Genealogia: Afrânio Mello fornece gratuitamente sobre as familias FARIA, FARIAS, MOREIRA e OLIVEIRA

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 718, 719 e 720

 

Prezada Sonia Oliveira, boa noite.

Estou encaminhando para o seu estudo e leitura os arquivos :

FARIA/FARIAS ESPANHOL…………………… 9 linhas e sem brasão;

FARIA/FARIAS…………………………………… 8 paginas e 3 brasões, no arquivo principal ;

MOREIRA………………………………………… 12 páginas e 1 brasão.

OLIVEIRA…………………………………………  40 páginas e 1 brasão e mais 3 brasões em separado para

confecção de quadros.

Abaixo um resumo do arquivo anexado.

Espero que fique satisfeita com a remessa.

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

FARIA/FARIAS ESPANHOL

 

En un manuscrito que se conserva en Torre do Tombo de Lisboa se dice que en la casa de los Condes de Villaflor se conservaba una medalla, acuñada en Roma en memoria y recuerdo de don Nuño de Faria hace más de veinte siglos. Según algunos genealogistas, el apellido proviene de la tierra Oferina, entre Barceló y Faón, donde se conserva un solar en ruinas. Se sabe que Tomás de Faria acompañó en las Cruzadas al Conde don Enrique de Bergoña, fundador de la Monarquía portuguesa. Un miembro célebre de la familia Faria, fue don Manuel Godoy y Alvarez de Faria, Príncipe de la Paz, famoso valido de Carlos IV. Armas: En campo de gules, una torre de plata, aclarada de sable y acompañada de cinco flores de lis de plata, tres en jefe y dos en punta.

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clip_image002    clip_image003Faria,Farias 

sobrenome de origem portuguesa. O uso deste sobrenome é bastante remoto, não se sabendo qual a sua raiz, possivelmente toponímica.

Na segunda metade do séc. XII vivia já um certo João de Faria que foi pai de D. Godinho, o prelado que sucedeu a D. João Peculiar na arquidiocese de Braga e que viria a ser beatificado.

De outros Farias medievais se tem notícia documentada, todos eles pertencentes à nobreza, se bem que nos não seja possível entroncá-los uns aos outros.

 

Assim, a um Lourenço Faria se faz menção em 1288, nas inquirições de D. Dinis, dizendo-o senhor da Quinta de Onega do Paço. E em 1360, no instrumento de comprovação do casamento de D. Pedro I com D. Inês de Castro, surge como uma das testemunhas um Garcia Martins de Faria, cavaleiro.

O mais famoso de todos eles não deverá ser esquecido: Nuno Gonçalves de Faria, o célebre alcaide-mor do castelo de Faria, que deu a vida para conservação deste em poder dos portugueses.

De origem geográfica, tomado ao julgado de Faria, termo de Barcelos, Portugal (Antenor Nascentes, II, 109). A família Faria é tão antiga que se acha desde o tempo dos romanos na península ibérica. Acham-se os desta família na fundação do reino português. O seu solar, de onde provém o sobrenome, conforme se disse, é o julgado de Faria, termo de Barcelos, no monte de Franqueira. Ainda se vêem as ruínas do castelo que defendeu Gonçalo Nunes de Faria, no tempo de D. Fernando I, rei de Portugal em 1367, contra Pedro Rodrigues Sarmento, adiantado de Galiza, que o tinha sitiado. O mesmo Gonçalo Nunes de Faria viu matar seu pai Nuno Gonçalves de Faria, prisioneiro dos castelhanos, por não querer persuadi-lo a entregar o castelo. Foi Nuno, alcaide do castelo de Fariam senhor de Menhais, junto à Ponte de Lima (Anuário Genealógico Latino, I, 42; Anuário Genealógico Latino, VI, 253; Baena, II, 65). Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a de Paulo de Faria [c.1586 – 1649,RJ], que deixou geração, a partir de 1616, com Ana da Costa [c.1596 – a.1645] (Rheingantz, II, 17). Rheingantz registra mais 22 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro. Em Pernambuco, entre as mais antigas, está a de Domingos Faria, que deixou geração de seu cas. com Maria Gomes. Moradores na freguesia do Cabo, em meados do séc. XVII (Borges da Fonseca, I, 376). Família antiga estabelecida em São Paulo, que tem a mesma origem da família Domingues Paes (v.s.). Teve princípio no Capitão Diogo Domingues de Faria, sertanista, neto de Pedro Domingues e Clara Fernandes, patriarcas desta família Domingues (v.s.), de São Paulo. Deixou numerosadescendência do seu cas. com Maria Paes (Silva Leme, VIII, 103). Outros Farias procedem de Estevão Sanches de Faria, filho de Manuel da Costa Homem [c.1670-1740] e de Mécia Ribeiro. Deixou geração do seu cas., em 1733, em Parnaíba [SP], com Francisca dos Reis,filha de João Rodrigues da Costa e de Ana dos Reis (Silva Leme, VI, 352). No Espírito Santo, registra-se a família do Cap. Manuel Fernandes Lopes de Faria, fal. antes de 1810, que deixou geração do seu cas. com Maria de Araújo Ramalho. Foram pais de Beatriz e Joana (Rheingantz, TC-2).

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clip_image002 Moreira

sobrenome de origem portuguesa derivado de amoreira ( árvore da amora ).  Trata-se de um sobrenome  de típicas raízes toponímicas, tirado da designação da freguesia de Santa Maria de Moreira, na comarca de Celorico de Basto, que Pedro Pires Moreira, cavaleiro, contemporâneo dos Reis portugueses  Dom Sancho I e Dom Afonso II, trazia por honra.

Armas

As armas: de vermelho, nove escudetes de prata, cada um carregado de uma cruz florenciada de verde, postos em três palas.

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image  Oliveira 

sobrenome  português de raízes toponímicas, foi tirado da designação do Paço de Oliveira, na freguesia de Santa Maria de Oliveira, termo de Arcos de Valdevez. A família que adotou este nome por sobrenome é de remotas e nobres origens, a ela pertencendo o arcebispo de Braga Dom Martinho Pires de Oliveira, que instituiu um rico morgadio em Évora, que deixou à descendência de seu irmão Pedro  Mem Pires de Oliveira em 1306. As armas antigas dos Oliveiras, talvez  tão antigas que antecedessem o nascimento das chamadas regras da armaria ou, pelo menos, a sua aplicação em Portugal.

Na Idade Média, especialmente na época da Inquisição Católica, muitos judeus se tornaram “ cristãos”, para não serem queimados em fogueiras; sendo assim, as várias famílias ao fazerem isso deixaram o seu sobrenome hebraico original e adotaram um sobrenome português  Muitos desses judeus escolheram adotar sobrenomes como: Oliveira, Pereira, Prado, Silva, Nogueira, e outros similares.

No Brasil, após a libertação dos escravos negros em 1888, muitos destes adotaram o sobrenome dos seus antigos senhores, sendo assim, é difícil atualmente  dizer com precisão quem é realmente  parente deste ou daquele

De oliveira, subst. comum (Antenor Nascentes, II, 223). Vem esta família de Pedro de Oliveira, que foi o primeiro com este sobrenome, cujo filho Martim Pires de Oliveira, arcebispo de Braga, instituiu em 1306 o morgado de Oliveira, em seu irmão Mem Pires de Oliveira. Foi seu solar na freguesia de Santiago de Oliveira, donde esta família tomou o sobrenome, no concelho de Lanhoso. No tempo de D. Diniz I, rei de Portugal em 1281, já era «família antiga, ilustre e honrosa», como consta dos livros de inquirições desse rei (Anuário Genealógico Latino, I, 72). Ilha da Madeira: o genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, Tomo I, 84]. Ilha de S. Miguel: o genealogista português Gaspar Fructuoso, em sua História Genealógica de Sam Miguel [Saudadas da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta família, em seu Capítulo XXX – Dos Nobres Oliveiras; de Pedro Anes Preto e Joan Alvares Cavalleiro, que fizeram su assento na Villa D´Agua de Páo [Gaspar Frctuoso- Saudades da Terra, 234]. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, a de Bento de Oliveira [- 1657, RJ], que deixou descendência do seu cas. no Rio, em 1617, com Ana de Sampaio, n. no Rio, onde fal. em 1654 (Rheingantz, III, 35). Rheingantz registra mais 47 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosas descendêcias no Rio de Janeiro.

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From: Sonia Oliveira

Sent: Thursday, May 05, 2016 2:34 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Família Oliveira Farias

 

Boa tarde Sr. Afrânio

Gostaria de saber a origem de minha família (nome de solteira) Oliveira Farias.

Sou Sônyah Moreira uma leitora que tem algumas crônicas publicadas no jornal.

Muito obrigada

Sônyah Moreira ( moreira é do marido)

Rsss




Alunos contrários à ocupação furam bloqueio e conseguem ter aula na Etesp

Ocupantes invadiram direção da unidade, hackearam email do diretor, rasuraram e jogaram documentos pela janela

Ocupantes da Escola Técnica Estadual (Etec) São Paulo, a Etesp, no Bom Retiro, Capital, invadiram nesta manhã a sala da direção da unidade, no edifício principal do campus, hackearam o email institucional do diretor, rasuraram e jogaram documentos pela janela. Nos prédios adjacentes, alunos de sete turmas da escola contrários à ocupação furaram o bloqueio e conseguiram ter aula. Os estudantes entraram acompanhados dos pais, que ficaram na porta para garantir que os ocupantes não impedissem a iniciativa.

Manifestações de pais e estudantes que querem ter aula chegam diariamente ao Centro Paula Souza. Eles temem o atraso no calendário escolar, que impossibilitará o cumprimento do currículo e obrigará as escolas a fazerem reposição de aulas nos períodos de férias. Estão comprometidas a preparação dos alunos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – acesso a faculdades de todo o País – e a emissão de certificados para que concluintes dos cursos técnicos possam ingressar no mercado de trabalho.

A Etesp está ocupada, assim como outras 12 unidades do Centro Paula Souza. Desde o início do movimento, cinco Etecs já foram desocupadas. Em algumas unidades, como Basilides de Godoy, Pirituba e Zona Sul, têm sido registrados conflitos entre ocupantes e alunos que querem ter aulas.

O Estado já se comprometeu a disponibilizar almoço para todos os alunos de Etecs que estudam em período integral e ainda não recebem a refeição. A medida vai beneficiar 20 mil estudantes. Atualmente, 100% das 219 unidades recebem merenda. Em 70% dessas já é servida refeição completa. As demais estão sendo adaptadas.

O Centro Paula Souza reconhece o direito às reivindicações, mas lamenta a paralisação das atividades nas escolas e ações de vandalismo como a ocorrida hoje na Etesp. Já foram computados R$ 80 mil em prejuízos causados pela ocupação da sede administrativa da instituição, de onde foram furtados 21 laptops e 12 HDs, entre outros equipamentos e objetos pessoais de funcionários, danificados móveis e portas e arrombados armários e gavetas. O Centro Paula Souza reitera seu apoio aos pais, alunos e profissionais contrários aos atos de ocupação e informa que está trabalhando para retomar as aulas o mais breve possível.

Veja as fotos aqui.




Artigo de Pedro Novaes: 'Animais que abandonam'

colunista do ROL
Pedro Novaes

Pedro Israel Novaes de Almeida – ANIMAIS QUE ABANDONAM

 

Milhões de cães e gatos vivem abandonados, no Brasil.

Sob a constante ameaça de doenças, fome e violência, revolvem lixos, atrapalham o trânsito, atacam ou são atacados e nas horas vagas, procriam.

Muitos já tiveram nome e endereço, alegraram famílias, encantaram crianças e viveram felizes, até que a maldade humana interrompeu a bela história, com um frio e insensível abandono.

Os abandonos acontecem por despesas não previstas com os necessários cuidados, pela perda da beleza natural aos filhotes, por uma mordida imprevista ou até mesmo por mudança ou viagem.

Abandonar animais ou maltratá-los é crime.

O maltrato, vez ou outra, acaba punido, mas o abandono costuma ser alegado como

Animais de rua constituem tema de competência municipal, não raro merecedor de parcas contribuições a voluntários e meteóricas atuações dos Centros de Controle de Zoonoses.

Castrações, a mais abrangente das medidas ao alcance dos prefeitos, não constituem providências rotineiras e continuadas.

A maioria dos animais aprisionados pelos órgãos públicos, por apresentarem risco à segurança ou saúde pública, acaba sacrificada.

Alegam os alcaides que não possuem recursos e estruturas necessárias à manutenção de bons e suficientes canis e

Muitos animais de rua possuem donos, e perambulam livremente, com direito à refeição e pernoite em casa.

São conhecidos na vizinhança, chamados pelo nome e latem quando algum desconhecido cruza o quarteirão.

Animais de raças bravias ou sensíveis, que necessitam de muitos cuidados, sofrem mais quando abandonados.

Rústicos, os tais vira-latas adaptam-se com mais facilidade à selva urbana.

O socorro aos animais de rua costuma vir por intermédio de voluntários abnegados, que fundam abrigos, medicam, alimentam e buscam interessados em adoção.

Tais abrigos são procurados até por desumanos que pretendem um lugar seguro para abandonar

O voluntariado é um verdadeiro sacerdócio, e não é fácil mendigar apoios em meio a tanto desinteresse.

Não são raros os exemplos de abrigos que asilaram mais animais que apoios, acabando por acusados de maltrato.

São muitas as pessoas insensíveis, que exercem a posse irresponsável de animais, gerando problemas a toda a sociedade.

Em maior número, porém, são as pessoas que em nada contribuem, seja auxiliando voluntários ou exigindo medidas das

Animais não constituem brinquedos ou objetos quaisquer, e geram laços afetivos e de mútua dependência com os humanos

com quem convivem.

Devemos temer as pessoas capazes de maltratar animais.

 

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.




Pais e alunos pedem fim das ocupações das Etecs e volta imediata às aulas

Preocupação com atraso no calendário escolar, expedição de certificações para ingressar no mercado e preparação para o Enem tem motivado protestos contra o fechamento de unidades


Alunos das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) e pais estão se mobilizando pela volta imediata das atividades nas unidades ocupadas. Eles temem que o comprometimento do calendário escolar prejudique sua formação acadêmica por conta do atraso na conclusão dos cursos e expedição de certificados para ingressar no mercado de trabalho. A preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), passaporte para o ingresso em faculdades de todo o país, também é motivo de preocupação. Pais e estudantes reclamam ainda de serem impedidos de entrar em suas unidades por grupos pequenos que não os representam.

Em dezenas de e-mails e ligações telefônicas endereçados aos canais de atendimento do Centro Paula Souza nos últimos dias, pais e estudantes declaram-se angustiados com a situação. “Meu filho de 15 anos tentou entrar, mas foi impedido. Aqueles que querem ter aula não conseguem ser representados nas assembleias”, diz Sebastião Carpi Junior. Ele acrescenta que alguma das reinvindicações podem até ser procedentes, mas se queixa do modo como são pleiteadas. “As decisões não estão sendo tomadas de forma democrática.”

A maior indignação vem de alunos de cursos noturnos das Etecs ocupadas. Grande parte já está no mercado de trabalho e não quer ver prejudicada sua formação acadêmica. Eles estão receosos quanto à necessidade de repor aulas, provas e trabalhos e afirmam ter acesso apenas a informações divulgadas pela imprensa, já que em suas unidades os ocupantes não estariam abertos ao diálogo. “Os líderes do movimento fizeram uma assembleia na segunda-feira às 7h30, horário em que o pessoal da noite não pode comparecer”, protesta Camila Alves Barreto, aluna da Etec Zona Sul que faz parte de um grupo que quer retomar as aulas o mais rapidamente possível. “Nós pedimos, argumentamos, mas eles não mudaram o horário da votação. São democráticos só para o que interessa para eles.”

Conflitos entre alunos têm acontecido nas Etecs de Pirituba, São Paulo e Professor Basilides de Godoy, na Capital. Nesta última, um grupo chegou a derrubar o portão de entrada para ter aula na semana passada.

Um grupo de pais e alunos chegou a postar no Avaaz (rede dedicada à mobilização social por meio da internet) a moção de repúdio à ocupação das Etecs “Quero aula já”.




Osvaldo de Souza Filho envia mais fotos de Itapetininga

O maior colecionador de fotos antigas de Itapetininga enviou essa sequencia de fotos do Clube Venâncio Ayres: relíquias! Do arquivo de Osvaldo de Souza Filho:

 

232 - Itapetininga - S.P. - Clube Venânci Ayres - 11-1999 (1) (Copy)232 – Itapetininga – S.P. – Clube Venâncio Ayres

233 - Pça. Mal. Deodoro da Fonseca - Anos - 20 (Copy)233 – Pça. Mal. Deodoro da Fonseca – Anos – 20 – 11-1999

234 - Itapetininga - S.P. - Clube Venâncio Ayres - 1940 (Copy)234 – Itapetininga – S.P. – Clube Venâncio Ayres – 1940

235 - Clube Venâncio Ayres (1) (Copy)235 – Clube Venâncio Ayres


236 - Clube Venâncio Ares - Pça. Mal (Copy)

236 – Clube Venâncio Ares – Pça. Mal

237 - Itapetininga - S.P. - Clube Venâncio Ayres - 08-2005 (Copy)
237 – Itapetininga – S.P. – Clube Venâncio Ayres – 08-2005




Sucesso de público no Teatro Nósmesmos, peça "Hamelin" ganha nova apresentação neste fim de semana

Drama do espanhol Juan Mayorga, um dos maiores nomes da arte em seu país, aborda o tema do abuso de menores e a impotência da sociedade em proteger a inocência de suas crianças

 

O Teatro Nósmesmos apresenta neste fim de semana o espetáculo “Hamelin”. A peça, que é um marco da Cia. Nósmesmos, será apresentada no sábado e no domingo às 20h, prometendo surpreender os que ainda não tiveram a oportunidade de assistir a esta trama densa e questionadora, que aborda a pedofilia e as relações sociais.

O espetáculo conta a história do juiz Monteiro (Juliano Mazurchi), que está determinado a provar que um importante membro da sociedade, Rivas (Alessandro Pi), abusou sexualmente de uma criança, Zé Maria (Chicó Ferreira). O drama revela a impotência da sociedade em proteger a inocência das suas crianças e a impossibilidade de se chegar a uma única conclusão quando as palavras são tudo o que se tem para apurar a verdade. No elenco também estão os atores Christian Hilário (que faz o papel do Psicólogo e do filho do juiz Monteiro), Alessandro Franco (que faz o Comentador) e Regina Rebello (no papel de mulher do juiz e mãe de Zé Maria). O texto é de Juan Mayorga e a direção é de Ricardo Vandré.

Os ingressos para as apresentações custam R$ 30,00 e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro ou nas Lojas Hobby, do centro da cidade e no Plaza Shopping Itu.
Serviço:
Hamelin – Cia. Nósmesmos
Data: 14 e 15 de Maio
Horário: 20h00
Ingresso: R$30,00 (meia entrada: R$15)

Pontos de Vendas de Ingressos:
– Hobby Magazine (Centro e Plaza Shopping Itu)

– Teatro Nósmesmos (Unicenter)


Teatro Nósmesmos
Endereço: Avenida Prudente de Moraes, nº 210 – Sala 304 – Vila Nova – Itu-SP

Contato: (11) 4024-0852
Serviço:
Hamelin – Cia. Nósmesmos
Data: 14 e 15 de Maio
Horário: 20h00
Ingresso: R$30,00 (meia entrada: R$15)

Pontos de Vendas de Ingressos:
– Hobby Magazine (Centro e Plaza Shopping Itu)

– Teatro Nósmesmos (Unicenter)


Teatro Nósmesmos
Endereço: Avenida Prudente de Moraes, nº 210 – Sala 304 – Vila Nova – Itu-SP

Contato: (11) 4024-0852




Centro Paula Souza estima em R$ 80 mil prejuízos iniciais com ocupação

O prejuízo foi superior a 80 mil reais

 

O Centro Paula Souza estima prejuízo inicial de R$ 80 mil como resultado da ocupação de oito dias à sede administrativa da instituição, entre equipamentos e danos ao mobiliário. A lista de itens furtados inclui 21 notebooks, 12 HDs externos, 10 telefones móveis, 5 pen drives, 4 switches de 24 portas (equipamentos de redes) e 2 webcams, além de objetos pessoais e dinheiro de funcionários.

Os furtos foram registrados nesta segunda-feira, 9, em boletim de ocorrência no 3º DP, nos Campos Elíseos, no centro da Capital. Os ocupantes provocaram também outros danos ainda não contabilizados. Avariaram portas, móveis e equipamentos, arrastaram cadeiras e mesas para montar barricadas, arrombaram gavetas e armários, reviraram salas, colaram telefones e computadores às mesas e utilizaram indevidamente equipamentos de segurança, como extintores e mangueiras de combate a incêndios.

 

Flagrante

Poucas horas depois da reintegração de posse, na sexta-feira, 6, a polícia devolveu ao Centro Paula Souza 4 notebooks, 15 pentes de memória, 1 projetor, 5 webcams e 3 placas de vídeo, entre outros itens, que não constam do BO de hoje. Ocupantes foram presos em flagrante com equipamentos retirados do prédio.

Além dos prejuízos materiais, a ocupação atrasou o pagamento de empresas terceirizadas, a expedição de diplomas e a contratação e capacitação de professores. As atividades administrativas foram retomadas na tarde de sexta-feira.

 

Clique aqui para ver imagens dos danos.