Duo Heimann-Braga faz lançamento de CD no Conservatório de Tatuí

Recital ‘Miniaturas, Serestas e Outras Imagens do Brasil’ terá entrada franca, dia 1º

 

O duo Heimann-Braga, formado pela pianista Míriam Braga e pelo saxofonista Erik Heimann Pais, faz lançamento do CD “Miniaturas, Serestas e Outras Imagens do Brasil” no Conservatório de Tatuí – instituição do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura do Estado. O recital, que terá entrada franca, será no próximo dia 1º de junho (quarta-feira), às 20h, no teatro Procópio Ferreira, à rua São Bento, 415.

O CD tem patrocínio do Proac (Programa de Ação Cultural) por meio de edital de apoio a projetos de gravação de disco inédito e circulação de espetáculos de música erudita no Estado de São Paulo. O projeto traz versões originais para saxofone e piano de sete compositores brasileiros que nunca foram antes gravadas com esta formação. Em quase uma hora de música, o CD registra as obras “Três Miniaturas” e “Seresta nº 1”, de Liduíno Pitombeira; “Seresta” e “IV Miniaturas”, de Antonio Ribeiro; “Cinco Miniaturas Brasileiras”, de Edmundo Villani-Côrtes; “Brasiliana – para Saxofone Tenor e Piano”, de Edino Krieger; “Imagens do Brasil”, de Renato Goulart; “Nocturno”, de Oscar Lorenzo Fernandez; e “Xaxando no Cerrado”, de Fernando Morais.

O projeto, iniciado no final do ano passado, percorreu cinco diferentes cidades do Estado de São Paulo, com concertos didáticos para crianças da rede pública de educação fundamental e recitais, com o mesmo repertório do CD.

Este é o primeiro registro fonográfico do duo Braga-Heimann, que estreou no ano de 2007 com recitais no Museu da Imagem e do Som em São Paulo. Os músicos dedicam-se atualmente com exclusividade ao repertório erudito para saxofone e piano de compositores brasileiros e vem se apresentado em diversos estados como São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Distrito Federal, Piauí e Rio Grande do Norte e internacionalmente em Montevidéu (Uruguai) e Celles-Sur-Belles (França).

O duo também tem participado frequentemente de festivais internacionais de saxofonistas representando o repertório brasileiro de câmara para esta formação, demonstrando preocupação não só no resgate de repertório pouco conhecido do público, como pela manutenção da interpretação e divulgação de repertório consagrado, assim como também pelo estímulo à composição de novas obras por compositores contemporâneos.

Os músicos

Erik Heimann Pais aperfeiçoou-se sob a orientação de Dale Underwood (EUA) e recebeu em 2003 o título “Licentiate in Saxophone Performance” pelo “Trinity College London”. Atualmente é mestrando na Universidade de Campinas desenvolvendo pesquisa sobre O Panorama Fonográfico do Saxofone no Brasil. Foi premiado em vários concursos nacionais, e atua como músico e solista em bandas sinfônicas desde 1997, tendo tido a oportunidade de trabalhar sob a regência de maestros nacionais e internacionais. Como saxofonista da Orquestra de Sopros Brasileira gravou 09 Cd’s e 1 DVD neste último como solista. Organizou junto a Marcos Pedroso o I, II, III, IV e V Encontro Internacional de Saxofonistas que ocorrem desde 2004, no Conservatório de Tatuí onde também foi docente do curso de saxofone erudito, e Coordenador da Área de Sopros. Desde 2006 atua como consultor para a Yamaha Musical do Brasil onde atualmente integra o projeto Sopro Novo Bandas, pelo qual já percorreu onze Estados brasileiros, realizando workshops e recitais. Em 2013 foi artista convidado do I Congresso da Associação Latino Americana de Saxofonistas em San José Costa Rica onde foi eleito integrante do primeiro comitê da organização. Em 2014 recebeu o titulo de Comendador da Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes. É clinician de saxofone da Yamaha Musical do Brasil e ocupa, desde março de 2008, o cargo de Assessor Artístico do Conservatório de Tatuí.

Miriam Braga Mestre em Música pela UFRJ  e Bacharel em Piano pelas Faculdades São Judas. Seus mestres foram H. Alimonda, Pires de Campos, Amaral Vieira, H. Magalhães, J.Klein, M. Tagliaferro, I. Bernette, A. Cohen, B.Flavigny e C.Dobler; E. Ericsson, M. Baret ; J. Ogg  e F. Mechetti .  Destaca-se sua atuação como solista sob a regência de E.de Carvalho, E. Aguiar, B. Juarez,  Garcia Mareco, H.Gregori, E. Beltrami, T. O’neall, D. Sotelo, F.Gimenez, A. Bocchino, G. Bustos.Tem em sua discografia uma série de CDs dedicados à música brasileira, citando: Meridian Records (Inglaterra), pela qual gravou Villa-Lobos numa coleção em três volumes, com a obra integral para violoncelo e piano assim como os três trios para piano e cordas, lançados com grande sucesso de crítica e público no Wigmore Hall em Londres; a Brasiliana nº 11 de Radamés Gnattalli sob a regência de Alceo Bocchino; as Sinfonias I e IV do compositor paraguaio Florentin Gimenez para piano e orquestra. Seus concertos  incluem América Latina, Estados Unidos e Europa. Tem atuado como pianista residente em festivais Internacionais (cordas, madeiras de orquestra, metais, piano, canto de câmara…) No Conservatório de Tatuí é coordenadora da Área de Música de Câmara e docente da Área de Piano e de Música de Câmara. Atua também como Clinician e Pianista exclusiva no projeto “Sopro Novo Bandas”, da Yamaha Musical do Brasil. Em 2015 recebeu da Sociedade Brasileira de Artes Cultura e Ensino  o “Mérito Cultural Carlos Gomes” no grau de Comendador.




Nosso genealogista Afrânio Mello atende solicitações até do Exterior. Desta vez o pedido veio de Portugal

Afrânio Mello
Afrânio Mello

Leitor de Portugal troca correspondências com o genealogista Afrânio Mello e recebe retorno!

O sucesso da coluna de genealogia do ROL ultrapassa as fronteiras do Brasil! Acompanhe a troca de correspondencia entre um leitor que mora em Portugal eo genealogista Afrânio Franco de Oliveira Mello:

Afrânio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTO NÚMEROS  733 e 734

Prezado Alberto , bom dia meio friorento aqui no Brasil.

E o tempo em Portugal??

Como informei você na mensagem anterior o arquivo em separado do sobrenome BRITO eu tenho e que iria pesquisar o XAVIER.

Consultando o meu amigo Genealogista José Luiz Nogueira, ele encontra no Dicionário das Família Brasileiras o arquivo e informações do seu sobrenome composto, Xavier de Britto e me fez a gentileza de enviar e que repasso para você.

XAVIER DE BRITO ……………………….. 2  1/2 páginas e sem brasão ;

BRITO………………………………………… 8 páginas e 1 brasão e 1 brasão em separado.

Veja que nos escritos em vermelho, no texto abaixo, está citado o Henrique Isidora Xavier de Brito, um dos irmãos que você procura.

Saudações para você e ao povo português.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

XAVIER DE BRITO

Importante família de militares, de origem portuguesa, estabelecida no Rio de Janeiro, para onde passaram, por volta de 1809, quatro filhos de Vitório Xavier dos Santos [c.1746 – a.1803], que foi cas., c.1782, Lisboa, Portugal, com Mariana Felícia de Brito, por onde acontece a união dos dois sobrenomes. Entre os descendentes deste casal tronco, registram-se: I – o filho, José Joaquim Xavier de Brito [05.12.1771, Lisboa -], que deixougeração de seu cas., em 23.07.1803, Lisboa, com Maria José Martinelli [10.03.1775, Lisboa -, de origem italiana, cuja descendência passou ao Rio de Janeiro; II – o filho, Joaquim Norberto Xavier de Brito [05.06.1773, Lisboa – 17.07.1843, Rio, RJ], cursou a Academia Real de marinha e a de Fortificações, Artilharia e Desenho onde concluiu os estudos. 2.º Tenente [04.12.1796]. 1.º Tenente [23.09.1800]. Capitão [26.03.1805]. Major[03.11.1807]. TenenteCoronel [22.06.1815], Coronel [25.04.1817], Brigadeiro graduado [24.06.1822]. Brigadeiro [12.10.1824], Marechal deCampo graduado [18.10.1829]. marechal de Campo [12.09.1837]. Em Portugal serviu sob as ordens do duque de Lafões, no arquivo militar, e na construção das linhas de defesa de Lisboa, por ocasião da invasão francesa. Veio de Portugal como tenentecoronel incorporado à divisão de voluntários reais. Transferido para o Corpo de Engenheiros do Exército do Brasil [13.08.1819]. Inspetor das fronteiras do Rio Grande do Sul [1820]. Comandante do Corpo de Engenheiros e Diretor do Arquivo Militar [14.04.1821]. Jurou a Constituição do Império [1824]. Vogal do Conselho Supremo Militar [24.10.1832]. Transferido, por se encontrar doente, para a 3.ª classe do exército [19.08.1842]. (Laurênio Lago, Brigadeiros e Generais, 78). Deixou geração de seu cas., em 10.09.1820, no Rio, com Eugênia Maria Bárbara Martinelli [1798, Lisboa – 14.08.1882, Rio, RJ], irmã de Maria José, filhas de Caetano Martinelli, patriarca desta família Martinelli (v.s.); III – o filho, o engenheiro militar Henrique Isidoro Xavier de Brito [04.04.1783, N.S. da Ajuda, Lisboa – 05.07.1853, Inhomirim, RJ], que, em 1808, acompanhando a FamíliaReal Portuguesa, passou ao Brasil, onde ingressou no Real Corpo de Engenheiros, com a patente de Capitão. Galgou todos os postos militares, chegando a Marechal de Campo. Dirigiu as obras da Academia Militar, em 1811. Em 1811, residia na rua dos Ourives. Em 1816, residia na Prainha. Nesta ocasião elaborou um trabalho sobre a condução de água para o Campo de Santana: “Informação sobre o Aqueducto para o chafariz doCampo de S.ta Anna, por Henrique Izidoro Xavier de Brito, Ten.e Cor.el Engenheiro. 1816 – Acêrvo do Arquivo do Exército. Em 1824 residia na rua do Sabão, Cidade Nova. Em 1828, participou da Comissão de Levantamento das Carta Topográfica da Província do Rio de Janeiro: “Conta dos Trabalhos feitos pela Comissão encarregada do levantamento, e melhoramento da carta topográphica da Província (do Rio de Janeiro) … em 1827 e 1828. Nivelamento da Cidade de S. Sebastião do Rio de Janeiro, do Campo da Acclamação athé ao mar. Tirado em 1828, &. (Por Henrique Izidoro Xavier de Brito) – Acervo do Arquivo do Exército. Em 15.06.1840 foi nomeado Diretor de Obras Públicas do Rio de Janeiro. Levantou plantas de áreas da Cidade do Rio de Janeiro. “Relatório geral dos trabalhos da Directoria das Obras Publicas da Província do Rio de Janeiro de 1841. (Pelo brigadeiro Henrique Izidoro Xavier de Brito.) Rio de Janeiro, Typ. de Laemmet, 1841, in-4º peq., de 40 pp. – Acervo da Biblioteca Nacional. Dirigiu, ainda, as obras do Quartel de Artilharia, do Hospital Militar, dos Quartéis do 1º e 3º regimento de Infantaria, da Fortaleza de São João e do Aqueduto do Maracanã. Carreira Militar: Iniciou sua carreira militar na marinha Real, onde assentou praça a 02.09.1796, no extinto Regimento de Artilharia de Marinha. Reconhecidocadete, cursou a Real Academia de Guardas Marinhas, e foi despachado Guarda Marinha a 29.06.1799. Promovido a 2º Tenente a 15.08.1805, e matriculado na Real Academia de Fortificação, Artilharia e Desenho. Com a vinda da Família real para o Brasil, passou para o exército do Brasil, sendo promovido a Capitão para o Real Corpo de Engenheiros por dec. de 08.03.1808. Sargento-Mor graduado a 13.05.1809. Sargento-Mor efetivo a 13.05.1810. TenenteCoronel graduado a 13.05.1814. Tenentecoronel efetivo a 06.02.1818. Coronel graduado a 13.05.1819. Coronelefetivo a 12.10.1823. Brigadeiro graduado a 12.10.1826. Brigadeiro efetivo a 12.09.1837. Marechal de Campo graduado a 18.07.1840. Por Dec. de 19.08.1842, por doença, foi transferido para a 3ª Classe do Exército. Deixou geração de seu cas., em 11.06.1810, no Rio, com Maria Gertrudes Senhorinha da Fonseca, nat. de Inhomirim, RJ, filha do Cap. Antônio José Rodrigues Fonseca e de Luiza Maria de Brito;  IV – o filho, Manuel Anastácio Xavier de Brito [c.1786-], Escrivão da Casa Real, que deixou geração de seu cas., em 27.04.1811, no Rio, com Mariana Henriqueta Ferreira, nat. do Rio, que no estado de viúva, obteve uma pensão anual de 300 mil réis [16.02.1827]; V – o neto, o engenheiro militar, Pedro Torquato Xavier de Brito [26.02.1822, Rio, RJ – 03.03.1880, idem] – fez o curso completo pela Escola Militar, onde se matriculou a 03.03.1837. Bacharel em Matemáticas pela Escola Central. Arquivista do Arquivo Militar, em 1857. Ajudante e depois Chefe do Distrito das Obras Públicas da Província do Rio de Janeiro. Engenheiro Fiscal das Obras da Colônia D. Francisca, em Santa Catarina. Membro da Comissão de exame da Carta Geral do Império. Carreira Militar: Corpo de Engenheiros: 1º Praça a 02.12.1839; 2º Tenente a 02.12.1839; 1º tenente a 23.07.1844; Capitão a 07.09.1847; Major a 02.12.1856.Tenentecoronel graduado do Corpo de Engenheiros, em 1867. Brigadeiro reformado do Exército. Honrarias: Cavaleiro da Ordem de S. Bento de Aviz. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Fundador do Instituto Polytechnico. Obras: Autor da “Nova Carta Chorográphica doImpério do Brasil reduzida pelo Bacharel Pedro Torquato X.r de Brito, Tenentecoronel Gr.o do Corpo de Engenheiros … da que foi confeccionada pelo Coronel Conrado Jacob de Niemeyer e outros Officiaes Engenheiros em 1856. Gravada na Lithographia do Archivo Militar, por Álvaro e Pereira, de 03 a 07.04.1867. Litograf. a ne
gro. 0, 645 m x 0, 630m. Autor, também, de uma “Planta da Estrada de Mangaratiba verificada pelo Ten.e Cor.el M. E. de C. e pelo Ten.e P. T. X.er de Brito. (1845.) 0m, 393 x 0m, 232 – Aquarela do Arquivo do Exército. Levantou, ainda, o seguinte mapa: “Mappa comprehendendo a planta da estrada que segue da Conservatória p.ª S. Izabel, do atalho do Pedrozo, e da picada que vai ter a ponte de M.el da S.a Per.ª Junior, levantada pelo Major de Engenheiros Pedro Torq.to Xavier de Brito em 1858. 1m, 640 x 1m, 800 – Aquarela do Arquivo do Exército. Blake descreve diversas obras de sua autoria, entre elas: Instruções para a collocação dos guarda-raios nos edifícios públicos e particulares: memória apresentada ao Instituto Polytechnico Brazileiro. Rio de Janeiro, 1869, 8 págs. Foi casado, 1º, a 21.06.1847, em Niterói, com Carlota Violante Alves de Brito [c.1824 – 18.08.1875, Rio, RJ]; cas., 2º, a 23.11.1876, no Rio, com Antônia Francisca Ferraz de Carvalho, nasc. no Rio, filha do Ten. José Carlos de Carvalho e de Antônia Francisca Ferraz. Deixou três filhos; VI – o neto, Coronel Tiago Henrique Xavier de Brito [05.08.1853, Serra da Estrela, Inhomirim – 17.02.1938]; VII – o neto, Augusto Cândido Xavier de Brito [27.04.1812, Rio, RJ -], Escrivão da Casa Imperial; VIII – o bisneto,Coronel Frederico Augusto Xavier de Brito [c.1845, Rio, RJ – 24.12.1913, Rio, RJ]; IX – o bisneto, Coronel Mário Xavier de Brito; e X – o bisneto, Tiago Henrique Xavier de Brito [05.08.1853, Estrela, Inhomirim – 19.02.1939, Rio, RJ], professor público, agrimensor, coletor federal e estadual. Vereador, Juiz de Paz e Municipal. Delegado de Polícia e Coronel do batalhão n.92 da Guarda Nacional em defesa de Floriano Peixoto. Tomou parte em vários combates contra os revoltosos da Armada [1894].

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clip_image002 Brito, Britto

sobrenome de origem portuguesa. Trata-se de sobrenome com raízes toponímicas , tirado que foi da vila de Brito, entre o rio Ave e a Portela dos Leitões.

As origens desta família são muito remotas, se bem que ela viesse, como tantas outras, a sofrer bruscas decadências seguidas de rápidas ascensões nas escala nobiliárquica.

Em 1608, concedeu o rei Dom Filipe II (Filipe III de Espanha) a Filipe de Brito Nicote, em paga dos seus muitos serviços na conquista do reino de Pegu e na defesa da fortaleza de Seriam, carta de armas novas.

 

clip_image002Armas

 

De vermelho, nove linsonjas de prata, apontadas e firmadas nos bordos do escudo, postas três, três e três, cada uma contendo um leão de púrpura. Timbre: um dos leões do escudo.

De Filipe Brito Nicote: escudo cortado, sendo o primeiro de vermelho, um castelo de ouro, lavrado de negro, aberto e iluminado de azul, flanqueado de seis bezantes de prata alinhados em pala, três à dextra e três à sinistra; e o segundo de prata, ondado de azul, Timbre: o castelo do escudo, encimado por um dos bezantes.

 

Ramos Familiares

 

Brito Aranha                              Brito Camacho

Brito e Abreu                             Brito e Cunha

Brito Fortes                               Brito Pais

Brito, da ilha do Faial                  Goulart de Brito

 

 

 

A troca de correspondências

 

From: xavierdebrito@sapo.pt

Sent: Tuesday, May 17, 2016 4:20 AM

To: AfrânioMello

Subject: Re: Genealogia Familia Xavier de Brito

Bom dia aqui de Portugal Afrânio,
Desde já o meu obrigado pela sua pronta resposta. Tenho interesse sobretudo no ramo  Xavier de Brito, que tem origem aí no Brasil em 3 irmãos que foram para a zona do Rio de Janeiro sobretudo de nome Henrique Isidoro Xavier de Brito, Manuel Anastacio Xavier de Brito e Guilherme Candido Xavier de Brito, por isso peço-lhe a gentileza de tudo o que possa ter sobre ascendencia e descendencia destes Xavier de Brito.

Tem alguma sugestão para pesquisa online?

Desde já os meus melhores cumprimentos, e grato plea atenção disopendida.

Abraço
Alberto
Citando Afrânio Mello <afraniomello@itapetininga.com.br>:

Você quer quais arquivos?

Xavier e Brito??

 

Ou algum outro.

 

Brito eu tenho o Xavier tenho que pesquisar.

 

No aguardo.

 

Abraços

Afrânio

 

From: xavierdebrito@sapo.pt

Sent: Friday, May 13, 2016 10:45 AM

To: afraniomello@itapetininga.com.br

Subject: Genealogia Familia Xavier de Brito

 

Boa tarde , Afranio Mello,

venho desde já parabenizar pela sua publicação de grande ajuda geneológica. Venho por este meio solicitar informação relativamente aos meus antepassados, ja tenho alguma reunida até aos pais dos irmãos que ficaram pelo Brasil, pelo que teria todo o gosto e prazer de podermos trocar informações, que da minha parte não serão tão qualificadas quanto as suas, visto ser um leigo nesta matéria tão complexa.

Desde já os meus  melhores cumprimentos, na expectativa de uma breve resposta.

Atententamente,

Alberto Xavier de Brito




Artigo de Celio Pezza: 'BNDES'

Colunista do ROL
Celio Pezza

Célio Pezza – BNDES

  

Os simpatizantes do governo Dilma agora se voltam contra a composição do Ministério Temer, alegando que mulheres e negros não fazem parte, como se a escolha de um Ministério fosse um programa de auditório.

Ao mesmo tempo, um grupo de artistas do filme “Aquarius” fez em Cannes um protesto contra o governo Temer. Vale salientar que o filme teve o patrocínio de cerca de R$ 3 milhões da Secretaria da Cultura do Estado de Pernambuco e do BNDES. Dai se entende o alarde de parte da classe artística do país, que não quer perder as benesses do governo Dilma.

Morre gente por falta de atendimento em Pernambuco, mas sobra dinheiro para distribuir para artistas.

Chega de farra com nosso dinheiro.

Nessa mesma semana, Michel Temer nomeou a doutora em Economia, Maria Sílvia Bastos, que já foi presidente da CSN e Secretaria da Fazenda do Rio de Janeiro, para ocupar a presidência do BNDES. A imprensa petista, não deu o devido destaque e respeito ao seu currículo e preferiu dizer que é uma mulher. Eles ainda não entenderam que o mais importante é a competência, quer seja de um homem ou mulher, independente da cor.

Enfim, esperamos que a nova presidente do BNDES ajude a entender os motivos do banco mandar tanto dinheiro para obras fora do país ao invés de deixar esses recursos no Brasil. Vejamos alguns exemplos de obras no exterior e as empresas responsáveis, divulgados pelo Instituto Ludwig von Mises IMB-Brasil, entidade que promove os princípios de livre mercado e de uma sociedade livre.

1 – Porto de Mariel – Cuba – US$ 682 milhões – Odebrecht

2 – Hidrelétrica Manduriacu – Equador – US$ 124.8 milhões – Odebrecht

3 – Hidrelétrica San Francisco – Equador – US$ 243 milhões – Odebrecht

4 – Hidrelétrica de Chagilla – Peru – US$ 320 milhões – Odebrecht

5 – Metrô da Cidade do Panamá – Panamá – US$ 1 bilhão – Odebrecht

6 – Autopísta Madden-Colón – Panamá- US$ 152,8 milhões – Odebrecht

7 – Aqueduto de Chaco – Argentina – US$ 180 milhões –  OAS

8 – Ferrocarril Sarmiento – Argentina – US$ 1,5 bilhões – Odebrecht

9 – Metrô de Caracas – Venezuela – US$ 732 milhões – Odebrecht

10 – Ponte sobre Rio Orinoco – Venezuela – US$ 300 milhões – Odebrecht

11- Barragem Moamba – Moçambique – US$ 350 milhões – A. Gutierrez

12 – Aeroporto de Nacala – Moçambique – US$ 125 milhões – Odebrecht

13 – BRT de Maputo – Moçambique – US$ 180 milhões – Odebrecht

14 – Hidrelétrica de Tumarin – Nicarágua – US$ 343 milhões – Q. Galvão

15 – Projeto El Chorro – Bolivia – US$ 199milhões – Queiroz Galvão

Como estes, existem milhares de empréstimos concedidos pelo BNDES a partir de 2.009, cujos valores não temos nem ideia.

Precisamos abrir essa caixa preta e entender exatamente porque o BNDES financia portos, estradas, ferrovias, etc. fora do Brasil, quando aqui nos falta de tudo.

Esperamos que seja exatamente uma mulher, que irá dar o inicio a esse novo escândalo do BNDES, que colocará um fim a esse ciclo de corrupção que destruiu nosso país.

Colunista do ROL
Celio Pezza

Avante Temer! Conte com brasileiros livres que querem Ordem e Progresso.

 

Célio Pezza

Maio, 2016




Ensino Médio EJA a distância abre inscrições para segunda série

Qualquer cidadão maior de 18 anos que parou seus estudos após concluir a primeira série do Ensino Médio pode se matricular gratuitamente

 

O Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA) a distância do Centro Paula Souza (CPS) está com as inscrições abertas para quem pretende retomar seus estudos a partir da segunda série.

Lançado em novembro do ano passado, o supletivo online teve início somente com a oferta da primeira série. A partir de agora, o interessado em cursar o primeiro ou o segundo módulo pode se matricular gratuitamente.

O curso completo tem duração de três semestres. O material didático das aulas é composto por vídeos e apostilas à disposição do aluno no ambiente virtual de aprendizagem. Apenas os exames para aprovação de série são presenciais. As provas são aplicadas em três Escolas Técnicas Estaduais (Etecs): Martin Luther King (São Paulo – Tatuapé), Bento Quirino (Campinas) e Fernando Prestes (Sorocaba).

Para participar não é preciso prestar Vestibulinho. O interessado deve ter mais de 18 anos, residir no Estado de São Paulo, apresentar certificado de conclusão do Ensino Fundamental ou comprovante de conclusão da primeira série do Ensino Médio para ingresso no segundo módulo. As matrículas podem ser feitas a qualquer momento do ano e não há limite de vagas.
Exame presencial

Também já estão abertas as inscrições para o segundo exame presencial do semestre. Os alunos do Ensino Médio EJA a distância podem se inscrever até esta sexta-feira, dia 20 de maio, na secretaria da escola onde pretendem fazer a prova. O exame será aplicado no dia 18 de junho, sábado, com abertura dos portões às 8h30, nas três Etecs que participam do programa.

A avaliação terá duração de três horas e abordará questões referentes às disciplinas estudadas. No ato da inscrição, o aluno da primeira ou da segunda série poderá escolher até quatro disciplinas para serem avaliadas no exame.

O programa oferece duas avaliações semestrais. A primeira prova foi aplicada em abril. A taxa para realização dos exames é de R$ 10 por disciplina. Confira comunicado com informações sobre os procedimentos para matrícula no curso e inscrição nos exames presenciais.

Saiba mais sobre as diferentes modalidades de ensino a distância do Centro Paula Souza.

 

Reprodução

Material didático das aulas é composto por vídeos e apostilas
à disposição do aluno no ambiente virtual de aprendizagem




Sergio Diniz da Costa: 'Ao vencedor, as batatas!'

Sergio Diniz da Costa

 ‘AO VENCEDOR, AS BATATAS’!

Machado de Assis (1839 – 1908)

Machado de Assis foi um escritor brasileiro, considerado como o maior nome da literatura nacional. Navegando por todos os gêneros literários, testemunhou a mudança política no país quando a República substituiu o Império e foi um grande comentador e relator dos eventos político-sociais de sua época.

Nascido no Morro do Livramento, Rio de Janeiro e oriundo de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou uma  universidade. Apesar disso, e segundo biógrafos, Machado de Assis, interessado pela boemia e pela corte, lutou para subir socialmente abastecendo-se de superioridade intelectual, o que o levou a fundar e ser o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras.

O que lhe faltou de estudos acadêmicos não o impediu, porém, de produzir uma extensa obra, constituída de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas.

Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), romance que, juntamente com Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, apresentam traços de pessimismo e ironia, ainda que mantendo resíduos românticos.

Um verdadeiro esgrimista da palavra e com uma profunda acuidade social, em seu romance Quincas Borba, narra a trajetória de Rubião, professor que se torna rico de uma hora para outra ao receber uma herança deixada pelo filósofo Quincas Borba, criador de uma filosofia chamada Humanitismo. Após receber a herança, deslumbra-se com a nova vida e acaba traído por um casal de amigos, que rouba sua fortuna. No final da vida, pobre e doente, ele relembra um ensinamento de Quincas Borba, que sintetiza o Humanitismo. Para explicar sua teoria, o filósofo evoca uma história sobre duas tribos famintas diante de um campo de batatas, suficientes apenas para alimentar um dos grupos. Com as energias repostas, os vencedores podem transpor as montanhas e chegar a um campo onde há uma grande quantidade de batatas. Então, Quincas Borba finaliza: ‘Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas’.

Mais de um século separa Quincas Borba dos dias atuais, todavia, a obra machadiana continua expressando a radiografia dos eventos político-sociais do Brasil.

Recentemente, foi deflagrado o processo de impeachment em relação à presidente Dilma Roussef, num primeiro momento com o afastamento dela do cargo da presidência, pelo prazo de cento e oitenta dias, assumindo em seu lugar o vice-presidente Michel Temer.

Temer, apesar de pertencer a um partido da base governista, tão logo percebeu que a presidência da república tinha se tornado um Titanic 2, debandou, não sem antes erguer a bandeira da paz nacional, colocando-se, desta forma, como o construtor de um novo e alvissareiro Brasil.

Mas, como o mar não está pra peixe, parcela significativa da sociedade repudia sua liderança e legitimidade ao cargo.

Terminando o processo de impeachment com a vitória ou a derrota de Dilma Roussef, a ela restará o ódio ou a compaixão dos brasileiros. Já para o presidente em exercício, Michel Temer, com a vitória, as batatas.

O nó górdio ─ que nem Alexandre, O Grande, conseguiria desatar ─, contudo, é saber a qualidade e a temperatura que estará essa batata. Talvez para o entusiasmado presidente Michel Temer, essa vitória poderá representar uma verdadeira ‘Vitória de Pirro’.

Enquanto isso, caro leitor, penso que, da nossa parte, devemos, além de torcer para que a verdadeira vitória seja a do Brasil, desenvolver, cada vez mais, a consciência política no exercício do voto, para que não venhamos a nos sentir como Neoptólemo, jovem guerreiro conhecido por Pirro que, apesar de considerado um dos melhores generais militares do seu tempo, tornou-se também conhecido por ser muito benevolente. Como general, suas maiores fraquezas políticas eram a falta de concentração e facilidade para esbanjar dinheiro. Grande parte dos soldados que integravam suas tropas se constituía por mercenários que cobravam caro para segui-lo. Sua obstinada intenção de construir um império na Itália deixou como herança a expressão ‘Vitória de Pirro’.

E, nesse ínterim, enquanto aguardamos que o sol volte a brilhar, ‘em raios fúlgidos’ sobre o Brasil, fica a sugestão de nos debruçarmos e nos deleitarmos com a obra de Machado de Assis.

A nós, leitores, em vez de batatas, o mundo… da Literatura!

 

Sergio Diniz da Costa – sergiodiniz.costa2014@gmail.com

https://pt.wikipedia.org/wiki/Machado_de_Assis >. Acesso em: 17/05/2016.

http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/interna/0,,OI3612270-EI8402,00.html >. Acesso em: 17/05/2016.

http://eventosmitologiagrega.blogspot.com.br/2011/07/pirro-e-vitoria-inutil.html>. Acesso em: 17/05/2016.




Artigo de leitora: 'Gnose!'

Sônyah Moreira – Gnose!

Palavra grega que significa conhecimento, ao dizer Gnose, nos remete imediatamente ao século I, ou seja, aos primeiros cristãos primitivos, chamados Essênio lá surgia às primeiras premissas dos ensinamentos cristãos.

Devem estar se perguntando onde quero chegar com essa crônica? Em primeiro lugar, como sempre peço a imparcialidade de crenças ao lerem minhas palavras, sem se apegarem a nenhuma religião específica, somente pensar como os grandes filósofos, divagar em nosso maior bem, que foi nos dado de presente pelos deuses criadores de nossa existência, a inteligência e o raciocínio.

Da gnose deriva os gnósticos, um grupo de homens que abriram mão de todo e qualquer conforto material, desprendidos da natureza dialética, ou seja, das coisas do mundo, podem estar pensando como abandonar coisas desse mundo? Como viver em cavernas? Sem conforto? Não! O que me refiro é o abandonar da natureza dialética, aperfeiçoar o templo íntimo de cada um, a centelha divina originária do fogo serpentino que recebemos de presente quando de nossa queda do paraíso, esse foi o único resquício que nos restou de nossa natureza divina.

O abandonar coisas desse mundo metaforicamente falando é voltar-se para forma divina, é procurar deixar renascer das cinzas nossa Fenix. É procurar o caminho de volta para nosso lar eterno e imutável, o verdadeiro paraíso, somos seres decaídos, sem dúvida nos deixamos levar pelas ilusões momentâneas de um mundo do qual não pertencemos, estamos apenas de passagem, um dia teremos que voltar, e seremos obrigados a evoluir. A gnose é o conhecimento espiritual que todos ao seu tempo encontrarão, o ser gnóstico assumirá a forma divina para o retorno ao lar, para casa do pai, como um filho pródigo.

Deixemos nos levar por essa aura de amor e paz, e com a certeza que o criador jamais abandona sua criação, o faz dando-lhe o poder do livre arbítrio, para que quando chegar à hora certa, o fogo se acenderá como uma luz de um farol a orientar os navegantes no mar revolto, a caminho do lar.

Sônyah Moreira




Artigo de Celso Lungaretti: '"INSANIDADE É CONTINUAR FAZENDO SEMPRE A MESMA COISA E ESPERAR RESULTADOS DIFERENTE". A PRIORIDADE AGORA É FORJARMOS UMA ESQUERDA DE VERDADE!!!'

O ‘PAU NO TEMER!’ SERÁ INÓCUO ENQUANTO NÃO EXTRAIRMOS AS LIÇÕES DA DERROTA E CORRIGIRMOS OS ERROS QUE A CAUSARAM

 
Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia

 

A reação furibunda contra o novo governo, insuflada pelas mesmas pessoas que tiveram participação decisiva no desastre que foi o segundo mandato de Dilma Rousseff, tende a produzir o mesmo resultado do não vai ter golpe: mais derrota.

Basta uma leitura dos jornalões para percebermos o porquê.  Nem mesmo eles morrem de amores pelo Ministério de Michel Temer, mas dão um voto de confiança à nova equipe econômica, elogiando seus integrantes e suas propostas.

Ou seja, evidentemente o poder econômico – aquele que quem não cabulou as aulas de Marx sabe ser o realmente decisivo numa democracia burguesa – está aplaudindo e dará ao Temer o apoio necessário para que a situação da economia já não esteja tão deteriorada no último trimestre, quando o Senado decidirá se Dima deve ser reempossada ou afastada em definitivo.

O desafogo no bolso muda imediatamente o humor dos brasileiros, como se viu na última ditadura: estavam amedrontados em 1969, mas era nítida sua insatisfação com um período de vacas magras que parecia não ter fim e com os que considerava responsáveis por tal penúria.

Bastou uma injeção cavalar de investimentos estadunidenses criar uma efêmera melhora da situação econômica em 1970 para todo mundo sair cantando “eu te amo, meu Brasil, eu te amo!” e exibindo adesivos de “Brasil, ame-o ou deixe-o!” em seus fusquinhas recém comprados a prestação.

Se o povo estiver sentindo-se aliviado depois de tanto miserê, haverá alguma chance de um Senado como esse que está aí votar em sentido contrário quando estiver julgando Dilma? Nem a pau, Juvenal. 

Então, em termos práticos, de que servirão todos esses resmungos virtuais contra o novo governo? De muito pouco, evidentemente. Terão sido palavras que o vento leva, desabafos que fazem seus autores sentirem-se melhor mas não alteram a essência dos acontecimentos políticos.

Daí eu considerar que a prioridade real neste momento não é o pau no Temer!, mas sim o vamos forjar uma esquerda de verdade!.

Pois a tradição esquerdista é de, quando sofremos derrotas acachapantes como esta última, irmos fundo nas críticas e autocríticas, até chegarmos às conclusões que se impõem sobre os erros cometidos e as correções de rumo necessárias para que eles não se repitam adiante. Como dizia Einstein, “insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.

Não adiantará nada tentarmos travar batalhas contra o novo governo enquanto nosso exército estiver esfacelado, os altos oficiais forem inconfiáveis e as estratégias e táticas não houverem sido reavaliadas à luz do seu fracasso recente. Temos é de nos preparar bem melhor, se não quisermos perder mais uma vez, e outra, e outra…

Então, a quem me criticou por não estar combatendo a direita quando ela está tão forte, respondo: pior mesmo é estarmos tão fracos e não termos chance nenhuma de a deter neste momento. 

Conseguirmos que seja mudado um ou outro nome do Ministério, que tal ou qual Pasta permaneça como tal ao invés de ser incorporada a outra, faz parte do teatro da política, das escaramuças que preenchem o noticiário mas, verdadeiramente, não passam de tempestades de som e fúria significando nada, como diria o bardo. Não se constituem, nem de longe, no fator determinante do fracasso ou sucesso dos governos. 

Temos de nos tornar fortes por dentro, antes de sermos capazes de fazer valer nossa força lá fora.