José Luiz Nogueira: registros históricos de março

O mês de março é o terceiro mês do ano no calendário gregoriano e um dos sete meses com 31 dias

Astrologicamente Março inicia com o sol no signo de Peixes e termina no signo de Áries.

Astronomicamente falando o sol inicia na constelação de Aquarius e termina na constelação de Pisces.

Por volta de 21 de março, o Sol cruza o equador celestial rumo ao norte; é o equinócio de março, começo da primavera no Hemisfério Norte e do outono no Hemisfério Sul.

O nome “março” surgiu na Roma Antiga, quando era o primeiro mês do ano e chamava-seMartius, de Marte, o Deus romano da guerra.

Em Roma, onde o clima é mediterrânico, março é o primeiro mês da primavera, um evento lógico para se iniciar um novo ano, bem como para que se comece a temporada das campanhas militares.

O ano iniciava em 1º de março na Rússia até o final do século XV. O Reino da Grã-Bretanha e suas colônias continuaram a utilizar o dia 25 de março para iniciar o ano até 1752, no mesmo ano eles finalmente adotaram o calendário gregoriano. Muitas outras culturas e religiões ainda celebram até hoje o Ano-Novo em março.

Em finlandês, o mês é chamado de maaliskuu, que tem origem em maallinen kuusignificando omês terrestre. Isto é porque em maaliskuu a terra começa a aparecer sob a neve derretida.

Historicamente os nomes para março incluem o termo saxão Lenctmonat, dado aoequinócio. Os saxões também chamavam março de Rhed-monat ou Hreth-monath(devido a seu deus Rhedam/Hreth) e os anglos chamavam-no de Hyld-monath.

No calendário judaico, o fim de fevereiro e o começo de março é chamado de adar, o último mês, enquanto que o fim de março e começo de abril é chamado de nisã, e é considerado o primeiro mês. (Wikipedia)

 

2-3-1949 – Antonio   Machado Pontes nasceu em Itapetininga  8-3-1857 – Dia Internacional da Mulher. Conta-se que em 8 de março de 1857, 129 operárias morreram carbonizadas em um incêndio que ocorrera nas instalações de uma fábrica têxtil na cidade de Nova York.    15-3-1987 – Faleceu Astor Vasques Lopes
2-3-2015 – Faleceu Ana Maria Iglesias de Castro Rodrigues 12-6-1951 – Inaugurou a Escola e Ginásio Industrial, atual E.E. Darcy Vieira na Vila Barth  17-3-1956 – Sérgio Majewski nasceu em Malllet-PR
3-3-1992 – Faleceu Maria Aparecida Camargo Prestes

13-3-1773 – 1º tab de notas de Itapetininga lavrou a primeira escritura no tempo do Imperio (pag 249 – livro II)

 23-3-1969 – Christian Pereira de Camargo  nasceu em Sâo Paulo
 4-3-1897 –Waldomiro de Carvalho nasceu em Paraisópolis 14-3-1948 – C.C.B.E.U. – Centro Cultural Brasil Estados Unidos foi fundado em Itapetininga   23-3-1926 – Henriqueta Leonel Ferreira (Queta) nasceu em Itapetininga
 8-3-1926 – José Ozi nasceu em Itapetininga 15-3-1882 – Nasceu Júlio Prestes de Albuquerque em Angatuba-SP   30-3-1972 – Hyram Ayres Monteiro Jr, o atual Prefeito de Itapetininga em 2016 nasceu em Itapetininga                                                                          

 

 Dia 2 de março é Dia Nacional do Turismo. Dia 10 é dia do Telefone.
Ajude-nos a manter sempre atualizada esta seção enviando suas informações.
JOSÉ LUIS NOGUEIRA
Obrigado.

 




Saiu na Tv Tem:Curso de Metrologia no Instituto Federal

Inscrições para curso de metrologia estão abertas em Itapetininga

 

Curso de graça é do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia.
Período de inscrição vai até o dia 4 de março.

Do G1 Itapetininga e Região

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) está com inscrições abertas até esta sexta-feira (4) para um curso de metrologia na unidade de Itapetininga (SP). O curso é gratuito e tem carga horária total de 32 horas.

A formação é voltada para a compreensão e entendimento da conversão de unidades de medida e identificação e manuseio de instrumentos de controle e medição. O foco do curso é preparar o estudante para atuar no setor da indústria . É obrigatório ter mais de 18 anos e ter concluído o ensino fundamental.

Para participar, o interessado deve ir até a sede do IFSP em Itapetininga, na avenida João Olímpio de Oliveira, 1561, Vila Asem. É necessário apresentar um comprovante de escolaridade, uma cópia do RG e do CPF, uma foto 3×4 recente e uma cópia do comprovante de endereço. Mais informações pelo telefone  (15) 3376-9930.




Artigo de Celso Lungaretti: 'UM ENFOQUE ALTERNATIVO DA 6ª FEIRA PIROTÉCNICA'

A HISTÓRIA CONTADA POR UM IDIOTA ESTÁ CHEGANDO AO  PREVISÍVEL, INEVITÁVEL E DEPRIMENTE FINAL

Por

Celso Lungaretti

“A vida é uma história 

contada por um idiota,

uma tempestade 

de som e fúria 

significando nada”

(William Shakespeare)

Quem acompanha meu trabalho sabe que há muito considero Dilma Rousseff condenada ao afastamento do poder: voluntário, imposto ou por meio de uma barganha com as forças de centro e direita que a mantenha fazendo figuração enquanto outros governam no seu lugar.

Ou seja, as opções à sua escolha são:

  • renunciar;
  • ser impedida pelo Congresso Nacional;
  • ter sua chapa cassada pela Justiça Eleitoral; ou
  • tornar-se uma rainha da Inglaterra.
Ele é a última esperança de o PT dar a volta por cima… 

Descarto a do suicídio, pois não enxergo nela a fibra de um Vargas.

E minha preferência é pelo xeque-mate aplicado pelo Tribunal Superior Eleitoral, por implicar a realização de novo pleito, livrando-nos do pesadelo Temer.

Para mim, as únicas dúvidas são quando chegaremos a uma dessas soluções e qual delas prevalecerá.

O que me dá tanta certeza? O fato de que, enquanto prosseguem as escaramuças na Praça dos Três Poderes, a penúria não cessa de aumentar.

Se dependesse dos canastrões que, em Brasília, encenam uma tempestade de som e fúria significando nada, a paralisia governamental talvez perdurasse por meses e meses, com um sem-número de marchas e contra-marchas.

Mas, as lições históricas são todas no sentido de que há, sim, um fim da linha: no Brasil, quando as recessões começam a causar desespero e convulsão social, a classe dominante concerta uma solução qualquer, pois tem como prioridade máxima manter-se dominante.

…após a queda de Dilma.
Chegaremos a tal estágio lá pelo meio do ano. Os últimos acontecimentos, contudo, indicam que a desconstrução de Dilma e Lula ganha velocidade e pode tornar-se fulminante, por força de novas e contundentes delações premiadas.

Trata-se de um espetáculo que, além de previsível, é deprimente ao extremo. Caberia melhor na página policial do que na editoria de Política.

Só escrevo sobre ele porque assumi o compromisso de manter meu público informado. Preferiria estar comentando futebol ou cinema. (Celso Lungaretti)

A POLÍTICA DESCEU AO ESGOTO. QUEM DERRAMOU O PRIMEIRO SANGUE?

Por Celso Lungaretti, no blogue
 Náufrago da Utopia
.

Ao contrário das três sequências caça-níqueis, o primeiro filme da série Rambo (First blood, 1982) é muito bom, ao mostrar um veterano da guerra do Vietnã como homem psicologicamente em parafuso e que, agredido, continua recorrendo às suas habilidades de sobrevivência nas piores circunstâncias e aniquilação dos inimigos, indesejáveis na vida civil.

Depois de virar de pernas pro ar uma cidadezinha cujo xerife o maltratou, ele é repreendido por seu velho coronel. E se defende: “Quem derramou o primeiro sangue não fui eu”.

É deprimente ao extremo ver Lula sendo conduzido à força para depor. Para destruírem o mito, estão expondo o homem ao opróbrio. Gostaria que ele não passasse pelos dissabores que está passando na fase final de sua vida.

Marina faria. Dilma fez. Trabuco aplaudiu.

Mas, não posso deixar de refletir sobre como a coisa chegou a tal ponto.

Quando os petistas começaram a satanizar Marina Silva na campanha eleitoral de 2014, adverti que as consequências seriam muito nefastas. Mas, confesso, pensava apenas na união da esquerda, que ficaria em frangalhos se deixássemos de respeitar como adversários os antagonistas pertencentes ao nosso campo, reservando o tratamento de inimigos apenas aos representantes da direita e do capitalismo.

vencer a qualquer preço da campanha de Dilma, ao utilizar como armas políticas as falácias e a propaganda enganosa,  abriu um precedente ainda pior: o outro lado sentiu-se autorizado a partir também para o liberou, geral, passando a assassinar as reputações dos grãos petistas por meio do uso oportunista e malicioso de investigações policiais.

Ao derramar o primeiro sangue, o PT esqueceu que o poder de fogo da burguesia e de sua indústria cultural é muito maior. Jogo sujo contra jogo sujo, a derrota era praticamente certa.

Bem melhor seria ter mantido algum fair play e civilidade na política, ao invés de haver concorrido para que ela descesse ao esgoto.

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Genealogia: informações gratuitas fornecidas por Afrânio Mello sobre a familia BELLI

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 678

 

Caro Daniel, boa tarde.

Se sobrenome tem uma variação extremamente grande do sobrenome BELLI.

É a sua origem italiana.

Não tenho um histórico completo desse sobrenome  mas vai o que consegui colher.

Segue 22 brasões das mais diferentes variações do seu sobrenome.

Abraços
Afrânio Franco de Oliveira Mello
Jornal ROL – Região On Line

 

BELLI

69 Variações desse sobrenome extraídos do DIZIONARIO RAGIANATO DEI COGNOMI ITALIANI, páginas 775 e 776 , de MICHELE  FRANCIPANE, da Biblioteca Univesale Rizzoli – Itália.

 

Begliuòmini , Belfante ( Belli ,Fante ),Belfióre ( Belli ,Fióri ) , Belforte ( Bellil,Forte)Bella,Bellabarba ( Belli , Barba ) , Bellabuno ( Belli,Buono ) , Bellacchini ( Belli ), Bellaci ( Belli ), Bellaccini ( Belli-Bellico )Bellài , Bellami,Bellàn,Bellanca(Bellini),Bellandi,Bellani,Bellane,Bellantòne ( Belli , Antonio),Bellantònio ( Belli, Antonio ) , Bellantuónnel( Bellil,Antonio),Bellardi (Belli,Berardi),Bellati (Belli,Sibilla),Bellassi,Bellassài,Bellavita ( Belli, Vitali),Belazzi,Bellè,Bellibuono(Belli,Buono),Bellèli,Belleli,Bellemo,Bellèm,Bellantini.Bellèril,Bellèrio,Bellèro,Bellerofonte,Bellèssi,Bellètti,Belletini,Bellèzza,Bèlli,Bellia,Belliato,Belich,Belligi,Bellín,Bellisi,Bello,Bellochi ( Belli,Ochi),Bellochio (Belli,Ochio),Bellòli,Bellomo,Bellònci,Bellóni,Bellora,Bellota,Bellotti,Bellozzi,Belligi,Belliumo,Belluschi,Belluso,Bellussi,Bellutta,Bellutti,Belluzzi,Belotti,Belpiètro ( Belli, Pietro),Belviso.

 

Origine Soprannome físico-estetico ( ma pure la nome prpprio di persona medievale –Bello).

Etimoloiga e significato Dal tardo- lati – bellus m bella, bellum : “ piacevole Allá vista “.Semanticamente parallelo al Greco – Caló.

Valrianti e derivati principali Dall’originario “ Bella,Bello,Bellanca,Bellèri, Bellèza,Bèlli,Bellia,Belleli,Bellino,Bellincioni,Bellonci,Bellucci,Debèlli, De Bèllis , Di Bèlla,La Bella, Labella.

Composti : Alltobelli,Bellavita,Bellòchio, Bellerofònte , Bellorofònte….

Frequenza e Distribuzione Panitaliano di buon rango ( fra I primi 85 in classifica), più frequente e diffuso è Il dim.Bellini, prevalentge al Nord. I patronimici “ De “ e “ Di “, o “ DellaBella “ tipici Del Sud, dove prevalgono purê “ Lo Bello “ w La Bella” com altobellil ( anche iln Elimia); Il pagronimico Bellich nel Veneto, Bellefofònte e Bellorofònte sporacidi e rari al Sud, dove invece à frequente Bellanca ( Sicilia ).

Fra ló storico , l’attuale….   Belli può riferirsi sai al nome próprio medievale augurale Bello o Bellam( anch’essi usari como cognome ), sai alle doti estetiche gradevoli dei primigeni portatori: anbedue forme capostipiti di molte variante. Dall’alto Mediovevo in poi.

PASSADO NO TRADUKKA, temos abaixo a tradução.

Apelido de origem físico-estética (mas também o nome de sua pessoa medieval – bom).

Etimologia e significado de uma tarde de lados – bellus m bella, bellum: “pleasant view Allá”.Semanticamente, paralelamente ao grego – Caló.

Principais Variantes e derivado do original “, Bonito, Bellanca, Bellèri, Bellèza, Bèlli, Badu, ex-Belleli, Bellino, Bellincioni, Bellonci, Bellucci, Debèlli, De Bèllis, de Bèlla, o belo, Amílcar.

Compostos: Alltobelli, Bellòchio, Bellerofònte, Bellavita, Bellorofònte Etc…

Panitaliano com freqüência e distribuição da boa posição (entre 85 a primeiro do ranking), mais freqüente e generalizadas é o dim.Bellini, prevalecendo  ao norte. O patronímico “De” e “de”, ou “típico” DellaBella Sul, onde predominam o purê “Lo Bello” La Bella “com altobellil (iln Elimia também); O patronimico Bellich no Veneto, Bellefofònte e Bellorofònte sporacidi e rara no Sul, onde é freqüente à Bellanca (Sicília).

Entre a atual e histórica … isso. Badi pode encaminhá-lo para o nome auspicioso Bello medieval ou Affidavit Márcia Cristina (também usada como um sobrenome), sai a estética agradável de deficientes primordiais: ambos fundadores de muitas formas variantes. De Mediovevo em diante.

 

From: Daniel Bellico

Sent: Sunday, February 28, 2016 11:44 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Família

 

Olá, gostaria de saber mais informações sobre minha família é possível ?




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobe as familias BARROS e BARRIOS

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 677

 

Prezado Felipe, boa tarde.

Barros………………………… 3 páginas e 1 brasão.

Barrios……………………….. 9 linhas.

Reproduzo abaixo os textos dos arquivos principais.

Você deve procurar ler os seguintes livros do Guariano Prof. Silvio Vieira de Andrade Filho :

Guarei, Itapetininga e Notas complementares.

Estou copiando o autor e partir dai você pode trocar correspondência com ele e ver se

ele tem os arquivos dos Barros de Guarei. Com certeza tem.

Grande abraço.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / Jornal ROL- Região On Line

 

 

clip_image002 Barros

sobrenome de origem toponímica, parece tirado do lugar de Barros, no concelho de Regalados, onde vivia, no tempo dos Reis Dom Afonso III e Dom Diniz, Fernão Dias de Barros. De notar que até ao século XVII o sobrenome de Barros se grafou indistintamente assim, ou como Bairros.

Pretendem alguns linhagistas que o primeiro a usar deste sobrenome tenham sido um membro da família de Haro, dos senhores da Biscaia.

 

Armas

 

De vermelho, três bandas de prata, acompanhadas de nove estrelas de ouro postas uma, três, três e duas.

Timbre: uma aspa de vermelho, carregada de cinco estrelas do escudo.

 

Ramos Familiares

 

Barros e Vasconcelos

 

Títulos, Morgados e Senhorios

 

Barões de Itu                             Barões de Paraopeba

Barões de Piracicaba                   Barões de Provezende

Barões do Casal                         Barões do Resgate

Condes de Barros                       Condes de Basto

Condes de Basto-n                      Condes de Vinhais

Condes do Casal                                 Marqueses de Itu

Senhores da Quinta  Colmiosa      Senhores de Entre Homem e Cávado

Senhores do Morgado de Alte       Viscondes da Marinha Grande

Viscondes de Alvelos                   Viscondes de Congonhas de Campos

Viscondes de Cortegaça               Viscondes de Poiares

Viscondes de Santarém               Viscondes de Vila Nova da Rainha

Viscondes do Amparo                  Viscondes do Gerês

 

Cargos e Profissões no Reino de Portugal

 

Abades de Colvelo

Cavaleiros da Ordem de Cristo

Primeiros-ministros de Portugal

Professores

 

 

Explicação de algumas punições.

 

Uso de Hábito Perpétuo: ou sambrenito era uma punição quase sempre utilizada pelos inquisidores. Esta roupa era de uso obrigatório pelos hereges mesmo quando eram libertados. O hábito era um roupão quase sempre da cor preta ou amarela, tendo desenhos de cruz no peito e nas costas. Quando a setença era hábito com insígnias de fogo, vinham todos pintados com labaredas e figuras diabólicas. Quem era condenado a usar essas vestimentas, não conseguiam trabalho, tinham todos os seus bens confiscados, eram ridicularizados e apedrejados, acabavam seus dias mendingando ou morrendo a mingua. Seus descendentes eram considerados infames por várias gerações, não podendo ocupar quaisquer cargos públicos, pertencer a ordens militares ou religiosas.

 

Carocha: era um objeto parecido a uma coroa ou mitra, que era colocada na cabeça de alguns condenados e toda pintada com figuras demoníacas.

 

Galés: era a punição onde o réu era condenado a ficar numa embarcação movida a tração humana. Não havia retorno, a maioria morriam por exaustão. Eram embarcações similares aos que os Romanos e os Vikings usavam.

 

Degredo: o condenado era expulso de Portugal e enviando para as colônias portuguesas sem qualquer perspectiva de melhora. Mas na realidade era a melhor punição, pois muitos acabaram por viajarem para outros países e colônias e com o tempo recuperar um pouco de seus bens.

 

Cárcere: na realidade era uma ida quase sem volta, as condições nas masmorras eram as piores possíveis, a maioria morria nas prisões ou saiam em situação deplorável física, emocional e espiritual. Muitos morriam pouco tempo depois de saírem desses cárceres.

 

Mordaça: o condenado era obrigado a usar uma mordaça na boca e era proibido de falar com qualquer pessoa.

 

Açoite: o réu era açoitado em praça pública com chicotes

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Su origen hay que fijarlo en Galicia y en la raya de Portugal, que posteriormente se extendió por las provincias de Pontevedra, Santander y Segovia. De acuerdo a las sucesivas ramas los escudos de las diferentes familias fueron variándose. En la ciudad de Tuy (Pontevedra) se afianzó una rama que traía sus armas de Portugal y a la que perteneció uno de sus fundadores, el caballero don Juan de Barros, Señor del Coto de Togores y su hijo, don Juan, que participó en las guerras de Flandes y de Italia, pasando a América con las huestes de don García de Mendoza. Este linaje probó repetidas veces su hidalguía no solo ante las Reales Chancillerías sino también ante los tribunales del Santo Oficio. Armas: En campo de gules, tres bandas de plata, acompañadas de nueve estrellas de oro puestas una, tres y dos.

 

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From: felipe.textilwm

Sent: Friday, February 26, 2016 1:26 PM

To: Afrânio Tintaspig

Subject: Re: Phillip jacob

 

Tbm sou barros dos dois lados da família,  sendo quase a metade da população de guarei tem barros, n sei de onde veio, pois n tem nenhum fundador (tds prussianos) com esse sobrenome




Genealogia: Leitora agradece a Afrânio Mello

Afrânio Mello
Afrânio Mello

Muito feliz, leitora agradece as informações enviada pelo genealogista

Eis a mensagem enviada pela leitora:

 

“Boa tarde, Emoji
Sr. Afrânio Franco de Oliveira Mello! Emoji

Fiquei imensamente feliz ao receber sua resposta as minhas solicitações.  Emoji
Não tens ideia da minha da alegria e felicidade que senti. EmojiEmoji
Sou muito grata ao seu empenho valioso em ajudar-me nessa aventura.
Quero expressar minha gratidão ao seu carinho em continuar me enchendo de esperança no resgate de minhas origens italiana.
Fico triste de não possuir nenhum registro ou documentos sobre meu avô e meus bisavós.
Engraçado como desperta em nós a vontade de estender numa busca contínua aos outros ramos da  família. Parece que nos contagia e passamos admirar mais tudo que diz respeito a  Genealogia e História porque nos vemos inseridos dentro dela querendo ou não. Tudo diz respeito ao passado mas ligado diretamente aqui no presente, a nós.
Estudo instigante. Ainda bem que hoje podemos recorrer a internet. Ferramenta, se bem utilizada, muito benéfica ao progresso.
Tenho certeza que o Senhor vai conseguir novas informações sim. Emoji
E que seus amigos vão ajudar nessa jornada também.
Vou esperar com toda tranquilidade porque sei que elas virão. Emoji
Deus abençoe sempre você! Emoji
Te dê muita saúde e longevidade. Emoji

Meu carinho, EmojiEmoji
Meu Muito Obrigado!

Atenciosamente,  Emoji

Joana D’Arc Ribeiro de Oliveira Emoji
joanadarcsud@hotmail.com

 




Genealogia: Afrânio Mello fornece gratuitamente informações sobre as familias MELLO e SILVEIRA

Afrânio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTOS NÚMEROS 675 E 676

 

Prezado Gustavo, boa tarde.

Com prazer atendo seu pedido e vai anexado :

MELLO………………………………  44 páginas e 2 brasões ;

SILVEIRA……………………………  17 páginas e 3 brasões.

Abaixo um resumo tirado dos arquivos principais. Para ilustração da publicação no jornal ROL – Região On Line.

Tirei também do arquivo do sobrenome SILVEIRA a parte em que eles fazem a conexão com os SILVEIRA MELLO. Tem conexão com o nosso

PRUDENTE DE MORAES.

Curiosidade : Minhã mãe é Améria Corrêa Franco Mello.

Meu pai é Oliveira Mello

Interessante para você pesquisar. Quase todos de Piracicaba e Botucatú.

Espero que fique contente com a remessa.

Grande abraço.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

clip_image004    clip_image002Melo, Mello

sobrenome de origem portuguesa. Deriva este nome de uma alcunha e a família que o adotou por apelido é da mais remota e nobre ascendência.

Deriva ela, com efeito, de Dom Soeiro Reimondes, o Merlo – ou «melro» -, (contemporâneo dos reis Dom Afonso III e Dom Dinis) que era o chefe de linhagem dos «de Riba de Vizela» e, por esta via, da dos «da Maia».

Vindo para o Sul, fundou na Beira a vila de Merlo, depois Melo, sendo dela senhor, bem como de Gouveia.

Do seu casamento com Dona Urraca Viegas, filha de Dom Egas Gomes Barroso e de sua mulher Dona Urraca Vasques de Ambia, teve descendência na qual se fixaria o nome Melo.

Mantem-se, na atualidade, o uso por parte de várias famílias, da grafia Mello. Na impossibilidade de saber com exatidão quem assim assina ou está registado e também por uma questão de uniformidade de critérios, adotamos aqui a grafia moderna, isto é., Melo.

Do latim merulu, melro, através da suposta forma merlo, que com assimilação do r ao l deu Mello, simplificada para Mello. Cortesão acha pouco plausível que tenha origem em Mello, lugar de Jerusalém ao pé do monte Sião, citado no Livro dos Reis, II. (Antenor Nascentes, II, 197). Procede esta família de D. Pedro Fornaris, contemporâneo do conde D. Henrique de Borgonha (pai do 1.º rei de Portugal). O solar desta família é a vila de Melo, na província da Beira. Dea descendem os duque de Cadaval e outros titulares. Pedro Fornaris teve assento na vila de Guimarães, distrito de Braga, e dela tomou o apelido de Guimarães, bem como os seus descendentes. Mais tarde, seu descendente Mem Soares Guimarães, ao comprar o senhorio da vila de Melo (a 4 léguas da cidade de Guarda), de Gonçalo de Sá – começou a usar o sobrenome Melo. Também usaram os desta família o apelido Riba de Visela, porque moraram junto a este rio, o qual corre por trás da terra de Santa Catarina (Antenor Nascentes, II, 64). Ilha da São Miguel: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha de São Miguel, escreveu no ano de 1717, o padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro V – Da fatal Ilha de S. Miguel, Capítulo XVII – De algus homes famosos, & familias que vieraõ povoar a Ilha de Saõ Miguel; Título I –Dos Velhos, Cabraes, Mellos, & Travassos, Soares de Albergaria, & Souzas [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro V, Ilha de São Miguel]. Ilha Terceira: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha Terceira, escreveu no ano de 1717, o padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VI – Da Real Ilha Terceira, Cabeça das Terceiras, Capítulo XX –Dos Borges, Costas, Abarcas, Pachecos, & Limas, Velhos, & Mellos, & de outros, Homens Costas [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VI, Ilha Terceira]. Ilha da Graciosa: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha Graciosa, escreveu no ano de 1717, o padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VII – Das Ilhas de S. Jorge, e Graciosa, Capítulo IX – Dos outros Capitães Donatarios da Graciosa, & dos Ferreyras, & Mellos que da Graciosa passaram à Terceyra, & de seus Regios troncos, & Ascendentes [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VII, Ilha da Graciosa].

 

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clip_image002[3]    clip_image003    clip_image002[4] Silveira

sobrenome de origem portuguesa. Nome de origens toponímicas, haverá mais do que uma família a tê-lo adotado por apelido. Aquela que se encontra documentada desde épocas mais remotas deriva de Vasco Lourenço de Silveira, provavelmente filho de um Lourenço Gonçalves, que morreu antes de Dezembro de 1330, e foi senhor da quinta e paço da Silveira, no termo do Redondo. Esta família era da nobreza dos escudeiros nobres e a respectiva chefia recaiu na Casa dos Condes da Sortelha.

Alguns nobiliários apontam a origem desta família em Gonçalo Vasques Silveira, fidalgo, senhor da herdade de Silveira em 1378. Outras fontes indicam Dom Fernando Afonso da Silveira, embaixador em Castela em 1423, casado com D. Catarina Teixeira, camareira-mor da Infanta D. Isabel, e pai de D. João Fernandes da Silveira, primeiro Barão de Alvito, vedor da Fazenda de D. João II. Guilherme van der Hagen, fidalgo alemão que veio com família, serviçais e pertences para Faial, recebeu armas próprias de D. João II e passou a denominar-se Guilherme Vandraga da Silveira.Outros Silveiras provêm do Dr. Afonso da Silveira, embaixador em Castela em 1423, estando a sua representação e chefia da família que fundou na Casa dos Barões e Marqueses de Alvito.

Outros Silveiras ainda, radicados nos Açores, descendem do flamengo Wilhelm van der Hagen que traduziu o nome de Hagen para “Vandaraga” e, depois, Silveira.

É uma família que se estende por todas as ilhas dos Açores com excepção da Graciosa, onde os Silveiras aí estabelecidos constituem um ramo dos Silveira do continente.

De silveira, subst. comum – silva, moita de silvas designação de várias plantas medicinais da família das Rosáceas [Antenor Nascentes, II, 282]. Diversas são as origens deste sobrenome. Entre outras, por adoção feita pelo holandês Wilhem van der Haagen ou Haghe, quando passou à Ilha Terceira (Açores), no século XV, passando a assinar-se Guilherme da Silveira. Dele descendem milhares de Silveiras e Silveiras Bruns, dos quatro cantos do Brasil. Este ocorrido, deveras importante e talvez desesperador para alguns, vem mostrar que uma quantidade impressionante de famílias que se assinam Silveira, vêm pagando um bom dinheiro pela aquisição de um desenho do Brasão de Armas, sem saberem que não têm nenhuma relação com a família Silveira, de Portugal, pois são de origem flamenga. Outro grupo familiar com este sobrenome, procede da herdade e torre de Silveira, da qual era proprietário, junto à vila de Assumar, em Portugal. Outra família Silveira, procede dos Pestanas e ambas descendem de Giraldo Sempayor, que ganhou Évora aos mouros, no tempo de D. Afonso Henriques, 1.º rei de Portugal, em 1139. O solar desta família é o morgado da Silveira, na província do Alentejo (Anuário Genealógica Latino, I, 88).

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Silveira Melo

família estabelecida em São Paulo. A união dos dois sobrenomes teve princípio em Rafael da Silveira Vieira, morador em Piracicaba, filho de Antônio da Silveira Vilas-Boas e de (cas. 1768) Isabel Vieira Pedroso, falecida em 1829. Deixou numerosa descendência, em Piracicaba (SP), de seu cas., c. 1828, com Custódia de Mello César, filha do Cap. -Mor Manuel de Melo Rego, Capitão-Mor de Faxina, e de Isabel de Arruda César. Custódia, por parte de pai, é terceira neta do Alf. Manuel de Mello Rêgo, patriarca desta família Melo Rego (v.s.), de São Paulo; e por parte da mãe, é bisneta do mesmo Alf. Manuel de Melo Rego, e bisneta de Francisco César de Miranda, patriarca desta família César (v.s.), de São Paulo. Entre os descendentes do casal, registram-se: I- a filha Ana da Silveira Melo, de quem descendem os Silveira Corrêa (v.s.), de São Paulo; II- o filho comendador Joaquim da Silveira Melo, natural de Piracicaba. Deixou geração dos seus dois casamentos: o primeiro, com Ana Teolinda da Silveira, filha de Antonio Florêncio da Silveira e de Marciana da Silveira Ferraz, e o segundo, com sua cunhada, Antonia Augusta da Silveira, irmã da primeira esposa; III- a neta Maria da Silveira Melo, de quem descendem os Michelet (v.s.), de São Paulo (SL, IV, 151); IV- o neto Dr. João Batista Silveira Melo [20.10.1859, Piracicaba, SP – 21.01.1934, Limeira, SP], que deixou numerosa descendência do seu cas., em 1888, em Piracicaba, com uma filha do Presidente Prudente de Moraes, membro da importante família Moraes Barros (v.s.), em São Paulo; V- o neto Rafael da Silveira Melo [- 09.09.1895], filho do primeiro matrimônio do item II. Chefe da família Franco de Melo (v.s.), por seu cas. com Ana Franco de Morais; VI- o neto Dr. Joaquim da Silveira Melo, natural de Piracicaba, filho do primeiro matrimônio do item II. Deixou geração do seu cas. com Amélia Corrêa [1868, Botucatúi, SP – 08.11.1940, Santos, SP], filha de Antonio Corrêa Pacheco e de Ana Cândida de Almeida Barros; VII- a bisneta Maria Teresa da Silveira Melo [12.11.1894, Piracicaba, SP -], deputada Estadual, Prefeita de Limeira, SP, e industrial com a firma de beneficiar café – Máquinas São Paulo. Com geração [Anuário Genealógico Latino, IV, p. 223].

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From: Gustavo Guza

Sent: Friday, February 26, 2016 4:25 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Genealogia

 

Boa tarde, Afrânio

Eu estou fazendo uma pesquisa sobre a minha família. Eu descendo dos Silveira Melo de São Paulo, que você já mencionou num post. Eu fiquei sabendo que você possui um arquivo com informações sobre as famílias Silveira e Melo, pois bem eu te peço, se for possível, que me envie os respectivos arquivos destas duas famílias e, se tiver, mais informações sobre a junção dessas duas

Agradecidamente,

Gustavo