Carlos Cavalheiro recebe certificado de menção honrosa por poesia

 

DSC04041 (Copy)O professor, escritor, historiador e poeta Carlos Carvalho Cavalheiro recebeu o Certificado de Menção Honrosa no 5º Concurso Literário “Pague Menos”, promovida pela rede de farmácias homônima.
O concurso, de caráter nacional, teve mais de 2 mil poesias inscritas, de todas as regiões do Brasil. No dia 23 de julho, sábado, às 16 horas ocorreu a Cerimônia de Premiação durante o 11º Encontro de Mulheres Pague Menos, realizada na capital do Ceará, sede da rede farmacêutica. O evento foi veiculado on line pelo site do Concurso.
Na oportunidade, foram reveladas as 10 melhores poesias do concurso de acordo com o júri.
Carlos Cavalheiro teve, posteriormente, a notícia de que a sua poesia, embora não estivesse entre as 10 escolhidas, recebeu do júri a Menção Honrosa. Além de certificado, Carlos Cavalheiro recebeu exemplares de livros da coletânea do concurso, com as 100 poesias selecionadas, incluindo as 10 premiadas que foram entregues na manhã do dia 22 de agosto, na filial da Farmácia Pague Menos, em Sorocaba, na rua XV de Novembro.
A notícia da inclusão da poesia como Menção Honrosa foi dada por Victória Belo Ventura, do Setor de Marketing da rede de farmácias “Pague Menos” e foi recebida pelo poeta como anúncio de vitória. “É a segunda vez que participo desse concurso e na primeira não fui sequer selecionado. Já sabia que a minha poesia tinha sido selecionada entre as 100 melhores para compor a coletânea, mas agora tem um sabor especial porque recebeu menção honrosa. Agora é caprichar para a próxima edição”, brinca o professor.
DSC04048 (Copy)Carlos Carvalho Cavalheiro reside em Sorocaba e trabalha como professor de História em Porto Feliz. Em ambas cidades ele tem atuado em ações voltadas para a cultura e a educação. Neste ano lançou o livro “O Negro em Porto Feliz” e neste mês de agosto lançará outro título, em parceria com Flávia Aguilera: “A história da Menina Julieta – A “santinha” de Sorocaba”.
Ainda neste ano, participou do projeto “Pé de Poesia” (Salvador /BA) e teve poesia selecionada num concurso nacional, que resultou na publicação de uma coletânea de novos poetas pela Editora Vivara.



Artigo de Dolores Tucunduva aborda a Física Quântica

Dolores Tucunduva – ‘O que percebemos como nosso mundo material físico, não é realmente físico ou material, na verdade ele está longe disto.’

Tem sido escrito repetidas vezes sobre isto, mas nunca é suficientemente enfatizado. O mundo da física quântica lança luz sobre a verdade do nosso mundo de maneira que desafiam o quadro existente de conhecimento aceito.

O que percebemos como nosso mundo material físico, não é realmente físico ou material, na verdade ele está longe disto. Fato que já foi provado diversas vezes por múltiplos Prêmio Nobel (entre muitos outros cientistas ao redor do mundo), sendo um deles Niels Bohr, físico dinamarquês que fez contribuições significativas para a compreensão da estrutura atômica e a física quântica.

“Se a física quântica não chocou profundamente você, então você não a entendeu ainda. Tudo o que chamamos de real é feito de coisas que não podem ser consideradas como reais”.~Niels Bohr

No começo do século vinte, os físicos começaram a explorar a relação entre a energia e a estrutura da matéria. Ao fazer isso, a crença de que um Universo físico, newtoniano, material estava no coração do conhecimento científico foi abandonado, foi constatado que a matéria não é senão uma ilusão. Os cientistas começaram a reconhecer que tudo no Universo é feito de energia.

“Apesar do sucesso empírico incomparável da física quântica, a própria sugestão dela ser literalmente verdade como uma descrição da natureza ainda é recebido com cinismo, incompreensão e até mesmo raiva”. (T. Folger, “Shmantum Quantum”; Descubra 22:37 -43, 2001)

Os físicos quânticos descobriram que os átomos físicos são feitos de vórtices de energia que estão constantemente girando e vibrando, cada um irradiando sua própria assinatura energética única. Portanto, se nós realmente queremos nos observar e descobrir o que nós somos, na realidade somos seres de energia e vibração, irradiando nossa própria assinatura energética única, esta é a verdade e é o que a física quântica nos demonstrou diversas vezes.

Somos muito mais do que aquilo que percebemos que nós somos, e é hora de começarmos a nos ver sob esta luz. Se você observar a composição de um átomo com um microscópio, você enxerga um pequeno vórtice invisível igual a um tornado, com um número de vórtices de energia infinitamente pequenos chamados quarks e fótons. Isto é o que compõem a estrutura do átomo. À medida que você focar cada vez mais perto da estrutura do átomo, você não enxerga mais nada, só observa um vazio físico. O átomo não tem estrutura física, nós não temos nenhuma estrutura física, as coisas físicas realmente não tem qualquer estrutura física ! Os átomos são feitos de energia invisível, não de matéria tangível.

“Supere isso, e aceite a conclusão indiscutível. O universo é imaterial, mental e espiritual “(1) –Richard Conn Henry, Professor de Física e Astronomia da Universidade Johns Hopkins (citação tirada de “O Universo Mental)

É um enigma interessante, não é ? A experiência nos diz que a nossa realidade é composta de coisas materiais físicas e que o nosso mundo é um conceito objetivo que existe independente. A revelação de que o Universo não é um conjunto de partes físicas, sugerido pela física newtoniana, mas que em vez disto ele é formado por um emaranhamento holístico de ondas de energia imaterial como descrito no trabalho de Albert Einstein, Max Planck e Werner Heisenberg, entre outros.

O Papel da Consciência na Física Quântica

Isto significa que a nossa realidade material física não é realmente física em nada ? Isso pode significar uma série de coisas e conceitos como estes não podem ser explorados se os cientistas permanecerem dentro dos limites do mundo percebido apenas existente, o mundo que vemos e pensamos ser real.

“O dia em que a ciência começar a estudar os fenômenos não físicos, ela vai fazer mais progressos em uma década do que em todos os séculos anteriores de sua existência”. ~Nikola Tesla

Felizmente, muitos cientistas já assumiram a tarefa, e questionam o significado e as implicações do que já descobrimos com a física quântica. Uma destas potenciais revelações é “o observador cria a realidade”.

Relacionado: Somos Cocriadores do Universo.

A conclusão fundamental da nova física também reconhece que o observador cria a realidade. Como observadores, estamos pessoalmente envolvidos com a criação da nossa própria realidade. Os físicos estão sendo forçados a admitir que o Universo é uma construção “mental”. O físico pioneiro Sir James Jeans escreveu: “O fluxo do conhecimento está seguindo em direção a uma realidade não mecânica, o Universo começa a se parecer mais com um grande pensamento do que com uma grande máquina. A mente já não parece ser um intruso acidental no reino da matéria, devemos antes saudá-la como a criadora e governadora do reino da matéria. (RC Henry, “O Universo Mental”; Nature 436: 29, 2005)

Um grande exemplo que ilustra o papel da consciência dentro do mundo material físico (que sabemos não ser físico) é a experiência da dupla fenda. Este experimento foi usado várias vezes para explorar o papel da consciência que molda a natureza da realidade física. (2)

Um sistema ótico na dupla fenda foi utilizado para testar o possível papel da consciência no colapso da função de onda quântica. A proporção da potência espectral do padrão de interferência na dupla fenda para a sua potência espectral na única fenda foi constatado que diminui quando a atenção esta focada na fenda dupla, em comparação com o foco distante dela. O estudo constatou que os fatores associados com a consciência, como a meditação, a experiência, marcadores eletro corticais de atenção concentrada e fatores psicológicos, tais como abertura e absorção, significativamente correlacionados de forma previstas com perturbações no padrão de interferência na dupla fenda (2).

Isto é apenas o começo. Eu escrevi outro artigo, no início deste ano, que tem muito mais informação, com relação ao papel da consciência e do nosso mundo material físico: “A ciência Prova Que a Consciência Humana e o Nosso Mundo Material Estão Interligados:“.

Qual é o Significado ?

A importância desta informação é para nós despertarmos e percebermos que todos nós somos energia, irradiando nossa própria assinatura energética única. Sentimentos, pensamentos e emoções desempenham um papel vital, a física quântica nos ajuda a percebermos a importância de como todos nós nos sentimos. Se todos nós estamos em um estado interno de amor e paz, isto vai impactar sem dúvida o mundo externo ao nosso redor, influenciando de maneira positiva para que todos ao nosso redor se sintam bem.

“Se você quer conhecer os segredos do Universo, pense em termos de energia, frequência e vibração”. ~Nikola Tesla.

Estudos têm demonstrado que emoções positivas vibrando em conjunto com um sentimento de paz interior podem levar a uma experiência muito benéfica para a pessoa que emite estas emoções e para aquelas ao seu redor. No nosso nível subatômico, a frequência vibratória muda a manifestação da realidade física ? Em caso afirmativo, de que forma ? Sabemos que quando um átomo muda seu estado, ele absorve ou emite frequências eletromagnéticas, que são responsáveis por mudar o seu estado. Assim como diferentes estados de emoção, percepção e sentimentos resultam em diferentes frequências eletromagnéticas ! Isto já foi provado.




Artigo de Pedro Novaes: 'Mudando a opinião'

Pedro Israel Novaes de Almeida – MUDANDO A OPINIÃO

 

colunista do ROL
Pedro Novaes

Quando algum pobre muda a opinião, dizem que virou a casaca.

Se o cidadão é remediado, dizem que repensou o assunto.  Em se tratando de alguma figura ilustre, dizem que evoluiu.

Virando a casaca, repensando ou evoluindo, estamos libertos da cantilena de que o ensino público deve ser pago, pelos alunos que tiverem condições financeiras para tanto.

A educação, do maternal à universidade, é uma das mais nobres funções do Estado. Embora haja ganho pessoal, que pode render carreiras milionárias, o ganho maior é do país, que aprimora o cabedal de conhecimentos, incentiva a pesquisa e irradia especializações as mais diversas.

O simplista, desumano, preconceituoso e injusto sistema de dividir os cidadãos em castas, cor, ascendência, origem, sexo ou outro parâmetro bovino qualquer, enxerga as universidades como justiceiras sociais, assemelhando-as a fábricas de diplomas em série, com evidente queda da qualidade do ensino, pesquisa e extensão de serviços à comunidade.

Um filho de milionário, corrupto ou honesto, tem tanto direito à educação e especialização quanto o filho do mais humilde dos trabalhadores. O país precisa de bons profissionais e cidadãos conscientes, venham de onde vierem.

A cobrança de mensalidades envolveria sistemas burocráticos e parâmetros de avaliação e acompanhamento capazes de absorver para si eventuais acréscimos financeiros à educação. É, em si mesma, a negação de evidentes direitos.

Alunos de menor poder aquisitivo podem ser objetos de bolsas de estudos oficiais, não provenientes de mensalidades dos colegas. Aliás, a humanidade não é constituída por miseráveis, de um lado, e bilionários, de outro.

Nossas universidades públicas, muitas, já não são centros de excelência, produzem poucas pesquisas e afastam-se, aos poucos, da extensão de serviços à comunidade. Com verbas cada vez menores, vivem em estado de penúria, com o ambiente degradado por guerras intestinas, travadas pela busca de funções administrativas de relevo.

Pesquisadores e estudiosos vivem à míngua, e hospitais universitários seguem sucateados. Recursos públicos existem, desperdiçados nos lodaçais da desonestidade, quando não direcionados à sustentação de nossas luxuosas e superlotadas estruturas de Estado.

Em tal contexto, soa risível a alternativa de cobrança de mensalidades, e catastrófico o discurso de transformar as universidades em justiceiras sociais.

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.




O leitor escreve: 'Teatro, ame-o ou deixe-o'

João Gabriel Frehley – Teatro, ame-o ou deixe-o

 

Teatro é brasa, é calor. E o ator é o carvão, que sem pudores ou limites, se queima, desfaz- se e se liquida: o carvão arde pelo fogo e o ator pela arte. O carvão só arde uma vez, o ator arde infinitas vezes, e cada vez tem de ser mais quente e mais brilhante que outrora. O carvão faz o fogo, o ator faz a arte. O fogo faz fumaça, o ator faz aplausos. A fumaça existe porque o fogo existe, mas o fogo existiria muito bem sem a fumaça. A fumaça entorpece, não menos que os aplausos. O aplauso é o ópio do ator.
Teatro também é paixão e (ar)dor, só quem já o fez sabe como são os espasmos de tirar uma outra pessoa de dentro das suas mais profundas e intrínsecas vísceras.

Teatro é esforço, suor, tremor, é noite sem dormir, é estudo e dedicação árdua. É fúria e violência. É tempestade, terremoto e maré. É desgraça. Teatro é mergulho, inserção.

Teatro é o rufar dos corações, é afogar em lágrimas, é ensurdecer-se de risos. Teatro é sobre todas as coisas, intensidade.
E caso não saiba lidar, ou não concorde com tantas definições e óbices, saia: ou espere ser arremessado para fora pelo mesmo, feito um corpo estranho expelido por um organismo.

Teatro, ame-o ou deixe-o.




Artigo de Celio Pezza: 'Ordem e Progresso'

Célio Pezza – Crônica # 324 – Ordem e Progresso

 

Colunista do ROL
Celio Pezza

Durante os Jogos Olímpicos, tivemos a satisfação de ver a nossa bandeira subir ao pódio por inúmeras vezes, associada à alguma medalha conquistada por um brasileiro.

Ela foi instituída, em 19 de novembro de 1889, apenas quatro dias após a Proclamação da República sendo uma adaptação da antiga bandeira do Império.

Falando sobre as cores de nossa bandeira: o Verde simboliza a Casa de Bragança, da família real portuguesa, da qual fazia parte D. Pedro I. O Amarelo foi uma homenagem à Casa de Habsburgo na Áustria, da qual sua esposa, D. Maria Leopoldina fazia parte. Mais tarde, de uma maneira romântica, nossos professores nos ensinaram que o verde simbolizava nossas matas e o amarelo o nosso ouro.

O escudo imperial português foi substituído pelo globo azul, onde se encontra o lema positivista “Ordem e Progresso”.

Esse lema é inspirado na doutrina Positivista de Augusto Comte, também chamada de “Religião da Humanidade”, onde não há espaço para o sobrenatural, pois todos os fenômenos têm origem e causa na natureza. Ela diz “ O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim”. Seu significado é que o Amor deve coordenar o princípio de todas as ações individuais e coletivas; a Ordem consiste na conservação e manutenção de tudo o que é bom e positivo; o Progresso é a consequência do desenvolvimento e aperfeiçoamento da Ordem. Dessa forma, do desenvolvimento da Ordem, resulta o aperfeiçoamento individual, moral e social.

Esse lema significa “conservar melhorando”. Isto é, conservar e aperfeiçoar aquilo que existe de bom, através da correção e eliminação daquilo que é ruim. Ele busca condições sociais básicas, através do respeito aos seres humanos, fraternidade, salários dignos, etc., e o melhoramento do país em termos materiais, intelectuais e morais.

A doutrina Positivista diz que o Progresso conduz à Evolução da Humanidade. Durante a apresentação da nova bandeira, surgiu uma polêmica pois o bispo do Rio de Janeiro se recusou a abençoá-la devido a frase “Ordem e Progresso”, alegando que ela fazia apologia de uma seita divergente da religião católica, mas o lema foi mantido, graças ao apoio de republicanos, como Benjamin Constant.

Quando Michel Temer disse que o seu lema é “Ordem e Progresso”, ficou clara a intenção de colocar ordem na bagunça reinante no país, além de tomar medidas para interromper o ciclo de recessão e retornar ao ciclo de progresso.

É um conceito Positivista que nada tem a ver com regimes militares e sim com conceitos de Amor e Ordem, para que haja o Progresso.

 

Célio Pezza   /   Agosto, 2016




Artigo de Celso Lungaretti: 'PLEBISCITO? ANTECIPAÇÃO DA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL? AGORA É TARDE, INÊS É MORTA!'

PT RETIRA A ESCADA E DEIXA DILMA PENDURADA NA BROCHA

 

O tiro de misericórdia no mandato de Dilma Rousseff acaba de ser dado pela executiva do PT, ao rechaçar por 14 votos a 2 sua proposta de realização de um plebiscito, visando à antecipação da próxima eleição presidencial.

Finalmente deve ter-lhe caído a ficha de que não existe um número suficiente de senadores dispostos a devolver-lhe as rédeas do governo. Então, tentando escapar da vergonha de ser impichada, Dilma agora se propõe, demagogicamente, a convocar um plebiscito que encurtaria seu mandato.

Como disse em 1958 o genial Garrincha, quando o técnico da Seleção Brasileira, Vicente Feola, desenhava no quadro-negro, nos mínimos detalhes, as jogadas que o nosso escrete deveria fazer para marcar gols e mais gols: “Mas, os adversários já concordaram com tudo isso?”, indagou o Mané da perna torta. Pois, se eles não fizessem o que Feola esperava, do que serviriam todos aqueles rabiscos?

Da mesma força, sem a anuência do Judiciário e dos próprios adversários do PT, não existe possibilidade nenhuma de viabilizar tal plebiscito. Então, está certo o partido ao recusar-se a endossar o que não passa de uma proposta extemporânea e oportunística.

Chance de dar certo havia no mês de março, quando defendi pela primeira vez tal ideia. Mas, como eu queria honestamente evitar um governo Temer, não pugnando em causa própria como a afastada, acrescentei um ingrediente indigesto para ela, mas fundamental para o projeto vingar: a renúncia de Dilma. Caso contrário, as forças contrárias suspeitariam de tudo não passar de um pulo do gato para salvar o pescoço da dita cuja, e nada feito!

Enquanto havia uma (pequena) possibilidade de, com desprendimento pessoal, ela propiciar o desencadeamento de uma nova campanha por diretas-já, Dilma não admitiu de maneira nenhuma encurtar voluntariamente seu mandato. 

Azar dela, que poderia terminá-lo com um mínimo de dignidade, mas, como de hábito, tomou a decisão errada. 

Azar nosso, que vemos findar a fase dos governos petistas com perda total para a esquerda. Levaremos muito tempo para recuperar a credibilidade dilapidada nos últimos anos.

  

Eis o que sugeri no dia 11/03/2016 e voltei a propor em vários artigos seguintes, sempre clamando no deserto:.

Ele deu a vida para reagir ao inimigo. Ela, nem o mandato. 


Como sou um homem generoso, vou dar à presidente uma dica de como ela ainda pode poupar-se de transpor a porta do fundo como cão escorraçado, mas, pelo contrário, sair atirando, não só para deixar uma última marca no bastião inimigo, como também, e principalmente, para prestar um serviço inestimável ao povo brasileiro, comparável ao suicídio e carta com que Vargas evitou que seu governo fosse herdado pelos ratos da época:

Dilma, convoque a imprensa para um pronunciamento decisivo e comunique ao País e ao mundo que você está disposta a abrir mão do seu mandato para o bem da Nação, desde que o Michel Temer faça o mesmo.

Argumente que a crise política, econômica e moral é tão profunda que os governantes atuais se deslegitimaram e é hora do poder voltar à fonte do qual emana, o povo.

Que o Brasil precisa novamente ser passado a limpo.
Que os brasileiros devem escolher livremente aquele(a) a quem querem delegar a difícil missão de tirá-los do fundo do poço, ao invés de serem obrigados a engolir um político que, por ação ou omissão, é co-responsável por tudo que tem sido feito de errado e desastroso pelo Governo federal desde 2011.

Ficaremos querendo: faltou desprendimento pessoal!

Exorte publicamente o Michel Temer a agir com o mesmo desapego pelo poder e a mesma disposição de colocar os interesses do povo sofrido acima dos cálculos mesquinhos da política e até das frustrações pessoais, por piores que elas sejam. Bote-o numa saia justa: ele merece!

Parafraseando uma afirmação que tanto nos empolgou lá no comecinho da nossa trajetória, a esta altura do campeonato você não tem mais nada a perder, Dilma, e um passado glorioso a honrar.

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Centro Cultural de Itapetininga receberá show do quarteto String Jazz

Apresentação será na próxima terça-feira e é gratuita

 

string jazz (Copy)A Secretaria de Cultura e Turismo de Itapetininga preparou mais uma grande apresentação na Terça Cultural.

Será o show do quarteto String Jazz, que acontecerá no próximo dia 30, às 20h, no Centro Cultural ‘Brasílio  Ayres de Aguirre’.

A participação é livre e a entrada é gratuita.

O Quarteto String Jazz é composto por Alexandre Vinicius (violino e viola clássica), Renato Lima (piano e teclados), Cantídio Neto (bateria percussão) e Rodrigo Lasas (contrabaixo acústico e baixo elétrico), músicos profissionais nas áreas eruditas e popular.

Com um repertório diversificado, entre jazz, choro, bossa nova, MPB e tango, realizam diversas apresentações em casamentos, evento e aniversários.