Academia Votoratinense de Letras, Artes e História homenageia o itapetiningano João Batista Alvarenga

João Batista Alvarenga

SESSÃO SOLENE DE OUTORGA DO TÍTULO DE CIDADÃO SOROCABANO AO PROFESSOR JOÃO BATISTA ALVARENGA

Em nome da Academia Votorantinense  de Letras – AVLAH, o escritor e colunista do ROL Sergio Diniz da Costa, usou da palavra para enaltecer a figura do itapetiningano João Batista Alvarenga durante a sessão solene realizada na Câmara de Sorocaba, quando lhe foi concedido o titulo de Cidadão Sorocabano.
A seguir o texto da fala do colunista (HR):

 

PALAVRAS A UM NOVO CONTERRÂNEO

 

Excelentíssimo senhor vereador Hélio Godoy, presidente desta Sessão Magna.

Ilustríssimos membros da Mesa Principal!

Caríssimos amigos da Mesa Estendida!

Senhoras e Senhores!

 

É de conhecimento geral, a importância das frutas na alimentação e na saúde humana. As frutas são fontes de água, sais minerais, fibras, diversas vitaminas, carboidratos, gorduras e proteínas, mantendo, assim, o equilíbrio do corpo. A maioria apresenta baixa caloria e ajudam no controle do peso e no combate à obesidade.

E o Brasil é conhecido como a “terra das frutas” graças a tamanha variedade encontrada. Não há estrangeiro que, vindo de lugares frios, não se admire com a nossa abundância de formatos, perfumes e cores.

Isso é natural, como país predominantemente tropical que somos, embora inusitadamente a biodiversidade nativa brasileira não tenha quase nada a ver com o encontrado nos supermercados e feiras livres.

Das 20 frutas mais consumidas no nosso país, apenas 3 são nativas do Brasil: o abacaxi, o maracujá e a goiaba.

Por outro lado, o desenvolvimento da humanidade está intimamente relacionado ao uso das florestas.

Até pouco tempo, a necessidade de madeira era suprida quase que exclusivamente por meio das florestas nativas, cuja destruição tem provocado, muitas vezes, danos irreversíveis a alguns ecossistemas. A situação, nesse sentido, é alarmante.

É nesse contexto que entra o eucalipto, uma árvore originária da Austrália, e da maior importância para o mundo, em virtude de seu rápido crescimento, produtividade, grande capacidade de adaptação e por ter inúmeras aplicações em diferentes setores.

Um hectare de floresta plantada de eucalipto produz a mesma quantidade de madeira que 30 hectares de florestas tropicais nativas.

E já começa a haver algum consenso de que o eucalipto é uma das árvores mais bem posicionadas no combate ao aquecimento global, se este for causado pelas emissões de dióxido de carbono, pois tem maior capacidade de efetuar a fotossíntese.

Além do uso econômico, o eucalipto, por meio de suas folhas, é uma planta medicinal bastante utilizada no combate de diversas doenças respiratórias devido as suas propriedades expectorantes.

Pois há pessoas, senhor presidente e amigos presentes, que são como frutas e árvores de outras terras. São pessoas que aqui vieram ou foram trazidas e, com elas, trouxeram novos formatos, cores, aromas e sabores, bem como um bem-estar geral à saúde espiritual da nossa terra.

O homenageado desta noite é uma dessas pessoas-frutas e árvores; semelhante a um refrescante melão europeu, trouxe-nos o frescor e a partilha de conhecimentos e ideias novas; análogo ao sedoso pêssego asiático, oferece-nos a doçura da poesia e da generosidade, e da mesma altura do imponente eucalipto, oferta-nos a transcendência de sua sabedoria.

João Batista Alvarenga, a quem carinhosamente o tratamos por ‘Alvarenguíssimo’, é um desses seres que fazem parte de um grupo seleto de almas que trazem consigo uma espécie de varinha de condão, transformando tudo e todos os que tocam.

O Mestre Alvarenga saiu, há muitos anos, de sua Itapetininga, de sua Atenas do Sul e se transferiu, definitivamente, para Sorocaba, para a Terra Rasgada e, aqui, nos rasgos desta terra, tem semeado as sementes da Educação, da Literatura, de uma Ética Universal, em forma de comprometimento e solidariedade.

Aqui, imbuiu-se de Arte Educador, nos anos de 2006, 2007 e 2008, coordenando oficinas pedagógicas na Casa da Cultura Grande Otelo.

Por 13 anos trabalhou como Jornalista no Jornal Cruzeiro do Sul, atuando como Repórter, Redator de Textos, Articulista e Fotógrafo.

Como empreendedor, idealizou e coordenou o projeto ‘Livro na Mesa’ (introdução de um livro de bolso nas cestas básicas dos colaboradores das empresas de Sorocaba e região).

Atualmente apresenta, pela Rádio Cruzeiro FM (92,3), o programa NOSSA LÍNGUA SEM SEGREDO, voltado para a divulgação da Língua Portuguesa.

Estas são apenas algumas das muitas atividades culturais desenvolvidas por aquele menino de 13 anos de idade que, um dia, uma iluminada professora de sua terra o chamou de lado e fê-lo ver que já o era um POETA.

O menino-poeta, o menino escritor, o menino-humanista que cresceu e se instruiu e, embora quisesse aplicar o saber crítico voltado para um maior conhecimento do homem e uma cultura capaz de desenvolver as potencialidades da condição humana ─ marca do Humanismo ─ tem se percebido, muitas vezes ─ conforme suas próprias palavras ─, um Dom Quixote de La Mancha, um Dom Quixote que, agora, não mais luta contra moinhos de vento, mas contra os moinhos do abandono, do descomprometimento, da inércia e da falta de ética, por parte daqueles que, investidos do poder de mudar e melhorar a sociedade, fazem vistas curtas e ouvidos moucos.

Por tudo isto, Senhor Presidente, neste momento, dentre as máximas da sabedoria popular, uma se destaca em relação a este evento: ‘Antes tarde do que nunca’!

Mas, ainda que tardiamente, senhor presidente, esta Casa, por meio desta Sessão Magna, ao outorgar o título de Cidadão Sorocabano ao professor, ao amigo e irmão Alvarenga coloca-lhe, no peito, o Brasão de Sorocaba, brasão este que ele já colocara, há muitos anos, em sua alma!

Obrigado a todos!

Sergio Diniz da Costa

Escritor, poeta, revisor de livros e membro da Academia Votorantinense de Letras, Artes e História.




Artigo de José Luis Nogueira: hoje é o Dia do Imigrante

Hoje, dia 25 de junho comemora-se o DIA DO IMIGRANTE

Bom dia.
Saúde e alegria para todos.
                                      

Instituído no Brasil em 1957 através da lei 30.128, o Dia do Imigrante é comemorado no dia 25 de junho, quando se encerra a semana das festividades iniciadas em 18 de junho, com o Dia da Imigração Japonesa.

Imigrante é a pessoa que mora em um país diferente daquele em que nasceu.

A imigração ocorreu por vários motivos, dentre os quais a falta de perspectiva do individuo em sua própria nação, espírito de aventura, guerras, razões políticas, estudo, etc.

Quando o Brasil se tornou independente de Portugal, em 1822, já era um país muito extenso, mas pouco povoado.

Era preciso ocupá-lo de fato, isto com sua própria gente, e dessa maneira garantir as fronteiras.

Por esse motivo, uma das medidas do governo brasileiro foi incentivar a vinda de imigrantes europeus.

Eles contribuíram para o desenvolvimento de uma vasta área do país

                            

Ainda hoje, na região Sul, a atividade econômica mais importante e que emprega mais pessoas é a agricultura.

Foram os imigrantes que difundiram a pequena propriedade, a policultura, o trabalho familiar, o cultivo de uva e a mentalidade empresarial.

Além de influenciar na nossa língua, na arquitetura, nos costumes contribuíram para a formação do povo brasileiro, através da miscigenação.

    Parabéns a todos!




Publicação mensal do colunista Sergio Diniz da Costa publicada no jornal da APEVO – Associação dos Aposentados e Pensionistas de Votorantim e Região

Cultura – LITERATURA, ARTES & CURIOSIDADES – julho de 2016

Por Sergio Diniz da Costa


sergio
Poesia 

 sergio

 

 

Adélia Prado (Divinópolis, 13 de dezembro de 1935), é uma poetisa, professora, filósofa e contista brasileira ligada ao Modernismo. Seus textos literários retratam o cotidiano com perplexidade e encanto, norteados pela fé cristã e permeados pelo aspecto lúdico, uma das características de seu estilo único. Professora por formação, ela exerceu o magistério durante 24 anos, até que a carreira de escritora tornou-se a atividade central. Em termos de literatura brasileira, o surgimento da escritora representou a revalorização do feminino nas letras e da mulher como ser pensante, tendo-se em conta que Adélia incorpora os papéis de intelectual e de mãe, esposa e dona-de-casa. Do livro ‘Bagagem’, o poema ‘Com licença poética’:

Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
— dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.

 arteArtes (pintura, teatro, música, dança…)

Rafael
            Rafael Sanzio

Pablo
  Escola de Atenas

Rafael Sanzio (Urbino, 6 de abril de 1483 — Roma, 6 de abril de 1520), foi um pesquisador, mestre da pintura e da arquitetura da escola de Florença durante o Renascimento italiano, celebrado pela perfeição e suavidade de suas obras. Urbino era então capital do ducado do mesmo nome e seu pai, Giovanni Santi, pintor de poucos méritos, mas homem culto e bem relacionado na corte do duque Federico da Montefeltro. Transmitiu ao filho, de precoce talento, o amor pela pintura e as primeiras lições do ofício. O duque, personificação do ideal renascentista do príncipe culto, encorajara todas as formas artísticas e transformara Urbino em centro cultural. Competente pesquisador interessado na antiguidade clássica, foi designado, em 1515, para supervisionar a preservação de preciosas inscrições latinas em mármore. O primeiro trabalho arquitetônico conquistado por ele foi a posição de arquiteto da nova Basílica de São Pedro, cuja construção começou em 1506. Algumas de suas principais obras: O Casamento da Virgem, Escola de Atenas, Ressurreição de Cristo, A Sagrada Família e Transfiguração. (para saber mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rafael)

 

Picasso
Pablo Picasso

Pablo Picasso é considerado um dos maiores expoentes da Arte Moderna. Nascido em Málaga, na Espanha, no dia 25/10/1881, foi pintor, escultor e desenhista. Filho de um pintor e professor de desenho, aos 13 anos já havia desenvolvido habilidades artísticas que o fizeram pintar, aos 15 anos, seu primeiro quadro denominado A primeira Comunhão. Mudando-se para Paris, ainda pobre e passando por necessidades, começou a ficar conhecido por sua extensa obra. Foi admirado por marchands que o incentivaram e logo seu nome começou a ganhar fama e, consequentemente, dinheiro. Inquieto e espirituoso, experimentou e passou por diversos estilos.

Em 1901 profundamente sentido pela morte do amigo Carlos Casagemas e encantado pelas obras de El Greco, inicia sua Fase Azul (1901-1904) onde suas pinturas eram dominadas pela graduação da cor azul e das cores frias. As pinturas dessa fase passam uma sensação sombria, dolorida e triste. Foi um período difícil financeiramente para o artista. Ladrões, mendigos, velhos e doentes, foram temas recorrentes em suas pinturas. Após esse período, morando definitivamente em Paris e seduzido pelas obras de Cézanne, inicia a Fase Rosa (1904-1906). Os temas tristes e depressivos de outrora deram lugar a arlequins e temas circenses, bem como a leveza da técnica. Foi nesse período também que realiza suas primeiras experiências com a escultura. Insaciável, aproximadamente em 1907 entra em sua Fase Negra (1907-1909), caracterizada por uma visão sobrenatural do mundo.

senhoras
  As Senhoritas de Avinhon

Nesse período, dá suas primeiras pinceladas cubistas. As Senhoritas de Avignon (1907) se torna o marco inicial do movimento cubista que transforma significativamente a arte moderna. Em sua vasta trajetória experimentou diversos estilos que marcaram sua obra, dedicando-se também a cerâmica, a gravura e a escultura. (P-ara saber mais: http://www.infoescola.com/artes/pablo-picasso/)


livrosComo está seu vocabulário?

  1. Qual é o significado da palavra “acrofobia”?                                                                                                                                            
  2. a) medo ou horror exagerado à escuridão;
  3. b) medo de altura;
  4. c) medo de lugar aberto e alto;
  5. d) medo de ventos
  1. Qual é o significado da palavra “ambulofobia”?
  2. a) medo de lugar aberto e alto;
  3. b) medo de engasgar;
  4. c) medo de pessoas ou da sociedade;
  5. d) medo de andar.
  1. Qual é o significado da palavra “antofobia”?
  2. a) medo de flores;
  3. b) medo de ventos;
  4. c) medo de abelhas;
  5. d) medo de si mesmo ou de ficar sozinho.

Respostas: 1-b; 2-d; 3-a

 
Voce sabiaVocê sabia que…

…os peixes fazem xixi na água?
Na prática, é possível afirmar que os peixes ingerem pouco líquido. Essa troca de água com o ambiente acontece de forma natural. Os peixes fazem com que uma pequena quantidade de água entre pela boca e siga para as brânquias, órgãos respiratórios. A água passa, então, pelo rim do peixe, que se dedica a eliminar o excesso por meio do xixi. Esse processo ajuda os peixes a eliminarem também o excesso de sais. O processo dura apenas poucos segundos. Os peixes que vivem no mar são um pouco diferentes e fazem menos xixi do que os peixes de água doce. Essa diferença acontece porque nos rios os peixes precisam se livrar do excesso de água por meio das brânquias, ou guelras, órgãos que ficam na lateral do corpo do animal.

 

Um mega abraço e até a próxima edição!

 Sergio Diniz da Costa

 




Conservatório de Tatuí apresenta-se no Festival de Inverno de Campos do Jordão

Orquestra Sinfônica, sob regência de João Maurício Galindo, é atração no dia 3 de julho

 

 

SERVIÇO
Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí
Informações: 15 3205-8444

A Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí faz, pelo décimo ano seguido, participação especial no Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, que chega a sua 47ª edição. O evento acontece de 2 a 31 de julho, sob gestão da Fundação Osesp, e alia uma intensa programação pedagógica a uma gama representativa de concertos sinfônicos e de câmara – a maioria gratuitos -, que contam com a participação de renomados artistas nacionais e internacionais.

A Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, sob regência de João Maurício Galindo, apresenta-se no dia 3 de julho – domingo -, às 12h, na Praça do Capivari.

No programa especialmente selecionado para a ocasião, constam obras de Gioacchino Rossini (“Abertura de O Barbeiro de Sevilha”), Edmundo Villani-Côrtes (“Concerto para vibrafone e orquestra”, com solos de Carlos dos Santos) e Ludwig van Beethoven (“Sinfonia n. 8 em fá maior, Op. 93”).

A Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí foi criada em 1985, como suporte à performance dos estudantes da área de cordas sinfônicas. É formada por professores e alunos bolsistas e recebe regularmente regentes e solistas consagrados. De caráter pedagógico, a orquestra realiza concertos didáticos com objetivo de fomentar a música clássica, principalmente entre crianças. A partir de 2011, tornou-se um dos grupos mais ativos da música clássica brasileira, tendo João Maurício Galindo à frente como regente titular. Em recentes temporadas, fez dezenas de concertos e apresentações marcantes, como os da Sinfonia nº 9 em ré menor, de L. Beethoven, e da cantata cênica “Carmina Burana”, de C. Orff. Este último apresentado na série Tucca, na Sala São Paulo.

João Maurício Galindo está à frente da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo há 11 anos e da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí desde 2011. Foi regente da Orquestra Amazonas Filarmônica, da Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, e atuou como convidado frente a outras, como a Sinfônica de Campinas, Petrobrás Sinfônica do Rio de Janeiro, Filarmônica de Belgrado, Sinfônica de Bari (Itália) e Sinfônica de Roma. Foi também regente da Orquestra de Alunos dos Festivais de Campos do Jordão em 1998, 2000 e 2002. Mantém dois programas na Rádio Cultura de São Paulo, o “Pergunte ao Maestro”, e o “Encontro com o Maestro”. Na TV Cultura apresentou o “Pré-Estreia”. É Bacharel em Composição e Regência pela UNESP, e mestre em musicologia pela USP.

Em mais de 40 anos de história, o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão se consolidou como o maior e mais importante festival de música clássica da América Latina.

Conhecido e respeitado internacionalmente, o Festival é passagem obrigatória de conceituados artistas de todo o mundo. Ao longo de sua história, nomes do porte de Eleazar de Carvalho, Magda Tagliaferro, Yehudi Menuhin, Hugh Ross, Mstislav Rostropovich, Michel Philippot, Kurt Masur, Dame Kiri Te Kanawa, Trio Beaux Arts, Ysaÿe Quartet e Le Poème Harmonique, entre muitos outros, brilharam nos palcos e classes do Festival.

Além da apresentação em concertos, grandes artistas também fazem parte da programação pedagógica do Festival, dando aulas e masterclasses a jovens músicos. Anualmente, estudantes de música de diferentes partes do mundo – sobretudo do Brasil, América Latina e América do Norte – escolhem o Festival de Campos do Jordão para se aperfeiçoarem. Renomados artistas brasileiros foram bolsistas do Festival de Campos do Jordão em edições anteriores, e reconhecem a sua importância no caminho para a profissionalização de jovens músicos.

Hoje, o Festival tem público direto de dezenas de milhares de pessoas. Por seus palcos passam mais de 3 mil artistas, e suas aulas são ministradas por mais de uma centena de músicos do primeiro escalão mundial.

O Festival de Campos do Jordão é uma realização do Governo de Estado de São Paulo, da Secretaria de Estado da Cultura e da Fundação Osesp. A Fundação Osesp o administra, com Marcelo Lopes na Direção Executiva, Arthur Nestrovski na Direção Artística e Marin Alsop como Consultora Artística. Fabio Zanon é o Coordenador Artístico-Pedagógico do Festival.

 




Alunos da classe de violoncelo do Conservatório de Tatui abrem mês de julho com recital

Apresentação será na sexta-feira, 1º de julho, às 19h, no Salão Villa-Lobos

 

SERVIÇO
Recital de Violoncelo
Quando: 1º de Julho de 2016 – Sexta-feira
Horário: 19h00
Local: Salão Villa-Lobos
Rua São Bento, 415
Grátis!
Alunos da classe de violoncelo, da área de cordas sinfônicas do Conservatório de Tatuí- instituição do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura do Estado – abrem as apresentações do mês de julho na instituição. Eles fazem recital no dia 1º de julho, sexta-feira, às 19h, no Salão Villa-Lobos (rua São Bento, 415). A entrada é franca.

Sob orientação do professor Tulio Pires e coordenação de Elen Ramos Pires, nove alunos apresentam-se no recital: Alan Silva, Benedito Alves Faria Neto, Gustavo Carloni, Gabriel Bispo, Emily Corazza, Raphael Oliveira, Everson Zattoni e Giovana Grazzia. No repertório, estão peças de estudos do método Suzuki e composições de G. Goltermann, C.Saint-Säens, E. Mahle, L. Samartinni e J.S. Bach.




Matéria do colunista Ivan Fortunato publicada no ROL provoca alterações importantes

Desdobramentos da coluna “Educação no e para o trânsito: placa de trânsito não é decoração”

 

Ivan Fortunato

 

Bom dia a todos! No dia 14 deste mês de junho de 2016, publiquei na coluna aqui do Jornal ROL pequena “reportagem” sobre um local específico de Itapetininga, como forma de ilustrar algumas reflexões sobre educação no trânsito.

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Na ocasião, apresentei algumas críticas sobre as placas de trânsito em uma rotatória e adjacências, sob dois aspectos. O primeiro foi uma crítica à orientação dada pelo poder público de fixar placas “pare” onde antes não havia, sem fazer uso de outras estratégias educativas, como sinalização com faixas, cavaletes, cartazes, ou mesmo pintando a rua com a nova regra. O segundo dizia respeito a falta de credibilidade das placas indicativas de proibido estacionar, que ficam na própria rotatória e em vias que dela efluem, pois diversos motoristas simplesmente estacionam seus veículos próximos e até mesmo sob a placa “proibido estacionar”.

Pois bem, curiosamente, no dia seguinte da publicação da matéria, as placas “pare” do primeiro aspecto foram substituídas por placas “dê a preferência”. Coincidência (?). Além da troca, as novas placas recuperaram parte do curso socialmente determinado para a rotatória: tem preferência o condutor que segue pela avenida sentido centro-bairro, e não quem está transitando pela rotatória. No entanto, foi estabelecido que quem segue pelo sentido bairro-centro deve dar a preferência para quem está na rotatória… novamente, recomendo ações educativas para o local, pois as placas triangulares “dê a preferência” não são suficientes para recriar as leis de trânsito formadas pelo hábito.

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Sobre o segundo aspecto, a falta de credibilidade das placas “proibido estacionar”, uma coisa importante pode ser observada: na descida da Rua Luís Stuchi Sobrinho, as placas parecem ter recuperado seu sentido, pois raramente tem sido notada a presença de veículos estacionados. Parar é permitido.

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Por outro lado (literalmente), a subida dessa rua continua demonstrando o descrédito dado à sinalização, pois onde seria proibido estacionar ônibus e caminhões, não é raro encontrar um destes veículos por ali, contrariando a placa.

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Outra afronta à sinalização de trânsito acontece bem na esquina desta subida, pois há uma placa praticamente redundante, que ratifica o artigo 181 do Código Brasileiro de Trânsito (CBT), o qual qualifica como infração “Estacionar o veículo nas esquinas e a menos de cinco metros do bordo do alinhamento da via transversal”. Mesmo assim a placa está ali, no poste da esquina, indicando ser proibido estacionar naquele local, provavelmente não apenas por conta do referido artigo do CBT, mas porque veículos, incluindo ônibus e caminhões, fazem conversão à direita para subir a Rua Luís Stuchi Sobrinho. Obviamente que carros estacionados nessa esquina dificultam tais manobras, além de colocar em risco pedestres e condutores.

Há mais um flagrante recorrente nesta esquina: motocicletas sobre a calçada. Às vezes são tantas, que ocupam toda a calçada e invadem o meio-fio, postando-se bem em baixo dos postes onde a sinalização de trânsito indica ser “proibido estacionar”.

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Ao final, retomando o mesmo raciocínio apresentado na coluna anterior (dia 14), é preciso haver preocupação e educação no trânsito. Sobre esse local específico de Itapetininga, a sinalização indicativa de “proibido estacionar” não é nova, bem como não são raros os acidentes no local por conta do desrespeito às boas práticas. Mesmo assim, nada muda, exceto a inclusão de nova sinalização que confunde ainda mais os condutores. Por isso, há que se investir nas práticas educativas; insisto em faixas e cartazes, mas nada melhor que a presença de agentes do poder público para explicar aos motoristas que as placas de trânsito devem ser respeitadas. Um pequeno esforço necessário para conscientização, tendo como resultado um trânsito mais seguro. Acho que vale a pena.




Publicação mensal do colunista Sergio Diniz da Costa publicada no jornal da APEVO – Associação dos Aposentados e Pensionistas de Votorantim e Região

Cultura – LITERATURA, ARTES & CURIOSIDADES – julho de 2016

Por Sergio Diniz da Costa


sergio
Poesia 

 sergio

 

 

Adélia Prado (Divinópolis, 13 de dezembro de 1935), é uma poetisa, professora, filósofa e contista brasileira ligada ao Modernismo. Seus textos literários retratam o cotidiano com perplexidade e encanto, norteados pela fé cristã e permeados pelo aspecto lúdico, uma das características de seu estilo único. Professora por formação, ela exerceu o magistério durante 24 anos, até que a carreira de escritora tornou-se a atividade central. Em termos de literatura brasileira, o surgimento da escritora representou a revalorização do feminino nas letras e da mulher como ser pensante, tendo-se em conta que Adélia incorpora os papéis de intelectual e de mãe, esposa e dona-de-casa. Do livro ‘Bagagem’, o poema ‘Com licença poética’:

 

Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
— dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.

 arteArtes (pintura, teatro, música, dança…)

 

Rafael
              Rafael Sanzio

Pablo
                              Escola de Atenas

Rafael Sanzio (Urbino, 6 de abril de 1483 — Roma, 6 de abril de 1520), foi um pesquisador, mestre da pintura e da arquitetura da escola de Florença durante o Renascimento italiano, celebrado pela perfeição e suavidade de suas obras. Urbino era então capital do ducado do mesmo nome e seu pai, Giovanni Santi, pintor de poucos méritos, mas homem culto e bem relacionado na corte do duque Federico da Montefeltro. Transmitiu ao filho, de precoce talento, o amor pela pintura e as primeiras lições do ofício. O duque, personificação do ideal renascentista do príncipe culto, encorajara todas as formas artísticas e transformara Urbino em centro cultural. Competente pesquisador interessado na antiguidade clássica, foi designado, em 1515, para supervisionar a preservação de preciosas inscrições latinas em mármore. O primeiro trabalho arquitetônico conquistado por ele foi a posição de arquiteto da nova Basílica de São Pedro, cuja construção começou em 1506. Algumas de suas principais obras: O Casamento da Virgem, Escola de Atenas, Ressurreição de Cristo, A Sagrada Família e Transfiguração. (para saber mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rafael)

 

 

Picasso
                   Pablo Picasso

Pablo Picasso é considerado um dos maiores expoentes da Arte Moderna. Nascido em Málaga, na Espanha, no dia 25/10/1881, foi pintor, escultor e desenhista. Filho de um pintor e professor de desenho, aos 13 anos já havia desenvolvido habilidades artísticas que o fizeram pintar, aos 15 anos, seu primeiro quadro denominado A primeira Comunhão. Mudando-se para Paris, ainda pobre e passando por necessidades, começou a ficar conhecido por sua extensa obra. Foi admirado por marchands que o incentivaram e logo seu nome começou a ganhar fama e, consequentemente, dinheiro. Inquieto e espirituoso, experimentou e passou por diversos estilos.

Em 1901 profundamente sentido pela morte do amigo Carlos Casagemas e encantado pelas obras de El Greco, inicia sua Fase Azul (1901-1904) onde suas pinturas eram dominadas pela graduação da cor azul e das cores frias. As pinturas dessa fase passam uma sensação sombria, dolorida e triste. Foi um período difícil financeiramente para o artista. Ladrões, mendigos, velhos e doentes, foram temas recorrentes em suas pinturas. Após esse período, morando definitivamente em Paris e seduzido pelas obras de Cézanne, inicia a Fase Rosa (1904-1906). Os temas tristes e depressivos de outrora deram lugar a arlequins e temas circenses, bem como a leveza da técnica. Foi nesse período também que realiza suas primeiras experiências com a escultura. Insaciável, aproximadamente em 1907 entra em sua Fase Negra (1907-1909), caracterizada por uma visão sobrenatural do mundo.

senhoras
                 As Senhoritas de Avinhon

 

 

Nesse período, dá suas primeiras pinceladas cubistas. As Senhoritas de Avignon (1907) se torna o marco inicial do movimento cubista que transforma significativamente a arte moderna. Em sua vasta trajetória experimentou diversos estilos que marcaram sua obra, dedicando-se também a cerâmica, a gravura e a escultura. (P-ara saber mais: http://www.infoescola.com/artes/pablo-picasso/)


livrosComo está seu vocabulário?

 

  1. Qual é o significado da palavra “acrofobia”?                                                                                                                                            
  2. a) medo ou horror exagerado à escuridão;
  3. b) medo de altura;
  4. c) medo de lugar aberto e alto;
  5. d) medo de ventos

 

  1. Qual é o significado da palavra “ambulofobia”?
  2. a) medo de lugar aberto e alto;
  3. b) medo de engasgar;
  4. c) medo de pessoas ou da sociedade;
  5. d) medo de andar.

 

  1. Qual é o significado da palavra “antofobia”?
  2. a) medo de flores;
  3. b) medo de ventos;
  4. c) medo de abelhas;
  5. d) medo de si mesmo ou de ficar sozinho.

Respostas: 1-b; 2-d; 3-a

 
Voce sabiaVocê sabia que…

 

…os peixes fazem xixi na água?
Na prática, é possível afirmar que os peixes ingerem pouco líquido. Essa troca de água com o ambiente acontece de forma natural. Os peixes fazem com que uma pequena quantidade de água entre pela boca e siga para as brânquias, órgãos respiratórios. A água passa, então, pelo rim do peixe, que se dedica a eliminar o excesso por meio do xixi. Esse processo ajuda os peixes a eliminarem também o excesso de sais. O processo dura apenas poucos segundos. Os peixes que vivem no mar são um pouco diferentes e fazem menos xixi do que os peixes de água doce. Essa diferença acontece porque nos rios os peixes precisam se livrar do excesso de água por meio das brânquias, ou guelras, órgãos que ficam na lateral do corpo do animal.

 

 

Um mega abraço e até a próxima edição!

 Sergio Diniz da Costa