Começa venda de ingressos para show da cantora Céu no Sesc Sorocaba

A apresentação será no dia 15, aniversário da cidade

 

A cantora e coCantora Céu - show Tropix - Divulgaçãompositora Céu traz ao Sesc Sorocaba, no feriado de aniversário da cidade, dia 15 de agosto, às 19h, o show de seu quarto álbum de estúdio, Tropix. Com capa que expõe foto de Luiz Garrido, o disco tem produção assinada por Pupillo com Hervé Salters, tecladista e compositor francês do projeto General Elektriks.

 

O repertório deste show é basicamente formado por músicas inéditas e autorais da cantora, que brinca com beats. Com o novo trabalho, Céu começou a mais ousada reinvenção de sua carreira. Tropix é um disco sintético, noturno, reluzente. Perfume do Invisível, a faixa de abertura, começa com a cadência mole e vocais de apoio que remetem diretamente à faixa-título de seu segundo disco, Vagarosa. Mas logo em seguida entram a guitarra disco music e o beat de pista de dança. De repente, ela se desvencilha das diferentes camadas orgânicas que compunham seu universo musical para entrar num mundo de timbres frios, linhas de baixos pontiagudas, viço robótico, ciclos repetitivos, eletrônica vintage.

 

Salto no escuro

 

Tropix é um mergulho neste universo de texturas artificiais e que atravessa diferentes experimentos sônicos da segunda metade do século passado: o trip hop dos anos 90, a discoteca do final dos anos 70, o R&B dos anos 80, o casamento do hip hop com a música eletrônica. No entanto, não é uma viagem no tempo. O novo disco de Céu é um olhar do século 21 e traça uma genealogia pessoal de um mundo musical específico, um processo semelhante à viagem jamaicana feita em seu disco-irmão Vagarosa. Este disco de 2016, segundo a cantora, é uma incógnita, um desafio autoproposto como todos seus discos, um salto no escuro.

 

Em vez de cercar-se de diferentes músicos e produtores para lhe auxiliar nessa jornada, Céu preferiu trabalhar com a banda enxuta, com apenas três músicos. A cantora e compositora se estabeleceu como uma das principais vozes da atual música brasileira ao quebrar uma série de paradigmas relacionados ao papel da mulher neste cenário. Ela não é a musa inspiradora, tampouco uma intérprete à mercê de produtores e compositores, nem sequer uma cantora cuja escola foi a bossa nova. Ela mesma compõe suas músicas, escolhe seus rumos musicais e as fronteiras por onde pode desbravar. Sua formação musical vai do jazz ao hip hop, passando pelo samba, reggae, música caribenha, africana e nordestina.

 

O espetáculo acontece no Anfiteatro e os ingressos custam R$ 17,00 (inteira), R$ 8,50 (pessoas com mais de 60 anos, aposentados, estudantes, servidor de escola pública e portador de deficiência) e R$ 5,00 (trabalhadores do comércio e serviços matriculados no Sesc). Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (15) 3332-9933 ou no portal sescsp.org.br/sorocaba.

 

Serviço: Céu – Show Tropix

Data: dia 15 de agosto (segunda-feira), às 19h.
Local: Anfiteatro do Sesc Sorocaba
Endereço: Rua Barão de Piratininga, 555, Jardim Faculdade.

Estacionamento:

Para credenciados no Sesc = R$ 4,00 a primeira hora e R$ 1,00 por hora adicional.

Não credenciados = R$ 8,00 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional.




Artigo de Celio Pezza: 'Há vida lá fora?'

Célio Pezza – Crônica # 322 – Há vida lá fora?

 

Colunista do ROL
Celio Pezza

A Ilha Great Barrier, uma pequena comunidade com 939 habitantes na Nova Zelândia, será palco, neste próximo setembro, de um evento interessante, organizado pelo grupo Awana Rural Women e intermediado pelo professor de filosofia Tim Mulgan, da Universidade de Auckland.

Será um encontro para falar sobre alienígenas, intitulado “Há vida lá fora”?

Até aí, tudo bem, poderia ser um festival local, um evento sem grande importância, mas, chama a atenção os palestrantes desse encontro.

Logo de cara, vemos o doutor Guy Consolmagno, Diretor do Observatório do Vaticano, eminente cientista planetário, jesuíta formado no MIT, USA e administrador de dois poderosos observadores estelares, um em Castel Gandolfo, perto do Vaticano e outro no Monte Graham, no Arizona, USA.

Para termos uma ideia, esse observatório possui um telescópio com câmeras super-resfriadas infravermelhas, conhecidas como LTB (Large Binocular Telescope), com uma resolução 10 vezes maior que o telescópio espacial Hubble.

Doutor Guy também é um dos líderes da preparação cientifica para a divulgação da vida extraterrestre e conselheiro do Papa Francisco.

Outro conferencista é o Professor Steve Pointing, microbiologista da Universidade de Auckland, que trabalhou com a NASA em projetos sobre formas de vida em ambientes inóspitos, como frio polar e calor extremo de desertos.

Continuando, temos a Dra. Faith Vilas, cientista espacial e diretora do Observatório Espacial de Mount Hopkins no Arizona, USA e Gino Acevedo, diretor de arte da Weta Digital, responsável por trabalhos em filmes como Avatar, O Senhor dos Anéis e outros.

Também temos no grupo que organizou o evento, a doutora Ann Sprague, cientista aposentada da Universidade do Arizona, que pesquisou dados sobre o planeta Marte.

É difícil imaginar um time de tanto peso se deslocar até essa localidade só para uma reunião entre amigos.

Vamos acompanhar atentamente o que será discutido nesse evento, pois estamos passando por um momento de grandes revelações.

Quando perguntaram à presidente do grupo, Gendie Somerville-Ryan, como conseguiu trazer pessoas tão importantes para um encontro numa área tão remota, ela disse de forma enigmática: Bem, nunca é a sorte, não é mesmo?

Já o Papa Francisco, quando perguntado sobre vida extraterrestre, foi claro em sua resposta: Até o descobrimento da América, não imaginávamos a sua existência.

 

Célio Pezza

Agosto, 2016




O colunista Ivan Fortunato vai realizar uma palestra em São Paulo, Capital.

Ivan FortunatoAproveite a dica e anote em sua agenda para não perder esse importante evento cultural 

Nos dias 27 e 28 de agosto, acontecerá a 2a Jornada do Patrimônio de São Paulo/Capital.

O professor universitário Ivan Fortunato, também colunista do ROL e membro da Confraria do IHGGI – Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Itapetininga, vai apresentar a palestra ‘Patrimônio, identidade e memória: o caso da Mooca

O evento cultural acontece no dia 27, às 17h30 no edifício tombado Solar da Marquesa, no Centrão paulistano.

Site da jornada: http://www.jornadadopatrimonio.prefeitura.sp.gov.br/2016/

Site da palestra: http://www.jornadadopatrimonio.prefeitura.sp.gov.br/2016/events/patrimonio-identidade-e-memoria-o-caso-da-mooca/

= = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = =
Dica:

Prof. Dr. Ivan Fortunato
Cadeira 37 Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Itapetininga
Núcleo de Estudos Transdisciplinares: Ensino, Ciência, Cultura e Ambiente
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, câmpus Itapetininga
http://lattes.cnpq.br/8293044394759438




Artigo de Sergio Peiretti: 'Privacidade e Pokémon GO – Só a ponta do iceberg'

Por Sérgio Peiretti – 06 de agosto de 2016 – Privacidade e Pokémon GO – Só a ponta do iceberg.

 

POkemon (Copy)

 

Muitas pessoas estão preocupadas com a questão do Pokémon GO acessar dados de deslocamento e posição do usuário e toda hora aparece um “especialista” com teorias conspiratórias sobre o tal aplicativo.

Algumas pessoas já me perguntaram se a privacidade delas está em risco se instalarem o jogo e a resposta que eu dou a essas pessoas é:

O Pokémon GO apenas evidenciou uma prática que já é utilizada a muito tempo por outros aplicativos.

Todo mundo que possui um smartphone já tem mapeados pelo proprietário do sistema operacional todos os deslocamentos e locais visitados, inclusive se a pessoa está de carro, a pé, de bicicleta ou qualquer outro meio.

Os 3 principais sistemas operacionais do mercado, Android da Google, o IOs da Apple e o Windows Phone da Microsoft já fazem isso a muito tempo e os dados inclusive costumam ficar disponíveis para o próprio usuário consultar.

ACEITAR (Copy)

E não só eles, hoje, a maioria dos aplicativos que você instala no seu smartphone é comum eles exibirem antes da instalação um aviso (que 99% não lê e rapidamente clica no Aceitar ou Instalar), pedindo para ter acesso aos seus dados, contatos e a sua localização, ou seja, esses aplicativos já sabem a muito tempo quem você é, quem são seus amigos e onde você costuma ir.

Quem nunca consultou o Google Mapas para saber como está o trânsito? Se a via está verde, amarela ou vermelha conforme o congestionamento? Pois bem, esses dados estão sendo fornecidos pelos smartphones das pessoas que estão passando naquele local, inclusive o seu e conforme o cálculo das velocidades dos deslocamentos dos usuários cruzada com a velocidade estabelecida da via, o aplicativo analisa se o tráfego está lento ou normal.

Tudo com o consentimento do usuário que aceitou os termos de aceitação no momento da instalação do aplicativo e permite ao Google Mapas saber onde ele está, para onde está indo e qual a sua velocidade.

mapa2 (Copy)Nos smartphones da Microsoft, existe um aplicativo que automaticamente identifica o trajeto que o usuário faz para o trabalho e se o caminho se encontra congestionado ele sugere um alternativo, além de gravar o local onde o usuário estacionou o seu carro para auxiliar a encontrá-lo mais tarde.

Com isso ele sabe onde é a sua casa, qual o horário em que você vai e volta do trabalho, qual o caminho que costuma fazer, onde você trabalha e onde costuma deixar o seu carro.

Até o ano passado, o aplicativo Waze, uma mistura de GPS com rede social, já possuía só na cidade de São Paulo mais de 1,5 milhão de usuários e todos esses fornecendo seus dados pessoais e deslocamentos.

relogios (Copy)O Google e a Microsoft têm cadastrado todas as pesquisas e sites acessados pelo usuário, assim como o Facebook tem todas as suas preferências por diversos assuntos, que são utilizados em campanhas de marketing. (Esses banners de propaganda que ficam aparecendo na lateral da sua tela do Facebook não são ao acaso).

Faça a seguinte experiência, pesquise algo no Mercado Livre e depois entre em outros sites que exibem propagandas, ou mesmo no Facebook e veja o produto que você pesquisou pipocar na tela em diversos banners.

Diversas empresas possuem programas de computador chamados de robôs que sem a nossa percepção coletam comentários e palavras chaves de nossas postagens nas redes sociais e utilizam esses dados para fins de marketing.

Portanto, hoje é praticamente impossível viver com privacidade total e isso é uma tendência que está crescendo assustadoramente.

Mesmo radicalizando como, por exemplo, decidir se desfazer de todo aparato tecnológico, hoje nossos dados pessoais estão em mais bancos de dados de sistemas computacionais do que possamos imaginar, como lojas físicas, bancos e sistemas governamentais.

Para esses “especialistas” de última hora que estão aparecendo dizendo que o Pokémon GO está coletando dados do usuário, uso para eles o bordão de uma propaganda de TV: Sabem de nada inocentes!

 

Sérgio Peiretti
Graduando em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Fatec Itapetininga




Artigo do genealogista José Luiz Nogueira: 'Mês de Agosto'

Genealogista José Luiz Nogueira
Genealogista José Luiz Nogueira

Agosto, do latim augustus, é o oitavo mês do calendário gregoriano.

Boa tarde. Saúde e alegria para todos.

Já estamos no mês de Agosto.

Assim é chamado por decreto em honra ao imperador César Augusto. Antes dessa mudança, agosto era denominado Sextilis ou Sextil, visto que era o sexto mês no calendário de Rômulo.

Dentro do nosso calendário, nota-se que os meses de Julho e Agosto têm 31 dias.

Dizem com frequência que o mês possui 31 dias porque César Augusto queria o mesmo número de dias do seu antecessor, porém, agosto (Sextilis) tem 31 dias desde a reforma feita por Júlio César.

A má fama do mês de agosto faz com que muitos supersticiosos evitem certas comemorações nesse mês, como casamentos. O mês conhecido como “do desgosto” abriga algumas datas de tragédias mundiais, como o início da Primeira Guerra Mundial e o lançamento da bomba de Hiroshima.

No entanto, alguns dias são carregados de valor simbólico, como o Dia dos Pais, no segundo domingo, e o Dia do Folclore, no dia 22.

 

Em agosto, ainda se celebra o Fim da Censura no BrasilDia Nacional de Combate ao Fumo e o Dia do Feirante.

 

Vale destaque para o dia 11 de agosto, que abriga três festas diferentes.

 

É dia da Televisão, data proposta pela Igreja Católica por celebrar também nesse dia Santa Clara, padroeira da TV; o Dia do Estudante e do Advogado, esse último conhecido como “Dia do Pendura”.

 

Veja as comemorações de todos os dias do mês de agosto em http://jlnogueira.no.comunidades.net/agosto

 

Abraços a todos

José Luiz Nogueira




Artigo do leitor João Gabriel Frehley: 'Atenção é necessária!'

João Gabriel Frehley: ‘Atenção é necessária!’

Era um sábado à tarde, fazia muito calor em Itapetininga. Como de costume, resolvi descer os andares do prédio onde moro, e ao fazê-lo caminhei alguns segundos até um bar, do qual gosto muito.  Sentei-me à mesa número um -minha predileta- que ficava na calçada, debaixo de uma sombra fresca. Após isso, pedi minha cervejinha com uma porção de fritas e queijo cheddar.

Lá parado, bebendo cerveja e pensando na vitória do Lula durante as eleições, de bermuda, chinelo e camisa, que estava confortavelmente com os quatro primeiros botões abertos, reparo dois carros: um Fusca branco, muito bem conservado, e logo ao lado um Tempra preto, brilhante e extremamente chamativo, no melhor estilo luto, que tirava toda a atenção do pobre Fusca, que branco, repousava sobre o sol. Naquela época, era o sonho de qualquer homem ter um Tempra.

Logo, tomei um puxão de orelha, e assustado, virei minha cabeça para a esquerda para olhar o que era e não vi nada. Foi quando virei para a direita e rapidamente encontrei um sujeito bem-apessoado, com pinta de malandro, camisa rosa com colarinho alto, desabotoada até o final do peito e o começo da barriga, óculos aviador e um colar de prata que carregava um pingente do qual não me lembro. Estava no melhor estilo anos 70. Com topete e tudo. O homem agiu como se me conhecesse há anos. Serviu-se das batatas com cheddar e gritou para o garçom pedindo um copo. Eu achei a situação tão cômica, que relevei e então deixei o homem sentado ali me fazendo companhia. Afinal, que mal tinha?

Logo, começamos a conversar, enquanto bebíamos e comíamos, ele, obviamente, às minhas custas. Então ele me disse que estava descontente com a vitória do Lula e também falou sobre como seu time favorito, o Corinthians, andava de mal a pior. Falou ainda sobre alguns amores fracassados, até que me pegou olhando na direção dos carros que estavam estacionados, e me disse:

-Este carro é meu! Gosto muito dele. Ao contrário de mim, bebe pouco, fora que o design é lindo. Não é tão espaçoso, é verdade, mas seu porta-malas é bem grande e seu motor funciona que é uma beleza, apesar de ser um pouco barulhento.

Animei-me a conversar sobre aquela verdadeira dádiva negra e perguntei sobre o motor da fera. Sagaz, após tomar um pouco de cerveja num daqueles copos de boteco bem tradicionais, e ainda com o bigode feito de espuma, disse:

-O motor é ótimo, meu amigo! Rugi como um leão enfurecido. Minha masculinidade vai ás alturas quando eu piloto essa belezinha!

-Eu presumo…  Deve ser o máximo!  – Respondi, minimamente animado.

-A melhor parte é ser reconhecido por ser dono dele. As crianças adoram o som da sua buzina! E as garotas, o do motor!

O sujeito me falou com tanta emoção e entonação, que fiquei animado em saber ainda mais sobre o Tempra Preto.

Então eu o questionei sobre a sensação de pilotar esse carro e se acaso existisse, que ele me dissesse algo que ele não gostava ou algo de ruim naquela pantera (fiz essa comparação por conta de sua cor preta, que se destacava mais ainda ao lado do Fusquinha branco).

Ele, igualmente animado, respondeu na velocidade de cem mulheres tendo crises simultâneas de ciúmes e com o prazer de quem está tendo um orgasmo, indagou:

– Cara, eu me sinto o exterminador do futuro, é demais! O defeito? Bom, só não gosto da cor… Branco suja muito.

Após ouvir as palavras, só pude rir.




Artigo de Celio Pezza: 'Agosto de 2016'

Colunista do ROL
Celio Pezza

Célio Pezza – Crônica # 321 – ‘Agosto de 2016′

 

Os romanos deram ao oitavo mês do ano o nome de agosto, numa homenagem ao imperador Augustus, um dos mais sanguinários da antiguidade.

Os romanos não gostavam deste mês e acreditavam que um enorme dragão passeava pelos céus nesta época.

Crendices à parte, o fato é que o mês de agosto tem sido marcado por tragédias contra a humanidade.

No dia 24 de agosto de 1572, Catarina de Médici, por questões políticas e controle do trono, ordena a matança dos protestantes na França. Esta matança que teve início em Paris, ficou conhecida como o Massacre de São Bartolomeu, e acabou com mais de 100 mil huguenotes. Contam que o rio Sena tinha tantos cadáveres que ninguém comeu seus peixes durante meses.

No dia 1º. de agosto de 1914 teve início a 1ª. Guerra Mundial, com milhões de vítimas.

Em agosto de 1939, a Alemanha decide invadir a Polônia, iniciando a 2ª. Guerra Mundial em 1º. de setembro.

Em 02 de agosto de 1939, Albert Einstein escreveu uma carta ao então presidente americano Roosevelt, sobre a possibilidade de se criar uma bomba atômica, partindo de cadeia de reações nucleares em uma massa de urânio. Foi então criado um grupo de cientistas, militares e políticos, sob o nome de Projeto Manhattan, cujo objetivo era produzir a primeira bomba atômica. Em 06 de agosto de 1945, sob as ordens do presidente americano Harry Truman, explode a 1ª. Bomba atômica na cidade de Hiroshima.  O capitão Robert Lewis, copiloto do avião que jogou a bomba, ao ver o resultado, disse: Meu Deus! O que fizemos? Três dias depois, em 09 de agosto, a 2ª. bomba é jogada em Nagasaki. As estimativas são de que morreram mais de 250 mil pessoas em Hiroshima e 150 mil em Nagasaki, somente na ocasião da explosão. Depois, com os efeitos da radiação, muito mais gente morreu, mas não se tem o número certo. Anos mais tarde, Albert Einstein lamentou sua carta recomendando a criação da bomba atômica e disse estar alarmado com a hipótese de uma nova guerra atômica, pois ela aniquilaria a Terra.

O Brasil, começa o mês de agosto de 2016, mergulhado em uma profunda crise econômica, política e moral.

Por outro lado, vivemos um período de muitas revelações e transformações profundas, acreditamos, para melhor.

Também teremos a votação final do impeachment de Dilma, as Olimpíadas no Rio de Janeiro e, apesar de tantos problemas, talvez exista mesmo um enorme dragão passeando nos céus, como diziam os antigos romanos.

Importante lembrar que o dragão representa a sabedoria, a energia do fogo, o poder indomável da natureza e a transformação.

É aquele que destrói para reconstruir. Neste momento, precisamos dele e de tudo o que representa.

 

Célio Pezza  /  Julho, 2016