em que os Romanos a conquistaram. Seu solar é a torre de Silva, junto ao rio Minho, Portugal. Descendem de Paio Guterre, os Silva de Portugal, no tempo de Dom Afonso Henriques, 1º rei de Portugal, falecido em 1185, e que era filho de Dom Guterre Aldiretee, descendente dos reis de Leão e companheiro do Conde Dom Henrique de Borgonha.

No Império Romano, o nome era um apelido que designava os habitantes das cidades provenientes da selva. No século I a.C., quando os romanos invadiram a Península Ibérica, muitos lusitanos acabaram incorporando a alcunha. Quinze séculos depois, quando chegaram ao Brasil, grande parte deles tinha o sobrenome Silva. Sua difusão acabou sendo incrementada pelos escravos, que chegavam aqui apenas com um nome, escolhido por padres durante as viagens nos navios negreiros. Com a abolição da escravatura, eles passaram a se registrar com o sobrenome dos seus antigos donos.

O lingüista Flávio di Giorgio, da Pontifícia Universidade de São Paulo, lembra outro fator que pode ter ajudado a popularizar o Silva. Segundo ele, os portugueses que atravessavam o Atlântico recebiam acréscimos ao sobrenome original. “Quem ficava no litoral incorporava o Costa; quem ia para o interior ganhava o Silva, de Selva”, explica. O sobrenome  é o mais popular do Brasil, devido a um outro  fator chave, quando houve a libertação dos escravos em 1888 através da Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel, estes escravos acabaram por adotar o sobrenome de seus antigos senhores.

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From: marli pires de moraes

Sent: Wednesday, September 07, 2016 12:59 PM

To: afraniomello@itapetininga.com.br

Subject: genealogia de lopes da silva

 

boa tarde,meu bisavô foi registrado como ANTONIO LOPES DA SILVA ele viveu em munhoz mg,mas era descendente indígena da etnia PURI ,sendo que não sabemos nomes de seus pais.supomos que adotou este nome de alguém que controlava aquela região pois as estorias que nossos avós nos contaram e que ele foi obrigado pagar pelas terras que pertenceram a seus antepassados e que registros de nascimentos foram para outro cartório,camanducaia, pois este lugar  foi emancipado em 1954 e que o registro de sua terras foi lavrado em bueno brandão.desde já agradeço seu interesse




José Coutinho de Oliveira: 'Monarquismo XXV (Nobilística)'

foto-jose-coutinhoAo lermos o livro ” Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, o condestável das saudades e da Esperança de Armando Alexandre dos Santos, Artpress, SP -2006, pg. 43, vemos que às vezes a realeza dá demonstração de grande altruísmo.

O caso ocorreu com o rei Fernando II, rei do reino das Duas Sicílias.

O referido rei recusou a coroa da Itália que estava prestes a se unificar.

Ele a recusou porque a seu ver a unificação seria às custas dos territórios pontifícios.

Por causa dos esforços pela unificação da Itália, o Papa Pio IX teve que fugir para Gaeta, no Reino de Nápoles a 24/11/1848.

Lá foi recebido com todas as homenagens e sinais de veneração pelo rei Fernando II e por seu filho Francisco, que na época estava com 12 anos e que depois reinou como Francisco II.

O Papa retornaria a Roma só em 1850 depois que general e duque Charles Oudinot já a tinha livrado em 3 de julho de 1849.

Em 1861, chegou a vez da queda da Francisco II que tinha reinado não fazia ainda 2 anos, com sua família foi acolhido paternalmente pelo Pontífice, passando a residir em Roma, no Palácio Farnese.

Obtiveram, diz o livro Dom Pedro Henrique na mesma página, então para si e seus descendentes, o privilégio especial de poderem transitar livremente, sem precisar de qualquer licença, por todas as dependências do Vaticano, inclusive nos aposentos particulares do Papa que, como se sabe, só capitularia em 20/9/1870.

E para completar este artigo devemos dizer que um dos pretendentes à chefia da Casa Real Bourbon Duas Sicílias é o príncipe Carlos de Bourbon, nascido em Saint Raphaël, Var, França em 24/3/63, Duque de Castro, sobrinho bisneto do último rei Francisco II, falecido em 1894. Carlos de Bourbon assumiu essa posição em 2008.

José Coutinho de Oliveira
Criador da Nobilística
jocodeol@gmail.com



Novos colaboradores do ROL

Nota do Editor: Dois advogados famosos passam a colaborar com o nosso jornal

O advogado Dr. Carlos Henrique Salem Caggiano, especializado em Direito do Trabalho e a advogada Dra. Jacqueline Prestes Ferreira, especializada em Direito de Família, ambos de reconhecida nomeada em todo o Brasil, passaram a oferecer a partir desta edição colaboração editorial ao nosso jornal. Ambos têm seus escritórios na capital paulista.

Trata-se de uma deferência especial  ao leitores do jornal eletrônico ROL – REGIÃO ON LINE.