Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia CHAGAS

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 794

 

Prezada Keila,

Fato interessando esta consulta pois trata-se do primeiro atendimento ao sobronome CHAGAS.

CHAGAS …….. 7 páginas e 1 brasão.

Sobrenome de origens nobres e com pessoas ilustres com esse sobrenome.

Abaixo um resumo do conteúdo do arquivo principal.

Grande abraço

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

 

clip_image002Chagas

sobrenome de origem portuguesa. De origem religiosa: uma invocação às chagas de Cristo (Antenor Nascentes, II, 71). No Rio de Janeiro, entre outras, registra-se a de Antônio Manuel dos Santos, que deixou geração (6 filhos) de seu cas. com Joaquina Maria de Jesus [ -1821, RJ]. No Rio Grande do Sul, há uma numerosa família com este sobrenome, procedente de Luiz Gonçalves das Chagas [Herval, RS – 1894, Porto Alegre, RS], filho do cel. Gonçalves Ávila. Foi feito barão de Candiota, por Dec. de 20.03.1875. Deixou geração do seu cas. com sua prima Ana Ávila [? -1897], de quem descendem os Chagas, Gonçalves Chagas, Costa Chagas, Victorino Chagas, entre outros. No Paraná, há a numerosa família Guedes Chagas, procedente de Cândido Guedes Chagas, cas., c.1845, com Higina «Chagas». No Acre, cabe registrar Chagas Souza, listado entre os primeiros povoadores nas margens do rio Acre por volta de 1878 (Castelo Branco, Acreania, 183).

 

Chagas de Andrade, importante família de abastados proprietários de fazendas de café, políticos e sanitarista, procedente dos irmãos: I – Serafim Justiniano das Chagas de Andrade, nat. de Oliveira, Minas Gerais. Fazendeiro de café nas Fazendas Liberdade e Bela Vista, em cel. Pacheco, MG. Deixou geração de seus dois casamentos: 1º, com Maria José de Rezende; e 2º, com Mariana de Castro; II – cel. Manuel das Chagas de Andrade, que deixou geração de seu cas. com Eugênia de Rezende; III – Comendador Carlos Justiniano Chagas; e IV – Pedro Justiniano das Chagas. Do primeiro matrimônio de Serafim, nasceu o médico e sábio brasileiro, Dr. Carlos Chagas [1879 – ?]. Descobridor do micróbio de uma nova moléstia humana, hoje universalmente conhecida pelo nome de “Doença de Chagas”. Em 1911, recebeu, de um Júri Internacional, o prêmio Shaudim, conferido ao melhor trabalho de protozoologia e de microbiologia. Do comendador Carlos Justiniano, nasceu Francisca Justiniana das Chagas, que foi cas. com Epitácio Pessoa, pres. eleito da República do Brasil, assumindo em Julho de 1922.

 

Chagas de Macedo, sobrenome de uma família de São Paulo, com ramificações em Goiás, onde que teve princípio em Manuel Ferreira de Macedo, natural de Santos, SP, que deixou geração de seu cas., por volta de 1752, com Inácia Martins Alves, de Sorocaba (Jarbas Jayme, Pirinópolis, IV, 91).

 

Títulos de Nobreza

  • Barões de Candiota
  • Barões de Itaipu

 

Barões de Candiota

 

Título criado por D. Pedro II, imperador do Brasil
por decreto de 08-05-1875

a favor de:
Luis Gonçalves das Chagas, 1º barão de Candiota, falecido em 1884

 

Casamento :
Com: Ana de Ávila Chagas

 

Barões de Itaipu

Francisco Manuel das Chagas, 1º barão de Itaipu

  • 1829 + 1909

 

Pai: Francisco Manuel das Chagas Dória
Mãe: Guilhermina Muller
Casamento I:
Com: Maria Amélia Seabra

 

Bastonários da Ordem dos Advogados

 

Mário da Silva Pinheiro Chagas

* 1870 + 1939

Pai: Manuel Joaquim Pinheiro Chagas * 1842
Mãe: Maria da Piedade Maternidade e Silva

Manuel Joaquim Pinheiro Chagas

* 1842 + 1895

Pai: Joaquim Pinheiro das Chagas * 1809
Mãe: Gertrudes Justiniana Gomes Ramos

Casamento :
Com: Maria da Piedade Maternidade e Silva

Filhos do Casamento :

  • Valentina Pinheiro Chagas * 1883 cc Cristiano Frazão Pacheco
  • Raul Pinheiro Chagas * 1864 + 1936
  • Alice Pinheiro Chagas * 1866 cc Jorge Verde
  • Mário da Silva Pinheiro Chagas * 1870
  • Álvaro Pinheiro Chagas * 1872 + 1935
  • Frederico da Silva Pinheiro Chagas * 1882 + 1910

 

Joaquim Pinheiro das Chagas

* 1809 + 1859

Pai: Manuel Pinheiro * 1780
Mãe: Maria Teresa * 1780

Casamento :
Com: Gertrudes Justiniana Gomes Ramos
Filhos do Casamento :

  • Manuel Joaquim Pinheiro Chagas * 1842
  • João Pinheiro Chagas * 1840 cc Maria Amélia Rosa Pereira

 

 

From: JACOB TURISMO E VIAGENS

Sent: Tuesday, August 02, 2016 7:25 PM

To: Afrânio Tintaspig

Subject: RE: Familia Jacob

 

Afranio querido obrigada pela sua ajuda foi de grande importancia para mim,

descobrimos que minha tataravó se chama Ciana Chagas, poderíamos pesquisar

o sobrenome da minha Tata Ciana.

Att

Keila




Artigo de Maria Dolores Tucunduva: 'Porque Einstein foi um gênio?'

Foto FacebookMaria dolores Tucunduva: Porque Einstein foi um gênio? 

Sempre suspeitamos que havia algo extraordinário do ponto de vista físico, que fez com que Albert Einstein fosse mais inteligente do que nós. Suas contribuições mudaram nossos conceitos de espaço tempo e a própria natureza da realidade, e suas idéias influenciaram praticamente todos os aspectos da física moderna, seja ela subatômica ou cosmológica.

O próprio Einstein afirmou uma vez que uma das chaves para sua inteligência era a habilidade de visualizar os problemas com os quais trabalhava. Então ele traduzia essas imagens visuais na linguagem abstrata da matemática. Na verdade, um de seus exemplos mais famosos, é a teoria especial da relatividade, que segundo contam, ele desenvolveu a partir de devaneios sobre o que seria viajar através do universo em um feixe de luz.

Quando Einstein morreu em 1955 aos 76 anos de idade, seu corpo foi cremado. Antes disso, o Dr. Thomas Harvey, o patologista que realizou a autópsia, levou o cérebro de Einstein para casa. Algumas partes do cérebro foram doadas para serem utilizadas em pesquisas científicas. O cérebro ficou esquecido até 1978 quando o repórter Stephen Levy localizou-o no consultório de Harvey em Kansas. Segundo Levy, o cérebro de Einstein estava armazenado em duas jarras no consultório de Harvey. A maior parte do cérebro, com exceção do cerebelo e partes do córtex cerebral, havia sido secionada. As investigações preliminares do Dr. Harvey não haviam descoberto nada fora do comum quanto às estruturas anatômicas do cérebro do gênio.

Um dos cientistas que recebeu um fragmento do cérebro foi Marian Diamond, uma importante professora em Berkeley.

Ela e sua equipe contaram o número de neurônios e células gliais no cérebro de Einstein: as áreas 9 e 39 do córtex cerebral nos hemisférios direito e esquerdo. A área 9 está localizada no lóbulo frontal (córtex prefrontal) e acredita-se que seja importante para o planejamento do comportamento, atenção e memória. A área 39 está localizada no lóbulo parietal e faz parte do “córtex associativo”. Admite-se que esta área esteja envolvida com a linguagem e várias outras funções complexas. A percentagem dos neurônios em relação às células gliais no cérebro de Einstein foi comparada com aquelas dos cérebros de onze outros homens que morreram com a idade aproximada de 64 anos. Aqueles cientistas relataram que o cérebro de Einstein parecia possuir uma maior percentagem de células gliais, as células que suportam e nutrem a rede de neurônios (1). O grupo concluiu que o maior número de células gliais do tipo “oligodendroglia” — células auxiliares que aumentam a velocidade de comunicação neural — por neurônio pode ser uma indicação de que os neurônios no cérebro de Einstein apresentavam uma maior “necessidade metabólica”- elas necessitavam e usavam mais energia. Dessa maneira, talvez Einstein tivesse melhores habilidades de pensamento e destreza conceptual. Entretanto, é importante observar que as áreas 9 e 39 mantém importantes conexões com muitas outras áreas do cérebro e que o comportamento complexo é o resultado da ação conjunta de muitas áreas.

As descobertas mais recentes sobre o cérebro de Einstein foram publicadas em junho de 1999. Os cientistas descobriram que um parte de seu cérebro era, de fato, fisicamente extraordinária. Uma equipe do Departamento de Psiquiatria e Neurociências da Faculdade de Ciências da Saúde da McMaster University comparou as medidas anatômicas do cérebro de Einstein com aquelas de cérebros de 35 homens e 50 mulheres com inteligência normal. Em geral, o cérebro de Einstein era semelhante aos outros cérebros exceto em uma área chamada de região parietal. Devido ao amplo desenvolvimento dessa região em ambos os lados de seu cérebro, ele era cerca de 15% mais largo do que outros cérebros estudados. “A cognição visuo-espacial, o pensamento matemático e as imagens de movimento são fortemente dependentes dessa região”, observaram os pesquisadores. Essa anatomia fora do comum talvez explique porque Einstein se debruçava e resolvia problemas científicos da maneira que ele fez.

Cérebro normal – contém uma região chamada opérculo parietal e lobo parietal inferior; neste útlimo reside o raciocínio matemático e visual.

Cérebro de Einstein – não foi maior que o da maioria, mas o opérculo parietal (notar indicação na flexa) foi perdido. Isto permitiu ao lobo parietal inferior crescer 15% mais que o normal.

Além disso, seu cérebro era fora do comum, no sentido de que não continua uma fenda, conhecida sob o nome latino de sulcus, que normalmente percorre parte dessa área. Os pesquisadores especulam que a ausência do sulco pode ter permitido que um maior número de neurônios estabelecesse conexões entre si e trabalhassem em conjunto mais facilmente, possivelmente criando “uma extensão extraordinariamente grande de córtex altamente integrado dentro de uma rede funcional.” Os resultados, segundo conclusão dos pesquisadores, sugerem que as diferenças nas capacidades das pessoas em realizar determinadas funções cognitivas podem ser devidas até certo ponto às diferenças estruturais nas regiões do cérebro que intermediam essas funções.

Witelson teorizou que a ausência parcial do sulco no cérebro de Einstein pode ser a chave, posto que isso permite que mais neurônios nessa área estabeleçam conexões entre si e funcionem em equipe de modo mais fácil.

Concluindo, embora esses resultados pareçam interessantes, antes precisa ser demonstrado que todos os físicos e matemáticos brilhantes apresentam essa mesma anatomia. Observar os cérebros de gênios vivos pode ser mais fácil do que no caso de Einstein. Antigamente, a anatomia de um cérebro humano só podia ser estudada após sua morte, mas a moderna tecnologia, como por exemplo, as imagens por ressonância magnética e a tomografia por emissão de pósitrons, permite que os cientistas observem o cérebro em funcionamento dentro de um corpo vivo. Com essa tecnologia, pode ser que seja possível observar não apenas as diferenças na estrutura cerebral, mas também a atividade que ocorre nesse exato momento naquelas estruturas. Por exemplo, se o cérebro de Einstein tivesse sido estudado com essa tecnologia, os cientistas poderiam ter observado os grandes lóbulos parietais únicos e procurado discernir as atividades nessas áreas enquanto o cientista refletia sobre suas teorias. Além disso, o estudo não investigou como os neurônios nesses cérebro estavam conectados entre si e naturalmente, não poderia dizer se houvesse diferenças na maneira como os neurônios funcionam.

 

Referência:

1. Experimental Neurology 1985; 88: 198-204.

Silvia Helena Cardoso, PhD. Psicobióloga, mestre e doutora em Ciências. Fundadora

e editora-chefe da revista Cérebro & Mente. Universidade Estadual de Campinas.




Sergio Diniz da Costa: coluna publicada na revista Apevo

Sergio Diniz da Costa
Sergio Diniz da Costa

Sergio Diniz da Costa – Cultura – LITERATURA, ARTES & CURIOSIDADES – agosto de 2016

 

CURIOSIDADES SOBRE AS OLIMPÍADAS 

 

– O palco da Primeira Olimpíada da Era Moderna, realizada em Atenas em 1896, foi o Estádio Panathenaic. A base do estádio era composta por uma estrutura de mármore, feita no século IV a.C.

 

– O fogo olímpico foi introduzido, pela primeira vez, na cerimônia olímpica nos Jogos Olímpicos de 1928 em Amsterdã.

 

– A cerimônia de revezamento da tocha olímpica, que ocorre dias antes do início dos jogos, começou a ser praticada somente nas Olimpíadas de Berlim (1936).

 

 

– Foi somente a partir das Olimpíadas de Londres (1908) que os atletas passaram a desfilar de forma organizada na cerimônia de abertura. Antes de 1908, os atletas entravam e saíam do estádio sem qualquer organização.

 

– O lema das Olimpíadas, “Citius, Altius, Fortius”, foi criado pelo francês Henri Didon para os jogos de Paris (1900). O lema, que traduzido significa “mais rápido, mais alto, mais forte” é usado até a atualidade.

 

– Apenas cinco países participaram de todos os Jogos Olímpicos da era moderna. São eles: Grécia, Grã-Bretanha, Suíça, França e Austrália.

 

– “Ganhar não é tão importante quanto participar”. Essa célebre frase foi proferida pelo Bispo Ethelbert Talbot, da diocese anglicana de Bethlehem (Pensilvânia), durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1908. O Barão de Coubertin, o criador das Olimpíadas modernas, gostou tanto da frase que a adotou, com ligeiras adaptações.

 

– A famosa bandeira olímpica, com cinco arcos representando os continentes, foi elaborada por Pierre de Coubertin, em 1913. Ela foi hasteada pela primeira vez nos Jogos Olímpicos da Antuérpia em 1920.

 

 

– Nas primeiras Olimpíadas da Era Moderna, no começo do século XX, todas as medalhas eram entregues aos atletas na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos.

 

– Foi somente nos Jogos Olímpicos de 1932 (Los Angeles) que os atletas vencedores começaram a ouvir o hino do seu país e a ver o hasteamento da sua bandeira, no momento da entrega das medalhas no pódio.

 

– Várias modalidades curiosas já fizeram parte das Olimpíadas: Doze Horas de Ciclismo (1896), Levantamento de peso com apenas uma mão (1896 a 1904), Cabo de Guerra (1900 a 1920), Tiro ao pombo (1920) e Voo livre de planador (1936), Jogo da Palma (1908), Motonáutica (1908) e arremesso de dardo e disco com as duas mãos (1912).

 

– A maior goleada ocorrida num jogo de futebol durante uma Olimpíada ocorreu em 1908 (Jogos Olímpicos de Londres). Na ocasião, a Dinamarca venceu a França pelo impressionante placar de 17 a 1.

 

– Durante os Jogos Olímpicos de Tóquio (1964), um judoca japonês cometeu suicídio após ser derrotado numa luta.

 

– O sueco Oscar Swahn foi o atleta mais velho a conquistar uma medalha em Jogos Olímpicos. Com 72 anos, ele ganhou medalha de prata na competição de tiro durante as Olimpíadas da Antuérpia (Bélgica), em 1920.

 

– A primeira mulher a ganhar uma medalha de ouro na história dos Jogos Olímpicos foi a britânica Charlotte Cooper. Ele conquistou o torneio de tênis feminino nas Olimpíadas de Paris (1900).

 

– O primeiro brasileiro a ganhar uma medalha de ouro em Olimpíadas foi Guilherme Paraense. O feito foi realizado na prova de tiro durante as Olimpíadas de 1920, na Antuérpia (Bélgica).

 

– A primeira mulher brasileira que participou de uma edição das Olimpíadas foi a nadadora Maria Lenk, em Los Angeles, 1932. Com 17 anos na época, ela era a única mulher da delegação, que contava ainda com 66 homens. Mais que a primeira brasileira, Maria Lenk foi a primeira mulher sul-americana a participar dos jogos.

 

 

– O atleta que mais ganhou medalhas olímpicas foi o nadador norte-americano Michael Phelps. Nos Jogos Olímpicos de Atenas (2004) e Pequim (2008) ele ganhou, no total, 16 medalhas. Nas Olimpíadas de Londres, o nadador conquistou mais 6 medalhas (sendo 4 de ouro e 2 de prata), totalizando 22 medalhas olímpicas.

 

– Foi somente a partir das Olimpíadas de Londres (1948) que as provas de natação começaram a ser realizadas em piscinas.

 

– O primeiro atleta a ganhar uma medalha de ouro na história dos Jogos Olímpicos da Era Moderna foi o norte-americano James Connolly. A conquista foi realizada nas Olimpíadas de Atenas de 1896, na prova de salto triplo. Neste mesmo evento, Connoly ganhou mais duas medalhas: prata no salto em atura e bronze no salto em distância.

 

– O país que mais conquistou medalhas na história das Olimpíadas foram os Estados Unidos. Até os Jogos Olímpicos de Londres (2012), os norte-americanos ganharam 2399 medalhas olímpicas (974 de ouro, 758 de prata e 667 de bronze).

 

– No ranking de medalhas conquistadas, o Brasil fica em 36º lugar. Até as Olimpíadas de Londres (2012), o Brasil havia conquistado 111 medalhas (23 de ouro, 34 de prata e 54 de bronze).

 

– Para garantir a segurança durante as Olimpíadas de Londres 2012, o governo britânico instalou mísseis em prédios residenciais na área leste de Londres.

 

– Los Angeles (EUA) foi a cidade que mais vezes se candidatou para ser sede dos Jogos Olímpicos. Foram nove candidaturas, sendo escolhida por duas vezes.

 

– O único país-sede que não ganhou medalha olímpica em sua própria Olimpíada foi o Canadá. O resultado inédito e negativo foi obtido nos Jogos Olímpicos de Montreal de 1976.

 

– As Olimpíadas de Londres de 1908 foram as mais longas da história. Elas tiveram início em 27 de abril e terminaram em 31 de outubro.

 

– Nos Jogos Olímpicos do Rio de 2016, dois esportes voltarão para o quadro de modalidades olímpicas depois de muitos anos. O Rugby retorna para as Olimpíadas depois de 92 anos. Já o Golfe retorna após 112 anos.

 

 

– Nas Olimpíadas de Seul de 1988, durante a cerimônia de abertura, vários pombos morreram queimados no fogo da pira olímpica. Desde então, a revoada de pombos deixou de ser obrigatória na cerimônia de abertura.

 

– Até as Olimpíadas de 2016 foram realizadas 27 edições dos Jogos Olímpicos da Era Moderna (16 na Europa, 6 na América do Norte, 3 na Ásia e 2 na Oceania).

 

– O Brasil não participou das Olimpíadas de 1896, 1900, 1904, 1908, 1912 e 1928.

 

 

Um mega abraço e até a próxima edição!

     Sergio Diniz da Costa

 

 




Divulgada programação especial do Seminário de Regência em Tatui

O Conservatório de Tatuí – instituição do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura do Estado – sedia neste mês de agosto o Coreto Paulista – 4º Seminário de Regência.

O evento oferece oficinas técnicas a maestros e músicos, e concertos gratuitos a qualquer interessado no período de 22 a 25 de agosto, nas dependências da instituição, à rua São Bento, 415.

Ao todo, serão 29 atividades entre palestras, debates, encontros, ensaios abertos e concertos. Além da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, grupo residente do evento, haverá participação especial da Banda Sinfônica da Escola Municipal de Música de São Paulo e dos regentes selecionados.

Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público. Aos músicos, regentes e interessados que desejarem obter certificado de participação e concorrer às vagas para participar como regentes ativos, é necessário efetuar inscrição até as 18h do dia 12 de agosto no siteconservatoriodetatui.org.br/seminarioderegencia. O custo é de R$ 30 por inscrição. As inscrições serão confirmadas após o pagamento do boleto bancário referente à taxa de inscrição.

As inscrições podem ser feitas nas modalidades “participantes” e “ativos”. Os interessados que se interessarem pela modalidade “participantes” poderão acompanhar todas as atividades e concertos oferecidos. Aqueles que se inscreverem na modalidade “ativos”, com interesse de reger publicamente um concerto, serão selecionados por meio de uma comissão julgadora, a partir de análise curricular e análise de vídeo que comprove sua atuação como regente e preparação para um ensaio e regência em concerto da obra designada. Ao todo, serão selecionados 24 inscritos para a modalidade, sendo que a lista dos aprovados será divulgada a partir do dia 17 de agosto. Os que não forem aprovados na modalidade “ativos” estarão automaticamente inscritos como “participantes” e poderão acompanhar todas as atividades oferecidas.

O Seminário de Regência tem por objetivos a renovação de conhecimento musical, de técnica de regência e de ensaio, além da divulgação de repertório mundial para sopros sinfônicos e conscientização sobre a necessidade de intercâmbios entre instituições. Para tanto, serão oferecidas, sob coordenação do maestro Dario Sotelo, aulas de prática de regência, ensaios abertos e concertos.

As atividades de prática de regência serão coordenadas pelo maestro Dario Sotelo (regente da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, professor de regência de Banda do Conservatório de Tatuí, regente da Orquestra de Sopros da EMMSP e rresidente eleito da WASBE) e pelo maestro Matthew George (professor-doutor em Regência, chefe de Departamento de Música da Universidade de Saint Thomas em Minneapolis).

Programação – O 4º Seminário de Regência tem início às 9h e às 10h50 da segunda-feira, dia 22 de agosto, com ensaios abertos da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, sob regência de Matthew George e Dario Sotelo. Às 14h, ocorre palestra sobre “Comunicação Gestual”, ilustrada com conjunto de alunos e regentes. Às 16h, haverá nova palestra: “Trabalhando com o Ritmo”, e, às 17h, encontro de regentes de diversos segmentos de música para sopros. Uma conversa com a plateia, às 19h30, antecede o concerto de abertura da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, agendado para as 20h.

No concerto de abertura, a Banda Sinfônica apresenta obras de Boris Pigovat (Lights from the Yellow Star: Music of Sorrow and Love – Luzes da Estrela Amarela: Música de Sofrimento e Amor); Martin Ellerby (Cinnamon Concerto for Saxophone, com solos de Rafael Migliani); e David Gillingham (Apocalyptic Dreams – Sinfonia no. 1).

Na terça-feira, dia 23, às 9h e às 10h50, haverá ensaio aberto da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, com atuação dos regentes selecionados. Às 14h, ocorre aula técnica sobre escalas e corais. Às 15h20, haverá ensaio aberto, com atuação de regentes selecionados e participação especial da Orquestra de Sopros e Percussão da Escola Municipal de Música de São Paulo. Às 17h, é a vez do encontro de regentes e, às 18h30, conversa com a plateia. No dia 23, serão dois concertos gratuitos: Às 19h00, da Orquestra de Sopros e Percussão da Escola Municipal de Música de São Paulo e às 20h30, da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, ambos com atuação de regentes selecionados.

Às 19h, a Orquestra de Sopros e Percussão da Escola Municipal de Música de São Paulo apresenta obras de C. Wittrock (Abertura “Lord Tullamore”), J. Curnow (Canticle of the Creatures), R. Korsakav (Concertino para Trombone e Banda, com solos de Fernando Ferreira) e H. Nogueira (Cinco Miniaturas Brasileiras). A Banda Sinfônica da EMMSP nasceu com o intuito de disponibilizar aos alunos da área as experiências valiosas e necessárias da prática de conjunto. Todo um rico e importante repertório passa a ficar ao alcance dos estudantes de sopros, dotando-os de uma paleta variada de vivências específicas da performance em grupo. O potencial para o crescimento artístico e pedagógico é imenso e os resultados já podem sem colhidos, em grande parte devido à dedicada e generosa atuação de Dario Sotelo, regente do conjunto.

Já o concerto das 20h30, pela Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, trará obras de Thomas Doss (Magic Overture), Carl Wittrock (Spanish Dance for English Horn and Band Corninglês, com solos de Valquíria Porciúncula), Yosuke Fukuda (Symphonic Dances), Robert Jager (Variations on a Theme of Robert Schumann) e Luis Soto Márques (Jaibamá).

Na quarta-feira, 24, às 9h e às 10h50, ocorrem ensaios abertos. Às 14h e às 15h40, os maestros Matthew George e Dario Sotelo ministram palestras sobre “Trabalho de Preparação de Partituras”. A seguir, às 17h, ocorre encontro de regentes. A conversa com a plateia às 19h30 antecede o concerto agendado para as 20h, com a Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí e regentes selecionados. Nesse concerto, o grupo apresenta obras de Philip Sparke (A Pittsburg Overture), Jess Turner (Concertino Caboclo para Flauta, Piccolo e Banda, com solos de Ariane Roseiro), Alfred Reed (Música para Hamlet) e Paul Hart (Cartoon).

Na sexta-feira, 25, último dia do evento, às 9h e às 10h50, ocorrem os ensaios abertos. Às 14h, haverá palestra sobre Comunicação Gestual, com ilustração de conjunto de alunos e regentes. Às 16h, o maestro Matthew George ministra a palestra “Construindo uma Melodia”. Às 17h, haverá encontro de regentes, seguido de conversa com a plateia (19h30) e concerto especial de encerramento com regentes selecionados (20h). O do último concerto do evento, apresentado pela Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, é formado por peças de Gordon Jacob (Celebration Overture), Vaughan Williams (Concerto for Tuba, com solo de Luciano Vaz), Frank Ticheli (Postcard) e Jose Blesa (Mare Tenebrosum).

Evento oferece concertos gratuitos, com participação especial da Orquestra de Sopros de São Paulo; inscrições para aulas terminam dia 12 de agosto

Conservatório de Tatuí – O Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí é um equipamento do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura do Estado administrado pela Associação de Amigos do Conservatório de Tatuí. Fundado em 1951, é uma das mais importantes ações na área de cultura no país. Oferece formação profissional em música, luteria e artes cênicas. Sua única extensão fora do município de origem é o Polo do Conservatório de Tatuí em São José do Rio Pardo.

Apoio Cultural – Para a temporada do ano de 2016, o Conservatório de Tatuí conta com apoio cultural da Coop – Cooperativa de Consumo e Grupo CCR SPVias.
SERVIÇO

Coreto Paulista – 4º Seminário de Regência
Aulas Técnicas, Palestras, Ensaios e Concertos
22 a 25 de agosto de 2016
Taxa: R$ 30,00 – para músicos que acompanharem as aulas
Grátis! – para concertos
Local: Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415
Informações: conservatoriodetatui.org.br/seminarioderegencia
Mais informações: eventos@conservatoriodetatui.org.br ou 15 3205-8444




Artigo de Celio Pezza: 'Pelos de roedores em alimentos'

Celio Pezza – Crônica # 320 – Pelos de roedores em alimentos

Colunista do ROL
Celio Pezza

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) proibiu, nesta semana, a venda de um lote de extrato de tomate da marca Heinz, devido a presença de pelos de roedores (ratos, ratazanas e camundongos) acima do limite máximo permitido. Já tivemos outras marcas penalizadas com o mesmo problema, como o extrato de tomate Elefante fabricado pela Cargil, polpa de tomate da marca Predilecta e outros. O que causa mais espanto nessas notícias, é o fato de que a ANVISA permite uma certa quantidade de pelos de roedores e fragmentos de insetos em alimentos. Até 2014, a tolerância era zero para esse tipo de contaminação, porém, a partir da resolução RDC 14/2014, foram estabelecidos limites para essa falta de higiene na indústria.

Veja, alguns exemplos do que é permitido por lei:

– Produtos de tomate: 10 fragmentos de pelos em 100 g de produto

– Farinha de trigo: 75 fragmentos em 50 g

– Café torrado e moído: 60 fragmentos em 25 g

– Chá de boldo: 70 fragmentos em 25 g

– Geleias de frutas: 25 fragmentos em 100 g

 

Quem quiser ver o documento na integra, acessar o link do Diário Oficial:

www.procon.sc.gov.br/images/documentos/anvisa-res14.pdf

 

De acordo com o Conselheiro e Ex-Presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (CREMERJ), Dr. Sidnei Ferreira, a legislação sanitária não deveria tolerar nenhum resquício de insetos ou pelos de roedores, pois não poderia haver tolerância com a falta de higiene na manipulação e fabricação dos alimentos. Os roedores são potenciais transmissores de doenças, e a Organização Mundial de Saúde (OMS) já catalogou mais de 200 doenças transmissíveis por roedores. Já o coordenador do Procon Assembleia, de Belo Horizonte, critica a mudança na legislação, diz que essa resolução não deveria existir e que um consumidor que encontrar algo dentro do produto que não faz parte da sua composição, tem todo o direito de pleitear uma indenização, pois a empresa tem que prezar pela qualidade do produto, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor. Será que a ANVISA vai tolerar pelos de roedores nas refeições servidas na Vila Olímpica, ou isso é só para nós, meros pagadores de impostos?

 

Célio Pezza

Julho, 2016




Artigo de José Otavio Vasques Ayres: ' Dr. Google'

JOSÉ OTÁVIO VASQUES AYRES – ‘DR GOOGLE’

jose-otavio-vasques-ayres-1O termo refere-se ao uso extremamente frequente do site de buscas google, para buscar informações sobre problemas de saúde: Diagnóstico, tratamento e prognóstico.

A busca por informações é muito útil. O leigo pode buscar informações para melhor entender o que o médico explicará em uma consulta e estar mais preparado para resolver dúvidas pertinentes. Mas esta busca NUNCA poderá substituir a consulta médica.

QUAIS OS PERIGOS MAIS FREQUENTES?

1 FONTE DE INFORMAÇÃO INADEQUADA . O site de busca não averigua se as informações são corretas. Tudo o que foi postado vai aparecer e para o leigo fica difícil avaliar a idoneidade daquilo que está lendo. A quantidade de informações equivocadas encontradas na internet é muito grande.

2 ERRO DE DIAGNÓSTICO . Mesmo com uma boa fonte de informações, o leitor pode incorrer em erro de diagnóstico. A partir deste erro, tudo mais a respeito estará equivocado.

3 ERRO DE INTERPRETAÇÃO DE EXAMES. Muitas pessoas, assim que recebem o resultado de um exame solicitado por um médico, procuram interpreta-lo de acordo com os valores de referência. Mas são muitas as variantes! Compete ao médico, levando em conta histórico, exame físico e outras doenças associadas, interpreta-los de forma correta.

4 AUTOMEDICAÇÃO. Mesmo que o diagnóstico esteja correto, o tratamento é individualizado. O paciente precisa saber a dose adequada , contra-indicações pessoais, os efeitos colaterais e as interações medicamentosas. Alguns pacientes trocam a medicação prescrita e outros ainda associam tratamentos da internet ao prescrito, causando riscos muito sérios.

5“AUTO-TERRORISMO”. Este é o MAIOR problema que tenho observado com pacientes. É muito comum que os pacientes, após um diagnóstico dado em consulta, procurem estudar a respeito na internet. É muito frequente que exagerem (e muito) a gravidade de seu quadro, voltando a um retorno extremamente assustados. Cada quadro é individual, e compete ao médico informar a real gravidade e o prognóstico de cada um.

6 PREJUIZO DA RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE. A informação é muito boa para que o paciente interaja com o médico. Mas na prática, algumas vezes, o paciente perde a confiança no médico por obter informações conflitantes. Esta perda de confiança atrapalha o seguimento fiel do que foi prescrito e recomendado, com piora de resultados.

A internet é uma ferramenta preciosa, veio para ficar , pode e deve ser usada. Mas, a informação deve ser sempre discutida com seu médico.

DR JOSÉ OTÁVIO VASQUES AYRES 
OTORRINOLARINGOLOGISTA

Fonte de imagem = internet

Foto de Jose Otavio Vasques Ayres.



Artigo de Pedro Novaes: 'Insegurança Generalizada'

 Pedro Israel Novaes de Almeida – INSEGURANÇA GENERALIZADA

colunista do ROL
Pedro Novaes

Apesar das oscilantes estatísticas a respeito da violência e criminalidade, a sensação de insegurança impera em todos os ambientes humanos, urbanos e rurais.

A bandidagem assumiu posturas de guerrilha, com armamentos típicos de exércitos e ânimo de radicais políticos e religiosos. Cidades inteiras são dominadas, e agências bancárias são explodidas, em pleno dia.

Em escala menor, ônibus acabam identificados como alvos, em protestos contra ações policiais que perturbem o status criminoso. Centenas acabam incendiados, perturbando o sossego e o ir e vir de multidões.

Bandidos seguem, cada vez mais, furtando e roubando domicílios, em ações tão cinematográficas quanto o aparato de segurança da residência ou estabelecimento comercial. Bairros outrora pacatos são palcos de assaltos, e um reles ladrãozinho, de bicicleta, pode tirar um simples boné ou a vida de um transeunte qualquer.

Poucos estabelecimentos comerciais arriscam o funcionamento no período noturno, e ladrões conseguem embarcar o gado alheio em pleno pasto, sem serem notados. Tratores, veículos e defensivos agrícolas devem ser facilmente vendidos, a julgar pela insistência com que são roubados ou furtados.

A Polícia Militar segue enxugando gelo, reprimindo o que lhe é permitido, dentro das limitações bélicas, de contingente e até de combustível, a que está submetida. Para a população, representa a única alternativa e esperança, a única face visível do Estado, em tempos inseguros.

Em tal contexto, é natural o anseio coletivo pela liberação da propriedade e posse de armas. Ocorre que o armamento da população, em nosso meio, trará mais vítimas que soluções.

O marginal tem a prerrogativa de escolher a hora, lugar e circunstâncias do crime, deixando em mortal situação a vítima, quando armada. Cidadãos descontrolados, sob o efeito de drogas ou álcool, podem fazer de um simples desentendimento de trânsito verdadeira carnificina.

Nada temos a acrescentar à atual legislação a respeito de armas, perfeitamente adaptada ao perfil pouco comedido de nossa gente. Quem realmente necessita de armas pode obtê-las, nos termos estabelecidos pela autoridade competente.

Existe alguns criminosos e contraventores que seguem impunes, desacatando a própria Polícia Militar, quando deixam de obedecer a ordem de baixar o som ou não mais vender bebidas a menores, ou maiores já embriagados. As prefeituras, em regra, não consultam as ocorrências policiais de botecos e outros estabelecimentos comerciais, ao renovar os alvarás de funcionamento.

No quesito barulho, até cultos religiosos seguem atormentando impunemente a vizinhança, como se cantassem e gritassem em pleno deserto, a um deus surdo.

Voltaremos ao tema.

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.