Itapetininga terá evento em homenagem ao Folclore

Folclore e Literatura

Reescrita e novas ilustrações dão novos ares a livro de 2002

Para comemorar o Dia do Folclore as autoras Maria Nunes da Costa Menk e Luciane Camargo estão organizando a ‘Terça Cultural’ do Folclore de Itapetininga, juntamente com a Secretaria de Cultura e Turismo de Itapetininga. Durante o dia as autoras estão contando lendas e conversando com os alunos que farão visitas ao Centro Cultural.

O evento contará também com a presença de Milene França, da Biblioteca Municipal de Itapetininga, contando histórias sobre o Folclore para as crianças.

Depois, a partir das 18h, haveráo evento aberto ao público do lançamento do Livro ‘Lendas de Itapetininga – 2ª Edição’, também no Centro Cultural, no Largo dos Amores, com diversas brincadeiras para as crianças interagirem umas com as outras das 18h às 20h. Entre as brincadeiras, o ‘Acerte a Barrica’ e o ‘Coloque os Olhos no Raimundão’, criadas pelas autoras. Essas brincadeiras remetem as crianças a alguma lenda contada no livro, fazendo assim com que as crianças aprendam brincando.

Em seguida haverá exposição dos personagens folclóricos e suas respectivas lendas, música e comidinhas típicas, espaço para autógrafos dos livros com as autoras, e duas atrações principais: uma peça de teatro sobre o ‘Raimundão’, pelo grupo Tapanaraca e o concurso ‘Melhor Fantasia de Folclore’.

Raimundão, Saci, Mulher de Branco, Loira do Banheiro, todos esses estarão concorrendo ao prêmio que será: O TESOURO DO RAIMUNDÃO!

Haverá a venda dos livros pelas autoras e quem adquirir o livro ganhará um brinde artesanal.

O evento será encerrado às 21h.

 

Sobre as autoras

Maria Nunes da Costa Menk

Maria Nunes da Costa Menk nasceu em Tatuí, Estado de São Paulo, em 1949. Cresceu na cidade vizinha de Itapetininga, onde vive até hoje. Licenciada em Português, Inglês, Pedagogia e Supervisão Escolar pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Itapetininga, estreou na literatura com a publicação do livro Lendas de Itapetininga (2002). Alguns anos depois, escreveu o livro Eleição, Momento Sublime da Democracia (2004) e Lendas de Itapetininga e Região (2014), em parceria com Luciane Camargo, dando continuidade ao trabalho literário cultural que começou ainda como professora. Atuou durante vinte e cinco anos na Rede Municipal de Itapetininga e seis anos na Rede Estadual. Filha de Benedito Nunes da Costa, ex-combatente, e de Odila de Oliveira Costa.

Luciane Camargo

Luciane Camargo nasceu em Itapetininga, Estado de São Paulo, em 1985. Cresceu na mesma cidade e se mudou para São Paulo quando ingressou na Faculdade de Letras pela Universidade de São Paulo (USP), onde também concluiu o curso de Tradução e Interpretação pela Associação Alumni e pós-graduação em Interpretação de Conferência pela Universidade Gama Filho (UGF), atual Estácio. Morou nos Estados Unidos de 2006 a 2007, onde teve a oportunidade de estudar na Universidade de Harvard, e, durante alguns meses, morou na Itália no ano de 2011. Em 2014, de volta à Itapetininga, lançou o livro Lendas de Itapetininga e Região em parceria com Maria Nunes da Costa Menk. Além de trabalhar ativamente como tradutora, está engajada em projetos culturais da cidade que envolvem o Folclore.

 

Saiba mais sobre o Projeto Lendas de Itapetininga e Região

Dando seguimento ao trabalho desenvolvido em parceria no livro Lendas de Itapetininga e Região (2014), Maria Nunes da Costa Menk e Luciane Camargo se uniram mais uma vez para publicar novamente o livro Lendas de Itapetininga, inicialmente escrito em 2002 e agora reescrito pelas duas autoras e com novas ilustrações desenvolvidas por Magno Almeida Cunha.

“Despertar o interesse em uma criança com histórias do passado, diante de um mundo tão tecnológico, futurista e globalizado, é um grande desafio. Alcançar esse desafio, é uma grande vitória!

Nós, do livro Lendas de Itapetininga e Lendas de Itapetininga e Região, ficamos muito felizes e emocionadas ao ver nosso trabalho trazer esse sentimento de encanto e curiosidade nas crianças e nos adultos, passando a tradição oral da nossa cidade de geração a geração, através das Lendas imortalizadas nos livros que escrevemos.

A segunda edição deste livro traz, não apenas novas ilustrações para cada lenda, como também uma reescrita para enriquecer ainda mais as Lendas contadas tantos anos atrás pelos moradores da cidade.

Esse resgate cultural é de grande valor para todos que se relacionam com a cidade de Itapetininga, refletido como um dos bens mais preciosos da humanidade: o conhecimento. Conhecer as nossas raízes, a nossa história, é conhecer melhor a nossa própria identidade. E a identidade do interior tem toda a sua riqueza para ser passada, registrada, lida e repassada.”

O livro traz 38 lendas e contos de Itapetininga ilustrados para colorir e despertar ainda mais o interesse em crianças e adultos.

Aqueles que gostam de seguir as novidades relacionadas ao livro virtualmente, podem curtir a página do Facebook – Lendas de Itapetininga e Região <https://www.facebook.com/pages/Lendas-de-Itapetininga-e-Regi%C3%A3o/350177531786360> – e também o canal do YouTube Lendas de Itapetininga e Região <https://www.youtube.com/channel/UCo1nHB9mU-YvihcBIMY9yGg>, onde estão gravados alguns vídeos em que uma das autoras conta as lendas em pontos estratégicos da cidade de Itapetininga onde elas ocorreram.

O livro estará disponível nas bibliotecas da cidade e poderá ser adquirido nas livrarias e papelarias da cidade, bem como on-line por meio da página do Facebook – Lendas de Itapetininga e Região – ou pelo e-mail  lucianecamargo@hotmail.com.

 




Artigo de Celio Pezza: 'A carta de Dilma'

Colunista do ROL
Celio Pezza

Célio Pezza – Crônica # 323 – A carta de Dilma

Dilma divulgou nesta 3ª. feira, uma patética carta ao Senado e ao povo brasileiro, escrita em conjunto com seus conselheiros políticos, Lula, Ricardo Berzoini, Jaques Vagner e José Eduardo Cardoso.

Na carta, ela repete os mesmos mantras já conhecidos por todos, que é inocente, que é vítima de um golpe e que preservá-la na presidência significa preservar a democracia.

Fora isso, lembrou o seu passado de heroína contra a ditadura e disse ser a favor de um plebiscito sobre a realização de uma nova eleição, o que é inconstitucional, visto que não houve a renúncia de seu vice, Michel Temer.

Além disso, foi infeliz quando não reconheceu a legitimidade do Senado, dizendo que um afastamento pelos senadores, seria um golpe seguido de eleição indireta.

Dilma teve sua chance de defesa perante o Senado, mas não compareceu e enviou seu advogado, José Eduardo Cardoso, que usou os mesmos argumentos.

Agora, vem com essa mesma ladainha de golpe, como se os votos que teve, dessem permissão vitalícia para afundar o nosso país.

Dilma está alienada da realidade. Ela sabe que o impeachment é inevitável, e o melhor que ela teria a fazer seria apresentar sua renúncia.

Ela não reconhece a legitimidade do Senado e age como se estivesse em uma ditadura qualquer.

Ela e Lula desprezam as instituições democráticas, mas é essa democracia quem os está afastando da vida pública.

No futuro, Lula poderá ser lembrado como o pai do Mensalão e do Petrolão e Dilma, como a sua discípula, que mergulhou o pais na sua pior crise econômica.

O Brasil é um país de Ordem e Progresso, e o projeto criminoso de poder está morrendo, pela vontade popular, pela voz do povo nas ruas e pela ação irrepreensível da Justiça Federal e do incansável juiz Sérgio Moro e sua equipe. Isso nos dá esperanças de um Brasil melhor para nossos filhos.

Precisamos fortalecer a Democracia em nosso país, pela condenação exemplar de políticos corruptos, que destruíram nossa economia e nossos sonhos.

A nossa próxima conquista será o fim do foro privilegiado, que protege de forma imoral aqueles que nos roubam e ficam impunes, como se fossem deuses e habitassem o Olimpo.

De acordo com a História, ditadores costumam não reconhecer a legitimidade de tribunais, como é o caso de Lula e Dilma.

Só temos uma pequena diferença: O Brasil é uma democracia!

Aqui existem muitos homens livres e de bons costumes, que não suportam a tirania de líderes populistas e corruptos.

 

Célio Pezza

Agosto, 2016




Sergio Diniz da Costa: 'Adelinde e Parzival'

Sergio Diniz da Costa

 ‘ADELINDE E PARZIVAL’

Adelinde Cornelissen & Parzival

América do Sul. Brasil. Agosto de 2016. Nosso país vive um momento ímpar na história dos esportes. Pela primeira vez a América do Sul sedia os Jogos Olímpicos. E coube à ‘Cidade Maravilhosa’ sediar os XXXI.º Jogos Olímpicos de Verão.

Com um mau augúrio antecedendo o início do evento, a abertura das Olimpíadas, no entanto, foi um show inesquecível, elogiado mundialmente.

As Olimpíadas Antigas foram uma série de competições atléticas disputadas por atletas das cidades-estado que formavam a Grécia Antiga. De acordo com registros analisados por historiadores, os Jogos Olímpicos surgiram no ano de 776 a.C. na cidade de Olímpia. Possuíam caráter religioso, político e esportivo. Primeiramente, representavam uma forma de homenagem aos deuses, principalmente Zeus. Era também um momento importante na busca pela harmonia entre as cidades-estados, e serviam como um evento de valorização da saúde e do corpo saudável.

Os jogos ocorriam de quatro em quatro anos. Na época de sua realização ocorria uma trégua nas guerras e conflitos. A conhecida ‘paz olímpica’ servia para garantir segurança para os atletas que tinham que se deslocar de suas cidades-estado até Olímpia.[1]

O evento durou mais de mil anos, até 393, quando o imperador romano Teodósio I aboliu o evento, alegando que se tratava de uma festa pagã.[2]

Quinze séculos depois, o ‘espírito olímpico’, foi reaceso. Em 6 de abril de 1896 começava em Atenas, na Grécia, a primeira edição dos Jogos Olímpicos da era moderna, por iniciativa de  Charles Freddye Pierre, que tinha por título nobiliárquico Barão de Coubertin.

Filho de artistas, foi educado num ambiente aristocrático. Estudou arte, filosofia e direito na Sorbonne, mas veio a interessar-se especialmente por educação. Motivado pelo ideal da educação através do esporte, Coubertin queria propagar seu uso como um instrumento de aproximação entre os povos, em benefício da paz. A célebre frase “o importante é competir” é atribuída ao barão francês, mas teria sido adaptado da frase “O importante não é vencer, é participar”, da autoria de um bispo da Pensilvânia (EUA) e que foi pronunciada num discurso para os atletas, antes das Olimpíadas de Londres (1908).

Coubertin, entre os 17 e os 24 anos, viajou à Inglaterra, ao Canadá e aos Estados Unidos para estudar o papel da educação física no desenvolvimento do indivíduo. Na década de 1880, publicou uma série de artigos defendendo o valor dos jogos amadores para a formação do caráter dos jovens.

Em 1894 organizou um congresso na Sorbonne, em que propôs a restauração das antigas Olimpíadas da Grécia. A realização do congresso levou à criação do Comitê Olímpico Internacional (IOC – International Olympic Comitee), do qual Coubertin tornou-se secretário-geral.

Perguntado sobre o motivo pelo qual restabeleceu os jogos olímpicos, Coubertin respondeu: ‘Para enobrecer e fortalecer o esporte, para assegurar independência e perenidade ao esporte, para torná-lo apto a preencher o papel educativo que lhe cabe no mundo moderno.[3]

Se, por um lado, para o Barão de Coubertin o mais importante era o papel educativo das competições, por outro, o lema das Olimpíadas, ‘citius, altius, fortius’ (mais rápido, mais alto, mais forte), criado pelo francês Henri Didon para os jogos de Paris (1900), é usado até a atualidade.

Portanto, ainda que as Olimpíadas, em sua origem significassem um momento importante na busca pela harmonia entre as cidades-estado da Grécia antiga, e foram restabelecidas com um altíssimo propósito educativo, é evidente que, para os atuais competidores e seus patrocinadores, vencer é o objetivo primordial. Inclusive por meios ilícitos, como o doping.

Esse objetivo ─ nitidamente egóico, ressalte-se ─, porém, parece ter sido deixado de lado em um das modalidades da competição. Coube à hipista holandesa Adelinde Cornelissen uma atitude divorciada do vencer (a qualquer custo) durante os jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Pouco antes da competição, ela percebeu que seu cavalo, Parzival, estava com febre e a cabeça inchada, além de muito agitado. Levado a um veterinário, o diagnóstico concluiu que ele havia sido picado por algum inseto ou por uma aranha, razão dos sintomas.

Apesar da melhora de seu parceiro de competição ─ e que já lhe dera uma medalha de prata e uma de bronze em competições individuais ─, Adelinde, por respeito a ele, decidiu abandonar a competição. E, comentando o acontecido nas redes sociais, apontou o dilema de deixar a equipe ou preservar o cavalo, que tem 19 anos. “Quando nós entramos, eu senti que ele estava dando o seu melhor, e sendo o lutador que é, ele nunca desiste. Mas, para protegê-lo, eu desisti. Meu amigo, meu parceiro, o cavalo que me deu tudo por toda sua vida não merece isso. Então, eu deixei a arena’, afirmou Adelinde”.

A atitude de Adelinde talvez não tenha alcançado a mesma repercussão da abertura dos jogos olímpicos do Rio; todavia, certamente reviveu o suprassumo do espírito olímpico, que é vencer a si mesmo. E, mais do que vencer os limites do corpo, sobrepujar as fronteiras dos interesses humanos menores.

Ideologicamente, o espírito olímpico é tão importante que os atletas que o demonstram são premiados pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) com a Medalha Pierre de Coubertin.

Adelinde, em não disputando a prova, em prol de Parzival, transcendeu esse espírito. E merecia receber a Medalha Pierre de Coubertin.

E se possível fosse, entregue pelo próprio Barão de Coubertin!

[1] Olimpíadas na Grécia Antiga.  http://www.suapesquisa.com/olimpiadas/olimpiadas_grecia_antiga.htm>. Acesso em: 16/08/2016.

[2] Jogos Olímpicos da Antiguidade. https://pt.wikipedia.org/wiki/Jogos_Ol%C3%ADmpicos_da_Antiguidade >. Acesso em: 16/08/2016

[3] Biografias. Pierre de Coubertin. http://educacao.uol.com.br/biografias/pierre-de-coubertin.htm>. Acesso em: 15/08/2016.




Artigo de Ivan Fortunato: 'Sobre a relação professor-aluno: lições do Chavo del Ocho'

Ivan Fortunato“Não sou nenhum mestre-linguiça… sou Linguiça de sobrenome Mestre” (professor Girafales, in memoriam)

 

Ivan Fortunato

 

Sou professor do IFSP de Itapetininga, e o foco principal da minha atividade é lecionar futuros professores sobre técnicas, recursos, meios e propósitos desta profissão. Nesta semana do dia 15 de agosto, em meio às discussões necessárias para o desenvolvimento da disciplina de didática, tive um insight: sobre a relação professor-aluno – indispensável para a educação escolar que preza pela formação da cidadania plena – existe uma evidência silenciosa de que ela pode estar desgastada e, assim, não exercer sua função pedagógica esperada.

Tal evidência precisa ainda ser melhor compreendida, analisada, inventariada, testada… aí sim, pode ser qualificada como axiomática. No momento, é apenas uma eloquente constatação que decidi compartilhar. Trata-se da síndrome do mestre-linguiça. Síndrome é um conjunto de sintomas. Mestre-linguiça era a forma de tratamento dada pelo Chaves (do oito) e sua turma (Chiquinha, Quico, Nhonhô, seo Madruga etc.) ao professor que tinham na escola – provavelmente do terceiro ou quarto ano do que hoje seria o ensino fundamental, pois há indícios que as “crianças” teriam algo entre oito e nove anos e, além disso, o professor Girafales atuava como polivalente, tal qual um docente dos primeiros anos da educação básica.

Basicamente, os sintomas da síndrome do mestre-linguiça (SML) são: (1) os estudantes de determinada série/classe/escola cunham um apelido para designar determinado/a professor/a, seja por uma caraterística física (como a altura e a esbelteza do Linguiça o levariam a ser chamado de Mestre), um cacoete, um ritual, uma mania etc.; (2) os estudantes não usam mais o nome próprio para designar o/a professor/a; (3) a alcunha é mantida em segredo entre os pares que a criaram, jamais mencionando ao interessado que ele/a é assim chamado/a; (4) o apelido irá perdurar por toda a vida dos estudantes e este será o catalisador da maioria das memórias sobre as aulas e histórias do/a professor/a.

Nota-se que a síndrome do mestre-linguiça é consubstancialmente diferente do tratamento dado a um/a professor/a por um codinome amplamente divulgado e até preferido pelo docente. Quando isso acontece, há declarado respeito entre ambos: alunado e mestre. Não obstante, a SML parece denotar certa retaliação à aula, ou ao comportamento docente, seja pela severidade, autoridade, impaciência… ou às vezes até mesmo pelo que se conhece popularmente como “falta de didática” (esta parece ser algo que se desdobra em dois: falta de empatia entre grupo de estudantes e docente, ou dificuldade de comunicação entre ambas as partes, que leva à rejeição da ciência a ser ensinada).

Ao final, fica a sensação de que em algum momento da vida todos nós, professores, sofremos ou sofreremos da SML…

 




Escola de Música terá Oficina de Vozes em Itapetininnga

Aulas são gratuitas e para maiores de 15 anos

 

A Escola Livre de Música Municipal ‘Maestro José Soares’ está com inscrições abertas para a Oficina de Vozes, que será ministrada pela cantora, instrumentista e professora Katia Barone.

O curso é gratuito e voltado para maiores de 15 anos.

Os interessados devem se inscrever até o dia 19, sexta-feira e não até o dia 22, segunda-feira, como anteriormente mencionado

As aulas acontecerão sempre às segundas-feiras, em turmas entre às 14h e às 22h.

A Escola de Música fica à Rua Dr. Julio Prestes, 701, Centro. Telefone 3271-7711.




Tapanaraca realiza a V Maratona Teatral

Evento contará com dez peças do grupo e é gratuito

 

O Grupo Teatral Tapanaraca, em parceria com a Secretaria de Cultura e Turismo, realizará a V Maratona Teatral, com a apresentação de dez peças.

O evento é gratuito e acontecerá no próximo sábado, dia 20, às 18h30, no Auditório Abílio Victor, que fica à Rua Dom Joaquim, 518, Centro, próximo ao Posto de Saúde Dr. Genefredo Monteiro.

As peças serão apresentadas pelos núcleos de Itapetininga e Guareí e contarão com as tradicionais peças curtas, de 5 a 15 minutos.

Entre elas, estará a aclamada ‘Nosso Oz é Mágico’, espetáculo que já passou por diversos festivais do Estado, recebendo inúmeros prêmios e indicações.




Saiu na TV Tem: 'Oficina de teatro tem inscrições abertas em Tatuí'

Evento gratuito faz parte do 5º Intercâmbio em Conserva. Interessados têm que se inscrever até quinta-feira (18).

Oficina sobre teatro será promovida no sábado, 20, em Tatuí (Foto: Divulgação)Oficina sobre teatro será promovida no sábado, 20, em Tatuí (Foto: Divulgação)

A oficina de teatro “Teatro Convergente: Intercâmbio de grupos” de Tatuí (SP) está com inscrições abertas até quinta-feira (18). O evento gratuito tem o objetivo de promover a integração entre os grupos de teatro da região.

A ação será no sábado (20), das 14h às 20h, no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) de Tatuí, que fica na Rua Rosa Monteiro, 475. As matrículas têm que ser feitas pelo e-mail comunicacao.atoresemconserva@gmail.com.

O evento faz parte da 5º Intercâmbio em Conserva, evento realizado pela Companhia de Teatro Atores em Conserva em parceria com Projeto Ademar Guerra, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.