Sucesso de público no Teatro Nósmesmos, peça "Hamelin" ganha nova apresentação neste fim de semana

Drama do espanhol Juan Mayorga, um dos maiores nomes da arte em seu país, aborda o tema do abuso de menores e a impotência da sociedade em proteger a inocência de suas crianças

 

O Teatro Nósmesmos apresenta neste fim de semana o espetáculo “Hamelin”. A peça, que é um marco da Cia. Nósmesmos, será apresentada no sábado e no domingo às 20h, prometendo surpreender os que ainda não tiveram a oportunidade de assistir a esta trama densa e questionadora, que aborda a pedofilia e as relações sociais.

O espetáculo conta a história do juiz Monteiro (Juliano Mazurchi), que está determinado a provar que um importante membro da sociedade, Rivas (Alessandro Pi), abusou sexualmente de uma criança, Zé Maria (Chicó Ferreira). O drama revela a impotência da sociedade em proteger a inocência das suas crianças e a impossibilidade de se chegar a uma única conclusão quando as palavras são tudo o que se tem para apurar a verdade. No elenco também estão os atores Christian Hilário (que faz o papel do Psicólogo e do filho do juiz Monteiro), Alessandro Franco (que faz o Comentador) e Regina Rebello (no papel de mulher do juiz e mãe de Zé Maria). O texto é de Juan Mayorga e a direção é de Ricardo Vandré.

Os ingressos para as apresentações custam R$ 30,00 e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro ou nas Lojas Hobby, do centro da cidade e no Plaza Shopping Itu.
Serviço:
Hamelin – Cia. Nósmesmos
Data: 14 e 15 de Maio
Horário: 20h00
Ingresso: R$30,00 (meia entrada: R$15)

Pontos de Vendas de Ingressos:
– Hobby Magazine (Centro e Plaza Shopping Itu)

– Teatro Nósmesmos (Unicenter)


Teatro Nósmesmos
Endereço: Avenida Prudente de Moraes, nº 210 – Sala 304 – Vila Nova – Itu-SP

Contato: (11) 4024-0852
Serviço:
Hamelin – Cia. Nósmesmos
Data: 14 e 15 de Maio
Horário: 20h00
Ingresso: R$30,00 (meia entrada: R$15)

Pontos de Vendas de Ingressos:
– Hobby Magazine (Centro e Plaza Shopping Itu)

– Teatro Nósmesmos (Unicenter)


Teatro Nósmesmos
Endereço: Avenida Prudente de Moraes, nº 210 – Sala 304 – Vila Nova – Itu-SP

Contato: (11) 4024-0852




Centro Paula Souza estima em R$ 80 mil prejuízos iniciais com ocupação

O prejuízo foi superior a 80 mil reais

 

O Centro Paula Souza estima prejuízo inicial de R$ 80 mil como resultado da ocupação de oito dias à sede administrativa da instituição, entre equipamentos e danos ao mobiliário. A lista de itens furtados inclui 21 notebooks, 12 HDs externos, 10 telefones móveis, 5 pen drives, 4 switches de 24 portas (equipamentos de redes) e 2 webcams, além de objetos pessoais e dinheiro de funcionários.

Os furtos foram registrados nesta segunda-feira, 9, em boletim de ocorrência no 3º DP, nos Campos Elíseos, no centro da Capital. Os ocupantes provocaram também outros danos ainda não contabilizados. Avariaram portas, móveis e equipamentos, arrastaram cadeiras e mesas para montar barricadas, arrombaram gavetas e armários, reviraram salas, colaram telefones e computadores às mesas e utilizaram indevidamente equipamentos de segurança, como extintores e mangueiras de combate a incêndios.

 

Flagrante

Poucas horas depois da reintegração de posse, na sexta-feira, 6, a polícia devolveu ao Centro Paula Souza 4 notebooks, 15 pentes de memória, 1 projetor, 5 webcams e 3 placas de vídeo, entre outros itens, que não constam do BO de hoje. Ocupantes foram presos em flagrante com equipamentos retirados do prédio.

Além dos prejuízos materiais, a ocupação atrasou o pagamento de empresas terceirizadas, a expedição de diplomas e a contratação e capacitação de professores. As atividades administrativas foram retomadas na tarde de sexta-feira.

 

Clique aqui para ver imagens dos danos.




De 16 a 22 de maio haverá a 14ª Semana Nacional de Museus

Programação está disponível online e reúne 3.697 eventos em todo o Brasil

 

A 14ª Semana Nacional de Museus, que acontecerá entre os dias 16 e 22 de maio de 2016, com o tema Museus e paisagens culturais, terá a participação de 1.236 museus e instituições culturais espalhados pelo Brasil. O Guia da Programação conta com cerca de 3.700 atividades cadastradas em todo o país e já está disponível online na página do Instituto Brasileiro de Museus – Ibram (www.museus.gov.br).

A Semana Nacional de Museus acontece anualmente para comemorar o Dia Internacional de Museus (18 de maio), quando os museus brasileiros, convidados pelo Ibram, desenvolvem uma programação especial em prol dessa data.  A concertação de programações culturais enfatiza importância da Semana como instrumento de ampliação do acesso à cultura e de visibilidade dos museus.

Números

Número de museus participantes: 1.236

Número de eventos cadastrados: 3.697

Número de estados participantes: 26

Número de cidades participantes: 552

Museus participantes por região

Centro-Oeste: 110

Nordeste: 280

Norte: 67

Sudeste: 509

Sul: 270

Ouça aqui o spot para veiculação (formato mp3) de forma facultativa, gratuita e aleatória na programação.

Sobre o tema

O tema Museus e Paisagens Culturais foi proposto pelo Conselho Internacional de Museus – ICOM, para as comemorações do Dia Internacional de Museus, celebrado em 18 de maio, e para a 24ª Conferência Geral do ICOM, a ser realizada em Milão de 3 a 9 de julho.

Para ilustrar a Semana, o Ibram escolheu uma obra de Candido Portinari: Pipas, 1941. O direito de reprodução foi gentilmente cedido ao Instituto por João Candido Portinari, filho do autor e diretor do projeto.

A composição da obra representa uma paisagem ao ar livre e pipas no céu. Ela sugere uma relação entre território e cultura e, ao mesmo tempo, enfatiza o ambiente como espaço das relações humanas. Os locais externos abrigam comunidades, suas identidades e memórias, sendo, portanto, objetos de atuação do museu quanto a sua preservação, qualificação e dinamização.




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia FRUTUOSO

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 717

Caro Jerson, boa noite.

Depois de muita pesquisa encontrei alguns dados sobre a origem do sobrenome

FRUCTUOSO/FRUTUOSO

e a referência sobre algumas pessoas.

Segue o arquivo com três páginas e um brasão, abaixo reproduzido e mais dois brasões em separado.

Espero ter contribuído com sua busca.

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

clip_image002 Frutuoso, Fructuoso

sobrenomes de origem Latina. Há varias variantes desse sobrenome na Espanha e em Portugal, tais como: Fructoso, Fructos, Frutos, Frutuozo, Frutozo, etc. Um ramo português adotou o mesmo brasão da família Batista, devido especialmente a laços matrimoniais em tempos mais remotos. Vem do Latim Fructus (fruto), no sentido de frutífero ou no sentido de prover as necessidades. Podendo ser um sobrenome de origem religiosa. Fructuoso é uma variante do sobrenome de origem galegaFrutos que se iniciou segundo alguns historiadores de San Frutos ou San Fructuoso, patrono da Igreja Católica em Segovia, Espanha e que viveu entre os anos de 642 a 715, portando sendo um sobrenome bastante antigo.

 

Registra-se Maria Lozano Fructuoso, nascida em 1767, Bigastro, Alicante, Espanha; filha de Martin Lozano e Josefa Fructuoso(nascida em em 1745).

Registra-se Anastacia Morales Fructuoso, nascida em 1908, San Miguel Sola de Veja, México; casou-se em 1928 com Francisco Quiroz Santa Ana e teve uma filha: Maria Cleofas Quiroz Morales.

Registra-se Maria Lozano Fructuoso, nascida em 24.09.1786, San Miguel, Alicante, Espanha; filha de José Fructuoso Andreu(nascido em 1765) e Antonia Huertas Ballester. Teve uma irmã: Dorothea Fructuoso Huertas nascida em 06.02.1793.

Registra-se Maria Lozano Fructuoso, nascida em 1844, Orthuela, Alicante, Espanha; filha de Trinitário Baldo e Joaquina Fructuoso.

Registra-se Maria Fructuoso Andreu, nascida em 1684, Pacheco, Murcia, Espanha; casou-se em 1700 com Miguel Hernandez Muñoz; filha de Francisco Hernandez Fructuoso e Ana Maria Andreu Fernandez.

Registra-se Francisco Sola Fructuoso, nascido em 20.02.1734, São Miguel, Aliante, Espanha; filho de Pascual Sola Caudo e Josefa Fructuoso (nascida em 1709).

Registra-se Antônio Fructuoso, nascido em 15.07.1832, Santo Antônio, Itaverava, Minas Gerais, Brasil; filho de José Fructuoso e Felícia Rosa.

Registra-se Joaquim Fructuoso Fructuoso, nascido em 1825, Santo Antônio, Itaverava, Minas Gerais; casou-se com Carlota Maria Jozefa. Tiveram dois filhos: Francisco Fructuoso nascido em 02.04.1848 e batizado em 12.04.1848 e Germana Fructuoso nascida em 21.1.0.1849.

Registra-se Jozé Fructuoso, nascido em 14.09.180, Santa Rita, Paraíba, Brasil; filho de Jozé Fructuoso.

Registra-se Benedicta Fructuoso, nascida em 1877 e foi batizada na Igreja Católica de Nossa Senhora do Amparo, Amparo, São Paulo, Brasil em 18.06.1877; filha de José Fructuoso e Maria das Dores.

Registra-se Antônio Fructuoso, nascido em 1877 e foi batizado na Igreja Católica de Nossa Senhora do Amparo, Amparo, São Paulo, Brasil em 10.10.1877; filho de Antônio Fructuoso e Francelina Maria de Oliveira.

Registra-se João Fructuoso, nascido em 1858 e foi batizado na Igreja Católica da Santíssima Trindade, Tietê, São Paulo, Brasil em 26.03.1858; filho de José Fructuoso e Angélica Maria.

Registra-se Maria Augusta Fructuoso, nascida e, 1882, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil; casou-se em 30.12.1899 com David Zucchi (filho de José Zucchi e Eloisa Palauchina); filha de Frederico José Fructuoso e Maria da Conceição Fructuoso.

Registra-se Jorge José Augusto Fructuoso, nascido em 1873, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil; casou-se em 16.05.1900 com Sophia Maria Inácia (filha de José Loureiro e Casemira Maria da Conceição); filho de José Fructuoso e Aurélia Maria Rosa da Conceição.

Registra-se Joaquim Fructuoso, nascido em 1870, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil; casou-se em 14.03.1903 com Cândida Ermelinda da Silva (filha de Luiz Ferreira da Silva e Antônia Ermelinda da Sila); filho de Joaquim Francisco Fructuoso e Carolina Roza do Espírito Santo.

Registra-se Fernando Luiz Fructuoso, nascido por volta de 1860, Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil; casou-se em 18.04.1894 com Rita Maria do Nascimento na Igreja Católica de Santana, Mogi das Cruzes, Brasil; filhode Fortunata da Paixão. Testemunhas do Casamento: Antônio Messias de Oliveira e Antônia Marques do Nascimento.




Genealogia: Afrânio Mello fornece gratuitamente informações sobre as familias GARCIA ESPANHO, GARCIA, RODRUGUES e RODRIGUEZ

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 706, 707, 708 e  709

 

Prezada Vera, boa tarde.

Respondi a sua outra mensagem sobre a procura de endereços e nesta envio os arquivos

que tenho sobre os sobrenomes mencionados :

GARCIA ESPANHOL…………………….   2 paginas e sem brasão;

GARCIA…………………………………….  30 páginas e 51 brasões ( o maior arquivo de brasões de sobrenomes ) ;

RODRIGUES……………………………..   22 páginas e 13 brasões ;

RODRIGUEZ…………………………….      2 páginas e sem brasão

Vera Fontes, em minha cidade tem uma moça chamada Vera Fontes, igual ao seu nome.

Que coincidência……

Espero ter atendido você ao seu gosto.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

clip_image002    clip_image004Garcia

sobrenome de origem espanhola. Sendo este um patronímico, é natural que existam muitas famílias que o tenham adotado por apelido sem estarem ligados entre si.

Dentre elas, porém, algumas houve que se destacaram e tornaram mais notáveis, como a dos Garcias de Chaves, que provém, ao que parece, de Luís de Mendanha e de sua mulher, que era filha de Afonso Garcia de Chaves, contemporâneo de D. João II e de seu sucessor e primo, D. Manuel I.

Daqueles foi filho Pedro Garcia de Chaves, que deixou descendência que lhe continuou esse nome.

Outros afamados Garcias foram os de Mascarenhas, que se fixaram na Beira e que remontam ao século XV.

E há, por último, os Garcias de Gondim, estirpe de que um membro, Gaspar Rodrigues, teve carta de armas por vir dos «Garcias de Godim», e com armas que se costumam atribuir a todos os demais Garcias, por provável ignorância dos Reis d’Armas que estão contidas numa carta de 26 de Janeiro de 1543.

Nome de batismo por vezes usado como nome de família. Garcia tem por forma patronímica Garcez (Antenor Nascentes, II, 122). Sobrenome ibero do vasconço «harsea», o urso (Anuário Genealógico Latino, IV, 22). Galiza: o genealogista, frei José S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra Linajes y Blasones de Galicia, dedica-se ao estudo desta família [Pozo – Linajes de Galicia]. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, encontra-se a de Miguel Garcia, n. por volta de 1566, que deixou descendência, a partir de 1597, com Maria da Cunha (Rheingantz, II, 231). Rheingantz registra mais 19 famílias com este sobrenome nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro. Em São Paulo, entre as mais antigas, registra-se a de Miguel Garcia, fal. em 1640, que foi cas. com Maria Fernandes (AM, Piratininga, 83). Registra-se, também, a numerosa e importante família de Garcia Rodrigues e sua mulher Isabel Velho, naturais do Porto, Portugal, que mereceram um capítulo da obra do genealogista Silva Leme, em sua Nobiliarchia Paulistana – Título Garcias Velhos. Vieram a S. Vicente trazendo em sua companhia filhos e filhas. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – a filha, Maria Rodrigues, natural do Porto, que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da numerosíssima família Pires (v.s.), de São Paulo; II – a filha, Isabel Velho, natural do Porto, que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da numerosíssima família Moreira (v.s.), de São Paulo; III – o filho, padre Garcia Rodrigues Velho, vigário da matriz de São Paulo; e IV – a filha, Agostinha Rodrigues Velho, que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da numerosíssima família Jorge Velho (v.s.), de São Paulo. Na Bahia, entre as mais antigas, destaca-se a de Domingos Garcia de Melo [? -1673], de quem descendem os Garcia de Melo (v.s.); e de Pedro Garcia [? – 1624], de quem procedem os Garcia de Araújo (v.n.). Ainda na Bahia, encontra-se a antiga família de Jerônimo Rodrigues Garcia, que deixou geração do seu cas. com Isabel Teles de Gois, procedente da antiga família Araújo Gois (v.s.), da Bahia [Afonso Costa – Genealogia Baiana, Catálogo de Jaboatão, n. 715]. Em Minas Gerais, registra-se uma das maiores do Brasil, constituída de abastados proprietários de fazendas de café. Seus integrantes procedem de Diogo Garcia [Ilha do Faial – 1762, MG], filho de Mateus Luís e de Ana Garcia. Deixou espantosa descendência de seu cas. com Júlia Maria da Caridade [Faial – c.1784, MG], de quem descendem quase todas as grandes famílias mineiras. Chegaram no Brasil, por volta de 1715. Proprietários do grande latifúndio do Rio Grande, com milhares de alqueires, que servia de pastorio ao gado vacum, e que se localiza hoje no povoado chamado Congonhal, distrito de Nepomuceno (RD – Diogo Garcia, VII). Contraparentes de todo o grupo Rezende e Junqueira. No Rio de Janeiro, entre outras, registra-se a numerosa descendência de Antônio Gonçalves Garcia [1815, Lisboa – 1879, RJ], filho de João Garcia e de Joana Genoveva Gonçalves. Foi cas., em 1846, no Rio, com Maria Marcolina Pacheco [1827, RJ – 1898, RJ], filha de José Pereira da Rocha Paranhos, dos Paranhos do Rio de Janeiro. Sobrenome de uma família originária das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde foi Francisco Garcia Cairos, nasc. por volta de 1706, na Freguesia de Nossa Senhora da Luz da Ribeira dos Flamengos, concelho de Horta, bispado de Angra, Ilha do Faial, Arquipélago dos Açores. Filho de Francisco Garcia e Maria de Faria. Sobrenome de uma família originária das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde foi Manuel Garcia, nasc. por volta de 1715, na Freguesia do Espírito Santo da Feteira, concelho de Horta, Ilha do Faial, bispado de Angra, Arquipélago dos Açores. Filho de Manuel Garcia e de Violante Pereira. Sobrenome de uma família de origem espanhola, estabelecida em São Paulo, procedente de Vigo. Chegou ao Brasil, a 15.06.1885, a bordo do vapor a bordo do vapor Savoie, Vicente Garcia, natural da Espanha, 30 anos de idade, com destino à capital do Estado de São Paulo, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 232 – 15.06.1885]. Sobrenome de uma família de origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 06.08.1882, a bordo do vapor Pampa, José Garcia Gomez, natural da Espanha, procedente das Ilhas Canárias, católico, 31 anos de idade, com destino a Estação de Rio Claro, Estado de São Paulo, para trabalhar na fazenda de João Antonio Gonçalvez. Veio em sua companhia, a esposa, Maria Cabrera Rodriguez, natural da Espanha, católica, 28 anos de idade, e os seguintes filhos: 1. Geronima, natural da Espanha, 6 anos de idade; 2. Ernestina, natural da Espanha, 4 anos de idade; 3. Juanna, natural da Espanha, 2 anos de idade [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 034 – 06.08.1882].

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GARCIA ESPANHOL

Su origen, historia y hechos GARCIA es apellido patronímico, proviene de un nombre. Fue Navarra la primera que usó el romance o dialecto latino en sus documentos, en donde aparecen los patronímicos mucho antes que Castilla. Se ha presentado la duda de si el apellido García tuvo origen en Euskalerría. Menéndez Pidal dice: “El nombre vasco García es ya citado entre los años 789 y 791 en Castilla. La reina Jimena de León, antes princesa navarra, lo introdujo en Castilla. Uno de sus hijos se llamó García, nombre introducido en Occidente por influencia navarra. En esta época hubo numerosos emigrantes vascos que se establecieron en Asturias y León, formando núcleos de entronque vasco y, aunque perdieron sus características originarias, conservaron sus nombres”. Ante la invasión árabe, muchas familias de Castilla, Aragón y Vasconia, huyeron. Tan grande fue la desbandada y tan confusa que se llegó a perder el contacto familiar y los niños olvidaron hasta su nombre. Motivo por el que gran cantidad de ellos eligieron el de García, lo que hizo popular el dicho: “Quien nombre no tenía, García se ponía”. Lo anterior se refiere al nombre. ¿Y el apellido? ¿Efectivamente es vasco? García procede de Hortza, Artza, Bartze o Hartze. Es oriundo de Iparralde, lugar donde se aspira la “h”, en un sonido parecido a “g”, por esto se aplicó dicha letra por los amanuenses y como no sabían pronunciar la “tz” sufrió muchas variaciones en su escritura. Los blasones que usaron en el País Vasco fueron: Los de Asiain, Iruña; cuartelado. 1 de oro, con dos vacas de gules, andantes y puestas en palo. 2º de plata, con una peña de su color sumada de un ave de sable. 3 de oro con un caldero de sable y 4 de gules con cinco paneles de plata puestos en sotur. Los de Larraga, Tafalla: Banda engolada en cabeza de dragones, acompañada en lo alto de un creciente ranversado y en lo bajo, de una estrella. Los de Noreda, Alava: Una cruz de oro en campo azur, partido de oro, una espada acompañada de seis paneles de sinople. Y bordura en este de gules con ocho aspas de oro y un tercer cuartel en gules, con un árbol y un león rampante al tronco, ambos en su color. Ahora bien, García en idioma godo significa “príncipe de vista agraciada” lo cual indica que antes de la invasión musulmana, ya existía como nombre en otras regiones godas españolas. Es posible que alguien se hiciera notar, bien por el color o la belleza de sus ojos, o por tener vista muy aguda, y fuera designado como “de vista agraciada”. Para comprender la antigüedad de este apellido hay que remontarse al año 843 en la persona de Ramiro de García, Potestad y Gobernador en aquella lejana fecha. Sobre el 981, se destacaron Nuño y Fortún García, Señor de la Torre de Tovar. También Sancho García, conde de Castilla (siglo X). Gómez García, hijo del conde de Cabra, esposo de la infanta doña Elvira. Y también al héroe de la conquista de Aragón, García-Jiménez, que tomó y fortificó Ainsa, nombrándose rey de Sobrarbe. Tres hermanos García, héroes de la defensa de León, son considerados como progenitores de familias García que fueron extendiéndose por España. Parece que la rama de Aragón, desciende de García-Jimenez, rey de Sobrarbe. Otros la hacen descender de los reyes de Navarra, señalando a Fortún García, ascendiente de Monfós García, que participó en la conquista de Valencia. También la lista de los reyes navarros se inicia con García Iñiguez, (siglo IX), hijo de Iñigo Arista. Con Jaime I “el conquistador”, aparece en la conquista de Mallorca, Sancho García. Con Alfonso III de Aragón, otro García era capitán de su Ejército y participó de la deflnitiva conquista de la isla. Sería interminable consignar a cuantos García destacaron en el pasado, no obstante, señalaremos a: Ruy García, Cabo de las tropas del rey Pedro I, “el Cruel”, famoso en el sitio de Montiel. Rodrigo y Suero García, pasaron a Portugal y casaron con damas de las familias de Zafra: Chaves, Meneses, Tello y Haro. Ruy García y Martín García crearon familias en Ciudad Real, Almagro y Daimiel. Romero García y Gonzalo del Soto García, con Sancho Sánches García se establecieron en Toledo, Madrid y Guadalajara. El apellido García es frecuente entre los conquistadores, pero incluso antes del descubrimiento, un García tuvo mucho que ver con aquella epopeya. El médico de Palos, García Hémández frecuentaba el Monasterio de La Rábida donde se reunía con personas amantes de la navegación, como Pedro Vázquez de la Frontera, el piloto Sebastián Rodríguez y los hermanos Martín y Vicente Pinzón. Y este médico proporcionó cartas de recomendación a Colón para el duque de Medinaceli, y junto al padre Marchena animó a Colón a no desmayar en sus esfuerzos. Una vez descubierto el continente, entre los primeros que emprendieron la conquista, se encuentra Diego García de Paredes, nacido en Trujillo, al igual que Hernán Cortés, hijo de un famoso capitán de los Reyes Católicos. Apenas llegó al Perú se alistó con Francisco Pizarro y Diego de Almagro. Sufrió privaciones sin cuento. Finalizada la conquista del Perú, pasó a Venezuela donde combatió con los nativos que ofrecían feroz resistencia. Los venció y fundó una ciudad: Trujillo. Nombrado gobernador de Pocayán decidió emprender nuevas conquistas, en dirección a tierras de los caribes, muy feroces y temidos. Fue su última aventura. Murió a manos de los indios. Alejo García es el héroe de la conquista del Río de la Plata. Una expedición al mando de Juan Díaz de Solís, con tres naves y sesenta hombres, llegó al estuario del Río de la Plata, llamado Mar Dulce, en febrero del 1.516. Solís recorrió el estuario y descendió por la costa oriental, trabando conocimiento con los nativos charruas y guaranís, con trágico destino para él ya que fue muerto por estos. Decidieron regresar y en el retorno una de las carabelas naufragó en el golfo de Santa Catalina. Un superviviente era Alejo García. Junto con quince hombres decidió emprender la búsqueda del Rey Blanco, un legendario reino rico en oro. Pero no encontraron reino alguno, viniendo a morir en la selva. En Paraguay, Diego García remontó el río Paraná y fundó la población de Spiritu Sanctus. Víctima de las fiebres regresó a España para morir oscuramente. García Hurtado de Mendoza, pacificó Chile contra los araucanos. En una época en que García se había convertido ya en apellido, se encuentra esta excepción. De la feroz resistencia de los araucanos basta señalar que, mientras las conquistas de Méjico y Perú se llevaron a cabo en dos años, Chile, costó dieciséis, pacificarlo totalmente. García era hijo del Virrey del Perú, Andrés Hurtado de Mendoza. La única sombra de su biografía es un hecho del que no tuvo responsabilidad alguna. Alonso de Reinoso consiguió capturar al jefe araucano Caupolicán y sin consultar con García, lo hizo empalar vivo. En Colombia, encontramos a García de Lerma, gobernador de Santa Marta, (fundada en 1.526), que con 800 hombres desembarcó para poner fin a las disputas que sostenían, sangrientamente, Pedro Palomino y Pedro de Vadillo. García de Lerma fundó, entre otras poblaciones, la de Cartagena de Indias. No todos los García fueron conquistadores. Alonso García Bravo fue el constructor de la ciudad de Méjico después de conquistada por Hernán Cortés. Sobre las ruinas, García puso manos a la obra el 8 de marzo de 1.524. Los planos se basaron en un centro, el actual Zócalo, del que partirían distintos núcleos urbanísticos. Entre los hombres que acompañaron al Libertador Simón Bolivar estaba Juan García del Rey, primeramente estuvo unido al General San Martín con el que participó en distintas batallas contra las tropas españolas, como coronel. Luchó en Chile y en Perú y más tarde, con Simón Bolivar, tomó parte en la emancipación de América de la Corona de España. Todas las familias García de América tienen su origen en los que primero dieron lo mejor de sí mismos al Nuevo Mundo en la lucha, las fiebres y las enfermedades y los que después llega
ron como colonizadores llevando con ellos la cultura hispánica y la religión.

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clip_image002[3]    clip_image004    clip_image006    clip_image005    clip_image007Rodrigues, Rodriguez

sobrenome de origem luso-espanhola. Classificado como Patronímico bastante abundante, tanto quanto era o nome próprio Rodrigo ou Rui que o originou nos séculos XIV e XV, inúmeras são as famílas que o adotaram por apelido sem existirem os menores laços de consangüinidade entre elas.

Isso não impede que algumas dentre elas ascendessem à nobreza da fidalguia de cota de armas, o que sucedeu particularmente com três. Teremos assim, e para começar, a que procede de um desconhecido Martim Rodrigues, cujas armas figuram já no Livro do Armeiro-Mor.

Sobrenome de formação patronímica – o filho de Rodrigo (v.s.). Documentou-se as formas Roderiquici [no ano de 1074], rodoriquici [em 1075], rodoriquiz [em 1081],roderiguiz [em 1079], rodorigiz [em 966], rodrigiz [em 1096] e rodriguez, forma espanhola (Antenor Nascentes, II, 264). Patronímicos são apelidos que consistem numa derivação do prenome paterno. No latim ibérico constituiu-se esse tipo de apelido com o sufixo “-ícus” no genitivo, isto é, “-íci”. É quase certo que se trata de um sufixo ibérico “-ko”, indicativo de descendência, com as desinências latinas da 2ª declinação. Assim, por evolução fonética temos no português medieval -ez (escrito -es, porque átono) -iz, -az (escrito -as, quando átono). Por exemplo: Lopes (que vem de Lopo), Fernandes (filho de Fernando) e Perez ou Peres ou Pires (filho de Pero, variante arcaica de Pedro). Portanto Peres (paroxítona/Portugal) e Perez (oxítona/Espanha) têm por significado «Filho de Pedro». Regsitram-se, entre muitas, quatro antigas famílias com este sobrenome, com brasão de armas diferente: I – Martim Rodrigues, Antônio Rodrigues e Paio Rodrigues, obtiveram as mesmas armas; II – Antônio Rodrigues, outro, principal rei de armas Portugal, no tempo de D. Manuel I, rei de Portugal em 1495; III – Paio Rodrigues; e IV – Rodrigues de Varillas (de Salamanca, Espanha). Procede do conde D. Vela, filho de D. Ramiro, fal. em 1094, rei de Aragão. Registra-se, ainda, Diogo Rodrigues das Varillas, que no tempo do rei D. Felipe II, passou a Portugal, onde se casou e seu neto Diogo Rodrigues, em 1629, registrou brasão de armas (Anuário Genealógico Latino, I, 82). Brasil: Assim como os demais patronímicos antigos – Eanes, Fernandes, Henriques, etc. – este sobrenome espalhou-se, desde os primeiros anos de povoamento do Brasil, por todo o seu vasto território. Em São Paulo, entre as mais antigas, registra-se a família de Braz Rodrigues, carpinteiro da ribeira, com geração de seu cas. com Brígida Ramalho – falecidos antes de 1582. Ainda em São Paulo: Diogo Rodrigues [1560, Santo Amaro], Baltazar Rodrigues [1562, S. Paulo], Braz Rodrigues [1579, S. Paulo], Martim Rodrigues Tenório [1589, S. Paulo], Manuel Rodrigues de Gois [1599, S. Paulo] (AM, Piratininga, 165) e Antônio Rodrigues de Alvarenga [c.1555, Lamego – 1614, SP], de quem também descendem os Alvarengas (v.s.), de São Paulo. Ainda, em São Paulo, registra-se os descendentes de Pedro Rodrigues, que deixou geração do seu cas., por volta de 1899, com Palmira Dumont, filha de Gustavo Dumont. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – o filho, José Rodrigue [26.08.1902 – 31.01.1961], que deixou geração do seu cas. com Yolanda Negrini [1910-1992], integrante da família Negrini (v.s.), de São Paulo; II – a neta, Neide Negrino Rodrigues, filha da anterior. Casada na família Gomes. Ainda em São Paulo, registra-se, entre muitas, a família de Fortunato José Rodrigues [05.04.1895 – 09.04.1971], estabelecido em Itapeva. Residiu nazona rural do Bairro do Colégio no distrito de Itapeva. Com geração do seu cas. com Maximiana Francisca de Oliveira [25.04.1901, Itapeva, SP – 12.10.1988]. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – o filho, José Rodrigues da Cruz [14.11.1922, Itapeva, SP -], que, ainda religioso, setrviu como capelão dos antigos terços cantado de Itapeva. Mestre da tradicional dança de São Gomçalo, a qual aprendeu com seu pai. Deixou geração [nove filhos] do seu cas. com sua prima legítima Ana Joaquina de Oliveira [13.05.1926, Itapeva, SP -], filha de Joaquim Alves da Rocha [18.09.1882, Itapeva, SP – 09.12.1947] e de Maria Joaquina de Oliveira [03.07.1894 – 22.05.1963], irmã de Maximiana Francisca de Oliveira, citada no item I; II – a neta, Marili Oliveira Cruz, filha do anterior; III – a neta, Matilde de Oliveira Cruz, irmã do anterior; IV – o neto, José Hipólito de Oliveira Cruz [13.08.1962, Itapeva, SP-], irmão da anterior. Uma das mais antigas famílias com este sobrenome, no Brasil, tem origem indígena – detalhes adiante. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, cabe mencionar a de Manuel Rodrigues de Alvarenga [c.1605- ?], que deixou geração do seu cas., c.1635, com Barbara de Andrade (Rheingantz, III, 123). Rheingantz registra mais 9 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro. Ainda no Rio de Janeiro, cabe destacar a família de Carlos José Alves Rodrigues, estabelecid em Cantagalo, Província do Rio de Janeiro. Foi pai do destacado jornalista José Carlos Rodrigues [07.1844, Cantagalo, RJ -], cursou o Colégio Pedro II. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de São Paulo [1864]. Aos treze anos de idade, ainda estudante do Pedro II, publicou e redigiu um jornal literário, intitulado Gentio. Jurisconsulto.

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Rodríguez

sobrenome de origem espanhola. A grafia Rodrigues é de origem portuguesa. Sua origem, história e feitos Se trata de um apelido patronímico, derivado do nome próprio Rodrigo. Seu ponto de origem parece ser Asturias e, em geral o norte da Península. Os que sustem esta opinião se baseam no rei Dom Rodrigo, a quem tem uns dos primeiros deste nome. Não obstante a anterior, outros mantem a opinião de que este nome, Rodrigo, foi espanholizado, por decerto ,  que o original do monarca Visigodo era Rodrerich. De todos modos, como seja que ante a historia e para todos os efeitos o que consta é ele,  Rodrigo, e a ele nós fixaremos nossa atenção . Possivelmente, durante a monarquia Visigoda junto com outros com este nome,  na realidade, é o que menos importa. Tambem é bem certo que, durante a reconquista, depois da reconquista e incluso atualmente, este nome, Rodrigo, se mantem diferenciado do apelido Rodríguez. Examinenos, pois ao primeiro Rodrigo para mais tarde estudar as raízes do apelido: Temos a um Dom Rodrigo, rei Visigodo da Hispania. Se tomarmos  este personagem o nome para que, com o passar dos anos, se converteria no primeiro apelido?. Em primeiro lugar, convem saber de quem estamos falando. Em que raízes se fundamenta o nome de Rodrigo? Acaso na voz latina “rodrigón”?. E que significado tem esta voz? Rodrigo, en Castelhano, significa un resultado entre as vozes latinas “rudica” e “ridica”, e “rodrigón” que vem de “rodriga” é a vara, ou cana que se clava ao pé de uma planta e serve para sustentar,  com ligaduras, seus talos e ramos. Claro que também aplica-se ao criado mudo que servia para acompanhar senhoras. Podemos supor que, em determinada época certo personagem mui ligado ao poder real serviu a este como conselheiro, que o apoiou em tudo e graças a seus esforços o rei se manteve firme no trono? Neste caso, se tem a tentação de super que, num principio, esse nome, Rodrigo provem dum apoio, é dizer dum “rodrigón”, um valido real ao que por sua forma de proceder que lhe apoiou de tal forma e que, com o tempo, como tantos e tantos apelidos, porque não dizer todos, partiu dum móvel  se convirteu no Rodrigo. Que algum antepassado do rei deste nome exerceu como “rodrigón”?. Havemos que ter muito em conta que a biografia deste rei provem caso toda ela de fontes árabes e que não é pouco o elemento legendário que na mesma pode-se encontrar. Ao parece, Rodrigo era um nobre Visigodo (antes do ano 710) que a  morte do rei Witiza conseguiu ser elegido para o trono ao contar com a maior parte da nobreza Visigoda, em face de quem teria mais direitos à Coroa que ele, que era Ahkila, o filho do monarca falecido. Por tanto, assim temos um “rodrigón” que ao tomar à nobreza Visigoda e seus privilégios, se apoiou nesta para escalar o trono. Pelo ocorrido que o legítimo rei, Ahkila, no se conformou com a manobra e também contava com partidários, o que levou praticamente a divisão do reino. Aa Bética, a Lusitania e a Cartaginense, apoiaram a Rodrigo. A Tarraconense e a Narbolense seguiram, na prática, as consignas de Ahkila. Foi nesse  momento quando este último entrou em contato com os dirigentes árabes do norte da Africa, buscando com eles uma aliança que o ajudaria a derrotar a seu rival. Existe a tradição historicamente pouco comprovada, de certo Conde Don Julián, ao que alguns dizem que foi governador de Ceuta o, senhor de Cádiz, se posicionou de acordo com os muçulmanos e estes desembarcaram na Algeciras. O rei Rodrigo  enfrentou-os na batalha de Gudalete e parece ser que, traído por grande parte de seu exército cujo mando havia confiado aos parentes de Ahkila, sucumbiu na batalla. Posteriormente a este Rodrigo, e muitos outros, e é tarefa impossível fixar com exatidão se há elos com a origem ao apelido Rodríguez. Pelos dados que se podem obter, o único que está na nossa mão, é que os primeiros deste apelido aparecem na zona norte da Espanha. Com toda sinceridade, devemos dizer que ignoramos o lugar exato. O único que está a nosso alcance é informar que foram muitos os desta linhagem que provaram repetidamente sua nobreza, em diversas épocas. Foram numerosos os cavaleiros que ingressaram nas Ordens Militares, tais como Montesa, Alcántara, Calatrava, Orden de Carlos III, etc. para o qual estabeleceram as devidas  fidalguia e nobreza de sangue ente as Reais Chancelarias de Valladolid, Granada, Real Audiencia de Oviedo y Real Compañía de Guardias y Marinas. Os títulos com que conta este apelido são muyito numerosos: No  ano 1.688, Don Martín Rodríguez de Medina, foi criado Marquês de Buenavista; em 1.691, Don Juan Antonio Rodríguez de Varcarcel, Marquês de Medina, em 1.706, Don Francisco Esteban Rodríguez de los Ríos, Marquês de Santiago; em 1.712, Don Martín Rodríguez de la Milla, Marquês de Saltillo, em 1.713, Don Sebastián Antonio Rodríguez de Madrid, Marquês de Villamedina; em 1.730, Don Francisco Rodríguez Chacón, Marquês de Iniza; em 1.732, Don Bernardo Rodríguez del Toro, Marquês del Toro; em 1.749, Don Manuel Rodríguez y Saenz de Pedroso, Conde de San Bartolomé de Jala; em 1.771, Don Alonso Rodríguez Valderrábano, Marquês de Trebolar, em 1.780, Don Pedro Rodríguez de Campomanes, Conde Campomanes; em 1.797, Don José Rodríguez, Conde del Parque y em 1.866, Don Fernando Rodríguez de Rivas, Conde de Castillejos de Guzmán. O apelido Rodríguez não podia estar ausente na conquista da América e assim, a historia cita a Don Juan Rodríguez Suárez, nascido em Mérida e muerto na Venezuela no ano 1.561, participou em todas as campanhas que se levaram a efeito no Novo Reino de Granada, e tomou parte na conquista de Pamplona provavelente da que posteriormente foi alcaide no ano 1.558, na região das Sierras de Mérida, fundou o povoado de Santiago de los Caballeros. Passou logo a ser tenente governador da província de Caracas, desde donde empreendeu a conquista das terras ocupadas pelos nativos “teques” donde se distinguiu por seu valor, enfrentado al caudilho Guaicaipuro, morreu a mãos deste. O apelido Rodríguez se encontra muito estendido por toda a América
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From: vera fontes

Sent: Sunday, April 24, 2016 9:43 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Re: genealogia

 

Prezado Sr. Afranio,

Peço desculpas,por um engano enviei o email incompleto.
Desejo, se possivel, noticias da familia e descendentes de FERNANDO PEDRORODRIGUEZ GARCIA, nascido em Totana em 18 de setembro de 1899, filho de ALFONSO RODRIGUEZ VIDAL e de EULALIA GARCIA, acta de nacimiento , folio 69, numero 269.
Desde ja agradeço sua atenção.
Grata

Em 24/04/2016 21:25, vcgfontes@gmail.com escreveu:

PrezadoSr. Afranio,tive conhecimento de seu trabalho por isso tomo a liberdade de encaminhar esta mensagem.
A familia do lado materno  de meu esposo é natural de Totana.
O avô de meu esposo,  FERNANDO PEDRO RODRIGUEZ GARCIA (falecido),de meu marido, natural de Totana, Murcia, Espanha veio ainda rapazinho para o Brasil ainda solteiro. Aqui casou-se com a também espanhola Catarina Soares que não era natural da mesma região (era de Caceres). Estabeleceram-se por ultimo na cidade de Cambará, Paraná, Brasil (seus filhos: Maria, Eulalia
Eduardo, João, Afonso
Fernando e Alfredo), Fernando deixou familiares em Totana. Meu marido conseguiu a cidadania espanhola graças ao Sr. Fernando, e gostaria de fazer contato com familiares de Totana.




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia ORSI

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 705

 

Prezado Sérgio Orsi, boa tarde.

Você tem o mesmo nome de um primo meu… SÉRGIO ORSI , residente em São Paulo

e Engenheiro Elétrico.

Encaminho para você o arquivo do sobrenome ORSI, a relação da entrada de ORSI no Brasil, colhida na Hospedaria dos Imigrantes, o QR CODE que você pode ler o

livro no seu celular e o endereço para você baixar no seu computador.

Fotos para seu conhecimento

imageEu na tribuna

LL 30   Plenário
LL 31Plenário

LL 73 Afrânio ReginaRegina, minha esposa (à esquerda)

 

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

ORSI…………….. 9 PÁGINAS E 1 BRASÃO. Pequeno resumo abaixo.

RELAÇÃO DA ENTRADA DE ORSI NO BRASIL………..1 PÁGINA

QRCODE

MARCA PÁGINA COM O QR CODE E O ENDEREÇO PARA BAIXAR O LIVRO.

CONVITE DO LANÇAMENTO EM 15.04.2016

 

RELAÇÃO DE ENTRADA DE IMIGRANTES ITALIANOS NO BRASIL
FAMÍLIAS COM O SOBRENOME ORSI

 

Relação gentilmente cedida e compilada pelo Sr.Valdir do Memorial do Imigrante em

São Paulo, em 17 de julho de 2003, em fax através da Associação do Migrante de São Paulo, para que fosse possível fazer o levantamento dos nossos italianos que chegaram ao Brasil.Nota-se na relação que as datas do Luigi Orsi e do Pietro Orsi não conferem, apesar de a informação que tenho ser que chegaram juntos. Interessante, ainda , é que no cadastro de Luigi Orsi e Zita Orsi, constam como filhos GIORGIA ORSI,ATTILIO ORSI E SANTINA ORSI, sendo que os nomes de PEDRO ORSI e ISOLINA ORSI constam em separado ,por serem casados. O registro era por FAMÍLIA.

 

 

NOME                                   DATA                                   NOME                       DATA

Giovanni Orsi                       07.07.1882                 Alessandro Orsi        21.09.1891

Pasquale Orsi                        16.08.1882                 Pietro Orsi                 21.09.1891

Adholfo Orsi                         06.10.1882                 Paulo Orsi                 08.10.1891

Giovanni Orsi                       20.10.1882                 Emidio Orsi               08.10.1891

FrancescoOrsi                       21.11.1882                 Romeo Orsi               13.10.1891

Stefano Orsi                          03.09.1883                 Domênico Orsi          24.10.1891     

Pietro Orsi                             30.10.1883                 Rafaelle Orsi             28.10.1891

Stefano Orsi                          29.11.1883                 Tommaso Orsi          02.12.1891

Emidio Orsi                           24.03.1884                 Filomena Orsi           12.12.1891

Pasquale Orsi                        31.01.1885                 Angelo Orsi               18.12.1891

Gabriello Orsi                       19.02.1885                 Paolino Orsi              02.01.1892

Vincenzo Orsi                       19.02.1885                 Oreste Orsi                07.01.1892

Giovanni Orsi                       05.11.1885                 Giovanni Orsi           22.01.1892     

Ernesto Orsi                          08.12.1885                 Vincenzo Orsi           02.06.1892

Natale Orsi                            11.01.1887                 Angelo Orsi               08.06.1892

Filippo Orsi                           06.05.1887                 Maurizio Orsi            05.07.1892

Vincenzo Orsi                       23.10.1887                 Luigi Orsi                  23.08.1892

Stefano Orsi                          18.11.1887                 Tarquinio Orsi          12.06.1893

Santi Orsi                              29.12.1887                 Pasquale Orsi            16.07.1893     

Rafaello Orsi                         19.01.1888                 Vittoria Orsi              14.08.1894

Stefano Orsi                          19.09.1888                 Luigi Orsi                  25.01.1895

Bernardo Orsi                      19.10.1888                 Pietro Orsi                 01.04.1896

Pietro Orsi                             22.10.1888                 Attilio Orsi                 14.05.1897

Domênico Orsi                      05.09.1889                 Vincenzo Orsi           19.08.1897

Santi Orsi                              06.09.1889                 Rafaello Orsi             14.11.1897

Giuseppe Orsi                       19.02.1890                 Giuseppe Orsi           13.06.1902

Nicola Orsi                            07.06.1890                 Settimio Orsi             01.11.1901

Venanzio Orsi                       06.11.1890                 Pasquale Orsi            26.06.1911

Leone Orsi                            17.04.1891                 Angelo Antº.Orsi      21.03.1912

Giuseppe Orsi                       12.09.1891                 Amar Orsi                 10.07.1912

                                                                                   Rafaelle Orsi             29.09.1912

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clip_image002Orsi, Orselli, Orsieri, Orsi, Orsetti, Orsolin, Orsino, Orsolini,  

sobrenome de origem italiana. Sobrenome classificado como alcunha, vem do italiano Orso, que significa urso. Orsi é a forma plural. Isto indica que os primeiros que utilizaram esse sobrenome eram fortes (em sentido físico ) como um urso.

Orsi, Antiga família italiana radicada em Bolonha, participou das cruzadas nas figuras de Siripere (1217) e de Giliolo, morto na Terra Santa no ano de 1291. Michele Orsi estava entre os cavaleiros que desermaram e aprisionaram o Rei Enzo, em Fossalta. Tancredino Orsi capitaneou uma parte do exército bolonhês que, valorosamente, expulsou os soldados de Pistoia em 1328. A família deu três cônsules à pátria no século XII, vários anciãos conselheiros, e começou a fazer parte do senado em 1485. Ainda nesta linhagem destacou-se Gugliemo Orsi, famoso jurisconsulto no século XIII. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 31.01.1885, a bordo do vapor Righi, Pasquale Orsi, natural da Itália, 21 anos de idade, com destino a Piracicaba, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 122 – 31.01.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 19.02.1885, a bordo do vapor Bisagno, Gabriello Orsi, natural da Itália, 25 anos de idade, com destino a Tieté, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 129 – 19.02.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 19.02.1885, a bordo do vapor Bisagno, Giuseppe Orsi, natural da Itália, 32 anos de idade, com destino a Limeira, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 129 – 19.02.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 19.02.1885, a bordo do vapor Bisagno, Vincenzo Orsi, natural da Itália, 29 anos de idade, com destino a Tieté, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 129 – 19.02.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 07.07.1882, a bordo do vapor América, Giovanni Orsi, natural da Itália, procedente de Genova, Itália, católico, 20 anos de idade, com destino a Campinas, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 028 – 07.07.1882]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 16.08.1882, a bordo do vapor Umberto, procedente de Genova, Itália, Pasquale Orsi, natural da Itália, católico, 45 anos de idade, com destino à capital do Estado de São Paulo [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 037 – 16.08.1882]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 06.10.1882, a bordo do vapor Navarre, procedente de Genova, Itália, Adolpho Orsi, natural da Itália, católico, 28 anos de idade, com destino à capital do Estado de São Paulo [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 043 – 06.10.1882]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 20.10.1882, a bordo do vapor Colombo, Giovanni Orsi, natural da Itália, procedente de Genova, católico, 27 anos de idade, com destino a Limeira, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 048 – 20.10.1882]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 21.11.1882, a bordo do vapor Savóia, Francesco Orsi, natural da Itália, procedente de Genova, católico, 27 anos de idade, com destino a Campinas, SP. Trouze em sua companhia, Onmensiato, natural da Itália, 11 anos de idade [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 055 – 21.11.1882]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 03.08.1883, a bordo do vapor Bearn, Stefano Orsi, natural da Itália, procedente de Genova, católico, 25 anos de idade, com destino a Limeira, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 142 – 03.09.1883]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 30.10.1883, a bordo do vapor Rio Prata, Pietro Orsi, natural da Itália, procedente de Genova, 44 anos de idade, com destino a Bethlem do Descalvado, SP. Veio em companhia de sua esposa, Rodolpha Orsi, natural da Itália, procedente de Genova, 30 anos de idade, e da filha Orsolina, natural da Itália, procedente de Genova, 10 anos de idade [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 168 – 30.10.1883].

 

From: sergioorsi@ig.com.br

Sent: Friday, April 08, 2016 2:31 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: consulta

 

Afrânio, boa tarde!

Parabéns pelo seu trabalho, ajuda as pessoas muito mais que você imagina.

Sou de uma família Orsi, de Alfenas MG, descendente de Joseph Orsi, ou José Orsi como meu pai relatava.

Antes de estar em Lucca estive pesquisando achegada de Joseph Orsi e não consegui nenhuma referência, Quando em Lucca estive procurei por um local que meu pai dizia ser origem da nossa família, vinculando a um local com águas termais.

Enfim, se puder me ajudar a rastrear minhas referências ficarei muito grato.

 




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias RIBEIRO e CASEMIRO

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 703 E 704

 

Prezada Elza, boa tarde.

Estou atendendo suas solicitações.

Em relação ao CASIMIRO eu não tenho no meu arquivo e pesquisei na Internet

o que pude e não achei o brasão.

Estou encaminhando os arquivos e na mensagem um resumo do conteúdo dos

arquivos principais.

Espero que goste.

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

RIBEIRO……………………… 54 páginas e 3 brasões ;

CASEMIRO/CASIMIRO….. 4 folhas de pesquisas na INTERNET.

 

 

clip_image002      clip_image004      clip_image005Ribeiro 

se nos abstrairmos das legendárias e muito remotas origens que alguns genealogistas dão a esta linhagem, para a fazerem remontar à Alta Idade Média, teremos que, documentadamente, ela provém de Dom Afonso Pires, dos «da Ribeira», que do seu casamento com Dona Maria Raimundo, dos «de Sequeira», teve a Pedro Afonso da Ribeira, com geração que prosseguiu o nome, tendo os primeiros vivido em meados do século XIII.

De ribeiro, subst. comum – rio pequeno; regato (Antenor Nascentes, II, 261; Silveira Bueno, Dic. Escolar, 1179). Procede esta família de D. Ramiro III, fal. em 984, rei de Leão. Registra-se Gonçalo Rodrigues Ribeiro, português, que se distinguiu por feitos heróicos, na corte de Castela, no tempo de D. Afonso IX, fal. em 1350 (Anuário Genealógico Latino, I, 81). Portugal: Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário das Famílias de Portugal, trata da antigüidade desta família, principiando-a em D. Afonso I.º, o Católico, Rei das Astúrias [739-757], filho de D. Pedro, Senhor de Cantábria. Deixou numerosa descendência do seu cas. com D. Ermezenda, filha de D. Pelaio, rei da Espanha. Entre os descendentes de D. Afonso, registra seu décimo neto, o conde D. Ozorio de Cabrera, em que o conde D. Pedro de Barcelos, em seu Nobiliário (séc. XIV), principia esta família Ribeiro, fazendo-o natural de Cabreyra, e Ribeira «donde são os Condes de Ribeira e Trastamara, q veyo povoar Portugal». Deste último, foi neto, D. Payo Moniz, que foi Rico Homem do Rei D. Sancho I, de Portugal [1185-1211]. Deixou numerosa descendência do seu cas. com Urraca Nunes de Bragança, filha de D. Nuno Paes de Bragança e de Elvira Mendes. Seus filhos, passaram assinar-se Ribeiro – «dizem se deduz o Apellido de Ribr.º de dois Irmãos q na batalha do Sallado se esconderão entre huas canas q estavão proximas a hum Ribr.º do Sallado e dahi saião e matavão m.tos mouros, mas por fim sendo descobertos os investirão o matarão hum, e o outro escapou vitoriozo e se foi ao Rey de Castella q sendo inteirado dos factos lhe do asarmas com a alluzão a elles». Em seguida, Gayo traça a genealogia de D. Payo Moniz e sua esposa Urraca Nunes de Bragança, de quem descendem: I – o filho, D. Martim Paes Ribeiro; II – a filha, D. Maria Paes Ribeiro, que foi manceba do Rei D. Sancho I, de Portugal [1185-1211]; III – o filho, D. Nuno Paes Ribeiro, Padroeiro de S. André de Serradello, no Concelho da Gaya, onde viveu pelos tempos do Rei D. Afonso II, de Portugal [1211-1223]. Outros Ribeiros, segundo Felgueiras Gayo, descendem de Diogo Annes Ribeiro, de quem desconhece a filiação, que foi Senhor da Casa da Ribeira e do Prazo do Ribeiro, em Varjacova. Deixou geração do seu cas. com Senhorinha Annes, de quem descendem: I – o neto, Fr. Antônio, Carmelita calçado no Brasil; II – o bisneto, Constantino Machado de Távora (filho de Francisco Ribeiro), que passou ao Rio de Janeiro, onde casou com Clara Correia da Silva, filha de um senhor de Engenho; III – a quarta neta, Antônia Teixeira Coelho (filha de Damaso Ribeiro), Senhora da Casa da Quintão, onde viveu. Deixou geração do seu cas., antes de 1760, com seu primo Jacinto Machado Coelho, nascido no Brasil, filho de Sebastião Marinho e de Mariana Machado; IV – o quarto neto, Manuel de Moura de Azevedo (neto de Gaspar Ribeiro), que por motivo de um crime de morte que cometeu em Braga, passou ao Brasil, estabelecendo-se em Pernambuco; V – o quinto neto, João Luiz Falcão (bisneto de Gaspar Ribeiro), que passou para o Brasil; VI – o quinto neto, Fernando Machado de Souza (quarto neto de Gaspar Ribeiro), proprietário de uma Capela no Rio de Janeiro e depois foi Vigário Geral de Mato Grosso; VII – o quinto neto, Fernando de Souza Pereira (neto de Senhorinha Ribeiro), que passou ao Brasil, onde casou e deixou geração; VIII – o quinto neto, Serafim dos Anjos Pacheco de Andrade (bisneto de Gaspar Ribeiro), senhor da casa da Quinta de Carrezedo. Cavaleiro da Ordem de Cristo.

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Casimiro é polaco

clip_image001 Casimiro

Nome de tantos brasileiros ilustres! Como o poeta Casimiro de Abreu, que cantava em seus versos, Oh ! Que saudades que tenho / Da aurora da minha vida, / Da minha infância querida / Que os anos não trazem mais! / Talvez pela quantidade de Casimiros que existem no Brasil e em Portugal, muitos pensem que este nome tenha origem latina. Mas não!

Desde muito pequeno fui acostumado a ouvir Cajo, que imaginava ser apelido do meu pai Cassemiro (com dois Ss seguidos de E) como ele fazia questão de frisar para marcar bem a diferença com Casimiro com Si. Somente mais tarde, vim a saber que aquele Cajo, na verdade era a pronúncia de Kazio, ou seja uma corruptela do nome polaco Kazimierz (cajimieje), que significa Casimirozinho. Nada mais natural, porque meu pai era filho de polacos.

Mas sempre pensei que a origem deste nome, apesar de muitos reis e princípes na Polônia, fosse realmente latina. Mas não é que Kazimierz e, portanto, Casimiro (no Brasil) é um nome essencialmente polaco em sua origem?

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From: elza ribeiro casimiro

Sent: Monday, April 04, 2016 11:57 AM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Solicita ajuda

Estou precisando levantar meus antecedentes ,as não sei como fazê-lo. Poderia, por favor, me dar uma ajuda?

Obrigada pela atenção e ajuda,

Forte abraço

Elza Ribeiro Casimiro