Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias ORLANDI e VALDI

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 779 E 780

 

Prezado Sr. José Augusto.

O Museu do Imigrante de São Paulo e sua Hospedaria dos Imigrantes já tem todo o seu acervo de entrada de Imigrantes Italianos no Brasil DIGITALIZADO e aberto para consultas.

O que precisa : Nome Completo e a data da chegada ao Brasil.

Pela data de nascimento você pode, se não o tiver, projetar a data de chegada dele no Brasil

e fazer a consulta.

Outra fonte de pesquisa são os navios italianos que trouxeram os Imigrantes. Tem vasta lista

dos navios e seus passageiros. Pela data da chegada você pode encontrar.

Foi assim que fiz com os meus antepassados italianos e consegui tirar os documentos de entrada

neles no Brasil, quem veio com eles, navio que os trouxeram, datas, etc… e descobri informações

de filhos que ninguém sabia de sua existência.

De qualquer forma encaminho para você o arquivo que tenho do sobrenome ORLANDI e, curioso,

tem um CARLOS ORLANDI na pequena relação, que chegou ao Espírito Santo.

ORLANDI………………….  8 páginas e 2 brasões ;

VALDI………………………  1 página e sem brasão. ( O Valditerra é uma variação do Valdi ).

Esse sobrenome vem de Bosque, Floresta. É um sobrenome toponímico., de lugar. Terra de Valdi.

Habitantes do Bosque ou da Floresta.

Abaixo um resumo do arquivo principal.

Creio que terá sucesso é na Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo. Tem no Rio de Janeiro também

Existem registros de entrada de Italilanos no Espirito Santo.Muitos registros de entrada.

Tem que saber a data de chegada.

Grande abraço e espero ter contriuído com suas pesquisas.

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

image    image Orlandi, Orlando

sobrenome de origem italiana. Sobrenome classificado como patronímico, pois a origem remonta ao nome próprio do patriarca.  Inicialmente , os primeiros a utilizar este sobrenome eram conhecidos como “ Fulano Filius Quondam Orlandi” ou seja “ Fulano filho do senhor Orlandi “, já a segunda geração, ou seja, os netos do senhor Orlandi utilizavam o nome do avô como sobrenome. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 31.01.1885, a bordo do vapor Righi, Alessandro Orlandi, natural da Itália, 39 anos de idade, com destino a Bethlem do Descalvado, SP, para estabelecer-se na Fazenda da Exmª baronesa da Limeira [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 123 – 31.01.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 17.01.1882, a bordo do vapor Colombo, Giuditta Orlandi, natural da Itália, católico, 34 anos de idade, com destino a Bethlem do Descalvado, SP. Veio em companhia de seu filho Carlo, natural da Itália, 10 anos de idade [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 008 – 17.01.1882]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Alfonso Orlandi, nasc. a 27.01.1902, em Tricario. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Amerigo Orlandi, nasc. a 05.03.1930, em Vill’alfonsina, Província de Chieti, Itália . Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Angelina Orlandi, nasc. a 15.05.1915, em L’aquila, Província de L’Aquila, Itália . Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Antonio Orlandi, nasc. a 24.03.1922, em San Felice Sul Panaro, Província de Modena, Itália . Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Diomiro Orlandi, nasc. a 02.05.1885, em Bientina, Província de Pisa, Itália . Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Domenico Orlandi, nasc. a 11.01.1909, em Candela, Província de Foggia, Itália . Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Enrico Orlandi, nasc. a 22.11.1944, em Como, Província de Como, Itália .

 

 

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Família: Orlandi

Navio: Adria

Saída de Genova: ?/11/1888

Chegada em Vitória: 27/12/1888

Região de origem:  Soliera, Modena,

Emilia Romagna

Ferdinado Orlandi, 52 anos, nascido em 27/03/1836 em Soliera, chegou em Vitória com esposa e mais dois filhos. Foram fixados no núcleo de Santa Leocádia.

Carlo Orlandi, 38 anos,  parente de Ferdinando, vindo da mesma cidade  veio com esposa e mais 4 filhos, foi estabelecido no mesmo núcleo.

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VALDI

DICIONÁRIO DE CIRO MIORANZA – FILIUS QUONDAM – PÁGINAS 98 E 99 –NOME TOPONÍMICO

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From: Jose Augusto M. Costa Junior

Sent: Wednesday, July 20, 2016 5:33 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Origem italiana do meu Bisavô

 

Prezado Afrânio,

Meu nome é José Augusto.

Minha família não tem muita referência da vida de meu bisavô que veio da Itália.

Somente poucas histórias repassadas pela minha avó que nasceu no Brasil sobre as histórias que meu bisavô contava sobre Pozzolo Formigaro.

Gostaria de saber se você poderia conseguir algumas informações sobre ele.

Segue abaixo os dados dele para auxiliar nas buscas.

Nome do meu bisavô Carlos Orlandi
Nome dos Pais Luis Orlandi e Maria Valditerra
Cidade de nascimento na Itália Pozzolo Formigaro
Data ou Ano de nascimento 07/05/1884
Local e Data de Casamento Diamantina
Local e Data de Óbito Belo Horizonte 11/05/1953

 

 

Essas informações são importantes para mantermos viva a memória de nossos antepassados.

 

Muito Obrigado.




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações gratuitas aos leitores do ROL. Nesta edição, sobre as familias MACHADO, MAHCADO ESPANHOL, MACHADO TRADUZIDO, NASCIMENTO, PEREIRA , SANTANA, SANTOS, SOUZA e VALADÃO

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 772, 773, 774, 775, 776, 777 e 778

 

Prezado Luiz Ney, boa tarde.

Não pesquiso e nem tenho condições de fazê-lo.

Demanda busca em Cartórios, Igrejas, Cemitérios etc…

O que faço e tenho um bom arquivo são dos SOBRENOMES das pessoas.

Vez ou outra os que fazem solicitações encontram nesses arquivos referências aos nomes que buscam.

Assim sendo encaminho para você o abaixo :

MACHADO……………………               21 páginas e 2 brasões ( um com laço e machado menor )

MACHADO ESPANHOL…..               11 linhas e sem brasão;

MACHADO TRADUZIDO…                 5 linhas e sem brasão;

NASCIMENTO……………….                 3 páginas e 3 brasões em separado e um deles , duplo ;

PEREIRA………………………                20 páginas e 1 brasão;

SANTANA…………………….                  7 páginas e 3 brasões ;

SANTOS………………………                 27 páginas e 11 brasões ;

SOUZA……………………….                  40 páginas e 1 brasão e

VALADÃO…………………..                    3 páginas e 1 brasão.

Ao todo você tem 121 páginas, 16 linhas e   22 brasões.

O material é grande e poderá ser uma boa fonte para suas pesquisas.

Espero que encontre as referências que procura.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

clip_image002    clip_image003 Machado

sobrenome de origem portuguesa. Dizem os genealogistas provirem os Machados da linhagem dos «de Riba-Douro».

Concretamente, contudo, sabe-se que a um Martim Pires, cavaleiro contemporâneo de D. Afonso II, foi posta a alcunha de Machado, que transmitiu, já transformada em apelido, a um dos seus filhos, Martim Martins, de quem provêm os demais Machados.

Segundo alguns autores a chefia desta família veio aos Machados progenitores da Casa dos Condes da Figueira.

Principiou este nobre sobrenome na pessoa de D. Mendo Monizm  (primo 3.º do célebre Egas Moniz), rico-homem, e Senhor de Gondares, pela ação de romper com machados as portas de Santarém, em 15.03.1147. ao qual D. Afonso Henriques mandou usar (a ele e seus descendentes) do sobrenome Machado, porque, com um machado, arrombou uma das portas de Santarém, em 8 de maio de 1147, para dar entrada ao exército português, comandado pelo rei, que neste dia tomou aos mouros o castelo de Santarém, um dos mais fortes que os mouros tinham em Portugal. O principal solar dos Machado é a torre da Penegate, na Província do Minho, fundada em 1200, por Fernão Machado [Pinho Leal – Dicionário, VI, 36]. Por linha masculina descendem de D. Sancho I, fal. em 1211, 2.C rei de Portugal. Por linha feminina descendem do conde D. Osorio de Cabreira que passou a Portugalno tempo do conde D. Henrique de Borgonha (pai do 1.º rei de Portugal). Da família machado são os marqueses de Montebelo, senhores de Entre-Homem e Cavado (Anuário Genealógico Latino, I, 60). Ilha da Madeira: o genealogista Henrique Henriques de Noronha [], em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, Tomo II, 379]. Ilha de São Miguel: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha de São Miguel escreveu, no ano de 1717, o padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro V – Da fatal Ilha de S. Miguel, Capítulo XVII – De algus homes famosos, & familias que vieraõ povoar a Ilha de Saõ Miguel; Título VI – Dos Barbosas, Silvas, Tavares, Novaes, Quentaes, Farias, Machados [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro V, Ilha de São Miguel]. O genealogista português Gaspar Fructuoso, em sua História Genealógica de Sam Miguel [Saudades da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta família, em seu Capítulo XXV – Dos Rochas, Machados e Paivas, que vieram a esta Ilha no tempo do Capitão Joam Rodrigues da Camara [Gaspar Fructuoso – Saudades da Terra, 208]. Ilha Terceira: o genealogista Eduardo de Campos de Castro de Azevedo Soares, em seu Nobiliário da Ilha Terceira, escreveu sobre esta família: Passaram à ilha Terceira, no século XV, na pessoa de Mecia de Andrade Machado, filha do dr. João de Lisboa Machado, que foi regedor das justiças e senhor de muitas terras, e de sua mulher Maria de Castro. O dr. João de Lisboa pertencia à ilustre família dos Machados, com solar na freguesia de S. Martinho de Ferreiros, do antigo couto de Fonte Arcada, no concelho de Lanhoso. Mécia foi para a Terceira com seu marido Gonçalo Annes ou Eannes da Fonseca, tambem appellidado – da Ribeira Secca. Entre os descendentes de Gonçalo e Mécia, registram-se: I – o terceiro neto, Gaspar Dutra Machado [bat. 04.10.1597, Ilha Terceira -], que passou ao Rio de Janeiro, Brasil, onde deixou geração dos seus dois casamentos  ver família Dutra [Azevedo Soares – Nobiliário da Ilha Terceira, II, Título LIII]. Sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha Terceira escreveu no ano de 1717, o padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VI – Da Real Ilha Terceira, Cabeça das Terceiras, Capítulo XXIII – Dos Barretos liados com a Real casas do Santo Borja. E do tronco dos Fonsecas, Vieyras, Machados, Pachecos, & ainda dos Cantos [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VI, Ilha Terceira]. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, a de Bartolomeu Machado, ainda vivo em 1705, quase centenário. Deixou geração do seu cas., c.1626, com Jerônima Machado (Rheingantz, II, 475). Rheingantz registra mais 39 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosas descendêcias no Rio de Janeiro. Sobrenome de uma família de origem portuguesa, estabelecida no Rio de Janeiro, no século XVII, onde chegou Antônio Vilela Machado, nasc. no Porto, Portugal, por volta de 1671. Este Machado morava no bairro do Catete, próximo a Laranjeiras; teria sido ele que deu o nome ao campo do Machado, hoje logradouro conhecido como largo do Machado? Casado no Rio (Candelária 2º, 12) a 14.08.1701 com Maria da Conceição, nasc. no Rio (Candelária) por volta de 1689, fal. no RJ (Candelária 9º, 68) a 21.05.1738, filha do licenciado Manuel Antunes Pinhão, que vai citado no verbete da família Antunes (v.n.), do Rio de Janeiro. Com geração [Carlos Rheingantz – Primeiras Famílias do Rio de Janeiro, Tomo I]. Sobrenome de uma família de origem portuguesa, estabelecida no Rio de Janeiro, onde chegou o capitão José de Souza Guimarães (Machado) nasc. em São Martinho de Fareja, termo de Guimarães, arceb. de Braga por volta de 1698, e fal. no Rio de Janeiro a 04.03.1756 (sepultado no convento do Carmo), era negociante, morador à travessa do Bom Jesus e à praia do Peixe, e filho de Domingos Gonçalves Guimarães (Machado) e de Maria de Souza (e Castro). Com geração do seu cas. no Rio (Candelária 4º, 38) a 17.04.1728 com Maria Viana do Amaral, nasc. no Rio (Candelária 3º, 49) a 25.07.1704 (bat. a 07.08.) e fal. no Rio a 17.02.1769, filha do tenente-coronel Salvador Viana da Rocha, patriarca da família Viana do Amaral (v.s.), do Rio de Janeiro [Carlos Rheingantz – Primeiras Famílias do Rio de Janeiro, Tomo I]. Sobrenome de uma família de origem portuguesa, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde foi Inacio da Costa Machado, nasc. por volta de 1720, na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Rio Maior, Concelho de Santarém, Patriarcado de Lisboa, Portugal. Filho de Manuel Simões e de Catarina da Costa.

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Apellido canario,oriundo de Portugal.Se estableciò en La Orotava, isla de Tenerife. Pertenece este apellido a una de las familias màs antiguas de la Lusitania. Procede de Don Moninho Viegas, padre de Don Egas Moniz, fundador del Monasterio de Cucujães. Sigue el linaje de este ilustre apellido Martin Martinez Machado, que fue señor de la Torre del valle de Jarras o Geraz de Riva Cadavo en tierras portuguesas de lañoso. Era hijo natural del Rey Don Sancho I de Portugal y de Doña Maria Muñiz de Rivera. Lope Machado, descendiente directo del anterior, pasõ de Guimaraes a las Islas Canarias , siendo Conquistador y Poblador de Tenerife, obteniendo repartimientos de tierras en la zona de Tacoronte, segùn data de 23 de octubre de 1497, expedida a su favor por el Adelantado Don Alonso Fernàndez de Lugo.Estaba casado con Catalina Yanes, en Guima raes, su pueblo natal en la Lusitania.Tuvo varios hijos entre los cuales se destacò: Sebastian M. Conquistador de Tenerife, que como su padre tambén obtuvo importantes datas de tierra.

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Canárias, um nome nativo de Portugal.Se fundada em La Orotava, ilha de Tenerife. Este sobrenome pertence a uma das mais antigas das famílias Lusitânia. Se trata de Don Moninho Viegas, pai de Don Egas Moniz, fundador do Mosteiro de Cucujães. Segue a linhagem deste sobrenome ilustre Martin Martinez Machado, que foi o Sr. de la Torre Valley jarros ou Riva Cádavo em terras portuguesas de Lainé de Geraz. Era filho natural do rei Don Sancho I de Portugal e Doña María Muñiz de Rivera. Lope Machado, descendente direto da passagem anterior um, de Guimarães para as ilhas Canárias, sendo o conquistador e residente em Tenerife, recebendo presentes de terras na área de Tacoronte, de acordo com dados de 23 de outubro de 1497, emitidos em seu favor o Adelantado Don Alonso Fernandez de Lugo.Estaba casou com Catalina Yanes, Guima-raes, sua cidade natal no Lusitania.Tuvo são de vários filhos, entre os quais destaco: Conquistador de M. Sebastian de Tenerife, que como seu pai também ganhou datas importantes da terra.

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image Nascimento

sobrenome de origem portuguesa.  Sobrenome existente, praticamente em quase todo o território nacional.Nome de homem e de mulher [Maria do]; sobrenome de origem religiosa. De nascimento, subst. comum. Aplicado primitivamente a pessoas nascidas em 25 de Dezembro (Antenor Nascentes, II, 212). Em Goiás, entre outras, registra-sea do furriel José Rodrigues doNascimento, que deixou geração de seu cas., por volta de 1785, com Inácia Maria de Jesus, meiapontense (JJ., Pirinópolis, II, 279).Família originária das ilhas portuguesas estabelecida na Colônia do Sacramento, ramo dos Soares de Paiva (v.s.), do Rio Grande do Sul. Teve princípio em Manuel Tomaz do Nascimento [26.12.1759, Colônia do Sacramento – 22.02.1828, Rio Pardo, RS], filho de Joaquim Soares de Souza, natural da Ilha de Santa Maria, e patriarca da família Soares de Paiva (v.s.), do Rio Grande do Sul. Deixougeração dos seus dois casamentos, onde perpetuou o sobrenome Nascimento: – o primeiro, a 14.10.1782, em Rio Pardo, RS, com Teresa Inocência [06.02.1760, Rio Pardo, RS – c.1785], filha de José da Costa Luiz e de Inocência Francisca Pereira; e o segundo, por volta de 1787, com Juliana Francisca de Souza [c.1767, Rio Grande, RS -], filha de Matias Francisco Tibao e de Maria Ferreira. Linha Africana: Sobrenome de uma família de Goiás, de origem africana. Procede de Delfina, bat. em 1820, filha de Benedita, «parda», escrava de Antônio Severiano da Luz, que passou para o domínio do padre José Joaquim do Nascimento, que a libertou, em 1860. Delfina faleceu em 1875, deixando descendência, por onde corre o sobrenome Nascimento (J.Jayme, Pirinópolis, V, 411). Linha Natural: Em Minas Gerais, por exemplo, João Bento do Nascimento, nat. de Baependi (MG), «filho natural» de Maria Zeferina, foi cas. em 1831, Itajubá (MG), com Cecília Maria da Silva, nat. de Itajubá (Monsenhor Lefort – Itajubá). Citamos acima, os Nascimento do Rio Grande do Sul. Daquele tronco, pertence José Tomaz do Nascimento [13.09.1789, Rio Pardo, RS – 22.03.1854, idem], filho daquelecasal patriarca – Manuel Tomaz e Juliana Francisca. Deixou dois filhos naturais. Nobreza Titular: Em São Paulo, a família de AsdrubalAugusto do Nascimento, que foi Prefeito de São Paulo [1907]. Grão Cruz da Ordem do Santo Sepulcro. Foi agraciado, pela Santa Sé, com o título de conde Asdrubal do Nascimento. Deixou geração do seu cas. com Ernestina Jardim [1860 – 1943, São Paulo, SP] (Anuário Genealógico Brasileiro, IX, 269).

 

Nascimento Brito, importante família estabelecida no Rio de Janeiro, à qual pertencem, os diplomatas: I – Jaime doNascimento Brito [09.07.1886, Rio, RJ -], bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, em 1908. Nomeado Vice-Cônsul de Vladivostock, por Portaria de 24.04.1918 – não assumiu; mandado servir adido em Nova Iorque [1918] e Buenos Aires [1919]. Designado adido ao Consulado Geral no Havre [1920]; Cônsul de Segunda Classe, Adjunto, no Havre [1924]; e II – Octavio do Nascimento Brito [01.11.1888, Rio, RJ -], bacharel em Direito pela Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro, em 1908. Serviu, em comissão, como Relator do Boletim do Ministério das Relações Exteriores [1918]. Nomeado Redator do mesmo Boletim [11.11.1926]. 2.º Secretário, por Decreto de 30.04.1929.

 

Nascimento Silva, importante família estabelecida na região norte-fluminense do Estado do Rio de Janeiro, à qual pertence Manuel do Nascimento Silva, que deixou geração do seu cas., por volta de 1809, com  Margarida Rosa de São José. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – o filho, Dr. Josino do Nascimento Silva [31.07.1811, Campos, RJ – 06.06.1886, Rio, RJ], bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de São Paulo [1834]. Promotor Púbnlico e Juiz Municipal da Côrte [RJ]. Procurador dos Feitos da Fazenda Nacional. Oficial Maior da Secretaria de Justiça [1852]. Diretor-Geral da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça. Membro da Assembléia Provincial do Estado do Rio de Janeiro. Deputado à Assembléia Geral Legislativa, peloRio de Janeiro [1845-1847]. Presidente das Províncias de São Paulo [1853-1854] e Rio de Janeiro [1871-1872].  Diretor-Geral da Instrução Pública da Província do Rio de Janeiro. Advogado do Banco do Brasil. Presidente do Conservatório Dramático. Cavaleiro daOrdem de Cristo. Conselheiro do Império. Sósico do Insituto da Ordem dos Advogados do Brasil. Membro do Instituto Histórico eGeográfico Brasileiro [1839]. Deixou numerosa descendência de seu cas., em 21.05.1836, Rio, com Maria Jesuína da Rocha Freitas, nat. do Rio, filha de Francisco José da Rocha Freitas; II – o neto, Dr. Manuel do Nascimento Silva [03.03.1837, Rio, RJ – 11.02.1895, idem], bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de São Paulo [1862]. Casado, a 08.09.1868, com Jacinta Barroso; III – o neto, Dr. Josino do Nascimento Silva [1839, Rio, RJ – 09.04.1891, idem], bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de São Paulo [1862]. Membro efetivo do Instituto da Ordem dos Advogados [1879]. Com geração do seu cas., a 08.12.1860, no Rio, com sua prima em 2.º grau, Josefina Maria Ferreira [1845, Rio, RJ – 18.12.1866, idem]; IV – o neto, Engenheiro Carlos Augusto do Nascimento Silva [1855, RJ -], bacharel em Ciências Físicas e Matemáticas, pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro[1879]. Engenheiro da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. A ele se deve a homenagem com o nome de uma das ruas do Bairro de Ipanema, na zona sul carioca. Com geração do seu cas., a 15.05.1879, no Rio, RJ, com Propícia Eugênia Cardoso; V – o neto, Dr. Ernesto do Nascimento Silva [10.09.1857, Rio, RJ – 1925, idem], médico higienista. Professor e Diretor da Faculdade de Medicina doRio de Janeiro [1914]. Diretor da Instrução Pública Muncipal [1921].  Importante família de diplomatas, estabelecida na região dos lagos do Estado do Rio de Janeiro, à qual pertence o Dr. Francisco Eulálio do Nascimento Silva, que deixou geração do seu cas., por volta de 1880, com Maria Inês “do Nascimento e Silva”. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – o filho, Dr. Joaquim Eulálio do Nascimento Silva [01.04.1833, Araruama, RJ -], bacharel em direito pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro [1904]. Diplomata, jornalista. Redator do Jornal do Comércio. Correspondente do jornal A Noite, em Londres [1913] e Paris [1913-1918]. Cônsul do Brasil em Glasgow, Inglaterra [1918-1922]. Oficial de Gabinete do Ministro das Relações Exteriores Félix Pacheco [1922-1926]. Cônsul Geral do Brasil em Londres [1927-1929]. Chefe dos serviços econômicos e comerciais no Ministério das Relações Exteriores [1929-1934]. Fundou o Departamento Nacional de Indústria e Comércio, no Ministério do Trabalho. Ministro do Brasil junto aos Governos da Turquia, Egito, Grécia e Iugoslávia [1934-1938]. Ministro do Brasil junto ao Governo da Plônia [1938-1940]. Presidente do Conselho Federal do Comércio Exterior [1940-1942]. Ministro do Brasil junto ao Governo da Pérsia [1943]. Com geração do seu cas. com Margery Eulálio; II – o neto, Dr. Leonardo Eulálio do Nascimento Silva [26.03.1915, Paris, França -], bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro [1942]. Diplomata. Cônsul de 3.ª Classe [1941]. Encarregado do Consulado Geral do Brasil em Londres [1944]. 3.º Secretário, em Londres [1945]. 2.º Secretário, em Londres [1945-1950]; III – o neto, Dr. Geraldo Eulálio do Nascimento Silva [18.02.1917, Paris, França -], bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro [1942]. Diplomata. Cônsul de 3.ª Classe [1942]. Cônsul de 2.ª Classe [1945]. Cônsul em Rosário [1951]. Embaixador.

 

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image Pereira

sobrenome de origem luso-espanhola. Linhagem das mais nobres de Portugal, embora o apelido esteja muito vulgarizado. Pretendem os genealogistas que ela provém de Dom Mendo, irmão de Desidério, último rei dos Longobardos, o qual veio da Itália com poderosa armada para conquistar o reino da Galiza e ser seu soberano, intento que se frustou por causa de uma grande tempestade no cabo de Piorno, salvando-se só cinco cavaleiros, com os quais, no ano de 740, aportou à Galiza. Reinava então Dom Afonso I em Leão, a quem ficou a servir, e na Espanha, casou com a condessa Dona Joana Romais, que alguns dizem não chegou a receber, filha do Infante Dom Romão Bermudes, irmão legítimo do Rei de Leão, dom Fruela I, como escrevem.

Deste Dom Mendo foi filho Dom Froia Mendes, bom cavaleiro, que se casou com Dona Grixivera Álvares das Astúrias, de quem teveDom Bermudo Frojaz, que sucedeu nas terras de Trastamara a seu pai, foi conde e casado com Dona Aldonça Rodrigues, sua prima, filha de Dom Rodrigo Romais, conde de Monterroso, irmão de sua avó Dona Joana Romais. Deles nasceu, entre outros, Dom Rodrigo Forjaz de Trastâmara, que não foi Conde, guerreiro valoroso que combateu os Mouros no tempo de Dom Fernando, Rei de Leão, e que, na ocasião em que este monarca repartiu os reinos pelos filhos, seguiu o partido de Dom Garcia, Rei da Galiza e de Portugal, com quem esteve na batalha de Águas de Maias, onde ficou muito ferido. Prendeu, assim mesmo, na batalha de Santarém, o rei Dom Sancho, que entregou a seu irmão Dom Garcia, e, depois da entrega, morreu. De sua mulher, Dona Moninha Gonçalves, filha de Dom Gonçalo Mendes da Maia e de sua mulher, houve Dona Froia Bermudes, que sucedeu ao pai na sua casa e se recebeu com Dona Elvira Gonçalves, filha de Gonçalo Munhoz de Vila Lobos, o Despinhado, de quem teve Dom Rodrigo Frojaz de Trastamara. Este sucedeu em todas as terras paternas, achou-se na batalha das Navas de Tolosa com o rei Dom Afonso VII, prestou grandes serviços ao rei D. Fernando, tomou Sevilha e, por seu conselho, este príncipe se apossou de muitos lugares dos Mouros. Por se malquistar com Diogo Lopes de Biscaia, passou a França, onde o Rei o fez do seu conselho e lhe deu vários empregos.

 

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clip_image002    clip_image004    clip_image002[3]  Santana, Santanna, Sant’Ana, Sant’Anna

Sobrenome de origem religiosa, forma apocopada do original Sant’ana, refere-se a avó de nosso senhor Jesus Cristo, mãe da Virgem Maria .

Existe uma importante família mineira que teve princípio no vereador Joaquim José de Sant’Ana ( 1821-1875 ) filho de Araújo e Amélia Rocco. Em função de uma promessa feita a Nossa Senhora de Santana perpetuou em seus descendentes este nome Sant’Ana, em lugar do seu nome de família Araújo.

Há uma outra família proeminente vinda do Doutor João José Sant’Ana ( 1851-1895 ) filho do Capitão João José de Sant’Ana e de Dona Luiza Costa, que na qual, descendem vários ramos familiares em Minas Gerais e cercanias.

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clip_image002[3]Santos

sobrenome luso-espanhol de origem religiosa, resultado da abreviatura de Todos os Santos, era dado com freqüência a pessoas nascidas no dia 1 de Novembro, vindo mais tarde a ser adotado como nome de família.

O vocábulo português deriva da palavra latina sanctus que significa “santo”, “consagrado”. Originalmente, a idéia que se pode inferir do uso desta palavra é “separação para o serviço prestado às divindades”. Quando se refere a pessoas, pode indicar uma pessoa especialmente devotada, o que a distingue das massas populares. Uma palavra associada a esta, e que ao mesmo tempo precisa ser diferenciada, é o adjetivo sacer (-cra -crum), que significa “sagrado”, “que não pode ser tocado, sem ser manchado ou sem manchar”, “consagrado”.

O adjetivo latino sacer indica um estado; e sanctus, o resultado dum acto. Sacer, em termos gerais, tem “hieros” como seu correspondente na língua grega. No grego, hieros (equivalente a sacer) denota aquilo que é santo, em e por si mesmo, independentemente de qualquer julgamento ético.

Quando o nome é derivado do primeiro nome do pai ou da mãe, dir-se-á que tem origem patronímica ou matronímica. Neste caso, Santos é derivado do nome próprio Santo, nome muito popular na Península Ibérica durante a Idade Média. Neste caso, o apelido Santos significa assim “filho ou descendente de Santo” .

O sobrenome Santos pode ter também uma segunda origem: geográfica, se referido aos apelidos dos quais a origem se encontra no local de residência do portador original, como poder tratar-se do caso de Santos na localidade de Mação, no Brasil ou em Espanha, de uma região na Andaluzia, chamada “Sierra de Los Santos”.

Uma das mais antigas referências a este nome ou a uma variante é o registo de Martinho dos Santos, religioso português falecido em 1571, não se conhecendo, contudo, quaisquer linhagens em que uso de Santos se tenha transmitido de pais para filhos.

Defendem alguns autores o uso provável de Santos como segundo nome dado a crianças nascidas ou deixadas na roda dos expostos no antigo Hospital de Todos os Santos, em Lisboa.

 

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clip_image002[4] Sousa, Souza

sobrenome de origem portuguesa.  Nome de raízes toponímicas tirado da terra de Sousa, designou primeiramente a linhagem deste nome, cujas origens documentadas datam de épocas anteriores à Nacionalidade, vindo posteriormente a ser apelido da família em que tal linhagem veio a transformar-se.

Tendo recaído em senhora os dois principais ramos desta família, as duas damas da família, Dona Maria Pais, chefe da linha primogênita, e Dona Inês Lourenço, a secundogênita, vieram a casar respectivamente com Dom Afonso Dinis, filho bastardo legitimado de Dom Afonso III, e com Dom Martim Afonso, meio-irmão daquele.

De Dona Maria Pais e Dom Afonso nasceria a linha de Sousas dita de Arronches, por terem detido este senhorio, hoje chefiada pelos Duques de Lafões

De Dona Inês e Dom Afonso descenderiam dos Sousas ditos do Prado, por terem tido o senhorio desta vila, ou Chichorros, da alcunha daquele Dom Martim.

Sobrenome de origem geográfica. Rio e Povoação de Portugal. Cortesão tirou, com dúvida, da baixa latinidade Sousa, Saucia, ou Socia. Sousa [forma documentadano ano de 924], Souza [com z], Socia [documentado em 1088]. Leite de Vasconcelos tirou do latim saza, seixos, o que traz dificuldades fonéticas. Outros derivam de Salsa, donde Souza, Sousa, o que não apresenta dificuldade fonética. Cortesão faz diferença entre Sousa, nome do rio, e Souza, nome da povoação, derivando aquele de saza e este de Socia (Antenor Nascentes, II,286). Uma das mais antigas e ilustres famílias de Portugal. Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário das Famílias de Portugal (Tomo XXIX), usando o Nobiliário do Cazal do Paço, principia esta antiquíssima família em Dom Sueiro Belfaguer, Cavaleiro antigo godo, que floresceu nos primeiros anos do século VIII, ou pelos anos de 800. Foi filho, segundo melhores opiniões, de Don Fayão Theodo ou Theodosio (que foi bisneto em varonia de Flavio Egica, Rei da Espanha) e de sua esposa Sona Soeira, filha de D. Soeiro, Príncipe Godo. Informa ser a mais antiga família que se encontra na Espanha Portuguesa, e por automazia, a mais antiga Portuguesa.

 

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clip_image002[5]Valadão

sobrenome de origem portuguesa. Sobrenome de origem toponímica significando Vale Largo ou aumentativo de Valada. O berço principal da família em Portugal são as ilhas dos Açores.

Registra-se Bárbara Valadão, nascida em 1644, Portugal e falecida em 1732; casou-se com Francisco de Avelar em 1661, ele nascido em 1641 e falecido em 1726. Tiveram um filho: Balthazar de Avelar, nascido em 1663 e falecido em 10.02.1735.

Registra-se Francisco Valadão, nascido em 1650, São Pedro Parish, Ilha Terceira, Açores, Portugal; casou-se com Ribina Faleria, nascida em 1650. Teve uma filha, Joana Ignácia Valadão, nascida em 1687.

Registra-se Manuel Nascimento Mesquita Valadão, nascido em 1866 Ilha Terceira, Açores, Portugal e falecido em 20.12.1928 no Brasil. Filho de João Desenguier Valadão, nascido em 1832, Angra, Ilha Terceira, Açores, Portugal e falecido em 1855 na mesma localidade e Lady Emelia Mesquita, nascida em 1830, Horta, Flores, Açores, Portugal e falecida em 14.01.1919, Lisboa, Portugal; neto paterno de Mariana de Aguiar Valadão, nascida em 1799, Ilha Terceira, Açores, Portugal e falecida em 1887.

Registra-se Manuel da Cotta Valadão, nascido em 1786, São Gotardo, Minas Gerais, Brasil; casou-se com Joaquina Florência Rosa de São José em 04.09.1810, ela nascida em 1793. Tiveram os seguintes filhos: Francisca Florêncio de Assis, nascida em 1812; Ana Joaquina de Assis, nascida em 1815; Joaquim da Cotta Valadão, nascido em 1818; Constância Floriana de Assis, nascida em 1827; Clara Floriana de Assis, nascida em 1828 e Gertrudes Joaquina de Assis, nascida em 1830.

Registra-se Manoel Lopes Valadão, nascido em 1725, Vila das Lajes, Terceira Ilha, Açores, Portugal e falecido em 05.05.1795, Rio Pardo, Rio Grande do Sul, Brasil; casou-se com Patronilha Maria Valadão em 05.12.1765, ela nascida em 1745, Açores, Portugal; filho de João Lopes Gatto, nascido em 1695, Vila das Lajes, Terceira Ilha, Açores, Portugal e Josefa Maria Valadão,nascida em 1700, Vila das Lajes, Terceira Ilha, Açores, Portugal. Ele teve os seguintes filhos: Angélica Maria Valadão, nascida em 1766; Ignácia Maria Valadão, nascida em 1767 e José Lopes Valadão, nascido em 1769.

Registra-se Apolónia Valadão, nascida em Horta, Açores, Portugal em 1649 e falecida em 12.09.1712; filha de Francisco Valadão Caldeira, nascido em 1620 e Apolónia de Paiva, nascida em 1625; casou-se com Estácio Machado de Ultra em 20.02.1667, ele nascido em 1643. Teve dois filhos: António Machado de Ultra Teles, nascido em 1675 e Inês Antónia Pereira da Silveira em 1677.

Registra-se Ana Cândida de Valadão, nascida por volta de 1840, Açores, Portugal; casou-se em 1858 com Lucas António de Oliveira Catta-Preta. Tiveram 2 filhos: Eugênio de Valadão Catta-Preta, nascido em 13.05.1862 e Maria Carolina Pinheiro da Graça, nascida em 1864.

Registra-se António Machado Valadão, nascido em 1645, Açores, Portugal; casou-se com Luzia Rebelo Diniz. Tiveram 2 filhos: Jacinto Homem da Costa, nascido em 1670 e Domitília do Rogério Borges, nascido em 1672.

Registra-se Beatriz Valadão, nascida em 1456, Açores, Portugal; filha de João Valadão, o velho, nascido em 1430, Açores, Portugal e Maria Rodrigues, nascida em 1440; casou-se com Rui Dias Teles Pacheco em 1475. Teve os seguintes filhos: João Rodrigues Valadão, nascido em 1480; Catarina Gonçalves de Antona, nascida em 1482; Maria Rodrigues Valadão, nascida em 1484 e Pedro Gonçalves de Antona, nascido em 1486.

Registra-se Catarina Valadão, nascida em 1550, Açores, Portugal e falecida em 06.04.1591, Praia da Vitória, Açores, Portugal, filha de Francisco Valadão, o Velho, nascido em 1520; casou-se com Gaspar de Souto Cardoso, nascido  em 1540. Ela teve os seguintes filhos: Manuel da Ponte Valadão, nascido em 1566, casou-se com Maria da Costa Leonardes, nascida em 1567; Maria Cardoso, nascida em 1568; casou-se com Francisco Cardoso de Aguiar, nascido em 1562; Gaspar Valadão, nascido em 1569; Beatriz Cardoso, nascida em 12.06.1570; casou-se com Mateus Godinho da Costa; Roque da Ponte Cardoso, nascido em 13.02.1575; casou-se com Beatriz Álvares Cardoso e Belchior da Ponte Maciel, nascido em 29.08.1577; casou-se com Inês Fernandes.

Registra-se João Valadão, o velho, nascido em 1430, Alentejo, Portugal e residido no Torrão. Participou da conquista de Arzila. Passou à Ilha Terceira no século XV, onde recebeu várias terras entre elas as de cartas de Fernão Vaz e outros, de 30.01.1495, confirmada por Dom Manuel I em 14.04.1502. A sua principal residência foi na casa dos Altos Ares, depois “dos Altares”, na mesma freguesia. Casou-se com Maria Rodrigues em 1449, ela nascida em 1435. Tiveram os seguintes filhos: João Valadão, nascido em 1450; Ana Valadão, nascida em 1451; casou-se com Gonçalo Álvares Pamplona; Francisca Valadão, nascida em 1452; casou-se com Afonso Antão; Margarida Valadão, a velha, nascida em 1453; casou-se com Martim Simão de Faria; Violante Valadão, nascida em 1454; Beatriz Valadão, nascida em 1456; casou-se com Rui Dias Teles Pacheco; Isabel Valadão, nascida em 1458; casou-se com João Álvares Homem e Catarina Valadão, nascida em 1460; casou-se com Gomes Pacheco de Lima.

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From: Luís Ney Valadão Eng Meca

Sent: Sunday, July 17, 2016 7:23 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Genealogia Família Valadão e Família Pereira

 

Olá Sr. Afranio,

Li, no site do ROL, sobre o assunto de genealogia e solicito, por gentileza, informações dos ancestrais dos meus pais. Segue os dados abaixo:

 

– Olinda Valadão de Souza, filha de Jordelino Valadão dos Santos (filho de Olímpio José Valadão e Brasilina Maria Valadão) e Maria do Nascimento Valadão.

– Miguel Pereira de Souza, filho de Antônio Pereira Machado (filho de Feliciano Pereira Machado e Emerlinda Maria de Souza) e Maria Antônia de Souza (filha de Antônio Custódio de Souza e Margarida Justa Sant’Anna).

 

Desde já agradeço pela atenção e fico no aguardo.

Por gentileza, me confirme o recebimento deste. Grato!

 

Att,

Luís Ney Valadão de Souza

Campo Grande – Mato Grosso do Sul




Genealogia: Afrânio Mello fornce informaçõs sobre as familias COELHO, SILVA, RODRIGUES e COUTINHO

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 767,768,769,770 e 771

 

Caro José Coutinho,

Estou encaminhando todos os arquivos dos sobrenomes que você menciona.

Geralmente neles encontramos referências sobre as origens nobres dos sobrenomes.

Faça uma pesquisa neles e veja se encontra alguma referência sobre a CASA DA TORRE.

De qualquer forma, no endereço abaixo , que eu verifiquei tem um trabalho de grande

extensão sobre a CASA DA TORRE, trabalho do cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira.

É um bom material de pesquisa.

http://www.espacoacademico.com.br/074/74liv_bandeira.htm

SegueM os arquivos de COELHO, SILVA,RODRIGUES E COUTINHO.

Em seguida um pequeno resumo do conteúdo do arquivo principal de cada um deles.

Espero que encontre o que procura.

 

RODRIGUES……………………….. 22 páginas e 15 brasões ;

COELHO……………………………. 14 páginas e 1 brasão ;

SILVA………………………………… 35 páginas e  5 brasões e

COUTINHO………………………..    2 páginas e 1 brasão.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

No caso dos COELHO ,RODRIGUES,SILVA e COUTINHO todos tem referências sobre a origem nobre.

clip_image002 Coelho

rodeia as origens desta família toda uma série de lendas que a credulidade de inúmeros genealogistas e a passagem dos séculos tonaram difíceis de desfazer.

A verdade, porém, é que elas nasceram da fértil imaginação de João Soares Coelho, trovador e vassalo de Dom Afonso III, tendo por base o desejo de aquele  modesto fidalgo se engrandecer, a si e à sua ascendência, através da adaptação a um antepassado de uma fábula que, originariamente, lhe era estranha.

João Coelho era, com efeito, descendente por via bastardia de um dos filhos bastardos de Dom Egas Moniz «de Riba-Douro», e terá decidido transformar-se e aos seus representantes daquela linhagem, apesar de não terem herdado nem sequer um dos seus únicos bens patrimoniais.

Para tanto, chegou a maquilhar o momento funerário de Dom Egas Moniz, para o decorar com cenas da aventura que lhe atribuíra. Heraldicamente, no entanto, aquele trovador deixou marcada a sua diferença em relação aos verdadeiros ramos da descendência legitima de Dom Egas Moniz.

Os Coelhos descendentes de Duarte Coelho, e que tendo sido capitães de Pernambuco, originaram os Albuquerques Coelho do Brasil usam armas diferentes, que àquele foram concedidas pôr carta de 6 de Julho de 1545.

A Nicolau Coelho, piloto e navegador que comandou a caravela Bérrio da frota que sob o comando de Vasco da Gama fez a descoberta do caminho marítimo para Índia, foram também concedidas armas novas.

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clip_image002[3]    clip_image004    clip_image006    clip_image005    clip_image007    clip_image008Rodrigues, Rodriguez

sobrenome de origem luso-espanhola. Classificado como Patronímico bastante abundante, tanto quanto era o nome próprio Rodrigo ou Rui que o originou nos séculos XIV e XV, inúmeras são as famílas que o adotaram por apelido sem existirem os menores laços de consangüinidade entre elas.

Isso não impede que algumas dentre elas ascendessem à nobreza da fidalguia de cota de armas, o que sucedeu particularmente com três. Teremos assim, e para começar, a que procede de um desconhecido Martim Rodrigues, cujas armas figuram já no Livro do Armeiro-Mor.

Sobrenome de formação patronímica – o filho de Rodrigo (v.s.). Documentou-se as formas Roderiquici [no ano de 1074], rodoriquici[em 1075], rodoriquiz [em 1081], roderiguiz [em 1079], rodorigiz [em 966], rodrigiz [em 1096] e rodriguez, forma espanhola (Antenor Nascentes, II, 264). Patronímicos são apelidos que consistem numa derivação do prenome paterno. No latim ibérico constituiu-se esse tipo de apelido com o sufixo “-ícus” no genitivo, isto é, “-íci”. É quase certo que se trata de um sufixo ibérico “-ko”, indicativo de descendência, com as desinências latinas da 2ª declinação. Assim, por evolução fonética temos no português medieval -ez (escrito -es, porque átono) -iz, -az (escrito -as, quando átono). Por exemplo: Lopes (que vem de Lopo), Fernandes (filho de Fernando) e Perez ou Peres ou Pires (filho de Pero, variante arcaica de Pedro). Portanto Peres (paroxítona/Portugal) e Perez (oxítona/Espanha) têm por significado «Filho de Pedro». Regsitram-se, entre muitas, quatro antigas famílias com este sobrenome, com brasão de armas diferente: I – Martim Rodrigues, Antônio Rodrigues e Paio Rodrigues, obtiveram as mesmas armas; II – Antônio Rodrigues, outro, principal rei de armas Portugal, no tempo de D. Manuel I, rei de Portugal em 1495; III – Paio Rodrigues; e IV – Rodrigues de Varillas (de Salamanca, Espanha). Procede do conde D. Vela, filho de D. Ramiro, fal. em 1094, rei de Aragão. Registra-se, ainda, Diogo Rodrigues das Varillas, que no tempo do rei D. Felipe II, passou a Portugal, onde se casou e seu neto Diogo Rodrigues, em 1629, registrou brasão de armas (Anuário Genealógico Latino, I, 82). Brasil: Assim como os demais patronímicos antigos – Eanes, Fernandes, Henriques, etc. – este sobrenome espalhou-se, desde os primeiros anos de povoamento do Brasil, por todo o seu vasto território. Em São Paulo, entre as mais antigas, registra-se a família de Braz Rodrigues, carpinteiro da ribeira, com geração de seu cas. com Brígida Ramalho – falecidos antes de 1582. Ainda em São Paulo: Diogo Rodrigues [1560, Santo Amaro], Baltazar Rodrigues [1562, S. Paulo], Braz Rodrigues [1579, S. Paulo], Martim Rodrigues Tenório [1589, S. Paulo], Manuel Rodrigues de Gois [1599, S. Paulo] (AM, Piratininga, 165) e Antônio Rodrigues de Alvarenga [c.1555, Lamego – 1614, SP], de quem também descendem os Alvarengas (v.s.), de São Paulo. Ainda, em São Paulo, registra-se os descendentes de Pedro Rodrigues, que deixou geração do seu cas., por volta de 1899, com Palmira Dumont, filha de Gustavo Dumont. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – o filho, José Rodrigue [26.08.1902 – 31.01.1961], que deixou geração do seu cas. com Yolanda Negrini [1910-1992], integrante da família Negrini (v.s.), de São Paulo; II – a neta, Neide Negrino Rodrigues, filha da anterior. Casada na família Gomes. Ainda em São Paulo, registra-se, entre muitas, a família de Fortunato José Rodrigues [05.04.1895 – 09.04.1971], estabelecido em Itapeva. Residiu na zona rural do Bairro do Colégio no distrito de Itapeva. Com geração do seu cas. com Maximiana Francisca de Oliveira [25.04.1901, Itapeva, SP – 12.10.1988]. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – o filho, José Rodrigues da Cruz [14.11.1922, Itapeva, SP -], que, ainda religioso, setrviu como capelão dos antigos terços cantado de Itapeva. Mestre da tradicional dança de São Gomçalo, a qual aprendeu com seu pai. Deixou geração [nove filhos] do seu cas. com sua prima legítima Ana Joaquina de Oliveira [13.05.1926, Itapeva, SP -], filha de Joaquim Alves da Rocha [18.09.1882, Itapeva, SP – 09.12.1947] e de Maria Joaquina de Oliveira [03.07.1894 – 22.05.1963], irmã de Maximiana Francisca de Oliveira, citada no item I; II – a neta, Marili Oliveira Cruz, filha do anterior; III – a neta, Matilde de Oliveira Cruz, irmã do anterior; IV – o neto, José Hipólito de Oliveira Cruz [13.08.1962, Itapeva, SP-], irmão da anterior.

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clip_image002[4]Silva

nome luso-espanhol de raízes toponímicas, foi extraído da torre em honra desta designação, junto de Valença. A linhagem que o adotou como sobrenome é de remotas e nobres origens, pois que anteriores à fundação da Nacionalidade e derivada da Casa Real de Leão. O sobrenome é de origem geográfica, pelo menos, para os que não são de sangue azul. Os Silva nobres são descendentes dos Silvio Romanos.

João Ruiz de Sá, a propósito dos Silva diz: “ Forão seus progenitores / rreys Dalva, donde vyeram / os irmãos que nõ couberão / nu soo rreyno dous senhores” o mesmo João Ruiz de Sá, no ofertório, ao Conde de Porto Alegre, da epístola de Dido e Enéias diz “ Eneas de quem a gente / dos de Sylvia he descendente / como é outra parte digno. “

Obs: escrita em português arcaico.

 

Virigilio na Eneida VI, 763-6, se refere a Silvio, filho póstumo de Enéias com lavinia, crescido e educado nas florestas. Tito Livio dá versão diferente. Apresenta Silvio como filho de Ascânto e por acaso nascido numa floresta.

imageDa palavra “Silva”, nome comum a vários arbustos. Procede esta famílias dos Silvios Romanos que viveram na Espanha, no tempo em que os Romanos a conquistaram. Seu solar é a torre de Silva, junto ao rio Minho, Portugal. Descendem de Paio Guterre, os Silva de Portugal, no tempo de Dom Afonso Henriques, 1º rei de Portugal, falecido em 1185, e que era filho de Dom Guterre Aldiretee, descendente dos reis de Leão e companheiro do Conde Dom Henrique de Borgonha.

No Império Romano, o nome era um apelido que designava os habitantes das cidades provenientes da selva. No século I a.C., quando os romanos invadiram a Península Ibérica, muitos lusitanos acabaram incorporando a alcunha. Quinze séculos depois, quando chegaram ao Brasil, grande parte deles tinha o sobrenome Silva. Sua difusão acabou sendo incrementada pelos escravos, que chegavam aqui apenas com um nome, escolhido por padres durante as viagens nos navios negreiros. Com a abolição da escravatura, eles passaram a se registrar com o sobrenome dos seus antigos donos.

O lingüista Flávio di Giorgio, da Pontifícia Universidade de São Paulo, lembra outro fator que pode ter ajudado a popularizar o Silva. Segundo ele, os portugueses que atravessavam o Atlântico recebiam acréscimos ao sobrenome original. “Quem ficava no litoral incorporava o Costa; quem ia para o interior ganhava o Silva, de Selva”, explica. O sobrenome  é o mais popular do Brasil, devido a um outro  fator chave, quando houve a libertação dos escravos em 1888 através da Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel, estes escravos acabaram por adotar o sobrenome de seus antigos senhores.

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Coutinho

constituíram os que primeiro adotaram este sobrenome um ramo da linhagem dos «de Riba-Douro», sendo aquele nome simultaneamente de raízes toponímicas e derivado de alcunha, isto é, de um apelido,  visto haver sido extraído do Couto de Leomil, de que foram senhores os seus chefes.

Foram os Coutinhos uma das grandes linhagens que deram o apoio das suas hostes à causa do Mestre de Aviz, vendo-se guindados ao topo da pirâmide social nobiliárquica do séc. XV ao atingirem a grandeza de reino com os condados de Marialva e de Loulé, bem como com a graduação hereditária de marechais de Portugal.

Trata-se de um ramo dos Fonsecas, tendo Urraca Rodrigues (neta paterna de Mem Gonçalves da Fonseca) casado com Estevão Martins, de Leomil e este casal sido pais de Fernão Martins da Fonseca, senhor do couto de Leomil, o Coutinho, de onde retirou o sobrenome a sua descendência.

Armas

De ouro, cinco estrelas de vermelho, armado e lampassado de ouro, carregado com uma estrela de cinco raios do mesmo sobre a espádua e segurando uma capela de flores de suas cores na garra direita

 

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Genealogia: Afrânio Mello fornece gratuitamente aos leitores informações sobre famílias. Nesta edição, família JACOB.

 Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 764

 

Prezada Keila, boa noite.

Demorou um pouco mas hoje segue sua pesquisa.

Foi um prazer falar com você via telefone.

Eu também morei em Campo Grande (MS).

Envio o arquivo do Sobrenome Jacob e seus  9 brasões dependendo do pais de origem, apesar de ser hebraica a origem.

No arquivo os nomes mais recentes estão grafados em vermelho.

Sinto muito não encontrar o nome do seu bisavô e do seu avô.

Com este arquivo você tem mais nomes para pesquisar se há algum parentesco.

Lembre-se que o nome Jacob deve estar vindo  de uma das mães.

Procure por esse lado.

Segue 8 páginas para sua leitura.

Espero que fique mais calma e goste da informação que envio.

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello

IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

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Jacob

sobrenome de origem universal e patronímica, isto é, deriva do nome próprio do patriarca desta família. O nome vem do hebraico Yah-aqob.

Registra-se Anna Catherine Jacob, nascida em 29.03.1665, Vieux, Lixheim. Alsace-Lorraine, Provence, França. Registra-se Anna Magdalena Jacob Notter, nascida em 23.02.1746, Affeltrangen, Thurgau, Suíça. Registra-se Aafje Jacob, nascida em 1639, Westzaan, Holanda. Registra-se Aecht Jacob, nascida em 29.07.1572, Oude Kerk Nederlands Hervormde Kerk, Amesterdam, Holanda. Registra-se Aagtje Jacob, nascida em 1586, Streefkerk, Zuid Holland, Holanda. Registra-se Aachie Jacob, nascida em 1674, Lekkerkerk, Zuid Holland, Holanda. Registra-se Aalbert Jacob, nascido em 03.05.1673, Lekkerkerk, Zuid Holland, Holanda. Registra-se Aelge Jacob, nascida em 05.05.1566, Amsterdam, Holanda. Registra-se Ael Jacob, nascida em 11.07.1573, Amsterdam, Holanda. Registra-se Aeltje Eecker Jacob, nascida em 1656, Blokzijl, Overrijssel, Holanda. Registra-se Aaltje Jacob, nascida em 13.06.1666, Lekkerkerk, Holanda. Registra-se Aaltje Jacob, nascida em 09.02.1752, Amsterdam, Holanda. Registra-se Aaltse Jacob, nascida de 22.12.1805, Giethoom, Overtijssel, Holanda. Registra-se Aron Jacob, nascido em 1716, Amsterdam, Holanda.

 

Registra-se karen Jacob, nascida em 02.07.1786, Pedersborg, Soro, Dinamarca. Registra-se Anna Chathrine Jacob, nascida em 16.10.1778, Hunderup, Ribe, Dinamarca. Registra-se Anna D. Jacob, nascida em 17.12.1801, Hope, Lunde, Svendborg, Dinamarca. Registra-se Abraham Jacob, nascido em 1821, Viborg, Dinamarca. Registra-se Aage Jacob Stygge, nascido em 1387, Logtred, Dinamarca. Registra-se Oge Jacob, nascido em 10.04.1657, Stubbekobing, Maribo, Dinamarca. Registra-se Aage jacob, nascido em 1682, Dannemare, Maribo, Dinamarca.

 

Registra-se Anna Maria Jacob, nascida em 18.04.1655, Vilich, Rheinland, Prússia, Alemanha. Registra-se Anna Margaretha Jacob, nascida em 22.12.1695, Ulm, Donaukreis, Württemberg, Alemanha. Registra-se Anna Bárbara Hans Jacob, nascida em 31.03.1696, Ebingen, Schwarzwaldkreis, Württemberg, Alemanha. Registra-se Anna Catharina Jacob, nascida em 26.07.1699, Ulm, Donaukreis, Württemberg, Alemanha. Registra-se Anna Elisabetha Jacobs, nascida em 21.08.1746, Dattenfeld, Rheinalnd, Prússia, Alemanha. Registra-se Anna Clara Jacob, nascida em 14.09.1759, Dorrebach, Kreuznach, Rheinland, Prússia, Alemanha. Registra-se Anna Eva Jacob, nascida em 23.03.1760, Dörrebach, Rheinland, Prússia, Alemanha. Registra-se Anna Elisabeth Jacob, nascida em 28.08.1768, Hochelheim, Alemanha. Registra-se Gertrudis Jacob, nascida em 16.10.1778 Barweiler, Rheinland, Prússia, Alemanha. Registra-se Anna Maria Jacob, nascida em 25.01.1786, Hogheim Am Taunus, Hessen-Nassau, Prússia, Alemanha.

 

Registra-se Adélia Jacob, nascida em 08.08.1928, Santa Maria de Jetibá, Espírito Santo, Brasil e falecida em 19.07.1995; filha de Berthold Jacob e Ida Behrend. Registra-se Adolfo Jacob Muller, nascido em 1885, Passo Fundo, Rio Grande do Sul, Brasil; filho de Fernando Muller e Maria Jacob. Registra-se Affonso Jacob, nascido em 31.03.1867, Conceição do Rio Verde, Minas Gerais, Brasil; filho de Ignácio Antonio Jacob e Lucia Maria do Nascimento. Registra-se Alberto Jacob, nascido em 1888, Campinas, São Paulo, Brasil; filho de Pedro e Eliza Jacob. Registra-se Anna Jacob, nascida em 21.07.1713, Guarulhos, São Paulo, Brasil; filha de Matheos Jacob e Ignes Nunes. Registra-se Artur Jacob Meeder, batizado em 13.01.1649 na igreja Reformada Holandesa, Recife, Pernambuco, Brasil; filho de Jan Meeder e Jannetien Jacob. Registra-se Beijamin Jacob Muller, nascido por volta de 1887, Passo Fundo, Rio Grande do Sul, Brasil; filho de Fernando Muller e Maria Jacob; casou-se com Idalina Trancoso de Britto em 1904 na mesma localidade. Registra-se Cathalina Jacob, batizada em 28.08.1647, na igreja Reformada Holandesa, Recife, Pernambuco; filha de Jacob Bartholomeus e Weyntgen Janss. Registra0se Catharina Jacob, batizada em 28.03.1644, na igreja Reformada Holandesa; filha de Jacob Carstens e Trijntie Carels. Registra-se Catharina Jacob, nascida em 12.04.1842, Sant’Ana do Rio dos Sinos, Rio Grande do Sul, Brasil; filha de Pedro Jacob e Margarida Ensser. Registra-se Catharyna Jacob; batizada em 02.02.1653, na igreja Reformada Holandesa, Recife, Pernambuco, Brasil; filha de Jacob Thijssen e Magdalena Jacob. Registra-se Damazia Jacob, nascida em 07.03.1858, Passo Fundo, Rio Grande do Sul, Brasil.Registra-se Daniel Jacob, nascido em 1843, Estrela, Rio Grande do Sul, Brasil; casou-se com Angélica Fretich em 1867 na mesma localidade. Registra-se Dorothea Jacob, nascida em 10.10.1917, Santa Maria de Jetibá, Espírito Santo, Brasil e falecida em 11.11.1993.

 

 

From: JACOB TURISMO E VIAGENS

Sent: Tuesday, July 12, 2016 3:24 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Familia Jacob

Boa tarde
Meu nome é Keila Ribeiro, moro na Paraíba, nasci em Campo Grande – Mato Grosso do Sul, estou fazendo o levantamento da minha arvore genealógica, meu avô Jeronimo Jacob das Chagas viveu no Mato Grosso, na região entre Rondonopolis e Barra do Garça/MT, o único documento comprobatório que possuo é a identidade do meu avô Jeronimo Jacob das Chagas, filho do Jacob Francisco das Chagas, que os envio em anexo. É possível obter mais detalhadamente informações a respeito de quem foi e de onde veio esta pessoa – JACOB FRANCISCO DAS CHAGAS possivelmente meu bisavô, ja que este nome não é tão comum???

No aguardo com muita ansiedade e desde ja agradecida.
Keila

83 3228 4096

83 99802 8835 (TIM E WHATSAP)

83 98854 6517 (OI)

83 99657 3550 (CLARO)




Artigo de Helio Rubens: a opinão de Benedito Marques Ballouk Filho

Minha participação desta vez é apenas para dar destaque a um artigo publicado no jornal ‘O Estado de São Paulo’ de autoria do Benedito Marques Ballouk Filho, o homem  que está autorizado a falar pela Maçonaria no Estado de São Paulo. Tendo em vista a importância dele e do que representa, achei que devia transcrever a matéria publicada pelo Estadão (Helio Rubens)

Reinserção da Maçonaria na política brasileira

BENEDITO MARQUES BALLOUK FILHO*

23 Julho 2016 | 03h00

Pela conjunção de uma série de fatores, o Brasil passa pelo que alguns chamam de “era dos escândalos”. Seja na TV ou no rádio, nos jornais ou no computador, na fila do banco ou nas conversas do trabalho, somos bombardeados diariamente por incontáveis manchetes e notícias sobre corrupção, envolvendo empresas, partidos e a classe política em geral.

Há quem atribua esse fato a uma escalada dos esquemas que desviam recursos públicos, enquanto outros entendem que estamos assistindo a um aumento sistemático da força empreendida em investigar e tornar públicos esses crimes. De uma maneira ou de outra, a verdade é que vivemos um momento político ímpar.

Nunca antes se falou tanto em corrupção, assim como nunca antes uma bandeira contra ela foi levantada por parcela tão expressiva da população. Extirpar esse câncer que corrói o tecido social de nossa Pátria passou a ser questão de honra para muitos, em razão do aclaramento da consciência cívica dos brasileiros.

Diante desse cenário, nossa responsabilidade cívica vai além do voto, princípio básico de uma democracia. Hoje, falar, pensar e fazer política deixou de ser uma atividade exercida a cada quatro ou dois anos, mas algo permanente, enraizado em nossas relações e permeando o nosso dia a dia. Com a sociedade civil organizada não seria diferente.

A luta contra a corrupção e o resgate da dignidade no exercício do poder já mobiliza instituições civis por todo o Brasil, de organizações de classe a grupos, institutos e ONGs. É uma batalha diária pela mobilização em prol da retomada do protagonismo político, norteada pela visão da política como ferramenta única de transformação social; que não pode ser vista como algo simples, sem interesse ou importância. Como dizia Platão, “a desgraça dos que não gostam da política é que são governados pelos que gostam”. Alguns não só gostam, como a utilizam em proveito próprio – e são esses que devem ser banidos da vida pública.

É assim, fazendo parte desse coro que clama por medidas emergenciais de mudança, que a Maçonaria do Estado de São Paulo busca seu protagonismo e o resgate do seu passado histórico de lutas e conquistas para a construção da nossa Pátria. A Ordem Maçônica esteve presente em momentos fundamentais da nossa História, como a Independência do Brasil, a Proclamação da República, a abolição da escravatura, a redemocratização do País e outros eventos marcantes, sempre altiva e coadjuvante no progresso e na evolução de nossa gente e de nossa Pátria.

Hoje lutamos pela mudança desse cenário caótico, tornando público o ímpeto da Maçonaria de estar inserida, juntamente com outras organizações da sociedade civil, no mesmo coro por uma renovação nacional. Com esse foco os maçons paulistas instituíram e têm ampliado sistematicamente o Grupo Estadual de Ação Política (Geap-SP). Essa iniciativa reúne associados das três Obediências Maçônicas do Estado, do Grande Oriente de São Paulo (Gosp), da Grande Loja do Estado de São Paulo (Glesp) e do Grande Oriente Paulista (GOP), e tem um objetivo único e simples: lutar para a construção de uma classe política brasileira composta por pessoas dotadas de valores éticos e comprometidas com a Pátria e o bem comum. Entendemos que o Brasil é um país promissor, que necessita investir na educação de base para o surgimento de uma nova geração comprometida com esses nobres princípios.

Essa proposta não é utópica nem ingênua, mas um exemplo de mobilização da sociedade civil que já funciona e se expande. O Geap coordena grupos locais e incentiva as lojas maçônicas a estar cada vez mais próximas do processo político nesse ideário, principalmente neste ano de eleições municipais. Combater a ignorância do voto nulo e o desprezo ao próprio voto, a única ferramenta capaz de realizar as mudanças tão necessárias para um País livre do jugo da corrupção e voltado para o progresso, como uma das maiores nações do mundo.

Assim, os maçons passaram a receber os candidatos eletivos, deles buscando compromissos que visam a resgatar a ética e a cidadania. Mais do que isso, esse grupo político atua identificando potenciais lideranças maçônicas ou de outras esferas sociais que possam representar esses ideais da transformação da sociedade. Todos esses candidatos podem, então, solicitar o apoio da Maçonaria, sendo possível orientá-los sobre o processo de filiação aos partidos políticos antes mesmo de as coligações serem feitas, participando assim da formação estratégica dessas lideranças, sejam tais candidatos maçons ou não. O essencial é que eles sejam comprometidos com a ética, com a probidade administrativa e com a moralidade pública.

O mais importante , porém, é a contrapartida exigida. Fazendo parte ou não da Maçonaria, todos os candidatos que buscam esse apoio assinam um termo de compromisso, garantindo não apenas sua conduta e suas intenções, mas se predispondo a realizar visitas periódicas depois de eleitos para a prestação de contas de suas ações enquanto representantes da população.

Esse é um exemplo de atuação da sociedade civil organizada, que não apenas ajuda a identificar e apoiar nomes que possam substituir os corruptos instalados no poder público, mas também fiscaliza suas ações após o processo eleitoral. Um trabalho que deve ser realizado de forma constante e coletiva, já que nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos.

Nosso papel é fazer uma interface do discurso maçônico com a prática cidadã, atuando na evolução da sociedade por meio do exercício direto da política. É uma forma de revolução pacífica, cívica e democrática, permitindo, assim, a construção de um País melhor para todos e para as gerações futuras.

* BENEDITO MARQUES BALLOUK FILHO É ADVOGADO, GRÃO-MESTRE ESTADUAL DO GRANDE ORIENTE DE SÃO PAULO, REPRESENTANTE DE MAIS DE 24 MIL MAÇONS PRESENTES EM CENTENAS DE MUNICÍPIOS PAULISTAS




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias PEREIRA, LIMA, SOUZA e SOARES

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 760, 761, 762,763

 

Prezada Senhora Marlene, boa noite.

Atendendo seu pedido feito no Rol-Região On line encaminho o que a senhora solicita.

PEREIRA……………………………………..   20 páginas e 1 brasão ;

LIMA…………………………………………..  18 páginas e  1 brasão ;

SOUZA……………………………………….   40 páginas e 1 brasão e

SOARES………………………………………   08 páginas e 1 brasão.

A senhora tem um imenso arquivo para suas pesquisas. Ao todo 86 páginas nos arquivos principais e,

abaixo, um pequeno resumo extraído deles.

Espero que fique contente e satisfeita.

Grande abraço.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

image Pereira

sobrenome de origem luso-espanhola. Linhagem das mais nobres de Portugal, embora o apelido esteja muito vulgarizado. Pretendem os genealogistas que ela provém de Dom Mendo, irmão de Desidério, último rei dos Longobardos, o qual veio da Itália com poderosa armada para conquistar o reino da Galiza e ser seu soberano, intento que se frustou por causa de uma grande tempestade no cabo de Piorno, salvando-se só cinco cavaleiros, com os quais, no ano de 740, aportou à Galiza. Reinava então Dom Afonso I em Leão, a quem ficou a servir, e na Espanha, casou com a condessa Dona Joana Romais, que alguns dizem não chegou a receber, filha do Infante Dom Romão Bermudes, irmão legítimo do Rei de Leão, dom Fruela I, como escrevem.

Deste Dom Mendo foi filho Dom Froia Mendes, bom cavaleiro, que se casou com Dona Grixivera Álvares das Astúrias, de quem teveDom Bermudo Frojaz, que sucedeu nas terras de Trastamara a seu pai, foi conde e casado com Dona Aldonça Rodrigues, sua prima, filha de Dom Rodrigo Romais, conde de Monterroso, irmão de sua avó Dona Joana Romais. Deles nasceu, entre outros, Dom Rodrigo Forjaz de Trastâmara, que não foi Conde, guerreiro valoroso que combateu os Mouros no tempo de Dom Fernando, Rei de Leão, e que, na ocasião em que este monarca repartiu os reinos pelos filhos, seguiu o partido de Dom Garcia, Rei da Galiza e de Portugal, com quem esteve na batalha de Águas de Maias, onde ficou muito ferido. Prendeu, assim mesmo, na batalha de Santarém, o rei Dom Sancho, que entregou a seu irmão Dom Garcia, e, depois da entrega, morreu. De sua mulher, Dona Moninha Gonçalves, filha de Dom Gonçalo Mendes da Maia e de sua mulher, houve Dona Froia Bermudes, que sucedeu ao pai na sua casa e se recebeu com Dona Elvira Gonçalves, filha de Gonçalo Munhoz de Vila Lobos, o Despinhado, de quem teve Dom Rodrigo Frojaz de Trastamara. Este sucedeu em todas as terras paternas, achou-se na batalha das Navas de Tolosa com o rei Dom Afonso VII, prestou grandes serviços ao rei D. Fernando, tomou Sevilha e, por seu conselho, este príncipe se apossou de muitos lugares dos Mouros. Por se malquistar com Diogo Lopes de Biscaia, passou a França, onde o Rei o fez do seu conselho e lhe deu vários empregos.

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image

 

 

 

 

 

 

 

Lima

sobrenome luso-espanhol de raízes toponímicas, seja ele derivado da designação da terra de Limia, na Galiza, ou como alguns pretendem em relação aos Limas portugueses, da de Ponte de Lima.

Dizem os genealogistas que esta linhagem procede de Dom Juan Fernandez de Lima, o Bom, natural de Limia, na Galiza.

Já em finais do séc.XIII, a Portugal passou outro Juan Fernandez de Lima, o Batissela, que casou com uma filha de Dom João do Portel, mas sem geração.

Durante a segunda metade do séc. XIV, no reinado de Dom Fernando I, passou a Portugal Fernando Anes de Lima, partidário daquele soberano na sua guerra contra Henrique de Transtâmara que teve, como dois filhos que o haviam acompanhado, diversas mercês do rei português.

O rei Dom João I foi também servido por eles, assim se consolidando a posição deste ramo de Limas, que veio a ter o senhorio de Ponte de Lima e em cuja linha de primogenitura viria a ser criado no séc. XV o primeiro viscondado português – de Vila Nova de Cerveira – Casa que manteria a chefia deste nome, passada depois à dos Marqueses de Castelo Melhor.

O nome é pré-romano. Em latim Limaea. Outras formas: Limea, Limia. Em português antigo Limia. Os limas, descendentes de reis godos e suevos, tomaram o sobrenome do rio Lima [Portugal], nas margens do qual viveram e foram senhores (Antenor Nascentes, II, 174). Ilha Terceira: sobre a história desta família e sua passagem para a Ilha Terceira, escreveu, no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VI – Da Real Ilha Terceira, Cabeça das Terceiras, Capítulo XX –Dos Borges, Costas, Abarcas, Pachecos, & Limas, Velhos, & Mellos, & de outros, Homens Costas [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VI, Ilha Terceira]. Brasil: Sobrenome de inúmeras famílias espalhadas por todo o Brasil: Ceará, Pará, Pernambuco, Paraíba, Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Alagoase São Paulo, entre outras. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a de João de Lima de Araújo [c.1637 – a.1697], filho de Martim Francisco e de Maria (?) de Araújo. Deixou descendência do seu cas., em 1662, com Maria de Bulhões, filha de Sebastião Serrão de Barros e de Felipa de Bulhões (Rheingantz, II, 401). Rheingantz registra mais 13 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro. Antiga família de São Paulo, para onde passou João da Costa Lima, «o Minhotão» de alcunha, fal. em São Paulo, com test., onde deixou descendência de seu cas., com Inês Camacho, fal. em 1632, SP. Em Minas Gerais, na região de Juiz de Fora, destaca-se uma família de abastados proprietários rurais, procedente do Cap. José Rodrigues Lima [c.1770, Paracatú, MG -], que deixou numerosa descendência de seu cas., c.1795, com Maria Antônia de Oliveira, «Nhanhã do Campo», filha do inconfidente José Aires Gomes, da família Aires Gomes (v.s.), de Minas Gerais. Entre os descendentes do casal, registra-se, o filho, o Comendador Francisco de Paula Lima [1812-1865], patriarca da família Miranda Lima (v.s.), de Minas Gerais.

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clip_image002Sousa, Souza

sobrenome de origem portuguesa.  Nome de raízes toponímicas tirado da terra de Sousa, designou primeiramente a linhagem deste nome, cujas origens documentadas datam de épocas anteriores à Nacionalidade, vindo posteriormente a ser apelido da família em que tal linhagem veio a transformar-se.

Tendo recaído em senhora os dois principais ramos desta família, as duas damas da família, Dona Maria Pais, chefe da linha primogênita, e Dona Inês Lourenço, a secundogênita, vieram a casar respectivamente com Dom Afonso Dinis, filho bastardo legitimado de Dom Afonso III, e com Dom Martim Afonso, meio-irmão daquele.

De Dona Maria Pais e Dom Afonso nasceria a linha de Sousas dita de Arronches, por terem detido este senhorio, hoje chefiada pelos Duques de Lafões

De Dona Inês e Dom Afonso descenderiam dos Sousas ditos do Prado, por terem tido o senhorio desta vila, ou Chichorros, da alcunha daquele Dom Martim.

Sobrenome de origem geográfica. Rio e Povoação de Portugal. Cortesão tirou, com dúvida, da baixa latinidade Sousa, Saucia, ou Socia. Sousa [forma documentadano ano de 924], Souza [com z], Socia [documentado em 1088]. Leite de Vasconcelos tirou do latim saza, seixos, o que traz dificuldades fonéticas. Outros derivam de Salsa, donde Souza, Sousa, o que não apresenta dificuldade fonética. Cortesão faz diferença entre Sousa, nome do rio, e Souza, nome da povoação, derivando aquele de saza e este de Socia (Antenor Nascentes, II,286). Uma das mais antigas e ilustres famílias de Portugal. Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário das Famílias de Portugal (Tomo XXIX), usando o Nobiliário do Cazal do Paço, principia esta antiquíssima família em Dom Sueiro Belfaguer, Cavaleiro antigo godo, que floresceu nos primeiros anos do século VIII, ou pelos anos de 800. Foi filho, segundo melhores opiniões, de Don Fayão Theodo ou Theodosio (que foi bisneto em varonia de Flavio Egica, Rei da Espanha) e de sua esposa Sona Soeira, filha de D. Soeiro, Príncipe Godo. Informa ser a mais antiga família que se encontra na Espanha Portuguesa, e por automazia, a mais antiga Portuguesa. O primeiro Solar que teve esta Família foi na Comarca de Vila Real entre o Rio Tua e Tamega, em a terra chamada Panoyas, nome que lhe ficou de uma Cidade assim chamada pelos romanos, situada junto ao lugar de Val de Nogueiras, em cujas ruínas se encontrão descrições com letras romanas. O segundo Solar desta Família, de onde se tirou o sobrenome, fica em Entre Douro e Minho, no contorno do Concelho de Rio Tamaga, denominado = a terra de Souza = regada do Rio Souza, que nascendo por cima do Mosteiro beneditino de Pombeiro, recebe outras águas, e corre até se encorporar com o Rio Douro, muito abaixo de ambos os rios, sendo o Tamega o último que recebe duas léguas antes da Cidade do Porto. O sobrenome Souza não teve princípios senão muito depois de principiar esta família, conforme vimos, em Dom Sueiro Balfaguer, que deixou numerosa e ilustre descendência do seu casamento com D. Munia = ou Menaya = Ribeiro, descendente dos Condes de Coimbra, e por varonia, descendente de Sizebuto, filho de Witissa, penúltimo rei godo. Foram quarto avós de Dom Gomes Echigues , que floresceu pelos anos de 1030. Homem de muito valor, que combateu em Santarém, onde, com sua lança, deteve o Rei de Castela D. Sancho, e o venceu. Foi Governador de toda a Comarca de Entre Douro e Minho, por nomeação do Rei D. Fernando, pelos anos de 1050. Comprou o Lugar de Felgueiras, junto a Pombeiro, a Payo Moniz, pelo preço de dois bons cavalos, em 04.1039. Fundou o Mosteiro de Pombeiro, de religiosos beneditinos, pelos anos de 1040. Achava-se em Guimarães pelos anos de 1052. Próximo as terras de Pombeiro, estava o Solar de Souza. Deixou numerosa descendência do seu cas. com D. Gontrode Moniz, filha de Dom Munio Fernandes de Touro [filho do Rei D. Fernando de Castela]. Por este casamento, a família Souza entrou para o sangue Real de Navarra, de quem descendem os Reis de Castela e Portugal.

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clip_image002[3]    clip_image003 Soares

sobrenome de origem portuguesa.

BRASÃO DE ARMAS: De vermelho com uma torre de prata.

TIMBRE: A torre de escudo

“Aqueles do século XIV, membros da honorável casa dos Soares, viveram no tempo em que uma das maiores façanhas das armas da história de Portugal teve lugar, a saber, a batalha de Aljubarrota, travada em 14 de agosto de 1385, próxima da assim denominada cidade, localizada no centro de Portugal. O rei castelhano, Juan I, reclamava a coroa de Portugal através de seu casamento com a rainha Beatriz, a filha do último rei de Portugal. A grande maioria dos portugueses, incluindo muito dos patrióticos da família Soares, não estavam dispostos a aceitar um rei castelhano, razão pela qual escolheram como seu líder a João de Aviz, que se iriam juntar à luta que estava para vir por Nuno Ivares Pereira, o “Condestável”. Juan I invadiu Portugal confiante no valor do seu exército, que contava com vinte e dois mil cavaleiros, e soldados, e esperava o apoio de nobres portugueses que o tinham como legítimo herdeiro. Ao contrário, João, que tinha sido proclamado rei de Portugal há apenas quatro meses atrás, estava apto para reunir tão somente uns meros sete mil homens. Não obstante, o prestígio do chefe Pereira, ganho através de suas vitórias em incursões do ano precedente, inspirou entre a milícia de seus comandados e soldados, os quais podem ter incluído heróicos membros da família Soares, a garantia da necessidade de uma condição de vitória. Uma vez que a direção dos castelhanos tornou-se clara, Pereira propôs um plano que acarretaria no bloqueamento das linhas inimigas em avanço e, então, procederia à ofensiva, tendo manejado seus inimigos em terrenos que anularia a vantagem numérica dos invasores.

A despeito da desconfiança de alguns comandantes portugueses, em adotar uma estratégia agressiva contra um oponente numericamente superior, o ritmo dos acontecimentos tiveram poucas alternativas para escolha de ações e os ainda indecisos foram forçados a seguir o audacioso desígnio do Condestável, que saiu de Abrantes com o exército levantado e seguiu para Tomar. Os portugueses procederam para prevenir o avanço dos Castelhanos em Lisboa e Pereira colocou suas forças numa colina defensiva ao norte e a oito quilômetros ao sul de Leiria. Ali, encostas ásperas para ambos os lados, a posição defensiva tinha a vantagem da inclinação sobre o campo do atacante. Os cavaleiros castelhanos, acreditando em sua própria superioridade e ignorantes do terreno, resolveram atacar. O triunfo português em Aljubarrota, uma fonte de honra para todos, incluindo os atuais portadores da família Soares, não só preservou sua independência nacional, mas também marcou a supremacia política das classes burguesas de Portugal, que tinham preparado e feito a revolução de 1383 e escolhera a João de Aviz como rei, demonstrando a vantagem da infantaria, organizadas de maneira democrática, que lentamente iam anulando o valor da cavalaria medieval.

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From: ROL – REGIAO ON LINE

Sent: Monday, July 11, 2016 11:39 PM

To: Marlene Pereira Lima

Cc: Afranio Franco de Oliveira Mello

Subject: Re: Jornal ROL – Região Online – Cidadania: Genealogia

 

Voa noite, leitora Marlene Pereira Lima, gratos pelo contato.

Estamos redirecionando sua mensagem ao genealogista Afrânio Mello

para estudo e posterior resposta.

ROL – REGIÃO ON LINE

Helio Rubens – Editor

 

Em 11 de julho de 2016 23:35, Marlene Pereira Lima <marlaplima@hotmail.com> escreveu:
Este é um e-mail de pedido de informações via http://www.jornalrol.com.br/cidadania/ de:
Marlene Pereira Lima <marlaplima@hotmail.com>

Sr. Afrânio, boa noite.
Procuro informação sobre a minha genealogia. Moro em Nanuque-MG. Minha família é de Livramento – BA.
È composta com os sobrenomes Pereira, Lima, Souza e Soares. Tenho alguns nomes até a quarta geração. Gostaria de saber de onde vieram antes de chegar a Livramento e quem são. Se for possivel, gostaria de informação sobre a história dessas famílias. Se o sr. puder me ajudar, agradeço muito. Obrigada.
Marlene




Saiu na Tv Tem: 'Sesi está com inscrições abertas para curso de teatro em Itapetininga'

Curso é gratuito e para crianças a partir de 10 anos. Inscrições podem ser feitas até o dia 5 de agosto.

 
O Sesi de Itapetininga (SP) está com inscrições abertas para curso de iniciação teatral voltado para crianças a partir de 10 anos de idade e adolescentes até 17 anos. O curso é gratuito e tem como objetivo estimular processos de aprendizagem teatral por meio da prática e da experimentação cênica.
 
Os interessados devem procurar a Secretaria do Sesi de Itapetininga com comprovante de residência, certidão de nascimento ou RG, CPF do aluno e RG e CPF do responsável legal pelo menor. As aulas estão previstas para iniciarem no dia 9 de agosto. O módulo tem carga horária de 32 h e é composto por um encontro semanal.
 
Serviço
Curso de Iniciação Teatral
Local: SESI Itapetininga, que fica na avenida Padre Antônio Brunetti, 1360 – Vila Rio Branco
Informações: 015-3275-7951