Publicação científica de Ivan Fortunato sobre a pedagogia Freinet

Ivan FortunatoConheça o trabalho do professor Ivan Fortunato acessando o link da revista espanhola ‘Tendências Pedagógicas’

O professor Ivan, colunista do ROL, publicou artigo em revista espanhola sobre a pedagogia Freinet.

O artigo, escrito a partir de mais de dez anos de experiência com a pedagogia, teve como objetivo apresentar as ideias e técnicas do educador francês como atuais e muito importantes para que a estrutura da educação formal possa ser repensada.

O artigo, escrito em português, pode ser lido diretamente no site da revista Tendencias Pedagógicas, de Madrid: https://revistas.uam.es/tendenciaspedagogicas/article/view/3013/3227




Saiu na TV Tem: 'Museu Paulo Setúbal realiza projeto 'Férias no Museu' para as crianças'

Inscrições estão abertas para dois dias de atividades em Tatuí

 São atendidas crianças de 2 a 6 anos e de 7 a 12 anos em dois períodos.

Do G1 Itapetininga e Região

O Museu Paulo Setúbal em Tatuí (SP) vai realizar a sétima edição do projeto “Férias no Museu” nesta terça-feira (19) e quarta-feira (20). Serão atendidas crianças de 2 a 6 anos no período da manhã, e de 7 a 12 à tarde. A participação é gratuita.

Segundo a coordenadora do museu, Raquel Fayad, atividades de recreação e culturais são oferecidas às crianças atendidas. “Essa semana tivemos massinha, formação de animais, teatro, contação de histórias, confecção de bonecos, além de literatura com histórias do Paulo Setúbal e Monteiro Lobato. Este ano estamos trabalhando com a brasilidade para mostrar o que é ser brasileiro.”

Pais e responsáveis podem inscrever as crianças pelo telefone (15) 3251-6586 ou pessoalmente no museu, que fica na Praça Manoel Guedes, 98, Centro. Cada criança pode participar do projeto apenas por um dia.

Projeto no museu atende crianças de 2 a 12 anos (Foto: Reprodução/ TV TEM)
Projeto no museu atende crianças de 2 a 12 anos (Foto: Reprodução/ TV TEM)




Saiu na TV Tem: 'Orquestra Paulistana de Viola Caipira se apresenta no Sesi em Itapetininga'

Espetáculo começa a partir das 20h no dia 22 de julho. Classificação é livre e a entrada é gratuita

A Orquestra Paulistana de Viola Caipira se apresenta nesta sexta-feira (24) em Mogi das Cruzes. (Foto: Edi Souza/Divulgação)Espetáculo de orquestra pode ser reservado antecipadamente em Itapetininga (Foto: Edi Souza/Divulgação)

O Sesi de Itapetininga (SP) vai receber a Orquestra Paulistana de Viola Caipira no dia 22 de julho. O show começa a partir das 20h. A classificação é livre e a entrada gratuita.

O espetáculo evidencia toda a beleza do som da viola caipira de dez cordas e apresenta peças tradicionais da canção interiorana. O intuito é levar a plateia para uma viagem no tempo, ao relembrar a vida no campo e o mundo rural, além de estimular o convívio entre gerações, já que a orquestra é constituída por pessoas de diversas faixas etárias e formações acadêmicas.

Interessados podem reservar o ingresso de maneira antecipada por meio da página do canal Meu Sesi. A unidade do Sesi em Itapetininga se encontra na avenida Padre Antonio Brunetti, 1.360, na Vila Rio Branco. Outras informações pelo (15) 3275-7920.




Livro revela 5 curiosidades sobre continente perdido de Atlântida

Temas foram levantados pelo psiquiatra Bernardo Lynch de Gregorio, autor da obra de ficção “As Terras de Atlas”

 

Telepatia, engenharia genética, poder dos cristais. Os mistérios que envolvem a civilização perdida de Atlântida viraram objeto de estudo, durante dez anos, do psiquiatra e escritor Bernardo Lynch de Gregorio. O levantamento foi fundamental para a elaboração do livro de ficção “As Terras de Atlas”, no qual ele apresenta a civilização perdida de Atlântida e os motivos que levaram à sua extinção.

 

A lenda do continente perdido, que teria desaparecido no meio do oceano Atlântico, faz parte da cultura universal e do inconsciente coletivo da humanidade. Foi citada pelo filósofo grego Platão e no roteiro de muitos filmes do cinema. Já a obra de Bernardo apresenta diversas curiosidades sobre um dos mistérios mais antigos da Terra. Conheça cinco mistérios de Atlântida.

 

Cristais de quartzo

De acordo com a obra “As Terras de Atlas”, os cristais de quartzo ocupavam um lugar central no mundo atlante. Eles gravavam a memória de seu povo na sua estrutura interna, que alguns afirmam ainda ser acessível. Ali estão as fontes de energia e sabedoria de Atlântida. Com os cristais também era possível mobilizar e controlar a energia vital retirada de sementes, que ativavam tecnologias de veículos aéreos flutuantes, transmissão de mensagens à distância e até engenharia genética. A arquitetura também era influenciada pelos cristais, que emitiam energia e sustentavam edifícios flutuantes. Por isso, os cristais de quartzo ainda são ligados ao misticismo nos dias de hoje.

 

Tecnologia avançada

Os atlantes dominavam muita tecnologia, desde a energia dos cristais na agricultura e pecuária, até engenharia genética. Os sacerdotes, por exemplo, criavam novas espécies de animais, como as serpentes. Elas eram colocadas na floresta que circundava a cidade de Posêida, uma das principais do continente, para impedir a fuga dos moradores.

 

Linguagem fictícia, telepatia e fala imagética

Assim como J. R. R. Tolkien (de “O Senhor dos Anéis”) e George R.R. Martin (de “As Crônicas de Gelo e Fogo”), Bernardo Lynch de Gregorio também criou línguas fictícias para o livro “As Terras de Atlas”. A comunicação atlante também envolvia telepatia e fala imagética (transmissão mental de imagens amplificadas pelos cristais de quartzo).

 

Continente de Lemúria

Além de Atlântida, há diversas histórias de outros continentes perdidos, como Lemúria. O autor de “As Terras de Atlas” conta que foi neste continente que surgiram os ancestrais dos atlantes, que rumaram para Atlântida fugindo do solo instável e das frequentes erupções vulcânicas.

 

Origem mitológica

Atlântida pode ser a origem comum de diversos mitos do mundo, além de aspectos culturais como pirâmides e sacrifícios de touros. A arquitetura piramidal, presente em culturas ameríndias, africanas e até asiáticas, era usada em Atlântida para marcar locais importantes dedicados a atividades sagradas e nobres, como templos e palácios. Já a história do dilúvio, presente nas narrativas indígenas, no relato bíblico e na mitologia hindu, entre outros, pode ter surgido a partir da destruição da civilização, por exemplo, fazendo do continente perdido a origem comum de todas essas histórias.

 

Para saber mais sobre Atlântida, mergulhe no livro “As Terras de Atlas”, disponível com preço promocional no sitehttp://www.editorabarauna.com.br/as-terras-de-atlas-1188.html. Para mais curiosidades, confira a fan pagewww.facebook.com/terrasdeatlas.




Sergio Diniz da Costa: 'Um filho de duas terras'

Sergio Diniz da Costa

 ‘Um filho de duas terras’*

Numa ensolarada manhã de domingo, o menino deitava seus olhos na curva que o rio Tietê faz, na proximidade da antiga Usina de Açúcar. Do alto, naquela espécie de mezanino onde, ao fundo, se encontra a imagem de Nossa Senhora de Lourdes, e totalmente alheio ao barulho dos muitos visitantes da gruta, imaginava ver inúmeros batelões chegando ao porto, trazendo de volta os bravos bandeirantes, narrando fantásticas histórias de um Brasil ainda desconhecido.

Os batelões, no entanto, tardavam em despontar da curva, e o menino, acordado que foi de seu sonho por seus pais, teve de regressar para sua terra, uma Sorocaba de traços ainda tropeiros.

Os ponteiros do Tempo percorreram uma infinidade de cursos e numa outra manhã de domingo, o menino, agora adolescente, voltou ao mesmo ponto, esperando descortinar daquela curva, finalmente, os batelões da infância. Os batelões que, infelizmente, o mesmo Tempo havia levado para as Águas da Eternidade.

E o Tempo continuou sua eterna marcha, e esculpindo a forma daquele adolescente, o fez um homem que, imerso na realidade, sabia, com o coração sangrando, que seus batelões foram abandonados à margem da Curva da Vida. E, por muito tempo, aquela curva de rio, os batelões e a própria gruta permaneceram apenas na memória daquele homem.

Mas, aqueles troncos esculpidos, feitos embarcações, não o foram para águas rasas ou portos abandonados. Aquelas árvores não foram tombadas para fazer do chão o seu túmulo. Sua seiva, feito o sangue dos bravos bandeirantes, continuava fluindo pelas veias e artérias da História. Assim sentia em sua alma o homem que ainda trazia dentro de si o menino sonhador.

Desta Terra das Monções, da qual a Vida já levara seu pai, seus parentes e amigos de outrora, em diáfanos batelões para os Rios da Eternidade, ainda restara, porém, o misterioso Código Genético da Terra que, feito sutil e inflexível cordel, entrelaçou um novo e dourado tecido, com as vibrantes cores da amizade e da cooperação.

Naquelas manhãs de domingo, nem o menino e nem o adolescente descortinaram os batelões, mas o chamado do sangue, o apelo da História retumbou entre as duas terras e estas se fizeram uma.

E um Filho de Bandeirante, nascido em outras terras, ancorou, feliz, no Porto das Monções. E, a partir de hoje, deste Porto é mais um bandeirante. E, desta terra, um filho, também!

(Por meio do Decreto Legislativo n.º 391, de 25/08/ 2015, de autoria do Excelentíssimo Vereador José Luis Ribeiro de Almeida, no dia 07/10/2015, na Abertura Oficial da 60.ª Semana das Monções, o cronista recebeu o título de Cidadão Porto-Felicence)

*  Crônica publicada originariamente na Revista Bemporto, edição de outubro de 2015.

 




Genealogia: Afrânio Mello atende gratuitamente solicitações de estudos de famílias. Nesta edição, família MENCK

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 756

 

Prezada Alessandra, boa noite.

A Familia Menck tem inumeras pessoas em nossa região com esse sobrenome.

Em Itapetininga o mais conhecido foi o Senhor José Ferriera Menk da empresa Menk & Plens Ltda.

Tem muitos vivendo em Avaré, Paranapanema e Angatuba.

Nome de grande penetração em nossa Região e muito respeitado.

Segue o arquivo e o Brasão.

Ao final tem um registro escrito em vermelho das citações desta região de Angatuba,Paranapanema,Itapetininga e Avaré.

Espero que goste.

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

clip_image002Menck, Mencke, Mencken

sobrenome de origem germânica. A família requereu seu primeiro brasão no ano de 1259, através de Jehan Thiecelin, mas esse brasão encontra-se atualmente desconhecido. No final do século XII, a partir do imperador Karl IV (1346-1378), o brasão teve aprovação imperial e membros beneficiados receberam títulos de nobreza. No século foi confiado o brasão ao lado ao Conde Palatino, que também concedeu aos cidadãos da família Menck desde então.

 

Registra-se Sarah Menck, nascida em 1823, Alemanha; casou-se com John Issac em 15.09.1844, ele nascido em 08.01.1818 e falecido em 10.08.1859, Alemanha.

Registra-se Johannes Menck, nascido em 07.05.1751, Altendiez, Alemanha; filho de Joahn Georg Menck, nascido em 1713 e Gertraud Zickler, nascida em 21.10.1725, ambos em Altendiez, Alemanha; neto materno de Johann Fredrich Zickler, nascido em 1694 e Anna Maria Kroller, nascida em 1690, ambos em Altendiez, Alemanha.

Registra-se Margaretha Menck, nascida em 1658, Alemanha; casou-se com Peter Sharp em 24.11.1674, ele nascido em 1640 e falecido em 1690. Tiveram dois filhos Philip Sharp, nascido em 02.02.1679 e falecido em 30.07.1730 e Jacob Sharp, nascido em 05.02.1680 e falecido em 16.02.1734.

Registra-se Christian Cornelius Menck, nascido em 25.02.1666, Lueneburg. Hannover, Prússia (antigo estado alemão); casou-se com Margaretha Elisabeth Cordes em 11.02.1709, ela nascida em 14.04.1678; filho de Heinrich Mencke, nascido em 10.10.1632, Lueneburg. Hannover, Prússia e Barbara Kloppenburg, nascida em 23.01.1633, Lueneburg. Hannover, Prússia; neto paterno deJurgen Mencken, nascido em 1599, Prússia e Catarina Stepen, nascida em 1605 e neto materno de Hermann Kloppenburg, nascido em 1598, Prússia e Catarina Warneck, nascida em 1605. Do seu casamento, ele teve um filho: Juergen Heirich Mencke, nascido em 23.10.1712 e falecido em 29.04.1745.

Registra-se Anna Dorothea Sophia Menck, nascida em 11.11.1822, Besendorf, Mecklenburg, Schwerin, Alemanha; casou-se com Johan Friedrich Detlov Vick em 19.01.1855, ele nascido em 09.02.1823; filha de Friedrich Menck, nascido em 1796, Alemanha.

Registra-se Peter Menck, nascido em 09.12.1803, Curslack, Hamburg, Alemanha e falecido em 31.05.1804; filho de Hans Menck, nascido em 1768, Curslack, Hamburg, Alemanha e Lencke Klehn, nascida em 31.08.1770, Neuebgamme, Hamburg, Alemanha e falecida em 03.01.1830; neto paterno de Hans Menck, nascido em 1742 e Ancke Scheelen, nascida em 1745 e neto materno de Balthasar Klen, nascido em 1745.

Registra-se Nicolao Menck, nascido em 13.01.1866 e batizado na Igreja Católica de Nossa Senhora da Conceição, Passo Fundo, Rio Grande do Sul, Brasil em 11.03.1866; filho de Henrique Theodoro Menck e Mariana Neck.

Registra-se Martha Plens, nascida em 11.10.1885, Angatuba, São Paulo, Brasil e falecida em 11,01,1924, Avaré, São Paulo, Brasil; filha de Frederico José Plens, nascido por volta de 1855 e Carlotta Fogaça Strombeck, nascida em 16.01.1859, Araçoaiba da Serra, São Paulo, Brasil e falecida em 13.01.1899, Paranapanema, São Paulo, Brasil. Casou-se com Avelino Theodoro Menck em 1903; ele nascido em 04.09.1883 e falecido em 04.12.1972. Tiveram os seguintes filhos: Alípio Menck, nascido em 08.08.1905 e falecido em 04.09.1981; Otília Menck, nascida em 08.09.1909 e falecida em 11.11.1994 e Lázaro Theodoro Menck, nascido em 28.09.1911 e falecido em 05.03.1975.

 

 

From: ROL – REGIAO ON LINE

Sent: Monday, June 27, 2016 11:17 PM

To: Alessandra de Cassia Menck ; Afranio Franco de Oliveira Mello

Subject: Re: Jornal ROL – Região Online – Cidadania: Histórico da família Menck

 

Prezada leitora,

estamos redirecionando seu pedido do genealogista Afrânio Franco de Oliveira Mello, para a devida resposta.

Obrigado pela atenção.

ROL – REGIAO ON LINE

Helio Rubens

Editor

 

ATENÇÂO: Você está recebendo este e-mail por estar cadastrado em

nosso sistema. Esta mensagem é enviada com a complacência da nova legislação sobre correio

eletrônico, Seção 301, Parágrafo (a) (2) (c) Decreto S.1618, Título Terceiro aprovado pelo “105 Congresso Base das Normativas Internacionais sobre o SPAM”. Este E-mail não poderá ser considerado SPAM quando inclusa uma forma de ser removido. Para ser removido de futuros correios, por favor, Envie um e-mail para jornalrol.com.br

.

 

Em 27 de junho de 2016 13:33, Alessandra de Cassia Menck <lemenck@hotmail.com> escreveu:
Este é um e-mail de pedido de informações via http://jornalrol.com.br/cidadania/ de:
Alessandra de Cassia Menck <lemenck@hotmail.com>

Boa Tarde Gostaria de informações sobre a família Menck




Sesc Sorocaba promove encontros sobre Graciliano Ramos

Nesta edição do Clube de Leitura estará presente a critica literária Talita Annunciato, que irá comandar as discussões sobre Graciliano e comentar as famosas obras do autor como “Vidas Secas”, romance escrito em 1938.

 

Por meio de encontros quinzenais, todos os meses o Sesc Sorocaba promove o Clube de Leitura, um espaço voltado para a discussão de obras de grandes autores e em julho o escolhido foi o romancista, cronista, contista, jornalista, político e memorialista brasileiro Graciliano Ramos. Os encontros acontecem gratuitamente nos dias 16 e 30, das 16h às 18h, na biblioteca da unidade.

 

 

Sobre Graciliano Ramos

 

Graciliano Ramos era alagoano e filho primogênito de dezesseis irmãos. Começou a atuar na área do jornalismo em 1904 quando dá início a produção de “Dilúculo”, um jornal voltado para as crianças. Em seguida passa a dirigir o jornal “Echo Viçosense” ainda no estado de Alagoas.

 

No ano de 1933 é lançado o primeiro livro do autor chamado de “Caetés” que demorou oito anos para ser escrito. Posteriormente vieram as obras “São Bernardo”, “Angústia”, “A Terra dos Meninos Pelados” e “Vidas Secas”, sua publicação de maior conhecimento nacional e internacional.

 

Durante sua carreira, Graciliano foi contemplado com diversas premiações como o “Lima Barreto”, concedido pela “Revista Acadêmica” com o livro “Angústia”, “Literatura Infantil” do Ministério da Educação pela obra “A Terra dos Meninos Pelados” e com “Vidas Secas” foi contemplado com o prêmio da Fundação William Faulker, na Virgínia nos Estados Unidos, como livro representativo da Literatura Brasileira Contemporânea.

 

Serviço:

Palavras de Graciliano Ramos

Data: Dias 16 e 30/07, sábados, das 16h às 18h.

Local: Biblioteca do Sesc Sorocaba.

Endereço: Rua Barão de Piratininga, 555, Jardim Faculdade.

Classificação: 12.

Grátis.

 

Estacionamento:

Para credenciados no Sesc = R$ 4,00 a primeira hora e R$ 1,00 por hora adicional.

Não credenciados = R$ 8,00 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional.

 

Mais informações:

(15) 3332-9933 ou sescsp.org.br/sorocaba