Artigo de Helio Rubens: 'Reeleições, coligações e voto obrigatório: alterações necessárias'

Helio Rubens de Arruda e Miranda – Reeleições, coligações e voto obrigatório

Helio Rubens
Helio Rubens

A nossa ‘Constituição Cidadã’, como a chamou o saudoso Ulysses Guimarães, tem muitos pontos positivos e deve ser louvada pela sinceridade de propósitos.

Mas a sua prática – que já dura 27 anos -, mostrou que alguns de seus preceitos precisam ser alterados.

Desde o fim da ditadura militar até os tempos atuais, muita coisa mudou no Brasil, principalmente o comportamento dos brasileiros.

Em função disso, pelo menos três itens eleitorais precisam ser revistos.

O primeiro é a permissão para a reeleição. Aparentemente uma norma boa, pois parte do princípio que ‘o que é bom deve continuar’, após tanto tempo de prática está a nos mostrar que ela serviu mais para eternizar políticos no poder do que para permitir a continuidade dos bons. Haja visto a falta de renovação dos nossos quadros políticos: são sempre os mesmos! Aproveitando-se das mordomias incríveis que eles criaram para si próprios, os políticos só não se reelegem se não quiserem. E como a maioria quer, eles se mantem por longos anos no poder e se tornam políticos profissionais, sem nenhuma relação com o princípio da representação popular. Assim, o melhor mesmo é mudar a lei e proibir a continuidade no mesmo cargo, seja para os parlamentares ou chefes de executivos.

Outra regulamentação que não deu provas de validade democrática é o instituto da coligação. Sua aplicação só serve para que os ‘donos’ de partidos vendam seus direitos e mordomias (tempo de TV e rádio, em especial) para os candidatos mais ricos. Isso permite, até, que partidos ideologicamente opostos se unam nas eleições, o que é um absurdo inaceitável, pois ou pensam diferente e por isso estão em agremiações diversas, ou pensam igual e neste caso deveriam estar na mesma legenda.

Outra anomalia é o voto obrigatório. Apesar de, sob qualquer ângulo ou ponto de vista, ser considerado um direito, a sua obrigatoriedade torna-o um dever. Como consequência, os eleitores culturalmente mais carentes se sentem à vontade para votar ‘em qualquer um’… E os nossos parlamentos e governos estão repletos de ‘qualquer um’ por esse motivo.

Enfim, sem essas alterações, nossa democracia continuará capenga.

De nada adianta a Justiça Eleitoral se esforçar para criar normas que impeçam o poder do dinheiro nas eleições ou ditar normas tentando melhorar a qualidade dos candidatos, se não forem mudados pelo menos estes três pontos: a reeleição, a coligação e o voto obrigatório. Sem falar em outros, como o voto distrital, o fim das mordomias, etc., etc., assunto que fica para uma próxima ocasião.

 

Helio Rubens de Arruda e Miranda

jornalista




Artigo de Ivan Fortunato: 'Trocar refrigerante por suco 'valle' a pena?

Ivan FortunatoIvan Fortunato – Trocar refrigerante por suco “valle” a pena?

Eu sempre acreditei ser elegante

Não beber água só beber refrigerante

O padre disse: "Não é pecado"

Mas eu sei que coisa boa não me sobra

Bebendo essas gororobas…”

Nos final dos anos 1990, um dos cantores que mais aprecio e admiro, Marcondes Falcão Maia, incluía no seu álbum “Quanto pior, melhor” a canção “Veneno também mata”.

Em versos, o artista conseguiu capturar o que hoje já é amplamente divulgado: refrigerantes e bebidas sintéticas fazem mal à saúde.

Confesso que não sei muito sobre isso e, particularmente, gosto de refrigerantes.

Assim, diante dessa ideia de que bebidas coloridas artificialmente, muito doces e carbonadas faziam mal ao organismo, começou a se popularizar a ideia de que substituir refrigerantes por sucos seria uma saída saudável para quem não abre mão de uma bebida doce para acompanhar sua refeição, um tira-gosto, ou mesmo para se refrescar.

A indústria não ficou para trás, e logo conseguiu popularizar os sucos naturalmente artificiais, vendidos em caixinhas longa vida.

Como tomar suco seria melhor, muitos e muitos litros de água com açúcar, misturados a uma pasta colorida, aromatizada e saborizada artificialmente com algumas gramas de polpa de fruta passaram a fazer bastante sucesso nos supermercados.

Suco faz bem à saúde.

Não obstante, o segredo foi descoberto: não se vende suco em caixinhas, mas algo que se assemelha a suco.

A indústria não se incomodou, pois logo descobriu uma mina de ouro: vender suco natural em garrafas de poli tereftalato de etileno, as famosas “pet” (prefiro dizer garrafas de plástico), e/ou caixinhas longa vida. Estes, muito mais caros, obviamente, pois o conteúdo não poderia ser completado com água, corantes, estabilizantes, adoçantes etc.

Recentemente, ao passear pelo supermercado, vi, de relance, o que parecia ter sido a solução ideal para quem gostaria de consumir sucos naturais e pagar um preço bastante razoável.

Uma garrafa de um litro e meio, com um belo rótulo anunciando 100% de suco, por quatro reais. E de uma conceituada indústria.

Parecia valer muito a pena. De fato, ouvi muita gente falando muito bem e quanto era saudável.


20160725_133907 (Copy)Mas, a indústria é muito criativa: é incrível o quanto ela consegue enganar seus consumidores com uma mínima vírgula, e com o famoso “zero à direita”, que não possui valor algum.

Dessa forma, ao colocar no rótulo um número a mais, desnecessário, a famosa companhia de bebidas pretende apenas iludir seu cliente, fazendo-o crer que está comprando 1500 mililitros de suco natural, ao invés de 150 misturados com 1350 mililitros de água, açúcar, reguladores de acidez, espessantes, conservantes, sequestrantes, estabilizantes e corantes artificiais.

Isso sem falar que o suco utilizado na composição é concentrado, ou seja, um preparado industrial com vários “antes” artificiais também.

Vamos olhar de perto?

“Bebi cada veneno desgraçado!

Que acabei com a massa do meu sangue

Mirinda, crush, seven-up, gini e tang

Gatorade, guaraná, pepsi e grapete

Meu bucho cada dia mais se esfola

E eu não largo a Coca-cola”

20160725_133855 (Copy)O que dizer desse lamentável rótulo? Parece que faz sentido recuperar o que Marcondes cantou quase vinte anos atrás…

Ao final, espera-se que, enquanto a centenária firma de bebidas não reconsidere seu rótulo embusteiro, as pessoas lembrem-se de ler cuidadosamente as informações dos produtos antes de comprá-los.




Artigo de Carlos Cavalheiro: 'Mais um cowboy que se foi…'

Carlos Carvalho Cavalheiro – Mais um cowboy que se foi…

 

Carlos Cavalheiro      Há três anos um acidente de carro pôs fim à vida de Giuliano Gemma, ator que ficou mundialmente conhecido por participar de filmes italianos de faroeste, ou seja, os westerns spaghettis como também eram chamados. O gênero tomou corpo quando o diretor italiano Sérgio Leone teve a idéia de contar suas fábulas ambientadas no velho oeste estadunidense em meados da década de 1960.

No início, tanto os diretores quanto os atores utilizavam nomes em inglês, uma forma de tornar “palatável” os filmes para o público radicalmente exigente. Assim, Giuliano foi apresentado no começo da carreira como Montgomery Wood e só usou o próprio nome quando sua carreira se consolidou e não havia mais nada a provar para ninguém. O mesmo ocorreu com Gian Maria Volonté que teve seu nome mudado para Johnny Wels. O brasileiro Antonio de Teffé era conhecido como Anthony Steffen, Mario Girotti ainda é conhecido como Terence Hill e até o diretor Sérgio Leone teve de assinar seu primeiro faroeste como Bob Robertson. O filme, “Por um punhado de dólares” (1964), inspirado no filme japonês Yojimbo, deu o pontapé para que esse gênero cinematográfico se alastrasse pelo mundo e ajudou a consolidar as carreiras de atores como Clint Eastwood e Gian Maria Volonté.

No começo desta semana outro dos “cowboys” italianos nos deixou. Carlo Pedersoli, ou Bud Spencer, pseudônimo pelo qual se tornou famoso, faleceu na segunda-feira, dia 27 de junho de 2016, em Roma (Itália), aos 86 anos de idade. A sua morte esvazia o rol de atores vivos daquela época. Restam poucos atores vivos de destaque que participaram dessa História: Clint Eastwood, Terence Hill e Franco Nero são alguns desses nomes.

Bud Spencer tornou-se célebre ao se tornar parceiro de Terence Hill em filmes que valorizavam o humor e a pancadaria no Velho Oeste. Com corpo avantajado, a presença de Bud Spencer nos filmes deixava claro que seus inimigos não teriam chance nas brigas. Reza a lenda que o ator escolheu o nome baseado em duas referências:  Bud teria vindo de Budweiser, a cerveja predileta dele, e Spencer seria uma homenagem ao ator Spencer Tracy.

Além de estrelar a dupla com Terence Hill, o ator Bud Spencer participou de outros filmes de faroeste como “O Exército de 5 homens” e “Deus perdoa… eu não”.  Spencer viveu alguns anos no Brasil, trabalhando pelo consulado italiano, oportunidade em que aprendeu a falar português. Em entrevista realizada no início da década de 1980 no programa “Os Trapalhões”, Bud Spencer conversou em português com Renato Aragão e sua turma.

Bud Spencer fez ainda filmes de ação/comédia com Terence Hill, dos quais se destaca “Dois Super-Tiras em Miami” (1985) e “Banana Joe” (1982). Em 1994 voltou ao tema do faroeste com o filme “Os encrenqueiros”, uma revisita aos tempos de Trinity. O ator nasceu em 31 de outubro de 1929, em Nápoles, Itália. De acordo com seu filho, em comunicado à imprensa, “Papai se foi pacificamente, às 18h15. Ele não sofreu, estávamos todos ao seu lado e sua última palavra foi ‘obrigado'”. Bendita a vida que se finda em agradecimento. Sorte nossa, também, que conhecemos – e rimos e nos emocionamos – com a atuação desse grande artista. O céu está estrelado… São estrelas de xerifes do Velho Oeste… Ou balas de prata cuspidas dos revólveres dos anti-heróis, característica máxima dos westerns spaghettis.

 

Carlos Carvalho Cavalheiro

28.06.2016




Osvaldo Souza Filho: mais fotos antigas de Itapetininga

O maior colecionador de fotos antigas de Itapetininga envia novas contribuições

Coleçao Souza Filho: Mais cinco fotos importantes que contam a história de Itapetininga em diversas épocas.

262- Contrução do Auditório da Esc. Normal - Av. P. Gomide -Anos - 30 (1) (Copy)262- Contrução do Auditório da Esc. Normal – Av. P. Gomide -Anos – 30

263 - Pça. Mal. Deodoro da Fonseca - Anos - 30 (Copy)263 – Pça. Mal. Deodoro da Fonseca – Anos – 30

264 - Pça. Mal. Deodoro da Fonseca - 11-1999 (Copy)264 – Pça. Mal. Deodoro da Fonseca – 11-1999

265 - Queima da Emp. de Eletricidade - 1958 (1) (Copy)265 – Queima da Emp. de Eletricidade – 1958

266 - Emp. de Elet. Sul Paulista - Queimado pelo Povo - 1958 (Copy)266 – Emp. de Elet. Sul Paulista – Queimado pelo Povo – 1958

267 - Pça. Mal. Deodoro da Fonseca - 11-1999 (Copy)267 – Pça. Mal. Deodoro da Fonseca – 11-1999

 




Artigo de Ivan Fortunato: 'Trocar refrigerante por suco “valle” a pena?'

Ivan FortunatoIvan Fortunato – Trocar refrigerante por suco “valle” a pena?

Eu sempre acreditei ser elegante

Não beber água só beber refrigerante

O padre disse: "Não é pecado"

Mas eu sei que coisa boa não me sobra

Bebendo essas gororobas…”

Nos final dos anos 1990, um dos cantores que mais aprecio e admiro, Marcondes Falcão Maia, incluía no seu álbum “Quanto pior, melhor” a canção “Veneno também mata”.

Em versos, o artista conseguiu capturar o que hoje já é amplamente divulgado: refrigerantes e bebidas sintéticas fazem mal à saúde.

Confesso que não sei muito sobre isso e, particularmente, gosto de refrigerantes.

Assim, diante dessa ideia de que bebidas coloridas artificialmente, muito doces e carbonadas faziam mal ao organismo, começou a se popularizar a ideia de que substituir refrigerantes por sucos seria uma saída saudável para quem não abre mão de uma bebida doce para acompanhar sua refeição, um tira-gosto, ou mesmo para se refrescar.

A indústria não ficou para trás, e logo conseguiu popularizar os sucos naturalmente artificiais, vendidos em caixinhas longa vida.

Como tomar suco seria melhor, muitos e muitos litros de água com açúcar, misturados a uma pasta colorida, aromatizada e saborizada artificialmente com algumas gramas de polpa de fruta passaram a fazer bastante sucesso nos supermercados.

Suco faz bem à saúde.

Não obstante, o segredo foi descoberto: não se vende suco em caixinhas, mas algo que se assemelha a suco.

A indústria não se incomodou, pois logo descobriu uma mina de ouro: vender suco natural em garrafas de poli tereftalato de etileno, as famosas “pet” (prefiro dizer garrafas de plástico), e/ou caixinhas longa vida. Estes, muito mais caros, obviamente, pois o conteúdo não poderia ser completado com água, corantes, estabilizantes, adoçantes etc.

Recentemente, ao passear pelo supermercado, vi, de relance, o que parecia ter sido a solução ideal para quem gostaria de consumir sucos naturais e pagar um preço bastante razoável.

Uma garrafa de um litro e meio, com um belo rótulo anunciando 100% de suco, por quatro reais. E de uma conceituada indústria.

Parecia valer muito a pena. De fato, ouvi muita gente falando muito bem e quanto era saudável.

Mas, a indústria é muito criativa: é incrível o quanto ela consegue enganar seus consumidores com uma mínima vírgula, e com o famoso “zero à direita”, que não possui valor algum.

Dessa forma, ao colocar no rótulo um número a mais, desnecessário, a famosa companhia de bebidas pretende apenas iludir seu cliente, fazendo-o crer que está comprando 1500 mililitros de suco natural, ao invés de 150 misturados com 1350 mililitros de água, açúcar, reguladores de acidez, espessantes, conservantes, sequestrantes, estabilizantes e corantes artificiais.

Isso sem falar que o suco utilizado na composição é concentrado, ou seja, um preparado industrial com vários “antes” artificiais também.

Vamos olhar de perto?

“Bebi cada veneno desgraçado!

Que acabei com a massa do meu sangue

Mirinda, crush, seven-up, gini e tang

Gatorade, guaraná, pepsi e grapete

Meu bucho cada dia mais se esfola

E eu não largo a Coca-cola”

O que dizer desse lamentável rótulo? Parece que faz sentido recuperar o que Marcondes cantou quase vinte anos atrás…

Ao final, espera-se que, enquanto a centenária firma de bebidas não reconsidere seu rótulo embusteiro, as pessoas lembrem-se de ler cuidadosamente as informações dos produtos antes de comprá-los.




Artigo da leitora Diva Rosa de Brito: 'Tem gente que olha e não vê'.

Artigo de Diva Rosa: ‘Tem gente que olha e  não vê’

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O homem se chama Joel. Nasceu em Avaré, mas faz uns 10 anos que reside em Itapetininga.
Conta que trabalhou na Construtora Tardelli.
Hoje, vive na Praça Paulo Soares Hungria, no Atenas do Sul,conhecida como a Praça do R., com muito verde,casas bonitas  e por acha o bairro seguro.
Deu-me permissão para fotografá-lo e narrar parte de sua história.
Outro dia um PM me disse que o Joel é gente boa, conversa bem, não usa droga. As vezes se nega a comer e já foi internado por desnutrição grave.Foi então, que tomei coragem para  falar com ele, discretamente, respeitando seus direitos.
Disse-me que tem uma proposta de trabalho para daqui a 60 dias.Talvez tenha mesmo ou achou melhor se justificar, temendo que eu fosse tentar encaminhá-lo a algum lugar.
Eu soube  pelos PMs, que certa pessoa do bairro, quis lhe dar todo o apoio para tirá-lo da rua, mas Joel preferiu ficar ali.
Notei na sua mão direita, um lápis surrado, no qual escrevia.Disse que copiava trechos de jornal e revistas que ganhava.Foi ai que tive a idéia,  para quem  daria o excesso de papéis que empoeiravam  na minha sala.
Corri para casa, catando o que pude e enchi  uma sacola de revistas. Junto, foi um exemplar do Novo Testamento, que achei que poderia ajudá-lo caso precisasse.
Imaginei que o pobre há tempos não saboreava uma fruta saborosa, por isso inclui no kit, bananas e bolachas.
Seu sorriso de agradecimento deixou à mostra suas falhas de dentes amarelados.
Ao lado do banco que senta, noto restos de uma kentinha fria  e uma garrafa d’agua.Isso tudo me fez recordar da música dos Titãs,  “Comida”, que diz assim:”A gente não só quer comida, a gente quer comida, diversão e arte.”Hora o vejo, hora não,  mas suas sacolas, cobertores , pendurados no galho da árvore,  são  sinais de que não se foi ainda.
Hoje um varredor que o conhece disse-me que o problema dele foi uma desilusão amorosa.
Sua bagagem deve ser o pouco que restou de um passado distante e breve.

Na minha vida profissional, nunca encontrei alguém semelhante . Me impressionou sua fisionomia, calada, catatonica.Quando ouvi sua voz, a coerencia do seu falar, fiquei muito feliz.Sua imaginem carregarei eternamente.

Diva Rosa de Brito
Itapetininga, 01/08//2016




Guri Itapetininga abre inscrições para programa de educação musical

Projeto é gratuito e voltado para crianças e adolescentes de 6 a 18 anos

 

O Projeto Guri Itapetininga vai abrir inscrições, nesta segunda-feira, para o programa de educação musical, voltado à crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos. Para as crianças de 6 e 7 anos é oferecido o curso de iniciação musical. Para as outras idades, as opções são de canto coral, percussão e violão. Lembrando que não é necessário conhecimento prévio de música e o Projeto fornecerá os instrumentos aos alunos.

As matrículas devem ser realizadas entre os dias 1 e 4 de agosto, a partir das 13h, no Polo do Projeto Guri, que agora está em novo endereço, à Rua Gal. Carneiro, 390, Centro, ao lado da Escola Municipal Jandira Vieira Marcondes. As aulas acontecem às terças e quintas-feiras, sempre entre 13h30 e 17h30.

Para efetuar a matrícula é preciso que um responsável legal apresente a cópia dos seguintes documentos:

– RG e CPF do responsável;

– RG ou certidão de nascimento do aluno;

– Comprovante de matrícula e frequência escolar atualizada do aluno;

– Comprovante de endereço atualizado.

 

Mais informações pelo telefone 3275-2422.