Oficina para escritores iniciantes está com inscrições abertas em Itapetininga

 

O Projeto Literatura Viva está à frente do projeto, que acontecerá na Biblioteca Municipal

O Projeto Literatura Viva está com inscrições abertas para a quinta oficina de escritores iniciantes.

Os interessados devem comparecer à Biblioteca Municipal no dia 14 de junho, terça-feira, às 19h30 para entrevista e preenchimento das fichas.

São 10 vagas no curso, que é aberto para estudantes e adultos.

Os encontros são gratuitos e acontecerão em seis terças-feiras, das 19h30 às 21h30, na Biblioteca Municipal.

A oficina, coordenada pelo acadêmico Angelo Lourival Ricchetti, tem o objetivo de compartilhar conhecimento para a facilidade da escrita e da publicação de textos literários dos interessados.

Ela é feita em parceria com a Academia Itapetininga de Letras e a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Informações pelo telefone 99171-7672.




Artigo de Pedro Novaes: 'Reforma agrária'

   Pedro Israel Novaes de Almeida – REFORMA  AGRÁRIA

 

A reforma agrária é tema ideologizado, englobando o próprio direito e conceito de propriedade.

No Brasil, a reforma agrária, salvo raras e honrosas exceções, acabou confinada à mera distribuição de terras, com ares de reforma fundiária. Os governos populistas de nossa década nada inovaram e pouco providenciaram, na área, contentando-se com discursos e promessas.

Um dos principais obstáculos à boa reforma reside na seleção de beneficiários, privilegiando o invasor ou acampado, em detrimento do agricultor vocacionado, que segue trabalhando e sobrevivendo, à espera da terra própria.

O MST, ícone da luta pela reforma agrária, é repleto de preconceitos e idiotias, chegando ao extremo de demonizar culturas como soja, reflorestamentos, cana de açúcar, laranjas e pastos, dentre tantas outras. O movimento outorgou-se o direito de julgar, sentenciar e executar a ociosidade de terras. Cientistas de todo o mundo tentam desvendar a origem dos recursos que garantem a sobrevivência dos acampados e invasores.

Nossa constituição consagrou a obrigatoriedade de cumprimento da função social da propriedade, mas não delegou ao MST tal constatação. Soa absurdo, desrespeitoso e abusivo algum movimento social ignorar a função do poder judiciário, tentando substituí-la.

A verificação da ociosidade, à partir de índices mínimos de produtividade, é uma aberração jurídica, econômica, social e agronômica, fadada a jazer por séculos nos meandros judiciários. A produtividade é relacionada a contextos climáticos, trabalhistas, econômicos, sociais e, sobretudo de conveniência produtiva.

Distribuir terras, sem a rígida e imparcial seleção de beneficiários, e sem as necessárias estruturas de apoio é medida perdulária e inconsequente, que prejudica assentados e toda a sociedade.

A reforma agrária deve ser iniciada pelas fronteiras agrícolas, sendo risível e caríssima a efetuada nas imediações de Campinas, Ribeirão Preto e outras regiões muito valorizadas. Outro aspecto a ser considerado é que a terra é um dos constituintes da produção, e é enorme o número de parceiros e arrendatários que, não sendo proprietários, geram produções e empregos.

Existem caminhoneiros sem caminhão, professores sem escola, médicos sem hospitais, garçons sem restaurantes e trabalhadores urbanos sem casa própria. Se todos resolverem pela invasão ou ocupação, votaremos à idade da pedra.

Devem os governos angariar, na forma da lei, terras dedicadas ao tráfico de drogas, trabalho escravo, bem como as adquiridas com recursos oriundos de crime, e destiná-las, em valor, a prioridades do país.

Terras também podem ser financiadas a longo prazo, tal qual habitações populares, e trabalhadores urbanos têm tanto direito à casa própria quanto o agricultor sem terra. Só não pode invadir ou ocupar.

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações gratuitamente sobre a família Alfradique

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 739

 

Prezada Mariane,

Em 04.07.2015 fiz o primeiro atendimento desse sobrenome e, hoje, é o segundo.

A pessoa que fez a consulta é Ana Karen.

Em relação ao sobrenome ALFRADIQUE envio:

Arquivo com só uma página e um brasão.

Na primeira consulta demorei mais de 60 dias para encontrar só estas informações.

Sobrenome dificil e raro.

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

clip_image002Alfradique, Alfredique

sobrenome de origem catalã. O originalmente se escrevia Altra Duce foi aportuguesado para Alfradique, que significa Outro Duque, que é um título de nobreza. É um sobrenome bastante raro. Sua maior concentração encontra-se no Brasil no estado do Rio de Janeiro.

 

Registra-se

clip_image004
Registra-se Camila Souza Alfradique, nascida por volta de 1980, Brasil; casou-se em 04.07.2003 com Eduardo Bermudes Segundo em Clark, Nevada, Estados Unidos. Reside atualmente na Califórnia, Estados Unidos.

Registra-se Antonio Moraes Alfradique, nascido em 1868, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil; casou-se em 08.01.1910 com Amélia Pereira D’Assumpção, filha de Eleutério Gomes D’Assumpção e Maria dos Anjos; filho de Alberto Manoel Alfradique e Cândida Maria da Conceição.

 

 

 

From: Mariane Alfradique

Sent: Monday, May 30, 2016 10:34 AM

To: afraniomello@ebras.com.br ; afranio@tintaspig.com.br

Subject: ORIGEM SOBRENOME

 

Bom dia Afranio,

 

Pesquisei no google sobre minha familia e brasao e vi que você possui algumas informações sobre

a famiia Alfradique.

 

Se possivel me envie essas informações.

 

Aguardo.

 

Mariane Alfradique




IHGGI elegeu nova diretoria para o biênio 2016-2018

O presidente e o Tesoureiro foram reeleitos, mas a diretoria é nova

Em Assembléia Geral Ordinária realizada neste dia 1º de junho, a confraria do IHGGI-Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Itapetininga, reunida no salão de exposição do Museu Carlos Ayres, em Itapetininga, elegeu por aclamação uma nova diretoria para o período 2016-2018.

A nova diretoria ficou assim constituida: Presidente: Helio Rubens de Arruda e Miranda; vice-presidente José de Almeida Ribeiro; Secretário: Fabrizio Fernandes de Freitas; 2º Secretário: Giovani Pietro Ferrari;  Tesoureiro: Sergio Majewski; 2º Tesoureiro: Sergio Augusto Peiretti e Orador: Afrânio Franco de Oliveira Mello.

A reunião foi aberta pelo presidente Helio Rubens de Arruda e Miranda, que em seguida passou a palavra ao membro da Comissão Eleitoral, ex-presidente Mario Sergio Rabelo Orsi Junior, que dirigiu a sessão.

O mandato da  nova diretoria vai de 2016 a 2018.

A posse solene será realizada ainda no mês de junho. Na ocasião quatro novos membros da confraria serão diplomados.

IHGGI confraria
Confraria reunida no Museu Carlos Ayres

IHGGI Fabrizio e HR
O novo secretário, Fabrizio Fernandes e o presidente reeleito Helio Rubens de Arruda e Miranda

IHGGI Francisco, Angelo, Pedro, Mario Celso
Os confrades Francisco José Sampaio, Angelo Ricchetti, Pedro Israel Novas e Mário Celso Rabelo Orsi

IHGGI Sergio e Roberto
O Tesoureiro reeleito Sergio Majewski e o confrade Roberto Lara

IHGGI varios
O confrade Reinaldo Nalesso, as confreiras Maria do Rosário Silveira Porto,
Noemia Marini, Francisco José Sampaio, Angelo L. Ricchetti e Pedro Israel Novaes de Almeida


ihggi DIRETORIA ELEITA
A nova diretoria nara o biênio 2016-2018

(fotos Sergio Majewski)




Artigo Dolores Tucunduva: 'A felicidade para Aristóteles corresponde ao hábito'

Maria Dolores Tucunduva: ‘A felicidade para Aristóteles corresponde ao hábito’

A felicidade para Aristóteles corresponde ao hábito continuado da prática da virtude e da prudência.

Por sua própria natureza os homens buscam o bem e a felicidade, mas esta busca só pode ser alcançada pela virtude.

A virtude é entendida como Aretê – excelência.

É somente através do nosso caráter que atingimos a excelência.

A boa conduta, a força do espírito, a força da vontade guiada pela razão nos leva à excelência. Dessa forma, a felicidade está ligada a uma sabedoria prática, a de saber fazer escolhas racionais na vida.

É feliz aquele que escolhe o que é mais adequado para si.

A razão é a faculdade que analisa, pondera, julga, discerne. Ela nos permite  distinguir o que é bom ou mau,  a distinguir os vícios das virtudes. Ela  nos permite fazer escolhas pertinentes para nossa felicidade.

Por exemplo, a temeridade é um vício por excesso, a covardia é um vício por falta; o meio termo é a coragem, que é uma virtude.

O orgulho é um vício por excesso,  a humildade um vício por falta; o meio termo é a veracidade, que também é uma virtude.

A inveja é um vício por excesso, a malevolência é um vício por falta; o meio termo é a justa indignação.

Para Aristóteles toda escolha exige uma mediania, um equilíbrio entre o excesso e a falta.

Na vida não podemos ser imprudentes e impulsivos se arriscando em situações perigosas.

Por outro lado,  também não podemos ser covardes e ter medo de tudo deixando que o medo nos domine. É necessário o meio termo entre esses dois sentimentos, devemos enfrentar os medos e perigos sabendo agir com bom senso.

O mesmo raciocínio serve para alimentação, não podemos comer muito para passar mal do estômago, assim como não podemos evitar comer, pois também vamos adoecer. Devemos comer com moderação.

Por esta ótica, também podemos pensar os sentimentos.

Na vida não podemos ser vaidosos preocupando-nos apenas com nossas qualidades, satisfazendo sempre o nosso ego.

Por outro lado, também não podemos ser muito modestos,  achando que somos inferiores.

É necessário auto-estima, sabendo reconhecer através da razão nossos defeitos e nossas qualidades.

Para Aristóteles, portanto,  devemos sempre escolher o meio termo, sendo moderados em tudo que fazemos na vida. Somente assim atingiremos o bem e a felicidade.

 

Aristóteles. Ética a Nicômaco. Edipro, São Paulo, 2007




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia ASSIS

Afrâio Mello
Afrâio Mello

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 738

 

Caro Tárcio,

Os Assis e os Assis Brasil se misturam.

Pode até ser considerado uma só família, mas não são.

É comum o sobrenome ASSIS entre eles.

No arquivo que envio tem referências aos ASSIS BRASIL, escritores, e no texto tem grafia

escrita em azul, que , quando você coloca o mouse em cima dela, aparece um endereço

de onde você pode entrar e ver a biografia deles.

 

ASSIS …………………..   17 páginas e 1 brasão, muito lindo por sinal.

 

Espero que tenha uma boa pesquisa pois no arquivo tem muito e muitos nomes e informações

bem interessantes sobre o sobrenome e de pessoas que o usam.

Abraços

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

 

clip_image002Assis

sobrenome latino de origem religiosa podendo ser, também, de origem geográfica. A escolha de um nome, por vezes, está ligada a interesses dominantes em uma dada sociedade e, entre eles, em certas épocas, o prenome esteve ligado a interesses religiosos. Sendo assim, muitos querendo homenagear a São Francisco, nascido na cidade de Assis, utilizam-se do seu nome, ou de sua cidade natal, como forma de apelido de família.

 

Assis Brasil, família de origem portuguesa. Brasão de armas da Região Autônoma dos Açores. Francisco de Assis Sousa Brasil nasceu em Rio Pardo-RS, em 1810. Ele era filho de José de Sousa Brasil Filho. Francisco de Assis não transferiu o nome de família Sousa para os seus filhos, registrando-os com Assis Brasil como sobrenome. Por essa razão ele é considerado o Marco Patronímico Original da família Assis Brasil.

Como os descendentes de Francisco de Assis Sousa Brasil não receberam o sobrenome Sousa, eles não têm brasão de armas. Por essa razão  é apenas o brasão de armas dos Açores, homenageando a região de Portugal onde estão as raízes da família Assis Brasil.

 

From: Tárcio Leandro

Sent: Tuesday, May 24, 2016 3:18 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Origem do sobrenome Assis

 

Olá! Gostaria de obter informações sobre a origem do sobrenome Assis. Gostaria também de saber se Assis e Assis Brasil possuem a mesma origem e qual seria o brasão da família Assis. Desde já agradeço a atenção.

Atenciosamente,

Tárcio de Assis




Genealogia: Afrânio Mello fornece gratuitamente informações sobre as familias CORREIA/CORREA, CORREA ESPANHOL, FRANCO E FRANCO ESPANHOL

Afrânio Mello: ATENDIMENTOS NÚMEROS 736 E 737

Prezado Jefferson.

Eu também sou descendente de Corrêa Franco, meu tataravô Francisco Corrêa Franco,

meu bisavô João Corrêa Franco, meu avô Francisco Correa Franco e minha mãe, Amélia

Corrêa Franco.

Estou escrevendo um livro “ Eu e os Meus – Corrêa Franco e Meira “.

Não tenho nenhuma referência nos meus arquivos do seu avô materno: Hermógenes Corrêa Franco.

Informe de onde você e seu avô são, que vou procurar referências.

Envio para seu estudo e pesquisa os arquivos desses sobrenomes.

CORRÊA/CORREIA …………………   3O páginas e 8 brasões ;

CORRÊA ESPANHOL……………….    01 página e sem brasão ;

FRANCO………………………………..   24 páginas e 2 brasões e

FRANCO ESPANHOL……………….    1/2 página e sem brasão.

 

Abaixo um resumo de cada arquivo enviado.

Bom trabalho e boa noite.

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

image Correia ou Corrêa

grande e ilustre linhagem portuguesa, a sua genealogia pode traçar-se documentalmente desde épocas bastante remotas.

A ela pertenceu Dom Frei Paio Peres Correia, que foi mestre da Calatrava. É de admitir que o seu nome nascesse das armas que se sabe que usavam desde pelo menos a segunda metade do século XIII. O ramo dos Correias que conservou o senhorio do couto de Farelães – e que, pôr isso mesmo, eram designados pôr Correias de Farelães – aliou-se à linhagem dos Aguiares e comemorou tal ligação heraldicamente, tendo passado a usar outras armas.

Outro ramo (Belas) veio ligar-se com os Atouguias pelo casamento e, desse modo, a herdar o senhorio de Belas, pelo que passou a usar as armas daquela linhagem, com o timbre da sua. Antônio Correia, a quem fazem derivar dos Correias de Farelães, distinguiu-se muito na Índia, durante o governo de Diogo Lopes de Sequeira e foi capitão-mor de uma frota contra o Rei de Bahrem ou Bérem, a quem venceu. Pôr tal razão lhe deu o Rei Dom João III pôr carta de 14 de Janeiro de 1540 um «acrescentamento» honroso de armas.

Este Antônio Correia deixou progênie, tanto em Portugal como na Índia, tendo o primeiro ramo adotado a designação de Correia de Barém. O segundo, talvez proveniente de uma filha natural, permaneceu no reino de Ormuz, ai dando origem a uma ilustre família que readaptou a religião maometana e se mestiçou com uma família principesca dos Emirados Árabes Unidos, que não esqueceu as origens portuguesas, usando à européia as armas daquele seu antecessor.

Subsistem na atualidade algumas famílias que mantêm o uso da grafia antiga, Corrêa. Na impossibilidade de sabermos em rigor quem assim assina ou está registado, pôr uma questão de uniformização adotamos aqui a grafia moderna, isto é , Correia.

De correia, subst. com. Leite Vasconcelos, considera de origem geográfica (Antenor Nascentes, II,81). Portugal: Sobre a origem genealógica desta família, escreveu o dicionarista português Pinho Leal, em sua obra Portugal Antigo e Moderno – Diccionario, datado de 1874: Principia em D. Payo Ramires, rico-homem de D. Affonso VI, de Castella, cavalleiro portuguez, do qual foi filho D. Sancho Paes Correia, casado com D. Urraca Hueres, dos quaes foi filho D. Payo Soares Correia que casou com D. Gontinha Godins, de cujo matrimôniohouve dois filhos. Por morte de sua mulher, casou D. Payo Soares com D. Maria Gomes da Silva, de quem teve Pedro Paes Correia, que casou com D. Dordia Paes de Aguiar, e ao inclyto D. Payo Peres Correia (cognominado o Josué Portuguez, por fazer parar o sol, em uma batalha contra os mouros algarvios) mestre da Ordem de S. Thiago, valoroso general portuguez e fronteiro-mor do Algarve [Pinho Leal – Diccionário, II, 163]. Em Portugal, procede de Paio Ramiro, cavaleiro português, rico-homem, que passou àquele país com o conde D. Henrique em 1089. Entre os seus descendentes, registra-se seu terceiro neto D. Paio Corrêa, mestre da ordem de Santiago em toda a Espanha (Sanches Baena, II,52). Espanha: Família originária da vila de Salceda, comarca de Túy, prov. de Pontevedra, na Galiza, Espanha(Anuário Genealógico Latino, I, 36; Carrafa, XXVII, 196). Ilha da Graciosa: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha Graciosa, escreveu no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VII –Das Ilhas de S. Jorge, e Graciosa, Capítulo VIII – Da nobreza, & qualidade dos primeiros Donatarios, Sodrès, Barretos, Correas, Cunhas, Perestrellos, Furtados, Mendonças, & outros Povoadores da Ilha Graciosa [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VII, Ilha da Graciosa]. Ilha da São Miguel: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha de São Miguel, escreveu no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro V – Da fatal Ilha de S. Miguel, Capítulo XVII – De alguns homes famosos, & familias que vierão povoar a Ilha de São Miguel; Título III – Dos Gagos, Raposos, Pontes, Bicudos, Correas, Pachecos[Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro V, Ilha de São Miguel]. O genealogista português Gaspar Fructuoso, em sua História Genealógica de Sam Miguel [Saudadas da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta família, em seu Capítulo XVI –Dos Furtados e Correas, Nobres Fidalgos, Tambem Povoadores d´esta Ilha de Sam Miguel [Gaspar Fructuoso- Saudades da Terra, 138].

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CORRÊA ESPANHOL

Apellido castellano, que se ha considerado siempre, como de gran nobleza y antigüedad. Se le tiene por uno de los más ilustres de España y consta el nombre de aquel a quien se tiene por tronco de este linaje, don Payo Ramírez, que floreció en el reinado de Alfonso VI. Fue ricohombre y un caballero muy principal, tal y como queda descrito en el libro que escribió el conde don Pedro, en su “Nobiliario”. Por hijo tuvo a don Suero Pérez Corra, que casó con doña María Gómez de Silva, naciendo de este matrimonio don Pedro Páez Correa, casado con doña Jordia Páez de Aguilar. Su hijo, don Pelayo Pérez Correa que fue el décimo cuarto maestre de la Orden de Santiago en Castilla, de cuyo valor se hacen eco las crónicas de la época. En el libro del conde don Pedro, no se hace mención a la descendencia del anterior citado maestre de Santiago, pero sí que se sabe que la tuvo en Castilla y Portugal, ya que se tiene noticia de su nieto, llamado Gonzalo Correa, que fue alférez mayor del rey Alfonso IV de Portugal. Pero no constan más datos sobre este personaje. En lo que se refiere a Castilla se sabe de un Juan Correa, descendiente de don Pelayo Pérez Correa y fue padre de doña María de Velasco. De esta familia fue también Pedro Correa de Velasco que tomó parte en la rebelión de las comunidades contra el emperador Carlos V, con ocasión del caudillaje personificado por Padilla, Bravo y Maldonado. Pereció en la batalla de Villalar que tan nefasta resultó para la causa comunera. Juan de la Correa, fue familiar del Santo Oficio, durante el reinado de don Felipe II. De aquellos de este apellido que pasaron a América, se sabe que se establecieron en Méjico, donde fundaron familia.

ARMAS:
Escudo de oro con trece correas rojas puestas en el pecho de un águila negra volante, pico y pies de oro.

Apelido castellano, que se tem considerado sempre, como de grande nobreza e antigüidade. Se o tem por uns dos mais ilustres da Espanha e consta o nome da aquele a quem se tem por tronco desta linhagem, don Payo Ramírez, que floresceu no reinado de Alfonso VI. Foi rico-homem e um cavaleiro muito principal, tal e como está descrito no libro que escreveu o conde don Pedro, em seu “Nobiliario”. Por filho teve a don Suero Pérez Corra, que casou-se com dona María Gómez de Silva, nascendo deste matrimônio don Pedro Páez Correa, casado com dona Jordia Páez de Aguilar. Seu filho, don Pelayo Pérez Correa que foi o décimo quarto mestre da Ordem de Santiago em Castilla (Castela), de cujo valor se tem escrito nas crônicas da época. No  livro do conde don Pedro, não se faz menção à descendência do anterior citado mestre de Santiago, pelo  que se sabe que a teve em Castilla e Portugal, já que se tem noticia de seu neto, chamado Gonzalo Correa, que foi alferes mor do rei Alfonso IV de Portugal. Não constam mais dados sobre este personagem. No que se refere a Castilla se sabe de um Juan Correa, descendente de don Pelayo Pérez Correa e foi pai de dona María de Velasco. Desta família foi também Pedro Correa de Velasco que tomou parte na rebelião das comunidades contra o imperador Carlos V, na ocasião do caudilho personificado por Padilla, Bravo y Maldonado. Pereceu na batalha de Villalar que tão nefasta resultou para a causa comunera. Juan de la Correa, foi familiar do Santo Oficio, durante o reinado de don Felipe II. Daqueles deste apelido que passaram a América, se sabe que se estabeleceram no México, donde fundaram família.

 

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clip_image002Franco

sobrenome de origem latina, existem famílias na Itália, Espanha e Portugal. Nome de raízes muito provavelmente toponímicas, de igual modo os genealogistas pretendem dar à família que o adoptou por apelido remotas e nobilíssimas origens, fazendo-a derivar de Roberto de La Corne e portanto, um ramo dos Autoguias, o que em termos heráldicos, não parece muito verosímil.

Em Portugal há versão de origem toponímica, ou seja, de origem geográfica, vem do germânico Frank, nome do povo germânico os Francos, isto é “o povo que usa de franchos” (venábulo, lança) provavelmente para conquistarem sua liberdade. Desta denominação surgiu também a palavra Franco “livre, independente, sincero”. Existem historiadores que também ligam o nome como sendo um sinônimo de francês.

Outros Francos usam armas muitos semelhantes às dos Franquis, o que é bem demonstrativo de que os próprios não sabem ao certo as suas origens. Acima  o brasão espanhol e abaixo o brasão português.

 

Do adjetivo franco (Antenor Nascentes, I, 350; II, 116). Procede esta família de França, em tempos remotos (Anuário Genealógico Latino, I, 45; Carrafa, XXXV, 256). Felgueiras Gayo principia esta família em D. João Roberto de La Corne, «O Franco», assim chamado por ser seu pai, D. Roberto de La Corne, natural da França. Depois registra mais 10 ramos, posteriores ao primeiro, que principiam no séc. XVI (Gayo, Francos, Tomo IV, Título, 75). Do germ. Frank – franco, do povo dos francos que era de etnia germânica; como adj. significa corajoso, audaz, livre, isento de tributos e de plenos direitos; latinizado em francus, foi assumido também como nome próprio e, neste caso, o sobrenome é um patronímco que se fixa com a expressão med. figlio de Sr. Franco –  fº. do Sr. Franco [Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I]. Ilha de S. Miguel: o genealogista português Gaspar Fructuoso, em sua História Genealógica de Sam Miguel[Saudadas da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta família, em seu Capítulo XVII – Dos Cayados, leados com os Albarnazes; e dos Mezas e Francos, leados com os Teves, Camellos, Velhos e Lobos [Gaspar Frctuoso- Saudades da Terra, 147]. Ilha Terceira:  sobre esta família, escreveu Eduardo de Campos de Castro de Azevedo Soares, em seu Nobiliário da Ilha Terceira: Descendem de João Franco, o Velho, que nasceu nos meiados do século XVI e petencia à geração e linhagem dos Francos, que no reino eram fidalgos de cota de armas, como consta da carta de brasão de armas passada a seu bisneto, Thomas Franco da Costa. Foi casado comMaria Cardoso, com a qual instituiu um vínculo, na Ilha Terceira, em 07.12.1634. Entre os descendentes do casal, registra-se o bisneto, Thomas Franco da Costa, nasc. a 03.08.1671. Fidalgo da Casa Real [Alv. 06.12.1719]. Capitão de Infantaria do castelo de S. João Batista, de Angra. Governador do mesmo castelo e superintendente das fortificações de toda a ilha Terceira. Teve mercê da Carta de Brasão de Armas – citada adiante [Azevedo Soares – Nobiliário da Ilha Terceira, Título XLIII]. Galiza: o genealogista, frei José S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra Linajes y Blasones de Galicia, dedica-se ao estudo desta família [Pozo – Linajes de Galicia]. Brasil: Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, procedente de Genova. Chegou ao Brasil, a 02.04.1885,  a bordo do vapor Graf-Bismark, Gio Batta Franco, natural da Itália, 51 anos de idade, com destino a Vallinhos, SP.

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FRANCO ESPANHOL.

 

Sem tradução.

 

Los orígenes de este apellido no han podido ser establecidos con absoluta fijeza. Se sabe que se trata de un linaje muy noble y existe cierta versión que lo hacía originario de Francia de donde pasó a España en tiempos muy remotos para extenderse por toda la península e islas Canarias. Muy posiblemente, la anterior argumentación puede basarse en el hecho de que a los habitantes de la cercana Francia se les llamaba “francos” y de ahí la creencia de que un caballero de dicho, país, al pasar a España fuera conocido como el “franco” acabando tal denominación en apellido. De todos modos, quede constancia de que la opinión más generalizada entre los genealogistas es la expuesta: Que se trata de un apellido originario de Francia. Sea como sea, lo cierto es que desde muy antiguo este apellido se hizo notar por su nobleza y el valor de los caballeros que lo llevaban que se destacaron en numerosos hechos de armas por lo que fueron ampliamente recompensados por los reyes. Aunque admitiendo que su origen sea francés, la cuestión estriba en saber en que lugar de Francia se estableció la primera casa del apellido Franco. Nunca se ha podido establecer si todas las casas de este apellido parten de un mismo solar o por el contrario, lo tienen distinto. Los antecedentes más fiables hacen al apellido Franco establecido en Galicia, basándose en el hecho de que numerosas familias nobles gallegas lo llevaron. Por citar un sólo ejemplo, Juan Franco, vecino de Ribadeo, que en 1.544 probó su hidalguía en la Real Chancillería de Valladolid, así como Alonso y Pedro Franco también vecinos de Ribadeo. Más tarde, en el año 1.719, Jerónimo Franco obtuvo real provisión de Hidalguía, también en Valladolid, siendo él natural de Villa Vicencia, en tierra vallisoletana. Quiere esto decir que ya, por aquella época, el apellido Franco acaso difundiéndose desde Galicia, se había extendido por toda la península, asi como en las islas Canarias ya que existe constancia de varias familias de este apellido establecidas en el archipiélago.

ARMAS:
En campo de azur, una cruz floreteada en oro.

 

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From: Jeferson Correia soares

Sent: Monday, May 23, 2016 3:34 PM

To: afraniomello@itapetininga.com.br

Subject: Pesquisas de sobre meus antepassados….Corrêa Franco!!

 

Boa tarde, venho humildemente se possível, solicitar algumas informações sobre meus antepassados. Me chamo Jeferson Correia Soares, meu sobre nome **Correia no registro de nascimento veio com erro de ortografia** pois verifiquei em meu registro de nascimento que meu avós maternos se chamam:

Hemogenes Corrêa Franco

Olinda Pereira Garcia

Filha: Lucia Pereira Correia (Minha Mãe)

Avós paterno se chamam:

Antonio Domingos Soares

Adalia Maria de Jesus

Pai: Sevirino Domingos Soares (Meu Pai)

Verifiquei que seu blog possui ótimas pesquisas sobre ancestrais –  árvore genealógica!!!!

Da parte de minha mãe não sei nada a respeito de descendência, gostaria de iniciar uma pesquisa com meu avô materno.

Se acaso estiver ao seu alcance ficarei muito grato e Feliz pelas informações prestadas.

Atensiosamente,

 

Jeferson Correia Soares

 

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