Artigo de Celio Pezza: 'Para que serve a ONU?'

Crônica # 297: Para que serve a ONU?

 

Colunista do ROL
Celio Pezza

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) foi criado após a Segunda Guerra Mundial, em outubro de 1945, com o objetivo de manter a paz e a segurança entre países.

Atualmente a ONU tem como missão promover o direito internacional entre as Nações, assegurar a segurança internacional, promover o desenvolvimento econômico e social, fazer respeitar os direitos humanos e defender a paz mundial. Ela tem como membros permanentes as cinco maiores potências militares (EUA, Rússia, Inglaterra, França e China), que também financiam grande parte de suas despesas.

Esse grupo privilegiado tem o direito de vetar outros países de pertencerem à ONU, assim como barrar qualquer resolução que seja apreciada.

Também tem dez membros rotativos, que são eleitos pela Assembléia Geral da ONU por um período de dois anos.

Além disso, tem 193 países-membros, que ajudam a pagar as suas contas.

Desde sua fundação, já houveram vários pedidos para uma reforma, alguns querendo uma atuação real da ONU para resolver os conflitos mundiais e outros querendo que ela se dedique somente a trabalhos humanitários.  Também já foi acusada de desperdício e ineficiência em todos os seus setores.

A verdade é que, atualmente, a ONU não atende nem de longe os motivos para os quais foi criada e se tornou uma organização geradora de eventos, reuniões, relatórios, jantares, comemorações e desperdício de dinheiro.

Também temos inúmeros casos, onde a ONU pediu um cessar fogo, mas foi simplesmente ignorada, como os ataques de Israel à Faixa de Gaza, o conflito na Síria onde está ocorrendo um verdadeiro massacre da população civil, o drama dos refugiados e outros.

Isso mostra que é uma organização impotente, pois nem seus membros respeitam os direitos humanos.

Também não é uma instituição democrática, visto que seus membros permanentes ditam as regras.

Evidente que tudo que não é do interesse destes países será vetado, como por exemplo, acabar com um conflito no Oriente Médio.

Além de não fazer nada que vá de encontro aos objetivos de sua criação, também é acusada pela organização britânica ‘Save the Children’ (Salvem as Crianças), de cometer abusos sexuais contra crianças no Haiti, Costa do Marfim, Sudão e outros países, onde os funcionários da própria ONU estariam cometendo ou acobertando esses crimes.

Ela tem um Conselho de Segurança expectador de genocídios em várias partes do mundo e países em desenvolvimento a acusam de ser um órgão antidemocrático dominado pelos países ricos, além de ser uma organização inchada e ineficiente, que investe mais na criação de metas e relatórios do que na apresentação de resultados.

De acordo com o jornal inglês ‘The Guardian’, a ONU gastou mais de US$ 500 bilhões desde a sua criação, o que é um absurdo se considerarmos seus resultados.

Resumindo, a ONU é um órgão sem força para cumprir seus objetivos e que serve para impor a vontade de algumas potências, além, é claro, de uma infinidade de relatórios, grandes eventos e homenagens aos seus membros.

A verdade é que se extinguida, provavelmente ninguém sentirá sua falta.

Célio Pezza

Janeiro, 2016




Leitora publica sua cronica: 'República das bananas!'

A nossa leitora Sônyah Moreira, de Votorantim/SP, enviou sua primeira crônica para publicação. Espero que gostem (Helio Rubens, editor)

República das bananas!

Nas décadas de 30 e 50, nosso país ficou conhecido como o país de Carmem Miranda.

Ledo engano, já que Carmem nasceu em Portugal. Ela se apresentava com uma alegoria na cabeça cheia de frutas, principalmente bananas, dai as imagens da época associarem sempre nosso país como um celeiro de frutas, colorido, cheio de sol, samba e carnaval, uma república alegre.

Penso que em diversos lugares a imaginação era que tinhamos pés de bananas pelas ruas. Outro engano, pois banana é originária do Sul da Ásia.

Porém, deixemos os detalhes históricos e vamos analisar e satirizar essa associação, assim fazendo jus à fama de país alegre e festeiro, um verdadeiro circo.

Vamos pensar em algum político, qualquer um. O cara começa na tenra idade, menino mesmo, a se embrenhar na política, mais ou menos assim: ingressa em movimentos estudantis, se candidata a vereador, deputado, encontra alguém de alguma família abastada, se casa, tem filhos. Chega a deputado federal, senador, a governador. Nesta altura da vida, seus filhos já estão crescidos, e veja, já seguindo as pegadas do dito cujo pai, o filho segue para estudos, faz mais ou menos os caminhos percorridos pelo pai, também se casa e tem mais filhos, que já são os netos de nosso primeiro personagem.

Para você entender o que vem a ser a metáfora ‘República das bananas’, precisa sair da cidade e ir para o campo.

Para uma plantação de bananas não perder a linhagem, é preciso plantar, sempre em conjunto de três, ou seja, avô, filho e neto, e assim sucessivamente, quando o avô deixar o posto , o filho assume seu lugar, e no final do filho o neto dará seqüência, assim por diante.

Portanto, nossos políticos se assemelham às bananas. Procure ver e associe os sobrenomes. Não adianta mudar um ou outro, se não acabar com a linhagem inteira, pois o defeito congênito de caráter está contido no DNA e será levado de geração em geração.

E isso vem de longe, começou lá em um país chamado de pátria-mãe, o nosso amado Portugal. A linhagem trazida para cá não era lá das melhores e o resultado está aí há séculos!

A verdade é que nossos políticos são bananas, no sentido figurado, óbvio.

Deixemos as coitadas das bananas de fora, pois nem pertence ao nosso continente “Chiquita bacana lá da Martinica, se veste com uma casca de banana nanica”…

Que o diga Carmem Miranda!                                                                                      

 Sônyah Moreira

Votorantim/SP




Artigo de Guaçu Piteri: 'Dona Dilma deixou cair a máscara…'

Guaçu Piteri
Guaçu Piteri

Guaçu Piteri: Dona Dilma deixou cair a máscara…

 

Quero crer que os leitores deste blog lembam-se que, em meados de 2013, jovens do “Movimento Passe Livre” saíram às ruas, em protesto que sacudiu a Nação. “(Leia no post: O grito do jovem acordou o gigante” 21/06/2013). Na tentativa de conter a onda avassaladora que demoliu sua imagem, a presidente da república, acuada, tomou algumas medidas emergenciais.  O projeto da “Lei Anti-corrupção” que, havia anos, estava engavetado no Senado, foi aprovado a toque de caixa. Pela nova Lei, empresas (pessoas jurídicas) ficam sujeitas a punição pela prática de delitos contra a Administração Pública. Era o avanço indispensável para punir o corruptor. (Leia post: “Quem tem medo da Odebrecht”; 25/06/2015).

Hoje, decorridos menos de dois anos, é editada a Medida Provisória 703 que admite a celebração de acordos de leniência com as empreiteiras, para livrá-las do risco de serem proibidas de firmar contrato com os órgãos públicos. Esse ato é estranho e suspeito, por duas razões: primeiro, porque antes de ser testada, a lei, que a própria presidente havia  sancionado, é alterada no que apresenta de essencial; e, segundo, porque alija o Ministério Público e o Tribunal de Contas da União da análise dos acordos de leniência.

Quem acompanha os desdobramentos da operação Lava Jato já deve ter percebido que as empreiteiras do cartel que se especializou em assaltar os cofres do governo federal, não estão nem aí com as cifras das multas e dos milhões (ou bilhões?) que, mediante acordões de leniência, se prontificam a devolver. Por astronômicas que possam ser – e são – essas cifras não passam de migalhas quando comparadas ao dinheiro surripiado. O que as empresas temem é o risco de serem consideradas “ficha suja”, o que implica proibição de firmar contratos com os órgãos governamentais. A MP tem a finalidade de livrá-las desse risco.

Assim retrocedemos ao roteiro já conhecido. Os funcionários e executivos coniventes com o malfeito praticado pela empresa passarão pelos constrangimentos próprios do risco dos negócios ilícitos que assumiram, mas poderão dormir o sono da impunidade porque contarão com a proteção dos poderosos conglomerados empresariais suspeitos, a que servem. Entre esses atores – pessoas jurídicas e físicas, ou se preferirem, proprietários e “laranjas” – há perfeita sintonia e convergência de interesses. Cada qual seguirá desempenhando seu papel, ciente das vantagens de permanecerem juntos, seja na planície ou na cumeada.

Depois da edição dessa Medida Provisória, ninguém mais tem o direito de duvidar que, com apoio do  petismo e dos partidos da base, o governo segue tolerante à simbiótica associação criminosa de corruptores e corruptos que se organizaram para estruturar o esquema de roubalheira que se alastrou pelos vários órgãos do governo federal. O mais revoltante é que a presidente, ainda uma vez, abusou da boa fé dos brasileiros que acreditaram que a lei anti-corrupção tinha a finalidade de promover a moralização das relações público-privadas.

Neste país do faz de conta aproxima-se o carnaval. Não há época mais propícia para fazer da galhofa a revolta popular. Com a edição da MP 703, Dona Dilma deixou cair a máscara. Ganhou o direito de desfilar na comissão de frente das escolas de samba, ao lado dos pesos pesados das empreiteiras denunciadas na roubalheira da operação Lava Jato. E, para quem, como eu,  acreditou que a lei anti-corrupção era para valer, resta um consolo. Pode sair nos blocos carnavalescos ostentando o nariz de palhaço. Mas, quer um conselho, caro leitor?  Não perca tempo… Corra em busca do seu, porque, no Brasil de hoje, esse adereço é muito procurado. Por precaução eu já encomendei o meu…




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias ANDRADE, ANDRADE EM MINAS GERAIS e MONTEIRO

Afrânio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTOS NÚMEROS 624 E 625

 

Caro Gustavo.

Encaminho para o seu estudo o que segue abaixo:

Andrade…………………… ……… 31 páginas e 5 brasões. ( abaixo pequeno resumo do arquivo principal )

Andrade em Minas Gerais…..  1 página, reproduzido abaixo.

Monteiro…………………………… 1/2 página e segue 4 brasões em separado.

Espero que ajude em suas pesquisas.

Se precisar de outros, peça.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

ANDRADE

 

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sobrenome de origem Galega. Família antiga originária da Galiza (Galícia ) cujo solar – a vila de Andrada – ficava entre Puente Dueme, Ferrol e Villalba, de cujas vilas o rei Dom Henrique II fez mercê a seu provado Fernão Peres de Andrade, descendente de Bermudo Peres de Traba Freire de Andrada, que provinha dos antigos condes de Traba e Trastamara. Foram feitos condes de Villalba por mercê dos reis Católicos. Procedem de um dos cinco cavaleiros que passaram a Espanha, na guerra contra os Mouros, com o Conde Dom Mendo

Os Andradas – ou Andrades – ligaram-se por diversas vezes aos Freires, razão por que os dois sobrenomes passaram a considera-se indissociáveis, usando uns Andrade Freire, outros Freire de Andrade. Subsistiram também isoladamente.

Por várias vezes passaram a Portugal, onde muito se expandiram.

Os principais ramos portugueses provêm de Rui Freire de Andrade, que veio para Portugal com seus dois filhos Dom Nuno Rodrigues Freire de Andrade, mais tarde mestre da Ordem de Cristo, e Vasco Freire.

João Fernandes de Andrade, filho de Fernão Dias de Andrade e de Dona Beatriz da Maia, serviu os reis Dom Afonso V e Dom João II nas tomdas de Arzila e de Tânger e em recompensa dos seus serviços teve mercê nova de armas (28.2.1485), além da doação, na ilha da Madeira, das terras do Arco da Calheta.

Outra forma: Andrada (v.s.). Talvez represente um genitivo medieval. Cortesão o tira do baixo latim Andriati com dúvida e manda ver Andreade. Em Andreade dá uma forma Andriati, do ano de 1098, e outra Andreadi, de 1099. Outros (Anuário Genealógico Latino, IV, 16) atribuem uma origem grega “andródes”, viril, corajoso. Originário da Galiza. Sobre o assunto apareceu em S. Paulo, 1950, um estudo morfológico do prof. Aluizio de Faria Coimbra, no qual se diz: “Tempo houve em que um insular, um homem de Andros ou alguém que por lá demorara, portanto uma pessoa que no nominativo Sr. gr. era dito András, estabeleceu-se, com muitos outros, na Itália e lá proliferou. Italianizado e usado por sobrenome, este gentílico se tornou Andrade, porquanto pelo acusativo é que os italianos, quase sem discrepância, davam cor doméstica aos vocábulos gregos e latinos da 3ª declinação, inclusive aos nomes próprios. Mas, tal como no caso de naiade supra citado, foi-lhe conservada a tonicidade helênica, incidente sobre o – a -. Com esta forma é que receberam os portugueses a palavra. Tivesse sido pelos italianos respeitada a pronuncia latina e teríamos Ândrade, como Árcade, Oréade, Dríade, Hélade, de acento proparoxítono. Esta a etimologia que sugiro. Doutra parte, sabemos todos que para as palavras gregas da terceira declinação e tema em consoante usavam os romanos, no caso acusativo, indiferentemente, da desinência vernácula -em, ou da desinência grega -a. Aer, aether fletiam-se, para a função de objeto direto, em aerem, aetherem, ou aera, aethera. Dispensa abonação a notoriedade do fato. Pois é essa mesma dualidade que aparece em Andrada e Andrade. São formas do mesmo caso, ambas legítimas e firmadas sobre hábito latino dos mais comprovados.” (Antenor Nascentes, Dic., II, 18). Sobre os Andrades, o desembargador e genealogista Carlos Xavier Paes Barreto, resumiu suas origens da seguinte forma: Andrade é locativo e deriva-se do solar de Andrade, na Galiza, pertencente, segundo Vilas Boas e Sampaio, a Fernão Alves de Andrade que se supõe companheiro de Mendo Rausona e um dos cinco cavaleiros que, com ele, se passaram à Espanha (RGL, X, 57). Portugal: o genealogista, magistrado e escritor, Cristóvão Alão de Moraes [1632-], em sua valiosa obra Pedatura Lusitana-Hispanica, composta em 1667, dedica-se ao estudo desta família [Alão de Moraes  – Pedatura, II, 1.º, 226, 521, 616; II, 1.º, 7; V, 2.º, 167, 175; VI, 2.º, 108]. Macau: o genealogista Jorge Forjaz, em sua valiosa obra Famílias Macaenses, impressa em 1996, dedicou-se ao estudo desta família, de origem portuguesa, que se estabeleceu, no século XX,  em Macau [Forjaz – Famílias Macaenses, Vol. I, 215]. Espanha: o genealogista Júlio de Atienza, em sua obra Dicionário Nobiliário Español, dedica-se ao estudo desta família [Julio de Atienza – Dicionário, 270]. Galiza: o genealogista, Frei José S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra Linajes y Blasones de Galicia, dedica-se ao estudo desta família [Pozo – Linajes de Galicia]. Brasil: Inúmeras foram as famílias com este sobrenome que passaram ao Brasil, no decorrer destes seus quase 500 anos de história. Em Pernambuco, por exemplo, registra-se uma família com este sobrenome, no tempo de sua colonização, originária da Ilha da Madeira, e pertencente ao grupo Freire de Andrade. Seus descendentes espalharam-se pela Bahia e Alagoas.

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Andrade e Batista em Minas Gerais

Andrade Botelho -Sobrenome de abastados proprietários rurais, de fazendas de café, estabelecida em Minas Gerais. A união dos dois sobrenomes teve princípio no Cap. Tomé Inácio Botelho [1774-1826], filho de Francisco Inácio Botelho e de Maria Teresa de Araújo Menezes. Deixou numerosa descendência de seu cas., em 1798, MG, com Emerenciana Constança de Andrade, filha do licenciado Jerônimo de Andrade Brito e de Maria Monteiro de Souza. Foram antepassados do Dr. Francisco de Andrade Botelho [1867-1923, RJ], senador Federal, por MG e um dos fundadores da casa bancária Ribeiro Junqueira, Irmão e Botelho. Nota: ver separadamente os sobrenomes Andrade e Câmara.

 

Andrade Câmara -Com este mesmo duplo sobrenome, há outra importante família em Minas Gerais. Um dos seus troncos estabeleceu-se no Município de Montes Claros, e procedem de Justino de Andrade Câmara, nascido em 1828, em São João Batista. Filho do Capitão João de Andrade Câmara. Passou a Montes Claros, em 1857, na função de Agente do Correio. Vereador e Vice-Presidente da Câmara (1860). Administrador do Município de Montes Claros (1869). Deputado Provincial. Presidente da Assembléia Provincial. Professor público e advogado vitalício, por provisão de 1874, do Governo da Província. Promotor Público da Comarca de Montes Claros. Deixou larga descendência de seu casamento com Maria Francisca de Oliveira (Hermes de Paula, Montes Claros, 179). Heráldica [Inocêncio Matoso de Andrade Câmara – 25.11.1830. Cartório da Nobreza, Livro VIII, fl. 255v]: um escudo esquartelado com as armas das famílias Andrade [1.º], Câmara [2.º], Simões [3.º] e Silveira [4.º].

 

Andrade Paiva – antiga e importante família de abastados proprietários rurais estabelecida em Minas Gerais. Teve princípio no casamento de Antônio Machado de Azevedo Paiva, por volta de 1845, com Lucinda Emília de Andrade.

 

Andrade Penha – Antiga e importante família do Estado de Minas Gerais. Teve princípio no casamento de José Gonçalves Penha, por volta de 1825, com Maria Rita de Andrade, filha de José de Andrade Peixoto e de Maria Vitória de Moraes.

 

Batista Machado -Sobrenome de origem portuguesa estabelecida em Minas Gerais, para onde passou o Comendador João Batista Machado, nat. de Portugal, que deixou geração, em São João del-Rei, onde casou, em 26.07.1814, com Ana Joaquina dos Santos [ -1851], filha de Antônio de Souza Coimbra. Foram pais do comendador Carlos Batista Machado [- 29.08.1854, São João del-Rei, MG], Juiz Municipal do Termo de S. João del-Rei e ocupou altos postos na Guarda Nacional (Sebastião Cintra – Efemérides, 360). Nota: ver separadamente os sobrenomes Batista e Machado.

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Es este preclaro apellido de mucho renombre y noble linaje del reino de Galicia. Pero sucede que se halla entremezclado con el también ilustre apellido de Freire. Como acertadamente dice don Francisco Piferrer, a veces resulta harto difícil separar uno del otro. El famoso apellido Freire tuvo su casa solar y raíz en el lugar de este nombre, Freire, que dista dos leguas de la ciudad de Braga y otras dos de la de Castro. Se supone, por los datos que se utilizan, fue fundado por Gómez Freire, descendiente de uno de los cinco caballeros godos que llegaron a Galicia con el conde don Mendo. A principios del siglo XII florecía, en Galicia, Martin Freire señor del castillo de Lodomiño. Y es aquí cuando entra en liza, el apellido de que nos ocupamos, Andrade, en la persona de Nuño Freire de Andrade que fue uno de los hidalgos o terratenientes que el rey Alfonso armó como Caballero de la Banda, en la ciudad de Burgos en el año 1.338. Ocurre que desde muy antiguo los de apellido Andrade contrajeron frecuentes enlaces con los del linaje Freire, de modo que, durante muchos siglos, ambas casas permanecieron unidas, considerándose como una sola familia y usando indistintamente el apellido Andrade o el de Freire y con frecuencia ambos unidos entre sí: Freire de Andrade. Y los mismo ocurrió con las armas, utilizando indistintamente las de Andrade o las de Freire. A fuerza de repetirse tantos lazos de familia, tanto Andrades como Freires llegaron a considerarse como procedente de una misma fuente y por lo tanto con iguales derechos y prerrogativas.

ARMAS:
Escudo de oro y cinco lobos de sable.

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MONTEIRO

 

Poderá este nome ter raízes toponímicas, como pode derivar de alcunha granjeada pela prática de um ofício.

Os mais antigos membros desta família que se conhecem documentados são do século XIV.

Armas

De prata, três trompas de caça de negro, embocadas e viroladas de ouro, os cordões de vermelho. Timbre: duas das trompas das armas passadas em aspa, atadas de prata.

Títulos, Morgados e Senhorios

Barões da Estrela

Barões de Alvoco da Serra

Barões de São Domingos

Condes da Estrela

Condes de Alva

Condes de Bovieiro

Condes de Sena

Condes de Silva Monteiro

Marqueses de Santa Iria

Viscondes da Estrela

Viscondes de Bovieiro

Viscondes de Mossoró

Viscondes de Rio Xévora

Viscondes de Silva Monteiro

Viscondes de Vila Nova de Gaia

Cargos e Profissões

Advogados

Bastonários da Ordem dos Advogados

Deputados

Engenheiros

Ministros

Professores

 

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—–Mensagem Original—–

From: Gustavo Uchoa

Sent: Tuesday, January 26, 2016 9:15 PM

To: afraniomello@itapetininga.com.br

Subject: Famílias Monteiro e Andrade

 

Boa noite Afranio,

Estava lendo seu site, http://www.jornalrol.com.br/ e achei-o muito interessante. Você cita que talvez tenha informações sobre meus ancestrais. Se tiver ficaria muito grato.

Por favor, se você tiver alguma informação sobre a família Monteiro e família Andrade, por gentileza, peço que me envie, pois estou montando a arvore genealógica da minha casa.

Muito obrigado,

Atenciosamente,

Gustavo Uchoa

gustavouchoa@gmail.com




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia AZEVEDO MARQUES

Afrânio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTO NÚMERO 620

 

Caro Auro, boa tarde.

 

Na realidade eu não tenho um SITE.

Tenho uma Coluna sobre Genealogia no ROL – Região On Line, Jornal Eletrônico,

do amigo Helio Rubens de Arruda e Miranda.

 

Nessa coluna eu atendo pedidos dos mais diversos lugares do Brasil e do Exterior

solicitando o histórico de seus sobrenomes.

Tenho um arquivo imendo deles e também de brasões.

Na medida do possível atendo a todos e sem custo financeiro.

 

No seu caso, vou inserir o sobrenome AZEVEDO MARQUES no meu arquivo e citando

o seu nome como o Autor do texto.

 

Quem fizer alguma solicitação nesse sentido, eu repasso ele, com muito prazer.

 

Segue abaixo o texto salvo no meu arquivo com o nome de : AZEVEDO MARQUES

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

AZEVEDO MARQUES

 

“Benedicto dos Santos de Azevedo Marques nasceu no bairro de Santa Efigênia, na capital paulista. Casou-se com Gertrudes Maria de Oliveira Roza em 26 de dezembro de 1850 e cujo nome passou a ser Gertrudes Maria de Azevedo Marques. Nascem os filhos do casal: João dos Santos de Azevedo Marques no dia 16 de dezembro de 1855, Brasilio dos Santos de Azevedo Marques em 09 de novembro de 1857 e Brasilio Amélio de Azevedo Marques em 11 de novembro de 1858. Além desses, nasceu também João Baptista de Azevedo Marques.

Gertrudes era professora e como tal fora designada à cidade paulista de Itapetininga, onde a família passa a morar no começo de 1859. Nesta cidade nasceram: Maria dos Santos de Azevedo Marques (1859), Benedito dos Santos de Azevedo Marques Junior (1861), Genoveva dos Santos de Azevedo Marques (1863), Francisco dos Santos de Azevedo Marques (1865), Augusta dos Santos de Azevedo Marques (1866) e Laurindo de Azevedo Marques. Em junho de 1878 a professora Gertrudes é removida para a cidade de paulista de Tietê. Baseando-se nas datas de nascimento dos filhos e na data de remoção, o casal permaneceu cerca de vinte anos na cidade de Itapetininga.

Após mais de 24 anos de magistério, Gertrudes pede sua aposentadoria em julho de 1883. Mas, falece três meses depois em outubro com a idade de quarenta e oito anos. O esposo, filhos, noras e genros agradecem, pela imprensa, aos que acompanharam a enfermidade e o enterro de Gertrudes.

Durante o período em que viveu em Itapetininga, Benedicto trabalhou como alfaiate. Ocupou também o cargo de 1º suplente de delegado, sendo exonerado em agosto de 1868. Em 1872 era alferes da Guarda Nacional e eleitor liberal. Na cidade de Tietê envolveu-se com a política ocupando o cargo de vereador em 1883. Exerceu o cargo de guarda com atribuições de enfermeiro e fiscal de limpeza, pedindo demissão do cargo em junho de 1884. No mesmo ano defendeu como procurador, alguns colonos locais, despachando requerimento pedindo o pagamento e gratificação a eles, conforme a lei garantia. No ano de 1885 o viúvo Benedicto está em São Paulo, onde casa-se com a paulistana Josepha Cezínia Gonçalves Neves.”

Fontes:

https://familysearch.org

Jornais do Correio Paulistano (vários anos);

Almanach da Privincia de São Paulo de 1883.

Almanach da Privincia de São Paulo de 1886.

Este texto faz parte a biografia que estou levantando sobre a figura de Brasilio Amelio de Azevedo Marques. E sobre esse cidadão em particular ou alguém de sua família, caso o senhor encontre alguma notícia por menor que seja, peço a gentileza de entrar em contato comigo por esse e-mail ou pelo telefone (11) 973758259.

Aproveito para parabenizar o trabalho exposto no site

 

Desde já agradeço,

 

Auro Malaquias dos Santos – Autor do Texto.

Bibliotecário desde 2005 da Biblioteca Pública Municipal de Mogi das Cruzes, SP




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias GALVÃO, OLIVEIRA, JESUS E MARTINELLI

ATENDIMENTOS NÚMEROS 626, 627, 628, 629 E 630

 

Prezada Luciana, boa tarde.

Respondendo suas dúvidas informo:

Camalionte e ou Camalionti é de origem italiana e não tem referência de origem judaíca. No dicionário está informado que a

variante é STELLA.

Martinelli é italiano e também não encontrei referência judaíca.

Galvão e seus derivados Galvin Gwalchmei Gauvain, tem origem portuquesa, francesa e gaulês.

Não encontrei referência como origem judaica.

Jesus , a pessoa , é de origem Judaíca mas não encontrei referência aos que usam esse nome ser de origem judaíca.

 

O sobrenome OLIVEIRA ,na Idade Média, especialmente na época da Inquisição Católica, muitos judeus se tornaram

“ cristãos”, para não serem queimados em fogueiras; sendo assim, as várias famílias ao fazerem isso deixaram o seu

sobrenome hebraico original e adotaram um sobrenome português  Muitos desses judeus escolheram adotar sobrenomes

como: Oliveira, Pereira, Prado, Silva, Nogueira, e outros similares.

 

Segue os arquivos :

 

Galvan…………………. 10 páginas e 3 brasões ;

Oliveira………………… 40 páginas e 1 brasão ;

Jesus……………………  15 páginas e 1 brasão e

Martinelli……………….    8 páginas e sem brasão.

 

Abaixo pequena mostra dos textos anexados.

 

 

Luciana, você tem um imenso material para pesquisa e espero que suas dúvidas tenham sido sanadas.

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

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Galvan, Galvani

sobrenome de origem latina. Em português o sobrenome é Galvão. Sobrenome de uma família deorigem italiana estabelecida no Rio Grande do Sul, a qual pertence Valentin Galvani, que deixou geração do seu casamento, por volta de 1915, com Ana Bregalda [Gentil Costella, Costella-Mattiello, 165]. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – a filha, Maria Galvani, nascida a 01.04.1919, Paraí, RS, e falecida a 27.12.1972, Francisco Beltrão, PR. Com geração do seu casamento com Antônio Felipe Bordignon, nascido a 01.12.1916, em Capoerinha-Paraí, RS. Foram residir em Francisco Beltrão, Estado do Paraná; II – a filha, Rosina Galvani, nascida a 03.04.1924, Paraí, RS. Com geração do seu casamento com Rosimbo Bordignon, nascido a 08.05.1921, em Capoerinha-Paraí, RS -. Foram residir em Caraíba, Seara, Estado de Santa Catarina.

 

Galvão

sobrenome derivado do francês Gauvain, personagem do romance da Távola Redonda. É usado como sobrenome(Pandiá, 180). Gauvain: antigo nome de batismo, mais usual na idade média pelos romanos «bretões» da Távola Redonda: no gaulêsGwalchmei (Dauzat, 283.). Outros procedem os Galvão, da família Galvin, da qual usa o brasão de armas (Anuário GenealógicoLatino, I, 47). Galvin: parece ser o equivalente de gâte vin (Dauzat, 277). Sanches Baena, em Portugal, estabelece uma alcunha, tomada da ave gavião: A família com este sobrenome é oriunda de Portugal, e não da Inglaterra como disseram alguns. O seu estabelecimento foi na província do Alentejo; o sobrenome foi alcunha, onde ao gavião chamavam galvão, pássaro que consta de seuBrasão de Armas (Sanches Baena, II, 75). Importante família do Maranhão, que teve princípio em Antônio José Galvão, que deixou numerosa descendência de seu cas., c.1762, com Joana Maria Lamaignère, descendente de Pierre Lamaignère, patriarca desta famíliaLamaignère (v.s.), do Maranhão. Entre os descendentes deste casal, registram-se: I – o neto, Antônio José Galvão [c.1798, MA -], Matriculado, a 25 de Outubro de 1822, no curso de Filosofia, da Universidade de Coimbra (obrigatório aos estudantes de Direito); em 1822, no Curso de Matemática (voluntário); e a 4 de Outubro de 1823, no Curso de Direito da mesma Universidade; II – o bisneto Oscar Lamaignère Leal Galvão [c.1870 -], Médico – citado no título Lamaignère Galvão; III – a bisneta, Inêz Josefina Galvão [- 23.03.1876], que por seu cas. tornou-se a matriarca da família Galvão de Carvalho (v.s.), do Maranhão. No Mato Grosso, há uma família com estesobrenome, originária de Goiás, que teve princípio no Juiz de Órfãos José Martins Galvão [c.1792, GO – ?], filho de Inácio Bueno, e netode Gertrudes Bueno, da importante família Bueno (v.s.), de São Paulo. Deixou numerosa descendência (dez filhos), pela qual correm os sobrenomes Galvão, Antunes Galvão e Ribeiro Galvão, do seu primeiro cas., c. 1807, com Isabel de Arruda Maciel, filha de Francisco Leite de Araújo (José de Mesquita, RIHMT, 1943). Sobrenome de uma família de origem portuguesa, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 04.07.1884, Filomena Galvão, natural de Portugal, procedente de Lisboa, 34 anos de idade, com destino a Amparo, Estado de São Paulo [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 073 – 04.07.1884].

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Jesus

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sobrenome português de invocação religiosa muito utilizado em Portugal e Brasil que, com especial incidência a partir da segunda metade do século XIX, começou a ser adotado como sobrenome, prática que foi seguida por um número sem conta de famílias diferentes, daí resultando  na existência de um grande número famílias que o usa sem que nenhuma relação de parentesco exista entre elas.

Especialmente no Brasil após a libertação dos escravos, através da Lei Áurea de 1888, muitos escravos adotaram o nome dos antigos senhores ou por razões religiosas.

 

Houve uma antiga família portuguesa, estabelecida em 1675 em Pernambuco, por Thomaz Varela de Lima, cuja descendência do seu casamento com Mariana Ribeiro Calado, por motivos religiosos começou assinar Jesus, e acabaram por adotar como sobrenome. Na Bahia, a Família dos Ferreira de Jesus foi estabelecida no ínicio do século XIX.

Sagrado nome do Filho de Deus. Do hebraico, da época evangélica Iexu, por Ieoxud ou Iexuá, Deus é o seu auxílio, através da transcrição grega Iesoús e do latim Iesus. O s é a desinência de nominativo singular grego. Aquele a quem Deus é auxílio. Salvação. Jeová é salvação (Antenor Nascentes, II, 16A). Antiga família, de origem portuguesa estabelecida em Pernambuco, para onde passou, antes de 1751, Thomaz Varela de Lima, cuja descendência do seu cas. com Mariana Ribeiro Calado, nat. do Cabo (PE), assina-se Jesus e Ribeiro Calado (Estirpe de Sta. Tereza, 19). Sobrenome de algumas famílias estabelecidas na Cidade do Rio de Janeiro. Na Bahia, existem os Ferreira de Jesus. Família estabelecida, na primeira metade do século XIX, no Rio de Janeiro, à qual pertence Joaquim Manoel de Jesus e Francisco das Chagas de Jesus, que deixaram geração, registrada na Igreja da Candelária. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 06.10.1882, a bordo do vapor Navarre, Maria de Jesus, natural da Itália, católica, 28 anos de idade, procedente de Gênova, com destino à Capital do Estado de São Paulo. Veio em companhia da filha, Maria, natural da Itália, 1 ano de idade [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 043 – 06.10.1882].

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Oliveira

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sobrenome  português de raízes toponímicas, foi tirado da designação do Paço de Oliveira, na freguesia de Santa Maria de Oliveira, termo de Arcos de Valdevez. A família que adotou este nome por sobrenome é de remotas e nobres origens, a ela pertencendo o arcebispo de Braga Dom Martinho Pires de Oliveira, que instituiu um rico morgadio em Évora, que deixou à descendência de seu irmão Pedro  Mem Pires de Oliveira em 1306. As armas antigas dos Oliveiras, talvez  tão antigas que antecedessem o nascimento das chamadas regras da armaria ou, pelo menos, a sua aplicação em Portugal.

Na Idade Média, especialmente na época da Inquisição Católica, muitos judeus se tornaram “ cristãos”, para não serem queimados em fogueiras; sendo assim, as várias famílias ao fazerem isso deixaram o seu sobrenome hebraico original e adotaram um sobrenome português  Muitos desses judeus escolheram adotar sobrenomes como: Oliveira, Pereira, Prado, Silva, Nogueira, e outros similares.

No Brasil, após a libertação dos escravos negros em 1888, muitos destes adotaram o sobrenome dos seus antigos senhores, sendo assim, é difícil atualmente  dizer com precisão quem é realmente  parente deste ou daquele

De oliveira, subst. comum (Antenor Nascentes, II, 223). Vem esta família de Pedro de Oliveira, que foi o primeiro com este sobrenome, cujo filho Martim Pires de Oliveira, arcebispo de Braga, instituiu em 1306 o morgado de Oliveira, em seu irmão Mem Pires de Oliveira. Foi seu solar na freguesia de Santiago de Oliveira, donde esta família tomou o sobrenome, no concelho de Lanhoso. No tempo de D. Diniz I, rei de Portugal em 1281, já era «família antiga, ilustre e honrosa», como consta dos livros de inquirições desse rei (Anuário Genealógico Latino, I, 72). Ilha da Madeira: o genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, Tomo I, 84]. Ilha de S. Miguel: o genealogista português Gaspar Fructuoso, em sua História Genealógica de Sam Miguel [Saudadas da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta família, em seu Capítulo XXX – Dos Nobres Oliveiras; de Pedro Anes Preto e Joan Alvares Cavalleiro, que fizeram su assento na Villa D´Agua de Páo [Gaspar Frctuoso- Saudades da Terra, 234]. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, a de Bento de Oliveira [- 1657, RJ], que deixou descendência do seu cas. no Rio, em 1617, com Ana de Sampaio, n. no Rio, onde fal. em 1654 (Rheingantz, III, 35).

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Martinelli

sobrenome de origem italiana. difuso em toda a Itália peninsular, com exceção  da região da Calábria. Existe uma variante hebraica , Beer Martinelli.

Classificado como patronímico, pois remonta ao nome próprio do fundador deste tronco familiar. Martinelli é a forma plural de Martinello, inicialmente Martinus recebeu um sufixo diminutivo ello, que dava um tom mais familiar e íntimo; como por exemplo no Brasil Toninho é a forma familiar de Antônio. Martinelli deriva do nome de origem  latina Martinus. Inicialmente, os primeiros a utilizar este sobrenome eram conhecidos como “ Fulano Filius Quondam Martinus “ ou seja “ Fulano filho do senhor Martinus ou Martinello ( forma familiar ) “, já a segunda geração, ou seja, os netos do senhor Martinello já utilizavam o nome do avô como sobrenome.

 

Sobrenome de origem italiana – composto de Martino, com o sufixo –elli (sufixo diminutivo, podendo traduzir-se pelo nosso -inho) [Ciro Mioranza, Dic. dos Sobren. Italianos, 201]. Família originária da Itália, que passou à Portugal, de onde teve um de sues ramos, emigrado parta o Rio de Janeiro. Teve princípio em Caetano Domênico Nicolo Martinelli, nat. de Roma, que passou à Portugal, onde cas., c.1785, Lisboa, com Luiza Maria da Conceição de Almeida. Foram paisde seis filhos, entre eles, Maria José Martinelli, cas. em 1803, Lisboa, com José Joaquim Xavier de Brito, patriarca de um dos ramos da família Xavier de Brito (v.s.), do Rio de Janeiro; e Eugênia Maria Barbara Martinelli [c.1798- ?], que passou ao Rio de Janeiro, onde cas., em 1820, com o cunhado de sua irmã, Marechal Joaquim Norberto Xavier de Brito,patriarca de outro ramo de sua família. Família estabelecida na Bahia, em fins do séc. XIX, à qual pertencem: I – o comerciante Ângelo Henrique Martinelli, proprietário, em 1898, de um escritório de miudezas, na rua Formosa, n.º 31, Salvador; II – e os advogados Ângelo Henrique Martinelli Júnior, Ariston Henrique Martinelli e Agenor Henrique Martinelli, diplomados, respectivamente, em 10.03.1894, em 09.12.1897 e em 11.12.1897, em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade Livre de Direito da Bahia. Família de origem italiana, estabelecida no Município de Santa Teresa, no Estado do Espírito Santo, para onde passou, em 1874, oriunda do norte da Itália (Tirol italiano).

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LEIA COM ATENÇÃO ESTE ARTIGO.

Artigo do site : http://www.olhardireto.com.br/conceito/noticias/exibir.asp?id=3514

 

Apenas o sobrenome não indica que uma pessoa tenha ascendência judaica. O que realmente torna o sobrenome relevante, como judaico, é a pratica de tradições judaicas mantidas pela família, principalmente entre os mais idosos, como avós e bisavós.

Com a presença de tradições, o sobrenome torna-se importante para a busca de um passado judaico “perdido” (Segue abaixo uma lista de sobrenomes frequentemente adotados pelos judeus na conversão forçada à religião católica, quando tornavam-se “cristãos-novos”).

A historiadora da Universidade de São Paulo, Anita Novinsky, em sua dissertação “O mito dos sobrenomes marranos”, exemplifica o dilema dos cristãos-novos brasileiros, nos primeiros séculos do país.

Peças descobertas por arqueólogos mostram os “cacos da escravidão” em Chapada dos Guimarães.
Expor ou não o sobrenome da família fora de casa, sob risco de ser identificado pela Inquisição e acusado do crime inafiançável de “judaísmo”? O temor e a delicadeza do tema fizeram com que a genealogia dos descendentes de judeus portugueses no Brasil fosse envolta, por séculos, numa bruma de mitos e ignorância.

Uma reportagem da Folha de São Paulo informa que no final do século XV, os judeus compunham entre 10% e 15% da população de Portugal — somando os cerca de 50 mil locais e os quase 120 mil que cruzaram a fronteira em 1492, quando os Reis Católicos Fernando e Isabela expulsaram toda a população judaica da Espanha.

Nos primeiros dois séculos depois do Descobrimento, o Brasil recebeu boa parte dessa população, os chamados cristãos-novos (ou “marranos”, pelo apelido pejorativo da época).

Até recentemente, acreditava-se que esses judeus conversos abandonaram seus sobrenomes “infiéis” para adotar novos “inventados” baseados exclusivamente em nomes de plantas, árvores, frutas, animais e acidentes geográficos.

Arquivos da inquisição

A mais importante pista para identificar um marrano está justamente nos arquivos da Inquisição. Aproximadamente 40 mil julgamentos resistiram ao tempo, 95% deles referentes a crimes de judaísmo.

A pesquisadora Anita Novinsky encontrou exatos 1.819 sobrenomes de cristãos-novos detidos, só no século XVIII, no chamado “Livro dos Culpados”. Os sobrenomes mais comuns dos detidos eram Rodrigues (citado 137 vezes), Nunes (120), Henriques (68), Mendes (66), Correia (51), Lopes (51), Costa, (49), Cardoso (48), Silva (47) e Fonseca (33).

Isso não quer dizer, no entanto, que todas as famílias com esses sobrenomes eram marranas. Nas investigações, sob tortura, os detidos diziam tudo o que os inquisidores queriam ouvir, acusando vizinhos, empregados e parentes “inocentes”. Fora isso, os sobrenomes eram realmente comuns.

O historiador paulistano Paulo Valadares, autor do “Dicionário Sefaradi de Sobrenomes”, no qual destaca 14 mil sobrenomes oriundos de judeus da Península Ibérica, alerta que é preciso ir além: identificar se há antepassados portugueses que chegaram ao Brasil nos séculos XVI ou XVII ou se foram citados nos anais da Inquisição até o século XVIII, se a família se estabeleceu em alguma região específica e se guarda tradições “estranhas”.

 

 

 

From: Camalionte, Luciana

Sent: Thursday, January 28, 2016 2:25 PM

To: Afrânio Tintaspig

Subject: RES: Familia

 

Oi Afrânio me perdoe, tem um erro:

 

De minha mãe:

Mãe: Alzira Ângela de Jesus

 

maria – este nome não existe, foi só erro de digitação

 

Pai: Pedro Surdino de Oliveira

 

 

De: Afrânio Tintaspig [mailto:afranio@tintaspig.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 28 de janeiro de 2016 13:57
Para: Camalionte, Luciana <lcamalionte@velcro.com>
Assunto: Re: Familia

 

De onde você é.

No aguardo

Afrânio

 

ET: Vai demorar alguns dias para eu informar.

 

From: Camalionte, Luciana

Sent: Thursday, January 28, 2016 1:40 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Familia

 

Oi Afrânio

 

Meu sonho é saber se tenho alguma origem israelita…alguém me disse isso e eu queria muito saber… vi em um site que você pode me ajudar.

Meu nome é Luciana Camalionte, filha de Lourival Camalionte e Geralda Sudino de Oliveira.

De meu Pai:

 

Pai: José Camalionte

Avô paterno: Catulo Camalionte

Avó paterna: Elisabete Martinelli

Avô materno: Benedito Galvão

Avó Materna: Não sei o nome

 

De minha mãe:

Mãe: Alzira Ângela de Jesus

maria

Pai: Pedro Surdino de Oliveira

 

Avô paterno:

Av




IHGGI cria um grupo de estudos sobre o Tropeirismo

‘O Tropeirismo enquanto fator de unidade nacional’

Mesmo estando oficialmente em recesso, o Instituto Histórico,m Geográfico e Genealógico de Itapetininga não para de estudar os assuntos de suas áreas de dedicação.
A confreira Alba Regina Franco Carron Luisi, coordenadora do Departamento de História do IHGGI solicitou e a diretoria aceitou a criação de um GE – GRUPO DE ESTUDO dedicado especificamente ao assunto ‘O tropeirismo enquanto fator de unidade nacional’
Segundo os estudos iniciais da colega confreira, já se falou bastante  sobre a importância histórica do Tropeirismo, sempre relacionando as atividades dele ao centro-sul do
nosso país.
Mas, segundo a colega estudiosa, há razões para se acreditar que o Tropeirismo foi também importante meio de integração dos estados centrais com o do norte e do nordeste do Brasil, tornando-se assim importante meio de integração do território nacional.
A confreira Alba Regina, professora de História aposentada, ocupante da cadeira numero 28 do IHGGI, que tem como patrono Fernando Prestes de Albuquerque, está convidando os interessados para participarem desse novo Grupo de Estudos.
Essa participação pode ver virtual ou presencial e independente de qualquer pré-requisito. Todos que tiverem alguma documentação sobre esse tema, fotos, filmes ou estudos realizados, podem fazer parte integrante do GR.
Os interessados devem se comunicar com a professora Alba Regina através do endereço eletrônico do IHGGI (ihggitapetininga@gmail.com), diretamente com ela através do e-meio albaluisi@hotmail.com ou ainda através da página do IHGGI no Facebook: .https://www.facebook.com/groups/IHGGI/?ref=ts&fref=ts. (brevemente teremos também o nosso saite funcionando normalmente).
Presidente