Artigo de Maria Dolores Tucunduva: 'Com suas idéias revolucionárias sobre tempo e espaço, Einstein iluminou a Ciência do século XX'

Com suas idéias revolucionárias sobre tempo e espaço, Einstein iluminou a Ciência do século XX

O Universo nunca mais foi o mesmo depois de 1905.
Naquele ano, o alemão Albert Einstein (1879-1955), um obscuro funcionário do escritório de patentes de Berna, na Suíça, saiu do casulo com a publicação de seis textos científicos.
Todos foram muito importantes.
Mas dois deles, nos quais expõe a Teoria Especial da Relatividade, tornaram Einstein o maior gênio da ciência no século XX.
Segundo ele, o tempo e o espaço não são categorias absolutas, como se imaginava até então, mas dependem da posição e da velocidade em que se encontra o observador.
Daí o nome – relatividade.
Só é imutável a velocidade da luz, de 300 000 quilômetros por segundo.
Nada, demonstrou Einstein, pode viajar mais depressa do que ela.
Uma das conseqüências da relatividade é que, quanto mais rápido um corpo se move, mais lenta é a passagem do tempo para ele.
Um astronauta que viajar a uma velocidade próxima à da luz marcará, por exemplo, cinco anos em seu calendário, enquanto na Terra terão se passado dez.
A relatividade mostra também que, à medida que um corpo se aproxima da velocidade da luz, seu tamanho diminui e sua massa aumenta.
Com sua famosa fórmula E=mc2 (a energia é igual à massa multiplicada pela velocidade da luz ao quadrado), Einstein revelou a assustadora energia que se esconde no interior do átomo.
A prova veio em 1945, com a explosão da bomba atômica a partir de uma pequena quantidade de urânio.
Einstein continuou estudando o assunto e, em 1915, completou suas descobertas anteriores com a Teoria da Relatividade Geral.
Ela mostra que, no espaço, a trajetória da luz acaba sendo distorcida pela imensa força de gravidade exercida por corpos maciços, como as estrelas e os planetas.
Aos olhos de um leigo, a relatividade pode parecer esquisita, mas ela foi comprovada por todas as experiências.
É a conquista científica mais importante que o século XX está legando para o futuro .



Artigo de Guaçu Piteri: 'O Candidato'

Guaçu Piteri
Guaçu Piteri

 O CANDIDATO

by Guaçu Piter

Guaçu Piteri – ‘O Candidato’

Como já é tradição em Osasco, nos anos eleitorais os candidatos comparecem à procissão do padroeiro. Mostram a cara, estendem a mão, distribuem abraços e se deixam fotografar com conhecidos e crianças. Dezenas de candidatos acompanhavam a procissão que, deslocando-se lentamente, seguiu à direita, pela Avenida Santo Antonio passando em frente escritório político do deputado Celso Gíglio.
O espaço, na frente do escritório, decorado com esmero, exibia um poster com a imagem de Santo Antonio, o padroeiro, atrás de uma mesa que, coberta por uma toalha branca, era adornada por alguns vasos cheios de flor.
O cenário trouxe-me à lembrança um fato que João Batista Piteri, meu primo, me contou há muitos anos. Inconformado com a situação de abandono de Itajobi, à época uma pequena cidade da araraquarense, o pároco resolveu candidatar-se a prefeito. Sua campanha, embora simples, foi arrebatadora. Na igreja, ele abordava o eleitor que prometia:
– O senhor pode contar com meu voto… E os de minha família.
– Posso confiar?
– Padre?!!! Claro que pode…
Para selar o pacto, o sacerdote apontava na direção do santo padroeiro no alto do altar e sentenciava:
– Agora seu compromisso é com ele!
Mas a narrativa não termina aí. No dia da eleição aconteceu o desfecho da estratégia da campanha. O pároco mandou erguer um altar na frente da igreja e passou o dia saudando os eleitores. Cumprimentava a cada um, e, para que o sagrado compromisso não fosse esquecido, apontava na direção do santo padroeiro.
Será que alguém duvida do resultado da urnas?




Segundo capítulo: IHGGI realiza pesquisa histórica e estuda um outro aspecto do Tropeirismo

logo IHGGI‘O tropeirismo como fator de unidade nacional’ – parte II

 Alba Regina Franco Carron Luisi, confreira responsável pelo Departamento de História do IHGGI propôs a formação de um Grupo de Estudos sobre o tema e espera receber contribuições de estudiosos sobre o tema ‘”O tropeirismo como fator de unidade nacional”, que abordará o papel do tropeiro em todos os ciclos econômicos da História do Brasil. O material está sendo publicado pelo saite do IHGGI: http://ihggi.itapetininga.com.br/wp-admin/post.php?post=541&action=edit

Plano de trabalho:
INTRODUÇÃO – o tropeiro
CICLO DA CANA DE AÇÚCAR
AS DROGAS DO SERTÃO
A DESCOBERTA DO OURO
 CICLO DA PECUÁRIA -AS TROPAS
 CICLO DA BORRACHA
CICLO DA ERVA MATE
CICLO DO FUMO
CICLO DO CACAU
CICLO DA CAFÉ
CONCLUSÃO
INTRODUÇÃO DO TRABALHO:
Segundo Claudio Barbosa Rocco, coordenador do Histórianet:” A palavra “tropeiro”
deriva de tropa, numa referência ao conjunto de homens que transportavam gado e
 mercadoria no Brasil Colônia. O termo tem sido usado para designar principalmente
o transporte de gado da região do Rio Grande do Sul até os mercados de Minas Gerais
e posteriormente São Paulo e Rio de Janeiro; porém há quem use o termo em
momentos anteriores , como no “ciclo do açúcar” entre os séculos XVI e XVII,quando
várias regiões do interior nordestino se dedicaram à criação de animais para
comercialização com senhores de engenho.”

Os estudiosos que quiserem participar deste estudo do IHGGI podem entrar em contato com o Instituto através do endereço ihggitapetininga@gmail.com ou diretamente com a confreira Alba Regina Franco Carron Luisi, coordenadora deste Grupo de Estudos. 

CAPITULO 2

O Tropeiro no ciclo do açúcar

(por Alba Regina Franco Carron Luisi)
A base da economia era o engenho de açúcar, unidade de produção de açúcar , que utilizava a mão de obra escrava e tinha como objetivo principal a venda de açúcar para o mercado europeu.

Existia a produção de tabaco para moeda de troca por escravos, e a produção de algodão para a confecção de tecidos usados para roupas para os escravos e pessoas com

menor poder aquisitivo, os trabalhadores livres.

Em www.administradores.com.br, encontramos o artigo de Paulo Ricardo Salvati, bacharel em Administração pela  Escola Superior de Administração, Direito e Economia- Rede Laureate Internacional Universities de Porto Alegre- RS (atual Fadergs ), usando como referência biblio gráfica” Síntese da  Economia Brasileira 7 edição, Ed.LTC-S. Paulo , 1999 de Milton Braga Furtado .

“ Este subciclo (pecuária) foi uma conseqüência da expansão da produção do açúcar. O gado era originário do arquipélago de Cabo Verde e juntamente com os cavalos , fora introduzido ao Brasil através de São Vicente para atender as demandas da agroindústria do açúcar em 1534.

Os rebanhos introduzidos por São Vicente expandiram-se pelo litoral até o sul, em  Viamão, onde passaram a se misturar com os rebanhos originários das colônias

espanholas. Porém Tomé de Souza trouxera maiores volumes de rebanhos para atender a agroindústria açucareira da Bahia e Pernambuco; os objetivos principais dos rebanhos eram de suprir a carência de transporte e tração animal para mover as moendas e em segundo plano sua carne servia como alimento principalmente dos escravos. Porém , com o tempo, os rebanhos passaram a danificar as plantações de cana de açúcar, sendo assim uma lei fora baixada limitando a manutenção dos rebanhos fora da área litorânea, transferindo-se para o interior………….

Assim sendo, com o tempo, além de prover os engenhos com a tração animal e transporte e a população litorânea com a carne , também passou a desenvolver a indústria do couro, fazendo com que a pecuária deixasse de ser dependente para se tornar uma atividade autônoma, originando a civilização do couro que caracterizou o panorama econômico e social do sertão nordestino do século XVII.

Inicialmente, o couro servia para embalagem para exportação………….

O aumento do consumo de carne bovina e a abundancia de sal no nordeste propiciaram a industrialização da carne salgada”.

Os tropeiros levavam imensos fardos de produtos diversos por uma região que cada vez mais se alargava graças aos inúmeros vilarejos que surgiam ligados ao desenvolvimento provocado pela pecuária que se ampliava cada vez mais , pois os animais eram criados soltos.

Na região sul, o gado introduzido na Capitania de S. Vicente também se interiorizou e se misturou com  o que vinha dos Andes e de Buenos Aires , povoando as campinas

riograndenses .

Os bandeirantes a partir de 1639 começaram as tropeadas , com a tomada dos animais reunidos por jesuítas e índios aldeados ,e mulas criadas pelos espanhóis

numa região onde era comum o relacionamento entre portugueses e espanhóis.

No livro “Tropeiros de Mula: a ocupação do espaço , a dilatação das fronteiras” (Gráfica Editora Berthier Ltda, Passo Fundo, 2004), o historiador Pedro Ari Veríssimo

da Fonseca, chama a atenção para um dos fatores econômicos fundamentais na ocupação das terras americanas- a pecuária e sua conseqüência imediata, o tropeirismo.

Eram as antigas estradas usadas pelos indígenas que serviam de ligação entre o Rio Grande do Sul e São Paulo, Uruguai e outras regiões do sul.

Segundo Roberto C. Simonsen em “História Econômica do Brasil  (Companhia Editora Nacional, São Paulo, 5 edição, 1967 , p 159), em 1610 tropeava-se de Santa Fé para o Peru nada menos de um milhão de cabeças de gado (Peru e Bolívia empenhavam-se na extração de ouro e prata e recebiam provisões( gêneros agrícolas, animais de tração e panos grosseiros) das regiões hispano-americanas, principalmente sul da América do Sul, a partir do norte da Argentina.




Museu do Futebol Na Área já recebeu 2 mil visitantes​ em Sorocaba e Votorantim

Grupos podem agendar visitas educativas gratuitas com atividades e brincadeiras; estudantes ainda levam material didático exclusivo.

 

A exposição itinerante Museu do Futebol na Área, que traz na bagagem destaques do Museu do Futebol, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, localizado no Estádio do Pacaembu, já alcançou o público de dois mil visitantes

em apenas uma semana de sua parada no Shopping Iguatemi Esplanada, na região de Sorocaba.

 

Em cartaz até 10 de julho, a mostra prossegue recebendo grupos para visitas educativas

 

de escolas, associações, ONGs, times e demais interessados. O agendamento gratuito é realizado pelo e-mail museunaarea@gmail.com.

 

“Nas visitas guiadas pela equipe de educadores do Museu, crianças e adolescentes participam de diversas atividades como jogos de perguntas e respostas sobre curiosidades do futebol da região, do Brasil e do mundo. Podem ainda jogar uma partida na mesa de botão e no campo virtual. Estudantes e professores ganham um material didático exclusivo, preparado especialmente para a itinerância na região de Sorocaba”, conta Daniela Alfonsi, Diretora de Conteúdo do Museu do Futebol.

 

O livreto multidisciplinar contem sugestões de exercícios, que podem ser desenvolvidos em sala de aula. O futebol serve de pano de fundo para trabalhar a Geometria, Física, História, Geografia, entre outras matérias de Humanas.

 

A realização é do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura; do IDBrasil Cultura, Educação e Esporte, organização social de cultura que gere o Museu do Futebol; e da Arquiprom, proponente e produtora do projeto viabilizado por meio do Ministério da Cultura via Lei Federal de Incentivo à Cultura. O patrocínio é do Carrefour Soluções Financeiras, IBM, Itaú e Samsung. O Museu do Futebol Na Área conta também com o apoio do SISEMSP, Epson, das Prefeituras Municipais de Sorocaba e Votorantim, e do Shopping Iguatemi Esplanada.

 

 

A exposição 

Museu do Futebol Na Área reproduz seis espaços da exposição principal do Museu do Futebol, apresentando a cultura e história do esporte por meio de instalações multimídia e interatividade.

 

Para trazer o clima das instalações do Museu no Pacaembu, foram convidados alguns dos profissionais responsáveis pela elaboração do projeto original, como Daniela Thomas e Felipe Tassara, criadores do conceito expográfico da mostra itinerante, e o designer Jair de Souza, que assina a direção de arte e de dois novos vídeos produzidos especialmente para o novo projeto. O primeiro deles, logo na entrada, é um tour pelo Estádio do Pacaembu e algumas das salas do Museu, um convite à experiência de unir, por meio do futebol, história, emoção e diversão.

 

Em seguida, na Sala das Origens, apresenta-se a trajetória da chegada do futebol no Brasil, com Charles Miller, no final do século XIX, até os primórdios da profissionalização do esporte e da aceitação de atletas negros e mestiços a partir dos anos 20. Mais de cem fotografias e um vídeo mostram também os primeiros clubes, estádios, torcidas e jogadores. Nesta área estão 14 imagens históricas do futebol da região.  Destaque para as fotos épicas de 1900, do Sport Club Savoia, time formado pelos funcionários italianos da fábrica de tecidos no distrito de Votorantim, e do Esporte Clube Sorocabano (1902).

 

Em seguida, o visitante encontra, num ambiente colorido e divertido, a Sala dos Números e Curiosidades, com recordes, regras do jogo, frases famosas, vídeos e objetos. Entre as curiosidades, a importância dos campeonatos amadores de Sorocaba e região e uma das primeiras torcidas organizadas e uniformizadas, a Tira-Prosa, do Esporte Clube São Bento, fundada pelas irmãs Ramalho em 1975. Em uma vitrine, recordações especiais dos dois atuais clubes da cidade: uma camisa de 1975 do Esporte Clube São Bento. Os objetos compõem a coleção de Luis Fernando Vilas Boas.

 

Na sequência, o público se emociona com a instalação Versus, exclusividade da mostra, criada pelo artista multimídia Tadeu Jungle. A experiência consiste em acompanhar uma partida inteira somente observando os torcedores. São 120 minutos da intensidade e vibração das torcidas de Palmeiras e Corinthians, captadas durante a semifinal do Paulistão 2015 – que terminou com vitória do time alviverde nos pênaltis em pleno Itaquerão.

 

No módulo Gols, relembra gols importantes da história do futebol recontados por 27 jornalistas esportivos, como Luciano do Valle, Armando Nogueira e Galvão Bueno. Na Sala do Rádio, locuções clássicas dos anos 1930 aos anos 2000, como as de Fiori Giglioti, Ary Barroso e Osmar Santos, trazem a emoção de traduzir o jogo pelas ondas do rádio. O conteúdo está disponível em multimídias touch screen.

 

A história das Copas do Mundo, desde a criação até o famoso “7 a 1” de 2014, está retratada com fotos e um vídeo especialmente editado para a mostra, com roteiro do jornalista Marcelo Duarte e direção de Jair de Souza.

 

Completa a experiência o Centro de Referência do Futebol Brasileiro (CRFB), área do Museu responsável pela pesquisa e documentação do acervo. Em cada cidade há uma biblioteca com cerca de duzentos títulos de livros para pesquisa sobre os clubes locais, os times paulistas, biografias de jogadores, entre outros. Computadores para acesso ao banco de dados do Museu do Futebol ficam à disposição dos interessados em compartilhar com o Museu suas histórias e acervos sobre futebol.

 

Todo o material produzido durante o período integrará o acervo de referências do CRFB e ficará disponível em um site criado para o projeto: naarea.museudofutebol.org.br .

 

 

Serviço Exposição itinerante Museu do Futebol na Área – Sorocaba e região

Período em cartaz: de 7 de junho a 10 de julho

 

Funcionamento: de terça à sexta-feira, das 10h às 18h;

aos sábados e domingos, das 12h às 20h.

 

Local:  Shopping Iguatemi Esplanada

Entrada Ala Sul: Av. Gisele Constantino, 1850 – Votorantim – SP

Entrada Ala Norte: Av. Izoraida Marques Peres, 401 – Sorocaba

 

Entrada gratuita

 

Na Internet: www.museudofutebol.org.br // www.facebook.com/museudofutebol

 

Site especial: naarea.museudofutebol.org.br

 

E-mail: contato@museudofutebol.org.br




Artigo de Celso Lungaretti: 'O FUTEBOL BRASILEIRO ESTÁ NO FUNDO DO POÇO. O TITE VAI SER O SALVADOR DA PÁTRIA?'

Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia: ‘TITE É UMA PROMESSA DE TRABALHO. SÉRIO E UM VISLUMBRE DE ESPERANÇA’

Atolada até o pescoço em escândalos de corrupção, com seu presidente anterior usando tornozeleira eletrônica nos EUA e o atual confinado em nosso território (trata a Pátria como um valhacouto porque corre o risco de ser preso caso transponha as fronteiras nacionais), a Casa Bandida do Futebol não poderia continuar indo na contramão dos anseios populares quanto ao treinador da Seleção Brasileira.
Em 2012, ao fazer do Corinthians o campeão das Américas e do mundo, o técnico Tite se evidenciou como a escolha óbvia para dirigir a Seleção Brasileira no Mundial Fifa de 2014, mas o inacreditável José Maria Marin preferiu apostar todas as nossas fichas no jurássico Felipão, resgatando-o da aposentadoria para a qual o mercado futebolístico merecidamente o despachara após ter colocado o Palmeiras no rumo da 2ª decisão. Consequência: sofremos a pior derrota do nosso escrete em todos os tempos, tomando um chocolate de 7×1 da Alemanha em pleno Mineirão.
Para seu lugar a Cloaca Brasileira de Funestos chamou o ex-jogador Dunga, que não mostrara aptidões para o cargo nem em sua malograda passagem anterior pelo selecionado (só chegou até as quartas-de-final no Mundial Fifa de 2010), nem como técnico do Internacional (o máximo que conseguiu foi um título estadual em 2013).
Pior ainda era não ter sequer condições morais para exercer o cargo, já que participara de uma empresa de intermediação na compra e venda de jogadores, chegando a convocar para a Seleção Brasileira um dos jogadores por ela representados (Maicon). Aliás, o demitido coordenador de seleções Gilmar Rinaldi era outro integrante dessa máfia.
Em posição muito fragilizada, a Corja Boçal de Famigerados foi obrigada a mudar de atitude quando Dunga se tornou uma mala sem alça que não dava mais para a dita cuja continuar carregando, em função da péssima campanha nas eliminatórias para o próximo Mundial Fifa e da vacilada grotesca na Copa das Américas.
Enfim, demitidos! Voltarão às mutretas de agenciadores?
Na noite de ontem (3ª feira, 14), Tite conversou longamente com os Corruptos a serem Banidos do Futebol, mas demorou um pouquinho para bater o martelo. Por quê?
Suponho que seja por ter firmado em dezembro último um manifesto cujos signatários (dentre eles Ana Moser, Bernardinho, Chico Buarque, o Falcão do futsal, Faustão, Jô Soares, José Padilha, Luís Fernando Veríssimo, Patrícia Medrado, Tostão e Zico) exigiam “renúncia definitiva de Marco Polo Del Nero e sua diretoria, seguida da convocação de eleições livres e democráticas para o comando da CBF”.
Então, ao aconselhar-se com a família na manhã de hoje, Tite deve ter pesado os prós e contras de ajudar tais parasitas a tentarem escapar da dedetização que há muito já deveria ter sido efetuada.
Para alguém da geração e com a formação do nosso bom Adenor, dirigir a Seleção e, eventualmente, levá-la ao hexa, será a obra máxima, o ápice da carreira. Se recusasse, a chance poderia nunca mais bater à sua porta, como aconteceu com Muricy Ramalho em 2010.
E houve uma diferença importante entre os dois episódios: o Fluminense fazia questão que seu técnico cumprisse o contrato, enquanto o Corinthians liberou Tite e os profissionais que o acompanharão na nova empreitada, fazendo rasgados elogios a todos eles.
SALVADOR DA PÁTRIA?
Corinthiano desde criancinha, sei que a saída de Tite tende a ser desastrosa para o meu time, mas não a lamento.
Quando começava a entender as coisas ao meu redor, o Brasil venceu de forma magnífica sua primeira Copa do Mundo, que eu acompanhei em precaríssimas transmissões radiofônicas, com o som sumindo e voltando o tempo todo.
O bi no Chile me deu, e a quase toda a nossa gente, a convicção de que éramos os reis do futebol, “sambando com a bola nos pés”, pois “com o brasileiro não há quem possa”. Então, após as conquistas inesquecíveis dos anos dourados (Mundiais de 1958, 1962 e 1970), fiquei pesaroso ao ver nossos clubes e seleções perderem, pouco a pouco, sua magia, deixando de deslumbrar o mundo.
O tetra, decidido na loteria dos pênaltis,  foi tão sem graça quanto dançar com a irmã; e o penta pareceu mais fruto de alguns lampejos dos craques que restavam e do mau momento das outras seleções. Desde 1970, o único escrete dos sonhos que formamos foi, paradoxalmente, o da derrota injusta de 1982.
Então, conformo-me com a perspectiva de que o Corinthians não venha a conquistar outra Libertadores e outro Mundial de Clubes nos próximos anos, pois é o preço a pagar para o futebol brasileiro sair do fundo do poço no qual Marin, Felipão, Del Nero e Dunga o mergulharam.
Por chegar ao cargo como uma quase unanimidade nacional, é bem provável que ele consiga isolar o vestiário, não deixando os repulsivos cartolas irem meter o nariz no trabalho dos profissionais.
E, pelo que já mostrou no Corinthians, Tite é o técnico ideal para montar um bom conjunto, mesmo não dispondo de talentos fulgurantes (com exceção de Neymar). Sabe incutir no grupo o espírito de equipe e também compensar as limitações do material humano com organização e disciplina táticas.
Carente da genialidade de um Guardiola, Tite não cria esquemas que mudem a face do futebol mundial. Mas se mantém bem atualizado sobre os que vão surgindo e costuma ser feliz na escolha do mais compatível com as características do seu elenco.
Ademais, quase sempre sua leitura do jogo é boa, tanto que o Corinthians tem se notabilizado por, a partir das substituições por ele efetuadas, aumentar seu volume de jogo e marcar gols decisivos no final das partidas. E vez por outra dá nós táticos nos outros treinadores, como fez com Rafa Benitez, do Chelsea, no Mundial de Clubes de 2012.
Enfim, é uma promessa de trabalho sério e um vislumbre de esperança. Para um selecionado que já não assustava nem o Peru, Tite poderá muito bem vir a ser um salvador da Pátria.



Artigo de José Otávio Vasques Ayres: 'Aquecedores de ambiente fazem mal à saúde?'

jose-otavio-vasques-ayres-1DR JOSÉ OTÁVIO VASQUES AYRES – AQUECEDORES DE AMBIENTE FAZEM MAL À SAÚDE ?

 

Chegou o frio!!! E com ele muitas vezes acabamos usando aquecedores de ambiente. Mas isto é bom? Faz mal?

Um aspecto a lembrar é que devemos evitar o choque térmico. A mudança do ambiente quente para o frio é menos agressiva para o organismo se for feita de forma gradual.

Mas o maior problema dos aquecedores é que eles retiram a umidade do ar. Durante o inverno, o ar já é mais seco, o que prejudica bastante o funcionamento do sistema respiratório. Com os aquecedores este problema é agravado. Os incandescentes que usam resistência, quartzo ou cerâmica retiram mais a umidade. Os aquecedores a óleo retiram menos a umidade, mas ainda assim retiram.

O QUE FAZER PARA PODER UTILIZA-LOS DE MANEIRA MAIS ADEQUADA ?
Devemos melhorar a umidade do ar! Bacias e baldes com água podem ajudar, mas a superfície de contato não é tão grande. O ideal é utilizarmos uma toalha grande, molhada, aberta em uma superfície de material que não embolore. Devemos evitar ficar muito próximos ao aparelho.
Umidificadores são bastante eficazes para melhorar a umidade do ar. O problema é que continuam trabalhando mesmo após ocorrer a saturação de vapor de água no ar. Desta forma, ele promove a condensação, com umidificação de móveis, colchões, travesseiros, roupas e paredes. Com isto, há a proliferação de fungos (mofo) que são extremamente nocivos aos alérgicos. Devemos também tomar muita água para ajudarmos o aparelho respiratório.
Outro cuidado com os incandescentes, é evitar o contato próximo a cortinas, tapetes e cobertas, pelo risco de incêndio. Evitar, também, deixa-los ao alcance de crianças.

AR CONDICIONADO = Devemos ter os mesmos cuidados para evitar o ressecamento do ar e também necessitamos manter o filtro e o interior bem limpos. O acúmulo de poeira prejudica muito o sistema respiratório.

LAREIRAS= Apresentam também o problema de ressecar o ar e muitas vezes podem refluir um pouco a fumaça para o ambiente, o que prejudica bastante o sistema respiratório também. O sistema de chaminé deve ser muito eficaz.

DR JOSÉ OTÁVIO VASQUES AYRES

Fonte de imagens = Internet

Foto de Jose Otavio Vasques Ayres.
Foto de Jose Otavio Vasques Ayres.



Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a família PINHEIRO

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 748

 

Prezado Alvino, boa noite.

Envio para você o arquivo do sobrenome PINHEIRO.

São quinze páginas e seis brasões.

Abaixo um pequeno resumo.

Faça uma pesquisa no arquivo e veja se encontra seus familiares.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

clip_image002    clip_image003    clip_image004Pinheiro

sobrenome de origem portuguesa. Nome de raízes toponímicas, embora se não saiba com precisão de qual entre as muitas terras com esta designação foi ele tirado. É apelido de família muito antigo, conhecendo-se já no século XIII indivíduos a usá-lo.

Da sua linhagem parece ter saído a dos Outiz: Gomes Nunes de Outiz, senhor de uma quinta deste nome, cavaleiro de um escudo e de uma lança como diz o conde D. Pedro, parece ter sido neto de Pedro Afonso Pinheiro aquI em o rei D. Afonso III deu uns pardieiros em Santarém, e este talvez fosse filho de Afonso Pinheiro, morador na província do Minho no ano de 1301, onde defendia por honra o lugar de Rebordões, na freguesia de Insalde, concelho de Paredes de Coura, por aí se haver criado certamente um filho seu.

Gomes Nunes de Outiz casou com D. Melícia Fernandes Camelo, filha de Fernão Gonçalves Camelo e de D. Constança Pires de Arganil, e teve por filhos a Estevão Gomes de Outiz, contemporâneo do rei D. Pedro I, a Pedro Gomes Pinheiro, com geração que se extinguiu, e a Tristão Gomes Pinheiro, casado em Barcelos onde deixou geração.

Daquele Estevão Gomes de Outiz ficou geração que continuou o apelido de Outiz, mas houve também a João Esteves Pinheiro e D. Mór Esteves Pinheiro, que acabou por suceder em grande parte da casa paterna e casou com Martim Lopes ou Gomes Lobo, ouvidor-geral das terras de D. Afonso, 1º duque de Bragança, e que se diz também ter sido alcaide-mór de Barcelos, deste casamento descendendo muita e ilustre geração que usou o apelido de Pinheiro.

De pinheiro, subst. comum (Antenor Nascentes, II, 243). Outros fazem uma corrupção do antiquíssimo apelido Pinario, de Roma. Estafamília vem dos Pinarios romanos que era uma das linhagem mais ilustres e já conhecida como nobre no tempo de Evandro, que começou a reinar na Itália no ano de 1241 antes de Cristo. Tristão Gomes Pinheiro, cavaleiro galego, fez os muros de Barcelos, por mandado do duque D. Afonso. Quem? Tiveram morgado em Barcelos, onde exerceram o cargo de alcaide-mor (Anuário GenealógicoLatino, I, 77). Portugal: Sobre a origem genealógica desta família, escreveu o dicionarista português, Pinho Leal, em sua obra Portugal Antigo e Moderno – Diccionario, datado de 1874: Pinheiro é um appellido nobre em Portugal. Procede de uma Quinta chamada do Pinheiro (em Hespanha) por haver alli um pinheiro de prodigiosa grandeza. O primeiro que em Portugal usou deste appellido, foi Tristão Gomes Pinheiro, fidalgo galego, que vindo para Portugal, foi mandado construir as muralhas de Barcellos, por ordem do duque D. Affonso, e alli estabeleceu morgado; e onde seus descendentes foram alcaides-mores [Pinho Leal -Diccionário, II, 161]. Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário das Famílias de Portugal, trata da antigüidade desta família, recuando-a ao tempo do Rei D. João I, época em q tantas, e tão excellentes familias deste Reyno comecarão a fazer-se conhecidas nelle, mas a incansavel curiusid.e dos antiquarios não sofre lemites, e menos qdº nas suas exploraçoins descobrem memorias q vão encaminhando a principios mais remotos. D. Luiz Cavalheiros tão conhecido pello illustre de seu sangue como pella sua grande curiusidade genealogica foi o pr.º Autor q methodicam.te escreveo titullo desta família mas so no q. tocava ao ramo de Barcellos, q foi sempre o mais respeitavel pello m.to q se aumentou e se alliançõu com as famílias mais illustres do Reyno e Corte. [Outros pretendem] mistrar descendentes dos Pinarios Romanos, dizendo q segundo Cicero M. T. C. por lege Murena trazião a sua origem de Pino f.º de Numa Pompilio Rey de Roma; porem outros com menos altas ideias, dizem q estaFamília tomara o appellido de grandissimos Pinheiros q estes Senhores tinhão na sua q.ta de Outiz no tr.º da villa de Barcellos onde lhe assignarão o seu Sollar, acrescentando haver alguns q excedião os lemites da Crudelid.e [..]. Os q seguem Louzada dizem q dominando em Portugal os Romanos, viera a este Reyno Marcus Pinario o qual por herança comua de sua Família era Sacerdote dedicado ao culto de Hercules, e guarda do seu Templo, e q. p.ª exercitar este emprego erigira hua Ara aquelle semideus no lugar q dipois se chamou Doutiz onde se conservarão por muitos annos os seus descendentes e q do nome de Pinario com pouca corrupção procedera o de Pinheiros. [..] Da família Pinario ha muitas memorias nos Escrptores Antigos; Plutarco na vida de Numa Pompilio 2.º Rey de Roma diz q desde a suaorigem era nobre, e Patricia, e acrescenta q descendem de Pino; porem não teve toda a notissia de sua antiguidade, ou lhe osurpa mais 500 annos; por. Numa foi eleito Rey no anno quadragéssimo da fundação de Roma; Seixto Aurelio Victor De Origene Gentis Romane lhe da princípio no Reynado de Evandro q começou a reynar na Itália pellos annos do Mundo de 2810 e 491 annos antes da fundação deRoma, e 531 annos q Numa fosse Rey, e 1241 antes do nascimen.to de X.º Não me lembro de ter lido de outra algua Familia q haja cinservado o seu appellido perto de 3.000 annos como a dos Pinheiros sublinhado pelo autor? nem que de tão longe possa deduzir a suaorigem q Seixto Aurelio lhe da. Passarão a Hespanha no tempo q os Romanos a dominarão varoins desta Família, e das Pinas do Reyno de Aragão, q he uma das illustres delle se preza desta ascendência, e o pretende provar o Padre Sobrecasana na didicatoria de hum Sermonario, a q deo o título de Ideias Predicaveis. E se outros deduzem os Silvas dos Silvios, dos Pacivos os Pachecos, dos Pemintarios os Peminteism dos Lupos os Lobos, dos Cornelios os Coroneis, q rezão haverá pª não podermos deduzir dos Pinarios os Pinheiros havendo alem da prinomazia varias rezoins, e circunstâncias q a abonão. Em Portugal no Arcebispado de Braga viverão antigam.te muitas pessoas desta Família como diz o famozo antiquario Gaspar Alvz de Louzada allegando hua pedra q se descobrio em Chide na terra do Douro da qual inda q quebrada se colige q Marcos Pinario a dedicou a Herculles.

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From: ALVINO PINHEIRO

Sent: Wednesday, June 08, 2016 12:15 PM

To: Afrânio Tintaspig

Subject: RE: genealogia meu sobrenome ALVINO PINHEIRO

PREZADO  A F R A N I O ….SOU FILHO DE JOSÉ PINHEIRO E DE LEOLINDA RICHARD PINHEIRO  MEU AVO PATERNO É JOÃO PINHEIRO NASCIDO NO RIO DE JANEIRO   (NOVA FRIBURGO E/OU  MACAÉ  )E MINHA AVO É ROSA….. EU, NASCI EM 19/07/1952 EM PARANAVAÍ  PARANÁ   E MORO EM AMAPORA PARANA DESDE 1960……

From: afranio@tintaspig.com.br
To: ap1414@hotmail.com
Subject: Re: genealogia meu sobrenome ALVINO PINHEIRO
Date: Tue, 7 Jun 2016 17:50:19 -0300

Alvino, boa tarde.

Escreva de onde você é.

Tem Pinheiro em todo lugar e preciso ver o meu arquivo.

No aguardo

Afrânio

 

From: ALVINO PINHEIRO

Sent: Tuesday, June 07, 2016 5:45 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: genealogia meu sobrenome ALVINO PINHEIRO