Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias Pontes e Vieira

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 606 e 607

 

Prezada Rosangela, bom dia.

Atendendo seu pedido envio os arquivos :

Pontes………………….. 6 páginas e 1 brasão ;

Vieira…………………..  18 páginas e 1 brasão.

Se precisar de outros sobrenomes é só enviar a solicitação.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

image Pontes

sobrenome de origem espanhola. Desta família da nobreza espanhola passou a Portugal Gonçalo Gonçalves Ponte, que teve o foro de escudeiro-fidalgo por mercê do Infante D. Pedro, como regente em nome de seu sobrinho, o Rei D. Afonso V. Do seu casamento com Brites Soares, teve filhos que lhe sucederam neste apelido, alterando-o por vezes, pluralizando-o.

Uma outra família Ponte ou Pontes tem origem italiana, já que descendem de Giovanni Domenico Ponti que se estabeleceu em Portugal em princípios do século XVIII.

Família espanhola que passou a Portugal na pessoa de Gonçalo Gonçalves Ponte, fidalgo de ilustre ascendência, a quem o Infante Dom Pedro, como regente do Reino na menoridade de seu sobrinho, Dom Afonso V, lhe deu o foro de escudeiro-fidalgo em 1443, com moradia de vinte libras por mês. O apelido tomou também a forma pluralizada, pois os Pontes usam as mesmas armas.

De origem geográfica (Antenor Nascentes, II, 248). Ilha da São Miguel: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha de São Miguel, escreveu, no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro V – Da fatal Ilha de S. Miguel, Capítulo XVII – De algus homes famosos, & familias que vieraõ povoar a Ilha de Saõ Miguel; Título III – Dos Gagos, Raposos, Pontes, Bicudos, Correas, Pachecos [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro V, Ilha de São Miguel]. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a família de Bartolomeu de Pontes [c.1633 – a.1698], que deixou descendência de seu cas., c.1658, com Margarida Ribeiro (Rheingantz, III, 69). Família de origem portuguesa estabelecida em São Paulo, com ramificações em Minas Gerais, procedente de Braz Gonçalves, o velho, um dos primeiros portugueses que iniciaram o povoamento de Santo André e de São Paulo. Faz parte do grupo de bravos portugueses que se casaram com filhas dos caciques Tibiriçá, Piquerobi e outros, e procriaram essa raça audaz e belicosa dos bandeirantes, que, depois de alargarem os limites da pátria, fazendo-a uma das mais vastas nações do globo, são ainda hoje os mais denodados e indefessos batalhadores da grandeza do Brasilisso não deveria estar com aspas e itálico? [Cônego R. Trindade, Zona do Carmo, 367]. Deixou numerosa descendência do seu cas. com uma filha do cacique de Virapoeiras, cerca de São Paulo, a qual tomou no batismo o nome de Margarida Fernandes. Entre os seus descendentes, registram-se: I – o neto, Bartolomeu Gonçalves, que deixou geração do seu cas. com Domingas Rodrigues.

 

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image Vieira

sobrenome português de origem geográfica. De vieira, subst. comum (Antenor Nascentes, II, 314). De vieiras ou conchas, conforme se pode ver no Brasão de Armas desta família (Anuário Genealógico Latino, IV, 30). Descende esta família de D. Arnaldo de Baião [ano de 983], da Gasconha [França] que morreu de uma seta no cerco de Viseu. Por linha feminina descende de Caio Carpo, régulo da Maia, no tempo dos romanos, quando foi aportar a Galiza o corpo do apóstolo Santiago, que apareceu coberto de conchas ou vieiras (Anuário Genealógica Latino, I, 96). Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário de Famílias de Portugal [Tomo XXVIII], principia esta família em Ruy Vieira, o primeiro de que se tem notícia com este sobrenome, que, segundo a opinião comum, teve princípio na Província do Minho, pelos anos de 1044 [século XII]. Rui Vieira foi Fidalgo muito honrado no tempo do Rei D. Afonso [1211-1223] e de seu filho D. Sancho II [1223-1248]. Senhor da Quinta de Vila Seca, na freguesia de São João, Comarca de Vieira, onde viveu e faleceu, e de onde teria tomado o seu sobrenome.

Consta das Inquirições que mandou fazer o Rei D. Diniz [1279-1325], que o Conselho de Vieira foi honrado por haver sido de Ruy Vieira. Parecem seus filhos, João Rodrigues Vieira e Pedro Rodrigues Vieira, vivendo, este, pelos anos de D. Afonso III [1248-1279], que foi conde de Bolonha em França, e que entrou no governo de Portugal pelos anos de 1245, provável Senhor da Quinta de Vila Seca, e chefe desta família Vieira, em Portugal, com inúmeras ramificações no Brasil. Entre os descendentes deste último, Pedro R. Vieira, registram-se: I – o sétimo neto, Francisco Vieira de Lima, Fidalgo da casa Real. Cavaleiro da Ordem de Cristo. Esteve no Brasil onde foi Coronel, deixando um filho bastardo; II – o décimo quarto neto, Manuel Vieira da Silva, que foi homem muito valente. Sargento-Mor de Infantaria na Bahia, para onde passou em companhia de seu irmão, o alferes Domingos Vieira da Silva. Ambos vieram com uma Companhia para combater os gentios que vinham entrando pela Cachoeira, distante 15 léguas de Salvador, e, não podendo resistir o número superior de índios, se entrincheiraram em um Monte, onde depois foram aprisionados e, segundo a história, foram mortos e comidos por seus adversários; e III – o décimo quinto neto, José Vieira da Mota, sacerdote muito eloqüente que esteve no Brasil, a fim de buscar seu irmão Manuel da Mota, que se encontrava estabelecido nas Minas, dizem que muito rico. Brasil: Em São Paulo, entre as mais antigas, registra-se a família de João Vieira, tabelião [1545] em São Vicente (AM, Piratininga, 187). Ainda em São Paulo, de origem portuguesa, a família de Francisco Vieira Antunes [c.1630, S. Martinho da Ventosa, Portugal- ?], filho de Adrião Vieira e de Agueda Dias. Deixou numerosa descendência de seu cas., c.1655, com Isabel Manuel Alvares de Souza, filha de Manuel Alvares de Souza, patriarca desta família Alvares de Souza (v.s.), em São Paulo. Foram bisavós de Joaquim da Costa Siqueira, que teve mercê da Carta de Brasão de Armas, em 1795, das famílias Siqueira e Vieira, conforme vai descrito no título da família Costa de Siqueira (v.s.), de São Paulo. Em Pernambuco, entre as mais antigas, está a família de Bento Gonçalves Vieira [Portugal – d.1691], Sargento-Mor. Familiar do Santo Ofício. Senhor do Engenho Grajaú e proprietário de uma sesmaria de 3 léguas de terra no sertão de Araruba [1691]. Filho de Alonso Nogueira e de Vitória Gonçalves. Deixou geração do seu cas. com Maria de Oliveira, filha do Cap. Julião de Oliveira. Para a Paraíba, ver a família Vieira da Silva. Importante família originária das ilhas portuguesas estabelecida no Maranhão, procedente de Manuel Ignácio Vieira, nascido na Ilha Terceira, fundador da família Dias Vieira (v.s.) do Maranhão. Sobrenome de uma família de origem espanhola, à qual pertence Maciel Vieira, natural de Lançarote, Ilhas Canárias, que viveu de vender fazendas, e que passou para Santa Catarinapor volta de 1814 (Registro de Estrangeiros, 1808, 307).

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Rosangela Pontesro.pontes@ig.com.br;

—–Mensagem Original—–

From: Rosangela Pontes

Sent: Thursday, December 31, 2015 12:50 AM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Família Pontes

 

Ola, gostaria de saber se o sr. possue algum histórico da família Vieira Pontes ?

Localizei informações datadas de 1890 e antes um pouco de meu tataravô Malaquias Vieira Pontes, q foi capitão e juiz na região de Sacramento MG …

Pelo q encontrei ele tinha um irmão Quirino Vieira Pontes e o pai Antônio… Todos militares.

 

Casado com a vó Salomé

 

Agradeço




Genealogia: Afrânio fornece informações sobre as familia Lemos

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 602,603,604,605

 

Não sei seu nome mas, boa tarde caro solicitante.

LEMOS………….  pequeno arquivo em espanhol.

LEMOS………….  uma página de arquivo da origem portuguesa.

Boa pesquisa nos endereços de outras pessoas com os mesmos nomes poloneses.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

clip_image002    clip_image001

El origen hay que buscarlo en tierras de Galicia, en el lugar llamado Lemos, en Lugo. Parece que el primitivo solar radicó en Montezuelo

y que uno de sus primeros caballeros fue López de Lemos. Se hace preciso señalar que los Lemos de Galicia descienden directamente

del linaje de los Castro, de la rama de los condes de Lemos. Una parte de los de este apellido se trasladaron a Portugal dando origen a

la creación de los Condes de Amarante. Otros se establecieron en América, sobre todo en la Argentina dando lugar a otras familias que

pasaron sucesivamente a Uruguay. El apellido Lemos no es muy corriente en España, encontrándose con preferencia en las regiones del

Norte siendo muy escaso en Andalucía y, en general, todo el Sur de la Península. Armas: En campo de gules, trece roeles de plata.

 

Traduzido

 

A origem pode ser encontrada nas terras da Galiza, no lugar chamado de Lemos, Lugo. Parece que o primitivo solar Arquivado

em Montezuelo e que um dos seus primeiros cavaleiros foi Lopez de Lemos. É necessário salientar que o Lemos da Galiza são

descendentes diretos a linhagem do Castro, do ramo dos Condes de Lemos. Parte a este sobrenome mudou-se para Portugal,

dando origem a a criação dos Condes de Amarante. Outros se estabeleceram na América, especialmente na Argentina dando

origem a outras famílias.

Eles foram para o Uruguai. O sobrenome Lemos não é muito corrente em Espanha, uma reunião com preferência nas regiões do

Norte, sendo muito fraco na Andaluzia e, em geral, todo o sul da Península. Armas: em campo de gules, treze roundels prata.

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À família portuguesa deste nome usam os genealogistas dar a maior antiguidade e nobreza, fazendo-a originária em D. Bermudo Ordoñez, senhor de Lemos,

localizado no séc. III (?).

No entanto, o estudo sério de documentos indiscutíveis relega para o campo das fantasias aquela teoria genealógica.

Com efeito, o mais antigo membro da família portuguesa dos Lemos que é possível identificar com exactidão é Giraldo Martins de Lemos, escudeiro, que casou

em meados do séc. XIV com Beringeira Anes, filha de João Esteves, riquíssimo comerciante de Lisboa e industrial de sapatos, que com sua mulher, Constança

Anes, instituíu para aquela sua filha um grande morgado em Calhariz de Benfica no termo de Lisboa.

Daquele casamento nasceu Gomes Martins de Lemos, que foi fiel partidário da causa do Mestre de Avis, a quem serviu durante toda a guerra com Castela. A sua

constância não foi esquecida por D. João I, que o fez cavaleiro e aio de seu filho natural D. Afonso, depois primeiro Duque de Bragança, dando-lhe mais o senhorio

de Oliveira do Conde e promovendo o seu casamento com D. Mécia Vasques de Goes, herdeira do morgado e senhorio de Goes, com geração.

A descendência de Gomes Martins de Lemos viria a dividir-se em dois ramos, caindo cedo o primogénito em senhora, e conservando o secundogénito a varonia

por algumas gerações mais.

A chefia do primeiro, que o era também das famílias dos Goes e dos Lemos, viria a pertencer à Casa dos Silveiras, Condes da Sortelha, enquanto a da segunda seria

conservada pela Casa chamada dos Lemos da Trofa, por ter tido o senhorio desta vila.

Armas

De azul, seis cadernas de crescente de prata, dispostas em duas palas. Timbre: um dragão de verde, sainte, armado e lampassado de vermelho, carregado de um

crescente de prata no peito.

As que foram conservadas pelo rampo secundogénito, diferenciadas nos esmaltes e números de peças são: de vermelho, cinco cadernas de crescentes de ouro,

postas em aspa. Timbre: uma águia de vermelho, armada de ouro, carregada de uma caderna de crescentes do mesmo no peito e assente num ninho de sua cor.

 

Títulos, Morgados e Senhorios

Barões de Beduído

Barões de Castro Daire

Barões de Leiria

Barões do Real Agrado

Barões do Seixo

Condes das Devezas

Condes de Arganil

Condes de Santa Catarina

Condes de Subserra

Condes de Tovar

Condes do Côvo

Senhores da Trofa

Senhores de Bordonhos

Senhores de Oliveira do Condes

Senhores do Morgado da Matrena

Senhores do Morgado da Rameira

Viscondes da Piedade

Viscondes de Aljezur

Viscondes de Juromenha

Viscondes de Leiria

Viscondes de Lemos

Viscondes de Santa Catarina

Viscondes de Taveiro

Viscondes do Real Agrado

Viscondes do Serrado

 

Cargos e Profissões

Comendadores de Samora Correia

Médicos

 

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Em relação ao nome LEMESZENKI (deveria ser LEMESZENSKI ). Vide abaixo pessoas como esse sobrenome que encontrei na Pesquisa no Google

e que poderá entrar em contato com eles para saber mais da procedência. Eu não tenho esse arquivo.

 

PDF]Protoflavonoides e meroterpenos de espécies de Piper

www.teses.usp.br/teses/…/46/…/TeseCorrigidaGiovanaCFLemeszenski.pdf

de GCF Lemeszenski

4 de jun de 2013 – Freitas Lemeszenski, G.C. Protoflavonoids and meroterpenes from Piper ……

Nome. Planta. Atividade. Referência. (55). Protoapigenona …… responsáveis pela origem de

uma enorme diversidade de metabólitos secundários.

 

 

I – PORTARIAS DE 16/02/2007 B – ASSESSORIA …

www.mpsp.mp.br/pls/…/url/…/2BE5136A43E218FBE040A8C02C01509...

15 de mar de 2007 – nº de origem: 168/06 e 169/06 ….. Interessados: Maria Helena ApostolatosLemeszenski

e outros e Secretaria de Estado da Saúde Assunto: …

I – PORTARIAS DE 21/03/2007 – Ministério Público

www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/diario_oficial/…/210307_0.htm

21 de mar de 2007 – Nome do Titular do Cargo – Referência/Grau – Escala de Vencimentos – Tabela – Quadro …

nº de origem: 465/06. Capital ….. Interessados: Maria Helena Apostolatos Lemeszenski e outros e Secretaria

de Estado da Saúde

[PDF]Revista_Miolo_8 grafica Final dez2007 – Sistema FIEAM

www.fieam.org.br/revista/revistafieam-dezembro06.pdf

31 de jan de 2007 – que apropriadamente leva seu nome e distinguiu Raimar. Aguiar. A homenagem …… da Unidade

, Lourença Lemeszenski, o tema foi escolhido com objetivo de … em suas cidades de origem tinham o hábito de fazer o próprio …

Diário SP – Cidade de 21/10/2010 (3932269)

www.radaroficial.com.br/d/3932269

21 de out de 2010 – … Salce Maria Rita Rossi Salvia Ivany de Andrade Lemeszenski Jose Carlos de … das atividades

da STS-MB, em nome de: RUBENS JESUS SIMOES, CPF …. desde que respeitadas as necessidades dos Servicos de origem.

[PDF]Rede São Paulo de São Paulo 2011 – Acervo Digital da …

www.acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/…/qui_m3d6_tm02.p...

cula de etino (nome comum, acetileno), segunda o modelo da TLV. Em torno de cada … atômico s e um orbital atômico

p de cada átomo de carbono, dando origem a dois orbitais híbridos rotulados ….. Guilherme de Andrade Lemeszenski.

Alexandre Wagner Silva Hilsdorf – Biblioteca Virtual da …

www.bv.fapesp.br/pt/pesquisador/1189/alexandre-wagner-silva-hilsdorf/

… (Instituição sede da última proposta de pesquisa). País de origem: Brasil … Juliana Viana da Silva · Bruno Lemeszenski

Brandelli · Fabio Soller Dias da Silva …

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LEMESZI , eu não tenho esses arquivos mas pela terminologia

do sobrenome são de origem POLONESA. Tem abaixo a pesquisa que fiz e que aparece com a grafia LEMESSI.

 

EUR-Lex – 52015XC0219(02) – EN – EUR-Lex

eur-lex.europa.eu › EUROPA › EU law and publications › EUR-Lex

relativo à proteção das indicações geográficas e denominações de origem dos …

O nome do produto (Ekstra djevičansko maslinovo ulje Cres) deve figurar … (N. Lemessi, 1979.,

Note storiche, geografiche, artistiche sull’isola di Cherso, vol.

EUR-Lex – C:2015:059:FULL – EN – EUR-Lex

eur-lex.europa.eu › EUROPA › EU law and publications › EUR-Lex

Nome e endereço da entidade que concede o auxílio …. Alimentos para animais (unicamente para

os produtos de origem animal) e matérias-primas ….. 107) e 24 em 1853 (N. Lemessi, 1979, Note

storiche, geografiche, artistiche sull’isola di …

ISSUU – MF BrasilItália – A grande partida – MF Milano by …

issuu.com/unntabril/docs/mf-brasilitalia-a-grande-partida-mf…/3

27 de jan de 2013 – Basta considerar que São Paulo é a cidade com maior número de habitantes de

origem italiana, mais de três … Group Publisher Periódicos: Marina Lemessi. … Indicar osobrenome,

nome, endereço, número telefônico, …

 

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LEMESON – PODE SER DE ORIGEM FRANCESA, INGLESA OU ALEMÃ.

 

Não encontrei referências.

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—–Mensagem Original—–

From: PAULISTA MESLEM

Sent: Friday, January 08, 2016 12:40 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Feliz 2016

 

Bom Dia

 

Senhor Afrânio obrigado por ter respondido ao meu email.

Isso mostra confiabilidade naquilo que o senhor faz.

Mais oq me trás aqui novamente seria.

Os sobrenomes.

Lemeszenki

Lemeszi

Lemeson

Lemos

Estes sobrenomes são derivados de Lemes.

E quais seriam suas origens.

Conto com sua colaboração um  ótimo um inicio de Ano.




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a família Breda

Afrânio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTO NÚMERO 601

Deivid,

O arquivo Bredariol eu não tenho.

Tenho o Breda que tem a mesma significação e que vem

de Braida, terreno plano.

Envio o Arquivo e o Brasão dessa família.

Breda……………. 5 páginas e 1 brasão no arquivo e mais um em separado.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

clip_image002Breda

sobrenome de origem italiana, variação de Braida; pode indicar também oriundo da cidade setentrional de Breda di Piave e de outras localidades assim chamadas, cujos nomes derivam diretamente. Derivado de Braida[Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I]. Sobrenome de uma família de origem italiana estabelecida no Rio Grande do Sul, a qual pertence João Breda Neto [05.12.1942, RS -], cas. com Ana Gasparin [12.07.1941, RS -], neta de Raumundi Gsparin e de Carolina Perin, chefes deste ramo da família Gasparin (v.s.), do Rio Grande do Sul, com geração citada em Gentil Costella, Costella-Mattiello, p. 224. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Agostino Breda, nasc. a 02.04.1934, em Manoppello, Província de Pescara, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Antonio Breda, nasc. a 17.11.1921, em Arre, Província de Pádova, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Esther Breda, nasc. a 23.12.1936, em Codogne, Província de Treviso, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Giancarlo Breda, nasc. a 17.05.1954, em Bolzano, Província de Bolzano, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Italo Breda, nasc. a 18.08.1924, em Marostica, Província de Vicernza, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Pietro Breda, nasc. a 12.12.1922, em Turrivalignani, Província de Pescara, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Rocco Breda, nasc. a 14.07.1937, em Turrivalignani, Província de Pescara, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Thereza Breda, nasc. a 01.01.1879, em Codogne, Província de Treviso, Itália.

 

From: Deivid Cristian Bussolo Cazon

Sent: Thursday, January 07, 2016 2:12 PM

To: Afrânio Tintaspig

Subject: RES: Brasão

Senhor Afrânio e da Família Bredariol é a da família da minha esposa.

At,

Deivid Cristian Bussolo Cazon

Romagnole Produtos Eletricos S.A.

Técnico de Segurança do Trabalho

Coordenação de Segurança do Trabalho

Fone: (44) 3233-8278

www.romagnole.com.br

De: Afrânio Tintaspig [afranio@tintaspig.com.br]
Enviado: quinta-feira, 7 de janeiro de 2016 14:07
Para: Deivid Cristian Bussolo Cazon
Assunto: Re: Brasão

Que bom que tenha gostado.

Sempre às ordens para suas solicitações de forma gratuítas.

Abraços

Afrânio

From: Deivid Cristian Bussolo Cazon

Sent: Thursday, January 07, 2016 1:55 PM

To: Afrânio Tintaspig

Subject: RES: Brasão

Boa Tarde;

 

Gstei muito ficou bem legal, gostei de ver as origem da minha família.

At

Deivid Cristian Bussolo Cazon

Romagnole Produtos Eletricos S.A.

Técnico de Segurança do Trabalho

Coordenação de Segurança do Trabalho

Fone: (44) 3233-8278

www.romagnole.com.br

De: Afrânio Tintaspig [afranio@tintaspig.com.br]
Enviado: quinta-feira, 7 de janeiro de 2016 11:24
Para: Deivid Cristian Bussolo Cazon
Cc: Rol – Regiao On Line; Afrânio Mello
Assunto: Re: Brasão




Artigo de Celio Pezza: 'Novo ano,velhos erros…'

Célio Pezza – Crônica # 295: Novo Ano, velhos erros…

 

Colunista do ROL
Celio Pezza

O Brasil é realmente um país estranho.

Aceitamos que um Governo, Estado ou uma Prefeitura não tenha verbas para Educação, Saúde, Segurança, desde que tenha verbas para fazer uma grandiosa festa de final de ano, com um foguetório inútil e um bando de artistas de qualidade duvidosa a preço de ouro.

Gastamos milhões nesta baboseira, que dura somente uma noite, para depois amargarmos o ano todo sem verbas para setores fundamentais.

Ao invés de sairmos às ruas protestando contra esse caos instalado, contra essa corrupção que assola o país, nós guardamos as forças para pular durante o carnaval.

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o desperdício de alimentos no Brasil chega a 40 mil toneladas por dia.

Esse desperdício acontece no produtor, distribuidor, vendedor final e em nossas casas.

Este mês de janeiro, começamos com produtores rurais de Venda Nova do Imigrante, região serrana do Espírito Santo, jogando fora 20 mil caixas, cerca de 500 toneladas de tomate de boa qualidade, pois o preço do produto caiu.

Será que somos um país sério?

Por que não apareceu uma autoridade qualquer para impedir que toneladas de alimento sadio fossem para o lixo, quando tanta gente não tem o que comer?

Por que não protestamos contra isso?

Outro assunto que incomoda neste inicio de ano é o decreto presidencial que isenta de vistos para entrar no Brasil todos os estrangeiros que chegarem de janeiro até 18 de

setembro de 2016, com o objetivo de aumentar o turismo durante os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos (ou Paralímpicos) no Rio de Janeiro.

O chefe do Estado Maior das Forças Armadas, general José Carlos De Nardi se posicionou contra essa abertura, por entender que desobrigar os turistas de apresentar um visto de entrada pode abrir caminho para a vinda de terroristas ou bandidos de todos os pontos do mundo.

Ao invés de ser ouvido, foi destituído do seu cargo pelo novo Ministro da Defesa, Aldo Rebelo (PCdoB).

Outra crítica veio do médico epidemiologista e professor da Universidade Federal da Bahia, Dr. Juarez Dias, pois o fluxo descontrolado de estrangeiros no país pode trazer de volta algumas doenças já controladas e outras novas, pois não são exigidas vacinas para entrar no Brasil.

O senador Aloysio Nunes (PSDB) também contesta esse decreto, pois a isenção de visto deve sempre implicar em um princípio de reciprocidade entre dois países, não de maneira unilateral e indiscriminada como foi feito.

Com a sanção presidencial, Dilma afirma ao mundo que o Brasil é um país altamente preparado e um modelo em matéria de segurança de grandes eventos.

Só não conseguimos evitar as chacinas, as balas perdidas e o aumento de criminalidade em todo o Brasil.

Também se posiciona como o país mais democrático do mundo, pois aqui terroristas e bandidos não são discriminados, como é o caso do assassino italiano Cezare Batistti, aqui chamado carinhosamente pelas autoridades de “ativista”.

Também passa a mensagem ao mundo de que o Brasil está absolutamente aberto a todos os refugiados que desejarem conhecer as nossas belezas. Assim começamos

2016, com os mesmos e velhos erros.

 

Célio Pezza

Janeiro, 2015




Estão abertas, até 20 de março, as inscrições ao Prêmio Mercosul de Artes Visuais.

 Organizado pelo Mercosul Cultural, a edição está sendo lançada simultaneamente na Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, Venezuela e Equador

O Prêmio Mercosul de Artes Visuais consistirá numa residência artística de três (3) a quatro (4) semanas de duração, a realizar-se no Espacio de Arte Contemporáneo (EAC), na cidade de Montevidéu, no Uruguai, para um (1) artista por cada país participante.

A assistência aos ganhadores inclui passagem aérea, uma soma equivalente a USD 2.000 (dois mil dólares) para gastos de produção da obra e manutenção do artista, a cargo de cada país. As residências serão realizadas no mês de junho de 2016.

As inscrições devem ser enviadas ao endereço eletrônico: pmercosulav@funarte.gov.br, até 20 de março de 2016.

Dúvidas e esclarecimentos deverão ser solicitados somente por este email.

Confira o Regulamento e maiores informações nos links abaixo:

http://www.funarte.gov.br/artes-visuais/estao-abertas-as-inscricoes-para-o-premio-mercosul-de-artes-visuais/

http://www.funarte.gov.br/edital/premio-mercosul-de-artes-visuais/




Foto histórica enviada por Marcelo Paiva

Publicamos nesta edição uma foto de valor histórico enviada pelo colunista do ROL Marcelo Augusto Paiva Pereira

Olá, Helio Rubens,

 

foto reduzida

Venho solicitar a publicação da anexa fotografia que fiz em agosto de 1991 da Estrada da Chapadinha, referente ao trecho que ainda é de terra batida.

A referida fotografia tem efeito icônico – reproduz um trecho rural da nossa cidade e município – e também tem elementos de composição que abaixo seguem:

a) as nuvens e as sombras das árvores compõem os traços horizontais;

b) as árvores à esquerda e à direita compõem os traços verticais;

c) a perspectiva almejada é dirigida ao meio da imagem, em que a estrada faz uma curva á direita, incluindo sinuosidade ao conjunto;

d) a imagem formada compõe-se de simetria pré concebida, com vistas a formar o campo de visão do observador,

O conjunto final da imagem fotográfica remete ao desenho renascentista, geométrico, no qual os pontos de fuga da perspectiva conduziam o olhar do observador.

Sem mais,

Agradecendo antecipadamente,

Subscrevo-me,

Marcelo Augusto Paiva Pereira.




Genealogia: 600 ATENDIMENTOS GRATUITOS! O ROL É O ÚNICO JORNAL ELETRONICO A PRESTAR ESSE SERVIÇO!

Afrânio Mello
Afrânio Mello

O genealogista de Itapetininga Afrânio Franco de Oliveira Mello completa 600 (seiscentos!) atendimentos, um recorde de atendimentos gratuitos! Só o jornal ROL – REGIÃO ON LINE oferece gratuitamente esse serviço!

Por ocasião do ATENDIMENTO DE NÚMERO 600 quero, como editor do  ROL – REGIÃO ON LINE,  cumprimentar efusivamente o genealogista itapetiningano Afrânio Franco de Oliveira Mello, pelo extraordinário serviço ele presta, gratuita e competentemente, aos leitores do nosso jornal eletrônico, o único que atende gratuitamente pedidos de estudos de sobrenomes de familias! Palmas para ele! (Helio Rubens)

 

Este é um atendimento especial pois completa 600  remessas  de arquivos de sobrenomes com os seus históricos e brasões em todo o território nacional e alguns do exterior. Motivo de satisfação e orgulho para este genealogista que faz esse trabalho de forma gratuita.

Informo que fiz um atendimento para esse sobrenome em 10 de fevereiro de 2014,

para luiscalais@ig.com.br.

Vamos lá.

Arquivo Calais (1) …………………  3 páginas e 1 brasão.

Arquivo Calais ……………………..  3 páginas e 1 brasão – este tem outra formação da origem e de nomes ;

Arquivos de brasões em separado para confecção de quadros.

Espero que estas informações ajudem os componentes da FAMILIA CALAIS.

Parabéns por terem sido os que completaram 6 centenas de atendimentos.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

clip_image002    imageCalais,

sobrenome de origem francesa. Sobrenome classificado como toponímico, isto é, os primeiros membros dessa família eram oriundos da região ou da cidade francesa de Calais.

Registra-se Madeleine-Hélène Calais, nascida em 1656, St Suplice, Paris, Ile-de-France, França e falecida em 1702, Quebec, Quebec, Canadá; casou-se com Biaise Belleau em 25.09.1673, ele nascido em 1650, Paris, França e falecido em 1719, Quebec, Quebec, Canadá; ela filha de Pierre Calais, nascido em 1620, Paris, França e falecido em 1658 e Marie Sosse, nascida em 1621, Paris, França. Do seu casamento com Blaise tiveram os seguintes filhos: Marie Gabrielle Belleau, nascida em 1675 e falecida em 1680, Marie Madeleine Belleau, nascida em 10.01.1677 e falecida em 09.04.1711, Jean Baptiste Belleau Larose, nascido em 28.01.1680 e falecido em 15.06.1754, Guilleume Belleau, nascido em 27.03.1682 e falecido em 15.03.1699, Biaise Belleau, nascido em 27.04.1685, Pierre Belleau, nascido em 1690, Joseph Belleau, nascido em 02.09.1699 e falecido em 25.09.1699 e Angelique Belleau, nascida em 10.05.1702.

Registra-se Jean Baptiste Calais, nascido em 1771, França e falecido em 10.02.1821, St Martinville, St. Martin, Louisiana, Estados Unidos; casou-se com Magdeleine Semer em 1797, ela nascida em 1771, França.

Registra-se Charles Calais, nascido em 1669, Perigord, Dordogne, França e falecido em 1703, Quebec, Quebec, Canadá; casou-se com Marie Françoise Massard, ela nascida em 1677, Quebec, Quebec, Canadá; filha de Nicolás Massard, nascido em 1637 e falecido em 1686 e Anne Ditlucas Bellesoeur, nascida em 1640 e falecida em 11.12.1710. Charles era filho de Charles Calais, nascido em 1643 e Marie Catherine Calais, nascida em 1647. Charles teve os seguintes filhos: Marie Françoise Calais, nascida em 02.11.1700, Quebec, Quebec, Canadá e falecida em 04.11.1700, Pierre Louis Calais, nascido em 23.01.1702, Quebec, Canadá; há registros de outros filhos, porém não mencionados os nomes.

Registra-se Jean Baptiste de Calais, nascido em 24.03.1769, Pointe Coupee, Louisiana (na época província francesa), Estados Unidos; casou-se em primeiras núpcias com Victorie Patin em 17.12.1790, ela nascida em 07.08,1775 e falecida em 20.02.1795; casou-se em segundas núpcias com Marie Magdeleine Semer em 04.02.1799, ela nascida em 11.02.1782. Ele era filho de Simon Calais, nascido em 1743, St. Martin, Cambressir, França e falecido em 1768 e Marie Perrine Barras, nascida em 1747, Pointe Coupee, Louisiana, Estados Unidos. Jean teve os seguintes filhos: Zelie Calais, nascido em 1781, Marie Azelie Z. Calais, nascida em 07.02.1795 e falecida em 14.08.1824 esses do primeiro casamento. Magdeleine Calais, nascida em 24.06.1800, Marie Celeste Calais, nascida em 23.03.1804, Marie Calais, nascida em 30.04.1806 e Onesime Calais, nascido em 28.04.1808.

Registra-se René Calais Mayor, nascido em 14.11.1724, Thiebaumani, França e falecido em 31.10.1797; casou-se com Catherine Christophe em 08.05.1753, ela nascida em 1731 e falecida em 20.11.1785. Ele filho de Michel Calais Mayor, nascido em 1702, Thiebaumani, França e Antoinette Charier, nascida em 1705. René teve o seguinte filho: Jean Pierre Calais, nascido em 27.05.1764 e falecido em 1840.

Registra-se Framino Calais, batizado em 16.10.1897 na igreja Católica do Rosário, Serra Negra, São Paulo, Brasil; filho de João Leme de Calais e Anna Luiza de Souza. Registra-se Olívia Calais, batizada em 23.01.1898 na igreja Católica do Rosário, Serra Negra, São Paulo, Brasil; filha de Francisco Carlos Calais e  Branca Calais

Membros que receberam a medalha de Sainte Hélène

A medalha de Santa Helena, criado por Napoleão III,  para premiar 405 mil soldados ainda vivos, em 1857, que lutaram ao lado de Napoleão Bonaparte durante as guerras de 1792-1815.

Registra-se Antoine Calais, nascido em 1792, Lissay Lochy, Bourges, França. Profissão Jornaleiro, lutou no 106º regimento no período de 02.04.1811 à 13.11.1815.

Registra-se Michel Calais, nascido em 1776, Saint Clément, Luneville, França. Trabalhou no departamento de mortos e feridos. Serviu como soldado raso na 4ª infantaria ligeira no período de 8 meses em 1806 e lutou nas campanhas de Rhin e Ita. Teve baixa devido as graves lesões que sofreu.

Registra-se Nicolás Calais, nascido em 1794, Hertzing, Sarrebourg, França. Serviu como soldado no departamento de feridos. Regimento do 2° batalhão de artilharia da guarda no período de 1813 à 1815

Registra-se Pierre Calais, nascido em 12/12/1796, Abeville, França. Trabalhou no departamento de soma das baixas e era granadeiro. Era do 17º batalhão de Elite. Lutou no período de 1815 na campanha de Valenciennes.

 

Registra-se François Calais, nascido em 1788, Bulgneville, Neuchateau, França. Trabalhou no departamento de Vosges e serviu como solato. Era tanoeiro de profissão. Serviu no 93º batalhão em 2 campanhas.

 

Registra-se Guillaume Calais, nascido em Magny sur Tille, Cote d’Or, França. Serviu como soldado no 3º regimento da Guarda Imperial no período de 1808 à 1815.

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clip_image002[3]Calais, Callais,

sobrenome de origem francesa. Classificado como toponímico, pois os patriarcas desse ramo familiar são oriundos de Calais na França. Vários membros deste sobrenome espalharam-se por outras partes da Europa, especialmente Inglaterra, Espanha e Alemanha.

Registra-se Abigail Calais, nascida 12.01.1633, St Bride Fleet, Londres, Inglaterra; filha de Henry e Abigail Calais. Registra-se Adam Calais, nascido em 16.02.1594, Saint Laurence, Kent, Inglaterra; filho de Roger Calais. Registra-se Agnes Calais, nascida em 1550, Saint Laurence, Kent, Inglaterra; casou-se com John Cavill em 12.06.1568, Saint Laurence, Kent, Inglaterra. Registra-se Anis Calais, nascida em 20.09.1594, Lincoln, Inglaterra; filha de Robert Calais. Registra-se Abrahamine Louise Calais, nascida em 1782, Geneve (Genebra), Suíça; casou-se com Jacques Louis Bry em 21.03.1803, Geneve, Suíça. Registra-se Adele Calais, nascida em 30.09.1822, Luneville, Meurthe-et-Moselle, França; filha de Etienne Calais e Anne Brigitte Vilmette. Registra-se Agathe Calais, nascida em 28.06.1810, Leintrey, Meurthe-et-Moselle, França; filha de Joseph Calais e Marie Marguerite Camsat. Registra-se Agnes Calais, nascida em 20.12.1710, Val-et-Chatillon, Meurthe-et-Moselle, França; filha de Thomas Calais e Françoise Thouvenin. Registra-se Aime Calais, nascido por volta de 1840, Flin, Meurthe-et-Moselle, França; casou-se com Marie Cherrier em 15.02.1860, Flin, Meurthe-et-Moselle, França. Registra-se Alexandre Calais, nascido em 21.01.1750, Olonzac, Heraut, França; filho de Jacques Calais e Marie Anne Oustry. Registra-se Alexandre Callais, nascido em 27.12.1863, Frouard, Meurthe-et-Moselle, França; filho de François Callais e Marie Anne Braune. Registra-se Aléxis Calais, nascido em 1720, Aude, França; casou-se com Rose Combes em 1748, Aude, França. Registra-seAléxis Calais, nascido em 09.10.1776, Croismare, Meurthe-et-Moselle, França; filho de Michel Calais e Catherine Bufiere. Registra-seAndré Calais, nascido em 30.11.1739, Gerbeviller, Meurthe-et-Moselle, França; filho de Philippe Callais e Jeanne Forterre. Registra-seAngélique Callais, nascida em 16.08.1701, Ravenel, Oïse, França; filha de Antoine Callais e Marie Poullain; casou-se com Antoine Denains em 1725, Ravenel, Oïse, França. Registra-se Anne Calais, nascida e batizada em 18.09.1586, Eglise Reformeé, Badonviller, Meurthe-et-Moselle, França; filha de Claude e Catherine Calais. Registra-se Anne Calais, nascida em 15.11.1611 e batizada em 18.11.1611, Eglise Reformeé, Badonviller, Meurthe-et-Moselle, França; filha de Daniel Calais e Elizabeth Grand Pierron. Registra-se Anne Calais, nascida em 07.10.1645 e batizada em 12.10.1645, St Nicolas de Port, Meurthe-et-Moselle, França; filha de Demange e Marguerite Calais.

 

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From: Familiacalais Calais

Sent: Monday, January 04, 2016 8:58 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: preciso de algumas informações sobre a familia Calais