Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias CORDEIRO, COUTINHO, LIRA, OLIVEIRA E SOUZA

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 696, 697, 698, 699 E 700

 

Yeda, bom dia.

SEU ATENDIMENTO TEM CARÁTER ESPECIAL : ATINGI O ATENDIMENTO DE NÚMERO 700.

VAMOS COMEMORAR.

Não tenho condições de encontrar e procurar pessoas.

Meu trabalho é sobre os SOBRENOMES e dentro dos arquivos

existem muitos nomes e espero que encontre os seus.

Estou encaminhando os que possuo . Ficou de fora o sobrenome LEDO.

CORDEIRO…………………….  8 páginas e 1 brasão.

COUTINHO……………………  2 páginas e 1 brasão ;

LIRA/LYRA……………………. 10 páginas e 1 brasão ;

OLIVEIRA……………………..  40 páginas e 1 brasão e mais 3 em separado ;

SOUZA…………………………  40 páginas e 1 brasão.

Abaixo um resumo de cada arquivo.

Você tem no total 100 páginas para suas pesquisas.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

imageCordeiro

sobrenome de origem luso-espanhola .Podem os Cordeiros portugueses provir da família castelhana dos Corderos, mas também é provável que usem um nome derivado de alcunha, isto é, de um apelido.

Primitivamente alcunha. De cordeiro, subst. com. Do lat. chordariu, derivado de chordu, tardio em nascer (Antenor Nascentes, II,80). Antiga linhagem, originária de Astúrias. Procede da família Navarro (Anuário Genealógico Latino, I,35; Carrafa, XXVII, 163). Ilha de S. Miguel: o genealogista português Gaspar Fructuoso, em sua História Genealógica de Sam Miguel [Saudadas da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta família, em seu Capítulo VII – Dos Teves, e dos Cordeiros, antigos povoadores d´esta Ilha de Sam Miguel, e de alguns Mottas, e no Capítulo XXVII – Dos Benevides leados com os Cordeiros. Teves com os Velhos. E Periras, e com outros appellidos; e dos Rezendes e Almeidas [Gaspar Fructuoso- Saudades da Terra, 66, 219]. Ilha Terceira: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha Terceira, escreveu no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VI – Da Real Ilha Terceira, Cabeça das Terceiras, Capítulo XXIV – Da familia dos Cordeyros, & Espinosas [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VI, Ilha Terceira]. Galiza: o genealogista Frei José S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra Linajes y Blasones deGalicia, dedica-se ao estudo desta família – Cordero [Pozo – Linajes de Galicia]. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, está a de Antônio Cordeiro [c.1625- a.1690], residente em Sarapuí (RJ), que deixou descendência, a partir de 1656, com Luzia de Escórcia [c.1635 – a.1698] (Rheingantz, I,360). Rheingantz registra mais 21 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro. Em São Paulo, entre as mais antigas, está a família de Domingos Cordeiro, nat. de Coimbra. Estabeleceu-se em São Paulo no começo do séc. XVII, onde deixou geração de seu 1.º cas., por volta de1612, com Antônia de Paiva. Foi inventariado em 1643 no sítio do Jaraguá (AM, Piratininga, 41; SL, VII,288). Em Minas Gerais, entre outras, de origem portuguesa, cabe registrar a do cap. Roque Antônio Cordeiro, nat. da Freg. de São Pedro de Sendim, Miranda do Douro, Portugal, filho de Luiz Caetano Lourenço e de Catarina Henriques. Fiscal do quinto do ouro em Minas Gerais, tendo sido o primeiro funcionário que se estabeleceu no lugar denominado Curral d’El Rei, onde exerceu, também, o cargo de Capitão dos Índios e mais tarde Capitão-Mor dos Índios. Deixou numerosa descendência (quinze filhos) de seu cas., em 1789, na Freg. da Boa Viagem, antigo Curral d’El-Rei (Belo Horizonte), com Maria Angélica de Santa Ana [06.01.1773, Curral d’El-Rei, MG – 21.01.1854, Rio, RJ], filha do Alferes João Pinto de Sampaio e de Eugenia Angélica de Santa Ana. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – a filha, Francisca de Paula Cordeiro [02.12.1801, Itabira de Mato Dentro, MG – 01.02.1865, Porto, Portugal], que, por seu primeiro casamento, foi matriarca da família Cordeiro da Graça (v.s.), do Rio de Janeiro; e por seu segundo casamento, foi matriarca da família Castelões (v.s.), do Rio de Janeiro; II – a neta, Maria Angélica Cordeiro [1824, Rio, RJ – 19.07.1901, idem], matriarca da família Kerth (v.s.), do Rio de Janeiro.

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clip_image002Coutinho

constituíram os que primeiro adotaram este sobrenome um ramo da linhagem dos «de Riba-Douro», sendo aquele nome simultaneamente de raízes toponímicas e derivado de alcunha, isto é, de um apelido,  visto haver sido extraído do Couto de Leomil, de que foram senhores os seus chefes.

Foram os Coutinhos uma das grandes linhagens que deram o apoio das suas hostes à causa do Mestre de Aviz, vendo-se guindados ao topo da pirâmide social nobiliárquica do séc. XV ao atingirem a grandeza de reino com os condados de Marialva e de Loulé, bem como com a graduação hereditária de marechais de Portugal.

Trata-se de um ramo dos Fonsecas, tendo Urraca Rodrigues (neta paterna de Mem Gonçalves da Fonseca) casado com Estevão Martins, de Leomil e este casal sido pais de Fernão Martins da Fonseca, senhor do couto de Leomil, o Coutinho, de onde retirou o sobrenome a sua descendência.

Armas

De ouro, cinco estrelas de vermelho, armado e lampassado de ouro, carregado com uma estrela de cinco raios do mesmo sobre a espádua e segurando uma capela de flores de suas cores na garra direita

 

Títulos, Morgados e Senhorios

 

Barões da Quinta do Ferro                     Barões da Torre

Barões de Balsemão                                       Barões de Barcelinhos

Barões de Linhó                                   Barões de Nossa Senhora da Saúde

Barões de Soutelo                                Barões do Seixo

Condes da Ega                                     Condes da Taipa

Condes de Alva                                    Condes de Arganil

Condes de Aurora                                 Condes de Borba

Condes de Cantanhede                          Condes de Condeixa-a

Condes de Linhares                               Condes de Loulé

Condes de Macedo                                Condes de Marialva

Condes de Paço de Vitorino                    Condes de Penafiel

Condes de Redondo                              Condes de Reriz

Condes de Sieuve de Menezes                Condes de Soure

Condes de Sousa Coutinho                     Condes de Vimioso

Condes do Barreiro                               Condes do Funchal

Marqueses da Praia e Monforte               Marqueses de Borba

Marqueses de Marialva                          Marqueses de Penafiel

Marqueses de Reriz                                        Marqueses de Soydos

Marqueses de Valença                           Marqueses do Funchal

Senhores da Casa da Tapada                  Senhores da Casa de Cidadelhe

Senhores da Casa dos Macedos              Senhores da Quinta de Adaufe

Senhores de Basto                               Senhores de Castelo Rodrigo

Senhores de Ferreira de Aves                 Senhores de Leomil

Senhores de Mafra                               Senhores de Montelongo

Senhores de Penedono                          Senhores de São João de Rei

Senhores do Couto de Leomil                  Senhores do Morgado de Balsemão

Senhores do Morgado  Vilar de Perdizes   Viscondes da Bahía

Viscondes da Quinta de São Tomé           Viscondes da Quinta do Ferro

Viscondes da Torre                               Viscondes da Torre

Viscondes de Aljezur                             Viscondes de Aurora

Viscondes de Balsemão                         Viscondes de Britiande

Viscondes de Castelo Branco                  Viscondes de Cortegaça

Viscondes de Monforte                          Viscondes de Olivã

Viscondes de Ouguela                            Viscondes de Portalegre

Viscondes de Reriz                                Viscondes de Tinalhas

Cargos e Profissões no Reino de Portugal

Advogados                                        Alcaides de Almeirim

Alcaides de Almourol                   Alcaides de Santarém

Bispos de Coimbra                      Bispos de Lamego

Bispos de Viseu                          Bispos do Algarve

Comendadores de Almourol         Comendadores de Caldelas

Comendadores de Santa Maria da Ilha Terceira

Comendadores de Vaqueiros                Governadores da Índia

Marechais de Portugal                         Médicos

Vice-reis da Índia

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imageLira, Lyra

sobrenome de origem galega. Os Liras são, ao que parece, um ramo dos antigos senhores de Trava, galegos, que tirou aquele nome do de couto de Lira. Foi no séc. XIV que passou a Portugal Afonso Gomes de Lira, senhor de Lira e do Paço de Nogueira, que seguio partido do rei D. Fernando I de Portugal contra Henrique de Trastâmara, pelo que veio a radicar-se no nosso país aqui deixando descendência que lhe continuou o nome.

De lira, subst. comum. Guérios derivando do latim lira, rego, sulco, dá, com dúvida, como sobrenome geográfico da Galiza (Antenor Nascentes, II, 174, 360). No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a família de Teodósio de Lira, cas. no Rio, em 1693, com Isabel Rangel, filha de Gaspar Rangel. (Rheingantz, II, 403). Em Pernambuco, originária das ilhas portuguesas, cabe mencionar a importante família de Gonçalo Novo, nat. da Ilha da Madeira, que deixou geração do seu cas. com Isabel de Lyra, cujos filhos já se encontravam em Pernambuco, em 1599. Seus descendentes espalharam-se pelo nordeste brasileiro. Foram abastados senhores de engenhos em Pernambuco. Entre os descendentes daquele casal tronco de Pernambuco: I – o neto Belchior Affonso de Castro Lyra, que do seu segundo cas. com Maria Tavares, foram os patriarcas das famílias Lyra Tavares e Tavares de Lira (v.s.); II – o bisneto, Gonçalo Novo de Lyra, nat. de Goiana, que levantou o Engenho de N.S. da Piedade de Araripe, em terras do partido do Engenho Espírito Santo e Sta. Luzia, que lhe coube por herança de seu pai. Capitão de Cavalos, em Iguaraçu [1697] e Familiar do Santo Ofício [1715]. Deixou numerosa descendência do seu cas. com Paula Vieira de Mello, filha do sarg.-Mor Antônio Vieira de Melo, da importante família Vieira de Melo (v.s.), espalhada por Pernambuco, Paraíba e Alagoas. Na Paraíba, destacou-se a Família Lira Tavares, à qual pertence o Ministro João Lira Tavares Filho [1906, João Pessoa, PB -], diretor da Caixa Econômica Federal [RJ-1931]. Ministro do Tribunal de Contas [RJ-1949], etc. Sobrenome de uma família de origem portuguesa, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde foi Francisco de Lira, nasc. por volta de 1734, na Freguesia de Santo Estevão, cidade de Lisboa, Portugal. Filho de Verissimo de Lira e de Inocencia Maria. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 08.06.1884, a bordo do vapor Sírio, Giovanni Lira, natural da Itália, procedente de Genova, 21 anos de idade, com destino a Rocinha, Estado de São Paulo [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, 064 – 08.06.1884]. Heráldica: um escudo em campo de ouro, com 5 coticas em banda de verde. Timbre: um leão sainte de ouro coticado de verde, armado do último esmalte (Armando de Mattos, Brasonário, II, 231].

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imageOliveira

sobrenome  português de raízes toponímicas, foi tirado da designação do Paço de Oliveira, na freguesia de Santa Maria de Oliveira, termo de Arcos de Valdevez. A família que adotou este nome por sobrenome é de remotas e nobres origens, a ela pertencendo o arcebispo de Braga Dom Martinho Pires de Oliveira, que instituiu um rico morgadio em Évora, que deixou à descendência de seu irmão Pedro  Mem Pires de Oliveira em 1306. As armas antigas dos Oliveiras, talvez  tão antigas que antecedessem o nascimento das chamadas regras da armaria ou, pelo menos, a sua aplicação em Portugal.

Na Idade Média, especialmente na época da Inquisição Católica, muitos judeus se tornaram “ cristãos”, para não serem queimados em fogueiras; sendo assim, as várias famílias ao fazerem isso deixaram o seu sobrenome hebraico original e adotaram um sobrenome português  Muitos desses judeus escolheram adotar sobrenomes como: Oliveira, Pereira, Prado, Silva, Nogueira, e outros similares.

No Brasil, após a libertação dos escravos negros em 1888, muitos destes adotaram o sobrenome dos seus antigos senhores, sendo assim, é difícil atualmente  dizer com precisão quem é realmente  parente deste ou daquele

De oliveira, subst. comum (Antenor Nascentes, II, 223). Vem esta família de Pedro de Oliveira, que foi o primeiro com este sobrenome, cujo filho Martim Pires de Oliveira, arcebispo de Braga, instituiu em 1306 o morgado de Oliveira, em seu irmão Mem Pires de Oliveira. Foi seu solar na freguesia de Santiago de Oliveira, donde esta família tomou o sobrenome, no concelho de Lanhoso. No tempo de D. Diniz I, rei de Portugal em 1281, já era «família antiga, ilustre e honrosa», como consta dos livros de inquirições desse rei (Anuário Genealógico Latino, I, 72).

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clip_image002[3]Sousa, Souza

sobrenome de origem portuguesa.  Nome de raízes toponímicas tirado da terra de Sousa, designou primeiramente a linhagem deste nome, cujas origens documentadas datam de épocas anteriores à Nacionalidade, vindo posteriormente a ser apelido da família em que tal linhagem veio a transformar-se.

Tendo recaído em senhora os dois principais ramos desta família, as duas damas da família, Dona Maria Pais, chefe da linha primogênita, e Dona Inês Lourenço, a secundogênita, vieram a casar respectivamente com Dom Afonso Dinis, filho bastardo legitimado de Dom Afonso III, e com Dom Martim Afonso, meio-irmão daquele.

De Dona Maria Pais e Dom Afonso nasceria a linha de Sousas dita de Arronches, por terem detido este senhorio, hoje chefiada pelos Duques de Lafões

De Dona Inês e Dom Afonso descenderiam dos Sousas ditos do Prado, por terem tido o senhorio desta vila, ou Chichorros, da alcunha daquele Dom Martim.

Sobrenome de origem geográfica. Rio e Povoação de Portugal. Cortesão tirou, com dúvida, da baixa latinidade Sousa, Saucia, ou Socia. Sousa [forma documentadano ano de 924], Souza [com z], Socia [documentado em 1088]. Leite de Vasconcelos tirou do latim saza, seixos, o que traz dificuldades fonéticas. Outros derivam de Salsa, donde Souza, Sousa, o que não apresenta dificuldade fonética. Cortesão faz diferença entre Sousa, nome do rio, e Souza, nome da povoação, derivando aquele de saza e este de Socia (Antenor Nascentes, II,286). Uma das mais antigas e ilustres famílias de Portugal. Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário das Famílias de Portugal (Tomo XXIX), usando o Nobiliário do Cazal do Paço, principia esta antiquíssima família em Dom Sueiro Belfaguer, Cavaleiro antigo godo, que floresceu nos primeiros anos do século VIII, ou pelos anos de 800. Foi filho, segundo melhores opiniões, de Don Fayão Theodo ou Theodosio (que foi bisneto em varonia de Flavio Egica, Rei da Espanha) e de sua esposa Sona Soeira, filha de D. Soeiro, Príncipe Godo. Informa ser a mais antiga família que se encontra na Espanha Portuguesa, e por automazia, a mais antiga Portuguesa. O primeiro Solar que teve esta Família foi na Comarca de Vila Real entre o Rio Tua e Tamega, em a terra chamada Panoyas, nome que lhe ficou de uma Cidade assim chamada pelos romanos, situada junto ao lugar de Val de Nogueiras, em cujas ruínas se encontrão descrições com letras romanas. O segundo Solar desta Família, de onde se tirou o sobrenome, fica em Entre Douro e Minho, no contorno do Concelho de Rio Tamaga, denominado = a terra de Souza = regada do Rio Souza, que nascendo por cima do Mosteiro beneditino de Pombeiro, recebe outras águas, e corre até se encorporar com o Rio Douro, muito abaixo de ambos os rios, sendo o Tamega o último que recebe duas léguas antes da Cidade do Porto. O sobrenome Souza não teve princípios senão muito depois de principiar esta família, conforme vimos, em Dom Sueiro Balfaguer, que deixou numerosa e ilustre descendência do seu casamento com D. Munia = ou Menaya = Ribeiro, descendente dos Condes de Coimbra, e por varonia, descendente de Sizebuto, filho de Witissa, penúltimo rei godo. Foram quarto avós de Dom Gomes Echigues , que floresceu pelos anos de 1030. Homem de muito valor, que combateu em Santarém, onde, com sua lança, deteve o Rei de Castela D. Sancho, e o venceu. Foi Governador de toda a Comarca de Entre Douro e Minho, por nomeação do Rei D. Fernando, pelos anos de 1050. Comprou o Lugar de Felgueiras, junto a Pombeiro, a Payo Moniz, pelo preço de dois bons cavalos, em 04.1039. Fundou o Mosteiro de Pombeiro, de religiosos beneditinos, pelos anos de 1040. Achava-se em Guimarães pelos anos de 1052. Próximo as terras de Pombeiro, estava o Solar de Souza. Deixou numerosa descendência do seu cas. com D. Gontrode Moniz, filha de Dom Munio Fernandes de Touro [filho do Rei D. Fernando de Castela]. Por este casamento, a família Souza entrou para o sangue Real de Navarra, de quem descendem os Reis de Castela e Portugal. Entre os filhos deste último nobre cavaleiro, registra-se Dom Egas Gomes de Souza, que foi o primeiro que usou este apelido Souza, na forma de nome de família, por ser nascido, criado e, depois, Senhor das terras de Souza, Solar dessa família.

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From: Yeda Gabriel

Sent: Monday, March 28, 2016 4:02 PM

To: afraniomello@itapetininga.com.br

Subject: sobre meus ancestrais

 

olá Afrânio, boa tarde!

Adorei ler o que escreve.

Gostaria de saber sobre a origem dos meus pais, pois meu pai e minha mãe são da Paraíba.

Meu pai nasceu em 1927 e era o caçula, imagina que não sei nada, pois não conheci meus avós, etc.

Seus pais eram: Pai: Cordeiro de Souza e mãe: Pessoa de Lyra.

Minha mãe tem sobrenome: Cersa de Oliveira

Mãe dela : Cersa Coutinho

Pai: Teodósio de Oliveira Ledo

Grata,

 

Ieda Cordeiro




Artigo de Celio Pezza? 'Mãe – uma história'

Colunista do ROL
Celio Pezza

Celio Pezza – Crônica # 311 – ‘Mãe – Uma história’

Ela era uma das últimas árvores.

Estava seca, sofrida e seus galhos, sem folhas, se quebravam a qualquer movimento.

Fazia tempo que não chovia naquele mundo e toda a exuberância verde do passado só existia na sua memória.

Suas raízes buscavam nas profundezas, qualquer resto de umidade, mas não existia mais água.

Ela sabia que era uma das últimas a permanecer em pé naquele mundo sem vida.

Por séculos ela desfrutara da amizade de todas as outras árvores, dos pequenos animais do bosque e dos duendes.

Ah, os duendes!

Ela se lembrava das grandes algazarras que eles faziam debaixo de sua sombra protetora.

Eles eram incapazes de fazer mal a qualquer forma de vida, porém eles desapareceram e, agora, era só silêncio. Só restaram algumas poucas árvores, insistentes como ela, e um homem estranho.

Ele falava para ela resistir, que as coisas voltariam a ser como foram um dia e que ainda haveria de cair água dos céus.

Ela não entendia como ele ainda estava vivo, mas lá estava ele, com seu corpo esquelético, recoberto de pele ressecada, todos os dias.

A paisagem, outrora cheia de cores, agora tinha somente um tom amarelo dourado.

Durante todos os dias sempre a mesma cor e as noites, cheias de estrelas, não mais existiam.

A lua, no passado, tão fria, alva e romântica, transformou-se em um segundo sol, fazendo com que a escuridão desaparecesse.

Ela se lembrava do dia em que as explosões começaram; em seguida veio o calor, a cor amarela e o novo sol que trouxe o dia permanente para o mundo inteiro.

Em poucos meses, tudo foi reduzido a cinzas cor de ferrugem. Era um mundo sem odores, moribundo, mas lá estava ela e o estranho.

Ela se lembrou do tempo em que os duendes se reuniam aos seus pés e de quando um deles arrancou um grande cogumelo vermelho de suas raízes e, mostrando para os demais, falou com voz solene:

­Eu tive um pesadelo! Eu vi cogumelos gigantes e vermelhos como este inundarem os céus. E todo nosso mundo foi ferido mortalmente.

Todos ficaram em silêncio, pois os duendes davam muito valor aos sonhos. Recordou também que, deste dia em diante, eles olhavam para os grandes cogumelos vermelhos com receio, como quem está vendo uma maldição.

Naquela tarde, o homem chegou mais cansado e quase não falou. Sentou-se ao pé da árvore, encostou suas mãos ressequidas no caule queimado e começou a sussurrar uma prece engasgada em sua garganta:

─ Grande Mãe! Por que permitiste a geração de monstros em teu seio? Por que deixaste o mal avançar tanto nos teus domínios? Poderia tê-los detido e não o fizeste. Poderias ter evitado a morte de seus outros filhos como os duendes, as árvores e os animais. Mãe! Por que poupaste a mim e a esta minha amiga sofrida? Escuta minha prece! Conceda-nos a morte para não assistirmos a mais um dia deste teu desalento. Tenha piedade destes pobres que sobreviveram à desgraça que um dos teus filhos criou e livra-nos de mais um dia de vida neste inferno. Mãe! Escuta a súplica deste teu filho.

A árvore ouviu a prece e sentiu que o estranho era bom. Ela tentou consolá-lo e um pedaço de galho seco caiu bem ao lado do estranho. Ele abraçou a árvore, fechou os olhos e desejou, do fundo do seu coração, que a morte os levasse, para bem longe daquele inferno. Assim ficaram, em silêncio, por várias horas, até que os primeiros pingos grossos de chuva quente começaram a cair na terra ressequida. O estranho abriu os olhos e olhou para o céu! Lá em cima, o antigo sol estava se pondo e a imagem de uma lua esbranquiçada apareceu no firmamento. O estranho apertou com mais força a sua amiga e entendeu que a Mãe escutara sua prece.

 

Célio Pezza

Maio, 2016




Genealogia: Afrânio Mello fornece informaçôes sobre a FAMILIA PIMENTEL

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 692

 

Saionara Teixeira, bom dia.

Você solicitou dois sobrenomes : PIMENTEL e VABO.

Estou encaminhando o PIMENTEL e continua na procura do VABO.

PIMENTEL………….  uma página e meia e mais um brasão em separado para quadro.

Um pequeno arquivo da origem espanhola.

Foi o que encontrei.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

image

Nome que parece proveniente de alcunha, já que foi usado por um ramo da linhagem dos de Novais descendente de D. Vasco Martins, o Pimentel, fidalgo que viveu em meados do século XIII e era filho natural de Martim Fernandes de Novais.

Viveu em Riba de Vizela, no tempo dos reis D. Sancho II e D. Afonso III, com o qual se achou no cerco de Sevilha no ano de 1248.

Pode também ter origem geográfica com possivel origem em Itália, onde o nome existe.

 

O apelido passou também ao Brasil, nomedamente com António de Barros Pimentel, natural de Viana, membro da casa do morgado de Semelhe, onde foi o patriarca da abastada família Barros Pimentel, proprietário de engenhos de açúcar, em Alagoas, Pernambuco e Sergipe.

Na Baía, destaca-se a importante família de poderosos proprietários de engenhos que teve princípio em Bernardo Pimentel de Almeida * Lisboa c.1550 + 1611, filho de Agostinho Caldeira, veador de D. António, prior de Crato. Foi casado três vezes. De seu primeiro matrimónio, descende a linha dita «cristã nova». Do segundo vêm os Garcia Pimentel e os Silva Pimentel. Do terceiro, com Maria de Menezes, filha de Duarte Moniz Barreto e de Helena de Melo de Vasconcelos, a descendência usou apenas Pimentel.

No Rio Grande do Sul, conhece-se a descendência de Leandro José Pimentel, casado em 1779, em Mostardas, com Maria Ferreira, «parda». Uma outra família descende de Manuel Alvares Pimentel + 1632, que deixou numerosa prole do seu casamento com Feliciana Parente, neta de Pedro Dias e da índia Terebé (Maria da Grã), patriarcas da família Dias, de São Paulo.

O apelido foi também adotado por judeus, como é o caso da descendência de Bernardo Pimentel de Almeida * c.1551+1611, que receberam o chamado «sangue cristão novo», por via de seu primeiro casamento, c.1576, com Catarina de Faria, filha de Sebastião de Faria e de Beatriz Antunes, de origem judaica, filha de Heitor Antunes, judeu com sinagoga em Matoim e de Ana Rodrigues, também de origem judaica.

Outro exemplo desta adopção pode ser constatado na família de Jacob Fundão, que esteve em Pernambuco por volta de 1648 e foi progenitor desta família Fundão. Casou em 1656, em Amsterdão, Holanda, com Ribcah de Jehudah Senior y Pimentel.

Armas

Escudo esquartelado, sendo os primeiro e quarto de ouro, três faixas de vermelho, e os segundo e terceiro de verde, cinco vieiras de prata em aspa; bordadura de prata, carregada de oito cruzes páteas de vermelho. Timbre: um touro sainte de vermelho, armado e calçado de ouro, carregado com uma vieira do escudo na testa.

Outros Pimentéis usam: de verde, cinco vieiras de prata postas em aspa; bordadura de prata, carregada de oito cruzes páteas de vermelho. Timbre: um touro sainte de vermelho, armado e calçado de ouro, carregado com uma das vieiras do escudo na testa

Títulos, Morgados e Senhorios

Barões de Campanhã

Barões de Fornos de Algodres

Barões de Grimancelos

Barões de Mesquita

Barões de Sanhoane

Barões de São João de Areias

Condes de Arrochela

Condes de Benavente

Condes de Campanhã

Condes de Gouveia

Condes de Mayorga

Condes de Nova Goa

Duques de Arion

Duques de los Arcos

Marqueses de Gouveia

Marqueses de Gouveia-a

Marqueses de Tavara

Marqueses de Villafranca

Senhores de São Manços

Senhores de Tavara

Viscondes de Barcel

Viscondes de Campanhã

Viscondes de Ervedal

Viscondes de Gouveia

Viscondes de Guiães

Viscondes de Mirandela

Viscondes de Odivelas

Viscondes de Pernes

Viscondes de Pimentel

Viscondes de Vila Garcia

Viscondes de Vila Maior

 

Cargos e Profissões

 

Governadores da Índia

 

 

 

From: Saionara Teixeira

Sent: Sunday, March 06, 2016 2:20 AM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: busca dos antecedentes

 

ola como vai   ,estou em busca dos meus antepassados antonio pimentel do vabo,caetano pimentel do vabo




Artigo de Pedro Novaes: 'Protestos e manifestações'

colunista do ROL
Pedro Novaes

Pedro Israel Novaes de Almeida –  ‘PROTESTOS E MANIFESTAÇÕES’

 

 

É difícil, aos governantes, lidar com a liberdade de manifestação e atos de protestos.

A dificuldade é maior quando o protesto é consequência de um longo período de omissão oficial. Protestos espontâneos, como o impedimento de uma avenida, pela população revoltada por mais uma morte pela falta de simples lombada ou policiamento ostensivo, revelam a insensibilidade ou falta de diálogo entre governantes e governados.

O isolamento dos governos, voltados apenas aos comensais dos castelos administrativos, com suas submissões e vassalagens, gera situações em que as necessidades e carências da população são pouco notadas, e quase sempre desconsideradas. Tais situações aumentam a tensão popular, que eclode com intensidade proporcional à insatisfação acumulada.

Nossos legislativos, em todos os níveis, apresentam triste e notória tendência de queda de qualidade, e pouco preservam a função de bem representar a sociedade. Parece que a preocupação maior é perfilar na situação ou oposição, e a partir daí sempre aplaudir as omissões e desgovernos, ou condenar qualquer providência oficial, ainda que acertada.

Sem a atuação dos legislativos, resta à população procurar abrigo nas entidades e organizações sociais, muitas delas manipuladas por partidos e grupos ideológicos, escandalosas ou omissas, segundo o interesse político envolvido. Surge, redentora, a imprensa livre, fazendo coro aos reclamos populares.

Em tal contexto, a Justiça acaba acionada, para obrigar o fornecimento de um remédio, a disponibilidade de creches, a universalidade do atendimento à saúde e tantos outros mandamentos constitucionais. Com sua mão pesada, e por vezes tardia, a Justiça tem obrigado governantes a ações e prioridades lógicas e inarredáveis.

Governos sem interlocução com a sociedade correm o risco de serem forçados a ações de há muito reclamadas, como o fornecimento de merenda escolar, bom funcionamento de postos de saúde, correção de salários, maior zelo pela segurança, etc. É difícil, aos governantes, explicar o gasto em obras,  rotinas e assessorias supérfluas e desnecessárias, em ambiente de desprezo por ações que supram as carências da população.

Houve um tempo em que governar era habitar um palácio, nomeando amigos e gastando recursos públicos a bel prazer do governante, prefeito, governador ou presidente. Hoje, governar é administrar carências e ser escravo de prioridades.

Protestos devem ser civilizados, sempre preservando o direito de terceiros. Grevistas não podem impedir o trabalho dos que assim desejarem, e ocupações não podem impedir o funcionamento de instituições. Impedir o trânsito não significa incendiar ônibus, e sair em passeata não quer dizer quebrar vitrines e equipamentos públicos.

Os excessos das manifestações constituem casos de barbárie, cabendo responsabilização pessoal. Contudo, os governos ficam obrigados a darem satisfações a respeito do conteúdo das reivindicações, sua justeza e, principalmente, motivos de serem ou não atendidas.

pedronovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.




Programação de Meio ambiente do Sesc de Sorocaba apresenta Fórum de Sustentabilidade e educação ambiental

Programação de Meio ambiente do Sesc apresenta Fórum de Sustentabilidade e educação ambiental

 

 

A questão ambiental possui diversos apelos e, por isso, neste mês de maio, o Sesc Sorocaba oferece ao público, credenciado e não credenciado, uma programação especial voltada ao meio ambiente, com foco na sustentabilidade.

 

Para que ocorram mudanças significativas na forma dos seres humanos se relacionarem entre si e com o planeta é necessário envolvimento. Falar em um mundo sustentável é pensar além da coleta seletiva, se esforçando a cada dia para reduzir o consumo de água, energia e também para agir em prol de todos.

 

Abrindo o calendário de atividades voltadas a este tema, no dia 04/05, o mestre em Educação da Criança José Pacheco ministra a palestra “A construção do saber: ambientes interativos e democráticos nas escolas”.

 

De forma participativa e colaborativa, José Pacheco, que já coordenou a Escola da Ponte em Portugal, com um projeto educativo baseado na autonomia dos estudantes, irá buscar durante sua palestra estimular, além da autonomia, a autogestão das escolas.

 

O evento faz parte do projeto “Educação pelo Envolvimento” do Sesc Sorocaba, que este ano terá duas ações principais com os temas: formação de educadores ambientais e experiências inovadoras em educação.

 

Para os interessados em participar da palestra, ela ocorre gratuitamente no Teatro da unidade, às 19h30. Com vagas limitadas, os interessados em participar devem retirar os ingressos com uma hora de antecedência na Central de Atendimento.

 

Ainda dentro do mesmo programa, o Sesc promove durante dois dias uma visita ao Projeto Âncora, em Cotia, interior de São Paulo. Durante a visita será realizada a palestra “Estudos do Meio: escolas democráticas.”

 

O projeto é um espaço de humanização, que proporciona oportunidades para o desenvolvimento de habilidades sociais, críticas e da autonomia. No passeio os participantes terão o contato com uma forma diferenciada de organizar as relações no ambiente escolar.

 

As visitas acontecem às terças-feiras, nos dias 10 e 17/05, das 7h às 14h. Os interessados devem verificar a disponibilidade de vagas na Central de Atendimento.

 

Na quarta-feira, 11/05, das 9h às 21h30, o Sesc Sorocaba, em parceria com a Associação deProfissionais em RecursosHumanos de Sorocaba – APRH, promove o “III Fórum de Sustentabilidade da Região Metropolitana de Sorocaba”.

 

O evento, que tem como ideia central apresentar às empresas e participantes o atual cenário da sustentabilidade nas instituições, conta com a presença de palestrantes conceituados e estudiosos do tema. Para os interessados, a atividade acontece gratuitamente no Teatro da unidade.

 

Já no sábado, 14/05, às 10h30, o Círculo Orquidófilo Sorocaba promove a oficina “Dicas Básicas para o Cultivo de Orquídeas”. No evento serão ensinadas técnicas simples para o cultivo de diferentes espécies da planta em espaços variados. A atividade é gratuita, tem vagas limitadas e acontece na Sala de oficinas do Sesc. A retirada dos ingressos deve ser feita com meia hora de antecedência.

 

Para fechar a programação, na terça-feira, 31/05, acontece a “Cerimônia de abertura da XII Semana do Meio Ambiente” da Unesp Sorocaba. Organizado por alunos de engenharia da universidade, o evento apresenta uma discussão e atualização sobre novos desafios, tecnologias e soluções para todos os setores da sociedade na busca por um futuro mais sustentável.

 

A abertura tem início às 10h e a apresentação das construções sustentáveis acontece às 14h30 no teatro da unidade. Com vagas limitadas, a atividade é gratuita e as inscrições devem ser feitas no site da instituição parceirawww.smasorocaba.wix.com/unesp.

 

Ainda no mesmo dia, das 14h às 18h, a Unesp também apresenta a “Maquete Interativa” onde serão levantadas questões socioambientais do ambiente urbano. O evento será realizado na sala 1 da unidade. As inscrições devem ser feitas na hora e local da atividade.

 

Serviço:

 

Sesc Sorocaba: Rua Barão de Piratininga, 555, Jardim Faculdade.

 

A construção do saber: ambientes interativos e democráticos nas escolas

Data: 04/05, quarta-feira, às 19h30.

Local:  teatro

Classificação: 16 anos.

Grátis. 275 vagas.

 

Estudos do Meio: escolas democráticas

Data: Dias 10 (Turma 1) e 17/05 (Turma 2), terça-feira, das 7h às 14h.

Local:atividade externa.

Classificação: Livre

Grátis.

 

III Fórum de Sustentabilidade da Região Metropolitana de Sorocaba

Data: dia 11/05, quarta-feira, das 9h às 21h30.

Local:  teatro

Classificação: Livre

Grátis.

 

Dicas Básicas para o Cultivo de Orquídeas

Data:14/05, sábado, às 10h30.

Local:  sala de oficinas.

Classificação: 12 anos

Grátis. 30 vagas.

 

XII Semana do Meio Ambiente da Unesp Sorocaba

Data: 31/05, terça-feira, das 10h às 18h.

Local:  teatro

Classificação: 16 anos

Grátis. 275 vagas.

 

Maquete Interativa

Data: 31/05, terça-feira, das 14h às 18h.

Local:  sala 1

Classificação: 12 anos

Grátis. 40 vagas.

 

 

Estacionamento:

Para credenciados no Sesc = R$ 4,00 a primeira hora e R$ 1,00 por hora adicional.

Não credenciados = R$ 8,00 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional.

 

Mais informações:

(15) 3332-9933 ou sescsp.org.br/sorocaba




Centro Paula Souza envia comunicado aos meios de comunicação

Aos meios de comunicação 

Como é de conhecimento de todos,  desde a última sexta-feira ( 29 de abril), a sede Administrativa do Centro Paula Souza foi ocupada por alunos e outros agentes sociais, fazendo com que o trabalho de nossas Unidades de Ensino fosse afetado, causando um impacto direto sobre a qualidade do Ensino Técnico oferecido gratuitamente aos nossos jovens.

 

Também foi testemunhado pela imprensa, presente a maior do tempo nas adjacências da sede do Centro Paula Souza, as nossas tentativas pacíficas e oficiais de entrada no prédio ocupado. Diante desta situação, vimos manifestar nossa indignação frente a esta irresponsável ocupação, afetando o pronto atendimento à sociedade civil, que acredita e deposita sua confiança numa educação de qualidade por meio das Escolas Técnicas Estaduais e Faculdades de Tecnologia.

Como servidores públicos, sentimo-nos amputados de nosso direito ao trabalho e preservação ao bem público.

Da mesma forma, salientamos nossos esforços em atender, na medida do possível, os 20 mil servidores do Centro Paula Souza para que serviços básicos como manutenção da folha de pagamento e orientações aos 270 diretores de Etecs e Fatecs fossem garantidos.

Agradecemos o empenho da imprensa em mostrar os fatos de forma clara e transparente e a tentativa do exercício de nosso trabalho.

 

São Paulo, 03 de abril de 2016.

 

 

Empregados Públicos do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza




Colunista do ROL lança, com sucesso, seu novo livro: 'O Menino que Brincava nas Nuvens'

O conto ‘O Menino que Brincava nas Nuvens’ é a 6ª publicação de Sergio Diniz da Costa

Depois de ter lançado, em 2002, o livro ‘Elegantia juris: o argumento eloquente’, que orbitou no universo do Direito e, em especial, abordando uma argumentação mais filosófica, Sergio Diniz da Costa enveredou pelo gênero poesia, lançando o ‘Etéreas: meus devaneios poéticos’ e ‘Etéreas: um novo horizonte’, respectivamente em 2012 e 2015.

Em 2013 e 2014, debruçou-se sobre pensamentos, extraídos tanto de reflexões junto à natureza, quanto de mensagens e vídeos veiculados pelo Facebook, e lançou ‘Pensamentos soltos na brisa das tardes’, volumes 1 e 2, num total de 168 pensamentos. Em 2017 e 2018, vai lançar mais dois volumes de pensamentos (algo em torno de 200 pensamentos), agora sob o título ‘Mergulhos da Alma’.

Futuramente, pretende lançar um livro de crônicas,  já publicadas na ‘Revista Bemporto’ e as que publicou no Jornal ROL- REGIÃO ON LINE.

“Portanto, me aguente por um bom tempo!”, diz, sorrindo, Sergio Diniz da Costa.

São dele estas considerações: “Um detalhe sobre as publicações de 2012 até agora e, se Deus quiser (e ele quer, com certeza!), enquanto eu tiver lucidez para continuar escrevendo: essas publicações têm sido possíveis decorrente de uma parceria que tenho com a Lexmediare Ltda. (a Primeira Câmara de Mediação e Arbitragem de Itapetininga e Região). Esta parceria consiste em eu fazer a revisão de todos os livros do Élcio Mário Pinto e da Adriana Rocha (presidente da Lexmediare) e, em contrapartida, a Lexmediare apoiar anualmente a publicação de 100 exemplares de um livro de até 40 páginas”.

Com exceção do primeiro livro, os demais livros do autor foram publicados pela Crearte Editora, de Sorocaba.

O ‘O Menino que brincava nas nuvens’  é a primeira publicação do gênero ‘conto’. Seguindo ele, “é a realização literária e metafórica de um devaneio infantil. Eu, quando criança, após voltar da escola, almoçar e brincar com os amiguinhos da rua, sentava num degrau da minha casa e ficava contemplando as nuvens, particularmente as do tipo ‘cumulus’, que parecem formar animais, castelos etc.  E eu, agora adulto, acalentava a vontade de publicar um livro, falando sobre essa relação minha em relação às nuvens (de dia, porque, à noite, era com as estrelas!)”.

O nascimento do conto, porém, foi um verdadeiro ‘parto literário’, ainda segundo Sergio Diniza da Costa, “pois havia o óbice da técnica do conto em si, uma vez que eu tinha em mente tão somente o recorte do menino sentado no degrau de sua casa, olhando para as nuvens, ou seja, não tinha um entorno técnico, formado, por exemplo, pela participação de outro personagem. Todavia, por meio das sessões de psicanálise às quais estava me submetendo, acabei por perceber que havia outro ‘nó górdio’ a ser desatado e, agora, não mais por Alexandre, O Grande, mas por Sergio, O Pequeno! E esse nó derivava da volta imaginária à infância, a qual me trazia boas recordações, porém, as más, também (como o fato de eu ter sofrido um corte no rosto, aos 5 anos, que me deixou uma grande cicatriz e um comportamento tímido e complexado). E sem contar o ‘bullying’ que sofria, por ser espírita, um menino pacífico, educado etc. As sessões com a psicanalista e, agora também amiga, Gesmil Swensson, contudo, desataram o famigerado nó deixado pelo rei Górdio e, numa outra madrugada insone, o conto ‘baixou’ integralmente, inclusive com um desenrolar que até aquele momento sequer me passara pelas minhas cogitações. E, desta forma, veio à lume ‘O menino que brincava nas nuvens’!”

Na obra, além da própria apresentação do autor – que narra as dificuldades encontradas – tem a apresentação, por parte da psicanalista e hipnóloga Gesmil Swensson e o prefácio, por parte do meu irmão Paulo Roberto Costa (que, familiarmente, tem por apelido ‘Tuio’, dado por mim quando criança, aliás!)

O livro foi lançado no Estúdio Cultural Lexmediare, um espaço da casa do Élcio e da Adriana, em Sorocaba, que foi transformado em um espaço literário, tanto para abrigar o acervo de livros publicados por ambos, e respectivas reportagens, banners etc., quanto para eventos como o de lançamentos de livros, deles mesmos e de terceiros.

FOTOS E COMENTÁRIOS FORNECIDOS PELO AUTOR:

sergio (Copy)O autor, Sergio Diniz da Costa e sua obra

sergio1 (Copy)A segunda, da esquerda para a direita, é a psicanalista Gesmil Swensson. O de chapéu é o professor, escritor, poeta, revisor de livros João Batista Alvarenga. E, ao lado dele, os poetas Bosco da Cruz e Gonçalves Viana, ambos do Grupo Coesão Poética, sendo este último o seu presidente.

sergio2 (Copy)A fala da psicanalista e hipnóloga Gesmil Swensson que, por sinal, foi a apresentadora do livro.

sergio3 (Copy)A poetisa infantil Ana Cristina Rodrigues Henrique, a qual aparece nesta foto,  declamando um poema belíssimo escrito por ela, em minha homenagem. A Aninha,  além de poetisa, é também nossa companheira de apresentação do Programa Super Literário, pela Rádio Super (www.radiosuper.net)

sergio4 (Copy)O poeta e presidente do Grupo Coesão Poética, Gonçalves Viana

sergio5 (Copy)João Alvarenga cumprimenta Sergio Diniz da Costa

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A presidente da Academia Votorantinense de Letras, Artes e História, a professora de piano Miriam Jáki.

sergio7 (Copy)O poeta e presidente do Grupo Coesão Poética, Gonçalves Viana

sergio8 (Copy)Eu e minha musa inspiradora, Maria Clara!

sergio9 (Copy)Ao meu lado, meu irmão Paulo Roberto (prefaciador do livro) e minha mãe, dona Irma que, aos 88 anos de idade e com apenas
o 4.º ano do antigo Primário, lê pelo menos um livro por semana e faz palavras cruzadas diariamente.

sergio10 (Copy)Os amigos e parceiros Élcio Mário Pinto e Adriana da Rocha Leite

sergio11 (Copy)O afilhado do Élcio, Caique Ferraz, de 12 anos de idade, e que desde os 10 anos de idade, faz as ilustrações dos livros infantis do Élcio.

OUTRAS CENAS DO EVENTO

 

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