Big Band do Conservatório de Tatuí apresenta trilhas de desenhos animados em concertos didáticos

Série de três apresentações voltada à formação de público terá entrada franca no teatro Procópio Ferreira

 

A Big Band do Conservatório de Tatuí – instituição do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura do Estado – faz três apresentações pela série “Concertos Didáticos”, voltada à formação de público. Elas acontecem nos dias 24 e 25 de maio (próximas terça e quarta-feiras), às 9h, e no dia 2 de junho, quinta-feira, às 20h. Todas serão no teatro Procópio Ferreira (à rua São Bento, 415), com entrada franca.

Pela série “Concertos Didáticos”, grupos pedagógico-artísticos do Conservatório de Tatuí realizam espetáculos com repertórios acessíveis a público de diferentes faixas etárias. A Big Band do Conservatório de Tatuí elegeu “desenhos animados” como tema para a série deste ano.

No programa, estão trilhas dos desenhos “Pantera Cor-de-Rosa”, “Os Incríveis”, “Os Simpsons”, “Flintstones”, entre outros.

“Nosso objetivo é, por meio de músicas reconhecidas pelas crianças, chamar a atenção para a formação da big band e os diferentes instrumentos”, comenta o coordenador Celso Veagnoli. “Para esta apresentação, contaremos com a participação especial de alunos”, destacou ele.

Os concertos didáticos têm reservas gratuitas e antecipadas para escolas e grupos. Para tanto, é necessário contatar o Centro de Produção de Eventos pelo email eventos@conservatoriodetatui.org.br ou telefone 15 3205-8435. 

 

Conservatório de Tatuí – O Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí é um equipamento do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura do Estado administrado pela Associação de Amigos do Conservatório de Tatuí. Fundado em 1951, é uma das mais importantes ações na área de cultura no país. Oferece formação profissional em música, luteria e artes cênicas. Sua única extensão fora do município de origem é o Polo do Conservatório de Tatuí em São José do Rio Pardo.

Apoio Cultural – Para a temporada do ano de 2016, o Conservatório de Tatuí conta com apoio cultural da Coop – Cooperativa de Consumo e Grupo CCR SPVias.
SERVIÇO
Big Band do Conservatório de Tatuí
Quando: Terça e Quarta-Feiras . 24 e 25 de maio de 2016 / Quinta-feira . 2 de Junho de 2016
Horário: 09h00 e 20h00
Local: Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415
Grátis!
Informações: 15 3205-8444




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias ORSI e MELLO

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 725 e 726

 

Prezada Márcia, boa tarde.

Pensei que poderíamos ser parentes.

Pelo lado dos Mello é uma só raiz e pelos Orsi também.

O livro foi lançado em 15.04.2016 e já está esgotado.

Esse livro tem o título de “ Eu e os Meus – Orsi e Ramacciotti “ , pois eu trato

no livro, dea uma forma geral a origem do sobenome Orsi , um pouco sobre a

Genealogia em geral e dos meus parentes oriundos desse sobrenome.

Encaminho para você um marca páginas onde tem o Link com o endereço

onde você pode baixar o livro e um QRCode que você pode ler no seu celular.

Basta você baixar esse aplicativo.

Eu sou filho de Amélia, filha de Adelaide Orsi,filha de Pietro Orsi, filho de Luigi Orsi e filho de Vincenzo Orsi,

todos de Sant’Andréa di Compitto, frazione de Cappanari e da Região de Luca, na Toscana.

Vou enviar a relação dos ORSI que entraram no Brasil, que consegui na Hospedaria dos Imigrantes de São

Paulo.

Os Vincenzo estão em verde e o que está em vermelho é o meu Tetravó.

No livro tem essa relação.

Estou encaminhando o histórico que tenho dos ORSI com brasão e tudo o mais.

Envio também o sobrenome MELLO

São muitos arquivos para sua pesquisa e, abaixo, um resumo do arquivo principal.

Espero que fique satisfeita com o arquivo e com o livro.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / jornal ROL – Região On Line

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image Orsi,Orselli,Orsieri,Orsetti, Orsolin,Orsino,Orsolini,Urcini,Orsolini,Urso,D’Urso,D’Urcini,d”Orsini , entre outros

sobrenome de origem italiana. Sobrenome classificado como alcunha, vem do italiano Orso, que significa urso. Orsi é a forma plural. Isto indica que os primeiros que utilizaram esse sobrenome eram fortes (em sentido físico ) como um urso.

Orsi, Antiga família italiana radicada em Bolonha, participou das cruzadas nas figuras de Siripere (1217) e de Giliolo, morto na Terra Santa no ano de 1291. Michele Orsi estava entre os cavaleiros que desermaram e aprisionaram o Rei Enzo, em Fossalta. Tancredino Orsi capitaneou uma parte do exército bolonhês que, valorosamente, expulsou os soldados de Pistoia em 1328. A família deu três cônsules à pátria no século XII, vários anciãos conselheiros, e começou a fazer parte do senado em 1485. Ainda nesta linhagem destacou-se Gugliemo Orsi, famoso jurisconsulto no século XIII. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 31.01.1885, a bordo do vapor Righi, Pasquale Orsi, natural da Itália, 21 anos de idade, com destino a Piracicaba, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 122 – 31.01.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 19.02.1885, a bordo do vapor Bisagno, Gabriello Orsi, natural da Itália, 25 anos de idade, com destino a Tieté, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 129 – 19.02.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 19.02.1885, a bordo do vapor Bisagno, Giuseppe Orsi, natural da Itália, 32 anos de idade, com destino a Limeira, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 129 – 19.02.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 19.02.1885, a bordo do vapor Bisagno, Vincenzo Orsi, natural da Itália, 29 anos de idade, com destino a Tieté, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 129 – 19.02.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 07.07.1882, a bordo do vapor América, Giovanni Orsi, natural da Itália, procedente de Genova, Itália, católico, 20 anos de idade, com destino a Campinas, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 028 – 07.07.1882]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 16.08.1882, a bordo do vapor Umberto, procedente de Genova, Itália, Pasquale Orsi, natural da Itália, católico, 45 anos de idade, com destino à capital do Estado de São Paulo [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 037 – 16.08.1882].

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clip_image002clip_image004Melo, Mello

sobrenome de origem portuguesa. Deriva este nome de uma alcunha e a família que o adotou por apelido é da mais remota e nobre ascendência.

Deriva ela, com efeito, de Dom Soeiro Reimondes, o Merlo – ou «melro» -, (contemporâneo dos reis Dom Afonso III e Dom Dinis) que era o chefe de linhagem dos «de Riba de Vizela» e, por esta via, da dos «da Maia».

Vindo para o Sul, fundou na Beira a vila de Merlo, depois Melo, sendo dela senhor, bem como de Gouveia.

Do seu casamento com Dona Urraca Viegas, filha de Dom Egas Gomes Barroso e de sua mulher Dona Urraca Vasques de Ambia, teve descendência na qual se fixaria o nome Melo.

Mantem-se, na atualidade, o uso por parte de várias famílias, da grafia Mello. Na impossibilidade de saber com exatidão quem assim assina ou está registado e também por uma questão de uniformidade de critérios, adotamos aqui a grafia moderna, isto é., Melo.

Do latim merulu, melro, através da suposta forma merlo, que com assimilação do r ao l deu Mello, simplificada para Mello. Cortesão acha pouco plausível que tenha origem em Mello, lugar de Jerusalém ao pé do monte Sião, citado no Livro dos Reis, II. (Antenor Nascentes, II, 197). Procede esta família de D. Pedro Fornaris, contemporâneo do conde D. Henrique de Borgonha (pai do 1.º rei de Portugal). O solar desta família é a vila de Melo, na província da Beira. Dea descendem os duque de Cadaval e outros titulares. Pedro Fornaris teve assento na vila de Guimarães, distrito de Braga, e dela tomou o apelido de Guimarães, bem como os seus descendentes. Mais tarde, seu descendente Mem Soares Guimarães, ao comprar o senhorio da vila de Melo (a 4 léguas da cidade de Guarda), de Gonçalo de Sá – começou a usar o sobrenome Melo. Também usaram os desta família o apelido Riba de Visela, porque moraram junto a este rio, o qual corre por trás da terra de Santa Catarina (Antenor Nascentes, II, 64). Ilha da São Miguel: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha de São Miguel, escreveu no ano de 1717, o padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro V – Da fatal Ilha de S. Miguel, Capítulo XVII – De algus homes famosos, & familias que vieraõ povoar a Ilha de Saõ Miguel; Título I –Dos Velhos, Cabraes, Mellos, & Travassos, Soares de Albergaria, & Souzas [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro V, Ilha de São Miguel]. Ilha Terceira: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha Terceira, escreveu no ano de 1717, o padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VI – Da Real Ilha Terceira, Cabeça das Terceiras, Capítulo XX –Dos Borges, Costas, Abarcas, Pachecos, & Limas, Velhos, & Mellos, & de outros, Homens Costas [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VI, Ilha Terceira]. Ilha da Graciosa: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha Graciosa, escreveu no ano de 1717, o padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VII – Das Ilhas de S. Jorge, e Graciosa, Capítulo IX – Dos outros Capitães Donatarios da Graciosa, & dos Ferreyras, & Mellos que da Graciosa passaram à Terceyra, & de seus Regios troncos, & Ascendentes [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VII, Ilha da Graciosa].

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—–Mensagem Original—–

From: Marcia Mello 

Sent: Friday, May 13, 2016 3:42 PM

To: Tintaspig

Subject: Re: Genealogia

 

Boa Tarde

Sou de São Paulo, meu avô era Francisco de Mello de São João da Boa Vista

e minha avó Maria Magdalena Orsi Vanni de Jaboticabal.

Eles se casaram em São Paulo.

Marcia Mello 

mmarciamell@gmail.com

 

> On May 13, 2016, at 15:32, Tintaspig <afranio@tintaspig.com.br> wrote:

> Márcia, boa tarde.

> De onde você é?

> Por um acaso é filha do Moacir Mello e neta da Antonieta?

> Eu tb sou Mello.

> Aguardo sua resposta.

Afrânio Franco de Oliveira MelloEm 13 de mai de 2016 3:09 PM, Marcia Mello  <mmarciamell@gmail.com> escreveu:

 

>> Caro Sr. Afranio

>>

>> Gostaria de saber onde posso encontrar seu livro sobre a família Orsi,

>> sou descendente de Vicenzo Orsi e Magdalena Bacetti, estou tentando

>> montar minha árvore e acredito que seu livro ajudaria muito.

>> Obrigada

> Marcia Mello Ferreira

>> Marcia Mello 

>> mmarciamell@gmail.com




Genealogia: Afrânio Mello fornece gratuitamente informações sobre as famílias BRIZOLA e LEME

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS  731 e 732

 

Prezado Benedito, boa tarde.

Atendendo o pedido de seu pai, Felipe, estou enviando os arquivos solicitados.

Brizola……………………. 2 páginas e 1 brasão  e com o brasão em separado ;

Leme……………………… 4 páginas e 1 brasão.

Espero que encontre o que está procurando.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / Jornal ROL – Região On Line

 

 

 

clip_image002Brizuela, Brizola, Brizolla

sobrenome de origem espanhola. A grafia correta é Brizuela, Brizola é um aportuguesamento do sobrenome. Sobrenome de origem Castelhana, seu nome foi tomado da vila assim chamada Brazuela, próxima de Villarcayo, Burgos. A família fundou casas no lugar de San Martín de Olías, na vila de Medina de Pomar, na vila de Valmayor de Cuesta Uría e no vale de Aedo, todos na citada província de Burgos. Outros ramos da linhagem foram se estendendo pela províncias de Segovia, Polencia, León (Leão) e Soria. Também um ramo se assentou na região valenciana. Membros desta linhagem realizaram provas de sua nobreza e limpeza de sangue (não terem membros de origem judaica) para ingressar nas diversas ordens militares, como as de Santiago, Montesa e Alcántara. Alguns genealogistas dão como origem desconhecida, assim todas as investigações que tiveram como nascimento dos Brazuela são de castro celta de um monte conhecido como Castro na Galiza. Este castro se tem encontrado vários utensílios, jóias e ferramentas de origem celta.

Em 1351 pertencia a Meryndat de Aguylar de Canpo, uma divisão administrativa da Coroa de Castela (Castilla), vigente durante a Idade Média, cuja descrição figura no livro Becerro de las Behetrías de Castilla, lido pelas Cortes de Valladolid de 1351, quando o estabelecimento dos Fidalgos solicitaram ao rei Pedro I  o desaparecimento das Behetrías mediante sua conversão em terras solariegas.

Já no século XVI se empenha em descobrir o povo donde a família Brizuela construiu seu casario e donde se aprecia seu escudo e heráldica. Esta casa é conhecida popularmente como La Casa Blanca, se mantém até o dia de hoje em pé e em perfeitas condições. Este edifício serve atualmente para La Asociación Cultural Peña de La Ventana, donde os funcionários públicos passam seu tempo livre.

Registra-se Vicente Ferreira Brizola, nascido por volta de 1830, Palmeira das Missões, Rio Grande do Sul. Brasil; casou-se com Alexandrina em 12.12.1856; filho de Antônio Francisco Ferreira, nascido por volta de 1800 e Ignácia Maria Brizola, nascida por volta de 1810. Teve dois filhos de seu casamento: Francisco Brizola, nascido em 02.04.1858 e Antonio Brizola, nascido em 10.04.1859, ambos em Palmeira das Missões, Brasil.

Registra-se Francisco Brizola de Oliveira, nascido em 1847, Guapiara, São Paulo, Brasil; casou-se com Francelina Maria do Espírito Santo, nascida em 1852, Guapiara, Brasil. Tiveram dois filhos: Amâncio Brizola de Oliveira, nascido em 1876, Guapiara, Brasil e João Brizola de Oliveira, nascido em 08.08.1874, Guapiara, Brasil.

Registra-se João Manoel Francisco Brizola, nascido por volta de 1870, , São Paulo, Brasil; casou-se com Francisca Fogaça de Almeida em 1891, ela nascida em 1875.

Registra-se José dos Santos Oliveira Brizola, nascido em 15.07.1881, Júlio de Castilhos, Rio Grande do Sul, Brasil e falecido em 11.10.1923; casou-se com Onira de Moura Brizola em 1903, ela nascida em 1883; filho de Juveno de Oliveira Brizola, nascido em 1859, Rio Grande do Sul, Brasil e Francisca dos Santos Brizola, nascida em 1861.

Registra-se Alvaro Perez de Guzman, nascido por volta de 1260, Castela, Espanha; filho de Teresa Rodriguez Brizuela, nascida por volta de 1240, Castela, Espanha e Pedro Nuñez de Guzman, nascido por volta de 1235, Espanha; neto materno de Affonso de Brizuela, nascido por volta de 1210, Castela, Espanha.

Registra-se Magdalena de Valdívia y Brizuela, nascida por volta de 1634, Espanha; casou-se com Pascual de Llanos em 04.09.1663; filha de Pedro de Valdívia e Anna Brizuela. Teve dois filhos: Margarida Llanos y Valdívia, nascida em 1665 e Pedro Ruiz Llanos, nascido em 1667, ambos em Castela, Espanha.

Registra-se Alfonso Anes de Brizuela, nascido em 1170, Espanha; casou-se por volta de 1198 com Maria Teresa Rodriguez e teve uma filha Teresa Rodriguez de Brizuela, nascida por volta de 1200, Espanha.

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clip_image002[3]Leme

sobrenome de origem flamenga. Tratar-se-á este, segundo parece, de um nome resultante do aportuguesamento do apelido flamengo Lem, pertencendo a esta família um Martim Lem, cavaleiro e abastado cidadão de Bruges, que se fixou em Lisboa no séc. XV, aqui fundando uma importante casa comercial.

Tendo ele armado à sua custa uma fusta, que enviou sob o comando de um filho, a apoiar uma das expedições de D. Afonso V ao norte de África, aquele soberano deu-lhe foro de escudeiro de sua Casa. Aliás na carta com que o mesmo monarca legitimou os filhos que Martim Lem havia tido em Leonor Rodrigues, mulher solteira, aquele aparece somente mencionado como flamengo honrado, escudeiro e morador em Lisboa.

Um dos tais filhos, António Leme, que esteve nas guerras do Marrocos e conquistas de Arzila e Tânger, mereceu que o mesmo rei o fizesse fidalgo de sua Casa e, posteriormente, da do Infante e futuro rei D. João II, mais lhe confirmando por carta de 12 de Novembro de 1471.

Alguns dos seus descendentes vieram a fixar-se nas ilhas, aí se aliando a famílias da melhor nobreza local.

 

Corruptela de Lemk (Antenor Nascentes, II, 170, 359). Sobrenome de origem holandesa. De Lems, vocábulo holandês que significabarro, argila. Em português alterou-se para Leme, de significação inteiramente outra (Raimundo Trindade, ZC, 508). Pedro Taques, sobre a origem deste sobrenome Lems, informa «que na língua flamenga se exprime prolongando nos beiços a pronunciação do m, significa o mesmo que na língua latina, argila, e no nosso idioma greda, que é uma espécie de barro, mais mimoso e mais selecto» (PT, III, 1). Ilha da Madeira: o genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha daMadeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, Tomo II, 350]. Procedem de Martin Lems, Cavaleiro nobre e rico, que foi senhor de muitos feudos, na cidade de Bruges, descendente da antiga e nobre família de seu apelido, estabelecida em Berghes – São Wenoch. Seu filho do mesmo nome, natural de Brujas, passou a Portugalno reinado de Afonso V, que lhe fez mercê do foro de Escudeiro FCR, em 1471. Se estabeleceu com comércio em Lisboa, onde casou com Catarina de Barroso, e retornou a Brujas, onde foi Gentil Homem da Câmara do Imperador Maximiliano – segundo Documento de 1471, transcrito no Nobiliário da Ilha da Madeira [II, 351], que entra em desacordo com o que escreveu, por volta de 1767, o nosso Pedro Taques, consultando a mesma fonte do autor daquele Nobiliário. Este último, segundo o mesmo documento, foi irmão de Antônio Leme [ que Pedro Taques diz ser filho], natural de Brujas, cavaleiro flamengo da Casa do Príncipe D. João, viveu em Portugal, de onde seguiu para África e se distinguiu na tomada de Arzila e Tanger, em 1471, o que lhe valeu o direito do uso do Brasão de Armas, sem diferença. Este, finalmente, foi o patriarca dos Lemes, da Ilha da Madeira, para onde passou, logo após a tomada de Arzila e Tanger (1471), deixando numerosa descendência. Deste último, nasceu Martim Leme, «O Moço», que, em 1483, já se encontrava vivendo na Ilha da Madeira. Do seu casamento com Maria Adão, nasceram dois filhos, entre eles Antônio Leme, que viveu na Ilha da Madeira, em sua Quinta do Leme. Do seu casamento com Catarina de Barros, instituidora de um Morgado na Ponta do Sol, nasceram cinco filhos [segundo Nob. da I. Madeira – escrito em 1700], ou seis filhos [segundo Pedro Taques – escrito c.1767].

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Instituto Federal de Itapetininga vai realizar o 'Dia da Fisica'

O evento será realizado dia 21 de maio, Dia da Física

 

Segundo informações prestadas pelo professor doutor Ivan Fortunato, do Instituto Federal, e programação do Dia da Fisica é a seguinte:

Data: 21 de maio 2016
Horário: 14h20h
Local: IFSP Itapetininga
EVENTO GRATUITO

Atividades:
(1) Parque do Conhecimento “Espaço Giroscópio” – atividades monitoradas de divulgação científica
(2) Gincanas culturais: caça ao tesouro e torta na cara
(3) Cinefísica
(4) Palestra
(5) Observação astronômica




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias CASTRO, FONSECA e LIMA

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 727,728,729 e 730

 

Prezado Álvaro, boa tarde.

Em nossa última conversa, no CVA, fiquei de enviar para o seu conhecimento

e ,possível estudo, os arquivos dos seus sobrenomes e o de sua espôsa, o que

faço neste momento.

CASTRO……………………………… 12 páginas e 6 brasões ;

CASTRO Espanhol………………..  1 1/2 página, sem brasão e em espanhol ;

FONZECA……………………………  18 páginas e 2 brasões ;

FONSECA Espanhol……………..   1/2 página , sem brasão e em espanho ;

LIMA………………………………….   18 páginas e 1 brasão e

PRESTES…………………………….    2 páginas e 1 brasão, no arquivo e este em separado.

Estou enviado 12 arquivos.

Abaixo um texto pequeno tirado do arquivo principal de todos os sobrenomes.

Veja que em todos os sobrenomes estão os Brasões sendo enviados em arquivo separados.

Você pode fazer quadros e pendurá-los em sua parede e serão motivos de muitas conversas

e explicações, além de ficarem muito bonitos.

Outra sugestão que tenho visto ser feito é a impressão de todos os arquivos e mandar fazer

uma encadernação em capa dura com os sobrenomes na capa em dourado. Fica espetacular.

Nas primeiras páginas um histórico de quem é você e sua espôsa, depois as fotos de página

inteira sua e dela.

Espero que goste.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / Jornal ROL – Região On Line

 

 

image           image     image Castro

sobrenome de origem espanhola, é uma das famílias das mais nobres linhagens da Península Ibérica e talvez das que melhor se encontram documentadas desde a mais remota antigüidade.

Por diversas vezes se uniu por casamento com princesas e infantas de várias famílias reais hispânicas e o seu poder sócio-politico e militar chegou a ombrear com o dessas famílias.

Em especial a partir do séc. XIV, vieram estabelecer-se em Portugal membros da família dos Castros, aqui erigindo grandes casas senhoriais.

Á família pertencia a célebre Inês de Castro que viria a casar com o rei Dom Pedro I de Portugal.

Costumam os genealogistas dividir os Castros em dois principais ramos, designados normalmente por «de Treze» ou «de Seis», consoante a variação que se verifica nas arruelas das suas armas. E alguns heraldistas tentaram explicar essa variação dizendo que os Castros do ramo legítimo usaram as treze arruelas e que o ramo ilegítimo teriam diferenciado as suas armas, usando apenas seis.

Esta teoria porém, está longe de ser inteiramente de aceitar sem discussão. De referir, aliás, e sobre os timbres a que se faz referência, que sendo eles de criação tardia, não devem ter nada que ver com eventos anteriores ao séc. XVI.

Sobrenome de origem geográfica, tomado da vila de Castro Xeres. Do lat. «castrum», lugar fortificado (Anuário Genealógico Latino, IV, 19; Antenor Nascentes, II, 67). Foi senhor da referida vila D. Rui Fernandes de Castro, rico-homem de D. Afonso VII, rei de Castela em 1123, e o primeiro que usou esse sobrenome. O primeiro que passou a Portugal foi D. Pedro Fernandes de Castro, «o da Guerra», no tempo de D. Afonso IV, rei de Portugal, em 1325 (Anuário Genealógico Latino, I, 31). Felgueiras Gayo vai buscar as origens desta família em Nuno Belchiedes, Gentil Homem da Alemanha, que passou para a Espanha no ano 884, a fim de ajudar nas guerras contra os Mouros. Deixou numerosa descendência do seu cas. com D. Sula, filha do conde D. Diogo Prozellos, o Povoador de Burgos e 2.º conde de Castela. Ao traçar sua genealogia, o faz avô de D. Thereza Nunes Bella, que foi cas. com o famoso Juiz de Castela, Laim Calvo, de quem descende a família Calvo (v.s.). Continuando esta genealogia, faz este Laim Calvo, como quarto avô de D. Fernando Lains, que foi Senor de Castro Xerez, que era uma vila em Castela a Velha, a quatro léguas de Burgos, de onde tomou o novo sobrenome, que vai perpetuado em seus filhos e demais descendentes. Gayo apresenta o citado Fernando Lains, Sr. de Castro Xerez, como bisavô de D. Rui Fernandes de Castro, e sétimo avô de D. Pedro Fernandes de Castro, ambos citados no principio deste verbete (Gayo, Castros, Tomo XI, § 1 e 2, 29-31). Brasil: Numerosas foram as famílias, que passaram com este sobrenome para diversas partes do Brasil, em várias ocasiões. Não se pode considerar que todos os Castros existentes no Brasil, mesmo procedentes de Portugal, sejam parentes, porque são inúmeras as famílias que adotaram este sobrenome pela simples razão de ser de origem geográfica, ou seja, tirado do lugar de Castro. O mesmo se aplica no campo da heráldica. Jamais se pode considerar que uma Carta de Brasão de Armas de um antigo Castro, se estenda a todos aqueles que apresentam este mesmo sobrenome, porque não possuem a mesma origem. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a do cap. Antônio de Castro [c.1609 – 1700,RJ], filho de Antônio de Castro, que deixou larga descendência, a partir de 1639, com Felipa de Sá [c.1619 – 1702,RJ], da casa do Gov. Salvador Correia de Sá (Rheingantz, I, 328). Rheingantz registra mais 13 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro. Em Pernambuco, entre outras, distingue-se a do barão de Benfica [Decreto Imperial de 27.04.1867], Antônio José de Castro [c.1824, PE – 1880, Lisboa], que recebeu Carta de Brasão de Armas. Oficial da Ordem da Rosa. Capitão da Guarda Nacional, negociante matriculado na cidade do Recife [PE]. Proprietário e fazendeiro na província de Pernambuco. Deixou descendência do seu cas. com Hermínia Ideltrudes de Oliveira [1827, PE – 1907, RJ] (Anuário Genealógico Brasileiro, I, 94). Em Minas Gerais, na região da Zona do Carmo, registra-se a família do cap. Antônio Alves Castro, nat. de Lisboa, que deixou larga geração de seu cas., c.1735, com Joana Batista de Negreiros, nat. do Desterro, na cidade do Salvador, Bahia (RT, ZC, 329). Família de origem portuguesa estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde passaram, entre outros: I – Antônio Gonçalves de Castro, natural de Portugal, que assinou termo de declaração, a 16.05.1864, onde informa ser católico, ter 32 anos de idade, residente no Brasil há seis anos, ser marítimo, e ser casado, tendo dois filhos; II – Antônio Maria de Castro, natural do Porto, Portugal, que assinou termo de declaração, a 03.03.1852, onde informa ser católico, marítimo, estar no Brasil desde 1827, ser casado com uma brasileira e ter com ela dois filhos vivos; e III – Manuel Martins de Sousa Castro, natural do Porto, Portugal, que assinou termo de declaração, a 21.11.1853, onde informa ser católico, ser maior de 21 anos de idade, estar casado com uma brasileira e ter com ela quatro filhos. Exerce a Arte do Mar. Analfabeto. Registrou em 27.05.1863, sua Carta de Naturalização assinada por D. Pedro II em 27.01.1854 (Spalding, naturalizações, 98).

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image Fonseca

sobrenome de origem portuguesa. sobrenome de raízes toponímicas, o provável fundador dos que adotaram esta designação por apelido era Vasco Esteves de Figueiredo, que viveu em finais do séc. XIII e que foi senhor da torre e julgado de Figueiredo.

A João de Figueiredo, em recompensa dos feitos no decurso do cerco de Arzila, concedeu D. João III carta de armas com acrescentamento.

Nome de típicas raízes toponímicas, visto derivar da designação da honra da Fonseca, na freguesia de São Martinho de Mouros, foi ele adotado por uma das linhas de descendência dos de Riba-Douro, fato que é comprovado em termos heráldicos.

Os de Fonseca mantiveram uma posição de preponderância nobiliárquica até pelo menos ao séc. XV, altura em que o ramo primogênito entrou em conflito com a Coroa de Portugal e os respectivos chefes se exilaram em Castela.

Sobrenome de origem geográfica, tomado do lugar de Fon(t)eseca. De Fonte Seca, com apócope da sílaba final de Fonte, por efeito de próclise (Antenor Nascentes, II, 116). Procede esta família de Gracia Rodrigues, que fez assento em Honra de Fonteseca, de onde seus descendentes tomaram o sobrenome de Fon (t) seca. O primeiro a usar esse sobrenome foi Mem Gonçalves da Fonseca, que fundou e dotou o mosteiro de Mancelos. As famílias Coutinho e Tavares possuem as mesmas Armas dos Fonsecas, porque têm a mesma origem, pois procedem do mesmo tronco genealógico (Anuário Genealógico Latino, I, 44; SB, II, 70). Ilha Terceira:  sobre esta família, escreveu Eduardo de Campos de Castro de Azevedo Soares, em seu Nobiliário da Ilha Terceira: Um dos primeiros povoadores da ilha Terceira foi Gonçalo Annes ou Eannes da Fonseca, natural de Lagos, no Algarve, e pertence à geração e linhagem dos Fonsecas que no reinoexistiam com nobreza. Foi para a dita ilha com o donatário Jácome de Bruges, que lhe fez aí doação de várias terras e designadamente das que vão do mar ao cume da Serra do Paul das Vaccas, Secca, cuja denominação tomou por sobrenome que transmitiu a seus descendentes. À ilha do Fayal passou também um ramo desta família, em data que não posso precisar, mas que devia Ter sido nos fins do século XV ou princípio do século XVBI. Era deste ramo João Martins da Fonseca, o qual tendo nascido na dita ilha, passou a residir também na Terceira, onde em 1534 desempenhava o cargo de procurador da câmara de Angra [Azevedo Soares – Nobiliário da Ilha Terceira, Título XLIV].

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FONSECA ESPANHOL

 

Este apellido tiene un origen extranjero: De acuerdo a cuanto informa el genealogista Piferrer, se trata de que en tiempos del rey don Alfonso VI, vinieron a España dos príncipes de la casa real de Hungría, a pelear contra los moros, llamados Pierres y Payán, los cuales eran hermanos y dieron tales pruebas de arrojo y valentía, que merecieron que el rey los premiase dándoles el lugar de Fuentesaca o Fonseca y el coto de Coutiño, en Galicia. Al repartir entre ambos hermanos estos heredamientos, ocupó Fonseca a Pierres y sus descendientes tomaron por apellido Fonseca, así como los descendientes de Payán tomaron el de Coutiño. Ocurre que, como en otros casos, no todos los genealogistas se muestran de acuerdo en el origen de este apellido: Unos la hacen originaria de Portugal, otros del rey don Ramiro II, de León, pero por lo general, son más los que admiten la versión anteriormente reseñada, es decir, la de ambos hermanos procedentes de Hungría. Esta versión la avala un genealogista e historiador, tan serio y acreditado como Fray Felipe de la Gándara. Don Pedro de Fonseca fue un eminente prelado, obispo de Sigüenza, cardenal de la Santa Iglesia del título de San Angel y legado del papa Martín V, al emperador de Constantinopla, para tratar de la unión de la Iglesia Griega con la Iglesia Católica. En este viaje le acompañó un deudo suyo, de quien procedió la casa de Fonseca que se estableció en Francia, y reconoce como tronco a don Rodrigo de Fonseca, quien casó con una dama muy principal, pariente del rey francés Francisco I. Tuvieron por descendiente a don Carlos de Fonseca, poderoso caballero del Poitu, antigua provincia de Francia. Son numerosísimos los miembros de este apellido que se han distinguido en la historia patria, lo que hace imposible citar a todos. Mencionar que don Pedro de Fonseca, que hacía el número VII de los de este linaje, obtuvo el título de marqués de Orellana, por merced del rey don Felipe III. Este apellido pasó a América donde dejaron establecidas ramas, que dieron origen a numerosas familias de este apellido.

ARMAS:
Escudo de oro y cinco luceros de gules.

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image Lima

sobrenome luso-espanhol de raízes toponímicas, seja ele derivado da designação da terra de Limia, na Galiza, ou como alguns pretendem em relação aos Limas portugueses, da de Ponte de Lima.

Dizem os genealogistas que esta linhagem procede de Dom Juan Fernandez de Lima, o Bom, natural de Limia, na Galiza.

Já em finais do séc.XIII, a Portugal passou outro Juan Fernandez de Lima, o Batissela, que casou com uma filha de Dom João do Portel, mas sem geração.

Durante a segunda metade do séc. XIV, no reinado de Dom Fernando I, passou a Portugal Fernando Anes de Lima, partidário daquele soberano na sua guerra contra Henrique de Transtâmara que teve, como dois filhos que o haviam acompanhado, diversas mercês do rei português.

O rei Dom João I foi também servido por eles, assim se consolidando a posição deste ramo de Limas, que veio a ter o senhorio de Ponte de Lima e em cuja linha de primogenitura viria a ser criado no séc. XV o primeiro viscondado português – de Vila Nova de Cerveira – Casa que manteria a chefia deste nome, passada depois à dos Marqueses de Castelo Melhor.

O nome é pré-romano. Em latim Limaea. Outras formas: Limea, Limia. Em português antigo Limia. Os limas, descendentes de reis godos e suevos, tomaram o sobrenome do rio Lima [Portugal], nas margens do qual viveram e foram senhores (Antenor Nascentes, II, 174). Ilha Terceira: sobre a história desta família e sua passagem para a Ilha Terceira, escreveu, no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VI – Da Real Ilha Terceira, Cabeça das Terceiras, Capítulo XX – Dos Borges, Costas, Abarcas, Pachecos, & Limas, Velhos, & Mellos, & de outros, Homens Costas [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VI, Ilha Terceira]. Brasil: Sobrenome de inúmeras famílias espalhadas por todo o Brasil: Ceará, Pará, Pernambuco, Paraíba, Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Alagoase São Paulo, entre outras. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a de João de Lima de Araújo [c.1637 – a.1697], filho de Martim Francisco e de Maria (?) de Araújo. Deixou descendência do seu cas., em 1662, com Maria de Bulhões, filha de Sebastião Serrão de Barros e de Felipa de Bulhões (Rheingantz, II, 401).

 

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clip_image002Prestes

sobrenome de origem portuguesa. O nome provem provavelmente do francês antigo prévostes preposto do rei, francês atual Prévot, o qual teria origem no latim praepositus. Nas décadas de João de Barros e nas de Diogo do Couto foi registrado como Prestes. Existe uma citação a respeito da lenda de João Prestes ao qual se prenderia a origem deste sobrenome familiar, porem não possuímos dados a respeito de tal lenda. Muitas famílias, especialmente espanholas, deste nome provaram a sua nobreza nas Ordens de Santiago, Calatrava, Alcântara, Montesa, (nascido em corporações para lutar contra os mouros, pela Reconquista da península ibérica e garantir a ordem, proteger os peregrinos e impotente), Carlos III e São João de Jerusalém (a ordem religiosa militar fundada no século XI); inúmeras vezes na Chancelaria Real de Valladolid e Granada, na Sociedade Real de Midshipmen e a Real Audiencia de Oviedo

Registra-se Benedito Pereira Prestes, nascido em 23.03.1903, Araçariguama, São Paulo, Brasil e falecido em 21.07.1986, Jundiaí, São Paulo, Brasil; casou-se por volta de 1923. Filho de João Pereira Prestes, nascido em 1851 e falecido em 24.12.1962, Indaiatuba, São Paulo, Brasil e Olívia Maria Isabel, nascida em 1881 e falecida em 19.03.1933, Cabreúva, São Paulo, Brasil. Teve os seguintes filhos: Francisco Prestes, nascido em 08.01.1925 e falecido em 11.06.1925, Jorge Prestes, nascido em 25.10.1934 e falecido em 11.08.1977 e Valdemar Prestes (filho do segundo casamento), nascido em 09.03.1937 e falecido 11.06.1938.

Registra-se Florêncio Ribeiro Borges, nascido em 1866, Santa Catarina, Brasil e falecido em 06.10.1916; casou-se com Cândida Maria Palhano Prestes, nascida em 1868; filha de Manoel Palhano Prestes, nascido em 1842 e Tomazia Maria Palhano, nascida em 1846. Ele filho de Pedro Ribeiro Borges, nascido em 1836 e Inocência Maria Ribeiro, nascida em 1835 e falecida em 29.07.1916. Tiveram um filho Affonso Palhano Prestes, nascido em 1892, Santa Catarina, Brasil; casou-se com Cândida Ribeiro de Souza em 01.06.1911, ela nascida em 1893 e falecida em 04.01.1930.

Registra-se Jerônimo Prestes, nascido em 1803, Itapetininga, São Paulo, Brasil ; casou-se com Anna Francisca, nascida em 1807. Tiveram uma filha: Gertrudes Prestes, nascida em 15.08.1829, Itapetininga, Brasil.

Registra-se tenente José Coelho de Oliveira Prestes, nascido por volta de 1790, Cotia, São Paulo, Brasil; casou-se com Maria de Anhaia Leite em 1817, ela nascida por volta de 1798; filho de Agostinho Coelho de Cerqueira, nascido por volta de 1765, São Paulo, Brasil e Ana de Oliveira Prestes, nascida por volta de 1770, São Paulo, Brasil; neto paterno de Antônio Coelho de Cerqueira. nascido por volta de 1740, São Paulo, Brasil  e Antônia da Rocha, nascida por volta de 1745, São Paulo, Brasil; neto materno de Domingos de Oliveira Ramos Prestes, nascido por volta de 1740, São Paulo, Brasil e Izabel Lourenço Gamarra, nascida por volta de 1745, São Paulo, Brasil; bisneto paterno de Braz Coelho de Cerqueira, nascido por volta de 1715, Portugal e Helena Carmelo, nascida por volta de 1720, Portugal. Teve os seguintes filhos: Maria Coelho de Oliveira, nascida por volta de 1819; José Coelho de Oliveira, nascido por volta de 1821; Francisco Coelho de Oliveira, nascido por volta de 1823; Antônio Coelho de Oliveira, nascido por volta de 1825; Ana Coelho de Oliveira, nascida por volta de 1827; Gertrudes Coelho de Oliveira, nascida por volta de 1829 e Joaquim Coelho de Oliveira, nascido por volta de 1831.

 

Registra-se Francisco Xavier de Oliveira Prestes, nascido por volta de 1730, Santo Amaro (atual bairro da cidade de São Paulo), São Paulo, Brasil; casou-se com Úrsula Pires de Lima em 1754, ela nascida em 1737 e falecida em 1799; ele, filho de Agostinho de Oliveira Costa, nascido em 1702, Portugal e falecido em 1773, Santo Amaro. São Paulo, Brasil e Anna da Silveira Dutra, nascida em 1710, Portugal. Teve os seguintes filhos: Francisco Prestes, nascido em 1756; João Pires de Lima, nascido em 1758; Joaquim Mariano de Lima, nascido em 1760; Vicente Ferreira de Oliveira, nascido em 1762; José Joaquim Prestes, nascido em 1764; Antônio Xavier de Lima, nascido em 1766; Salvador Pires Prestes, nascido em 1768; Gertrudes Maria Prestes, nascida em 1770 e Anna Joaquina Prestes, nascida em 1772.

Registra-se Lourenço de Oliveira Prestes, nascido por volta de 1775, Santo Amaro, São Paulo, Brasil; casou-se em primeiras núpcias com Rosa Maria de Jesus em 1802, tiveram uma filha: Maria Lopes Prestes; casou-se em segundas núpcias com Izabel Maria de Jesus, houve descendência desse casamento, porém não foram encontrados os registros. Filho de Lourenço de Oliveira Ramos, nascido por volta de 1745, Santo Amaro, São Paulo, Brasil e Beatriz Maria Moniz, nascida por volta de 1755, Santo Amaro, São Paulo, Brasil; neto paterno de Domingos de Oliveira Ramos Prestes e Izabel Lourenço Gamarra e neto materno de Jerônimo Moniz de Menezes e Anna Coelho.

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Colunista do ROL Reinaldo Canto lançará em Junho seu livro 'Um Dia no Dia de Ana Luiza'

 Reinaldo Canto apresenta a obra ‘Um Dia no Dia de Ana Luiza – Uma aventura Ambiental’.  O lançamento  será em 14/06, na Casa das Rosas

UmdianodiadaAnaLuiza

Por Redação da Envolverde – 

Reinaldo Canto é jornalista há 36 anos formado pela Cásper Líbero; pós-graduado em Inteligência Empresarial e Gestão do Conhecimento. Nos últimos 14 anos têm atuado na área da sustentabilidade, cidadania e meio ambiente; foi diretor de comunicação do Greenpeace Brasil; coordenador de comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente e assessor de imprensa do Instituto Ethos; foi também correspondente em conferências internacionais como a COP-15 em Copenhague/2009, Conferência Rio+20, na cidade do Rio de Janeiro e COP-21, em Paris/2015.

Atualmente é colunista da Carta Capital; parceiro em projetos e conteúdos da Envolverde; consultor e assessor de imprensa da ONG Iniciativa Verde; comentarista da Rede Vida; consultor do Sebrae para a área de sustentabilidade; palestrante e consultor da área ambiental; colunista do jornal eletrônico ROL – Região On Line, roteirista e escritor de temas ambientais. É roteirista do curta de animação, “A Rebelião das Águas“. É pai da Ana Luiza que tem 8 anos de idade!!

Sinopse:

Aquele dia amanheceu como todos os outros na vida da pequena Ana Luiza, mas foi só ela despertar para perceber que algo muito diferente estava acontecendo!!

Tudo parecia ter vida. Coisas, materiais e elementos da natureza começaram a se manifestar e demonstravam tristeza diante do desperdício ou alegria quando eram bem utilizados.

Foi aí que a Aninha descobriu como é importante cuidar do nosso planeta Terra. E para isso basta agir conscientemente em todos os nossos atos de consumo.

Embarque nessa aventura com a Ana Luiza e faça também a sua parte para vivermos num mundo melhor.

O lançamento oficial com apoio e organização da Envolverde será em 14/06, na Casa das Rosas.

 

Reinaldo Canto fala sobre o livro em entrevista concedida a estudante de jornalismo Marie Serafim. Confira!
Como que surgiu essa ideia? Era um projeto antigo que só agora pôde ser realizado?

Como já trabalho há bastante tempo com os temas ligados à sustentabilidade, meio ambiente e cidadania sempre tive vontade de ampliar as possibilidades dessa comunicação. Então, escrever um livro que abordasse essas questões era sim um sonho antigo. Graças à parceria com a Editora Chiado, finalmente consegui transformar esse desejo em realidade.

Por que fazer um livro sobre meio ambiente voltado para o público infantil ao invés do público adulto?

Eu acredito que as novas gerações estão mais propensas a entender e se sensibilizar com os impactos ambientais causados em nosso cotidiano. Nós adultos já estamos há muito mais tempo sendo bombardeados pela falsa ideia do consumo sem limites e dos recursos que nos pareciam infinitos. Já as crianças têm dado exemplos de que quando recebem informações sobre o tema acabam até mesmo influenciando seus pais, familiares e amigos para a importância de evitar o desperdício e fazer bom uso dos recursos disponíveis.

Qual a mensagem que você quer transmitir com este livro?

Eu acho que a principal mensagem é de que não perdemos nada em sermos mais conscientes. A menina do livro passa um dia totalmente normal e feliz sem que isso prejudique o seu cotidiano. Isso também pode ser feito por nós adultos. Aliás, o desperdício e os excessos é que trazem infelicidade e não a ponderação, o bom senso e o consumo consciente.

Como foi o processo de produção dele? Teve dificuldades?

É sempre muito difícil iniciar um projeto em que você possui pouco conhecimento. Há toda uma ciência por trás do lançamento de um livro e ainda estou aprendendo bastante. Nessa tarefa a Editora Chiado tem ajudado muito com a paciência necessária para orientar um novato como eu.

Por que do título? Teve alguma inspiração?

Aí foi uma conjunção de fatores. O nome da menina é o da minha filha e a ideia do “dia no dia” faz relação com a inserção da consciência num dia qualquer de uma garotinha.

Há um possível lançamento internacional?

Sim!! E espero que em breve (risos). Como a Chiado é uma editora portuguesa espero que numa segunda edição o livro já seja traduzido para o espanhol e distribuído em outros países europeus. Aliás, de certa maneira, essa carreira internacional já começou, o livro foi impresso em Portugal e exemplares do livro estão disponíveis por lá.

O que as crianças podem aprender com este livro e aplicar na vida delas?

Basicamente que elas só precisam cuidar de usar bem o que está à sua volta. E importante essa pergunta, pois também tive o cuidado de não jogar responsabilidades exageradas nas costas das crianças. Mesmo que num determinado momento a personagem converse com uma vizinha e com os pais para que evitem os excessos, as crianças não devem ser responsáveis pelas necessárias transformações em nossos hábitos de consumo. Nós adultos é que precisamos assumir esse papel para que as futuras gerações recebam um planeta melhor para se viver.

Por que é importante ensinar as crianças a cuidarem do meio ambiente?

Porque dele dependemos para viver e ter uma boa qualidade de vida. Essa realidade, já deveríamos estar aplicando há muito mais tempo, mas pelos apelos de consumo e bombardeios incessantes da publicidade, infelizmente deixamos o bom senso de lado. A consciência das novas gerações trabalhadas desde a mais tenra idade poderá contribuir para que tenhamos uma geração de cidadãos mais responsáveis.

Quais são os benefícios que isso traz/ traria para a sociedade? Quais legados poderemos esperar?

Principalmente acreditar que teremos uma sociedade que valorize mais o ser do que o ter. Algo bem diferente do que temos hoje. Nesse caso, os ganhos serão na redução dos impactos ambientais, mas também uma sociedade humana e solidária, capaz de compartilhar e dividir mais do que competir e acumular riquezas para si mesmo.

Em sua opinião, qual a melhor forma ou linguagem para ensinar as crianças sobre os cuidados com o meio ambiente?

No meu caso e pela minha experiência, acredito que o bom humor é um caminho a ser trilhado nessa comunicação com as crianças. Dessa maneira podemos tentar passar boas informações de maneira leve e divertida, sem assustar ou preocupar em demasia esses pequenos seres ainda em formação. Pelo menos essa foi a minha ideia com esse livro. Mas com certeza devem existir outras ótimas propostas de comunicação eficientes e que tenham a capacidade de obter bons resultados para a conscientização das crianças sobre os cuidados que devemos ter com o meio ambiente e o bom uso dos recursos naturais.

Como as escolas poderiam agregar o assunto “meio ambiente e sustentabilidade” em sua grade curricular?

Acredito que esses temas ao lado da cidadania deveriam estar presentes em todas as matérias curriculares, pois são temas cruciais para o futuro da humanidade. Seja no estudo da matemática, ciências ou geografia, por exemplo, seria possível também se falar de sustentabilidade. Por que não?




Criado em Sorocaba o Fórum de Culturas Populares e Tradicionais da Região de Sorocaba

As cidades de Araçoiaba da Serra e Jundiaí também estiveram representadas

     Com a presença de autoridades, produtores culturais, artistas, pesquisadores e demais interessados em cultura popular e tradicional foi lançado oficialmente no dia 14 de maio de 2016, sábado, na Biblioteca Infantil de Sorocaba, o Fórum de Culturas Populares e Tradicionais da Região de Sorocaba.
      Na oportunidade foi lida a “Carta de Princípios”, documento que apresenta as diretrizes de trabalho do Fórum.
Surgido a partir de um encontro de artistas, educadores, coletivos e produtores culturais de Sorocaba e região, que se reuniram no dia 29 de setembro de 2015 no Centro Cultural Quilombinho, o Fórum de Culturas Populares e Tradicionais se propõe a atuar como os Conselhos de Cultura e similares, atuando como interlocutor junto aos Poderes Públicos, propondo criação de leis e políticas públicas voltadas para as culturas tradicionais e populares, propondo registro de bens imateriais, fortalecendo saberes e fazeres tradicionais e divulgando as manifestações culturais.
       Surgido a partir da idealização e intermediação da professora da UFSCar, Dra. Dulcinéia de Fátima Ferreira, a fundação do Fórum contou ainda com a participação do pesquisador Ademir Barros dos Santos, do produtor e agente cultural Eufra Modesto, do historiador e professor Carlos Carvalho Cavalheiro, do músico e sambista Claudio da Silva e do produtor Leandro Toledo, além de diversos coletivos e grupos e interessados.
        Presente no lançamento do Fórum, a Secretária de Cultura de Sorocaba, Jaqueline Gomes da Silva salientou a importância da iniciativa e colocou-se à disposição em estabelecer parcerias e interlocuções junto ao Fórum. Apresentou a plataforma do Mapeamento Cultural como uma das ferramentas disponíveis para os produtores culturais e incentivou a participação do Fórum junto ao Conselho Municipal de Cultura.
         As cidades de Araçoiaba da Serra e Jundiaí também tiveram representantes no lançamento, mostrando o interesse regional pela constituição do Fórum.
         Durante o evento foi lida a Carta de Princípios, a qual foi assinada pelas pessoas e grupos presentes.
         Apesar de não possuir formalidade oficial, o Fórum pretende atuar estabelecendo articulações com o Poder Público de todas as instâncias, bem como mapear e divulgar as políticas de fomento, atuar na proteção e preservação do patrimônio cultural imaterial.
         Todos os interessados em participar do Fórum são bem vindos.
O contato com o Fórum pode ser estabelecido via Facebook: https://www.facebook.com/forumdeculturapopularetradicionaldaregiaosorocaba/?fref=ts,