Fatec de Itapetininga é agraciada com menções honrosas em Congresso Internacional na USP

A honraria foi oferecida durante a  13° edição do International Conference on Information Systems and Technology Managment (CONTECSI)

 

Na quarta feira do dia 1º de junho último, uma comitiva composta por professores, alunos e tecnólogos dos cursos superiores de tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Comércio Exterior e Gestão de Produção Industrial esteve na Faculdade de Economia, Administração FEA – USP para participar da 13° edição do International Conference on Information Systems and Technology Managment (CONTECSI http://www.contecsi.fea.usp.br/) que neste ano contou com a presença de conferencistas convidados de universidades e centros de pesquisa de renome dos EUA, Portugal, Coréia e Espanha e participantes provenientes do Canadá, Colômbia, Itália, Coréia, México, Portugal, Espanha, EUA e de 19 estados do Brasil.

Foram apresentados 385 trabalhos de pesquisa acadêmica na área de sistemas de informação durante os três dias de realização de congresso (1 a 3 de junho).

Dezesseis professores e cinquenta alunos da Fatec de Itapetininga participaram do evento, onde apresentaram vinte e sete trabalhos, dez na modalidade ‘Poster’ e dezessete na modalidade ‘Resumo Expandido’, os quais foram aceitos para apresentação e publicação pelo Comitê Científico dessa importante conferência internacional sobre Sistemas, Tecnologia e Ciência da Informação.

Este foi o quinto ano consecutivo de presença no CONTECSI da Fatec de Itapetininga, escola que tem buscado ampliar a participação de seus alunos e professores na conferência. A primeira apresentação foi em 2012, com dois trabalhos (dois alunos e um professor). Em 2016, a Fatec de Itapetininga participou com vinte e sete trabalhos (quarenta e nove alunos, dois tecnólogos e dezesseis professores).

Dos vinte e sete trabalhos apresentados pela Fatec de Itapetininga, a Comissão Científica do 13th CONTECSI concedeu diplomas de menção honrosa para cinco, trabalhos que se destacaram pela relevância da pesquisa acadêmica desenvolvida no âmbito da temática da conferência.

Foram eles:

EcoBin: proposta de gamificação para descarte do lixo

Thiago Oliveira Correia

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Orientador: Prof. Eng. Ms. Marcus Vinícius Branco de Souza

Co-Orientador: Prof. Ms. José Ricardo Favoretto

 

APP WIKIBEER: aplicativo de reconhecimento de imagem para conhecimento de fatos e curiosidades sobre cervejas via logomarca

Fabiano Endo Furuta

Léo Vartapelli Dadona

Thiago Diniz de Vasconcellos

Acadêmicos de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Orientador: Prof. Esp. Rodrigo Diniz

Co-Orientador: Prof. Ms. Renato Tilelli

 

Buyze: aplicativo facilitador de compras

Pedro Augusto Ferreira

Acadêmico de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Orientadora: Profª. Drª Andressa Silvério Terra França

 

Fatec RPG: jogo interativo via RPG Maker VX Ace

Maylon Pires Macedo

Guilherme Rosa de Moraes

Vitor Emanuel Queiroz Ferreira

Acadêmicos de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Orientadora: Profª. Drª Andressa Silvério Terra França

Co-Orientador: Prof. Ms. Jefferson Biajone

 

Inteligência artificial aplicada à produção industrial

Maquele Antunes de Oliveira

Acadêmica de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial

Orientador: Prof. Eng. Ms. Marcus Vinícius Branco de Souza

 

A Fatec de Itapetininga parabenizou os alunos, tecnólogos e professores participantes do evento internacional na área de Gerenciamento de Tecnologia e de Sistemas de Informação, bem como agradeceu aos organizadores – em especial ao Prof. Dr. Edson Luiz Riccio, presidente do CCInt FEA USP e diretor do TECSI, a Drª Marici Cristine Gramacho Sakata e a Vinicius Tsuyoshi Nagawa, ambos da equipe TECSI/FEA/USP – por todo apoio e reconhecimento concedidos à instituição.

 

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Jornal ROL – Região On Line teve 40 mil visitas só neste ano, atinge 25 países e passou a ser divulgado também por um portal sorocabano

O jornal ROL – Região On Line, editado em Itapetininga/SP/Brasil, atingiu a expressiva marca das 40 mil visitas de janeiro a maio de 2016, foi acessado por  passou a integrar o portal Sorocaba Digital, o que ampliará ainda mais seu alcance

Segundo estatisticas divulgadas pela Itapedigital, dirigida pelo webmaster João Ferrari, a audiência do jornal virtual ROL – Região On Line no período de janeiro a maio foi a seguinte:

Mês

Visitantes únicos Numero de visitas Páginas

Jan 2016

3,048 7,895

22,903

Fev 2016

2,170 5,301 21,359
Mar 2016 3,496 7,706

24,418

Abr 2016

3,086 7,134 28,629
Mai 2016 4,042 8,925

32,241

Total

15,842

36,961

129,550

Arredondando:

Em apenas cinco meses o o ROL teve:

16 mil visitas únicas

37 mil visitas

130 mil páginas consultadas

 

Outro resultado muito expressivo divulgadas por João Ferrari mostra o grande alcance do jornal: o ROL tem leitores em 25 países do mundo, os principais sendo o Brasil, a Alemanha e os Estados Unidos.

Para Helio Rubens esses dados confirmam a respeitabilidade editorial da publicação e a importância que a ele dedicam leitores e colunistas do Brasil inteiro: “já sabiamos que o ROL ultrapassava fronteiras, pois não foram poucas as vezes em que recebemos solicitação de estudos de nomes de familias de pessoas moradoras no Exterior, mas confesso que não espera que estávamos atingindo 25 países do mundo, o que é um orgulho para nós”

Locales

Páginas

Brazil

br

20,662

Germany

de 5,264
United States us

4,538

France

fr 705

Israel

il

226

Canada ca

176

Portugal

pt 132
Ukraine ua

86

Poland

pl 60

Great Britain

gb

54

Italy it

47

China

cn 46
Ireland ie

18

Belgium

be 18
Argentina ar

16

Hong Kong

hk 15
Japan jp

12

Spain

es 9
Netherlands nl

9

Sweden

se 8
Czech Republic cz

8

Norway

no 7
Uruguay uy

7

South Africa

za 7
Vietnam vn

7

Outros visitantes

104

 

 

O editor do ROL, jornalista Helio Rubens, acha que “quase 16 mil visitas únicas, 37 mil visitas e 130 mil páginas consultadas em apenas cinco meses, é um resultado muito bom”. Para ele, esses números de acessos, somados ao quadro de alcance da publicação, mostram uma audiência de excelente qualidade, pois o jornal se dedica apenas à divulgação de noticias culturais e à publicação de articulistas “selecionadíssimos”.

“Eu mesmo me surpreendi com esse alcance do meu jornal”, declarou o editor Helio Rubens: “nunca imaginei que tínhamos leitores em tantos lugares”, comemora. “Isso confirma que podemos não ter uma audiência enorme, mas certamente temos a audiência qualificada, da melhor qualidade na internet”, entusiasma-se.

Ainda segundo o editor, o ROL – REGIÃO ON LINE é editado há 22 anos mas nunca esforçou-se para tornar-se um jornal que comercializa sua plataforma virtual: “os poucos anúncios que aparecem são’calhaus’ (publicidade gratuita), mas um dia ainda pretendemos explorar o jornal publicitariamente, para que consiga se manter independentemente de mim”, explica o editor.

Tanto o webmaster João Ferrari, da Itapedigital, como o editor Helio Rubens, acreditam que esse números vão aumentar bastante após o jornal ter sido adotado como fonte de noticias do portal Sorocaba Digital (http://sorocabadigital.com).

“Atribuo esses bons resultados à qualidade dos artigos dos nossos colunistas, que considero ‘os melhores’ da internet”, finaliza o editor.




Osvaldo de Souza Filho envia novas fotos antigas de Itapetininga

O maior colecionador de fotos antigas de Itapetininga enviou mais esta sequencia de fotos: relíquias! 

243 - Rua Mons. João Soares x Rua Dr. Júlio Prestes (Copy)

243 – Rua Mons. João Soares x Rua Dr. Júlio Prestes

242 - Pça. Mal. Deodoro da Fonseca - Anos - 60 (Copy)

242 – Pça. Mal. Deodoro da Fonseca – Anos – 60

241  - Pça. Mal. Deodoro da Fonseca - 05-12-1944 (Copy)241 – Pça. Mal. Deodoro da Fonseca – 05-12-1944

240 - Itapetininga - S.P. - Pça. N.S. da Aparecida - 07-2005 (Copy)240 – Itapetininga – S.P. – Pça. N.S. da Aparecida – 07-2005
239 -  As Tres Escolas - Av. Peixoto Gomide - Anos - 30 (Copy)239 – As Tres Escolas – Av. Peixoto Gomide – Anos – 30

238 - Itapetininga - S.P. - As Tres Escolas - Av.Peixoto Gomide - 1928 (Copy)238 – Itapetininga – S.P. – As Tres Escolas – Av.Peixoto Gomide – 1928




Artigo de Celso Lungaretti: 'LEIA O TRIBUTO DO LUNGARETTI A MUHAMMAD ALI (1942-2016) E REVEJA, NA ÍNTEGRA, A 'LUTA DO SÉCULO''

CELSO LUNGARETTI: MORRE MUHAMMAD ALI, O BOXEADOR  QUE NÃO VENDEU SUA ALMA


 

Tem a postura da estátua da Liberdade

e a altura do Empire State.

Salve, Cassius Marcellus Clay!

Soul brother, soul boxeur, soul man”

(Jorge Ben)

Depois de longa luta contra o mal de Parkinson, morreu na madrugada deste sábado (4), aos 74 anos, o extraordinário Muhammad Ali. Os médicos deram problemas respiratórios como causa.

Ele simplesmente revolucionou o boxe peso-pesado, antes dominado por grandalhões fortes mas lentos. Bem mais ágil do que os adversários, baseava sua defesa antes na rapidez com que se movimentava no ringue do que na guarda. Chegava a usar as mãos apenas para golpear, batendo e saindo sem ser atingido.

E levava os racistas ao paroxismo da indignação, ao proclamar-se forte, ágil e bonito.

Era um negro orgulhoso de ser negro, algo inimaginável naqueles tempos em que os negros conheciam o seu lugar  e aceitavam passivamente sentar-se em locais separados nos ônibus, nos restaurantes, etc.

Falastrão, ele chegava também a ofender seus adversários, como Sonny Liston, o primeiro homem mau do boxe que Ali humilhou nas declarações prévias e depois demoliu no ringue, despojando-o do título com duas contundentes vitórias –por nocaute técnico no 7º assalto e por nocaute-relâmpago aos 2:12 da revanche.

Num excelente documentário de Dimitri Logothetis, Champions forever (1989), os aposentados Ali, George Foreman, Joe Frazier, Ken Norton e Larry Holmes trocaram ideias sobre os duelos de gigantes que travaram. Os outros quatro mostraram muito carinho por Ali e reconheceram que suas declarações bombásticas para promover as lutas multiplicaram várias vezes o valor das bolsas que recebiam, daí não lhe terem guardado ressentimentos.

“VIETCONG NENHUM ME CHAMA DE  NIGGER

Suas esquivas colocavam o adversário em ridículo

Ali perdeu o cinturão, muita grana e alguns dos melhores anos da carreira de um pugilista por recusar-se a coonestar a agressão estadunidense ao povo vietnamita –atitude que justificou com argumentos religiosos, mas cujo motivo maior ficou evidenciado na frase “Vietcong nenhum me chama de  nigger  [pejorativo muito usado pelos racistas dos EUA]”.

Preconceituosos e/ou direitistas de lá falaram em covardia, mas o Exército jamais se arriscaria a deixá-lo ao alcance do fogo inimigo; caso fosse atingido, o efeito moral seria devastador. Os militares lhe asseguraram que apenas serviria como relações-públicas do esforço guerreiro, seguindo as pegadas do ator Bob Hope.

Ali preferiu ficar sem o título, sem os muitos milhões de dólares que teria ganhado, sem o direito de exercer sua profissão –em razão da inacreditável pena de suspensão por tempo indeterminado que recebeu da máfia do pugilismo. O que, afinal, tinha a ver o título de campeão do mundo com a recusa em envergar a farda dos EUA?

Para sobreviver, chegou a dar palestras em faculdades, encantando os estudantes com sua grandeza moral e sua inteligência aguda.

Certa vez lhe pediram que, de bate-pronto, compusesse um poema. Não negou fogo. Fez um de apenas duas palavras: “Eu. Nós.”

O minimalismo extremo –alguém imaginaria que ele fosse capaz de criar algo assim?

DAVI VETERANO x GOLIAS NO AUGE

Depois de perder seu título e passar três anos e meio fora dos ringues, Ali voltou e, já na terceira luta, tentou reconquistar o cetro.

Pareceu não ter-se dado conta de que a vantagem sobre os adversários diminuíra (haviam assimilado suas inovações) e até estar despreparado para a maratona de 15 assaltos.

Vinha melhor, mas foi derrubado por Frazier no último round. A vantagem por pontos que acumulara, aparentemente, ainda lhe garantiria a vitória, mas os jurados assim não entenderam.

Depois, sem título em disputa, travaram nova luta equilibradíssima e a vitória por pontos –também muito contestada– foi conferida a Ali.

Ele recuperou o cinturão ao vencer Foreman na maior luta de boxe de todos os tempos e de todas as categorias [imortalizada nos excelentes livro de Norman Mailer (A Luta,1975) e documentário de Leon Gast (Quando éramos reis, 1996)].

Já com 32 anos, teve de enfrentar um campeão jovem e poderosíssimo, que acabara de simplesmente massacrar Joe Frazier, mandando-o à lona seis vezes em dois rounds.

A apreensão generalizada era de que Ali, além de derrotado, saísse morto do ringue, pois seu amor-próprio o impediria de desistir, fosse qual fosse a intensidade do castigo recebido.

Mas, ele tirou coelho da cartola. Todos lembram de sua técnica refinadíssima, mas Ali era muito mais do que isto. Tinha dons de grande estrategista, como se combinasse os papéis de pugilista e de técnico.

A direita ainda erguida é a que deixara de golpear Foreman

Foi assim que ele venceu o invencível  Big George. Boxeando francamente contra ele no primeiro assalto, percebeu que jamais conseguiria a vitória lutando de igual para igual. A força descomunal do lutador mais jovem prevaleceria.

Então, adotou a postura que qualquer pugilista comum consideraria suicida diante da enorme potência dos golpes de Foreman: deixou-se ficar encostado nas cordas, recebendo o bombardeio e aparando-o com sua guarda.

Alguns obuses atingiam o alvo de raspão, outros se chocavam com os braços de Ali. Nenhum o abalou suficientemente. E Foreman, acostumado a nocautes rápidos, foi se cansando.

No quinto assalto, o Ali aparentemente apático, que só se defendia, mostrou que era, isto sim, um tigre se preparando para dar o bote: com um contra-ataque fulminante, quase nocauteou Foreman.

Depois de dois rounds letárgicos, foi o que acabou acontecendo no oitavo assalto. Ali novamente surpreendeu Foreman e, com uma sequência de golpes cuja rapidez era inimaginável àquela altura de uma luta tão exaustiva, metralhou a cabeça do oponente até fazer aquele gigante desabar em câmara lenta no ringue.

A coragem que deu a vitória a Ali nessa luta foi a mesma que o manteve no ringue até o fim de uma luta na qual teve seu maxilar fraturado no 2º round, por Ken Norton.

O castigo que recebeu de Foreman foi tão terrível que, depois da vitória consumada, ele teve um breve desmaio durante as comemorações. Até então, entretanto, a adrenalina o mantivera em pé.

Ali x Foreman: eis a luta do século, na íntegra.

CAVALHEIRISMO RARO NUM BOXEADOR

Joe Frazier: duro castigo.

Na sequência, colocou o título em jogo no tira-teima contra Frazier.

Tinha todos os motivos para impor derrota contundente ao rival e, assim, não deixar dúvidas de sua superioridade, depois das decisões polêmicas nas duas lutas anteriores.

No 14º assalto, esteve com Frazier à sua mercê, grogue, praticamente nocauteado em pé. Mas, ao invés de desfechar o golpe de misericórdia, pediu insistentemente ao juiz que interrompesse a luta.

Como não foi atendido, evitou bater pesado até o gongo soar. [Atitude semelhante à que teve ao nocautear Foreman: armou um soco mas, ao perceber que o cambaleante adversário cairia de qualquer jeito, não o desferiu, mostrando um autocontrole raríssimo em pugilistas.]

Os segundos decidiram que Frazier não tinha condições para disputar o 15º e último round. Vitória de Ali por abandono.

A caminho do vestiário, ele cruzou com o filho de Frazier e prestou tributo ao grande adversário: “Seu pai foi o homem mais valente que eu já enfrentei”.

Estava certo. Na foto publicada pelos jornais do dia seguinte, o rosto do pobre Joe estava assustador, de tão marcado pelos golpes de Ali.

Deveria ter parado então, no auge da glória e sem sequelas. Insistiu em permanecer nos ringues e acabou sofrendo castigos desnecessários que, provavelmente, lhe causaram ou agravaram o mal de parkinson.

A melhor frase sobre ele foi a de Foreman, no documentário de Logothetis. Indagado se Ali tinha sido o maior peso-pesado de todos os tempos, Foreman esquivou-se de compará-lo com o igualmente superlativo Joe Louis. E ponderou:

Não sei quem foi o maior de todos, mas, certamente, Ali foi o melhor cidadão que já lutou boxe peso-pesado.

Foi belo o tributo de Jorge Ben a Muhammad Ali



Genealogia: Afrânio Mello fornece gratuitamente informações sobre a familia ORSI

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 740

 

Prezada Bianca,boa tarde.

Em 13.05.2016, recebi pedido semelhante da leitora Márcia.

Procura cidadania e confecção da árvore Genealógica.

Estou enviando para o mesmo que enviei à ela.

O Bernardo Orsi, que consta da minha relação, eu não tenho informações sobre ele.

Você deve entrar em contato com a Hospedaria dos Imigrantes em São Paulo, citar o nome e data de chegada ao Brasil.

Com essa informação, que eles me deram, eles emitem a Certidão de Desembarque e, nela vem a relação das pessoas que chegaram com ele.

De posse desse documento você pode começar a correr atrás da Cidadania italiana.

É o primeiro passo.

Depois vem todas e inúmeras certidões, mãs não são difíceis de conseguir.

As Italianas você consegue pela Internet sabendo de onde ele é.

Grande abraço e espero ter sido útil no seu intento.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

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Orsi, Orselli, Orsieri, Orsetti, Orsolin, Orsino, Orsolini, Urcini, Orsolini, Urso, D’Urso, D’Urcini, d”Orsini , entre outros

sobrenome de origem italiana. Sobrenome classificado como alcunha, vem do italiano Orso, que significa urso. Orsi é a forma plural. Isto indica que os primeiros que utilizaram esse sobrenome eram fortes (em sentido físico ) como um urso.

Orsi, Antiga família italiana radicada em Bolonha, participou das cruzadas nas figuras de Siripere (1217) e de Giliolo, morto na Terra Santa no ano de 1291. Michele Orsi estava entre os cavaleiros que desermaram e aprisionaram o Rei Enzo, em Fossalta. Tancredino Orsi capitaneou uma parte do exército bolonhês que, valorosamente, expulsou os soldados de Pistoia em 1328. A família deu três cônsules à pátria no século XII, vários anciãos conselheiros, e começou a fazer parte do senado em 1485. Ainda nesta linhagem destacou-se Gugliemo Orsi, famoso jurisconsulto no século XIII. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 31.01.1885, a bordo do vapor Righi, Pasquale Orsi, natural da Itália, 21 anos de idade, com destino a Piracicaba, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 122 – 31.01.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 19.02.1885, a bordo do vapor Bisagno, Gabriello Orsi, natural da Itália, 25 anos de idade, com destino a Tieté, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 129 – 19.02.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 19.02.1885, a bordo do vapor Bisagno, Giuseppe Orsi, natural da Itália, 32 anos de idade, com destino a Limeira, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 129 – 19.02.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 19.02.1885, a bordo do vapor Bisagno, Vincenzo Orsi, natural da Itália, 29 anos de idade, com destino a Tieté, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 129 – 19.02.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 07.07.1882, a bordo do vapor América, Giovanni Orsi, natural da Itália, procedente de Genova, Itália, católico, 20 anos de idade, com destino a Campinas, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 028 – 07.07.1882]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 16.08.1882, a bordo do vapor Umberto, procedente de Genova, Itália, Pasquale Orsi, natural da Itália, católico, 45 anos de idade, com destino à capital do Estado de São Paulo [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 037 – 16.08.1882].

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Sr. Afranio
tudo bem? meu nome é Bianca Martins e eu gostaria de saber mais sobre a minha genealogia. Meu pai é bisneto do Bernardo Orsi que está na sua relação
de imigrantes que chegaram no Brasil vindo da Italia
no dia 19 . 10 . 1888, eu estou tentando obter maiores informações para continuar a minha genealogia. se puder me ajudar ficarei muito grata
att. Bianca Martins

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Sr. Afrânio

Muito obrigada pelas informações, vou ligar na hospedaria dos imigrantes em São Paulo.

Grata pela sua atenção e explicação.

Um forte abraço.

Bianca Orsi Martins
Enviado do meu iPhone
Em 1 de jun de 2016, às 17:16, Afrânio Mello <afraniomello@itapetininga.com.br> escreveu:

ATENDIMENTO NÚMERO 740

 

Prezada Bianca,boa tarde.

 

Em 13.05.2016, recebi pedido semelhante da leitora Márcia.

Procura cidadania e confecção da árvore Genealógica.

 

Estou enviando para o mesmo que enviei à ela.

 

O Bernardo Orsi, que consta da minha relação, eu não tenho informações sobre ele.

 

Você deve entrar em contato com a Hospedaria dos Imigrantes em São Paulo, citar o

nome e data de chegada ao Brasil.

Com essa informação, que eles me deram, eles emitem a Certidão de Desembarque e,

nela vem a relação das pessoas que chegaram com ele.

 

De posse desse documento você pode começar a correr atrás da Cidadania italiana.

É o primeiro passo.

Depois vem todas e inúmeras certidões, mãs não são difíceis de conseguir.

As Italianas você consegue pela Internet sabendo de onde ele é.

 

Grande abraço e espero ter sido útil no seu intento.

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

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Orsi,Orselli,Orsieri,Orsetti, Orsolin,Orsino,Orsolini,Urcini,Orsolini,Urso,D’Urso,D’Urcini,d”Orsini , entre outros,   sobrenome de origem italiana. Sobrenome classificado como alcunha, vem do italiano Orso, que significa urso. Orsi é a forma plural. Isto indica que os primeiros que utilizaram esse sobrenome eram fortes (em sentido físico ) como um urso.

Orsi, Antiga família italiana radicada em Bolonha, participou das cruzadas nas figuras de Siripere (1217) e de Giliolo, morto na Terra Santa no ano de 1291. Michele Orsi estava entre os cavaleiros que desermaram e aprisionaram o Rei Enzo, em Fossalta. Tancredino Orsi capitaneou uma parte do exército bolonhês que, valorosamente, expulsou os soldados de Pistoia em 1328. A família deu três cônsules à pátria no século XII, vários anciãos conselheiros, e começou a fazer parte do senado em 1485. Ainda nesta linhagem destacou-se Gugliemo Orsi, famoso jurisconsulto no século XIII. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 31.01.1885, a bordo do vapor Righi, Pasquale Orsi, natural da Itália, 21 anos de idade, com destino a Piracicaba, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 122 – 31.01.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 19.02.1885, a bordo do vapor Bisagno, Gabriello Orsi, natural da Itália, 25 anos de idade, com destino a Tieté, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 129 – 19.02.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 19.02.1885, a bordo do vapor Bisagno, Giuseppe Orsi, natural da Itália, 32 anos de idade, com destino a Limeira, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 129 – 19.02.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Veio a 19.02.1885, a bordo do vapor Bisagno, Vincenzo Orsi, natural da Itália, 29 anos de idade, com destino a Tieté, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 129 – 19.02.1885]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 07.07.1882, a bordo do vapor América, Giovanni Orsi, natural da Itália, procedente de Genova, Itália, católico, 20 anos de idade, com destino a Campinas, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 028 – 07.07.1882]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 16.08.1882, a bordo do vapor Umberto, procedente de Genova, Itália, Pasquale Orsi, natural da Itália, católico, 45 anos de idade, com destino à capital do Estado de São Paulo [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 037 – 16.08.1882].

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Sr. Afranio
tudo bem? meu nome é Bianca Martins e eu gostaria de saber mais sobre a minha genealogia. Meu pai é bisneto do Bernardo Orsi que está na sua relação
de imigrantes que chegaram no Brasil vindo da Italia
no dia 19 . 10 . 1888, eu estou tentando obter maiores informações para continuar a minha genealogia. se puder me ajudar ficarei muito grata
att. Bianca Martins

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<Eu e os Meus – Orsi e Ramacciotti – QRCode correto (2).png>

<Orsi III – Dicionário de Sobrenomes II.jpg>

<Orsi III – Dicionário de Sobrenomes.jpg>

<Orsi.doc>

<Eu e os Meus – Orsi e Ramacciotti -QRCode correto 27 04 16.jpg>




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia MEIRA

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 741

 

Sérgio, boa tarde.

MEIRA é comprovado que é de origem JUDAÍCA.

Encaminho para o seu estudo o que abaixo está descrito.

MEIRA……………….  11 páginas e 1 brasão.

JUDEUS – Origem do tipos… Arquivo copiado na mensagem.

Lista da primeira consulta no Googlo sobre a origem Judaica.

Que tenha uma boa pesquisa.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

 

 

image Meira

sobrenome de origem galega. Sobrenome de raízes toponímicas, foi tirado da vila de Meira, na diocese de Tui, na Galiza. Fazem-na derivar de Rodrigo Afonso da Meira, marido de D. Ourana Correia, filha de Paio Soares Gravel, com geração que deu continuidade a este apelido.

Na atualidade, são conhecidas pelo menos três famílias deste apelido a residir em Viana do Castelo sem que estejam estabelecidas relações de parentesco entre si.

Vem esta família de Pedro de Novais, o velho, rico-homem de D. Sancho II. Seu solar era junto à lagoa chamada Meira, donde nasce o rio Minho. Passou a Portugal Paio de Meira, no tempo de D. Diniz, fal. em 1325, rei de Portugal (Antenor Nascentes, II, 64). Brasil: Para o Brasil, em princípios do séc. XVII, vieram Marcos de Meira [1693- ?] e Luiz de Meira [1706- ?], filhos de Baltazar de Meira. Vieram ainda criança e foram habitar Serro Frio (Minas Gerais). Dali a família se ramificou e desceu até o Estado da Bahia. Um ramo ficou no Estado do Rio de Janeiro, onde viviam os Alves Meira, outro para São Paulo, onde existem os Meira Penteado, Meira Godói, Meira Botelho, etc. Na Cidade de Camamu (BA), nasceu Francisco Antunes Meira, em princípio do séc. XVIII o qual veio estabelecer-se na Paraíba do Norte e aí casou-se com D. Isabel Mariana de Castro. Deste casal descendem todos os Meiras do Norte do Brasil, hoje também dispersados pelo Sul do Brasil – do Pará ao Rio Grande do Sul (Anuário Genealógico Brasileiro, IV, 165). Antiga família de origem espanhola estabelecida em Minas Gerais, com ramificações na Bahia, onde chegou o capitão Francisco de Souza Meira, que do julgado de São Romão, em Minas Gerais, passou para a fazenda Brejo do Campo Seco, onde se estabeleceu, dando origem ao lugar de Bom Jesus dos Meiras, atual cidade de Brumado. Entre os seus descendentes, registra-se o filho, Rodrigo de Souza Meira Sertã, de quem descendem os Meira de Brumado, do seu casamento com Maria Carlota de Castro, filha de Joaquim Pereira de Castro, patriarca desta importante família Pereira de Castro (v.n.), da Bahia. Destes Meira descendem os Pinheiro Canguçu. Ainda, entre os membros desta família, registra-se Ana Joaquina de Santo Antonio Meira, do Brumado, cujos filhos foram os fundadores das famílias Cristal (v.s.) e Mirante (v.s.), ambas da Bahia [Arquivo do genealogista Jorge Ricardo Fonseca – Bahia]. Heráldica: um escudo em campo vermelho, com uma cruz florenciada e vazia, de ouro. Timbre: um galgo de negro, com língua e coleira de vermelho (Armando de Mattos – Brasonário de Portugal, II, 26).

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Judeus-Origem dos tipos

Por: Jane Bichmacher de Glasman *

A maioria das pessoas considera os judeus um “bloco” ou divididos em ashkenazim e sefaradim. Mas há muito mais “im” do que supomos. Segue um pequeno resumo, de meu livro “À Luz da Menorá”:

Os judeus espalharam-se através dos continentes assimilando parte da cultura dos povos entre os quais viveram. Em cada área desenvolveram-se costumes, tradições, linguagens, rituais diferentes e até características físicas.

Além dos citados, outros grupos menores e menos conhecidos serão mencionados.

Ashkenazim:
Formaram-se no Vale do Reno, na Idade Média, para onde foram levados cativos pelos romanos após a destruição do Templo. Seu número aumentou com a chegada de oriundos da Itália, na Alta Idade Média, estimulados por Carlos Magno.
As Cruzadas (séculos XI-XII) abateram-se sobre eles obrigando-os a imigrar em massa para a Europa Oriental, para onde levaram sua linguagem germano-renana que teve uma evolução filológica diferente da alemã. Conservou arcaísmos, introduziu neologismos, adotou palavras russas, polonesas e até latinas, adaptou palavras hebraicas e aramaicas, modificou-se morfológica e foneticamente e era escrita com o alfabeto hebraico: é o judaico ou iídiche.
O min’hag ashkenazi segue os costumes das Academias Talmúdicas do Vale do Reno. Os ashkenazim não usavam sobrenomes até o século XVIII, adotados por imposição dos Déspotas Esclarecidos para seu registro e arrecadação de impostos.
São sobrenomes alemães, russos, poloneses, húngaros, iugoslavos, conforme a área em que vivam, caracterizados pelo grande número de consoantes, geralmente nomes de lugares (ex. Frankfurter, Berlinski) e profissionais (ex. Bichmacher, Sznajder).

Sefaradim:

Têm o seu nome derivado de Sefarad – Espanha em hebraico. Os judeus já viveriam na Península Ibérica desde os tempos de Salomão, mencionada na Bíblia (I Reis 10:22 e II Crônicas 9:21) como o local onde suas naus iam buscar prata; na Espanha, segundo uns, ou na Sardenha, segundo outros. Seu número cresceu com a chegada dos cativos trazidos pelos romanos após a destruição do Templo e com a invasão árabe, a partir do século VIII. Na Espanha medieval os judeus falavam o mesmo romanche ibérico da população cristã da Península. Os séculos XI e XII são conhecidos como a Época de Ouro. Adotaram sobrenomes espanhóis e portugueses principalmente em função dos batismos forçados. Com a expulsão no fim do século XV levaram para o Norte da África, Império Otomano, Hamburgo, Amsterdã, Londres, Ferrara, Salônica, Ismirna, etc. sua língua latina com novo rumo evolutivo, mantendo formas arcaicas e acrescentando palavras portuguesas, árabes, gregas, turcas, hebraicas, além de neologismos, usando para a escrita o a lfabeto hebraico, conservando, todavia, estreita identidade com espanhol e português.
Foi o ladino (Judesmo ou Espanholito) dos judeus da Grécia, Turquia, Romênia, Bulgária, sul da Iugoslávia, Albânia e até Hungria, distinta da Haquitia, baseada no árabe, no Norte do Marrocos. O min’hag sefaradi segue tradições da Península Ibérica e do Marrocos, principalmente.

“Outros im”:

Mizrahim (Orientais):
Os Mizrahim são do Iraque, Síria, Líbano, Egito etc., sem origem na Espanha. Sua fala e nomes são árabes.
Desde a Antigüidade viviam no Oriente, muito antes que chegassem os Sefaradim expulsos, com quem são muito confundidos.

Teimanim (iemenitas):
Estão no Iêmen desde o tempo de Salomão quando para lá teria ido um grupo de judeus acompanhando a rainha de Sabá. Assemelham-se lingüisticamente aos mizrahim (falam árabe), porém sua tez é morena escura; possuem uma riqueza cultural (folclore) muito típica.

Beta-Israel:
São do Norte da Etiópia e também remontam suas tradições ao período de Salomão. Não usam o hebraico, mas o ge’ez ou am’hári como língua religiosa, são observadores estritos do Shabat e da kashrut; seu longo isolamento do restante do povo originou questões sobre sua qualificação religiosa. O termo falasha é pejorativo.

Judeus da Índia:
A Índia possui quatro comunidades judaicas bastante distintas.
Os mais conhecidos são os Bene Israel, de Bombaim.
Sua cor é escura e a língua cotidiana é o marata. Sua vida diária pouco difere da população indiana, exceto quanto à religião.

No Sul da Índia, em Cochin, há os judeus negros, cuja língua é o malaiala, idioma falado pelos habitantes originais antes das invasões indo-européias.
Lá, outro grupo, os pardesi, de pele muito mais clara, mantém sinagogas separadas, proíbe o casamento com os judeus negros e considera-se superior a estes. Há ainda os baghdali, em Calcutá e Bombaim. Conforme seu nome, descendem de judeus oriundos do Iraque e falam o árabe.

 

Judeus da China:
Viviam na cidade sobre o Rio Amarelo, Hoang-Ho na China oriental. Missionários cristãos relatam sobre eles, nos séculos XVI e XVII, como idênticos aos demais chineses, física e culturalmente, inclusive nos nomes próprios. No século XIX foram encontradas as ruínas de sua sinagoga e vários de seus Livros Sagrados localizados em mãos de antiquários.

Judeus índios:
Um grupo no México e outro no Chile, de origens obscuras, com características físicas e culturais índias, praticam uma forma de Judaísmo. Organizados separadamente dos judeus locais, lutam por reconhecimento haláchico, sendo exigida sua conversão, do que discordam por se considerarem judeus.

Judeus negros americanos:
Nos Estados Unidos há grupos de negros que praticam o judaísmo e se chamam de “judeus etíopes”. Sua posição é um tanto radical em relação aos judeus brancos.

Há ainda judeus Italquim, Crimchas, Mustarabes, Georgianos, Persas, do Cáucaso, Bocairanos e Curdos… além de grupos que eventualmente surgem declarando origem judaica, das “10 Tribos Perdidas”

* Jane Bichmacher de Glasman é doutora em Língua Hebraica, Literaturas e Cultura Judaica-USP,

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Resultados da pesquisa

SOBRENOMES DE JUDEUS EXPULSOS DA ESPANHA EM 1492 …

https://tokdehistoria.com.br/…/sobrenomes-de-judeus-expulsos-da-espan…

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23 de mar de 2014 – SOBRENOMES DE JUDEUS EXPULSOS DA ESPANHA EM 1492 – VEJA SE … uma lista com 5.220 nomes esobrenomes de origem judaica, que serão ….. Medoza, Medrano,Meira, Mejía, Mejías, Melara, Meléndez, Melgar, …

Sobrenomes Judaicos – Vida e Sociedade – Chabad.org em português

www.pt.chabad.org/library/article_cdo/aid/…/Sobrenomes-Judaicos.htm

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  2. Similares

Os judeus sefaradim dão a seus filhos o nome dos avôs, que geralmente … A Origem dos Sobrenomes … E carvalho de sobrenome é de origem judaica tb.

Coisas Judaicas : Sobrenomes Sefarditas

www.coisasjudaicas.com › cristãos-novos

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14 de abr de 2010 – 2.2 – Sobrenomes de famílias Judaico-Sefarditas na Diáspora para ….. é Barros Carneiro, fico muito feliz em saber que tenho origens judaica.




Artigo de Celso Lungaretti: 'SE QUISERMOS DETONAR A NOVA HEGEMONIA DIREITISTA, O MOMENTO DECISIVO SERÁ A ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DE 2018'

Celso Lungaretti – ‘PERDEMOS 36 ANOS E CONTINUAMOS DESPERDIÇANDO NOSSO TEMPO’

 
Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia.

 

D. Sebastião não voltou, nem Dilma voltará.

Uma constante no meu trabalho é jamais ceder a consensos equivocados, pouco me importando que do outro lado estejam 1 mil ou 1 milhão. O nazismo era praticamente unanimidade na Alemanha até começar a dar com os burros n’água nos campos de batalha da 2ª Guerra Mundial, então certos mesmo estavam os poucos lúcidos que tentavam abrir os olhos dos porrilhões de bovinizados.

E, no caso específico dos esquerdistas, jamais devemos esquecer a vergonhosa pusilanimidade face ao stalinismo, a ponto de terem sido bem poucos os comunistas que ousaram reprovar o inqualificável pacto firmado por Stalin com Hitler, deixando os nazistas desembaraçados para engolirem boa parte da Europa Ocidental, com a certeza de que não seriam atacados pelas costas.

Hoje há um consenso entre a  esquerda plunct-plact-zum (aquela que não vai a lugar nenhum) de que o Governo Temer começou mal a ponto de a Dilma ter chance de voltar para concluir a devastação. Cruz, credo!

Existem mesmo erros, injustiças e a habitual desumanidade direitista. Mas, está sendo ignorado algo importante: aparentemente, as equipes técnicas que realmente tocam o trabalho dos ministérios (o ministro está mais para uma figura de proa que faz pose e diz besteiras) são boas, e isto deve redundar em algumas melhoras concretas, em especial naquela que mais conta para o povão, a recuperação econômica.

Vale lembrar, também, que num país pobre como o Brasil a classe dominante tem suficiente poder de fogo para deixar as pessoas com um tiquinho a mais de grana no bolso quando estiver sendo lacrado o caixão da Dilma no Senado.

 

Ressurreições?  Faz um tempinho que não ocorrem…

Nunca me esqueço de que, em 1969, o cidadão comum estava decepcionado com as vacas magras na economia e, embora tivesse medo de se manifestar em público contra o governo, dava muitas mostras de ver com simpatia a nossa luta (dos resistentes que havíamos pegado em armas).

Em 1970 os EUA fizeram investimentos diretos no Brasil equivalentes à soma dos dez anos anteriores. Foi o bastante para deslanchar o milagre e o humor do povo mudar diametralmente. Todo mundo feliz, consumindo e recriminando-nos por estarmos atrapalhando o progresso da Nação

Enfim, como dizia o velho e bom Marx, por enquanto os explorados são um contingente em si e não para si. Grana no bolso é o que mais conta para eles. E, não se iludam: a burguesia pode afrouxar os parafusos da penúria a seu bel prazer, pelo menos por períodos curtos.

Os novos sebastianistas ignoram também a capacidade que a indústria cultural tem de fazer a cabeça dos videotas (como os chamou Jerzy Kosinski). Só os mais ingênuos dos ingênuos podem supor que o bombardeio a Temer continuará sem resposta quando estiver se aproximando o Dia D no Senado.

A direita é criteriosa no uso dos seus meios: prefere utilizá-los no instante propício. Muitas revelações acachapantes surgirão, muitos depoimentos vazarão, sabe-se lá quantas prisões ocorrerão e a mídia vai fazer o maior estardalhaço. O clima político será radicalmente outro no momento decisivo.

 

Sai a conciliação de classes, entra a luta de classes.

Estou elucubrando demais? Vejam o que diz o perspicaz Vinícius Torres Freire sobre os primeiros sinais de guinada na situação da economia:

[Houve uma] melhora tímida da confiança econômica em maio, do resultado do PIB menos depressivo do que o esperado e de piscadelas de vida da indústria, ainda em coma.

Uma surpresa positiva foi o investimento (em novas instalações produtivas, equipamentos e construções). Caiu menos do que o esperado nas contas do PIB. Além do mais, nas contas da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE, a produção de bens de capital (máquinas e equipamentos) cresce desde janeiro.

Parecem brotos verdes. Não é isso. Melhor que nada, de qualquer modo.

Resumo da opereta: que continue desperdiçando esforços quem não tem coisa melhor para fazer. A hipótese de uma nova eleição presidencial era mesmo a melhor opção possível para o Brasil, mas a chance foi perdida quando Dilma empacou em não renunciar.

Era para termos trocado o foco muito antes, esquecendo a defesa de um governo indefensável e adotando a bandeira muito mais simpática de darmos aos brasileiros a chance de escolherem o governante de sua confiança para tirá-los do fundo do poço.

 

Estávamos esquecendo o principal

Preferivelmente, a renúncia deveria ter ocorrido no dia seguinte ao da aprovação da abertura do processo de impeachment na Câmara Federal; o mais tardar, no dia seguinte à decisão idem do Senado.

Agora é tarde, Inês é morta. Dilma vai mesmo para casa e nós seremos obrigados a engolir Temer até o último dia de 2018.

Então, ao invés de chorarmos sobre o leite derramado, temos mais é de lançarmos pontes para o futuro desejável, começando pela construção de uma esquerda de verdade, que não se proponha a gerenciar o capitalismo para os capitalistas, mas, pelo contrário, a transformar em profundidade a sociedade brasileira, dando fim à exploração do homem pelo homem.

Perdemos os 36 anos em que tanto nos esforçamos para afirmar o PT e levá-lo à Presidência da República. Estamos de volta ao ponto de partida e temos agora de analisar rigorosamente onde foi que erramos e como evitarmos a repetição desses erros adiante (além do imperativo de separarmos o joio do trigo, depurando nossas fileiras de quantos se tornaram dóceis marionetes do inimigo e/ou comprometeram a imagem da causa utilizando-a ilicitamente em benefício pessoal).

Não há mais tempo a perder. Os responsáveis pela pior derrota por nós sofrida desde 1964 são os mesmos que agora impingem a ilusão de que ainda seja possível revertê-la no Senado. Sabem muito bem que não, mas a obnubilação dos esquerdistas lhes convém: permite que continuem escapando das graves cobranças a que deveriam estar respondendo neste exato instante.

Repito o alerta: a refundação da esquerda é o único caminho para salvá-la da irrelevância.

E, se quisermos detonar a nova hegemonia direitista, o momento decisivo será a eleição presidencial de 2018, desde que já estejamos sob nova direção. Em 2016 a batalha está de antemão perdida.

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