Artigo de Guaçu Piteri: 'O Candidato'
O CANDIDATO
by Guaçu Piter
Guaçu Piteri – ‘O Candidato’
Como já é tradição em Osasco, nos anos eleitorais os candidatos comparecem à procissão do padroeiro. Mostram a cara, estendem a mão, distribuem abraços e se deixam fotografar com conhecidos e crianças. Dezenas de candidatos acompanhavam a procissão que, deslocando-se lentamente, seguiu à direita, pela Avenida Santo Antonio passando em frente escritório político do deputado Celso Gíglio.
O espaço, na frente do escritório, decorado com esmero, exibia um poster com a imagem de Santo Antonio, o padroeiro, atrás de uma mesa que, coberta por uma toalha branca, era adornada por alguns vasos cheios de flor.
O cenário trouxe-me à lembrança um fato que João Batista Piteri, meu primo, me contou há muitos anos. Inconformado com a situação de abandono de Itajobi, à época uma pequena cidade da araraquarense, o pároco resolveu candidatar-se a prefeito. Sua campanha, embora simples, foi arrebatadora. Na igreja, ele abordava o eleitor que prometia:
– O senhor pode contar com meu voto… E os de minha família.
– Posso confiar?
– Padre?!!! Claro que pode…
Para selar o pacto, o sacerdote apontava na direção do santo padroeiro no alto do altar e sentenciava:
– Agora seu compromisso é com ele!
Mas a narrativa não termina aí. No dia da eleição aconteceu o desfecho da estratégia da campanha. O pároco mandou erguer um altar na frente da igreja e passou o dia saudando os eleitores. Cumprimentava a cada um, e, para que o sagrado compromisso não fosse esquecido, apontava na direção do santo padroeiro.
Será que alguém duvida do resultado da urnas?
Segundo capítulo: IHGGI realiza pesquisa histórica e estuda um outro aspecto do Tropeirismo
‘O tropeirismo como fator de unidade nacional’ – parte II
Os estudiosos que quiserem participar deste estudo do IHGGI podem entrar em contato com o Instituto através do endereço ihggitapetininga@gmail.com ou diretamente com a confreira Alba Regina Franco Carron Luisi, coordenadora deste Grupo de Estudos.
CAPITULO 2
O Tropeiro no ciclo do açúcar
(por Alba Regina Franco Carron Luisi)
A base da economia era o engenho de açúcar, unidade de produção de açúcar , que utilizava a mão de obra escrava e tinha como objetivo principal a venda de açúcar para o mercado europeu.
Existia a produção de tabaco para moeda de troca por escravos, e a produção de algodão para a confecção de tecidos usados para roupas para os escravos e pessoas com
menor poder aquisitivo, os trabalhadores livres.
Em www.administradores.com.br, encontramos o artigo de Paulo Ricardo Salvati, bacharel em Administração pela Escola Superior de Administração, Direito e Economia- Rede Laureate Internacional Universities de Porto Alegre- RS (atual Fadergs ), usando como referência biblio gráfica” Síntese da Economia Brasileira 7 edição, Ed.LTC-S. Paulo , 1999 de Milton Braga Furtado .
“ Este subciclo (pecuária) foi uma conseqüência da expansão da produção do açúcar. O gado era originário do arquipélago de Cabo Verde e juntamente com os cavalos , fora introduzido ao Brasil através de São Vicente para atender as demandas da agroindústria do açúcar em 1534.
Os rebanhos introduzidos por São Vicente expandiram-se pelo litoral até o sul, em Viamão, onde passaram a se misturar com os rebanhos originários das colônias
espanholas. Porém Tomé de Souza trouxera maiores volumes de rebanhos para atender a agroindústria açucareira da Bahia e Pernambuco; os objetivos principais dos rebanhos eram de suprir a carência de transporte e tração animal para mover as moendas e em segundo plano sua carne servia como alimento principalmente dos escravos. Porém , com o tempo, os rebanhos passaram a danificar as plantações de cana de açúcar, sendo assim uma lei fora baixada limitando a manutenção dos rebanhos fora da área litorânea, transferindo-se para o interior………….
Assim sendo, com o tempo, além de prover os engenhos com a tração animal e transporte e a população litorânea com a carne , também passou a desenvolver a indústria do couro, fazendo com que a pecuária deixasse de ser dependente para se tornar uma atividade autônoma, originando a civilização do couro que caracterizou o panorama econômico e social do sertão nordestino do século XVII.
Inicialmente, o couro servia para embalagem para exportação………….
O aumento do consumo de carne bovina e a abundancia de sal no nordeste propiciaram a industrialização da carne salgada”.
Os tropeiros levavam imensos fardos de produtos diversos por uma região que cada vez mais se alargava graças aos inúmeros vilarejos que surgiam ligados ao desenvolvimento provocado pela pecuária que se ampliava cada vez mais , pois os animais eram criados soltos.
Na região sul, o gado introduzido na Capitania de S. Vicente também se interiorizou e se misturou com o que vinha dos Andes e de Buenos Aires , povoando as campinas
riograndenses .
Os bandeirantes a partir de 1639 começaram as tropeadas , com a tomada dos animais reunidos por jesuítas e índios aldeados ,e mulas criadas pelos espanhóis
numa região onde era comum o relacionamento entre portugueses e espanhóis.
No livro “Tropeiros de Mula: a ocupação do espaço , a dilatação das fronteiras” (Gráfica Editora Berthier Ltda, Passo Fundo, 2004), o historiador Pedro Ari Veríssimo
da Fonseca, chama a atenção para um dos fatores econômicos fundamentais na ocupação das terras americanas- a pecuária e sua conseqüência imediata, o tropeirismo.
Eram as antigas estradas usadas pelos indígenas que serviam de ligação entre o Rio Grande do Sul e São Paulo, Uruguai e outras regiões do sul.
Segundo Roberto C. Simonsen em “História Econômica do Brasil (Companhia Editora Nacional, São Paulo, 5 edição, 1967 , p 159), em 1610 tropeava-se de Santa Fé para o Peru nada menos de um milhão de cabeças de gado (Peru e Bolívia empenhavam-se na extração de ouro e prata e recebiam provisões( gêneros agrícolas, animais de tração e panos grosseiros) das regiões hispano-americanas, principalmente sul da América do Sul, a partir do norte da Argentina.
Museu do Futebol Na Área já recebeu 2 mil visitantes em Sorocaba e Votorantim
Grupos podem agendar visitas educativas gratuitas com atividades e brincadeiras; estudantes ainda levam material didático exclusivo.
A exposição itinerante Museu do Futebol na Área, que traz na bagagem destaques do Museu do Futebol, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, localizado no Estádio do Pacaembu, já alcançou o público de dois mil visitantes
em apenas uma semana de sua parada no Shopping Iguatemi Esplanada, na região de Sorocaba.
Em cartaz até 10 de julho, a mostra prossegue recebendo grupos para visitas educativas
de escolas, associações, ONGs, times e demais interessados. O agendamento gratuito é realizado pelo e-mail museunaarea@gmail.com.
“Nas visitas guiadas pela equipe de educadores do Museu, crianças e adolescentes participam de diversas atividades como jogos de perguntas e respostas sobre curiosidades do futebol da região, do Brasil e do mundo. Podem ainda jogar uma partida na mesa de botão e no campo virtual. Estudantes e professores ganham um material didático exclusivo, preparado especialmente para a itinerância na região de Sorocaba”, conta Daniela Alfonsi, Diretora de Conteúdo do Museu do Futebol.
O livreto multidisciplinar contem sugestões de exercícios, que podem ser desenvolvidos em sala de aula. O futebol serve de pano de fundo para trabalhar a Geometria, Física, História, Geografia, entre outras matérias de Humanas.
A realização é do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura; do IDBrasil Cultura, Educação e Esporte, organização social de cultura que gere o Museu do Futebol; e da Arquiprom, proponente e produtora do projeto viabilizado por meio do Ministério da Cultura via Lei Federal de Incentivo à Cultura. O patrocínio é do Carrefour Soluções Financeiras, IBM, Itaú e Samsung. O Museu do Futebol Na Área conta também com o apoio do SISEMSP, Epson, das Prefeituras Municipais de Sorocaba e Votorantim, e do Shopping Iguatemi Esplanada.
A exposição
Museu do Futebol Na Área reproduz seis espaços da exposição principal do Museu do Futebol, apresentando a cultura e história do esporte por meio de instalações multimídia e interatividade.
Para trazer o clima das instalações do Museu no Pacaembu, foram convidados alguns dos profissionais responsáveis pela elaboração do projeto original, como Daniela Thomas e Felipe Tassara, criadores do conceito expográfico da mostra itinerante, e o designer Jair de Souza, que assina a direção de arte e de dois novos vídeos produzidos especialmente para o novo projeto. O primeiro deles, logo na entrada, é um tour pelo Estádio do Pacaembu e algumas das salas do Museu, um convite à experiência de unir, por meio do futebol, história, emoção e diversão.
Em seguida, na Sala das Origens, apresenta-se a trajetória da chegada do futebol no Brasil, com Charles Miller, no final do século XIX, até os primórdios da profissionalização do esporte e da aceitação de atletas negros e mestiços a partir dos anos 20. Mais de cem fotografias e um vídeo mostram também os primeiros clubes, estádios, torcidas e jogadores. Nesta área estão 14 imagens históricas do futebol da região. Destaque para as fotos épicas de 1900, do Sport Club Savoia, time formado pelos funcionários italianos da fábrica de tecidos no distrito de Votorantim, e do Esporte Clube Sorocabano (1902).
Em seguida, o visitante encontra, num ambiente colorido e divertido, a Sala dos Números e Curiosidades, com recordes, regras do jogo, frases famosas, vídeos e objetos. Entre as curiosidades, a importância dos campeonatos amadores de Sorocaba e região e uma das primeiras torcidas organizadas e uniformizadas, a Tira-Prosa, do Esporte Clube São Bento, fundada pelas irmãs Ramalho em 1975. Em uma vitrine, recordações especiais dos dois atuais clubes da cidade: uma camisa de 1975 do Esporte Clube São Bento. Os objetos compõem a coleção de Luis Fernando Vilas Boas.
Na sequência, o público se emociona com a instalação Versus, exclusividade da mostra, criada pelo artista multimídia Tadeu Jungle. A experiência consiste em acompanhar uma partida inteira somente observando os torcedores. São 120 minutos da intensidade e vibração das torcidas de Palmeiras e Corinthians, captadas durante a semifinal do Paulistão 2015 – que terminou com vitória do time alviverde nos pênaltis em pleno Itaquerão.
No módulo Gols, relembra gols importantes da história do futebol recontados por 27 jornalistas esportivos, como Luciano do Valle, Armando Nogueira e Galvão Bueno. Na Sala do Rádio, locuções clássicas dos anos 1930 aos anos 2000, como as de Fiori Giglioti, Ary Barroso e Osmar Santos, trazem a emoção de traduzir o jogo pelas ondas do rádio. O conteúdo está disponível em multimídias touch screen.
A história das Copas do Mundo, desde a criação até o famoso “7 a 1” de 2014, está retratada com fotos e um vídeo especialmente editado para a mostra, com roteiro do jornalista Marcelo Duarte e direção de Jair de Souza.
Completa a experiência o Centro de Referência do Futebol Brasileiro (CRFB), área do Museu responsável pela pesquisa e documentação do acervo. Em cada cidade há uma biblioteca com cerca de duzentos títulos de livros para pesquisa sobre os clubes locais, os times paulistas, biografias de jogadores, entre outros. Computadores para acesso ao banco de dados do Museu do Futebol ficam à disposição dos interessados em compartilhar com o Museu suas histórias e acervos sobre futebol.
Todo o material produzido durante o período integrará o acervo de referências do CRFB e ficará disponível em um site criado para o projeto: naarea.museudofutebol.org.br .
Serviço Exposição itinerante Museu do Futebol na Área – Sorocaba e região
Período em cartaz: de 7 de junho a 10 de julho
Funcionamento: de terça à sexta-feira, das 10h às 18h;
aos sábados e domingos, das 12h às 20h.
Local: Shopping Iguatemi Esplanada
Entrada Ala Sul: Av. Gisele Constantino, 1850 – Votorantim – SP
Entrada Ala Norte: Av. Izoraida Marques Peres, 401 – Sorocaba
Entrada gratuita
Na Internet: www.museudofutebol.org.br // www.facebook.com/museudofutebol
Site especial: naarea.museudofutebol.org.br
E-mail: contato@museudofutebol.org.br
Artigo de Celso Lungaretti: 'O FUTEBOL BRASILEIRO ESTÁ NO FUNDO DO POÇO. O TITE VAI SER O SALVADOR DA PÁTRIA?'
Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia: ‘TITE É UMA PROMESSA DE TRABALHO. SÉRIO E UM VISLUMBRE DE ESPERANÇA’
Artigo de José Otávio Vasques Ayres: 'Aquecedores de ambiente fazem mal à saúde?'
Chegou o frio!!! E com ele muitas vezes acabamos usando aquecedores de ambiente. Mas isto é bom? Faz mal?
Um aspecto a lembrar é que devemos evitar o choque térmico. A mudança do ambiente quente para o frio é menos agressiva para o organismo se for feita de forma gradual.
Mas o maior problema dos aquecedores é que eles retiram a umidade do ar. Durante o inverno, o ar já é mais seco, o que prejudica bastante o funcionamento do sistema respiratório. Com os aquecedores este problema é agravado. Os incandescentes que usam resistência, quartzo ou cerâmica retiram mais a umidade. Os aquecedores a óleo retiram menos a umidade, mas ainda assim retiram.
O QUE FAZER PARA PODER UTILIZA-LOS DE MANEIRA MAIS ADEQUADA ?
Devemos melhorar a umidade do ar! Bacias e baldes com água podem ajudar, mas a superfície de contato não é tão grande. O ideal é utilizarmos uma toalha grande, molhada, aberta em uma superfície de material que não embolore. Devemos evitar ficar muito próximos ao aparelho.
Umidificadores são bastante eficazes para melhorar a umidade do ar. O problema é que continuam trabalhando mesmo após ocorrer a saturação de vapor de água no ar. Desta forma, ele promove a condensação, com umidificação de móveis, colchões, travesseiros, roupas e paredes. Com isto, há a proliferação de fungos (mofo) que são extremamente nocivos aos alérgicos. Devemos também tomar muita água para ajudarmos o aparelho respiratório.
Outro cuidado com os incandescentes, é evitar o contato próximo a cortinas, tapetes e cobertas, pelo risco de incêndio. Evitar, também, deixa-los ao alcance de crianças.
AR CONDICIONADO = Devemos ter os mesmos cuidados para evitar o ressecamento do ar e também necessitamos manter o filtro e o interior bem limpos. O acúmulo de poeira prejudica muito o sistema respiratório.
LAREIRAS= Apresentam também o problema de ressecar o ar e muitas vezes podem refluir um pouco a fumaça para o ambiente, o que prejudica bastante o sistema respiratório também. O sistema de chaminé deve ser muito eficaz.
DR JOSÉ OTÁVIO VASQUES AYRES
Fonte de imagens = Internet


Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a família PINHEIRO
Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 748
Prezado Alvino, boa noite.
Envio para você o arquivo do sobrenome PINHEIRO.
São quinze páginas e seis brasões.
Abaixo um pequeno resumo.
Faça uma pesquisa no arquivo e veja se encontra seus familiares.
Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line
Pinheiro
sobrenome de origem portuguesa. Nome de raízes toponímicas, embora se não saiba com precisão de qual entre as muitas terras com esta designação foi ele tirado. É apelido de família muito antigo, conhecendo-se já no século XIII indivíduos a usá-lo.
Da sua linhagem parece ter saído a dos Outiz: Gomes Nunes de Outiz, senhor de uma quinta deste nome, cavaleiro de um escudo e de uma lança como diz o conde D. Pedro, parece ter sido neto de Pedro Afonso Pinheiro aquI em o rei D. Afonso III deu uns pardieiros em Santarém, e este talvez fosse filho de Afonso Pinheiro, morador na província do Minho no ano de 1301, onde defendia por honra o lugar de Rebordões, na freguesia de Insalde, concelho de Paredes de Coura, por aí se haver criado certamente um filho seu.
Gomes Nunes de Outiz casou com D. Melícia Fernandes Camelo, filha de Fernão Gonçalves Camelo e de D. Constança Pires de Arganil, e teve por filhos a Estevão Gomes de Outiz, contemporâneo do rei D. Pedro I, a Pedro Gomes Pinheiro, com geração que se extinguiu, e a Tristão Gomes Pinheiro, casado em Barcelos onde deixou geração.
Daquele Estevão Gomes de Outiz ficou geração que continuou o apelido de Outiz, mas houve também a João Esteves Pinheiro e D. Mór Esteves Pinheiro, que acabou por suceder em grande parte da casa paterna e casou com Martim Lopes ou Gomes Lobo, ouvidor-geral das terras de D. Afonso, 1º duque de Bragança, e que se diz também ter sido alcaide-mór de Barcelos, deste casamento descendendo muita e ilustre geração que usou o apelido de Pinheiro.
De pinheiro, subst. comum (Antenor Nascentes, II, 243). Outros fazem uma corrupção do antiquíssimo apelido Pinario, de Roma. Estafamília vem dos Pinarios romanos que era uma das linhagem mais ilustres e já conhecida como nobre no tempo de Evandro, que começou a reinar na Itália no ano de 1241 antes de Cristo. Tristão Gomes Pinheiro, cavaleiro galego, fez os muros de Barcelos, por mandado do duque D. Afonso. Quem? Tiveram morgado em Barcelos, onde exerceram o cargo de alcaide-mor (Anuário GenealógicoLatino, I, 77). Portugal: Sobre a origem genealógica desta família, escreveu o dicionarista português, Pinho Leal, em sua obra Portugal Antigo e Moderno – Diccionario, datado de 1874: Pinheiro é um appellido nobre em Portugal. Procede de uma Quinta chamada do Pinheiro (em Hespanha) por haver alli um pinheiro de prodigiosa grandeza. O primeiro que em Portugal usou deste appellido, foi Tristão Gomes Pinheiro, fidalgo galego, que vindo para Portugal, foi mandado construir as muralhas de Barcellos, por ordem do duque D. Affonso, e alli estabeleceu morgado; e onde seus descendentes foram alcaides-mores [Pinho Leal -Diccionário, II, 161]. Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário das Famílias de Portugal, trata da antigüidade desta família, recuando-a ao tempo do Rei D. João I, época em q tantas, e tão excellentes familias deste Reyno comecarão a fazer-se conhecidas nelle, mas a incansavel curiusid.e dos antiquarios não sofre lemites, e menos qdº nas suas exploraçoins descobrem memorias q vão encaminhando a principios mais remotos. D. Luiz Cavalheiros tão conhecido pello illustre de seu sangue como pella sua grande curiusidade genealogica foi o pr.º Autor q methodicam.te escreveo titullo desta família mas so no q. tocava ao ramo de Barcellos, q foi sempre o mais respeitavel pello m.to q se aumentou e se alliançõu com as famílias mais illustres do Reyno e Corte. [Outros pretendem] mistrar descendentes dos Pinarios Romanos, dizendo q segundo Cicero M. T. C. por lege Murena trazião a sua origem de Pino f.º de Numa Pompilio Rey de Roma; porem outros com menos altas ideias, dizem q estaFamília tomara o appellido de grandissimos Pinheiros q estes Senhores tinhão na sua q.ta de Outiz no tr.º da villa de Barcellos onde lhe assignarão o seu Sollar, acrescentando haver alguns q excedião os lemites da Crudelid.e [..]. Os q seguem Louzada dizem q dominando em Portugal os Romanos, viera a este Reyno Marcus Pinario o qual por herança comua de sua Família era Sacerdote dedicado ao culto de Hercules, e guarda do seu Templo, e q. p.ª exercitar este emprego erigira hua Ara aquelle semideus no lugar q dipois se chamou Doutiz onde se conservarão por muitos annos os seus descendentes e q do nome de Pinario com pouca corrupção procedera o de Pinheiros. [..] Da família Pinario ha muitas memorias nos Escrptores Antigos; Plutarco na vida de Numa Pompilio 2.º Rey de Roma diz q desde a suaorigem era nobre, e Patricia, e acrescenta q descendem de Pino; porem não teve toda a notissia de sua antiguidade, ou lhe osurpa mais 500 annos; por. Numa foi eleito Rey no anno quadragéssimo da fundação de Roma; Seixto Aurelio Victor De Origene Gentis Romane lhe da princípio no Reynado de Evandro q começou a reynar na Itália pellos annos do Mundo de 2810 e 491 annos antes da fundação deRoma, e 531 annos q Numa fosse Rey, e 1241 antes do nascimen.to de X.º Não me lembro de ter lido de outra algua Familia q haja cinservado o seu appellido perto de 3.000 annos como a dos Pinheiros sublinhado pelo autor? nem que de tão longe possa deduzir a suaorigem q Seixto Aurelio lhe da. Passarão a Hespanha no tempo q os Romanos a dominarão varoins desta Família, e das Pinas do Reyno de Aragão, q he uma das illustres delle se preza desta ascendência, e o pretende provar o Padre Sobrecasana na didicatoria de hum Sermonario, a q deo o título de Ideias Predicaveis. E se outros deduzem os Silvas dos Silvios, dos Pacivos os Pachecos, dos Pemintarios os Peminteism dos Lupos os Lobos, dos Cornelios os Coroneis, q rezão haverá pª não podermos deduzir dos Pinarios os Pinheiros havendo alem da prinomazia varias rezoins, e circunstâncias q a abonão. Em Portugal no Arcebispado de Braga viverão antigam.te muitas pessoas desta Família como diz o famozo antiquario Gaspar Alvz de Louzada allegando hua pedra q se descobrio em Chide na terra do Douro da qual inda q quebrada se colige q Marcos Pinario a dedicou a Herculles.
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From: ALVINO PINHEIRO
Sent: Wednesday, June 08, 2016 12:15 PM
Subject: RE: genealogia meu sobrenome ALVINO PINHEIRO
PREZADO A F R A N I O ….SOU FILHO DE JOSÉ PINHEIRO E DE LEOLINDA RICHARD PINHEIRO MEU AVO PATERNO É JOÃO PINHEIRO NASCIDO NO RIO DE JANEIRO (NOVA FRIBURGO E/OU MACAÉ )E MINHA AVO É ROSA….. EU, NASCI EM 19/07/1952 EM PARANAVAÍ PARANÁ E MORO EM AMAPORA PARANA DESDE 1960……
From: afranio@tintaspig.com.br
To: ap1414@hotmail.com
Subject: Re: genealogia meu sobrenome ALVINO PINHEIRO
Date: Tue, 7 Jun 2016 17:50:19 -0300
Alvino, boa tarde.
Escreva de onde você é.
Tem Pinheiro em todo lugar e preciso ver o meu arquivo.
No aguardo
Afrânio
From: ALVINO PINHEIRO
Sent: Tuesday, June 07, 2016 5:45 PM
Subject: genealogia meu sobrenome ALVINO PINHEIRO






