Genealogia: Afrânio Mello atende pedidos de leitores. Nesta edição, dados sobre a familia SANTANA

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 802

 

Caro Clóvis, boa noite.

Não faço pesquisa de nomes e sim de SOBRENOMES.

O seu sobrenome tem origem em três paíseis : Portugal, Espanha e Itália.

Estou enviando o arquivo do sobrenome.

SANTANA…………….. 7 páginas e 4 brasões.

Espero ter satisfeito a sua curiosidade.

Grande abraço.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

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ESPANHA         ITÁLIA          PORTUGAL.

Santana, Santanna, Sant’Ana, Sant’Anna,

sobrenome de origem religiosa, forma apocopada do original Sant’ana, refere-se a avó de nosso senhor Jesus Cristo, mãe da Virgem Maria .

 

Acima o brasão Santana da Espanha. No meio o brasão Santana na Itália. Lado direito o brasão Santana de Portugal.

Existe uma importante família mineira que teve princípio no vereador Joaquim José de Sant’Ana ( 1821-1875 ) filho de Araújo e Amélia Rocco. Em função de uma promessa feita a Nossa Senhora de Santana perpetuou em seus descendentes este nome Sant’Ana, em lugar do seu nome de família Araújo.

Há uma outra família proeminente vinda do Doutor João José Sant’Ana ( 1851-1895 ) filho do Capitão João José de Sant’Ana e de Dona Luiza Costa, que na qual, descendem vários ramos familiares em Minas Gerais e cercanias.

 

 

 

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Sobrenome presente em apenas 5 municipios. Não é um sobrenome comum na Itália. No Brasil a grande maioria dos membros desta família são de origem portuguesa. Família presente na Toscana, Perugia e Veneto.

 

Sobrenome de uma família de origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 03.10.1882, a bordo do vapor África, procedente das Ilhas Canárias, José Santana, natural das Ilhas Canárias, católico, 37 anos de idade, com destino à capital do Estado de São Paulo[Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, p. 042 – 03.10.1882]. Sobrenome de uma família de origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 01.01.1883, a bordo do vapor Henry IV, Bernardino Santana, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 29 anos de idade, com destino a Rio Claro, Estado de São Paulo, para trabalhar na Fazenda da Gran Mogol [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, p. 072 – 01.01.1883]. Sobrenome de uma família de origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 01.01.1883, a bordo do vapor San Martin, Joana Santana, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 21 anos de idade, com destino a Rio Claro, Estado de São Paulo, para trabalhar na Fazenda da Gran Mogol [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, p. 072 – 01.01.1883]. Sobrenome de uma família de origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 01.01.1883, a bordo do vapor San Martin, Antonio Santana, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 41 anos de idade, com destino a Rio Claro, Estado de São Paulo, para trabalhar na Fazenda da Gran Mogol. Veio em sua companhia, a esposa, Maria Candelaria,natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 38 anos de idade, e os filhos: 1. Antonio, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 11 anos de idade; 2. Juana, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 9 anos de idade; 3. Carmen, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 4 anos de idade; 4. Pedro, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 2 anos de idade[Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, p. 072 – 01.01.1883]. Sobrenome de uma família de origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 01.01.1883, a bordo do vapor San Martin, Dolores Santana, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católica, 39 anos de idade, com destino a Rio Claro, Estado de São Paulo, para trabalhar na Fazenda da Gran Mogol. Veio em companhia dos filhos: 1. Josefa, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católico, 14 anos de idade; 2. Miguel, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católico, 10 anos de idade; 3. Francisco Santana, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católico, 4 anos de idade [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, p. 074 – 01.01.1883]. Sobrenome de uma famíliade origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 13.05.1883, a bordo do vapor Umberto 1º, Maria Antonia Santana, naturalda Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católica, 18 anos de idade [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, p. 123 – 13.05.1883]. Sobrenome de uma família de origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 01.01.1883, a bordo do vaporHenry IV, Francisco Santana Placeres, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 28 anos de idade, com destino a Rio Claro, Estado de São Paulo, para trabalhar na Fazenda da Gran Mogol. Veio em sua companhia, a esposa, Maria Del Carmen, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 29 anos de idade, e os filhos: 1. Maria, natural da Espanha, 10 anos de idade; 2. Miguel, naturalda Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 8 anos de idade; 3. Francisco, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 3 anos deidade [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, p. 072 – 01.01.1883]. Sobrenome de uma família de origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 01.01.1883, a bordo do vapor San Martin, Antonio Santana Placeres, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 36 anos de idade, com destino a Rio Claro, Estado de São Paulo, para trabalhar na Fazenda da Gran Mogol [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, p. 072 – 01.01.1883].

 

Primeira baronesa de Santana. Título nobiliárquico passado, a 20.06.1861, para Maria José de Sant´Ana. Título de origemantroponímica, tomado ao sobrenome da família. Mãe da baronesa de Pitangui (II).

Segunda baronesa de Santana. Título nobiliárquico passado, a 23.09.1874, para Rosa de Sant´Ana Lopes. Título de origemantroponímica, tomado ao sobrenome da família.

Santanna, sobrenome de uma família de origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 13.05.1883, a bordo do vaporUmberto 1º, Maria Delfino Santanna, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católica, 40 anos de idade. Veio em companhia de seus filhos: 1. Diogo, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católico, 10 anos de idade; 2. Gregorio, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católico, 8 anos de idade; 3. Domiciana, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 16 anos deidade; 4. Juan, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 7 anos de idade; 5. Dolores, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 19 anos de idade [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, p. 122 – 13.05.1883]. Sobrenome de uma família deorigem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 13.05.1883, a bordo do vapor Umberto 1º, Valentin Santanna, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católico, 26 anos de idade [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, p. 122 – 13.05.1883]. Sobrenome de uma família de origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 13.05.1883, a bordo do vaporUmberto 1º, Maria Santanna, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católica, 42 anos de idade. Veio em companhia de seus filhos: 1. Juliana, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 16 anos de idade; 2. Sebastiano, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católico, 10 anos de idade; 3. Tesesfaro, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católico, 8 anos deidade; 4. Miguel, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católico, 5 anos de idade; 5. Rasuam, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católico, 4 anos de idade; além de Maria Santanna, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, 20 anos de idade; de Pedro Santanna, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católico, 20 anos de idade, e de Juan Santanna,natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católico, 6 meses [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, p. 123 – 13.05.1883].

 

SANTANA ORIGEM E SIGNIFICADO: Segundo os estudiosos consultados, o apelido procede da Galicia. Concretamente, Fernando González-Doria assinala dita procedencia e que ao longo de sua história, o apelido se repartiu por outras terras da Península Ibérica e também por diversos países da América Latina. Os apelidos Santa Ana e Santana são equivalentes com igual origem e significado.

TÍTULOS NOBILIARIOS RELACIONADOS: Os seguintes títulos tem sido criados por monarcas das diferentes dinastias espanholas. Se acham relacionados no “Diccionario de merceres nobiliarias españolas ocupadas y vacantes” O título de Conde de Santa Ana foi concedido por Carlos IV em 20 de setembro de 1805 a D. José María de Moro y Pantoja, Cavaleiro Veinticuatro de Granada. O título de Marqués de Santa Ana foi concedido pela Rainha Regente Dona Maria Cristina da Áustria, em nome de D. Alfonso XIII a D. Manuel María de Santa Ana y Rodríguez-Camaleño.

LINHAGEM E HISTORIA: Cabe assinalar que a origem do apelido Santana procede da Galicia e também da Reconquista de Castilla (Castela). As terras que se ocupavam nas conquistas eram outorgadas a estes valorosos cavaleiros que estabeleceram a linhagem familiar em ditos lugares. Posteriormente, membros da familia Santana se trasladaram a outras zonas da Península Ibérica, principalmente em Castilla e As Ilhas Canárias. Também cabe assinalar, como aspecto remarcável, que o apelido esteve presente em diversos países de América Latina (México e Argentina) desde os primeiros anos da conquista. ARMAS As armas principais do apelido, segundo detalha Fernando González-Doria, são: En campo de gules, una banda de azur, perfilada de oro. Estas armas se encuentran relacionadas en el “Diccionario heráldico y nobiliario de los reinos de España”, en la página 740.

PERSONAGENS SANTANA DESTACADOS NA HISTORIA: A López de Santa Ana: Militar e político mexicano. Sendo general se levantou contra Iturbide. TOPONIMIA Existem topônimos do apelido relacionados com povos e vilas tanto da Espanha como de diversos paises de América Latina. Os topônimos mais importantes estão nos Estados Unidos, El Salvador, Espanha e México.

 

O APELIDO HOJE: O apelido é bastante abundante na Galicia, Gran Canárias e Castilla. Sem embargo, está extendido pela maioria das Comunidades Autónomas. Cabe destacar que o apellido enrraizou-se desde os primeiros tempos nas terras da América Latina, e na atualidade se encontra amplamente representado no Novo Continente.

BIBLIOGRAFIA: Indicamos alguns dos estudos de heráldica e genealogia donde é possível encontrar informação sobre o apelido. -Blasones de Armas y Linajes de España, de Diego Urbina, –Blasones, de Juan Francisco de Hita, –Estudios de Heráldica Vasca, de Juan Carlos de Guerra.–Nobiliario de Aragón, de Pedro Vitales.–Armería del Palacio Real de Madrid-.-Blasonario de la Consanguinidad Ibérica.- -Nobiliario Español, de Julio de Atienza.–Observaciones Histórico Críticas a las Trovas-.-Armería Patronímica Española.–Escudos de Cantabria-.-Heráldica Asturiana-.-Heráldica Castellana-. -Heráldica de las Comunidades Autonomas y Capitales de Provincias-. -Sección de Órdenes Militares de Santiago-Alcántara y Calatrava-.-Tratado de Nobleza de Aragón y Valencia.

 

Actualidade

Orgão do Partido Liberal

Folha Política, Litteraria e Commercial

Edictor: Benedito Ferreira de Carvalho

Victória 02 de junho de 1878 – Anno I – Número 30
Typographia da Actualidade – Rua Duque de Caxias, 19- Victória – Província do Espírito Santo

Texto com o português da época:

Nomeações: Por acto em igual data, forão nomeados os cidadãos: João Pedro Machado, João Ignácio de Almeida e Eufrasio José de Sant´Anna.

 

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From: Clovis Santanna

Sent: Monday, August 29, 2016 4:40 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Informações

 

Afranio, boa tarde,

 

Tenho 70 nos e estou a procura de informações a respeito de minha família. Meu o primo diz que são de origem Espanhola, porém não tenho certeza.

Familia SANT’ANNA

 

Bisavo: Joaquim José de Sant’Anna

Bisavó: Maria Poliscena do Carmo

 

Avô: Antônio José de Sant’Anna

Avó: Lydia Eufrosina  Sant’Anna

 

Pai: MAXIMO SANT’ANNA

Tios:  João de Sant’Anna

Sebastião de Sant’Anna

Pedro Sant’Anna

Antônio de Sant’Anna

Cyrilla de Sant’Anna

Malvina de Sant’Anna – casada

 

Todos nasceram em Piracicaba e São Pedro.

 

Dizem que em Santa Ana de Villa Real na Espanha, e foi de la que partiram estes sobrenomes Sant’Anna de Vila real

 

Caso tenha como me ajudar ficarei grato uma vez que não fazer a Arvore Genealógica de minha família, informo também que eles trabalharam nas Usinas Central, Usina Junqueira em Igarapava, Usina Schmidt.

 

Fico no aguardo de breve resposta e a disposição para esclarecimentos.

 

Att.

 

Clovis Santanna

 

11 98199 6427

11    2996 7019




Artigo de Pedro Novaes: 'Tempo bom'

Pedro Israel Novaes de Almeida – TEMPO BOM

colunista do ROL
Pedro Novaes

 

Os que já ultrapassamos o marco dos sessenta anos temos mais passado que futuro, e é normal que sejamos saudosistas.

Não temos saudades da falta de saneamento básico, nem da dificuldade em alçar qualquer degrau na escala social. Era deprimente ver pessoas morrendo, naturalmente, aos 65 anos, e sequer imaginávamos o risco de comprar e ingerir alimentos sem data de validade.

A saudade não diz respeito às latas que continham o lixo doméstico, e eram vertidas nas carrocerias do caminhão, pelos lixeiros, e devolvidas aos proprietários, para lavagem. Os caminhões eram acompanhados por uma multidão de mosquitos, e irradiavam cheiro que percorria toda a cidade.

As cidades eram pequenas, e a proximidade dos matos inibia a construção de motéis, só insubstituíveis na contenção dos terríveis pernilongos. Sem os testes de DNA, a paternidade era sempre suspeita e pouco provada.

Percorríamos a cidade sem temer assaltos, e a preocupação era não encontrar a turma do bairro adversário ou algum cachorro louco. Todos tínhamos uma história de janeladas na testa, pois era comum os quartos darem para a calçada.

A saudade vem, doída, das brincadeiras nas ruas do bairro, das fofocas da vizinhança e da mágica convivência, sem distinção de cor ou status social. O pronto-socorro era a farmácia da esquina, com direito a diagnóstico e medicação, pelo proprietário.

Os médicos da época eram mágicos, e não contavam com os sofisticados exames de hoje.  Não havia o SAMU, e as ambulâncias acabavam empurradas pelos pacientes.

As praças eram frequentadas, e não raro uma banda ornamentava o coreto, alegrando a ambiente. Pipoqueiros, vendedores de quebra-queixo e amendoim atraiam multidões.

Os namoros, quando observados, eram recatados, e um simples pegar na mão demorava semanas. As despedidas eram feitas no portão, sob o olhar atento e invisível dos pais e vizinhos.

As viagens à capital eram uma aventura, com direito a enjoos e horas para ultrapassar os fenemês da época. De trem, as viagens eram divertidas, com direito a esticar as pernas, adquirir revistas e saborear lanches.

Os corruptos eram mais modestos, e as eleições puro regabofe. O respeito pessoal era maior.

Na escola, algumas reguadas e beliscões rendiam mais educação que processos, e não tínhamos internet, calculadora ou xerox. Na biblioteca, copiávamos os livros, e líamos os trabalhos que entregávamos.

Engraxávamos os sapatos e botinas com sebo, e os tênis não tinham amortecedores. Não éramos fartos, mas felizes.

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.




Genealogia: Afrânio Mello ultrapassa a casa dos 800 atendimentos e continua respondendo às solicitações dos leitores!

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 801

 

Caro Leandro, boa noite.

É um prazer atendê-lo.

Acabei de lançar o livro “ Eu e os Meus – Orsi e Ramacciotti “ que trata dessa questão

do sobrenome DURSO .

Estou encaminhando para seu conhecimento o arquivo do SOBRENOME ORSI que é uma

das variações da origem do sobrenome URSO.

O meu Livro você encontra em : issuu.com/graficaregional/docs/ebook_afranio

É só copiar o endereço e colocar na barra de endereços do Google e você pode baixar o livro.

Veja abaixo um resumo do arquivo que envio para você.

ORSI ……………..  9 páginas……. 1 brasão.

 

clip_image002Orsi,Orselli,Orsieri,Orsetti, Orsolin,Orsino,Orsolini,Urcini,Orsolini,Urso,D’Urso,D’Urcini,d”Orsini , entre outros, 

sobrenome de origem italiana. Sobrenome classificado como alcunha, vem do italiano Orso, que significa urso. Orsi é a forma plural.

Isto indica que os primeiros que utilizaram esse sobrenome eram fortes (em sentido físico ) como um urso.

Encaminho para o seu conhecimento inúmeras fotos que tenho, muito antigos do sobrenome ORSINI e um ORSINI ORSO.

Uma informações preciosa para você….

Os arquivos da Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo já estão todos digitalizados.

É preciso saber se ele desembarcou em Santos e foi para a cidade de Trajano de Moraes e ai fica fácil a pesquisa

na Hospedaria de São Paulo ou ele desembarcou no RIO DE JANEIRO e ai você tem que pesquisar nesse local.

Não sei se já estão digitalizados mas respondem muito bem as perguntas a ele dirigidas.

Você tem que consultar com a Data de Desembarque, nomes corretos, data de nascimento e mais o que puder encontrar.

 

Eu já pesquisei muito, antes de escrever o livro, sobre esses sobrenomes.Estou encaminhando para você o que tenho.

 

Segundo Ciro Mioranza em seu Dicionário de Sobrenomes Italianos, “ Filius Quondam “ a Origem e o significado dos sobrenomes Italianos, na página

126 encontrei :

“ Um fato notório de italianização no Século XX ocorreu no município de Turriaco, província de Gorízia, área fronteiriça com a Eslovênia.

Por decreto oficial do ano de 1932, época do regime facista, os sobrenomes considerados estrangeiros foram todos italianizados.

As Famílias Blasig, Cusma,Francovig,Marusig, Mosettig, Sturm, Sullig, URSIG, Viscovig e Zorzetti tiveram seus sobrenomes alterados para

Blasi,Cosma,Franco, Marussi, Mosetti, Stormi, Sulli, Orsi ,Vescovi e Zorzetti ( conforme Storia di Turriaco, página 151 , de Mário Furioso).

 

Nos arquivos que envio, copiados do Dizionário Ragionato Dei Cognomil Italiani de Michele Francipane, tem uma ótima explicação sobre

esses sobrenomes. Estão em Italiano mas , se não souber, é só copiar no Tradukka , que tem de pronto a tradução.

 

Se precisar de mais alguma informação, peça.

 

Grande abraço.

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

 

 

From: leandro neves

Sent: Tuesday, August 30, 2016 5:12 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: AJUDA – SOBRENOME – DURSO – ITÁLIA – MIGRAÇÃO PARA RIO DE JANEIRO – LOCAL: TRAJANO DE MORAES – FAMÍLIA AINDA VIVE POR ESTA REGIÃO – HISTÓRICO

 

Boa tarde Afrânio Franco de Oliveira Mello IHGGI – Itapetininga (SP) !!!

 

 

Fazendo uma breve pesquisa sobre as origens do sobrenome da minha esposa, que se chama, Carla Durso, sobrenome italiano, encontrei uma referência sua como um excelente pesquisador sobre as origens de sobrenomes, e sua genealogia…

 

Tenho um interessa muito grande pelo assunto e gostaria muito de descobrir informações sobre a origem do sobrenome DURSO que até onde pesquisei, é um sobrenome italiano, de um ascendente chamado, se não me engano, ( Nicolau Durso ), onde se estabeleceu na cidade de Trajano de Moraes, na cidade do Rio de Janeiro. Soube que era dono de grande extensão de terra e praticava a cafeicultura e casou-se com Rosa Gertrudes Durso, e teve cerca de 11 filhos.

 

Segundo minha sogra, Thereza Durso Silva, viva, e neta de Nicolau Durso, temos notícia que este patriarca ( AVÔ DA MINHA SOGRA E BISAVÔ DA MINHA ESPOSA ) veio migrado da cidade de NÁPOLI, Itália e estabeleceu-se na cidade de Trajano de Moraes, no Rio de Janeiro.

 

Se o senhor pudesse me ajudar, eu seria muito grato, pois estou encontrando muitas dificuldades, até pelo fato de não compreender as formas de pesquisas e lugares específicos.

 

Gostaria muito de conhecer a história da família da minha esposa, até porque, estamos querendo o máximo de informações possíveis no sentido de, talvez solicitar o reconhecimento da cidadania italiana para minha esposa.

 

Enfim…  essas sãos as informações que descobri a cerca do sobrenome DURSO da família da minha esposa e sogra…   Se o senhor puder me ajudar…   eu lhe serei muito grato !!!

 

 

Leandro Neves

21 9 6474-4563

leandrosenai@hotmail.com

 




Artigo da leitora Sonia Moreira: 'Elite Brasileira'

Sônyah Moreira – sonyah.moreira@gmail.com – Elite brasileira

 

Nesses tempos turbulentos de processo de impedimento de presidente, a todo o momento ouço as pessoas contrárias á cassação do mandato que repete a exaustão que se trata de um golpe orquestrada pela elite brasileira.

Sinto-me ofendida com tal colocação, visto que elite, se é que exista em nossa República das bananas, é uma ínfima parte da população, que sequer conseguiria com seus votos eleger um vereador.

A ilusória elite, e me incluo nela, é aquela que levanta cedo pra ir ao trabalho para ganhar o pão de cada dia e prover as mínimas condições a sua família, que luta para pagar uma escola digna para seus rebentos, economiza no alimento para conseguir manter um plano de saúde evitando antecipar seus dias terrenos nos majestosos hospitais públicos.

Elite que não consegue fazer uma viagem ao exterior levando Dólares ou Euros, assim como alguns de nossos políticos a gastar em hotéis milionários. Que usa seu ganho minguado aqui mesmo, elite que faz a moeda circular de maneira formal ou mesmo informal pelo país a fora.

Senhores e senhoras que elite é esta que não consegue ter uma aposentadoria digna para comprar remédios. Para o trabalhador não se faz necessário ter benefícios com nomes pomposos de bolsa isso ou aquilo, basta-lhe apenas um emprego pra ganhar o sustento com o suor de seu rosto e ter dignidade, não depender de benesses pagas por outros trabalhadores.

Elite que tem apenas uma féria ao ano, e essa passada por diversas vezes sem sair nem do bairro onde mora, elite, que depende de transporte coletivo para se deslocar para o trabalho, gastando horas de seu tempo.

Vejam quantos milionários existem ao redor do mundo, e quantos daqui de nosso circo se encaixam nessa listagem, óbvio que não condeno a riqueza, muito pelo contrário, temos exemplos maravilhosos de empresários que usam seu dinheiro para gerar empregos, o que para meu humilde entendimento é uma missão. A verdade é que se embutiu em nossas mentes na colonização que ser rico era pecado, isso é típico de nossa formação religiosa, a riqueza não nos deixaria ganhar o céu, é havia muitos interesses escusos desde daquela época, a nossa história que nos diga.

O processo de impeachment é descrito em nossa Carta Magna, se é golpe e foi feito por uma elite, é aquela que lá está a desfrutar de nossos palácios regados a banquetes, pagos pela população trabalhadora, não aquela que se diz trabalhador e se desloca atrás de palanques, a discursar contra os que discordam de suas filosofias partidárias.

Elite brasileira somente existe no imaginário de pessoas que vivem de ilusão, pare e pense em quantas pessoas você conhece que pode dizer que classe pertence? A população operária nada pode fazer, a não ser escolher bem seus mandatários na hora do voto, depois a Deus pertence, esses recebem de bandeja seus empregos com salários milionários e esquecem as promessas feitas para a plebe.

Que país é esse? Como dizia Jô Soares em um programa da década de 80, que alguns corriam a tapava-lhe a boca, como se a jogar a sujeira debaixo do tapete, envergonhados pelas próprias escolhas políticas. E agora revendo as reprises chegamos à triste e nefasta conclusão, continua tudo igual! Quer dizer, houve uma mudança, mudou-se a geração de políticos, estamos a vislumbrar os netos já trilhando o mesmo caminho de seus antepassados, que lhes presentearam com educação esmerada, formados nas melhores universidades do exterior. Esses sim são a verdadeira elite brasileira.

E o povo? O povo! Le Le Le Le Le…

 

Sônyah Moreira – sonyah.moreira@gmail.com

 

 




Artigo de Celso Lungaretti: 'O IMPEACHMENT JÁ ESTÁ DECIDIDO. O QUE CONTINUA PENDENTE É: O PT VAI SER RESPONSABILIZADO PELOS TERRÍVEIS ERROS COMETIDOS OU A FÁBULA DO GOLPE LIMPARÁ SUA BARRA?.'

CELSO LUNGARETTI – A COMÉDIA DE ERROS CHEGA AO FIM… ATÉ QUE ENFIM!!!

Pompa, circunstância e imperfeições constitucionais.

O que tornou imperativo o impeachment de Dilma Rousseff foi haver conduzido o país a uma terrível recessão econômica e estar, quando do seu afastamento, havia 16 meses sem conseguir governar. Ou seja, como sua permanência no poder faria apenas agravar-se uma situação que já era insustentável, ou ela caía, ou cairia o Brasil (no caos e, possivelmente, numa nova ditadura). Simples assim.

Como nossa imperfeita Constituição não contém dispositivo para o descarte de um(a) presidente incompetente ao extremo, mesmo quando sua extrema incompetência está detonando a economia e esfarelando a nação, o processo de impeachment teve de se restringir formalmente a motivos até irrisórios no quadro geral da devastação, se não causada, certamente maximizada pela gestão destrambelhada de Dilma Rousseff.

P. ex., as manobras contábeis ilícitas não foram casos isolados, mas parte do pior estelionato eleitoral cometido no Brasil em todos os tempos. Ocorre que, espantosamente, estelionato eleitoral não está entre as justificativas legais para o impedimento presidencial.

Pompa, circunstância e lengalenga.

Alguém pode, como Dilma em sua campanha para a reeleição, impingir ao eleitorado as piores mentiras e até satanizar os adversários atribuindo-lhes intenções sinistras das quais só escaparia elegendo-o (a), para, em seguida, fazer exatamente aquilo que dissera que os malvados fariam. Tudo bem, pois a Constituição não proíbe que vigaristas políticos tratem os eleitores do país inteiro como otários. Goebbels adoraria o Brasil.

Quanto às manobras contábeis em questão, foram também parte do estelionato: a maquilagem ilícita serviu para ocultar do eleitorado o profundo descontrole das contas públicas, que certamente serviria de combustível para uma crise econômica que já provocava muita inquietação. Será que uma vitória por margem tão exígua teria sobrevivido à revelação dos maus feitos administrativos da gerentona e das consequências que deles decorreriam para os brasileiros?

Dilma, no melodrama que encenou para os senadores, o mesmo que martela incessantemente há meses para a opinião pública sem convencer quase ninguém, fugiu destes questionamentos mais gerais (e importantes), reduzindo tudo a uma discussão técnica sobre haver ou não cometido crimes de responsabilidade –embora nem assim saísse totalmente bem na foto, pois os entendidos garantem que os cometeu (só que de um tipo usualmente não punido em nosso país).

A vitimização de Dilma se sustenta nas imperfeições constitucionais. Se estivesse sendo impichada pelas razões corretas e completas, nossa paciência não enfrentaria a dura prova de aguentar tal lengalenga durante meses a fio…

Petistas passaram batidos. Azar nosso.

Quanto à tantas vezes alegada honestidade pessoal, na verdade se restringe apenas a não haver embolsado grana proveniente de maracutaias. Mas, Deus e o mundo sabem que o preço de o beijo do Lula a haver transformado de rã em princesa foi olhar para o outro lado enquanto tais maracutaias grassavam soltas (começando pela inacreditável aquisição da usina de Pasadena por um valor superestimadíssimo). Já fazia vistas grossas quando chefiava a Casa Civil e o conselho administrativo da Petrobrás; continuou fazendo como presidente.

Agora, a Operação Lava-Jato revela que a grana das maracutaias irrigou suas campanhas eleitorais. Quem acreditar que ela ignorava isto também compra até terreno na Lua.

Por que me dou ao trabalho de desconstruir o jus sperniandi da Dilma, quando a confirmação do impeachment é uma certeza e até mesmo os senadores direitistas parecem cumprir seu papel com certo enfado?

Porque à direita basta mandar Dilma para casa; e isto já está assegurado.

Já para a esquerda reconstruir-se após a praga de gafanhotos que a assolou, é preciso ficar bem claro que o período de hegemonia petista não terminou por causa de conspirações mirabolantes, mas sim pelo esgotamento da opção reformista, que substituiu a luta de classes pela conciliação de classes e se limitou a apenas garantir para os explorados algumas migalhas a mais do banquete dos exploradores.

Pior: gerenciar o capitalismo para os capitalistas foi catastrófico para a moral da esquerda, que teve muitos expoentes se beneficiando das boquinhas e se envolvendo em roubalheiras, o que foi explorado ad nauseam pela imprensa burguesa; e provocou incoerências altamente desmoralizantes, como a de Dilma, em desespero de causa, ter tentado utilizar um economista neoliberal como boia, na contramão de todas as críticas que a esquerda fazia ao neoliberalismo desde a década de 1960.

A fábula do golpe não evitou o impeachment, mas poderá evitar que os erros cometidos nos últimos 13 anos sejam questionados pela esquerda com a contundência que se impõe, tamanho foi o descrédito que acarretaram para nossos ideais.

A volta aos trilhos revolucionários ou  a irrelevância
O PCB era a força hegemônica da esquerda até a rendição sem luta de 1964; o processo de crítica e autocrítica subsequente reduziu em muito sua influência e importância.

É o que precisa ocorrer agora com o PT, caso contrário a derrota sofrida, além de acachapante, terá sido inútil.

Ou a esquerda desperta de sua hibernação reformista e volta aos trilhos revolucionários, ou marchará para a irrelevância.

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6ª NOITE LÍTERO-MUSICAL DO IHGGI

No próximo dia 10 de setembro, sábado, o IHGGI realizará uma nova Noite Lítero Musical

Desta vez a gostosíssima reunião cultural será realizada em uma sala especialmente reservada na tradicional Churrascaria Sacy, localizada à rua Rua Padre Albuquerque, 200 (quase em frente à Santa Casa), com início às 20 horas.

O cardápio inclui um espeto para cada duas pessoas (meio espeto por pessoa) mais pão, salada, arroz e feijão.

O valor do convite é R$ 35,00 por pessoa.

Aproveito para lembrar que a Noite Litero-Musical é um espaço aberto para manifestações culturais principalmente dos confrades e confreiras, mas que aceita também a participação de amigos do IHGGI.

Quem quiser se apresentar (cantando, tocando, falando, poetando, etc) basta solicitar inscrição por e-meio ou por whattsapp, tá?

Resumo:

Evento: 6ª Noite Lítero-Musical do IHGGI
Dia: 10 de setembro, sábado
Hora: 20 horas
Convites: R$ 35,00 (trinta e cinco reais) por pessoa
Inscrição: para se apresentar é necessário se inscrever
Reserva de convites: com o Tesoureiro Sergio Majewski: sermajewski@hotmail.com, tel. 15/3271-2969 cel 99785-8780.




Artigo de José Coutinho de Oliveira

José Coutinho de Oliveira: Marx

Filósofo e economista alemão, ideólogo do comunismo científico e organizador do movimento proletário internacional (1818-1883).
Lendo pois sobre Marx o que mais nos interessou foi o resultado das polêmicas que Marx teve com outros ideólogos a saber Proudhon (oxítono) e Bakunin.
Com efeito Proudhon escreveu contra Marx em 1846 no livro “Filosofia da miséria”. Em resposta Marx escreveu o livro “Miséria da filosofia” em 1847.
Mas o que mais nos interessa é a diferença entre Marx e Bakunin, anarquista e escritor russo (1814-1876), considerado o “pai do anarquismo” .
Ele ” que era um revolucionário de formação hegeliana defendia a greve geral contestada por Marx, que dizia que a mesma era um mito que poderia prejudicar a organização da classe trabalhadora, que deveria amadurecer com paciência.” Extraído do livro ” A vida e o pensamento de Karl Marx de Morgana Gomes, da editora minuano, pg. 23.
Mas continuemos a falar do marxismo e transcrevamos o que sobre ele fala a enciclopédia Barsa/73, vol. 9, pg. 63: ” Assim, segundo a doutrina marxista, não são as ideias (superestrutura) que governam o mundo, mas, ao contrário, é o conjunto das forças produtivas materiais (infraestrutura) que determina todas as ideias e tendências.
Com relação ao trabalho juvenil podemos dizer que parece que Marx aconselhava que os jovens de 16 e 17 anos não trabalhassem mais do que 6 horas.
É o que se encontra no livro Sociologia da Educação de Alberto Tose Rodrigues, pg. 44 – edição de 2011.

 

José Coutinho de Oliveira