Mais fotos do colunista Osvaldo de Souza Filho

O maior colecionador de fotos antigas de Itapetininga, confrade Osvaldo de Souza Filho, envia novas fotos para o ROL

256 - Itapetininga - S.P. - Antes Bar Rodovia - 11-1999 (Copy)
256-Itapetininga-S.P.-Antes-Bar-Rodovia-11-1999

257 – Pça. Mal. Deodoro da Fonseca – Anos -=

258 - Construção do Auditóro da Esc. Normal P. Gomide - 1935 (Copy)

258-Construção-do-Auditório-da-Escola Normal-Peixoto Gomide-1935

259 - Const.de Banheiro e Galpão no Inst. Ed. P.Gomide - 1948 (Copy)
259-Const.de-Banheiro-e-Galpão-no-Inst.-Ed.-P.Gomide-1948

260 - Fundos do G.E. Adherbal-Páteo de Ginastica - Anos 40 (1) (Copy)
260-Fundos-do-G.E.-Adherbal-Páteo-de-Ginastica-Anos-40

261 - Padaria São João (Copy)
261-Padaria-São-João






Genealogista reproduz informações importantes sobre a grafia correta

A matéria foi enviada pelo genealogista de Itapetininga José Luis Nogueira, membro fundador do IHGGI – Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Itapetinga  

 

Caro Carlos,

Nos congressos internacionais de genealogia, aconselham-se a atualização dos nomes da língua portuguesa. Em Portugal todos os trabalhos genealógicos usam a grafia atualizada. Lá, por lei, as crianças são registradas com a grafia atual. Infelizmente, no Brasil não há legislação a respeito e toda a gente registra seus filhos com nomes grafados de maneiras diversas e nomes inventados.

Manuel, no Português atual, é grafado com “u“, embora antigamente todos usassem escrever Manoel, que é errado em trabalhos atuais.

Ana Pinta – é uma forma antiga para as mulheres, porém o apelido é Pinto a atualmente deve-se grafar no masculino.

Souto Maior – vai depender do ramo desta imensa família, alguns sem parentesco com os outros. Usa-se, em Portugal, Sotomaior.

Sousa – sempre com “s“, que é a grafia atualizada. Com “z” é grafia antiga e só usam aqueles que assim foram registrados.

Aqui no Brasil as pessoas acham bonito nomes com grafia complicada, usando “th”, “ph” e outros tipos mais à moda antiga. Os nomes com letras dobradas não existem mais em Portugal; aqui no Brasil sim, tal como o meu sobrenome Motta, em Portugal só escrevem Mota, assim como Vasconcelos (com um “l” só). Essa maneira de escrever com letras dobradas e usar “h” em muitos nomes foi um preciosismo do século XVIII. Os meus Motas do séc. XVII sempre foram grafados com um “t” só. Do XVIII em diante dobraram o “t“.

Citando pessoa viva em trabalho genealógico, entretanto, devemos usar a grafia que foi registrada, para não causar problemas.

Abcs

Dalmiro da Motta Buys de Barros

 

De: asbrap_brasil@yahoogrupos.com.br <asbrap_brasil@yahoogrupos.com.br> em nome de Carlos Oliveira oliv.carlos@yahoo.com.br [asbrap_brasil] <asbrap_brasil@yahoogrupos.com.br>
Enviado: sábado, 9 de julho de 2016 10:52
Para: Yahoo! Brazil
Assunto: [asbrap_brasil] Sobrenomes: grafia correta

 

 

Bom dia,

Gostaria de ajuda para a escrita correta de nomes e sobrenomes. Sabemos que em diversos documentos vemos “Manoel”; seria este o correto ou Manuel?

Mais precisamente, gostaria de saber como escrever corretamente certos sobrenomes:

– Ana Pinta filha de Salvador Pinto: guarda-se Pinto ou Pinta para a filha?

– Souto Maior, Sottomaior, Sotomaior, qual a forma correta?

– Souza ou Sousa?

Caso alguem conheça um site para ajudar nessa homogeneização, eu agradeço.

 

Carlos J.M. Oliveira, Barbacena MG

Interesse em famílias:

Maia, Domingues Maia, Alves Salgado (Ressaca, São Gonçalo do Pará, Carmo do Cajurú,MG)

Garcez e Gralha, Almeida Gralha, Mello Drumond, Silveira, Pinto, Soares Guedes, Gago de Oliveira, Sardinha (Rio de Janeiro)

Sant’Anna (Barbacena, Paracatú)

Marques dos Santos (Bahia, Ceará)

Oliveira (Caldas, Andradas, Silvianópolis, Cabo Verde, MG e Santo Amaro, Cotia, Mogi das Cruzes e S. Paulo)




Governo autoriza novo curso superior em Itapetininga

Engenharia Mecânica é o novo curso do Instituto Florestal

 

Curso de Engenharia Mecânica (Copy)Segundo informações prestadas pelo professor Ragnar Orlando Hammarstrom, diretor do Instituto Federal de Itapetininga, a sua escola foi autorizada a desevolver um novo e importante curso superior: o de Engenharia Mecânica.

A medida foi saudada por toda a comunidade regional, pois esse curso não existe ainda na região.




Genealogia: Afrânio Mello atende gratuitamente solicitações de leitores. Nesta edição, sobre a família SIMAS

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 755

 

Prezada Silvane Simas, boa tarde.

Envio arquivo com 4 páginas e brasão e mais um arquivo de rasão em separado para você fazer um quadro

e afixar em sua parede pois fica muito bonito.

Veja que tem Visconde e Conde com o sobrenome SIMAS.

Espero que lhe sirva.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

clip_image002Simas

sobrenome de origem portuguesa. O berço principal da família são as ilhas dos Açores.

Registra-se Manoel Simas, nascido em 07/1833, Desterro (atual Florianópolis), Santa Catarina, Brasil; filho de José Ignácio de Simas, nascido em 1810, Ilha do Pico, Açores e Felicidade Rodrigues Pereira, nascida em 21.11.1814, Desterro, Brasil; neto materno de Paulo Rodrigues Pereira, nascido em 1777 e Mariana M. Ferraz da Silveira, nascida em 1776.

Registra-se Manoel Francisco de Simas, nascido em 1830, Saião, Faial, Açores e falecido em 1890; casou-se em 27.01.1853 com Rosana Perétua de Jesus Bolção, nascida em 1835 e falecida em 1913; filho de Francisco José de Simas, nascido em 1799, Saião, Faial, Açores e Theresa Francisca de Simas, nascida em 1802, Saião, Faial, Açores. Tiveram os seguintes filhos: Maria Simas, nascida em 27.04.1853 e falecida em 1923; Josefina Simas, nascida em 31.08.1854; Rosa Perpétua Simas, nascida em 1855; Maria da Glória Simas, nascida em 1857; Luiza Simas, nascida em 1858; José Francisco de Simas, nascido em 1859 e falecido em 1870; Senhorinha Sara do Carmo de Jesus Simas, nascida em 12.02.1861 e falecida em 1940; Rosalinda de Simas, nascida em 03.11.1862 e falecida em 29.09.1949; Manoel de Simas, nascido em 1864 e falecido em 25.01.1869 e Filomena de Simas, nascida em 1865.

Registra-se Josefina Simas, nascida em 31.08.1854, Ribeirinha, Faial, Açores; filha de Manoel Francisco de Simas e Rosana Perpétua de Jesus Bolção; neta materna de José da Rosa Bolção, nascido em 1804 e falecido em 29.12.1859 e Catarina Rosa Furtado, nascida em 28.11.1805 e falecida em 18.06.1882.

Registra-se Francisco José de Simas, nascido em 1799, Saião, Faial, Açores; casou-se em 1825 com Theresa Francsica de Simas, nascida em 1802. Tiveram os seguintes filhos: José Francisco de Simas, nascida em 1823 e falecida em 07.03.1858 eManoel Francisco de Simas, nascico em 1830.

Registra-se Bento José Furtado Simas, nascido em 22.10.1855, São Mateus, Pico, Açores e falecido em 15.02.1930; casou-se com Filomena da Glória Simas em 18.06.1885, ela nascida em 10.06.1853; filho de Eduardo Antônio Simas e Rosalina Augusta Muniz. Tiveram os seguintes filhos: Manuel Furtado Simas, nascido em 03.10.1885 e falecido em 21.12.1980; Isaura da Glória Simas, nascida em 03.12.1887 e falecida em 26.03.1921; Julio Furtado Simas, nascido em 28.10.1888; Bento Simas (irmão gêmeo de Julio), nasceu em 28.10.1888 e faleceu no mesmo dia; Agostinho Furtado Simas, nascido em 22.02.1891 e falecido em 06.02.1979; Leunel Furtado Simas, nascido em 1893; Alzira da Glória Simas, nascida em 1895 e Adelaide da Glória Simas, nascida em 1897.

 

Registra-se Antônio Jacinto de Simas, nascido em 19.09.1727, São Roque, Ilha do Pico, Açores e falecido em 10.06.1795; casou-se com Bárbara Ferreira de Melo em 22.03.1763, ela nascida por volta de 1740 e falecida em 1795; filho do Capitão José de Simas Pereira, nascido por volta de 1698 e Margarida do Espírito Santo. Tiveram uma filha Isabel Rita Feliciana de Melo, nascida por volta de 1765.

 

clip_image004Registra-se José Augusto de Simas Machado (Braga, 25 de Julho de 1859 –  Coimbra, 17 de Março de 1927) foi um general e político português, deputado à Assembléia Constituinte de 1911 e presidente da Câmara de Deputados em 1913. Comandante da 2.ª Divisão do Corpo Expedicionário Português. Terminou a carreira como Comandante da Divisão Militar de Lisboa durante a Revolução Nacional de 28 de Maio de 1926.

Nasceu em Braga a 25 de Julho de 1859, filho de António de Simas Machado e Teresa de Jesus Ferreira Simas, originários da ilha do Pico, Açores. Fez os estudos preparatórios no Liceu de Braga. Assentou praça em 1875, seguindo o curso da arma de infantaria na Escola do Exército. Foi promovido a alferes em 1881, a tenente em 1886, a capitão em 1895, a major em 1906, a tenente-coronel em Novembro de 1910 e a general em 1917.

Casou em 1882 com Maria da Glória Motta, sendo o casamento apadrinhado por Camilo Castelo Branco e Ana Plácido, grandes amigos da família.

Foi professor da Classe de Sargentos, Comandante da Casa de Reclusão da 3.ª Divisão Militar e professor do ensino livre na cidade do Porto, leccionando Matemática e História. Foi redactor do jornal Diário da Tarde, comandante do Batalhão de Caçadores n.º 5, com quem combateu a primeira incursão pró-monárquica comandada por Paiva Couceiro.

Foi eleito deputado à Assembleia Constituinte de 1911, pelo círculo eleitoral de Barcelos. Em Janeiro de 1913 foi eleito Presidente da Câmara de Deputados, em substituição de Vítor Macedo Pinto.

Acompanhou António José de Almeida no Partido Republicano Evolucionista, sendo eleito deputado em 1915 e 1918. Rompeu com o Partido Evolucionista e juntou-se à União Nacional Republicana de António Egas Moniz.

 

Registra-se Madalena de Simas, nascida em 03.09.1662, São Roque, Ilha do Pico, Açores; casou-se com Sebastião Ferreira Pimentel em 09.01.1678, ele nascido em 18.04.1655; filha de Manuel de Simas de Oliveira, nascido por volta de 1640 e Leonor Quaresma. Tiveram um filho: Francisco de Simas, nascido em 08.02.1693 e falecido em 26.01.1769.

 

Registra-se Manoel Furtado de Simas, nascido em 1699, Divino Espírito Santo, Maia, Açores; casou-se com Vitória Francisca de Souza em 12.12.1729, elas nascida em 1705; filho de Manoel Furtado de Simas, nascido por volta de 1660, Divino Espírito Santo, Maia, Açores e falecido em 01.10.1729 e Clara Borges, nascida em 1666, Divino Espírito Santo, Maia, Açores e falecida em 15.07.1729. Tiveram os filhos: Maria Clara de Simas Lima, nascida em 1734 e falecida em 02.05.1792 e Manoel da Costa Simas, nascido em 1740.

 

Condes de Simas

clip_image006Manuel de Simas (Santa Cruz da Graciosa, 22 de Dezembro de 1827 — Santa Cruz da Graciosa, 12 de Outubro de 1906) foi o primeiro e único conde de Simas, título criado por decreto de 14 de Novembro de 1901, de D. Carlos I de Portugal. Foi um dos maiores terratenentes da ilha Graciosa. Viveu alguns anos no Arquipélago de São Tomé e Príncipe onde fez uma grande fortuna. Recebeu o título de Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa por decreto de 13 de Março de 1873. Foi filho de Manuel da Cunha Simas e de Francisca Clara de Bettencourt. Casou com Isabel Maria Forjaz da Silveira Brum, de quem não teve filhos, daí não ter havido a continuidade do título apesar de D. Isabel Maria ter voltado a casar, desta feita com Francisco de Paula de Barcelos Machado de Bettencourt, também natural da ilha Graciosa e filho de Diogo de Barcelos Machado de Bettencourt.

Foi o líder do Partido Regenerador na Graciosa.

Sem descendentes, legou à Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, de que o seu sobrinho por afinidade Francisco de Mendonça Pacheco de Melo foi presidente (1893-1899), o palacete onde actualmente aquela entidade se encontra instalada. Em reconhecimento, a edilidade atribuiu o seu nome ao largo fronteiro.

 

clip_image008A Casa do Conde de Simas (foto) é ainda hoje, uma das muitas casas senhoriais existentes na Zona Classificada, um bom exemplo da sobriedade e equilíbrio da arquitectura da vila de Santa Cruz da Graciosa. Este edifício é usado desde 21 de Fevereiro de 1940, como paços do concelho e nas suas principais salas podem ser vistos retratos do Conde e da Condessa de Simas.

Manuel Simas, ou Conde de Simas foi um rico comerciante, político e benemérito local.

Um Graciosense notável que a Rádio Graciosa homenageia e recorda.

 

 

 

Viscondes de Maiorca

 

Criação

Título criado por

  1. Maria II, rainha de Portugal

por decreto de 05-10-1846

a favor de
Fernando Eduardo Vasques da Cunha Sá Pessoa Vahia Moniz de
Melo e Simas –  1º visconde de Maiorca
* 1808

Paço do Visconde de Maiorca

clip_image010

 

 

From: Silvane Simas

Sent: Thursday, July 07, 2016 7:25 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Origem sobrenome Simas




Genealogia: Afrânio Mello responde a leitores

Afrâio Mello
Afrâio Mello

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 754

Prezado Juarez, boa tarde.

O sobrenome AFRA é de difícil localização e só encontrei no Gennom a existência de  um sobrenome AFRA morando no Brasil e um AFRA nascido no Brasil.

Muito difícil.

Diferente do significado que você disse, encontrei e localizei a tradução “o que veio da Africa “.

Encontrei uma referência de origem árabe ” Afrá ” que significa BRANCA.

Outra referência é Afra , feminino, Origem Hebraíca, latim com o significado que vem do sufixo latino alusivo à África ou então do hebraico APHRAH ( POEIRA ).

Curiosidade   : Santa Afra foi uma cortesã de origem cipriota que morreu como mártir no século 4º.

Outra referência : É de origem hebraica e árabe, e seu significado é ” jovem cervo, da cor da terra”.

Existe referência na Lombardia : Afra Andriolli.

Juarez, é o que pude encontrar.

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

—–Mensagem Original—– From: Juarez Melo Souto
Sent: Thursday, June 23, 2016 1:50 PM
To: afranio@tintaspig.com.br
Subject: Dúvida nome/sobrenome Afra

Senhor Afrânio, boa tarde!

Minha avó por parte de mãe chamava-se Laura Afra de Melo. Em pesquisa
na internet fala que é nome alusivo à África e também consultando
nomes judaicos femininos aparece o nome Afra com significado “uma
jovem corça”.Será que isto indica que meus avós seriam cristãos novos?
Um grande abraço fraternal. Atenciosamente – Juarez de Melo Souto




Inscrições abertas para o XX Simpósio de Direito Tributário do IET Tributação, Economia e Política em debate

Já está disponível, através do site do Instituto de Estudos Tributários (www.iet.org.br), o formulário para pré-inscrições no XX Simpósio de Direito Tributário.

O evento vai ser realizado nos dias 24 e 25 de novembro em Porto Alegre e terá entre os palestrantes grandes nomes do meio jurídico nacional, como ministros do STF e STJ.
O Simpósio tem coordenação dos advogados Rafael Nichele, Arthur Ferreira Neto e Pedro Adamy, respectivamente presidente e vices do IET.   O advogado e professor Luís Eduardo Schoueri será o homenageado do evento.
Dois palestrantes estrangeiros vêm a capital gaúcha especialmente para participar do evento no Painel de Tributação Internacional. O painel “IVA Europeu: um modelo de reforma tributária no Brasil?” será apresentado pelo Doutor Alberto Comelli, Professor de Direito Tributário da Universidade de Parma, na Itália.

Já para a palestra “Transparência Fiscal e as recomendações de combate à elisão tributária realizadas pelo OCDE nos planos de ação do BEPS”, a convidada é Natália Quiñones, Professora de Direito Fiscal Internacional de Bogotá, na Colômbia.
Entre os outros temas que serão debatidos no evento serão “As distorções do sistema tributário, as reformas tributárias possíveis, competitividade e segurança empresarial”; “Lei da Repatriação de Bens não declarados no exterior”; “Legalidade e aumento da carga tributária” e “ICMS e o diferencial de alíquota: questões atuais“.




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a família MEIRA

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 753

Prezado Sebastião, boa tarde.

Estou encaminhando o arquivo do Sobrenome MEIRA, onde consta a localização de Brumado.

MEIRA ………..   1 brasão e 11 páginas.

Abaixo um pequeno resumo e parte em vermelho onde tem a referência da cidade de BRUMADO.

Grande abraço e sucesso na pesquisa.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

image Meira

sobrenome de origem galega. Sobrenome de raízes toponímicas, foi tirado da vila de Meira, na diocese de Tui, na Galiza. Fazem-na derivar de Rodrigo Afonso da Meira, marido de D. Ourana Correia, filha de Paio Soares Gravel, com geração que deu continuidade a este apelido.

Na atualidade, são conhecidas pelo menos três famílias deste apelido a residir em Viana do Castelo sem que estejam estabelecidas relações de parentesco entre si.

Vem esta família de Pedro de Novais, o velho, rico-homem de D. Sancho II. Seu solar era junto à lagoa chamada Meira, donde nasce o rio Minho. Passou a Portugal Paio de Meira, no tempo de D. Diniz, fal. em 1325, rei de Portugal (Antenor Nascentes, II, 64). Brasil: Para o Brasil, em princípios do séc. XVII, vieram Marcos de Meira [1693- ?] e Luiz de Meira [1706- ?], filhos de Baltazar de Meira. Vieram ainda criança e foram habitar Serro Frio (Minas Gerais). Dali a família se ramificou e desceu até o Estado da Bahia. Um ramo ficou no Estado do Rio de Janeiro, onde viviam os Alves Meira, outro para São Paulo, onde existem os Meira Penteado, Meira Godói, Meira Botelho, etc. Na Cidade de Camamu (BA), nasceu Francisco Antunes Meira, em princípio do séc. XVIII o qual veio estabelecer-se na Paraíba do Norte e aí casou-se com D. Isabel Mariana de Castro. Deste casal descendem todos os Meiras do Norte do Brasil, hoje também dispersados pelo Sul do Brasil – do Pará ao Rio Grande do Sul (Anuário Genealógico Brasileiro, IV, 165). Antiga família de origem espanhola estabelecida em Minas Gerais, com ramificações na Bahia, onde chegou o capitão Francisco de Souza Meira, que do julgado de São Romão, em Minas Gerais, passou para a fazenda Brejo do Campo Seco, onde se estabeleceu, dando origem ao lugar de Bom Jesus dos Meiras, atual cidade de Brumado. Entre os seus descendentes, registra-se o filho, Rodrigo de Souza Meira Sertã, de quem descendem os Meira de Brumado, do seu casamento com Maria Carlota de Castro, filha de Joaquim Pereira de Castro, patriarca desta importante família Pereira de Castro (v.n.), da Bahia. Destes Meira descendem os Pinheiro Canguçu. Ainda, entre os membros desta família, registra-se Ana Joaquina de Santo Antonio Meira, do Brumado, cujos filhos foram os fundadores das famílias Cristal (v.s.) e Mirante (v.s.), ambas da Bahia [Arquivo do genealogista Jorge Ricardo Fonseca – Bahia]. Heráldica: um escudo em campo vermelho, com uma cruz florenciada e vazia, de ouro. Timbre: um galgo de negro, com língua e coleira de vermelho (Armando de Mattos – Brasonário de Portugal, II, 26).

 

 

From: Sebastião Marcos Leite Barretto de Araujo

Sent: Sunday, June 19, 2016 3:34 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Genealogia Familia Meira em Brumado

 

Boa Tarde Sr. Afrãnio,
Se possível, gostaria de saber a genealogia da  família Meira em Brumado, desde a sua chegada de Portugal, bem como suas raízes na Europa.
Desde já, agradeço pela atenção.
Sebastião Barretto de Araujo