Artigo da leitora Sonia Moreira: 'República das Bananas'

Sônyah Moreira – sonyah.moreira@gmail.com – República das bananas! 

Nas décadas de 30 e 50, nosso país ficou conhecido como o país de Carmem Miranda, ledo engano, já que nossa querida Carmem nasceu em Portugal, ela se apresentava com uma alegoria na cabeça cheia de diversas frutas e principalmente bananas, as imagens da época associavam sempre nosso país como um celeiro de frutas, colorido, cheio de sol, samba e carnaval, uma república alegre. Acredito  que em diversos lugares do mundo anos atrás,   imaginavam   que tinha pés de bananas pelas ruas, outro engano, pois a banana é originária do Sul da Ásia. Porém, deixemos os detalhes históricos e científicos para os entendidos e vamos satirizar essa associação, assim faremos jus à fama de país alegre e festeiro, um verdadeiro circo. Vamos pensar em algum político, qualquer um, o cara começa na tenra idade, menino mesmo, a se embrenhar na política, começa mais ou menos assim: Ingressa em movimentos estudantis, se candidata a vereador, deputado, encontra alguém de alguma família abastada e se casa, tem filhos, chega a deputado federal, senador, governador, nesta altura da vida, seus filhos já estão crescidos, e veja, já pisando nas pegadas do dito cujo pai, os filhos seguem para estudos no exterior, faz mais ou menos os caminhos percorridos pelo pai, também se casa e tem mais filhos, nessa altura já são os netos de nosso primeiro personagem. Para você entender o que vem a ser a metáfora “República das bananas”, você sairá da cidade e irá para o campo. Vejam que curioso, Para uma plantação de bananas não perder a linhagem, é preciso plantar as mudas sempre em conjunto de três, ou seja, o avô, o filho e o neto, e assim sucessivamente, quando o avô deixar o posto , o filho já estará preparado e enfronhado a assumir seu lugar, e no final do filho o neto dará seqüência, assim por diante. Portanto, nossos políticos se assemelham a bananas, pesquise e comprove minha tese, associe os sobrenomes. Portanto, não adianta mudar um ou outro se não acabar com a linhagem inteira, pois o defeito congênito de caráter está contido no DNA, e será levado de geração em geração. Procure não dar seqüência na família de políticos, votarem no filho ou neto, quem sabe mudando um pouco a linhagem o nosso país possa encontrar o caminho da saída desse lamaçal político de séculos. É isso vem de longe! Começou lá em um país chamado de pátria mãe, aquele que nos colonizou, a primeira linhagem trazida para cá, era de degredados, digamos o pior dos piores, e o resultado está aí há séculos! A verdade nua e crua é que nossos políticos se assemelham a uma plantação de bananas, claro que no sentido figurado óbvio, “Ora, pois”. Deixemos então as coitadas das bananas de fora disso, pois nem pertence ao nosso continente, nem ao nosso país “Chiquita bacana lá da Martinica se veste com uma casca de banana nanica” Que o diga Carmem Miranda!

Esta crônica é uma obra de ficção, não condiz com a realidade, sendo apenas fruto de uma imaginação fértil, se houver alguma semelhança com fatos existentes, digamos ser  apenas coincidências inexplicáveis.

Sônyah Moreira – sonyah.moreira@gmail.com




Governo finlandês realiza o seminário Faça o Ensino Superior na Finlândia, em São Paulo

São cursos de graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado e PhD em diversas áreas do conhecimento, nas melhores universidades finlandesas

A Fundação de Rotarianos de São Paulo, em cooperação com o Finnish Network for International Programmes (FINNIPS), vinculado ao Ministério da Educação e Cultura da Finlândia, promovem no próximo dia 12 de setembro, segunda-feira, das 19h30 às 21h30, no Colégio Rio Branco, em Higienópolis, o seminário gratuito “Faça o Ensino Superior na Finlândia”– para brasileiros interessados em estudar nas universidades do país europeu.

As instituições finlandesas estão entre as melhores do mundo. São cursos de graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado e Ph.D. em diversas áreas do conhecimento.  A Universidade de Helsinque, na capital, por exemplo, é uma das principais referências da Europa em Artes, Humanas, Exatas, Ciências e Saúde.

A Finlândia tem grandes expectativas com relação à chegada de brasileiros às suas universidades, como parte de um megaprojeto de internacionalização do ensino superior finlandês.

Estudar em um país que é uma referência pode ser uma oportunidade única de aperfeiçoamento para brasileiros. Durante a palestra, serão abordados temas como:

  • A Finlândia como um país para se estudar e viver
  • Processo de seleção nas universidades Finlandesas
  • Trâmites e serviços oferecidos pelo Consulado da Finlândia
  • Experiências de jovens brasileiros que estudaram na Finlândia

O evento é direcionado a pais, alunos do Ensino Médio interessados em cursar a graduação na Finlândia e adultos e profissionais interessados em fazer pós-graduação, mestrado e doutorado, nas mais diferentes áreas do conhecimento, no país escandinavo. As Inscrições para a palestra são gratuitas e podem ser feitas pelo site:www.crb.g12.br

Informações:
Palestra Faça o Ensino Superior na Finlândia
Data: 12 de setembro de 2016
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Colégio Rio Branco
Av. Higienópolis, 996 – 5° andar
São Paulo – São Paulo
Entrada Franca

Evento em Inglês – com tradução simultânea para o Português
Inscrições: www.crb.g12.br

Programação

19h40 às 20h – Introdução ao sistema finlandês de Ensino Superior
Srta. Riikka Vanhanen, coordenadora da FINNIPS

  •        Ensino superior na Finlândia
  • Estudando e morando na Finlândia
  • Foco em Universidades de Ciências Aplicadas e cursos de graduação em inglês

20h às 20h15 – Como se candidatar para cursos de graduação na Finlândia?
Srta. Tanja Myry, coordenadora de admissões

  • Instruções para o processo de aplicação passo a passo
  • Documentos solicitados e sistema de aplicação on line
  • Mensalidades e bolsas de estudo

20h15 às 20h35 – Obtendo permissão para viver na Finlândia

Sr. Jarkko Wickström e Srta. Daniela Metsäranta – do Consulado geral honorário da Finlândia, São Paulo

  • Permissão de residência
  • Informações úteis

20h35 às 20h50 – Depoimento de ex-aluno

  • Experiências de um estudante brasileiro

20h50 às 21h – Perguntas e comentários

Sobre o Colégio Rio Branco (CRB): Criado em 1946 pela Fundação de Rotarianos de São Paulo, o Colégio Rio Branco é referência pela tradição e excelência em Educação Infantil e ensinos Fundamental e Médio, e por ser uma escola reconhecida e associada à UNESCO. O Projeto Pedagógico do CRB orienta-se por um fazer cotidiano que objetiva a aquisição de conhecimentos e competências permeados pelo diálogo, respeito à diversidade, atitude crítica e edificada em princípios éticos e de solidariedade, além de investimentos em inovação tecnológica e nas mais modernas linhas pedagógicas de Educação. Presente nas cidades de São Paulo e Cotia, por meio das unidades de Higienópolis e Granja Vianna. Acesse:  www.crb.g12.br




Celso Lungaretti: 'POLÍCIAS MILITARES SÃO UM ENTULHO AUTORITÁRIO QUE OS DEMOCRATAS NÃO TIVERAM CORAGEM DE REMOVER EM 1985'

CELSO LUNGARETTI – BOULOS E LINDBERGH PEDEM DESMILITARIZAÇÃO DO POLICIAMENTO.  ESTÃO CERTOS… COM DÉCADAS DE ATRASO!

 

O líder dos sem-teto, Guilherme Boulos, assina conjuntamente com o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) um artigo de repúdio à violência policial em atos de protesto contra o governo de Michel Temer, publicado na Folha de S. Paulo desta 5ª feira, 8. Eis as acusações:

Como reação à manifestação pacífica [de domingo passado na avenida Paulista], a PM paulista protagonizou cenas de selvageria após o encerramento do ato. Policiais provocaram e atacaram os manifestantes de forma gratuita, quando estes já se dispersavam. Ficou evidente a premeditação e determinação política da ação policial.

Antes disso, a polícia já havia prendido 26 jovens sob a absurda acusação de que ‘pretendiam praticar atos de violência’…

Durante a semana, manifestações diárias contra Temer também foram tratadas com repressão em São Paulo e outras capitais, o que ocasionou, inclusive, a perfuração do olho de uma jovem estudante, Deborah Fabri, por conta de uma bomba atirada pela polícia.

A PM vaza-olhos de SP acaba de cegar Deborah Fabri…

…Há, evidentemente, uma escalada repressiva que ameaça o direito de se manifestar.

Não resta dúvida: a brutalidade com que desde sempre atuam as polícias militares dos Estados tem de ser denunciada e combatida com a máxima firmeza. O direito de manifestação é respeitado em todos os países civilizados e o Brasil não pode ser vergonhosa exceção!

Os dois signatários apoiam a emenda constitucional proposta por um deles, que está encalhada há três anos no Senado: “Por isso defendemos a desmilitarização das polícias, com a aprovação da PEC 51/2013, de autoria do senador Lindbergh Farias”.

Eu também venho pregando insistentemente a desmilitarização do policiamento, e já o fazia bem antes dos protestos contra o aumento da tarifa do transporte coletivo em 2013, que motivou a iniciativa do Lindbergh.

Só não engulo a pusilanimidade com que os governos e as bancadas de esquerda, desde a redemocratização, vêm fugindo do problema, ao invés de encará-lo corajosamente: tal desmilitarização deveria ter sido encaminhada, em regime de urgência, a partir de março de 1985! O Brasil está 31 anos atrasado…

…como fizera com Giuliana Vallone em 2013.

Entre as grandes vaciladas do Lula e da Dilma no campo dos direitos humanos, ao lado de terem ignorado a decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos no sentido de que ditaduras não podem anistiar a si próprias, está a olímpica indiferença face à recomendação do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas no final de maio de 2012, pedindo a extinção das polícias militares brasileiras em função de seu altíssimo índice de letalidade e de parte expressiva de tais óbitos se dever a “execuções extrajudiciais”.

Clarividente, o filósofo Bajonas Teixeira de Brito Jr., também no ano de 2012, advertiu:

O que o PT parece perder de vista é que, como sempre acontece na história com os partidos fracos, gelatinosos, dispostos a todas as concessões e vilanias, a sua política policial se voltará, mais cedo ou mais tarde, contra ele mesmo. E isso pode acontecer logo que, despido de sua auréola e credibilidade por força da violência que criou e tem gerido, deixe de ser um instrumento útil nas garras da fauna de bilionários que hoje se alimenta do Estado. Nesse momento, o criador será entregue como repasto para sua criatura.

RESQUÍCIO DO TERRORISMO DE ESTADO

Na sua trajetória para concentrarem poder na década de 1960, os militares encontraram alguma resistência por parte dos governadores civis que ajudaram a dar o golpe mas depois viram esfumarem-se suas ambições de chefiar o Executivo. Então, os fardados resolveram assegurar-se de que tais paisanos não disporiam de tropas a eles leais.

Adhemar de Barros, p. ex., até o último momento acreditou que a Força Pública impediria a cassação do seu mandato (tiraram-no do caminho acusando-o de corrupto –o que ele sempre foi– mas o motivo real era que o governador rouba-mas-faz não se conformava com o monopólio castrense do poder). 

Então, nas Constituições impostas de 1967 e 1969, a ditadura fez constar da forma mais incisiva que “as polícias militares (…) e os corpos de bombeiros militares são considerados forças auxiliares, reserva do Exército”.

Na prática, seus comandos foram se subordinando cada vez mais aos das Forças Armadas; e as lições de tortura aprendidas de instrutores estadunidenses e aprimoradas nos DOI-Codi’s da vida acabaram sendo ciosamente repassadas aos novos  pupilos. Daí a tortura ter continuado a grassar solta, longe dos holofotes, depois da redemocratização do País, só mudando o perfil das vítimas (passaram a ser os presos comuns).

Além disto, a ditadura estimulou a absorção da civilizada Guarda Civil de São Paulo pela truculenta Força Pública (que atuava como tropa de choque em conflitos), instituindo a Polícia Militar. Vale notar que o decreto-lei neste sentido, o de nº 217, é de 08/04/1970, bem no auge do terrorismo de estado no Brasil. 

Não é à toa que até 2011 a unidade mais brutal da PM, a Rota, mantinha no seu site rasgados elogios ao papel que a corporação havia desempenhado na derrubada do presidente legítimo João Goulart…

OUTROS POSTS RECENTES DO BLOGUE NÁUFRAGO DA UTOPIA (clique p/ abrir):

DEPOIS DO MENSALÃO E DO PETROLÃO, HÁ OUTRA ENXURRADA DE LAMA CHEGANDO?
VIVA A EMANCIPAÇÃO HUMANA!
LACERDA, GETÚLIO E EU.
A PERMANÊNCIA DA LEI DE SEGURANÇA NACIONAL DA DITADURA É UMA AMEAÇA QUE NÃO PODEMOS IGNORAR
AS TAREFAS REVOLUCIONÁRIAS CONTRA AS MALDADES DO CAPITALISMO AGONIZANTE
PEDRO CARDOSO: UM COICE NA CONSTITUIÇÃO.
“FORA TEMER!” OU “FORA CAPITALISMO!”?

UM CONTO DE KAFKA E UMA SITUAÇÃO KAFKIANA ATUAL 




José Coutinho de Oliveira: 'Agnosia'

foto-jose-coutinhoJose Coutinho de Oliveira – AGNOSIA

Se na teologia temos o mistério na filosofia temos a agnosia, ou seja, limite do conhecimento, limite a partir do qual também tudo é incognoscível.
A mais famosa agnosia é a de Sócrates que terá dito que “nada sabia” outros dizem que tal frase na verdade é de Anaxarco.
Agnosia quer nos parecer tenha dois significados, ou seja, pode sinalizar uma advertência ao iniciante, ou seja, o filósofo depois de muito ter estudado chegou mesmo na dúvida e não na certeza, atitude que sem sombra de dúvida expõe a pessoa a menores problemas pois ela se torna mais humilde.
Agnosia poderá também resumir uma filosofia, ou seja, o ceticismo.
Ceticismo que à primeira vista parece uma descrença mas não é pois é uma filosofia e toda filosofia é uma crença, portanto o cético só crê depois de muito refletir.
Os céticos praticavam o que ele chamavam de “epoché”, ou seja, quando a pessoa se reserva no direito de não opinar que é parecido a seu turno com o “wu wei” (inação) do taoísmo, ou seja, ensinamento que recomenda a seus adeptos a não interferirem no rumo das coisas.
Lao Tsé seu fundador recomendava ainda que substituamos a força pela sutileza.
Lao Tsé pregava também um ceticismo quando preferia que as pessoas permanecessem ingênuas e simples, como crianças.
Hoje vemos que a sabedoria infantil no cristianismo quer dizer uma supersabedoria.
Mas em todo caso Confúcio diferia de Lao Tsé pois desejava educar o homem por meio do conhecimento.
Hoje sabemos que a vida também depende da lógica, ou seja, o ceticismo não pode chegar ao ponto de repeli-la.

José Coutinho de Oliveira

jocodeol@gmail.com




Genealogia: Afrânio Mello fornece gratuitamente informações sobre familias dos leitores. Nesta edição, informações sobre as familias Brandão, Bueno e Bueno Espanhol

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 803 E 804

 

Cara Marli, boa tarde

Bom feriado da Independência para você e os seus.

Estou anexando, para o complemento de suas pesquisas, os arquivos dos sobrenomes solicitados :

BRANDÃO…………………..     3 páginas e 1 brasão ;

BUENO………………………    20 páginas e 10 brasões (incluso o espanhol e o italiano ) ;

BUENO ESPANHOL……….     2 páginas , sem brasão .

Você tem um bom material para ler e buscar seus parentes.

Não faço buscas por nomes de pessoas mas só po sobrenomes.

Espero que goste.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

BUENO ESPANHOL

Existen ciertas discrepancias sobre su origen. Por lo que se sabe una de las casas más antiguas radicó en las Montañas de Jaca siendo sus miembros Infanzones de la Corona de Aragón. De esta casas, se citan como descendientes directos dos personajes: Don Juan Bueno, vecino del lugar de Acumuer del partido judicial de Jaca e Hijodalgo en 1.582, y Mosén Juan Bueno, diputado por los Caballeros en el año 1.576. Varios autores, señalan que miembros de este linaje pasaron con el rey Jaime I “el Conquistador” a Valencia, dando origen a varias casas de dicho nombre en la región levantina. Otra casa se halló en el valle de Cadagua, en Burgos. De esta casa fue la rama que derivó hacía Vizcaya para tomar asiento ante el Concejo de Gueñes, del partido judicial de Valmaseda. Se trata de un apellido que pasó a América casi desde los prlmeros años de su descubrimiento y colonización y se encuentra muy extendido en varias de las naciones de aquel continente, en Méjico y la Argentina, así como en Chile, donde don Pedro Bueno fue uno de los que acompañaron a Valdivia en la conquista de aquel territorio fundando casa, de la que partieron las líneas que componen el apellido Bueno chileno. Incluso geográficamente en Chile se encuentra el río Bueno, al sur de la provincia de Valdivia, de una anchura de unos cuarenta metros y cuyo descubrimiento posiblemente, pudo deberse al conquistador español antes citado que dió su nombre a esta gran corriente fluvial. En lo que respecta a la demostración de su nobleza, don Luis Bueno y don José Bueno, el primero natural de Sevilla y el segundo de Bilbao, la probaron para ingresar en la Orden de Santiago, en los años 1.701 y 1.708 respectivamente. Otro caballero de este apellido, don Alonso Bueno, natural de Almendralejo (Badajoz) hizo también probanza de nobleza en 1.760 con el fin de poder ingresar en la Real Compañía de Guardias Marinas y como linaje en general, probó su hidalguía en la Real Chancillería de Valladolid en los años 1.546, 1.553, 1.757, 1.762 y 1.766.

ARMAS

En azur cinco alabardas de oro, puestas en sotuer. Bordura de plata, con una parra, frutada de sinople.

Tradução

Existem algumas discrepâncias sobre sua origem. Tornando-se uma das casas mais antigas conhecidas se estabeleceram nas montanhas de Jaca, sendo membros Infanzones da coroa de Aragão. Esta casas, é citar como descendentes diretos de dois personagens: bom Don Juan, vizinho do local de Acumuer do partido judicial de Jaca e Hijodalgo em 1.582 e Mosen John bom, adjunto pelos cavaleiros no ano 1.576. Vários autores, indicam que membros desta linhagem passou com o rei Jaime I “o conquistador” de Valencia, dando origem a várias casas de nome referido na região do Levante. Outra casa foi encontrada no vale de Cadagua, em Burgos. Desta casa era o ramo que derivado Vizcaya para ocupar o lugar antes do Conselho de Güeñes, do partido da corte de Valmaseda. Está é de um último nome que tornou-se para os Estados Unidos quase deles primeiros anos de sua descoberta e colonização e é é muito prolongado em vários deles Nações do continente, no México e a Argentina, bem como no Chile, onde don Pedro bom era um de que acompanhado de Valdivia na conquista desse território Fundação casa , de que dividir as linhas que compõem o último nome bem chilenas. Até mesmo geograficamente no Chile encontra-se el Bueno rio, ao sul da província de Valdivia, de uma largura de 40 metros e cuja descoberta possivelmente pode ser devido a referida conquistador espanhol que deu seu nome a este rio grande atual. No que diz respeito à demonstração da nobreza, don Luis Bueno e don José bom, o primeiro nativo de Sevilha, e a segunda de Bilbau, testaram a entrar na ordem de Santiago, nos anos 1708 e 1.701 respectivamente. Outro cavaleiro deste último nome, don Alonso boa, natural de Almendralejo (Badajoz) também fez voto de nobreza em 1.760 para entrar na Real companhia de fuzileiro de guardas e como linhagem em geral, provou sua nobreza na Chancelaria Real de Valladolid em anos 1.546, 1.553, 1.757, 1.762 e 1.766.

 

ARMAS

Azul cinco alabardas de ouro, colocado em sotuer. Borda de prata, com uma parra, frutado de sinople

 

Explicação de algumas punições.

Uso de Hábito Perpétuo: ou sambrenito era uma punição quase sempre utilizada pelos inquisidores. Esta roupa era de uso obrigatório pelos hereges mesmo quando eram libertados. O hábito era um roupão quase sempre da cor preta ou amarela, tendo desenhos de cruz no peito e nas costas. Quando a setença era hábito com insígnias de fogo, vinham todos pintados com labaredas e figuras diabólicas. Quem era condenado a usar essas vestimentas, não conseguiam trabalho, tinham todos os seus bens confiscados, eram ridicularizados e apedrejados, acabavam seus dias mendingando ou morrendo a mingua. Seus descendentes eram considerados infames por várias gerações, não podendo ocupar quaisquer cargos públicos, pertencer a ordens militares ou religiosas.

Carocha: era um objeto parecido a uma coroa ou mitra, que era colocada na cabeça de alguns condenados e toda pintada com figuras demoníacas.

Galés: era a punição onde o réu era condenado a ficar numa embarcação movida a tração humana. Não havia retorno, a maioria morriam por exaustão. Eram embarcações similares aos que os Romanos e os Vikings usavam.

Degredo: o condenado era expulso de Portugal e enviando para as colônias portuguesas sem qualquer perspectiva de melhora. Mas na realidade era a melhor punição, pois muitos acabaram por viajarem para outros países e colônias e com o tempo recuperar um pouco de seus bens.

Cárcere: na realidade era uma ida quase sem volta, as condições nas masmorras eram as piores possíveis, a maioria morria nas prisões ou saiam em situação deplorável física, emocional e espiritual. Muitos morriam pouco tempo depois de saírem desses cárceres.

Mordaça: o condenado era obrigado a usar uma mordaça na boca e era proibido de falar com qualquer pessoa.

Açoite: o réu era açoitado em praça pública com chicotes

=====================================================================================================================

 

 

image           image         image

   Portugal            Espanha               Itália

 

Bueno

sobrenome de origem espanhola. Existem certas discrepâncias sobre sua origem. Pelo que se sabe uma das casas mais antigas radicou-se nas Montanhas de Jaca sendo seus membros Infantes da Coroa de Aragão. Desta casa, se citam como descendentes diretos dos personagens: Don Juan Bueno, vecino do lugar de Acumuer do partido judicial de Jaca e Fidalgo em 1.582, e Mosén Juan Bueno, deputado pelos Cavaleiros no ano 1.576. Vários autores, afirmam que membros desta linhagem passaram com o rei Jaime I “el Conquistador” a Valencia, dando origem a várias casas do dito sobrenome na região levantina. Outra casa se instalou no vale de Cadagua, em Burgos. Desta casa foi o ramo que derivou até Vizcaya para tomar assento ante o Concelho de Gueñes, do partido judicial de Valmaseda. Se trata dum apelido que passou a América quase desde os primeiros anos de seu descobrimento e colonização e se encontra muito estendido em várias  nações daquele continente, no México e a Argentina, assim como no Chile, donde don Pedro Bueno foi um dos que acompanharam a Valdivia na conquista daquele território fundando casa, da que partiram as linhagens que compõem o apelido Bueno chileno. Incluso geograficamente no Chile se encontra o rio Bueno, ao sul da província de Valdivia,  cujo descobrimento possivelmente, pode dever-se ao conquistador espanhol antes citado que deu seu nome a esta grande corrente fluvial. No que  diz respeito a demonstração de sua nobreza, don Luis Bueno e don José Bueno, o primeiro natural de Sevilla e o segundo de Bilbao, a provaram para ingressar na Orden de Santiago, nos anos 1.701 e 1.708 respectivamente. Outro cavaleiro deste apelido, don Alonso Bueno, natural de Almendralejo (Badajoz)  também deu provas de sua nobreza em 1.760 com o fim de poder ingressar na Real Compañía de Guardias Marinas e como linhagem em geral, provou sua fidalguia na Real Chancelaria de Valladolid nos anos 1.546, 1.553, 1.757, 1.762 e 1.766.  Acima o brasão português.

 

Títulos de Nobreza em Portugal e Brasil

 

  • Barões de Cunha Bueno
  • Barões de Itaqueri
  • Condes do Paço do Lumiar
  • Marqueses de São Vicente
  • Viscondes de Cunha Bueno
  • Viscondes de São Vicente

 

Barões de Cunha Bueno

Título criado por D. Pedro II, imperador do Brasil
por decreto de 28-05-1887
a favor de:
Francisco da Cunha Bueno, 1º visconde de Cunha Bueno * 1

Brasil, São paulo 28.7.1830 + Brasil, São Paulo 28.4.1903

 

Pai: Francisco Mariano da Cunha
Mãe: Ana Joaquina Angélica de Barros

Casamento I:
Com: Eudóxia Henriqueta de Oliveira

Casamento II:
Com: Teresa de Aguirre

 

Filhos do Casamento II:

  • Não houve descendência deste casamento

Viscondes de Cunha Bueno

Título criado por D. Pedro II, imperador do Brasil
por decreto de 02-01-1889

a favor de:
Francisco da Cunha Bueno, 1º visconde de Cunha Bueno

* 1830

 

Marqueses de São Vicente

José António Pimenta Bueno, 1º visconde e 1º marquês de

 São Vicente

* Brasil, São Paulo 4.12.1803 + Rio de Janeiro 19.2.1878

Pai: António Pimenta de Campos
Mãe: Balbina Henriqueta de Faria e Albuquerque

Casamento I: 1834
Com: Balbina Henriqueta de Faria

 

Barões de Itaqueri

Título criado por D. Pedro II, imperador do Brasil
por decreto de 07-05-1887
a favor de:
Francisco da Cunha Bueno, 1º barão de Itaqueri

 

Condes do Paço do Lumiar

Título criado por D. Luis I, rei de Portugal
por decreto de 14-10-1881

=====================================================================================================================

clip_image002 Brandão

trata-se de um sobrenome com raízes plausivelmente toponímicas, extraído que pode ter sido da denominação da vila de Paços de Brandão, na comarca de Santa Maria da Feira. É possível que a família que adotou esta designação seja de muito remota antiguidade. Dizendo alguns genealogistas que o seu fundador foi Fernão Brandão, contemporâneo de Henrique de Borgonha.

A João Brandão Sanches, aliás um legítimo Brandão e que foi feitor de Portugal na Flandres do séc. XVI, parece ter sido dada carta de armas novas, usadas pôr ele seus descendentes.

Já com os verdadeiros Brandões nada tinha a ver Duarte Brandão, famoso aventureiro português do séc. XV e XVI. De origem judaica, passou a Inglaterra pôr, segundo reza a lenda, ter assassinado um homem em Portugal. De extrema bravura, depressa conquistou as boas graças do Rei Eduardo IV, que o fez cavaleiro da Jarreteira, passando a dominar-se Sir Edward Brampton, ao mesmo tempo que recebia o governo da ilha de Guernesey. Em 1476 encontrava-se na França, e pôde emprestar a Dom Afonso V elevadas somas quando o rei de Portugal ali foi para se avistar com Luís XI de França. Ao tomar o partido de Ricardo II de Inglaterra, jogaria porém na carta errada, e a vitória da facção contrária forçou-o a retira-se para Portugal, onde foi bem acolhido pôr D. João II. Só em 1500, alcançando o perdão de Henrique VII, pôde voltar à Grã-Bretanha, onde ainda viveria o suficiente para ver um filho ser armado cavaleiro da Jarreteira em Winchester pôr aquele mesmo monarca. Deixou geração em Portugal, que continuou a usar o apelido Brandão, e na Inglaterra, que prosseguiu a linhagem dos Brampton.

 

Armas

De azul cinco brandões de ouro, acesos de sua cor. Timbre: três brandões de escudo, postos em roquete.

De João Brandão Sanches, feitor de Portugal na Flandres: de prata, uma águia de perfil, voante de negro, com o dorso de vermelho, tendo nas garras um brandão de ouro posto em banda e aceso de vermelho.

 

De Duarte Brandão ou Sir Edward Brampton das seguintes armas, que a sua descendência inglesa conservou: de azul dois dragões de ouro, lampassados de vermelho, com as caudas e pescoços enlaçados e passados em aspa, as cabeças volvidas para fora.

Timbre: os dragões do escudo

Títulos, Morgados e Senhorios

 

Barões da Folgosa                              Barões de Ribeirinho

Barões de São Lázaro                         Condes de Alhandra

Condes de Alhandra                            Condes de Campo Belo

Condes de Geraz do Lima                    Condes de Oliveira dos Arcos

Condes de Porto Brandão                    Condes de Terena

Marqueses de Terena                          Senhores da Casa da Pousada

Senhores do Morgado dos Correias       Viscondes da Torre Bela

Viscondes de Alhandra                                Viscondes de Carregoso

Viscondes de Ferreri                           Viscondes de São Gil de Perre

Viscondes do Ervedal da Beira

 

Cargos e Profissões no Reino de Portugal

 

Médicos

 

=====================================================================================================================

 

 

From: marli pires de moraes

Sent: Wednesday, September 07, 2016 12:59 PM

To: afraniomello@itapetininga.com.br

Subject: genealogia de lopes da silva

boa tarde, meu bisavô foi registrado como ANTONIO LOPES DA SILVA ele viveu em munhoz mg,mas era descendente indígena da etnia PURI ,sendo que não sabemos nomes de seus pais.supomos que adotou este nome de alguém que controlava aquela região pois as estorias que nossos avós nos contaram e que ele foi obrigado pagar pelas terras que pertenceram a seus antepassados e que registros de nascimentos foram para outro cartório,camanducaia, pois este lugar  foi emancipado em 1954 e que o registro de sua terras foi lavrado em bueno brandão.desde já agradeço seu interesse

3 anexos




Pedro Novaes: 'Privacidade'

colunista do ROL
Pedro Novaes

Pedro Israel Novaes de Almeida –   PRIVACIDADE

A privacidade torna-se, a cada dia, menos prestigiada.

O mundo anda repleto de câmeras e gravadores, cada dia mais potentes e menores. Até nossos quintais acabam filmados, por drones, satélites, aerofotos ou mesmo pela curiosidade dos vizinhos.

Na área da segurança, as filmagens, notadamente em praças e áreas comerciais, auxiliam no esclarecimento e repressão a crimes, de assaltos a furtos, espancamentos e pichações. Atualmente, as câmeras constituem inestimável desestímulo à bandidagem, revelando o fato, autoria e circunstância.

Na seara privada, celulares gravam imagens que podem ser usadas para o cometimento de crimes, como chantagens ou danos morais. A eventual legalidade da filmagem de cenas privadas não autoriza a sua livre divulgação.

Filmes e gravações auxiliam a inibição e penalização de qualquer atitude porventura desrespeitosa e violenta de agentes públicos, notadamente policiais. Em países mais desenvolvidos, viaturas e uniformes já contam com micro – câmeras.

Tais câmeras, contudo, salvaguardam as ações de bons agentes públicos, não raro injustamente acusados. Câmeras documentam culpas e inocências.

O alastramento das câmeras é inevitável e crescente, ainda que cause desconforto aos participantes de qualquer cena.  Câmeras postadas na entrada de motéis são pura nitroglicerina.

Câmeras, em pátios e salas de aula, estão contendo as depredações, furtos e violências, no ambiente escolar. Por enquanto ainda são respeitados os banheiros coletivos.

Na política, gravações e filmagens podem cassar candidaturas e mandatos, e reuniões entre corruptos já adotam mímicas, senhas e revistas. As câmeras estão prestigiando até a fidelidade conjugal.

Existem adeptos da obrigatoriedade do uso de capacetes transparentes, até numerados, para a contenção de crimes perpetrados por motociclistas. Prisioneiros domiciliares ou temporariamente libertos andam com tornozeleiras.

Talvez um dia sejamos todos chipados e monitorados, ou andaremos com um código de barras tatuado no pulso.

Permanecem sigilosos apenas nossos pensamentos e intenções, pelo menos por enquanto. É o preço que pagamos, pelo alto e rápido progresso tecnológico, e pouco ou nenhum progresso civilizatório.

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.




José Otávio Vasques Ayres: 'Amidalas e adenóides'

DR JOSE OTAVIO VASQUES AYRES : AMIGDALAS E ADENOIDES. É NECESSÁRIO OPERAR? É CORRETO OPERAR?

 

Foto de Jose Otavio Vasques Ayres.O QUE SÃO AS AMIGDALAS? São estruturas localizadas na porção lateral da garganta e que fazem parte do nosso sistema de defesa imunológica. O nome técnico internacionalmente aceito atualmente é tonsilas palatinas.

O QUE SÃO AS ADENOIDES? Estrutura muito similar às amígdalas, localizada atrás do céu da boca, entre o nariz e a garganta, região denominada cavum.

QUAL A PORCENTAGEM DE CRIANÇAS TEM ADENOIDES? Na verdade, todas as crianças possuem. O que interessa é se estas adenoides trazem problemas, seja obstrutivo, ou infecções associadas.

AINDA SÃO INDICADAS CIRURGIAS? No passado estas cirurgias foram realizadas em demasia. Hoje a indicação é mais criteriosa, mas ainda há as seguintes indicações: 1-Número excessivo de infecções 2-Otites médias de repetição ou crônicas 3-Sinusites de repetição ou crônicas. 4-Tamanho exagerado de amígdalas e/ou adenóides (Esta é a principal indicação). 5-Presença de caseum freqüente (Bolinhas amareladas com odor desagradável nas amigdalas). 6- Suspeita de tumor. ** É claro, que a indicação cirúrgica fica restrita aos casos onde não há boa resposta com tratamentos clínicos.

QUAL O PROBLEMA COM O TAMANHO DAS AMIGDALAS E ADENOIDES? O tamanho em si, não é o problema, mas sim a obstrução respiratória. É mais comum em crianças, sendo maior o problema durante o sono. Observamos roncos e até mesmo apneia (Parada respiratória). Esta má respiração na criança promove: Diminuição do crescimento, diminuição do desenvolvimento intelectual, alteração do desenvolvimento da face (falta de desenvolvimento nasal, arcada superior pequena, com céu da boca fundo), alteração de coluna cervical, hipertensão pulmonar , sobrecarga do coração (ventrículo direito) podendo em casos severos evoluir com insuficiência cardíaca. Portanto, quadro extremamente danoso às crianças.

SE EU RETIRAR AS AMIGDALAS VOU PERDER A DEFESA DO ORGANISMO? NÃO. Elas não possuem uma função imunológica exclusiva. Quando da sua retirada, os outros órgãos de defesa suprem sua ausência, sem problemas.

SE EU RETIRAR AS AMIGDALAS VOU TER MAIS FARINGITES E LARINGITES? NÃO. A cirurgia não aumenta a incidência de faringites ou laringites, mas também não as evita. A chance de ter uma destas patologias é a mesma de quem não realizou a cirurgia.

QUANDO OPERA-SE ADENOIDE SEMPRE OPERAM-SE AS AMIGDALAS? NÃO. Se for possível preservar as amígdalas, melhor. Mas geralmente, quando operamos as amígdalas, operamos também as adenoides.

EXISTE LIMITE DE IDADE? A idade habitual é à partir de 2 anos, mas em caso de necessidade , avalia-se a possibilidade de antecipa-la.

COMO É REALIZADA? Em ambiente hospitalar, sob anestesia geral. Se não houver contra-indicação, alta no mesmo dia.

COMO É O POS-OPERATÓRIO? O problema é a dor, sendo necessários analgésicos. Há necessidade de repouso relativo e alimentação liquida e pastosa.

CONCLUINDO: CIRURGIAS AINDA SÃO REALIZADAS SIM, DESDE QUE HAJA INDICAÇÃO INEQUÍVOCA E INTRATABILIDADE CLÍNICA, QUANDO ELAS TRARÃO MUITOS BENEFÍCIOS.

DR JOSE OTAVIO VASQUES AYRES 
OTORRINOLARINGOLOGISTA

 Fonte de imagem = internet