Instituto Federal de Itapetininga tem vagas para cursos gratuitos

O IFSP oferece vagas gratuitas nos seguintes cursos de extensão: Centro de Usinagem CNC 3 eixos Básico; Controlador Lógico Programável Básico; e Modelamento em Solidworks. Inscrições a partir de 8 de agosto

 

IFSP




Saiu na TV Tem: 'Morador registra Via Láctea em Itapetininga: 'Minha melhor foto''

Foto foi feita às margens da rodovia Gladys Bernardes Minhoto (SP-129)

 Via Láctea pode ser vista quando não há poluição luminosa, diz astrônomo.

Paola Patriarca
Do G1 Itapetininga e Região

Via Láctea foi registrada às margens de rodovia em Itapetininga (Foto: Arquivo pessoal/Ede Carlos Ferreira)Via Láctea foi registrada às margens de rodovia em Itapetininga (Foto: Arquivo pessoal/Ede Carlos Ferreira)

Um engenheiro de Sorocaba (SP) conseguiu registrar imagens da Via Láctea enquanto trafegava pela rodovia Gladys Bernardes Minhoto (SP-129), em Itapetininga (SP). Em entrevista ao G1, Ede Carlos Ferreira contou que a foto foi feita no início do mês de julho por volta das 23h. Para ele, conseguir registrar a Via Láctea foi o resultado de estar na hora certa e no lugar certo.

Via Láctea foi registrada por morador em Itapetininga (Foto: Arquivo pessoal/Ede Carlos Ferreira)Via Láctea foi registrada em Itapetininga
(Foto: Arquivo pessoal/Ede Carlos Ferreira)

“Há três anos comecei a fotografar cenas urbanas e rurais em cidades da região de Sorocaba. Estava passando pela rodovia, olhei uma árvore seca e vi que ali daria uma boa foto pelo ângulo e pelo céu estar estrelado. Mas, foi sorte também. Bem na hora que fiz a foto, estava perceptível a Via Láctea”, conta.

Ainda segundo o engenheiro, o registro foi um dos melhores que já fez. “Sou fotógrafo amador e tenho outras fotos que gosto bastante. Mas essa é a melhor que já tirei e deu um resultado muito positivo. As pessoas comentaram bastante. Pretendo colocar a foto em um quadro para guardá-la”, ressalta.

Via Láctea
De acordo com o astrônomo Luis Marino, coordenador do Planetário de Tatuí (SP), a foto realmente retrata a Via Láctea, que é o nome que se dá para a galáxia e trata-se de um conglomerado de estrelas, contendo cerca bilhões de estrelas, sendo o Sol uma de suas componentes. Segundo Luis, ela pode ser vista desde que não tenham nuvens no céu e poluição luminosa.

Imagem retirada do software Stellarium que mostra a região fotografada (Foto: Arquivo pessoal/Luiz Marino)Imagem do software Stellarium que mostra região
fotografada(Foto: Arquivo pessoal/Luiz Marino)

“Itapetininga é considerada uma região rica em estrelas, principalmente se sairmos do centro urbano e irmos para um lugar sem poluição luminosa, já que está no hemisfério sul. No caso da foto, podemos observar que é a Via Láctea”, afirma.

Segundo o astrônomo, é possível observar que na foto há manchas luminosas que, segundo ele, são aglomerados e nuvens de gás. “Temos aglomerados abertos, aglomerados globulares e, principalmente, as nebulosas, que são grandes nuvens de gás que refletem a luz de estrelas próximas ou ainda brilham por terem em sua composição material que interage com a radiação de estrelas em seu interior, provocando uma tenue luminosidade”, afirma.

Ainda segundo o especialista, na foto são mostradas as constelações de Libra, Scorpius e Sagitarius. “Vemos na foto a constelação Scorpius  e na calda a de Sagitarius. Além disso, a parte mais clara da foto marca a direção do centro da Via Láctea. Contudo, esse centro não dá para ver a olho nu”, explica.




Artigo de Carlos Cavalheiro: 'Gian Lucas, Jonatas Henrique e tantos outros'

Carlos Cavalheiro – Gian Lucas, Jonatas Henrique e tantos outros

 

Carlos Cavalheiro
Carlos Cavalheiro

Dias atrás meu filho quis assistir novamente a um DVD da dupla de palhaços “Patati e Patatá”. Ainda que eu reclamasse com ele pelo fato de já ter assistido a um sem-número de vezes, não pude vencê-lo no argumento: afinal fui eu quem dera a ele o vídeo como presente. Enfim, o que fazer?

Curiosamente, apesar de eu ter assistido a diversas vezes aquele mesmo DVD, somente agora percebera entre o corpo de crianças do elenco infantil que acompanhava as músicas uma pessoa que eu conhecia. Era o Gian Lucas Bispo Andrade, que fora meu aluno na Escola Coronel Esmédio há alguns anos. Verifiquei na ficha técnica e confirmei o seu nome no elenco infantil. Enquanto o Gian fora meu aluno, não tivemos a oportunidade de conversar sobre sua carreira artística, motivo pelo qual eu desconhecia (e ainda desconheço) boa parte dela. Sei que participou de programas de TV, mas como assisto muito pouca televisão – em especial aos chamados programas de “variedades” – sempre ignorei quais teriam sido suas apresentações.

Fiz uma busca pela internet. Encontrei o Gian Luca no Programa do Raul Gil, do Sílvio Santos, da Eliana, no Projeto “Criança Esperança” entre outros. Dançando, cantando, atuando. Lembro de tê-lo assistido no filme “Fúria Alucinante”, do portofelicense João Takada. Enfim, Gian Luca tem talento.

Na busca por informações sobre o Gian, reencontrei outro ex-aluno: Jonatas Henrique (Jonatas PGD). Lembro da época em que coloquei sobre os ombros dele a responsabilidade de coordenar um grupo de alunos para fazer uma apresentação artística na Semana da Consciência Negra, na EMEF. Coronel Esmédio. Jonatas ficou assustado com o encargo dado, mas resolveu a coisa com maestria. Fez uma letra simples, mas direta, falando sobre racismo. Depois, colocou uma base de rap que foi sustentada por alunos tocando instrumentos de percussão da fanfarra, enquanto Jonatas e outro aluno, chamado Hamilton, se desafiavam em passos de street dance. Foi um show.

Há alguns anos encontrei com ele na Praça da Matriz e soube que estava cantando num grupo de samba, o “Pagode da Thita”. Hoje, pelo que soube por meio de informação dada pelo Fábio Corvo, Jonatas Henrique continua cantando com Gabriel Monteiro. É outro nome de talento que pisou o chão da escola Coronel Esmédio.

Isso para ficar somente nos que trilharam os caminhos da cultura popular ou mesmo de massa. Porque temos entre os ex-alunos músicos que estão mostrando o seu talento dentro da música erudita, como o Bruno Henrique e a Laíne Rodrigues. Ou mesmo na dança como a Larissa Felix. Enfim, não há como citar o nome de tantos ex-alunos talentosos que passaram pela escola. Seria impossível.

No entanto, a escola Coronel Esmédio desenvolveu no primeiro semestre uma atividade extremamente interessante que foi o 1º Sarau com a participação de alunos e professores. Seria o caso de se repetir a dose – idéia que já vem sendo gestada – ainda este ano e convidar a esses ex-alunos para que participem também. Uma dica: a proposta do tema do próximo sarau é “Samba”. Lembrando que muitos músicos de formação erudita interessaram-se pelo samba como Ernesto Nazareth, Patápio Silva, Villa Lobos e Chiquinha Gonzaga. Esta última, por exemplo, compôs a imortal marcha carnavalesca “Ó Abre Alas”, enquanto Nazareth compôs os sambas “Comigo é na madeira” e “Suculento”. Então, mesmo os estudantes da música erudita poderiam fazer uma apresentação no sarau. Acompanhados da coreografia executada pelas que se dedicam à dança, seria uma oportunidade incrível para unir gerações de alunos e ex-alunos para mostrar os seus talentos. Podemos contar com vocês?

 

 

Carlos Carvalho Cavalheiro

18.07.2016

 




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias AFONSO, PEREIRA, ROLIM e FONTES

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS  789, 790, 791 e 792

 

Prezado amigo e confrade , Theotônio , boa tarde.

Depois de minha remessa informando que um seu parente foi casado com uma

minha Tia-bisavó, Olympia Meira, o Senhor Francisco Affonso Pereira, seu parente e,

depois de hoje, 30 de julho de 2016, quando nos encontramos na rua Monsenhor João Soares Amaral e

trocamos conversa sobre a Genealogia de seus sobrenomes : Rolim , Affonso , Pereira, encaminho ,

atendendo seu pedido, os arquivos dos sobrenomes de sua família , a saber :

AFONSO/AFFONSO……….  12 páginas e 5 brasões ;

PEREIRA………………………  20 páginas e 1 brasão e

ROLIM/ROLIN………………..  3 páginas e 2 brasões e dois brasões ,do arquivo, em separado sendo 1 da origem francesa e o outro da origem portuguêsa.

Em homenagem para sua esposa , encaminho o da Família Fontes.

FONTES ………………………   3 páginas e 2 brasões.

Abaixo um pequeno resumo extraído dos arquivos principais.

Você tem um bom material para suas pesquisas e  brasões para serem colocados em quadros

que, pendurados em sua parede, ficam lindos e abrem espaço para muitas conversas quando

suas visitas os virem.

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

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Afonso

sobrenome de origem portuguesa, sendo considerado um Patronímico, pois remonta ao nome próprio do fundador deste tronco familiar. Inicialmente, os primeiros a utilizar este sobrenome eram conhecidos como: “Fulano Filius Quondam Afonso” ou “ Fulano filho do senhor Afonso “ , já a Segunda ou terceira geração, ou seja, os netos ou bisnetos do senhor Afonso já utilizavam o nome do avô diretamente como sobrenome. Muito generalizado, pois  existem inúmeras famílias que o usam.

O seu uso foi particularmente comum entre os bastardos dos nossos primeiros reis. Vários reis espanhóis e portugueses usaram esse nome.

Nome de homem que, usado na forma patronímica transformou-se em sobrenome. Vem do germânico. Alteração do antigo “Adefonso”, do gótico “Hathufuns”, que foi encontrado em um documento datado do ano de 773. O primeiro elemento de Adefonso seria originário do germânico “athal”, que significa “nobre”, e que, no alemão moderno tem a forma “edel”.

 

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image Pereira

sobrenome de origem luso-espanhola. Linhagem das mais nobres de Portugal, embora o apelido esteja muito vulgarizado. Pretendem os genealogistas que ela provém de Dom Mendo, irmão de Desidério, último rei dos Longobardos, o qual veio da Itália com poderosa armada para conquistar o reino da Galiza e ser seu soberano, intento que se frustou por causa de uma grande tempestade no cabo de Piorno, salvando-se só cinco cavaleiros, com os quais, no ano de 740, aportou à Galiza. Reinava então Dom Afonso I em Leão, a quem ficou a servir, e na Espanha, casou com a condessa Dona Joana Romais, que alguns dizem não chegou a receber, filha do Infante Dom Romão Bermudes, irmão legítimo do Rei de Leão, dom Fruela I, como escrevem.

Deste Dom Mendo foi filho Dom Froia Mendes, bom cavaleiro, que se casou com Dona Grixivera Álvares das Astúrias, de quem teveDom Bermudo Frojaz, que sucedeu nas terras de Trastamara a seu pai, foi conde e casado com Dona Aldonça Rodrigues, sua prima, filha de Dom Rodrigo Romais, conde de Monterroso, irmão de sua avó Dona Joana Romais. Deles nasceu, entre outros, Dom Rodrigo Forjaz de Trastâmara, que não foi Conde, guerreiro valoroso que combateu os Mouros no tempo de Dom Fernando, Rei de Leão, e que, na ocasião em que este monarca repartiu os reinos pelos filhos, seguiu o partido de Dom Garcia, Rei da Galiza e de Portugal, com quem esteve na batalha de Águas de Maias, onde ficou muito ferido. Prendeu, assim mesmo, na batalha de Santarém, o rei Dom Sancho, que entregou a seu irmão Dom Garcia, e, depois da entrega, morreu. De sua mulher, Dona Moninha Gonçalves, filha de Dom Gonçalo Mendes da Maia e de sua mulher, houve Dona Froia Bermudes, que sucedeu ao pai na sua casa e se recebeu com Dona Elvira Gonçalves, filha de Gonçalo Munhoz de Vila Lobos, o Despinhado, de quem teve Dom Rodrigo Frojaz de Trastamara. Este sucedeu em todas as terras paternas, achou-se na batalha das Navas de Tolosa com o rei Dom Afonso VII, prestou grandes serviços ao rei D. Fernando, tomou Sevilha e, por seu conselho, este príncipe se apossou de muitos lugares dos Mouros. Por se malquistar com Diogo Lopes de Biscaia, passou a França, onde o Rei o fez do seu conselho e lhe deu vários empregos.

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clip_image002[3]    clip_image004 Rolim, Rolin

sobrenome de origem latina. Há registros dessa família em Portugal, Itália, França e Espanha. Primeiro brasão é dos Rolin (França) e o segundo é dos Rolim (Portugal).

Família portuguesa antiga, a qual parece proceder de D. Pedro Rodrigues que com seu irmão. D. Álvaro Rodrigues tomou Miranda aos Mouros no ano de 1166. Diz-se que D. Pedro teve vários filhos e entre eles D. Martim Rodrigues, freire de Calatrava, de cuja Ordem veio a ser Mestre, parecendo que teria sido casado antes de ter voto, porquanto seus dois filhos, D. Pedro Martins e D. Álvaro Martins que também foram freires da mesma Ordem não tiveram dispensa para entrar nela prova de não haverem sido bastardos. De D. Martim Rodrigues, Mestre da Ordem de Calatrava, nasceu Vasco Martins Serrão, fidalgo principal do seu tempo, que andou na conquista do reino, senhor da vila de Moura por mercê da Rainha D. Beatriz, mulher de D. Afonso III, em pagamento de sue serviços. Dizem alguns genealogistas que Vasco Martins se chamou Serrão por causa de um lugar que ganhou aos Mouros junto da serra do Gerês e do senhorio de Moura lhe veio este apelido que os filhos havidos em sua mulher D. Maria Dias, de Góis, filha de Pedro Salvadores e de sua mulher D. Maria de Esposenda, tomaram.

Doação de terras do Rei Dom Sancho I, de Portugal.

Texto com o português escrito e falado em meados do ano 1200. “Tratava por outra parte elRey Dom Sancho de engrandecer seu Reyno, como se pode advertir de alguas cousas que já ficão escritas. Mas porque não ouve lugar pera referir muitas, se tocarão agora outras com summa brevidade. Em tempo deste Rey se povoou a vila de Azambuja, chamada antiguamente Villa Franca. Fez elRey doação della a Don Rolim, Cavaleiro de Flandres, & a outros Flamencos de sua companhia. He a data do mês de janeiro do anno de mil & duzentos. Ia adverti em outro lugar como este fidalgo não era o Dom Rolim que nossas historias contão assistir na tomada de Liboa, mas que devia ser seu filho veyo a Lisboa, pois se convence, que não hua mas muitas vezes ajudarão seus antepassados aos primeiros Reys deste Reyno nas mayores necessidades & ocasiões de honra, Se deu o primeiro dia do mês de abril deste próprio anno, &  vay nomeado por autto delles  o qual confirma com os mais dos Prelados do Reyno. No anno de 1202, se povoarão alguas terras. como consta dos foraes que se lhe pastarão.”

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clip_image002    clip_image003Fontes

sobrenome de origem portuguesa. Nome possivelmente de raízes toponímicas, é também possível e natural que haja mais do que uma família a tê-lo adoptado por apelido.

Os mais antigos indivíduos a fazê-lo parecem ser originários do Alentejo e remontam pelo menos ao séc. XVI.

De um ramo mais recente, por exemplo, sabe-se que, sendo cristão-novo, adoptou o nome por habitar numa casa perto de Fontes de Água, em Úl, concelho de Oliveira de Azeméis

De fonte, subst. com. (Antenor Nascentes, II, 116). Procede esta família da Casa Real de França, com solar na Provença, donde passaram à Catalunha (Espanha), com o conde D. Berenger, que de Tolosa foi servir D. Jaime I, o Conquistador, na tomada de Valência, em 1238. Em Portugal fixaram-se os desta família, na província de Alentejo (Anuário Genealógico Latino, I, 44; Carrafa, XXXV, 209; SB, II, 70). Galiza: o genealogista, frei José S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra Linajes y Blasones de Galicia, dedica-se ao estudo desta família [Pozo – Linajes de Galicia]. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a de Francisco de Fontes [c.1605, Gibraltar – a.1666], que deixou descendência do seu cas., c.1635, com Helena de Azevedo (Rheingantz, II, 169). Em Minas Gerais, com ramificações em Goiás, a família de José de Fontes Leal, nat. de Vila Rica (Ouro Preto), que deixou geração de seu cas., por volta de 1772, com Joana Ribeiro Ribas (JJ., Pirinópolis, IV, 231). No Rio Grande do Sul, encontra-se a família de Francisco José Rodrigues Fontes, fal. antes de 1820, que deixou geração do seu primeiro casamento. Foi cas., em segundas núpcias, com Comba Maria Fontes, que, depois de viúva, casou novamente, com Antônio Ricardo de Maia (Rheingantz, TC-24). Família estabelecida em São Paulo, procedente do Doutor José Martins Fontes, médico em Santos. Foi pai do Dr. Silvério Martins Fontes, que deixougeração do seu cas., em 09.1883, com Isabel Martins dos Santos [02.1867 -], bisneta de Manuel Martins dos Santos Rego, patriarcadesta família Martins dos Santos (v.s.), de São Paulo.

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Centro Cultural de Itapetininga inaugura nova exposição

Triatlon das Artes esteve no Rio de Janeiro e na Europa

 

O Centro Cultural e Histórico ‘Brasílio Ayres de Aguirre’ receberá mais uma exposição, que ficará aberta à visitação de 6 de agosto a 6 de setembro.

Será a Exposição Triatlon das Artes, que apresentará esculturas, quadros e fotografias.

A exposição Triatlon das Artes já passou pelo principado europeu de Liechtenstein  e pela cidade carioca de Búzios.

Com mais de quarenta artistas de todo o Brasil, inclusive de Itapetininga, a exposição está sob curadoria de Ângela Oliveira e produção de Denise da Cruz.

O Centro Cultural e Histórico ‘Brasílio Ayres de Aguirre’ funciona de terça a sexta das 10h às 19h e sábado das 11h às 17h. Está localizado à Praça Mal. Deodoro (Largo dos Amores), s/n. Telefone 3273-4523.




Artigo de João Gabriel Frehley – um novo colaborador do nosso jornal

João Gabriel Frehley, paranaense de nascença e itapetiningano de coração, inicia suas colaborações com o texto ‘Teimosia matinal’

João Gabriel FrehleySaiba quem é João Gabriel Frehley:  é um jovem estudante, insuportavelmente realista, nascido em Londrina/RR, que mudou-separa Itapetininga logo após

completar um ano de idade. Desde então, não saiu mais de Itapetininga e, segundo ele, “começou a nutrir um amor grandíssimo pela cidade, sua história, seus

costumes e sua gente”. É técnico agrônomo, com dois certificados. Ator e escritor iniciante, arrisca algumas horas do seu cotidiano para relatar a poesia na monotonia

do dia a dia, através de crônicas “um tanto quanto detalhadas demais” conforme se auto identifica. Abaixo, sua primeira colaboração (Helio Rubens, editor)

 

 

Teimosia matinal

Ele teve que pular cedo do sofá -Pular; é assim que a maioria das pessoas do interior paulista se referem ao acordar. Olhou para a direita e para esquerda com cara toda amassada, como se tivesse sido atropelado por uma manada de elefantes enfurecidos. Ainda bêbado de sono, se levantou, dobrou a coberta em quatro partes e a colocou em cima do travesseiro, que estava em cima do sofá vermelho, bem centralizado, numa sala bem arejada com uma vistas para os prédios da Grande São Paulo.

Foi ao banheiro que ficava no cômodo do apartamento designado ‘das empregadas’,  que há anos não estava ocupado. Fez suas necessidades, escovou os dentes, lavou o rosto e suas madeixas ruivas, dirigiu-se, vestido de pijama, de forma totalmente cotidiana até a cozinha e começou a preparar o café. Forrou a mesa com um pano quadriculado vermelho e branco, tirou o leite, a margarina e a manteiga da geladeira, colocou tudo na mesa, cada uma com um faca de serra em cima de suas respectivas tampas. Logo após passar o café, colocou o mesmo dentro da garrafa térmica branca, toda manchada do líquido preto e adocicado.

Feito tudo, o homem virou-se, passou a mão no pijama com cor de hospital a fim de ajeitá-lo no corpo, fechou os olhos, respirou fundo – fundo o suficiente para a sua

alma sentir-se aliviada – e então deu sete passos como se estivesse marchando. Com o rosto tenso e com uma expressão dura, era possível perceber algumas gotas de suor em sua testa.

Então o homem cessou a caminhada, parou em frente a uma porta branca, que da distância em que ele estava parecia ser gigantesca, um verdadeiro titã esculpido em madeira pintado de branco. Quase pestanejou, mas se encorajou.

E foi como se a coragem fora tão necessária naquele momento que se materializou ao lado dele e o forçou a bater na porta. E assim o fez: três toques na porta seguidos que logo foram respondidos:

– O que é, droga?! –Uma voz feminina abafada respondeu do outro lado da porta-

– Meu bem, bom dia, já é hora de… de ir… –Gaguejou o sujeito, tenso-

– Não! Eu não quero ir! –O tom da voz aumento, era possível sentir pavor na voz-

– De novo não, meu amor. Vamos logo! –O homem respondeu, finalmente agindo como um

sujeito adulto.

– Eles não precisam de mim lá. Tem tantas outras pessoas como eu lá, não farei falta, eu não vou hoje! -Argumentou a figura por trás da porta.

— Já é a quarta vez em uma semana; você vai ir sim, goste ou não! Vamos logo, já arrumei todas as suas coisas, seu cadernos, livros, está tudo dentro da Bolsa. Vamos logo! –Indagou o nervoso rapaz ruivo.

– Então OK, senhor dono da razão! Eu vou se me der um bom motivo para fazê-lo! –Disse a mulher, enquanto abria a porta, já fazendo o barulho da fechadura se abrindo:

-Porque você é a professora!




Circuito Cultural realiza mais uma apresentação em Itapetininga

Espetáculo é gratuito e acontecerá dia 12, no Largo dos Amores

 

Itapetininga receberá mais uma apresentação do Circuito Cultural Paulista.

Desta vez, será a peça de teatro ‘Um Sujeito Muito Esperto’, do Grupo Parampará.

O espetáculo será dia 12, sexta-feira, às 15h, no Largo dos Amores.

O espetáculo é gratuito e a classificação é livre.

Sobre o espetáculo

‘Contação’ de história em cordel permeada por músicas e brincadeiras. A história é de um homem que “inventou” um jeito de ganhar dinheiro, com muito bom humor. E no fim ainda tem uma festa de casamento à moda antiga, com quadrilha e muita cantoria.