Instituto Federal de Itapetininga vai realizar o 'Dia da Fisica'

O evento será realizado dia 21 de maio, Dia da Física

 

Segundo informações prestadas pelo professor doutor Ivan Fortunato, do Instituto Federal, e programação do Dia da Fisica é a seguinte:

Data: 21 de maio 2016
Horário: 14h20h
Local: IFSP Itapetininga
EVENTO GRATUITO

Atividades:
(1) Parque do Conhecimento “Espaço Giroscópio” – atividades monitoradas de divulgação científica
(2) Gincanas culturais: caça ao tesouro e torta na cara
(3) Cinefísica
(4) Palestra
(5) Observação astronômica




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias CASTRO, FONSECA e LIMA

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 727,728,729 e 730

 

Prezado Álvaro, boa tarde.

Em nossa última conversa, no CVA, fiquei de enviar para o seu conhecimento

e ,possível estudo, os arquivos dos seus sobrenomes e o de sua espôsa, o que

faço neste momento.

CASTRO……………………………… 12 páginas e 6 brasões ;

CASTRO Espanhol………………..  1 1/2 página, sem brasão e em espanhol ;

FONZECA……………………………  18 páginas e 2 brasões ;

FONSECA Espanhol……………..   1/2 página , sem brasão e em espanho ;

LIMA………………………………….   18 páginas e 1 brasão e

PRESTES…………………………….    2 páginas e 1 brasão, no arquivo e este em separado.

Estou enviado 12 arquivos.

Abaixo um texto pequeno tirado do arquivo principal de todos os sobrenomes.

Veja que em todos os sobrenomes estão os Brasões sendo enviados em arquivo separados.

Você pode fazer quadros e pendurá-los em sua parede e serão motivos de muitas conversas

e explicações, além de ficarem muito bonitos.

Outra sugestão que tenho visto ser feito é a impressão de todos os arquivos e mandar fazer

uma encadernação em capa dura com os sobrenomes na capa em dourado. Fica espetacular.

Nas primeiras páginas um histórico de quem é você e sua espôsa, depois as fotos de página

inteira sua e dela.

Espero que goste.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / Jornal ROL – Região On Line

 

 

image           image     image Castro

sobrenome de origem espanhola, é uma das famílias das mais nobres linhagens da Península Ibérica e talvez das que melhor se encontram documentadas desde a mais remota antigüidade.

Por diversas vezes se uniu por casamento com princesas e infantas de várias famílias reais hispânicas e o seu poder sócio-politico e militar chegou a ombrear com o dessas famílias.

Em especial a partir do séc. XIV, vieram estabelecer-se em Portugal membros da família dos Castros, aqui erigindo grandes casas senhoriais.

Á família pertencia a célebre Inês de Castro que viria a casar com o rei Dom Pedro I de Portugal.

Costumam os genealogistas dividir os Castros em dois principais ramos, designados normalmente por «de Treze» ou «de Seis», consoante a variação que se verifica nas arruelas das suas armas. E alguns heraldistas tentaram explicar essa variação dizendo que os Castros do ramo legítimo usaram as treze arruelas e que o ramo ilegítimo teriam diferenciado as suas armas, usando apenas seis.

Esta teoria porém, está longe de ser inteiramente de aceitar sem discussão. De referir, aliás, e sobre os timbres a que se faz referência, que sendo eles de criação tardia, não devem ter nada que ver com eventos anteriores ao séc. XVI.

Sobrenome de origem geográfica, tomado da vila de Castro Xeres. Do lat. «castrum», lugar fortificado (Anuário Genealógico Latino, IV, 19; Antenor Nascentes, II, 67). Foi senhor da referida vila D. Rui Fernandes de Castro, rico-homem de D. Afonso VII, rei de Castela em 1123, e o primeiro que usou esse sobrenome. O primeiro que passou a Portugal foi D. Pedro Fernandes de Castro, «o da Guerra», no tempo de D. Afonso IV, rei de Portugal, em 1325 (Anuário Genealógico Latino, I, 31). Felgueiras Gayo vai buscar as origens desta família em Nuno Belchiedes, Gentil Homem da Alemanha, que passou para a Espanha no ano 884, a fim de ajudar nas guerras contra os Mouros. Deixou numerosa descendência do seu cas. com D. Sula, filha do conde D. Diogo Prozellos, o Povoador de Burgos e 2.º conde de Castela. Ao traçar sua genealogia, o faz avô de D. Thereza Nunes Bella, que foi cas. com o famoso Juiz de Castela, Laim Calvo, de quem descende a família Calvo (v.s.). Continuando esta genealogia, faz este Laim Calvo, como quarto avô de D. Fernando Lains, que foi Senor de Castro Xerez, que era uma vila em Castela a Velha, a quatro léguas de Burgos, de onde tomou o novo sobrenome, que vai perpetuado em seus filhos e demais descendentes. Gayo apresenta o citado Fernando Lains, Sr. de Castro Xerez, como bisavô de D. Rui Fernandes de Castro, e sétimo avô de D. Pedro Fernandes de Castro, ambos citados no principio deste verbete (Gayo, Castros, Tomo XI, § 1 e 2, 29-31). Brasil: Numerosas foram as famílias, que passaram com este sobrenome para diversas partes do Brasil, em várias ocasiões. Não se pode considerar que todos os Castros existentes no Brasil, mesmo procedentes de Portugal, sejam parentes, porque são inúmeras as famílias que adotaram este sobrenome pela simples razão de ser de origem geográfica, ou seja, tirado do lugar de Castro. O mesmo se aplica no campo da heráldica. Jamais se pode considerar que uma Carta de Brasão de Armas de um antigo Castro, se estenda a todos aqueles que apresentam este mesmo sobrenome, porque não possuem a mesma origem. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a do cap. Antônio de Castro [c.1609 – 1700,RJ], filho de Antônio de Castro, que deixou larga descendência, a partir de 1639, com Felipa de Sá [c.1619 – 1702,RJ], da casa do Gov. Salvador Correia de Sá (Rheingantz, I, 328). Rheingantz registra mais 13 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro. Em Pernambuco, entre outras, distingue-se a do barão de Benfica [Decreto Imperial de 27.04.1867], Antônio José de Castro [c.1824, PE – 1880, Lisboa], que recebeu Carta de Brasão de Armas. Oficial da Ordem da Rosa. Capitão da Guarda Nacional, negociante matriculado na cidade do Recife [PE]. Proprietário e fazendeiro na província de Pernambuco. Deixou descendência do seu cas. com Hermínia Ideltrudes de Oliveira [1827, PE – 1907, RJ] (Anuário Genealógico Brasileiro, I, 94). Em Minas Gerais, na região da Zona do Carmo, registra-se a família do cap. Antônio Alves Castro, nat. de Lisboa, que deixou larga geração de seu cas., c.1735, com Joana Batista de Negreiros, nat. do Desterro, na cidade do Salvador, Bahia (RT, ZC, 329). Família de origem portuguesa estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde passaram, entre outros: I – Antônio Gonçalves de Castro, natural de Portugal, que assinou termo de declaração, a 16.05.1864, onde informa ser católico, ter 32 anos de idade, residente no Brasil há seis anos, ser marítimo, e ser casado, tendo dois filhos; II – Antônio Maria de Castro, natural do Porto, Portugal, que assinou termo de declaração, a 03.03.1852, onde informa ser católico, marítimo, estar no Brasil desde 1827, ser casado com uma brasileira e ter com ela dois filhos vivos; e III – Manuel Martins de Sousa Castro, natural do Porto, Portugal, que assinou termo de declaração, a 21.11.1853, onde informa ser católico, ser maior de 21 anos de idade, estar casado com uma brasileira e ter com ela quatro filhos. Exerce a Arte do Mar. Analfabeto. Registrou em 27.05.1863, sua Carta de Naturalização assinada por D. Pedro II em 27.01.1854 (Spalding, naturalizações, 98).

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image Fonseca

sobrenome de origem portuguesa. sobrenome de raízes toponímicas, o provável fundador dos que adotaram esta designação por apelido era Vasco Esteves de Figueiredo, que viveu em finais do séc. XIII e que foi senhor da torre e julgado de Figueiredo.

A João de Figueiredo, em recompensa dos feitos no decurso do cerco de Arzila, concedeu D. João III carta de armas com acrescentamento.

Nome de típicas raízes toponímicas, visto derivar da designação da honra da Fonseca, na freguesia de São Martinho de Mouros, foi ele adotado por uma das linhas de descendência dos de Riba-Douro, fato que é comprovado em termos heráldicos.

Os de Fonseca mantiveram uma posição de preponderância nobiliárquica até pelo menos ao séc. XV, altura em que o ramo primogênito entrou em conflito com a Coroa de Portugal e os respectivos chefes se exilaram em Castela.

Sobrenome de origem geográfica, tomado do lugar de Fon(t)eseca. De Fonte Seca, com apócope da sílaba final de Fonte, por efeito de próclise (Antenor Nascentes, II, 116). Procede esta família de Gracia Rodrigues, que fez assento em Honra de Fonteseca, de onde seus descendentes tomaram o sobrenome de Fon (t) seca. O primeiro a usar esse sobrenome foi Mem Gonçalves da Fonseca, que fundou e dotou o mosteiro de Mancelos. As famílias Coutinho e Tavares possuem as mesmas Armas dos Fonsecas, porque têm a mesma origem, pois procedem do mesmo tronco genealógico (Anuário Genealógico Latino, I, 44; SB, II, 70). Ilha Terceira:  sobre esta família, escreveu Eduardo de Campos de Castro de Azevedo Soares, em seu Nobiliário da Ilha Terceira: Um dos primeiros povoadores da ilha Terceira foi Gonçalo Annes ou Eannes da Fonseca, natural de Lagos, no Algarve, e pertence à geração e linhagem dos Fonsecas que no reinoexistiam com nobreza. Foi para a dita ilha com o donatário Jácome de Bruges, que lhe fez aí doação de várias terras e designadamente das que vão do mar ao cume da Serra do Paul das Vaccas, Secca, cuja denominação tomou por sobrenome que transmitiu a seus descendentes. À ilha do Fayal passou também um ramo desta família, em data que não posso precisar, mas que devia Ter sido nos fins do século XV ou princípio do século XVBI. Era deste ramo João Martins da Fonseca, o qual tendo nascido na dita ilha, passou a residir também na Terceira, onde em 1534 desempenhava o cargo de procurador da câmara de Angra [Azevedo Soares – Nobiliário da Ilha Terceira, Título XLIV].

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FONSECA ESPANHOL

 

Este apellido tiene un origen extranjero: De acuerdo a cuanto informa el genealogista Piferrer, se trata de que en tiempos del rey don Alfonso VI, vinieron a España dos príncipes de la casa real de Hungría, a pelear contra los moros, llamados Pierres y Payán, los cuales eran hermanos y dieron tales pruebas de arrojo y valentía, que merecieron que el rey los premiase dándoles el lugar de Fuentesaca o Fonseca y el coto de Coutiño, en Galicia. Al repartir entre ambos hermanos estos heredamientos, ocupó Fonseca a Pierres y sus descendientes tomaron por apellido Fonseca, así como los descendientes de Payán tomaron el de Coutiño. Ocurre que, como en otros casos, no todos los genealogistas se muestran de acuerdo en el origen de este apellido: Unos la hacen originaria de Portugal, otros del rey don Ramiro II, de León, pero por lo general, son más los que admiten la versión anteriormente reseñada, es decir, la de ambos hermanos procedentes de Hungría. Esta versión la avala un genealogista e historiador, tan serio y acreditado como Fray Felipe de la Gándara. Don Pedro de Fonseca fue un eminente prelado, obispo de Sigüenza, cardenal de la Santa Iglesia del título de San Angel y legado del papa Martín V, al emperador de Constantinopla, para tratar de la unión de la Iglesia Griega con la Iglesia Católica. En este viaje le acompañó un deudo suyo, de quien procedió la casa de Fonseca que se estableció en Francia, y reconoce como tronco a don Rodrigo de Fonseca, quien casó con una dama muy principal, pariente del rey francés Francisco I. Tuvieron por descendiente a don Carlos de Fonseca, poderoso caballero del Poitu, antigua provincia de Francia. Son numerosísimos los miembros de este apellido que se han distinguido en la historia patria, lo que hace imposible citar a todos. Mencionar que don Pedro de Fonseca, que hacía el número VII de los de este linaje, obtuvo el título de marqués de Orellana, por merced del rey don Felipe III. Este apellido pasó a América donde dejaron establecidas ramas, que dieron origen a numerosas familias de este apellido.

ARMAS:
Escudo de oro y cinco luceros de gules.

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image Lima

sobrenome luso-espanhol de raízes toponímicas, seja ele derivado da designação da terra de Limia, na Galiza, ou como alguns pretendem em relação aos Limas portugueses, da de Ponte de Lima.

Dizem os genealogistas que esta linhagem procede de Dom Juan Fernandez de Lima, o Bom, natural de Limia, na Galiza.

Já em finais do séc.XIII, a Portugal passou outro Juan Fernandez de Lima, o Batissela, que casou com uma filha de Dom João do Portel, mas sem geração.

Durante a segunda metade do séc. XIV, no reinado de Dom Fernando I, passou a Portugal Fernando Anes de Lima, partidário daquele soberano na sua guerra contra Henrique de Transtâmara que teve, como dois filhos que o haviam acompanhado, diversas mercês do rei português.

O rei Dom João I foi também servido por eles, assim se consolidando a posição deste ramo de Limas, que veio a ter o senhorio de Ponte de Lima e em cuja linha de primogenitura viria a ser criado no séc. XV o primeiro viscondado português – de Vila Nova de Cerveira – Casa que manteria a chefia deste nome, passada depois à dos Marqueses de Castelo Melhor.

O nome é pré-romano. Em latim Limaea. Outras formas: Limea, Limia. Em português antigo Limia. Os limas, descendentes de reis godos e suevos, tomaram o sobrenome do rio Lima [Portugal], nas margens do qual viveram e foram senhores (Antenor Nascentes, II, 174). Ilha Terceira: sobre a história desta família e sua passagem para a Ilha Terceira, escreveu, no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VI – Da Real Ilha Terceira, Cabeça das Terceiras, Capítulo XX – Dos Borges, Costas, Abarcas, Pachecos, & Limas, Velhos, & Mellos, & de outros, Homens Costas [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VI, Ilha Terceira]. Brasil: Sobrenome de inúmeras famílias espalhadas por todo o Brasil: Ceará, Pará, Pernambuco, Paraíba, Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Alagoase São Paulo, entre outras. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a de João de Lima de Araújo [c.1637 – a.1697], filho de Martim Francisco e de Maria (?) de Araújo. Deixou descendência do seu cas., em 1662, com Maria de Bulhões, filha de Sebastião Serrão de Barros e de Felipa de Bulhões (Rheingantz, II, 401).

 

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clip_image002Prestes

sobrenome de origem portuguesa. O nome provem provavelmente do francês antigo prévostes preposto do rei, francês atual Prévot, o qual teria origem no latim praepositus. Nas décadas de João de Barros e nas de Diogo do Couto foi registrado como Prestes. Existe uma citação a respeito da lenda de João Prestes ao qual se prenderia a origem deste sobrenome familiar, porem não possuímos dados a respeito de tal lenda. Muitas famílias, especialmente espanholas, deste nome provaram a sua nobreza nas Ordens de Santiago, Calatrava, Alcântara, Montesa, (nascido em corporações para lutar contra os mouros, pela Reconquista da península ibérica e garantir a ordem, proteger os peregrinos e impotente), Carlos III e São João de Jerusalém (a ordem religiosa militar fundada no século XI); inúmeras vezes na Chancelaria Real de Valladolid e Granada, na Sociedade Real de Midshipmen e a Real Audiencia de Oviedo

Registra-se Benedito Pereira Prestes, nascido em 23.03.1903, Araçariguama, São Paulo, Brasil e falecido em 21.07.1986, Jundiaí, São Paulo, Brasil; casou-se por volta de 1923. Filho de João Pereira Prestes, nascido em 1851 e falecido em 24.12.1962, Indaiatuba, São Paulo, Brasil e Olívia Maria Isabel, nascida em 1881 e falecida em 19.03.1933, Cabreúva, São Paulo, Brasil. Teve os seguintes filhos: Francisco Prestes, nascido em 08.01.1925 e falecido em 11.06.1925, Jorge Prestes, nascido em 25.10.1934 e falecido em 11.08.1977 e Valdemar Prestes (filho do segundo casamento), nascido em 09.03.1937 e falecido 11.06.1938.

Registra-se Florêncio Ribeiro Borges, nascido em 1866, Santa Catarina, Brasil e falecido em 06.10.1916; casou-se com Cândida Maria Palhano Prestes, nascida em 1868; filha de Manoel Palhano Prestes, nascido em 1842 e Tomazia Maria Palhano, nascida em 1846. Ele filho de Pedro Ribeiro Borges, nascido em 1836 e Inocência Maria Ribeiro, nascida em 1835 e falecida em 29.07.1916. Tiveram um filho Affonso Palhano Prestes, nascido em 1892, Santa Catarina, Brasil; casou-se com Cândida Ribeiro de Souza em 01.06.1911, ela nascida em 1893 e falecida em 04.01.1930.

Registra-se Jerônimo Prestes, nascido em 1803, Itapetininga, São Paulo, Brasil ; casou-se com Anna Francisca, nascida em 1807. Tiveram uma filha: Gertrudes Prestes, nascida em 15.08.1829, Itapetininga, Brasil.

Registra-se tenente José Coelho de Oliveira Prestes, nascido por volta de 1790, Cotia, São Paulo, Brasil; casou-se com Maria de Anhaia Leite em 1817, ela nascida por volta de 1798; filho de Agostinho Coelho de Cerqueira, nascido por volta de 1765, São Paulo, Brasil e Ana de Oliveira Prestes, nascida por volta de 1770, São Paulo, Brasil; neto paterno de Antônio Coelho de Cerqueira. nascido por volta de 1740, São Paulo, Brasil  e Antônia da Rocha, nascida por volta de 1745, São Paulo, Brasil; neto materno de Domingos de Oliveira Ramos Prestes, nascido por volta de 1740, São Paulo, Brasil e Izabel Lourenço Gamarra, nascida por volta de 1745, São Paulo, Brasil; bisneto paterno de Braz Coelho de Cerqueira, nascido por volta de 1715, Portugal e Helena Carmelo, nascida por volta de 1720, Portugal. Teve os seguintes filhos: Maria Coelho de Oliveira, nascida por volta de 1819; José Coelho de Oliveira, nascido por volta de 1821; Francisco Coelho de Oliveira, nascido por volta de 1823; Antônio Coelho de Oliveira, nascido por volta de 1825; Ana Coelho de Oliveira, nascida por volta de 1827; Gertrudes Coelho de Oliveira, nascida por volta de 1829 e Joaquim Coelho de Oliveira, nascido por volta de 1831.

 

Registra-se Francisco Xavier de Oliveira Prestes, nascido por volta de 1730, Santo Amaro (atual bairro da cidade de São Paulo), São Paulo, Brasil; casou-se com Úrsula Pires de Lima em 1754, ela nascida em 1737 e falecida em 1799; ele, filho de Agostinho de Oliveira Costa, nascido em 1702, Portugal e falecido em 1773, Santo Amaro. São Paulo, Brasil e Anna da Silveira Dutra, nascida em 1710, Portugal. Teve os seguintes filhos: Francisco Prestes, nascido em 1756; João Pires de Lima, nascido em 1758; Joaquim Mariano de Lima, nascido em 1760; Vicente Ferreira de Oliveira, nascido em 1762; José Joaquim Prestes, nascido em 1764; Antônio Xavier de Lima, nascido em 1766; Salvador Pires Prestes, nascido em 1768; Gertrudes Maria Prestes, nascida em 1770 e Anna Joaquina Prestes, nascida em 1772.

Registra-se Lourenço de Oliveira Prestes, nascido por volta de 1775, Santo Amaro, São Paulo, Brasil; casou-se em primeiras núpcias com Rosa Maria de Jesus em 1802, tiveram uma filha: Maria Lopes Prestes; casou-se em segundas núpcias com Izabel Maria de Jesus, houve descendência desse casamento, porém não foram encontrados os registros. Filho de Lourenço de Oliveira Ramos, nascido por volta de 1745, Santo Amaro, São Paulo, Brasil e Beatriz Maria Moniz, nascida por volta de 1755, Santo Amaro, São Paulo, Brasil; neto paterno de Domingos de Oliveira Ramos Prestes e Izabel Lourenço Gamarra e neto materno de Jerônimo Moniz de Menezes e Anna Coelho.

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Colunista do ROL Reinaldo Canto lançará em Junho seu livro 'Um Dia no Dia de Ana Luiza'

 Reinaldo Canto apresenta a obra ‘Um Dia no Dia de Ana Luiza – Uma aventura Ambiental’.  O lançamento  será em 14/06, na Casa das Rosas

UmdianodiadaAnaLuiza

Por Redação da Envolverde – 

Reinaldo Canto é jornalista há 36 anos formado pela Cásper Líbero; pós-graduado em Inteligência Empresarial e Gestão do Conhecimento. Nos últimos 14 anos têm atuado na área da sustentabilidade, cidadania e meio ambiente; foi diretor de comunicação do Greenpeace Brasil; coordenador de comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente e assessor de imprensa do Instituto Ethos; foi também correspondente em conferências internacionais como a COP-15 em Copenhague/2009, Conferência Rio+20, na cidade do Rio de Janeiro e COP-21, em Paris/2015.

Atualmente é colunista da Carta Capital; parceiro em projetos e conteúdos da Envolverde; consultor e assessor de imprensa da ONG Iniciativa Verde; comentarista da Rede Vida; consultor do Sebrae para a área de sustentabilidade; palestrante e consultor da área ambiental; colunista do jornal eletrônico ROL – Região On Line, roteirista e escritor de temas ambientais. É roteirista do curta de animação, “A Rebelião das Águas“. É pai da Ana Luiza que tem 8 anos de idade!!

Sinopse:

Aquele dia amanheceu como todos os outros na vida da pequena Ana Luiza, mas foi só ela despertar para perceber que algo muito diferente estava acontecendo!!

Tudo parecia ter vida. Coisas, materiais e elementos da natureza começaram a se manifestar e demonstravam tristeza diante do desperdício ou alegria quando eram bem utilizados.

Foi aí que a Aninha descobriu como é importante cuidar do nosso planeta Terra. E para isso basta agir conscientemente em todos os nossos atos de consumo.

Embarque nessa aventura com a Ana Luiza e faça também a sua parte para vivermos num mundo melhor.

O lançamento oficial com apoio e organização da Envolverde será em 14/06, na Casa das Rosas.

 

Reinaldo Canto fala sobre o livro em entrevista concedida a estudante de jornalismo Marie Serafim. Confira!
Como que surgiu essa ideia? Era um projeto antigo que só agora pôde ser realizado?

Como já trabalho há bastante tempo com os temas ligados à sustentabilidade, meio ambiente e cidadania sempre tive vontade de ampliar as possibilidades dessa comunicação. Então, escrever um livro que abordasse essas questões era sim um sonho antigo. Graças à parceria com a Editora Chiado, finalmente consegui transformar esse desejo em realidade.

Por que fazer um livro sobre meio ambiente voltado para o público infantil ao invés do público adulto?

Eu acredito que as novas gerações estão mais propensas a entender e se sensibilizar com os impactos ambientais causados em nosso cotidiano. Nós adultos já estamos há muito mais tempo sendo bombardeados pela falsa ideia do consumo sem limites e dos recursos que nos pareciam infinitos. Já as crianças têm dado exemplos de que quando recebem informações sobre o tema acabam até mesmo influenciando seus pais, familiares e amigos para a importância de evitar o desperdício e fazer bom uso dos recursos disponíveis.

Qual a mensagem que você quer transmitir com este livro?

Eu acho que a principal mensagem é de que não perdemos nada em sermos mais conscientes. A menina do livro passa um dia totalmente normal e feliz sem que isso prejudique o seu cotidiano. Isso também pode ser feito por nós adultos. Aliás, o desperdício e os excessos é que trazem infelicidade e não a ponderação, o bom senso e o consumo consciente.

Como foi o processo de produção dele? Teve dificuldades?

É sempre muito difícil iniciar um projeto em que você possui pouco conhecimento. Há toda uma ciência por trás do lançamento de um livro e ainda estou aprendendo bastante. Nessa tarefa a Editora Chiado tem ajudado muito com a paciência necessária para orientar um novato como eu.

Por que do título? Teve alguma inspiração?

Aí foi uma conjunção de fatores. O nome da menina é o da minha filha e a ideia do “dia no dia” faz relação com a inserção da consciência num dia qualquer de uma garotinha.

Há um possível lançamento internacional?

Sim!! E espero que em breve (risos). Como a Chiado é uma editora portuguesa espero que numa segunda edição o livro já seja traduzido para o espanhol e distribuído em outros países europeus. Aliás, de certa maneira, essa carreira internacional já começou, o livro foi impresso em Portugal e exemplares do livro estão disponíveis por lá.

O que as crianças podem aprender com este livro e aplicar na vida delas?

Basicamente que elas só precisam cuidar de usar bem o que está à sua volta. E importante essa pergunta, pois também tive o cuidado de não jogar responsabilidades exageradas nas costas das crianças. Mesmo que num determinado momento a personagem converse com uma vizinha e com os pais para que evitem os excessos, as crianças não devem ser responsáveis pelas necessárias transformações em nossos hábitos de consumo. Nós adultos é que precisamos assumir esse papel para que as futuras gerações recebam um planeta melhor para se viver.

Por que é importante ensinar as crianças a cuidarem do meio ambiente?

Porque dele dependemos para viver e ter uma boa qualidade de vida. Essa realidade, já deveríamos estar aplicando há muito mais tempo, mas pelos apelos de consumo e bombardeios incessantes da publicidade, infelizmente deixamos o bom senso de lado. A consciência das novas gerações trabalhadas desde a mais tenra idade poderá contribuir para que tenhamos uma geração de cidadãos mais responsáveis.

Quais são os benefícios que isso traz/ traria para a sociedade? Quais legados poderemos esperar?

Principalmente acreditar que teremos uma sociedade que valorize mais o ser do que o ter. Algo bem diferente do que temos hoje. Nesse caso, os ganhos serão na redução dos impactos ambientais, mas também uma sociedade humana e solidária, capaz de compartilhar e dividir mais do que competir e acumular riquezas para si mesmo.

Em sua opinião, qual a melhor forma ou linguagem para ensinar as crianças sobre os cuidados com o meio ambiente?

No meu caso e pela minha experiência, acredito que o bom humor é um caminho a ser trilhado nessa comunicação com as crianças. Dessa maneira podemos tentar passar boas informações de maneira leve e divertida, sem assustar ou preocupar em demasia esses pequenos seres ainda em formação. Pelo menos essa foi a minha ideia com esse livro. Mas com certeza devem existir outras ótimas propostas de comunicação eficientes e que tenham a capacidade de obter bons resultados para a conscientização das crianças sobre os cuidados que devemos ter com o meio ambiente e o bom uso dos recursos naturais.

Como as escolas poderiam agregar o assunto “meio ambiente e sustentabilidade” em sua grade curricular?

Acredito que esses temas ao lado da cidadania deveriam estar presentes em todas as matérias curriculares, pois são temas cruciais para o futuro da humanidade. Seja no estudo da matemática, ciências ou geografia, por exemplo, seria possível também se falar de sustentabilidade. Por que não?




Criado em Sorocaba o Fórum de Culturas Populares e Tradicionais da Região de Sorocaba

As cidades de Araçoiaba da Serra e Jundiaí também estiveram representadas

     Com a presença de autoridades, produtores culturais, artistas, pesquisadores e demais interessados em cultura popular e tradicional foi lançado oficialmente no dia 14 de maio de 2016, sábado, na Biblioteca Infantil de Sorocaba, o Fórum de Culturas Populares e Tradicionais da Região de Sorocaba.
      Na oportunidade foi lida a “Carta de Princípios”, documento que apresenta as diretrizes de trabalho do Fórum.
Surgido a partir de um encontro de artistas, educadores, coletivos e produtores culturais de Sorocaba e região, que se reuniram no dia 29 de setembro de 2015 no Centro Cultural Quilombinho, o Fórum de Culturas Populares e Tradicionais se propõe a atuar como os Conselhos de Cultura e similares, atuando como interlocutor junto aos Poderes Públicos, propondo criação de leis e políticas públicas voltadas para as culturas tradicionais e populares, propondo registro de bens imateriais, fortalecendo saberes e fazeres tradicionais e divulgando as manifestações culturais.
       Surgido a partir da idealização e intermediação da professora da UFSCar, Dra. Dulcinéia de Fátima Ferreira, a fundação do Fórum contou ainda com a participação do pesquisador Ademir Barros dos Santos, do produtor e agente cultural Eufra Modesto, do historiador e professor Carlos Carvalho Cavalheiro, do músico e sambista Claudio da Silva e do produtor Leandro Toledo, além de diversos coletivos e grupos e interessados.
        Presente no lançamento do Fórum, a Secretária de Cultura de Sorocaba, Jaqueline Gomes da Silva salientou a importância da iniciativa e colocou-se à disposição em estabelecer parcerias e interlocuções junto ao Fórum. Apresentou a plataforma do Mapeamento Cultural como uma das ferramentas disponíveis para os produtores culturais e incentivou a participação do Fórum junto ao Conselho Municipal de Cultura.
         As cidades de Araçoiaba da Serra e Jundiaí também tiveram representantes no lançamento, mostrando o interesse regional pela constituição do Fórum.
         Durante o evento foi lida a Carta de Princípios, a qual foi assinada pelas pessoas e grupos presentes.
         Apesar de não possuir formalidade oficial, o Fórum pretende atuar estabelecendo articulações com o Poder Público de todas as instâncias, bem como mapear e divulgar as políticas de fomento, atuar na proteção e preservação do patrimônio cultural imaterial.
         Todos os interessados em participar do Fórum são bem vindos.
O contato com o Fórum pode ser estabelecido via Facebook: https://www.facebook.com/forumdeculturapopularetradicionaldaregiaosorocaba/?fref=ts,



Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia PORTILLO

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 724

 

Preado Lucas, boa tarde.

Suas pesquisas terminam hoje em relação as origens do seu sobrenome.

Consegui e passo para você.

PORTILLO / PORTILHO ………………. 6 páginas e 2 brasões e os brasões em arquivos separados para confecção de quadros que ficam muito bonitos pendurados nas paredes.

Espero que goste pois são dois belos brações e uma boa origem.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal ROL – Região On Line

 

 

clip_image002    image Portillo, Portilho

sobrenome de origem espanhola. Portillo é uma palavra do idioma espanhol que significa “puerto pequeño” (porto pequeno) e se deriva do latim Portus, que significa porta, portal. Portilho é a forma aportuguesada do sobrenome. Os ramos espanhóis e portugueses usam os mesmos brasões.

Portillo é um apelido castelhano originário em San Vicente de La Barquera, Santander, Espanha. Procede do toponímico Portillo, nome de várias povoações nas  províncias de Andalucía, Salamanca, Soria, Valladolid, Toledo, etc, Teve, portanto, distintas casas deste apelido, não aparentados entre si, algumas das quais foram de reconhecida nobreza desde tempos antigos em diversas regiões da Espanha, figurando entre as de provada hidalguia as que se radicaram nas atuais províncias e comunidades de Burgos, Vizcaya, Cantabria, Valladolid, Toledo, Ciudad Real, Alicante, Valencia, Málaga, Navara, Aragón e La Rioja.

De Valladolid foi García Portillo, natural e Regidor da dita cidade fazia no ano de 1575, que foi avô do Capitão Gonzalo Portillo Rivadeneyra, natural de Valladolis e Regidor da dita cidade. Familiar do Santo Ofício da Inquisição e Cavaleiro da Ordem de Santiago, na qual ingressou em 1641.

Provaram os Portillo das distintas casas sua hidalguia, ao longo de vários séculos, ante as Reais Chancelarias de Valladolid e de Granada, assim como sua nobreza para ingressar nas antigas Ordens Militares.

Descripción del Escudo de Armas: En campo de oro una torre de piedra con tres cuerpos sobre ondas de azur y plata, acostada de dos pinos de sinople, uno a cada lado, y un lebrel de sable encadenado a la puerta.

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From: lucas.portilho@hotmail.com

Sent: Monday, May 09, 2016 8:48 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Sobrenome Portilho

Olá prof°Afrânio, meu nome é Lucas e sou natural de Belém-PA, fiquei sabendo do seu trabalho com relação a genealogia. Gostaria de obter informações acerca do sobrenome Portilho.

Grato

Enviado do Outlook Mobile




Genealogia: Afrânio Mello presta gratuitamente informações sobre origens familiares. Nesta edição, familias SOUZA e FREITAS

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMEROS  722 E 723

 

Prezada Kate, boa tarde.

SOUZA / SOUSA ………………….  40 páginas e 1 brasão ;

FREITAS……………………………..   10 páginas e 4 brasões.

Abaixo um resumo do conteúdo do arquivo principal.

Espero que goste.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

clip_image002Sousa, Souza

sobrenome de origem portuguesa.  Nome de raízes toponímicas tirado da terra de Sousa, designou primeiramente a linhagem deste nome, cujas origens documentadas datam de épocas anteriores à Nacionalidade, vindo posteriormente a ser apelido da família em que tal linhagem veio a transformar-se.

Tendo recaído em senhora os dois principais ramos desta família, as duas damas da família, Dona Maria Pais, chefe da linha primogênita, e Dona Inês Lourenço, a secundogênita, vieram a casar respectivamente com Dom Afonso Dinis, filho bastardo legitimado de Dom Afonso III, e com Dom Martim Afonso, meio-irmão daquele.

De Dona Maria Pais e Dom Afonso nasceria a linha de Sousas dita de Arronches, por terem detido este senhorio, hoje chefiada pelos Duques de Lafões

De Dona Inês e Dom Afonso descenderiam dos Sousas ditos do Prado, por terem tido o senhorio desta vila, ou Chichorros, da alcunha daquele Dom Martim.

Sobrenome de origem geográfica. Rio e Povoação de Portugal. Cortesão tirou, com dúvida, da baixa latinidade Sousa, Saucia, ou Socia. Sousa [forma documentadano ano de 924], Souza [com z], Socia [documentado em 1088]. Leite de Vasconcelos tirou do latim saza, seixos, o que traz dificuldades fonéticas. Outros derivam de Salsa, donde Souza, Sousa, o que não apresenta dificuldade fonética. Cortesão faz diferença entre Sousa, nome do rio, e Souza, nome da povoação, derivando aquele de saza e este de Socia (Antenor Nascentes, II,286). Uma das mais antigas e ilustres famílias de Portugal. Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário das Famílias de Portugal (Tomo XXIX), usando o Nobiliário do Cazal do Paço, principia esta antiquíssima família em Dom Sueiro Belfaguer, Cavaleiro antigo godo, que floresceu nos primeiros anos do século VIII, ou pelos anos de 800. Foi filho, segundo melhores opiniões, de Don Fayão Theodo ou Theodosio (que foi bisneto em varonia de Flavio Egica, Rei da Espanha) e de sua esposa Sona Soeira, filha de D. Soeiro, Príncipe Godo. Informa ser a mais antiga família que se encontra na Espanha Portuguesa, e por automazia, a mais antiga Portuguesa. O primeiro Solar que teve esta Família foi na Comarca de Vila Real entre o Rio Tua e Tamega, em a terra chamada Panoyas, nome que lhe ficou de uma Cidade assim chamada pelos romanos, situada junto ao lugar de Val de Nogueiras, em cujas ruínas se encontrão descrições com letras romanas. O segundo Solar desta Família, de onde se tirou o sobrenome, fica em Entre Douro e Minho, no contorno do Concelho de Rio Tamaga, denominado = a terra de Souza = regada do Rio Souza, que nascendo por cima do Mosteiro beneditino de Pombeiro, recebe outras águas, e corre até se encorporar com o Rio Douro, muito abaixo de ambos os rios, sendo o Tamega o último que recebe duas léguas antes da Cidade do Porto. O sobrenome Souza não teve princípios senão muito depois de principiar esta família, conforme vimos, em Dom Sueiro Balfaguer, que deixou numerosa e ilustre descendência do seu casamento com D. Munia = ou Menaya = Ribeiro, descendente dos Condes de Coimbra, e por varonia, descendente de Sizebuto, filho de Witissa, penúltimo rei godo. Foram quarto avós de Dom Gomes Echigues , que floresceu pelos anos de 1030. Homem de muito valor, que combateu em Santarém, onde, com sua lança, deteve o Rei de Castela D. Sancho, e o venceu. Foi Governador de toda a Comarca de Entre Douro e Minho, por nomeação do Rei D. Fernando, pelos anos de 1050. Comprou o Lugar de Felgueiras, junto a Pombeiro, a Payo Moniz, pelo preço de dois bons cavalos, em 04.1039. Fundou o Mosteiro de Pombeiro, de religiosos beneditinos, pelos anos de 1040. Achava-se em Guimarães pelos anos de 1052. Próximo as terras de Pombeiro, estava o Solar de Souza. Deixou numerosa descendência do seu cas. com D. Gontrode Moniz, filha de Dom Munio Fernandes de Touro [filho do Rei D. Fernando de Castela]. Por este casamento, a família Souza entrou para o sangue Real de Navarra, de quem descendem os Reis de Castela e Portugal. Entre os filhos deste último nobre cavaleiro, registra-se Dom Egas Gomes de Souza, que foi o primeiro que usou este apelido Souza, na forma de nome de família, por ser nascido, criado e, depois, Senhor das terras de Souza, Solar dessa família. Foi, ainda, Senhor de Novella e Felgueiras. Governador de toda a Comarca de Entre Douro e Minho.

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image    image    image    image Freitas 

sobrenome de origem portuguesa. De origem geográfica. Do latim fractus, quebradas (subentende-se: pedras). Leite de Vasconcellos diz que o sentido de fracta pode não ser propriamente “quebrada ou rachada”, mas metafórico. O fr. Freitte Longnon, admite o sentido de “brecha, abertura” e por conseguinte, “desfiladeiro”. Documentaram-se as antigas formas Frectas e Fleitas [em 1059] (Antenor Nascentes, II, 118; Anuário Genealógico Latino, I, 46). Portugal: Procedem de Diogo Gonçalves de Uro, que faleceu no ano de 1139, na batalha de Campo Ourique, e que fundou o mosteiro de Cete. Foi pai de D. João Dias de Freitas, o primeiro que usou estesobrenome, tirado de seu solar, o julgado de Freitas, junto a Guimarães. São descendentes de D. Arnaldo de Bayão [983], da Gasconha (França), que morreu de uma flechada no cerco de Viseu, e que foi progenitor também das famílias Azevedo e Baião. Entre os ilustres antepassados desta família, registra-se Martim de Freitas, Alcaide-Mor de Coimbra, que lutou em defesa de D. Sancho II, rei de Portugal, em 1223 (Baena, II, 72; Anuário Genealógico Latino, I, 46). Ilha da Madeira: o genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família[Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, Tomo II, 285, 291]. Brasil: Sobrenome de muitas famílias estabelecidas no Rio de Janeiro, para onde passaram no decorrer dos quinhentos anos de história do Brasil. Entre elas: I – proveiente das ilhas portuguesas, a de João de Freitas de Aguiar [c.1695, freg. do Espírito Santo, Ilha da Madeira -], filho de Gonçalo de Freitas e de Domingas de Aguiar.Casado a 13.02.1720, no Rio de Janeiro, com Francisca de Andrade [c.1698, Rio de Janeiro, RJ -], neta de Manuel Afonso e de Helena Pereira, citados no verbete da família Afonso (v.s.), do Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, está a de Mateus de Freitas [c.1585 – ?], capitão em 1626, com a mercê da Ordem de São Tiago (1646). Deixou descendência do seu cas., c.1616, com Milíciade Oliveira, filha do licenciado João Lopes Pinto (Rheingantz, II, 199). Rheingantz registra mais 23 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro.

 

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—–Mensagem Original—–

From: kate de souza freitas

Sent: Saturday, May 07, 2016 9:13 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Origem família Freitas

Olá Afranio,meu nome é Kate de Souza Freitas,gostaria de saber a origem de minha família ! Meu pai diz que somos de Origem

portuguesa,e estou tentando tirar minha segunda nacionalidade. Dizem que eles moram em Tatui-SP – nome do meu avô falecido

Afredo de Freitas, meu pai Alfredo Luciano de Freitas filho.




Filme 'O Tambor' será exibido pelo Cine Clube de Itapetininga

O incio da exibição será às 19 horas do dia 29 no Cine Janelas

Segunda feira, dia 29 de maio, às 19 horas em ponto, será exibido e  e debatido o filme ‘O Tambor’, no CINE JANELAS, anexo ao Posto de Saúde Dr. Genefredo Monteiro, Auditório Abilio Victor, Praça ( de Julho, 518, centro de Itapetininga.
A exibição é liberada para os maiores de 16 anos.
‘O Tambor’ é uma comédia crítica de 1979, de Die Blechtrommel, filme produzido pela Alemanha, França, Polônia e Iugoslávia, dirigido por Volker Schlöndorff, com roteiro adaptado do livro homônimo de Günter Grass.
Local: Danzig, Alemanha, anos 1920. Oskar Matzerath (David Bennent) é uma criança excepcional que ganha um tambor de sua mãe ao completar três anos.
Incomodado com alguns acontecimentos familiares e com o que acontece ao seu redor – incluindo a ascensão do nazismo -, Oskar decide não mais crescer.
Premiações:
– Oscar de 1980 como O Melhor Filme Estrangeiro
– Festival de Cannes, 1979, Palma de Ouro empatado com Apocalypse Now
– Festival de Munique, 1980, Melhor Atriz: Katharina Thalbach,
– Cesar de 1980: Indicação Melhor Filme Estrangeiro
Segundo o organizador do Cine Clube, Angelo Ricchetti, “Valendo-nos do filme ‘O tambor’ vamos conversar sobre como cinema de autor pode nos divertir ao mesmo tempo em que nos faz pensar na realidade. Será que, se nós tocarmos algum tambor, vamos modificar o que está errado na sociedade?’
Reservas pelo fone 15 3272 7525, pelo celular e whatsup  15 9 9171 7672  e 
e-mail aricchetti@yahoo.com