Artigo de Helio Rubens de Arruda e Miranda: salve, salve, 9 de julho!

A epopéia paulista de 32Essa data tem que ser reverenciada por todos os paulistas, porque comemora o esforço dos paulistas em favor de uma pátria democrática!

Em homenagem à heroica data que é comemora dia 9 de Julho, em louvor à Revolução Constitucionalista de 1932, publico a poesia ‘Nossa Bandeira’, de autoria do grande poeta Guilherme de Almeida:

bandeira de SP com brasão de SP carregada pela multidão-2

bandeira paulista balançando

Bandeira paulista com o brazão de SP

Nossa bandeira

(Guilherme de Almeida)

Bandeira da minha terra,
Bandeira das treze listas:
São treze lanças de guerra
Cercando o chão dos paulistas!

Prece alternada, responso
Entre a cor branca e a cor preta:
Velas de Martim Afonso,
Sotaina do Padre Anchieta!

Bandeira de Bandeirantes,
Branca e rota de tal sorte,
Que entre os rasgões tremulantes,
Mostrou as sombras da morte.

Riscos negros sobre a prata:
São como o rastro sombrio,
Que na água deixara a chata
Das Monções subido o rio.

Página branca-pautada
Por Deus numa hora suprema,
Para que, um dia, uma espada
Sobre ela escrevesse um poema:

Poema do nosso orgulho
(Eu vibro quando me lembro)
Que vai de nove de julho
A vinte e oito de setembro!

Mapa da pátria guerreira
Traçado pela vitória:
Cada lista é uma trincheira;
Cada trincheira é uma glória!

Tiras retas, firmes: quando
O inimigo surge à frente,
São barras de aço guardando
Nossa terra e nossa gente.

São os dois rápidos brilhos
Do trem de ferro que passa:
Faixa negra dos seus trilhos
Faixa branca da fumaça.

Fuligem das oficinas;
Cal que das cidades empoa;
Fumo negro das usinas
Estirado na garoa!

Linhas que avançam; há nelas,
Correndo num mesmo fito,
O impulso das paralelas
Que procuram o infinito.

Desfile de operários;
É o cafezal alinhado;
São filas de voluntários;
São sulcos do nosso arado!

Bandeira que é o nosso espelho!
Bandeira que é a nossa pista!
Que traz, no topo vermelho,
O Coração do Paulista!




Artigo de Maria Dolores Tucunduva: 'O Conceito de Justiça para Platão e Aristóteles'

Foto FacebookMaria Dolores Tucunduva – ‘O Conceito de Justiça para Platão e Aristóteles’

Introdução

No início de “A Justiça dos Antigos” são apresentadas algumas partes do primeiro e segundo livro de “A República”, de Platão, e do capítulo V do livro “Ética a Nicômaco”, de Aristóteles. No texto de Platão, criam-se duas indagações, em que uma trata da definição do justo e da justiça e a outra questiona se devemos e por que devemos ser justos. A obra, na integra, é dedicada a estas respostas, já que consiste na construção do modelo da “ótima república”. A obra de Aristóteles propõe uma classificação dos diferentes tipos de justiça e as formas à que se aplicam. A distinção feita é a justiça como respeito à lei e a justiça como igualdade. A justiça na distribuição de honras e ônus, de renda e status, é diferente da justiça como aprovação jurídica nos casos em que estão em pauta o dano e a vantagem. Isso, naturalmente, não apenas tem a ver com as distinções entre justiça distributiva, reguladora e comutativa, mas também concerne à complexa relação entre a estrutura da justiça e a virtude ética a ela correspondente. Na ideia do filósofo, a pesquisa sobre justiça deve informar “qual justo meio constitui a justiça e de que extremos o justo é o meio”.

1. A natureza do problema e as questões fundamentais

O sentido de toda a construção do Estado ideal indica abertamente que a comunidade política deve estar assentada na justiça. Se é correto afirmar que a República tenta responder à questão das razões que movem os homens a viver em sociedade, é preciso reconhecer que essa, própria de uma teoria social, se responde somente por meio uma teoria da justiça. Na República, põe-se declarado que a justiça é o componente fundamental do Estado ideal. A justiça é expressão da capacidade do Estado e é ela que assegura que o Estado seja bom e deve ser exercida por cada cidadão, no exercício de suas funções e de acordo com suas capacidades: trabalhadores e artesãos, mulheres e crianças, guerreiros e guardiões, governantes, educadores, filósofos e artistas. Considerando inclusive que a ideia de justiça é a possibilidade da razão na ordem do político, onde as partes constituem uma pura totalidade organizada de acordo com o bem da sociedade.

Grande parte do capítulo é explicada pela utilização de diálogos, retirados da obra de Platão. Em determinada altura da conversa, encontramos os locutores discutindo a relação existente entre a consideração do valor moral da justiça, tema a ser digladiado dentro da história da composição do direito, eis que não se pode confundir justiça com direito, porém pressupõe-se que essa está inclusa neste.

Sócrates possui uma visão idealista da justiça ao discutir com Trasímaco a noção da existência de uma justiça ideal, límpida, sem nenhum vício e, posteriormente, iria declarar uma justiça corrompida por vícios de injustiça. Trasímaco, em contraposição a Sócrates, clamava que justiça é a representação prática da mesma, voltada a realidade, e como se aplicava a sociedade vigente na época.

Trasímaco aparentemente se demonstra conveniente às ideias de Sócrates, porém, após certo tempo, revela estar concordando com ele somente para poder dissipar a discussão. O texto nos leva a acreditar na ideia de uma falsa justiça, pois, em pratica, a sabedoria e virtude elevada por Sócrates em definir justiça, se mostraram ausentes.

Em um segundo momento, Sócrates começa a discutir o conceito de justiça com Gláucon. Este inicia o diálogo propondo a existência de três tipos de bens: o primeiro seria aquele desejado por si mesmo; o segundo, desejado por si mesmo e por suas consequências e o terceiro somente por suas consequências. Daí em diante, o texto consiste em propor sobre em qual tipo a justiça se encontra. Para Sócrates, a justiça está no segundo; para Gláucon, no terceiro.

O oponente de Sócrates cita a lenda de Gyges, um pastor que encontra um cadáver, portando um anel peculiar. Quando coloca o anel no próprio dedo, esse o torna invisível. Sem ninguém capaz de ver suas ações, Gyges passa a praticar várias condutas amorais – seduz a rainha, mata o rei e rouba o trono do seu reino. Sobre isso, Gláucon diz que os homens não desejam a justiça, só a buscam para não serem punidos pelas leis que regulam seus atos.

Sócrates propõe que a justiça deve ser procurada como um bem a ser desejado, como sendo o certo a se buscar, por si mesmo, pelo desejo de realizar o bem. Essa seria a conduta correta a ser seguida. Em seu ideal, diz que a justiça deve ser igualada à aquela exclamada pelos poetas e artistas, como um bem supremo e de infinita beleza.

2. Os modos e os objetivos da justiça

Em “A ética de Nicômaco”, Aristóteles propõe uma indagação a respeito do que realmente significa ser justo ou injusto, bem como discorre sobre os diversos sentidos destes dois opostos e os objetos utilizados para a execução da justiça. Para o autor, o conceito de injustiça materializa-se tanto na figura do transgressor da lei, quanto na daquele que, por qualquer meio, obtêm vantagem de forma ilícita ou mesmo imoral, agindo assim de forma iniqua. Evidentemente em contraponto, existe a figura daquele cidadão virtuoso, respeitador das leis e mantenedor de elevados ideais de moral e ética, visando por meio desta o bem comum e personificando o conceito de justo.

A justiça, portanto, demonstra-se como uma certa forma de virtude perfeita e completa, pois pode servir assim não somente para si próprio, mas também em relação ao outro, sendo assim um bem alheio, dizendo respeito a toda sociedade e não somente ao indivíduo. Aristóteles descreve, de certa forma poeticamente, sobre esta característica como: “a mais importante das virtudes; nem a estrela da noite, nem aquela da manhã são tão admiráveis”. Sendo assim um bem alheio, visto que a justiça é posta como uma forma de virtude, por outro lado a injustiça é um vício, não somente parcial, mas completo, pois, assim como seu oposto, afeta todo o ciclo de convivência do indivíduo que a comete, prejudicando o convívio harmonioso em sociedade.

A justiça é alcançada a partir do momento em que agir de maneira ética se torna um hábito comportamental do sujeito que a pleiteia. O autor defende que agir compactamente de maneira ética é a “receita” para criação de um indivíduo virtuoso – ou seja, justo. A justiça seria dividida em dois métodos principais: a justiça geral e a justiça particular, sendo que esta possui ramificações.

Aristóteles compreendia justiça geral como sendo a pura e simples observação do cumprimento da legislação, por possuírem como objetivo o adimplemento do bem comum e da felicidade geral. É curioso interpretar que o termo “legislação” não compreende apenas a lei positiva, mas também a lei não escrita. Esta seria amplamente priorizada em detrimento daquela, na sociedade grega onde o filósofo se encontrava.

Por justiça particular, o filósofo definia como sendo aquela age com objetivo de igualar as partes envolvidas, subdividindo-se entre justiça distributiva – a simples repartição de bens, segundo o mérito de cada indivíduo – e justiça correlativa. Neste caso, surge a necessidade de envolvimento de um terceiro, alheio às partes, que deve decidir sobre o que cada um tem ou não direito, onde a figura do juiz ditaria o que é justo.

Conclusão

Justiça, sob a ótica dos antigos, possui conceituações diversas da que usualmente se impõe, em tempos modernos, mas as raízes desse pensamento são facilmente avistadas, quando analisadas profundamente. Platão, propondo a ideia de que a justiça é a base de todas as virtudes humanas, não implica que apenas os filósofos (detentores do conhecimento) seriam justos; pelo contrário, seguindo o princípio de “dar a cada um aquilo que lhe é próprio”, utilizado como conceito central da organização de sua república, o autor especifica que uma sociedade justa é aquela onde seus componentes trabalham conforme sua aptidão. Seguindo esse ideal, a própria sociedade, com indivíduos justos, formaria um Estado justo, demonstrando esse viés antropológico que a justiça possui.

A visão aristotélica também apresenta esse elemento antropológico, no sentido de definir o que é justo. A questão de justiça, em “Ética de Nicômaco”, é abordada como uma virtude estritamente humana, não se prendendo em aspectos meramente legais e positivos. Dessa maneira, para Aristóteles, ser justo é uma disposição de caráter e o sentido de justiça não pode ser simplesmente definido em uma terminologia específica.

Referências

 

MAFFETONE, S.; VECA, S. A justiça dos antigos. In: MAFFETONE, S.; VECA, S. A ideia de justiça de Platão a Rawls. 1 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2005. p. 7-93.




Itapetininga inova e instala QRCodes no Ibirapuera, em

Banner no Obelisco do Ibirapuera (Copy)QRCodes empregados pelo projeto Morada de Heróis serão utilizados no Parque do Ibirapuera, em São Paulo

Uma iniciativa, tendo como objeto o resgate da memória e dos feitos dos paulistas revolucionários de 1932, teve à frente o aluno Sérgio Augusto Peiretti (5º ADS ) e a orientação de professores do curso de ADS da Fatec de Itapetininga.

A iniciativa consistiu na confecção de um banner tamanho 1m20 por 90 cm de comprimento, para exibição no Mausoléuu de 1932 existente abaixo do Obelisco do Parque Ibirapuera em São Paulo.

A exibição desse banner ocorrerá exatamente neste dia 9 de julho próximo, onde milhares de visitantes do Mausoléu são esperados para as comemorações da Revolução Constitucionalista de 1932.

Na ilustração, a arte do banner, na qual consta o logotipo comemorativo dos 10 anos do portal.

O orientador principal do projeto, professor Jefferson Biajone, informa que o livro ‘CRUZES PAULISTAS’, que teve como um dos seus autores o itapetiningano Alcindo Guanabara de Arruda e Miranda, será reeeditado digitalmente ainda neste ano e que a reedição impressa será publicada em 2017, ambos iniciativas do projeto de iniciação científica de ADS ‘Morada de Herois’ .




Artigo de Celio Pezza: 'O chefe da quadrilha será preso?'

Colunista do ROL
Celio Pezza

Célio Pezza – Crônica # 316  – O chefe da quadrilha será preso?

 

O pai de Marcelo Odebrecht já disse certa vez que “se prenderem meu filho, terão que arrumar mais três celas: uma para mim, outra para o Lula e outra para a Dilma”.

A Odebrecht já se comprometeu a entregar provas para a investigação de Lula e suas palestras milionárias e financiamentos ilegais para as campanhas de Dilma, através de delações premiadas.

A secretária Maria Lúcia Guimarães, presa em fevereiro, revelou que a empreiteira mantinha um Departamento de Propinas, onde eram organizados os pagamentos para esquemas de corrupção para políticos e funcionários públicos.

Delcídio do Amaral, ex-líder do PT, disse que Lula e Dilma sabiam de toda a corrupção da Petrobrás e, juntos, tramaram para sabotar as investigações.

Foi Delcídio quem disse: “O Lula comandava o esquema e a Dilma fingia que não sabia de nada”.

A Odebrecht pagou mais de R$ 4 milhões por palestras à Lula, com fortes indícios de que seja dinheiro de propinas.

Existem várias frentes de investigações sobre Lula, mas a principal é de que ele era o chefe da quadrilha que desviou milhões de dólares da Petrobrás.

No recente pedido ao STF para transferir as denúncias contra Lula para o juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, disse: “Essa organização criminosa jamais poderia ter funcionado por tantos anos e de uma forma tão ampla e agressiva no âmbito do governo federal, sem que o ex-presidente Lula dela participasse”.

As investigações avançam e o papel de Lula na organização criminosa do Petrolão deverá ser conduzida por Sérgio Moro, que é a grande esperança dos brasileiros de bons costumes.

Esses anos de governo Lula e Dilma foram um verdadeiro doutorado na arte de destruir um país e mostraram a face podre dos regimes populistas, que sempre procuram dividir o povo entre dois segmentos e promover a luta entre eles: o povo contra as elites, o empregado contra o empregador, e por aí vai.

Graças aos marqueteiros Duda Mendonça e João Santana, criaram a imagem do redentor dos pobres, que agora está na mira da Lava Jato e, se tudo for comprovado, Lula poderá ir para a cadeia.

A cada dia aparecem mais delações, mais evidencias contra essa quadrilha e é só uma questão de tempo.

Cadeia para os corruptos, não interessa de quais partidos sejam, mas principalmente cadeia para os chefes, para aqueles que montaram o maior esquema de corrupção do mundo.

Nessa hora, não adiantará alegar que não sabiam de nada.

 

Célio Pezza

Junho, 2016




Flávio Rodrigues é o convidado especial do espetáculo de Flamenco Toro Negro que terá apresentação gratuita dias 08 e 09/07 no Sesi de Itapetininga

Proclamado como patrimônio cultural imaterial da Humanidade pela UNESCO, a arte do flamenco está muito bem representada mundialmente por um brasileiro de 37 anos: o músico Flávio Rodrigues

 

FlávioFlávio Rodrigues compositor, diretor musical e guitarrista, especializado em música flamenca, foi convidado para integrar o Espetáculo Toro Negro, em cartaz no Sesi Itapetininga dias 08 e 09/07  às 20h.

 

O espetáculo de dança flamenca estabelece um diálogo entre a cultura espanhola e a literatura brasileira em livre associação e inspiração com a obra de Clarice Lispector (1920-1977), escritora brasileira que se dedicou a transpor a força e beleza dessa arte para seu conto Espanha. O cenário é um tablado elevado, com uma iluminação contrastante e expressiva auxiliando na construção da poética. O espectador é levado a uma viagem de sensações e sentimentos de um amor reprimido, outro perdido, a felicidade do encontro, o feminino e sua complexidade, o masculino, em uma verdadeira celebração da vida. Ao utilizar diversos recursos multimídia, a diretora brasileira Débora Dubois atribui à obra um estilo contemporâneo e moderno, traços marcantes de seu trabalho, contribuindo para a pesquisa e o desenvolvimento da linguagem do novo flamenco. O gênero tem sofrido influências e vem se transformando com a música moderna, como rumba, salsa, pop, rock e jazz

 

Durante o Toro Negro, Flávio Rodrigues presenteará a plateia por 60 minutos com seus acordes, que já foram apreciados por importantes artistas brasileiros, como Filó Machado, Nana Vasconcelos, Carlinhos Antunes, Yamandu Costa, Sizão Machado, Renato Martins, Thiago Espirito Santo, Alex Buck, entre outros. No cenário mundial, Flávio já levou sua arte para 40 países, colaborando com artistas de diferentes estilos: Yoshida Brothers (Japão), The Savage Rose (Dinamarca), Trilok Gurtu (Índia), e Hossam Ramzy (Egipto), e dividindo palco e programações dos melhores festivais com grandes lendas da música mundial como Eric Clapton, Leny Kravitz, Mark Knopfler, Paco de Lucia, Deep Purple, Serrat, Fito Paez, etc.

Ficha Técnica
Direção artística: Débora Dubois | Corpo de baile: Miguel Alonso e Carolina Zanforlin | Música ao vivo: Flavio Rodrigues (guitarra, convidado especial), Luciano Khatib (percussão) e Fernando de Marilia (voz) | Coreografia: La Truco | Cenografia: Duda Arruk | Figurino: Alba Marín |Fotografia: Eduardo Sardinha | Produção: La Catedra Produções

 

SERVIÇO
Espetáculo Toro Negro – Sesi Itapetininga
08 e 09/07, 20h
60 minutos – Adulto – Entrada Gratuita




Museu do Futebol na Área se despede de Sorocaba e Votorantim com torneio de futebol de botão

Exposição fica em cartaz até o próximo domingo (10).

 

No próximo sábado (9), a partir das 16h, a exposição itinerante do Museu do Futebol, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, promove campeonato de futebol de botão para jogadores a partir de 12 anos. Os três primeiros colocados serão premiados com um Kit do Centro de Referência do Futebol Brasileiro (CRFB) do Museu, composto por apostilas, broche, marcadores de livros e pen drive personalizado.

 

Os interessados podem se inscrever pelos telefones (15) 98109 1127 /99810 7661, pelo e-mail museunaarea@gmail.com ou até minutos antes do início da competição no Espaço de Eventos, situado na Ala Sul – Piso Terraço, do Shopping Iguatemi Esplanada, onde a mostra Museu do Futebol Na Área está localizada. O evento é gratuito.

 

De acordo com o número de inscritos, a disputa poderá ser realizada por chaves eliminatórias ou por campeonato de pontos corridos em que todos se enfrentarão. Neste último caso, vencerá quem somar mais pontos. Saldo de gols, gols prós e gols contra serão os critérios de desempate. Se ainda assim houver empate, os mais novos serão favorecidos. As regras serão anunciadas no ato da inscrição e repetidas no início do campeonato.

 

Em cartaz até domingo (10 de julho), Museu do Futebol Na Área, que já recebeu mais de 11 mil visitantes, segue viagem rumo a Ribeirão Preto.

 

A realização da exposição Museu do Futebol Na Área é do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura; do IDBrasil Cultura, Educação e Esporte, organização social de cultura que gere o Museu do Futebol; e da Arquiprom, proponente e produtora do projeto viabilizado por meio do Ministério da Cultura via Lei Federal de Incentivo à Cultura. O patrocínio é do Carrefour Soluções Financeiras, IBM, Itaú e Samsung. O Museu do Futebol Na Área conta também com o apoio do SISEMSP, Epson, das Prefeituras Municipais de Sorocaba e Votorantim e do Shopping Iguatemi Esplanada.

A EXPOSIÇÃO

Museu do Futebol Na Área reproduz seis espaços da exposição principal do Museu do Futebol, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, apresentando a cultura e história do esporte por meio de instalações multimídia e interatividade.

 

Para trazer o clima das instalações do Museu no Pacaembu, foram convidados alguns dos profissionais responsáveis pela elaboração do projeto original, como Daniela Thomas e Felipe Tassara, criadores do conceito expográfico da mostra itinerante, e o designer Jair de Souza, que assina a direção de arte e de dois novos vídeos produzidos especialmente para o novo projeto. O primeiro deles, logo na entrada, é um tour pelo Estádio do Pacaembu e algumas das salas do Museu, um convite à experiência de unir, por meio do futebol, história, emoção e diversão.

 

Em seguida, na Sala das Origens, apresenta-se a trajetória da chegada do futebol no Brasil, com Charles Miller, no final do século XIX, até os primórdios da profissionalização do esporte e da aceitação de atletas negros e mestiços a partir dos anos 20. Mais de cem fotografias e um vídeo mostram também os primeiros clubes, estádios, torcidas e jogadores. Nesta área estão 14 imagens históricas do futebol da região.  Destaque para as fotos épicas de 1900, do Sport Club Savoia, time formado pelos funcionários italianos da fábrica de tecidos no distrito de Votorantim, e do Esporte Clube Sorocabano (1902).

 

Em seguida, o visitante encontra, num ambiente colorido e divertido, a Sala dos Números e Curiosidades, com recordes, regras do jogo, frases famosas, vídeos e objetos. Entre as curiosidades, a importância dos campeonatos amadores de Sorocaba e região e uma das primeiras torcidas organizadas e uniformizadas, a Tira-Prosa, do Esporte Clube São Bento, fundada pelas irmãs Ramalho em 1975. Em uma vitrine, recordações especiais dos dois atuais clubes da cidade: uma camisa de 1975 do Esporte Clube São Bento. Os objetos compõem a coleção de Luis Fernando Vilas Boas.

 

Na sequência, o público se emociona com a instalação Versus, exclusividade da mostra, criada pelo artista multimídia Tadeu Jungle. A experiência consiste em acompanhar uma partida inteira somente observando os torcedores. São 120 minutos da intensidade e vibração das torcidas de Palmeiras e Corinthians, captadas durante a semifinal do Paulistão 2015 – que terminou com vitória do time alviverde nos pênaltis em pleno Itaquerão.

 

No módulo Gols, relembra gols importantes da história do futebol recontados por 27 jornalistas esportivos, como Luciano do Valle, Armando Nogueira e Galvão Bueno. Na Sala do Rádio, locuções clássicas dos anos 1930 aos anos 2000, como as de Fiori Giglioti, Ary Barroso e Osmar Santos, trazem a emoção de traduzir o jogo pelas ondas do rádio. O conteúdo está disponível em multimídias touch screen.

 

A história das Copas do Mundo, desde a criação até o famoso “7 a 1” de 2014, está retratada com fotos e um vídeo especialmente editado para a mostra, com roteiro do jornalista Marcelo Duarte e direção de Jair de Souza.

 

Completa a experiência o Centro de Referência do Futebol Brasileiro (CRFB), área do Museu responsável pela pesquisa e documentação do acervo. Em cada cidade há uma biblioteca com cerca de duzentos títulos de livros para pesquisa sobre os clubes locais, os times paulistas, biografias de jogadores, entre outros. Computadores para acesso ao banco de dados do Museu do Futebol ficam à disposição dos interessados em pesquisar, e aqueles que queiram compartilhar com o Museu suas histórias e acervos sobre futebol, um profissional fica à disposição para o atendimento.

 

Todo o material produzido durante o período integrará o acervo de referências do CRFB e ficará disponível no banco de dados online do Museu, no site dados.museudofutebol.org.br .

 

SERVIÇO:

Campeonato de Futebol de Botão – Museu do Futebol Na Área

Data: 9 de julho, sábado

Horário: às 16h

Local: Espaço de Eventos, situado na Ala Sul – Piso Terraço, do Shopping Iguatemi Esplanada, onde a mostra Museu do Futebol Na Área está localizada Shopping Iguatemi Esplanada

Entrada Ala Sul: Av. Gisele Constantino, 1850 – Votorantim – SP

Entrada Ala Norte: Av. Izoraida Marques Peres, 401 – Sorocaba

Recomendação: para jogadores a partir de 12 anos

Inscrições pelos telefones (15) 98109 1127 /99810 7661, pelo e-mail museunaarea@gmail.com ou minutos antes do início da disputa

Gratuito 

 

Exposição itinerante Museu do Futebol na Área – Sorocaba e região

Período em cartaz: de 7 de junho a 10 de julho

Funcionamento: de terça à sexta-feira, das 10h às 18h;

aos sábados e domingos, das 12h às 20h.

 

Local:  Shopping Iguatemi Esplanada

Entrada Ala Sul: Av. Gisele Constantino, 1850 – Votorantim – SP

Entrada Ala Norte: Av. Izoraida Marques Peres, 401 – Sorocaba

Entrada gratuita

 

Na Internet: www.museudofutebol.org.br // www.facebook.com/museudofutebol

Site especial: naarea.museudofutebol.org.br

E-mail: contato@museudofutebol.org.br




Carlos Cavalheiro tem poesia selecionada em concurso nacional

O professor, historiador, escritor e poeta Carlos Carvalho Cavalheiro teve a sua poesia selecionada entre as 100 melhores do 5º Concurso Literário “Pague Menos”, competição de caráter nacional promovida anualmente pela rede de farmácias Pague Menos.

Carlos Cavalheiro Foto André Pinto 26.03.2016
Carlos Cavalheiro
Foto André Pinto 26.03.2016

A participação no concurso se deu por meio de inscrição via internet, com tema específico: “Quem acredita cresce”.

As inscrições, encerradas em 31 de março deste ano, tiveram a participação de poetas, com mais de 18 anos de idade, de todas as regiões do Brasil.
Dez poesias foram selecionadas e serão premiadas em evento especial, que divulgará o resultado final do concurso.
Outras 90 poesias, contabilizando então um total de 100, farão parte de uma coletânea do 5º Concurso Literário.image (Copy)
Cada autor receberá 5 exemplares da coletânea.
Carlos Carvalho Cavalheiro trabalha como professor de História em Porto Feliz e participa ativamente da vida cultural dessa cidade e de Sorocaba, onde reside.
Este ano, Carlos Cavalheiro teve uma poesia selecionada para o projeto “Pé de Poesia”, no qual os poemas foram impressos em placas que foram afixadas em árvores de praças de Salvador, Bahia. Recentemente, teve sua poesia selecionada num concurso, também de caráter nacional, e que fez parte da coletânea “Poesia Livre – 2016 – Concurso Nacional de Novos Poetas”, realizado pela Editora Vivara.

Esta é a terceira vez este ano em que o poeta tem seu trabalho selecionado numa competição.
“É gratificante ter um trabalho selecionado, pois esses concursos servem para testarmos o nosso trabalho, dar visibilidade a ele e, também, nos aprimorarmos”, comenta Carlos Cavalheiro que lembra o fato de ter participado em 2015 da 4ª edição desse concurso e não teve a poesia nem selecionada. A partir daí, foi aprimorando seu trabalho e como resultado teve a poesia selecionada. “Quem sabe na 6ª edição a poesia, além de selecionada, será também premiada?”, brinca o poeta.

A Cerimônia de Premiação acontecerá no dia 23/07/2016, às 16h, no 11° Encontro de Mulheres Pague Menos e poderá ser assistida ao vivo por transmissão via internet. Maiores detalhes no site: http://portal.paguemenos.com.br/concursoliterario/

“Quem acredita cresce”

A gota de água superou o medo
E intrépida, saltou da folha da árvore.
Logo a gota não era mais uma partícula,
Havia formado, com outras gotas, um regato
E esse regato correu mundo afora
Acreditando em sua potência subjetiva
E, encontrando outros regatos, converteu-se
Num curso d’água maior, num riacho.
E o riacho avançando sempre em frente
Acreditou no seu destino, na sua sina
E assim, transmutou-se em um rio
E o rio caminhou por planaltos e serras
Abriu vales e fez a sua fama, seu sucesso
Encontrou-se com o mar e cresceu,
Conheceu o mundo, abraçando o globo.
Um dia, o calor do sol arrebatou a gota
Suspendendo-a ao céu em forma de vapor.
Mas a gota não perdera a sua fé.
Logo se juntou a outras partículas,
Formou extraordinárias nuvens.
Até que decidiu que já estava pronta
Para refazer todo o caminho
Escrevendo sua história e acreditando
Na sua capacidade inata de ser mais!