Artigo de Pedro Novaes: 'Frio'

colunista do ROL
Pedro Novaes

Pedro Israel Novaes de Almeida – ‘FRIO’

Após um período de severa estiagem e calor infernal, seguido por dezenas de dias chuvosos, estamos agora sob frio intenso, antes de iniciado o inverno.

Mesmo sem o apoio de estatísticas científicas, todos percebemos que a natureza está tendo chiliques. Ou faz um calor insuportável ou um frio congelante. Ou sofremos uma seca prolongada ou morremos afogados.

A natureza jamais foi domada, e seguiu por séculos repetindo eventos catastróficos, entremeados por outros que produziram fartura e progresso. Atualmente, os eventos tendem a ser exagerados, e até em épocas impróprias.

A principal vítima das surpresas climáticas é a agricultura, cujos calendários obedecem rígidos critérios técnicos, de maneira a adequar as necessidades das plantas à normalidade dos eventos do clima. Excesso de chuva, estiagem, calor ou frio, imprevistos, dizimam plantações e causam prejuízos a toda a sociedade, podendo levar agricultores à insolvência.

Também a pecuária sofre as adversidades do clima, seja pela indisponibilidade de pastagens ou pela maior custo de rações. Os reflexos mais visíveis aparecem, assustadores, nas prateleiras dos supermercados.

Indústrias de agasalhos, aquecedores, ventiladores e até remédios não conseguem atender clamores do comércio, para suprir a repentina escalada da procura de atenuantes dos chiliques climáticos.

Pesquisas realizadas por cientistas de renome, em Piraju (SP), indicam severa diminuição no consumo de água, nos invernos rígidos.  Dizem, as más línguas, que o frio intenso prejudica o acionamento dos chuveiros.

Por todo o estado, a população parece mais gorda, como resultado da manutenção dos pijamas, sob a roupa de trabalho ou passeio. No ambiente doméstico, cobertores são preferidos aos agasalhos.

O IBGE não confirma, mas existe uma notória diminuição dos nascimentos, nove meses após um frio congelante. Feijoada, polenta e toicinho viram pratos da época, pela fama de quentes.

O lado triste dos invernos é o sofrimento das populações de rua, não raro sobreviventes graças à atuação de abnegados voluntários.  Em 2.016, as ações dos poderes públicos, prestigiando a coleta e doação de cobertores e agasalhos, vieram antes de terminado o inverno.

Idosos e crianças apresentam menor resistência ao frio, necessitando de cuidados e acompanhamentos especiais. Até ladrões recuam nos períodos mais gelados, pois as famílias evitam sair, permanecendo nas casas.

Cães e gatos, os mais ricos, usam vestimentas apropriadas ao inverno, enquanto os remediados dormem sobre panos, colocados ao abrigo dos ventos. Animais de rua buscam refúgio na vegetação, sob carros ou em cantos urbanos.

Passam imunes ao frio a corrupção e os desmandos administrativos, frequentadores de ambientes controlados. Não acreditamos que, sob temperaturas negativas, nossos presidiários persistam sem acesso a águas aquecidas. Tal tortura não consta das sentenças condenatórias.

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia Mazzuco

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 747

Caro Anderson, boa noite.
Fiz diversas tentativas na Itália.
Em todas elas exigem página no FACEBOOK para resposta.
Não trabalho com o essa ferramenta.
Um amigo meu, residente na Itália, me indicou o caminho que
repasso para vocçe fazer, caso tenha FACEBOOK.
É a página de Lendinara, onde você deve fazer o pedido.
Já está em Italiano.
Você só tem que informar o Facebook e mudar o meu nome.
Entre nessa página, abaixo copiada , com o endereço incluso na Barra de busca.
Veja que há a necessidade de conexão via Facebook, ao final escrito em francês.
Espero que consiga e , caso não consiga, falo novamente com o meu amigo que
reside em Pádova.
Me informe posteriormente.
Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line
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Sent: Tuesday, May 03, 2016 6:25 PM
Subject: Re: Serviços de genealogista

Obrigado!

Em 03/05/2016 18:12, “Afrânio Mello” <afraniomello@itapetininga.com.br> escreveu:

Vou procurar.
Afrânio
Sent: Tuesday, May 03, 2016 5:22 PM
Subject: Re: Serviços de genealogista

Afrânio,

Meu antenato se chama Antonio Mazzucco, nascido em Lendinara, Rovigo,  Veneto – Itália.
A data é 13/06/1874.
O segundo filho dele ( meu bisavô) se chama Armelindo Mazzuco e  nasceu em Tambaú-Sp. A data foi 12/06/1907. Casou-se em bebedouro-sp em 1928.
A primeira filha nasceu na mesma cidade e em abril de 1904.
Chama Maria Mazzuco.

Precisa de mais alguma informação?

Em 03/05/2016 5:01 PM, “Afrânio Tintaspig” <afranio@tintaspig.com.br> escreveu:

Pesquiso e se não encontrar ou encontrando não cobro nada.
Cortesia.
Abraços
Afrânio
Sent: Tuesday, May 03, 2016 4:43 PM
Subject: Re: Serviços de genealogista

Ok Afrânio,

Você já teria um orçamento de quanto ficaria a busca?
O italiano morreu no Brasil e talvez tenha casado por aqui também.

Grato,
Anderson

Em 03/05/2016 16:38, “Afrânio Tintaspig” <afranio@tintaspig.com.br> escreveu:

Envie os sobrenomes que eu vou ver se encontro.
É importante fornecer a cidade de origem na Itália.
Abraços
Afrânio
Sent: Sunday, May 01, 2016 11:53 PM
Subject: Serviços de genealogista
Boa noite Afrânio,

Como vai?
Vi alguns artigos seus explicando experiências como genealogista.
Gostaria de saber se você ainda trabalho no ramo.
Preciso descobrir onde estão as certidões de casamento e óbito do meu antenato italiano.
Abraço,
Anderson



Artigo de Ivan Fortunato: 'Educação no e para o trânsito: placa de trânsito não é decoração '

Ivan Fortunato – Educação no e para o trânsito: placa de trânsito não é decoração

 

ivan (Copy)           Bom dia a todos! Não sou especialista no tema da coluna desta semana, mas sinto que devo me intrometer, pois, como sou motorista há muitos milhares de quilômetros, penso que minha experiência compense a falta de notoriedade do assunto. Aliás, o trânsito será tema de várias colunas, sempre sob essa ótica de “usuário”.

Para mim, a primeira lei do trânsito deveria ser o bom-senso. Mas, como alguns condutores se recusam a dirigir com prudência, temos leis iguais para todos. Estas desconsideram as circunstâncias, portanto, não são iluminadas pelo bom-senso, mas pela rigidez da obediência descontextualizada da regra. Mesmo assim, a regra pela regra nada regula e a prova mais elementar disso é que o trânsito é muito ruim – em praticamente todas as cidades. E não adianta forçar a barra, multando a esmo por meio de fiscalização eletrônica ou pelo mão dos guardas de trânsito – multas recheiam os cofres, mas não diminuem os acidentes, a irresponsabilidade nem a negligência. Para que o trânsito melhore, é preciso mais educação para o trânsito, além de pessoas mais sensíveis ao exercício da cidadania.

Toda essa elucubração foi motivada por conta dos acontecimentos irregulares, que amiúde presencio, em um local de minha rota cotidiana quando estou, a trabalho, na cidade de Itapetininga. Aliás, acho que muitos itapetininganos conhecem essa rotatória, que fica no encontro da Avenida Tenente Urias (na sequência da Marginal do Chá) com as ruas Luis Stucchi Sobrinho e José Santana de Oliveira, que dão acesso ao bairro Vila Nova Itapetininga.

 

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Primeiro, muitos motoristas que ali transitam parecem olvidar-se das 40 horas de lições teóricas do curso feito no Centro de Formação de Condutores – obrigatório para quem pretende obter sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) – no qual se aprende que, de acordo com o artigo 29 do Código Brasileiro de Trânsito, parágrafo terceiro alínea “b”, a preferência de passagem, no caso de uma rotatória é daquele que “estiver circulando por ela”. O que se verifica é que a maioria dos veículos que por ali transitam não obedecem o código, tratando a Avenida como preferencial, fazendo com que os motoristas que estão circulando pela rotatória parem para dar passagem a quem não tem a prioridade. Isso, por sua vez, tornou-se hábito e os motoristas tratam esse lapso como justo, e a rotatória opera com invisíveis sinais de “pare”.

Na semana do dia 06 de junho deste ano, a prefeitura tentou solucionar tal improbidade, colocando uma placa de pare antes da rotatória no sentido centro-bairro e outra no sentido bairro-centro. Apenas uma placa, pequena, com pouca visibilidade. Isso nada adianta, senão piora, pois o visitante desconhece a prática local de ignorar a preferência da rotatória. Por isso, a educação no trânsito é fundamental. Que tal colocar mais uma placa em cada sentido, para que seja visível ao motorista tanto do seu lado esquerdo quanto do lado direito? Que tal pintar o chão com a palavra “pare”? Que tal algumas faixas sinalizando que, a partir de tal data, o motorista que transita pela avenida deve parar, obedecendo a legislação?

 

ivan3 (Copy)

Outro problema frequente nessa locação é a falta de credibilidade das placas de “proibido estacionar” instaladas nas calçadas da Avenida e da Rua Luis Stucchi (esta é a subida que dá termina na Igreja Nossa Senhora de Fátima). Há algo em torno de dez placas constantemente desrespeitadas pelos motoristas que estacionam seus veículos próximo à placa, ou mesmo embaixo dela, demonstrando que a placa não atende a seu propósito – está ali como mera decoração da rua. Pior, estacionam-se bem na esquina, dos dois lados, em uma rua em que ônibus e caminhões circulam. Além disso, parar na esquina tira a visibilidade e, como resultado, vários acidentes acontecem por ali.

 

ivan4 (Copy)   ivan (Copy)Sobre essa situação, reitero: não é uma questão de fiscalização para punição, pois o exercício inicial deve ser pedagógico. Faixas e cartazes podem instruir, assim como funcionários do departamento de trânsito poderiam estar no local para instruir aqueles que insistem em parar onde não se pode parar. Eventualmente, depois de todo esforço educativo – e somente depois – pode-se pensar em mobilizar agentes para aplicação de multas; mas este deve ser o último recurso.

 

Ao final, espero que este pequeno texto colabore com a educação no e para o trânsito, pois ir e vir é um direito social que deve ser exercido com o dever do bom-senso. É isso.

 

Agradecimentos

As fotos são de Carolina Rodrigues Cunha, junho de 20




Na próxima quinta Cine Clube apresenta o documentário 'Comer o quê?'

Filme apresenta diversas visões sobre os alimentos e como alimentar-se

 

O Cine Clube, em parceria com a Secretaria de Cultura e Turismo, trará neste mês uma grande novidade. Ao invés de um filme, será exibido o documentário brasileiro Comer o quê? A exibição será dia 23, quinta-feira, às 19h30, no Auditório Abílio Victor. A participação é livre e gratuita.

Comer o quê? apresenta, e, 60 minutos, o cotidiano de uma série de personagens ligadas ao mundo de alimentação, de chefs consagrados a produtores rurais, passando por especialistas em nutrição, economia e gastronomia. Alex Atala, Bela Gil, Helena Rizo, Marcos Palmeira, Marcio Atalla entre outros, apresentam à atriz e nutricionista Graziela Mantoanelli as diversas dimensões e possibilidades da boa alimentação.

Com direção de Leonardo Brant, Comer o quê? serve ao público um banquete de sabores, imagens, reflexões e emoções, de maneira leve e despretensiosa. Afeto, saúde, cultura, indústria, educação formam equações possíveis entre desfrute e cuidado, consciência e espontaneidade, equilíbrio e bem estar.

O Auditório Abílio Victor, fica à Praça 9 de Julho, s/n, Centro, ao lado do Posto de Saúde Genefredo Monteiro. Informações pelo telefone 3272-3401.




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia BRIZOLA

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 746

 

Prezada Darlene, boa noite.

Não registrei o nome de quem estava vendendo a informação, mas é de fácil acesso.

Entre no Google e digite Pesquisa do Sobrenome Brizola/Brisolla e ou a grafia que você quer.

Vai aparecer uma grande quantidade de informações.

O que posso fazer é encaminhar o arquivo que tenho.

Um dos arquivos é sobre NUMEROLOGIA que eu não gosto, mas a bem da informação , encaminho.

O outro , um pequeno exemplo abaixo, com duas páginas , tem informações de genealogia mais

precisas e um brasão do sobrenome.

Segue também um arquivo do Brasão em separado para confeção de quadro.

É o que pude fazer neste momento.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

clip_image002Brizuela, Brizola, Brizolla

sobrenome de origem espanhola. A grafia correta é Brizuela, Brizola é um aportuguesamento do sobrenome. Sobrenome de origem Castelhana, seu nome foi tomado da vila assim chamada Brazuela, próxima de Villarcayo, Burgos. A família fundou casas no lugar de San Martín de Olías, na vila de Medina de Pomar, na vila de Valmayor de Cuesta Uría e no vale de Aedo, todos na citada província de Burgos. Outros ramos da linhagem foram se estendendo pela províncias de Segovia, Polencia, León (Leão) e Soria. Também um ramo se assentou na região valenciana. Membros desta linhagem realizaram provas de sua nobreza e limpeza de sangue (não terem membros de origem judaica) para ingressar nas diversas ordens militares, como as de Santiago, Montesa e Alcántara. Alguns genealogistas dão como origem desconhecida, assim todas as investigações que tiveram como nascimento dos Brazuela são de castro celta de um monte conhecido como Castro na Galiza. Este castro se tem encontrado vários utensílios, jóias e ferramentas de origem celta.

Em 1351 pertencia a Meryndat de Aguylar de Canpo, uma divisão administrativa da Coroa de Castela (Castilla), vigente durante a Idade Média, cuja descrição figura no livro Becerro de las Behetrías de Castilla, lido pelas Cortes de Valladolid de 1351, quando o estabelecimento dos Fidalgos solicitaram ao rei Pedro I  o desaparecimento das Behetrías mediante sua conversão em terras solariegas.

Já no século XVI se empenha em descobrir o povo donde a família Brizuela construiu seu casario e donde se aprecia seu escudo e heráldica. Esta casa é conhecida popularmente como La Casa Blanca, se mantém até o dia de hoje em pé e em perfeitas condições. Este edifício serve atualmente para La Asociación Cultural Peña de La Ventana, donde os funcionários públicos passam seu tempo livre.

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From: Darlene Brisolla

Sent: Saturday, June 11, 2016 12:22 AM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: FAMÍLIA BRISOLA – ORIGEM
Gostaria de saber mais informações sobre a Origem da Família Brisola . . .

Li em uma página de vocês a seguinte informação :
” Encontrei quem vende essas informações por até R$ 400.00 ( o que achei muito caro ). Vamos ao que consegui apurar para você :

ORIGEM DO NOME BRIZOLA : LATIM SIGNIFICADO DE BRIZOLA : GRISALHO , VEM DO BRIZOLATTI EM ITALIANO. BRIZIO: variante de BRIZOLA

Qual a origem do nome Brizio: LATIM Qual o significado do nome Brizio: GRISALHO.
Abaixo uma informação importante para você : As origens dos Brizola em nossa região.
Sobrenome de uma antiga família estabelecida em Paranapanema SP. Com ramificações em Itapetininga SP. Procedem de Lourenço José Brisola, casado em 1770 com Josefa Maria de Siqueira, foram pais de outro Lourenço Jose Brisola, que deixou cinco filhos do seu primeiro casamento em 1793 em Itapetininga SP com Rosalia Maria de Proença, e mais seis filhos de seu segundo casamento em 1808 com Escolástica Maria Leme da Silva.”

Abaixo o link da página :

http://www.jornalrol.com.br/cidadania/index.php?option=com_content&view=article&id=2273&Itemid=126

Quem escreveu foi o Senhor AFRÂNIO FRANCO DE OLIVEIRA MELLO .

Preciso saber o nome e contato da pessoa que está vendendo as informações !!

Aguardo retorno ,
Grata ,
Darlene Brisolla .




Etecs divulgam locais de Exame

Os candidatos que se inscreveram no Vestibulinho das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) para o segundo semestre de 2016 já podem conferir a lista de locais do exame no site www.vestibulinhoetec.com.brou na unidade em que pretendem estudar.

 

A prova do próximo domingo, dia 19 de junho, às 13h30, terá quatro horas de duração. Os portões das escolas serão abertos às 12h30 e fechados às 13h30. Após esse horário não será permitida a entrada de nenhum candidato.

Para fazer a prova, é preciso levar caneta esferográfica de tinta preta ou azul, lápis preto nº 2, borracha, régua e o original de um dos seguintes documentos: cédula de identidade (RG); cédula de identidade de estrangeiros (RNE) dentro da validade; carteira nacional de habilitação com foto, dentro da validade; documento expedido por ordens ou conselhos profissionais, dentro da validade, que, por lei federal, vale como documento de identidade em todo o País (exemplo: OAB, Coren e Crea, entre outros); carteira de trabalho e previdência social (CTPS) ou passaporte brasileiro dentro da validade.

 

Exame –primeiro módulo do Ensino Técnico Integrado ao Médio na modalidade EJA e para cursos do Ensino Técnico (presencial, semipresencial e online)

A prova terá 50 questões de múltipla escolha, cada uma com cinco alternativas, relacionadas às diferentes áreas do saber (científico, artístico e literário), à comunicação e à expressão, em diversos tipos de linguagem, abrangendo conhecimentos comuns do Ensino Fundamental, de 5ª a 8ª série ou do 6º ao 9º ano.

O gabarito oficial da prova será divulgado no dia 19 de junho, a partir das 18 horas, nos sites www.cps.sp.gov.br e  www.vestibulinhoetec.com.br

 

Exame –vagas remanescentes

A prova teste para avaliação e certificação de competências para acesso às vagas remanescentes de segundo módulo terá 30 questões de múltipla escolha, cada uma com cinco alternativas, relacionadas às competências profissionais do primeiro módulo da habilitação escolhida.

O gabarito oficial da prova teste será divulgado no dia 20 de junho, a partir das 14 horas, nos sites www.cps.sp.gov.brwww.vestibulinhoetec.com.br

 

Exame – Especialização de nível médio

A prova teste para os cursos de especialização técnica terá 30 questões objetivas, cada uma com cinco alternativas relacionadas às competências específicas de aprendizagem na habilitação técnica da formação do candidato.

O gabarito oficial da prova teste será divulgado no dia 21 de junho, a partir das 14 horas, no quadro de avisos da secretaria escolar da Etec.

 

Outras informações pelos telefones (11) 3471-4071 (Capital e Grande São Paulo) e 0800-772 2829 (demais localidades) e pelo site www.vestibulinhoetec.com.br




Genealogia: Afrânio Mello fornece gratuitamente informações sobre familias. Nesta edição familia SANTI/SANTORO

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 745

 

Prezado Rodrigo.

O livro comemorativo de Ubá dos seus 157 anos de fundação encontra-se disponível para ser baixado

via Internet na Prefeitura Municipal de Ubá, no endereço      www.uba.mg.gov.br.

Envio para você o arquivo SANTI/SANTORO ………….  9 páginas e 1 brasãomujito bonito.

Abaixo um pequeno resumo extraódo do arquivo principal, anexado.

Em relação a região de origem digo que o sobrenome é bastante comum na Itália e tem registros nas

seguinte regiões : Sícilia, Calábria,Apulia, Basilicata,Campânia,Lácio, Lombardia, Piemonte e Molise e

também na relação abaixo.

  • Santi em Arba
  • Santi em Barga
  • Santi em Bussolengo (Vr)
  • Santi em Casarza Ligure
  • Santi em Lonato
  • Santi em Pieve Di Cadore (Bl)
  • Santi em Rapallo
  • Santi em Rome
  • Santi em S.Pancrazio Di Parma
  • Santi em San Ramón, Provincia de Pisa,
  • Santi em Sestri Levante
  • Santi em Sestri Levante (Ge)
  • Santi em Zola Predosa

Em relação ao Miguel, não tenho condições de saber.

Você, com as datas que tem, deveria entrar em contato com a Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo, que já

tem o arquivo digitalizado e a do Rio de Janeiro.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

SANTI – SANTORO

Origem do sobrenome Santi, país de origem: Italia

Nobreza: Nobili – Cavalieri – Conti

Escudo e Brasão de Armas da família Santi:
Partito nel primo scaccato di verde e d’oro; nel secondo di rosso al semimonte di tre cime d’argento, ristretto, uscente dalla partizione, il tutto con il capo d’oro carico di un’aquila di nero.

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Partito nel primo scaccato di verde e d’oro; nel secondo di rosso al semimonte di tre cime d’argento, ristretto, uscente dalla partizione, il tutto con il capo d’oro carico di un’aquila di nero.

Antica famiglia, originaria di Carpi, giunta in Siena nel XVI secolo, ove fu ascritta all’Ordine dei Riformatori, ed il primo risieduto fu il dott. Niccolò, di Giovan Francesco, nell’anno 1547. Dopo di lui partecipò al governo di Siena, nel 1597, Gismondo, del capitano Leone. Giovan Battista, di Gismondo, fu buon matematico, cavaliere di S. Stefano; fu da Ferdinando I nominato provveditore dell’arsenale di Pisa e da lui fu disegnata la …continua

pianta del quartiere della Venezia in Livorno. Morì nel 1625. Niccolò, di Gismondo, militò in Germania sotto il maresciallo Piccolomini. Cirino, di Gismondo, fu abate cassinese e lettore di sacre scritture all’Università di Pisa. Leone, suo fratello, gesuita, fu lettore di filosofia e teologia in Pisa, maestro del duca di Parma e autore di poemi latini e opere di teologia. Motto della famiglia: Virtù non onori. Altro ramo. Deriva da un Teodoro, il quale, recatosi a guerreggiare in Inghilterra nel X secolo sotto le bandiere di Arnolfo VI conte delle Fiandre, fu all’espugnazione di una terra chiamata Cadsanti, ed era il primo a montare sulle trincee. Da questa terra Teodoro trasse il suo cognome che lasciò ai suoi discendenti. I Santi furono ghibellini del popolo, e dettero alla patria uomini insigni. Guglielmo segretario del Pontefice Onorio IV; Giovan-Matteo Emanuele I, il quale lo graziò della contea di Carignano; Girolamo dottore di filosofia e medicina ed autore nel 1433 di un’opera sulla cura delle febbri; Sigismondo, dottore di filosofia e teologia, conclavista di Leone X, il quale nel 1513 lo nominava cavaliere e conte palatino. Motto della famiglia: Non vi sed virtute. Altro ramo. Di Casa Santi ne fa onorevole cenno il P. Pietro Ansalone, nel libro “Sua de familia opportuna relatio”, dicendo che ai suoi tempi (sec. XVII) si ritenevano “nobilissimi”. Giacomo Santi fu senatore nobile della città di Messina negli anni 1708 e 1710. Giuseppe Santi prese la carriera militare, divenne capitano di fanteria nei reali eserciti, e trapassò nell’anno 1718. Giuseppe Santi II, Chierico Regolare Teatino, salì all’alta dignità di generale del suo ordine nel trascorso secolo. Pasquale Santi fu il primo sindaco della città di Messina negli anni 1819-1820, e principe della Reale Accademia dei Pericolanti Peloritani. Il nobile signore poi Mario Santi è oggi degno rampollo grazia del duca Carlo-Emanuele di Savoia, stabilirono due rami della loro stirpe in Piemonte, cioè uno in Saluzzo che ebbe il feudo di Melle con titolo comitale, e quel di Frassino nella valle di Varaita, e l’altro in Pinerolo e fu investito di una parte del feudo di Castiglione-Faletto. I cognomi così antichi, senza dubbio alcuno, rendono decoro non solo alle famiglie ma anche alle città che li hanno accolti; pare siano, infatti, molto riguardevoli i soggetti viventi di questa famiglia che, con tanto decoro, sostentano questo nobile cognome, che ha avuto vari soggetti illustri.

Prezado usuário,

se você estiver interessado em confiar uma pesquisa heráldica profissional em seu sobrenome para o nosso Centro de Estudos você pode navegar em nossocatálogo e siga as instruções simples para prosseguir com a compra. Nossa pesquisa é sempre realizada da melhor maneira possível e, portanto, preços diferentes não aderir precisamente para a qualidade da pesquisa, mas em tamanho de impressão, número de cópias e acessórios. Se algo não está claro ou desejam aprofundar alguns aspectos, entre em contato com um de nossos especialistas.

O Diretor do Centro de Estudos
Andreola Nicandre

Festa no primeiro scaccato de verde e ouro; no segundo no máximo três semimonte de prata vermelho, ristretto, saída da partição com o chefe unaquila carrega nero doro.

Antiga família, originalmente de Edimburgo, chegou em Siena no século XVI, onde foi atribuída ao requisitar os reformadores, e o primeiro morador foi o Dr. Niccolò, por Giovan Francesco, vai de 1547. Depois que ele participou do governo de Siena, em 1597, Gismondo, Capitão Lakshmi. Giovan Battista, Gismondo, foi um bom matemático, cavaleiro de Saint Stephen; Foi por Ferdinand eu nomeado administrador dellarsenale de Pisa foi desenhado por ele e o… detalhes de Hotel.

Sobrenome Santi em Itália

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Em árvores genealógicas em Genoom Ir a Genoom

37 Santi em Itália

37 Santi nascidos em Itália

19 Santi morando em Itália

 

  • Santi em Arba
  • Santi em Barga
  • Santi em Bussolengo (Vr)
  • Santi em Casarza Ligure
  • Santi em Lonato
  • Santi em Pieve Di Cadore (Bl)
  • Santi em Rapallo
  • Santi em Rome
  • Santi em S.Pancrazio Di Parma
  • Santi em San Ramón, Provincia de Pisa,
  • Santi em Sestri Levante
  • Santi em Sestri Levante (Ge)
  • Santi em Zola Predosa

LISTA DE IMIGRANTES ITALIANOS
EM SÃO MANUEL (SP)

SANTELLI
SANTI SANTINI

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

From: Rodrigo Pio Borges

Sent: Tuesday, June 07, 2016 12:00 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Fwd: De Sanctis , dos Santos

 

Bom dia Dr. Afrânio,

Sou genealogista da família Dos Santos / De Sanctis de Ubá.
Li em um de seus posts que os Dos Santos são:

“Família originária do norte da Itália, que compõem a segunda leva de imigrantes, entre 1888 e 1897, para o Município de Ubá, na Zona da Mata do Estado de Minas Gerais, encabeçada por Camilo dos Santos, estabelecido na Fazenda de Sant’Ana da Serra, propriedade do Major José Justiniano Carneiro (Livro Comemorativo de Ubá)”

Fiquei animado com essa informação. Eu já havia localizado o batismo daquele que seria o rico Camillo Antônio de Sanctis (dos Santos). Lá eu vi que seus pais eram Anna Caputo e Michele de Sanctis.

https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-15676-59809-44?cc=2177275&wc=M97B-8DN:n497469240

Ocorre que os Dos Santos insistem em me dizer que eles são de Torreorsaia, Salerno ou Parma. Pesquisei todos os arquivos de TorreOrsaia e …. nada.

 

Agora, objetivamente:

O senhor tem idéia de quais cidades eram originários os De Sanctis de Ubá?

Sabe me dizer se o pai de Camillo (Miguel) migrou depois para Mogi das Cruzes?

Onde posso encontrar um exemplar do Livro Comemorativo de Ubá?

Um abraço, como muita admiração.

Rodrigo Pio Borges