Colunista do ROL Sergio Diniz da Costa lança seu novo livro em Sorocaba, com muito sucesso

O conto ‘O Menino que brincava nas nuvens’ é a 6.ª publicação do professor Sergio Diniz da Costa

Depois de ter lançado, em 2002, o livro ‘Elegantia juris: o argumento eloquente’, que orbitou no universo do Direito e, em especial, abordando uma argumentação mais filosófica, Sergio Diniz da Costa enveredou pelo gênero poesia, lançando o ‘Etéreas: meus devaneios poéticos’ e ‘Etéreas: um novo horizonte’, respectivamente em 2012 e 2015.

Em 2013 e 2014, debruçou-se sobre pensamentos, extraídos tanto de reflexões junto à natureza, quanto de mensagens e vídeos veiculados pelo Facebook, e lançou ‘Pensamentos soltos na brisa das tardes’, volumes 1 e 2, num total de 168 pensamentos. Em 2017 e 2018, vai lançar mais dois volumes de pensamentos (algo em torno de 200 pensamentos), agora sob o título ‘Mergulhos da Alma’.

Futuramente, pretende lançar um livro de crônicas,  já publicadas na ‘Revista Bemporto’ e as que publicou no Jornal ROL- REGIÃO ON LINE.

“Portanto, me aguente por um bom tempo!”, diz, sorrindo, Sergio Diniz da Costa.

São dele estas considerações: “Um detalhe sobre as publicações de 2012 até agora e, se Deus quiser (e ele quer, com certeza!), enquanto eu tiver lucidez para continuar escrevendo: essas publicações têm sido possíveis decorrente de uma parceria que tenho com a Lexmediare Ltda. (a Primeira Câmara de Mediação e Arbitragem de Itapetininga e Região). Esta parceria consiste em eu fazer a revisão de todos os livros do Élcio Mário Pinto e da Adriana Rocha (presidente da Lexmediare) e, em contrapartida, a Lexmediare apoiar anualmente a publicação de 100 exemplares de um livro de até 40 páginas”.

Com exceção do primeiro livro, os demais livros do autor foram publicados pela Crearte Editora, de Sorocaba.

O ‘O Menino que brincava nas nuvens’  é a primeira publicação do gênero ‘conto’. Seguindo ele, “é a realização literária e metafórica de um devaneio infantil. Eu, quando criança, após voltar da escola, almoçar e brincar com os amiguinhos da rua, sentava num degrau da minha casa e ficava contemplando as nuvens, particularmente as do tipo ‘cumulus’, que parecem formar animais, castelos etc.  E eu, agora adulto, acalentava a vontade de publicar um livro, falando sobre essa relação minha em relação às nuvens (de dia, porque, à noite, era com as estrelas!)”.

O nascimento do conto, porém, foi um verdadeiro ‘parto literário’, ainda segundo Sergio Diniza da Costa, “pois havia o óbice da técnica do conto em si, uma vez que eu tinha em mente tão somente o recorte do menino sentado no degrau de sua casa, olhando para as nuvens, ou seja, não tinha um entorno técnico, formado, por exemplo, pela participação de outro personagem. Todavia, por meio das sessões de psicanálise às quais estava me submetendo, acabei por perceber que havia outro ‘nó górdio’ a ser desatado e, agora, não mais por Alexandre, O Grande, mas por Sergio, O Pequeno! E esse nó derivava da volta imaginária à infância, a qual me trazia boas recordações, porém, as más, também (como o fato de eu ter sofrido um corte no rosto, aos 5 anos, que me deixou uma grande cicatriz e um comportamento tímido e complexado). E sem contar o ‘bullying’ que sofria, por ser espírita, um menino pacífico, educado etc. As sessões com a psicanalista e, agora também amiga, Gesmil Swensson, contudo, desataram o famigerado nó deixado pelo rei Górdio e, numa outra madrugada insone, o conto ‘baixou’ integralmente, inclusive com um desenrolar que até aquele momento sequer me passara pelas minhas cogitações. E, desta forma, veio à lume ‘O menino que brincava nas nuvens’!”

Na obra, além da própria apresentação do autor – que narra as dificuldades encontradas – tem a apresentação, por parte da psicanalista e hipnóloga Gesmil Swensson e o prefácio, por parte do meu irmão Paulo Roberto Costa (que, familiarmente, tem por apelido ‘Tuio’, dado por mim quando criança, aliás!)

O livro foi lançado no Estúdio Cultural Lexmediare, um espaço da casa do Élcio e da Adriana, em Sorocaba, que foi transformado em um espaço literário, tanto para abrigar o acervo de livros publicados por ambos, e respectivas reportagens, banners etc., quanto para eventos como o de lançamentos de livros, deles mesmos e de terceiros.

FOTOS E COMENTÁRIOS FORNECIDOS PELO AUTOR:

sergio (Copy)O autor, Sergio Diniz da Costa, e sua obra

sergio1 (Copy)A segunda, da esquerda para a direita, é a psicanalista Gesmil Swensson. O de chapéu é o professor, escritor, poeta, revisor de livros
João Batista Alvarenga. Ao lado dele os poetas Bosco da Cruz e Gonçalves Viana, do Grupo Coesão Poética, sendo este último o seu presidente.

sergio2 (Copy)A fala da psicanalista e hipnóloga Gesmil Swensson que, por sinal, foi a apresentadora do livro.

sergio3 (Copy)A poetisa infantil Ana Cristina Rodrigues Henrique declamando um poema belíssimo escrito por ela em minha homenagem. A Aninha,  além de poetisa, é também nossa companheira de apresentação do Programa Super Literário, pela Rádio Super (www.radiosuper.net)

sergio4 (Copy)O poeta e presidente do Grupo Coesão Poética, Gonçalves Viana

sergio5 (Copy)João Alvarenga cumprimenta Sergio Diniz da Costa

sergio6 (Copy)A presidente da Academia Votorantinense de Letras, Artes e História, a professora de piano Miriam Jáki.

sergio7 (Copy)O poeta e presidente do Grupo Coesão Poética, Gonçalves Viana

sergio8 (Copy)Eu e minha musa inspiradora, Maria Clara!

sergio9 (Copy)Ao meu lado, meu irmão Paulo Roberto (prefaciador do livro) e minha mãe, dona Irma que, aos 88 anos de idade e com apenas
o 4.º ano do antigo Primário, lê pelo menos um livro por semana e faz palavras cruzadas diariamente.

sergio10 (Copy)Os amigos e parceiros Élcio Mário Pinto e Adriana da Rocha Leite

sergio11 (Copy)O afilhado do Élcio, Caique Ferraz, de 12 anos de idade, e que desde os 10 anos de idade, faz as ilustrações dos livros infantis do Élcio.

OUTRAS CENAS DO EVENTO

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Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia MINELLI

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 691 – Familia  Minelli

 

Prezada Joana, bom dia.

Mil desculpas pela demora.

Pesquisa difícil mas encontrei informações da origem do seu interesse.

MINELLI…………. 10 páginas e um brasçao.

Você anotou em vermelho diversos outros sobrenomes e fiquei sem saber

se era para pesquisar.

Você solicitou o Minellil e este estou enviado.

Abaixo uma parte do arquivo principal.

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

clip_image002Minelli, Minnelli

sobrenome de origem italiana. Mino com sufixo diminutivo elli. Redução popular e coloquial de nomes e sobrenomes que possuem a terminação Mino. Tais como: Belarmino, Guglelmino, Geronimo, Menechino, etc.

Antigo apelido de origem italiana e difundido por vários países hispanoamericanos, assim como por outros países europeus como a França, Suíça e Espanha. Segundo o filósofo espanhol Gutierre Tibón em seu livro “Diccionario etimológico comparado de apellidos españoles, hispanoaemricanos y filipinos”, Minelli é provavelmente derivado do latim Dominicus (Domenico), nome de índole mística, com o significado de “do Senhor” , “O dia do Senhor” ou ainda “Bendito pelo Senhor (Deus)”, sendo assim, Minelli é uma forma familiar de Domenico.

 

Membros famosos do Sobrenome

clip_image004Vincente Minnelli, pseudônimo de Lester Anthony Minelli, (Chicago, 28 de fevereiro de 1903 — Beverly Hills, 25 de julho de1986) foi um cineasta norte-americano e considerado um dos criadores do moderno musical.

Era o filho mais novo de Mina Le Beau (uma franco-americana) e de Vincent Charles Minnelli (um ítalo-americano), condutor musical do Minnelli Brothers´ Tent Theater. Começou sua carreira com os pais como ator de espetáculos itinerantes e depois trabalhou como cenarista em Chicago e figurinista em Nova York. Em 1936 estreou na direção teatral, fazendo na Broadway, “All home abroad”. Em Hollywood, assinou contrato com a Metro Goldwyn Mayer e entre 1942 e 1962 dirigiu 29 filmes. Ele dirigiu Meet Me in St. Louis(1944), quando namorou a estrela Judy Garland. Eles se casaram no ano seguinte tiveram sua filha única, Liza Minnelli, que cresceu e tornou-se uma estrela do cinema e dos palcos como cantora e atriz, inclusive vencedora do Óscar pelo filme “Cabaret”.

Diretor de mais de 30 filmes, ele era considerado um renovador dos musicais norte-americanos e um grande vencedor de Óscares com filmes como “Um Americano em Paris” e “Gigi”. Ele se divorciou de Judy Garland em 1951 e quando morreu, em casa, dormindo, aos 83 anos, estava casado com Lee Minnelli. Encontra-se sepultado no Forest Lawn Memorial Park (Glendale), Glendale, Los Angeles nos Estados Unidos.

 

clip_image006Liza May Minnelli (Los Angeles, 12 de março de 1946) é uma atriz e cantora americana.

É filha do diretor Vincent Minnelli e da atriz e cantora Judy Garland. Eternizou-se no cinema como a dançarina Sally Bowles, no filme que lhe rendeu um Oscar de melhor atriz, Cabaret.

Liza Minnelli foi uma atriz precoce, participando no primeiro filme em 1949 (In the Good Old Summertime), aos quatorze meses de idade. Com dezesseis anos, Liza foi para Nova Iorque por sua conta, para iniciar a carreira artística. Em 1964, a mãe convidou-a para participarem juntas num espectáculo em Londres, que teve excelente repercussão. Foi nessa ocasião que Liza conheceu o primeiro marido, o cantor e compositor australiano Peter Allen, amigo de Judy Garland.Liza ganhou um prêmio Tony aos 19 anos de idade e, em 1969, aos 23 anos, foi indicada ao primeiro Oscar pelo papel de Pookie Adams em The Sterile Cuckoo.

Os anos 1970 foram anos de muito trabalho para Liza. Actuou nos palcos, nas telas e na música. Em 1972, Minnelli protagonizou um dos maiores sucessos da carreira, como Sally Bowles, no filme Cabaret, adaptação do musical homônimo. O longa-metragem é também um dos maiores sucessos de bilheteria de Hollywood e projetou Liza como um dos maiores ícones do cinema mundial. O talento como cantora foi reconhecido com a interpretação antológica da canção-tema homónima. Minnelli venceu o Óscar de Melhor Atriz pelo desempenho e o Globo de Ouro de melhor atriz em comédia ou musical. Foi simultaneamente capa das revistas Time e Newsweek. Além de Cabaret, uma das interpretações mais conhecidas é New York, New York, do musical de mesmo nome.

Com o amigo Halston, era frequentadora assídua do Studio 54, o mais famoso clube noturno do mundo. Em 1974, participou como narradora do filme Isto é o espetáculo, com Fred Astaire e Gene Kelly. Casou-se em 1974 com o produtor e diretor de televisão Jack Haley, Jr., e em 1979 com o escultor Mark Gero, mas os dois casamentos acabaram em divórcio.

Nos últimos anos, a carreira tem estado voltada mais para os palcos e para a música. Gravou com Frank Sinatra o CD Duets e Sammy Davis Jr.; juntou-se a eles para uma série de concertos e espetáculos na televisão, que tiveram óptima repercussão. Em 1997, Liza sofreu uma cirurgia às cordas vocais, época em que começou a assistir a todos os filmes do pai adoptivo. Isso levou-a a estrear um espetáculo na Broadway intitulado Minnelli on Minnelli.

Casou-se em 2002 com David Gest, promoter e produtor de televisão, e o divórcio ocorreu em 2007. (Ela se separou de Gest em 2003.). Em 2006 gravou a canção Mama em parceria com a banda My Chemical Romance.

Após a performance como Dudley Moore, no longa-metragem Arthur, Minnelli fez poucas aparições no cinema.

 

clip_image008Rubens Francisco Minelli (São Paulo, 19 de dezembro de 1928) é um ex-treinador e ex-jogador de futebol brasileiro.

Jogador

Rubens Minelli iniciou sua vida no futebol como atleta, atuando na ponta-esquerda no Ypiranga e do Nacional, de São Paulo. Quando defendia o São Bento de Sorocaba, em um amistoso com o União de Mogi das Cruzes, em 1956, fraturou a perna esquerda e teve de abandonar a carreira de jogador, aos 27 anos. Seu único título como futebolista foi obtido em 1954: o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, pelo Taubaté.

Treinador

Como treinador, iniciou comandando os times da Faculdade de Ciências da USP e da seleção da FUPE (Federação Universitária Paulista de Esportes). Por intermédio de Canhotinho, o qual fora dirigido por Minelli no time da faculdade, treinou as categorias de base do Palmeiras entre 1958 e 1963. Em seguida, transferiu-se para a equipe principal do América de São José do Rio Preto. Sua estréia profissional foi com vitória de 1 a 0 sobre o XV de Jaú, em partida amistosa realizada no dia 31 de março de 1963, no Estádio Mário Alves Mendonça . Pelo clube, conquistou a segunda divisão estadual de 1963 e sagrou-se campeão do interior em 1964.

clip_image010Em 1966, foi contratado pelo Botafogo de Ribeirão Preto, onde ficou por quatro meses. Com o Botafogo, Minelli realizou uma excursão à América Central, sofrendo apenas uma derrota em 17 jogos. No final do mesmo ano, retornou ao América para substituir o argentino Filpo Nuñez.

Defendendo o Sport Club do Recife, foi vice-campeão pernambucano de 1967 e campeão do Torneio Início. Voltando para São Paulo, comandou a Francana, vice-campeã estadual da segunda divisão em 1968. Após passar pelo Guarani, Rubens Minelli retornou ao Palmeiras, desta vez para comandar a equipe principal. Coincidentemente, substituiu novamente Filpo Nuñez. Com o clube alviverde, Minelli excursionou à Europa em 1969, levantando o Troféu Ramón de Carranza, na Espanha. Também conquistou o Robertão, no mesmo ano.

Dirigiu diversas equipes do Brasil, além do Al-Hilal da Arábia Saudita, e posteriormente a seleção daquele país. Atingiu o auge de sua carreira nos anos 1970, quando estruturou o histórico time do Internacional, que contava com craques como Falcão, Figueroa e Carpegiani. Neste período, Minelli foi tricampeão brasileiro – 75 e 76 pelo Inter e 77 pelo São Paulo. Conquistou ainda quatro títulos gaúchos, em (1974, 1975 e 1976 pelo Inter, além de 1985 pelo rival Grêmio), dois campeonatos paranaenses (1994  e 1997 pelo Paraná), um título saudita e um da Copa do Golfo (1980 pelo Al Hilal). Minelli treinou ainda o Corinthians, Santos, Portuguesa, América-SP, Guarani, Ponte Preta, Rio Branco de Americana, Ferroviária de Araraquara, Atlético-MG e Coritiba.

Aposentadoria

Ao encerrar a carreira de treinador, Rubens Minelli tornou-se dirigente de clubes como São Paulo, Atlético Paranaense (superintendente de futebol, em 1998), Paraná e Avaí (superintendente de futebol, em 2003). Posteriormente, em 2008, tornou-se comentarista de rádio, trabalhando na Rádio Jovem Pan.

 

Registram-se

 

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From: Joana D’Arc Ribeiro de Oliveira

Sent: Thursday, February 25, 2016 5:46 AM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Solicitação!!!

 

 

 

Olá!

Bom dia, Afrânio Mello!

Permita-me escrever-lhe.

Venho buscando na internet a muito tempo,  encontrar  minhas origens. E tem sido em vão para minha frustração. Encontrei suas pesquisas genealógicas no Jornal Rol Cidadania e isso reacendeu em mim a esperança de poder ajudar-me a lograr êxito e concretizar esse sonho acalentado há décadas.

Como leiga nessa área, sem saber onde e como fazer uma pesquisa ou mesmo onde e como começar de uma forma correta para obter sucesso. Seria possível ajudar-me? Orientar-me?

Desde já agradeço a gentileza.

Minha família é uma mistura de pura brasilidade!

Estou  a tempo buscando obter informações sobre a família MINELLI.

Meus bisavós: < GIACOMO MINELLI e ALBINA BRUNI, (Agricultores), vieram como imigrantes de BOLOGNA (EMILIA ROMAGNA), ITÁLIA, com os filhos:

–         GIULIO MINELLI deve ter nascido entre 1891 a 1894 em Bologna. Faleceu 01/06/1981

–         ADALGISA MINELLI

–         ANGELINA MINELLI

–         ANTÔNIO MINELLI

–         ERNESTO MINELLI

                          (Radicou-se em Leopoldina, MG)

–         Giulio Minelli. Meu avô(Júlio). Casou com MARIA  DA  CONCEIÇÃO LOPES. Ele deve  ter nascido entre 1891 a 1894 em Bologna. Faleceu 01/06/1981 em Leopoldina, MG. Com 87 anos?

–         (Vovó passou assinar Maria da Conceição Lopes Minelli).

–         Adalgisa Minelli, casou-se com o português ALÍPIO RIBEIRO MACIEIRA FILHO em 30/04/1910 – livro 5 folha 81 termo 19.

–         Antônio Minelli casou-se com Marina Fontanella em 16/01/1909, livro 5 folha 27 termo 1.

–         Ernesto Minelli, casou-se com Dejanira Esmeria de Jesus em 10/06/1916, livro 4 folha 9 termo 18.

Provavelmente a grafia dos nomes pode estar errada, pois quando os imigrantes chegavam aqui não se compreendiam o idioma ou dialetos falados por eles.

 

Meu bisavô Giacomo Minelli (Jaccomo Minelli) faleceu em 09/05/1931 em MG com 78 anos?..

Albina Bruni, (bisavó) faleceu em 1916. Leopoldina, MG

E o que pude garimpar na internet…Para minha alegria!!!!

Não consegui mais nada além! Ufa,  é difícil!!!!!!

Mas com esses dados  conseguidos com muito esforço, cresceu a empolgação em continuar buscando que penso mais pra frente, ”se” conseguindo documentações deles(certidões), ver a viabilidade de solicitar a cidadania italiana. Sonhar não custa nada!!!

Um dos grandes problemas que enfrento é não ter conhecimento dos idiomas Inglês e italiano..

Achei muito bonito seu trabalho de pesquisa. Parabéns.

Fico aqui esperançosa, no aguardo da sua prestimosa resposta.

Resido em Santa Catarina.

Atenciosamente,

Joana D’Arc Ribeiro de Oliveira




O genealogista Afrânio Mello retona com informações gratuitas sobre familias.

Afrânio Franco de Oliveira Mello: Atendimentos numeros 689 e 690. Familia Romagna

 

Prezada Lucimara Romagna,

Em primeiro lugar peço desculpas pelos dois meses e meio para lhe responder.

As pesquisas demoraram e minhas atividades me impediram da continuidade.

Voltaram a normalidade os meus trabalhos e aproveito para enviar os arquivos

que solicitou.

ROMAGNA…………………………… cinco páginas e um brasão e mais uma página do dicionário

de sobrenomes italianos .

DEBONI/BONIE ……………………. sete páginas e um brasão.

Abaixo uma pequena amostra do conteúdo dos arquivos principais.

Você tem um bom material para suas pesquisas com o registro de diversos deles no Brasil

com suas identidades.

Espero que goste.

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

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Deboni, Boni, sobrenome de origem italiana.

Na realidade é a junção de De Boni. Vem do latim Bonus (Bom). A princípio era um nome próprio, mas na Idade Média se transforma em sobrenome com a expressão Fulano filius Bonus (Fulano filho do Bom). Alguns Heraldistas colocam a origem na forma familiar do nome próprio Bonifácio. A origem deste ilustre sobrenome, por referências de historiadores da época e outras averiguadas por Heraldistas nos arquivos registrados nas cidades e outros povoados, podemos afirmar, mas não assegurar que este escudo ou outro similar a ele, apareceu inicialmente desde o século XI ao XIV, particularmente na comitiva que acompanhava aos emissários catalães de Ramón Berenguer III nas entrevistas de seus aliados imperiais de Federico Barbarroja (Barbarroxa) e da República de Gênova nos pactos contra a República de Pisa em 1.150 a 1.155 que logo foi aliada incondicional. As referências desta família parecem precisar-se com mais freqüência desde o século XV ao XIX em especial aos feitos da batalha dos Castillejos acompanhando ao General Prim nas tropas de assalto. Todo elo parece coincidir com a memória familiar de alguns dos membros do ramo da família dos de Boni.

Registra-se José Deboni, nascido em 26.01.1896, Santo Amaro, São Paulo, SP, Brasil; filhos do casal de italianos Franco (Francisco) Deboni e Virginia Pilastro. Teve os seguintes irmãos: Josephina Deboni nascida em 1897, Armanda Deboni nascida em 05.03.1899, João Deboni nascido em 24.06.1900 e Itália Deboni nascida em 27.12.1903 todos em Santo Amaro, São Paulo, SP, Brasil.

Registra-se Pietro Deboni, nascido em 09.09.1883 e batizado na Igreja Católica de Nossa Senhora dos Homens, Araranguá, Santa Catarina, Brasil em 10.09.1883; filho do casal de italianos Luigi De Boni e Maria Pesculer.

Registros de entrada no Brasil

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Romagna

 

sobrenome de origem italiana. Os que possuem esse sobrenome são descendentes de pessoas que nasceram ou viviam na região da Emília Romagna. Romagna vem do Latim Medieval Romania, que significa alguém oriundo de Roma ou um romano.

Registra-se Michel Antonio Romagna nascido em 1766, Strigno, Trento, Trentino Alti Adige, Itália; casou-se em 1790 com Maria Teresa Alda; filho de Francesco Antonio Romagna nascido por volta de 1750 em Trento, Itália.

Registra-se Giovanni Romagna nascido em 1771, Ivano-Fracena, Trento, Trentino Alti Adige, Itália; casou-se em 15.12.1795 com Maddalena Fiorani em Strigno, Trento, Itália.

Registra-se Bartolomeo Antonio Romagna nascido em 17.07.1793, Seurelle, Strigno, Trento, Trentino Alti Adige, Itália; filho deMichel Antonio Romagna e Maria Teresa Alda.

Registra-se Romano Romagna nascido em 1740, Ivano-Fracena, Trento, Itália e falecido em 1832; filho de Matteo Romagnanascido em 1712, Ivano-Fracena, Trento, Itália. Casou-se em 21.11.1765 com Catterina Pizzin. Teve os seguintes filhos: Stefano Romagna nascido em 1768; Giovanni Romagna nascido em 1770 e Paolo Romagna nascido em 1772.

Registra-se Ursula Maria Romagna nascida em 18.11.1803, Zortea, Tirol, Áustria; filha de Franz Romagna e Maria Libera Romagna. Teve um filho: Domenico Romagna, nascido em 1821; casou-se com Katharina Simoni em 1845, Zortea, Tirol. Áustria.

 

Registra-se Abramo Romagna nascido em 1848, Itália; casou-se com Theresa Micheli em 1877 na Itália e falecido em 1916, Azambuja, Santa Catarina, Brasil. Teve os seguintes filhos, todos nascidos em Azambuja, Brasil: Abramo Romagna nascido em 01.11.1890 e falecido em 20.06.1964; Martinho Romagna nascido em 1878; Pedro Romagna nascido em 1881; Madalena Romagna nascida em 1882; Maria Romagna nascida em 23.08.1888; Catarina Romagna 03.04.1891 e Angelina Romagnanascida 15.08.1892.

Registram-se

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Dalla regione storica(corònimo) Romagna e sue variante patrionimiche (ufficiale: “ romagnólo”: “ nativo proveniente dalla Romagna” ).

Dal tardo-=lat.(terra)România : “ terra dei Romani” ( in parallelo e opposizione a Longobardia “ Terra dei Longobardi”).

Romagna è preval.diffuso al Centro-Nord: Romagnóli è paqnitaliano più o meno equidistribuito (Romagnuòlo è specifico Del Napoletano).

“ Romagnani (variante di Romagnano) e gli etnici vari degli altri toponimi omonimi sparsi in Piemonte,Venezie e Compania, sono sporadici e presenti in loco.

 

Da região histórica (corònimo) e sua variante patrionimica (oficial: “romagnólo”, “vindo de Romagna nativo”).

De tarde Lat. (Terra) România: “terra dos romanos” (paralelo e oposição a Longobardia “terra dos lombardos”).

Romagna é preval. se espalhou para o Norte-Central: Romagnóli é mais ou menos panitaliano equidistribuido (Romagnuòlo é específico para o napolitano).

“Romagnani (Romagnano) e o étnico outros homônimos de topônimos espalhadas em Piemonte, Veneto e Compania, são esporádicas e presentes no site.

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From: Lucimara Romagna

Sent: Thursday, February 18, 2016 10:19 AM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Descendentes

 

Bom dia
Solicito informações sobre as origens da família Romagna e Deboni hoje com residência no sul do Brasil
Desde já agradeço
Att Lucimara Romagna

Nenhum vírus encontrado nessa mensagem.
Verificado por AVG – www.avgbrasil.com.br
Versão: 2016.0.7442 / Banco de dados de vírus: 4530/11649 – Data de Lançamento: 02/18/16




Artigo da leitora Sonia Moreira: 'Muitas perguntas, poucas respostas!'

Sônyah Moreira: ‘Muitas perguntas, poucas respostas!’

O que podemos dizer das coisas inexplicáveis que nos acontece ao longo de nossas vidas? Será que são apenas coincidências?Podemos afirmar que tudo está no automático? Você já passou por uma situação que pareceu conhecida?Será que o que estamos vivendo hoje, são nossas escolhas?

Muitas perguntas, porém, quase nada de respostas, a vida é pra ser vivida e intensamente no agora, no presente, o que passou não voltará jamais, a menos que viajássemos no tempo, se fosse possível! Diz a física quântica que é possível sim! Teorias a parte, digamos que o universo está em seu devido lugar todos os dias, o amanhecer, o anoitecer, época de frio, de calor intenso ou ameno. Assim, passamos pela vida como expectadores, ou atuamos intensamente, lutamos e nos digladiamos, em uma batalha imensa, brigamos por coisas inúteis, nos incomodamos com bobagens, esquecemos de viver.

Se ao menos pudéssemos entender os desígnios de nossa criação! O que viemos fazer aqui? Que objetivo está por trás de nosso nascimento? Quantas perguntas nenhuma resposta! Digamos que por nossa imaturidade espiritual não nos é permitido essa sabedoria, poderíamos nos perder, tamanha nossa arrogância e prepotência humana. Nossa breve existência poderá ser pautada por grandes conquistas espirituais, por amadurecimento, ou imensas quedas. Perceba que ao chegar ao limiar de sua volta ao lar, você poderá estar mais terno, mais singelo, menos exigente consigo mesmo e com os outros, dêem as suas vidas tranqüilidade, não sofra pelo que não vale à pena, independente de suas crenças religiosas, a volta será para todos.

Aproveite cada minuto dado de presente nessa passagem terrena, procure viver um dia por dia, dentro de padrões morais e éticos. Não discuta, não julgue, olhe cada um ao seu lado e veja em profundidade que há um ser divino latente. Procure o lado bom de tudo e de todos, perceba que na vida podemos aprender muito com a dor, e que por mais terrível que possa ser um momento, é apenas um momento, ele vai passar, seja sábio e aproveite cada obstáculo como aprendizado para dias melhores.

As moradas podem ser muitas, as escolhas para alcançá-las poucas, porém, não pense você, que dizer-se religioso ou ateu, será diferença, mesmo porque, o templo é intimo, não há compartilhamento, é uno com ele, com o criador.

O ser divino existente em cada criatura é inato, você querendo ou não, você acreditando ou não, esse poder não é seu, apenas ao descobrir nosso real objetivo existencial, descobriremos nosso intimo divino, e conseqüentemente nosso templo, onde poderemos retornar a morada de onde em algum momento nos deixamos cair.

Sônyah Moreira – sônyah.moreira @ gmail.com:

 




Peça teatral de Itu será apresentada todas as sextas-feiras do mês de maio, sempre às 20h.

Teatro Nósmesmos exibe peça “Em Moeda Corrente do País” todas as sextas-feiras do mês

Exibido pela primeira vez em 1960, espetáculo aborda temas atuais como sonegação de impostos, propina e corrupção

Nesta sexta-feira, dia 6, ocorre a primeira apresentação do espetáculo Em Moeda Corrente do País no Teatro Nósmesmos. A peça, desenvolvida pela Companhia

O espetáculo conta a história de um casal de funcionários públicos que ganha pouco dinheiro, mas se vê diante de uma “negociata” que pode render uma grande propina a ser paga. O protagonista Guimarães e sua mulher Floripes se encontram, portanto, no dilema entre a ética e a corrupção, que poderia lhe as trazer uma melhoria de vida. Corrupção, propina e sonegação de impostos são os temas que dão vida ao enredo do espetáculo, trazendo o público a uma reflexão sobre a sociedade em que vivemos hoje. O elenco é composto pelos atores Nilo Pereira, Yara de Napoli, Regina Rebelo, Liliane Navarro e Juliano Mazurchi, com direção de Sebastian Oller.

Os ingressos do espetáculo Em Moeda Corrente do País custam R$30 (R$15 a meia entrada), e podem ser comprados na bilheteria do teatro e na loja Hobby Magazine, nas unidades do Centro e do Plaza Shopping.

Serviço:

Em Moeda Corrente do País
Datas: 6, 13, 20 e 27 de maio
Horário: 20h00
Ingresso: R$30,00 (meia entrada: R$15)

Pontos de Vendas de Ingressos:

– Hobby Magazine (Centro e Plaza Shopping Itu)
– Teatro Nósmesmos (Unicenter)

Teatro Nósmesmos
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Estudantes de Porto Feliz inscritos na Olimpíada de História

Estudantes dos 8ºs e 9ºs anos da EMEF Coronel Esmédio participarão da Olimpíada Nacional de História do Brasil, promovida pela UNICAMP, a partir do dia 9 de maio

A Olimpíada Nacional em História do Brasil começou em 2009, e tem sido um grande sucesso entre alunos e professores de todo o país. Elaborada pelo Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), esta iniciativa firmou-se no cenário educacional como uma proposta inovadora de estudo consistente de História. É coordenada pela profa. dra. Cristina Meneguello e pela profa. Alessandra Pedro.

A Olimpíada tem um formato original. É realizada por equipes compostas por 4 pessoas: 3 estudantes (oitavo e nono anos do ensino fundamental e qualquer ano do ensino médio) e o professor de história do colégio. As cinco fases online duram uma semana cada uma, e as respostas são obtidas pelos participantes por meio do debate com os colegas de equipe e a pesquisa em livros, internet e com os professores.

Desde a primeira edição existe uma fase final para no mínimo de 800 finalistas, que vão até a Universidade Estadual de Campinas onde realizam uma prova dissertativa, e aguardam o resultado e entrega de medalhas logo no dia seguinte. Nesta oportunidade, conhecem e confraternizam com estudantes e professores de história de todos os estados do Brasil.

A 8ª Olimpíada Nacional em História do Brasil traz mais uma vez o desafio de estudar a história do Brasil por meio de textos, documentos, imagens e mapas, ao longo de questões de múltipla escolha e da realização de tarefas muito especiais.

A “EMEF. Coronel Esmédio” participou das edições de 2010 e 2011, obtendo ótimo resultado, chegando até a 5ª fase da Olimpíada. “Se considerarmos que nossos alunos de 8º e 9º anos do Ensino Fundamental competiram com estudantes do 3º ano do Ensino Médio e, ainda assim, os nossos chegaram até a penúltima fase, penso que é uma grande vitória para eles”, conclui o professor de História Carlos Carvalho Cavalheiro, efetivo naquela escola.

De fato, além de concorrer com estudantes com três a quatro anos a mais de estudo, os alunos do ensino fundamental das escolas públicas concorrem com unidades mais bem aparelhadas e com melhor estrutura como é o caso de escolas particulares, militares, técnicas e até vinculadas a Universidades.

Ao todo são 7 equipes da escola “Coronel” que estão inscritas para as Olimpíadas deste ano: Equipe Mega (Leonardo Dumont Rodrigues de Almeida, Vinicius Soares de Camargo e Kelly Aiya Kanatani); Equipe CVD 16 (Carine Oliveira de Araújo, Vitoria Eduarda Prado de Paula, Daniele Vaz da Silva); Equipe Beta 16 (Erik Ryan Martorano, Robert Luciano Assolai Euzébio, Luis Augusto de C. Sotilo), Equipe LJC (Carolina Gama de Almeida, Julia V. R. Veiga, Laila Caroline dias Nicolai), Equipe CME (Caroline Vitoria Pedro Marques, Mariana de Oliveira Cardoso, Evelyn Armelinda Barati da Silva), Equipe GBH (Geovanna Alves Lira da Silva, Beatriz Lima e Heloysa Matias Cruz) e Equipe Freedom (Isadora Bueno Riberto, Bianca de Moraes Ferreira Segato, Hellen Mendes de Souza).

O professor Carlos Cavalheiro salienta que esse trabalho só é possível por conta do apoio da Equipe Gestora da Escola que é formada pela diretora Ernides Martelini, pela vice-diretora Carine Dumont Campos e pela coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano), Carolina Botignon. “A escola toda acaba se envolvendo, pois utilizamos essa estrutura para a realização das orientações aos alunos para a Olimpíada. Portanto, há a necessidade de ter esse apoio e respaldo da equipe gestora da escola”, conclui o professor Carlos.

A Olimpíada de História do Brasil acontece do dia 9 de maio a 11 de junho, quando se encerra a 5ª fase on line da Olimpíada. No dia 16 de junho serão conhecidas as 800 equipes selecionadas para a última fase, que ocorrerá na UNICAMP, em Campinas. A prova final, de caráter presencial, será realizada no dia 20 de junho e no dia seguinte serão anunciados os vencedores da ONHB.

A participação dos alunos da EMEF. Coronel Esmédio recebeu ainda o apoio da Secretaria da Educação do município, tendo à frente a Secretária Kátia Aparecida Bíscaro Rocha.

 




Artigo de Celso Lungaretti: 'DILMA BATE O MARTELO: VAI PROPOR NOVA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL. ENTÃO, POR QUE NÃO RENUNCIA DE UMA VEZ?!'

DILMA BATE O MARTELO: VAI PROPOR NOVA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL. ENTÃO, POR QUE NÃO RENUNCIA DE UMA VEZ?!


Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia.

 

A presidente Dilma Rousseff já tomou a decisão de, antes que o Senado a afaste do cargo na sessão do próximo dia 11, enviar ao Congresso uma proposta de emenda constitucional antecipando a eleição presidencial para 2 de outubro. É o que garante o site petista Brasil 247 (vide aqui).

A iniciativa teria o apoio dos ministros Jaques Wagner (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), bem como dos senadores Paulo Paim, Jorge Viana e Lindbergh Farias.

Paim declarou estar consciente de que, no momento, não haveria como conseguir 3/5 dos votos dos parlamentares, em duas votações na Câmara e outras duas no Senado, que é o necessário para a aprovação de uma PEC: “Só seria viável se houvesse um grande entendimento entre Executivo e Congresso”.

A melhor opção para o Brasil e para os brasileiros é, indiscutivelmente, a de uma nova eleição presidencial, pois assim o povo escolheria quem realmente julgasse apto para conduzi-lo em circunstâncias tão dramáticas como os atuais (em termos formais é falso dizer que Temer não teve votos, pois os 54,5 milhões do 2º turno foram para ambos e não apenas para Dilma, mas todos sabemos que o eleitorado só presta atenção em quem encabeça a chapa).

Enfim, o tempo urge e, para que tal PEC vingue, será necessária uma mobilização imediata e irrestrita de todos que se opõem a um Governo Temer.

E é aí que a porca torce o rabo. Embora já admita a inexorabilidade do seu afastamento do cargo por até 180 dias, Dilma se mostra, contudo, disposta a arrastar sua agonia até o mais amargo fim, na esperança de uma (pra lá de improvável) salvação no Senado, quando este discutir a perda definitiva ou não do seu mandato, provavelmente no quarto trimestre.

Pretende, p. ex., passar meses no périplo chororô, percorrendo o mundo para tentar fazer passar por golpe um episódio igualzinho àquele que, em 1992, ficou corretamente conhecido pelo nome de impeachment.

Se o PT fizer, ao mesmo tempo, duas apostas que apontam em direções contrárias (1. salvar o mandato de Dilma; e/ou 2. forçar a realização de nova eleição presidencial), parecerá a todos que encara a reedição das diretas já apenas e tão somente como prêmio de consolação, então jamais conseguirá reunir apoios suficientes para alcançar qualquer um dos objetivos.

Vai daí que o dia 11 será o momento ideal para a última iniciativa capaz de ainda alterar o rumo dos acontecimentos: Dilma renunciar e exigir publicamente que Temer faça o mesmo, em nome dos interesses superiores do povo brasileiro, que está tendo de suportar nossa maior recessão de todos os tempos e um desemprego que já ultrapassou a casa de 11 milhões.

Aí, sim, a campanha pela nova diretas já poderá decolar e fazer a diferença. Caso contrário, a PEC de despedida, embora represente a melhor solução possível nas circunstâncias atuais, cairá inevitavelmente no vazio.