Antonio Abrami morre aos 85 anos

Por Rogério Sardella

Considetoninho 2 (1)rado o grande goleiro do time do CASI – Clube Atlético Sorocabana Itapetininga, nas décadas de 1950/60, Antonio Abrami morreu por volta de 16h55 do último dia 04.

Filho de José Abrami e Maria Rosa Abrami, o também ex-presidente do Clube Recreativo de Itapetininga era viúvo da srª Tereza de Jesus Pavoni Abrami.

Toninho Abrami, como ficou conhecido, deixa a filha Marli.

O velório aconteceu na Funerária Camargo de Itapetininga e o sepultamento foi às 16 horas desta terça, 05, no Cemitério Municipal São João Batista.

Alexandre Zanani, atual presidente do Clube Recreativo de Itapetininga, lamentou sobre a perda de Abrami: “assim como outros que passaram pela diretoria, ele deixou sua marca e entrou para história do Clube Recreativo”

 

foto toninho e time
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Fotos antiga de Itapetininga da coleção Osvaldo Souza Filho

Curta mais algumas fotos antigas de Itapetininga220 - Itapetininga - S.P.-  Av Peixoto Gomide - 11-1999 (1)

220-Itapetininga-S.P.-Av-Peixoto-Gomide

221 - Pça. Mal. Deodoro da Fonseca - 1967 (1)
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222 - Pça. Mal. Deodoro da Fonseca - Anos - 70
222-Pça.-Mal.-Deodoro-da-Fonseca-Anos-70

223 - Sec. de Saúde Adolfo Lutz - Av. Peixoto Gomide - 1991
223-Sec.-de-Saúde-Adolfo-Lutz-Av.-Peixoto-Gomide-1991

224 - Itapetininga - S.P. - Av. Peixoto Gomide - 1950
224-Itapetininga-S.P.-Av.-Peixoto-Gomide-1950

225 - Casa - Av. Peixoto Gomide - 11-1999
225-Casa-Av.-Peixoto-Gomide-11-1999

 




Saiu na TV Tem: estátua de Teddy Vieira é alvo novamente de vandalos

Estátua de Teddy Vieira é vandalizada pela terceira vez em Itapetininga

Um dos dedos da escultura foi arrancado junto com as cordas da viola. Peça fica em praça no Centro e foi inaugurada em maio deste ano.

Do G1 Itapetininga e Região

Dedo da estátua foi retirado em ação de vandalismo (Foto: Anderson Peres/ TV TEM)
Dedo da estátua foi retirado em ação de vandalismo (Foto: Anderson Peres/ TV TEM)

A estátua do Teddy Vieira, cantor e compositor que escreveu “O Menino da Porteira” e “Rei do Gado”, sofreu o terceiro vandalismo desde que foi inaugurada, em maio deste ano. A escultura fica no Largo dos Amores em Itapetininga (SP). O vandalismo foi fotografado pelo editor de imagens Anderson Peres na noite de terça-feira (29).

Vandalismo foi registrado na noite de terça-feira (Foto: Anderson Peres/ TV TEM)Vandalismo foi registrado na noite de
terça-feira (Foto: Anderson Peres/ TV TEM)

As imagens mostram um dos dedos da obra cortados, além da falta das cordas do violão da estátua. A imagem sofreu depredação dias antes da inauguração oficial e a segunda vez aconteceu em julho. De acorco com o Código Penal Brasileiro, destruir, danificar ou inutilizar obras públicas pode levar a pena de 6 meses a 3 anos de prisão além de multa.

A Prefeitura diz que será registrado um boletim de ocorrência e depois que avaliados os danos, a restauração será providenciada. Na praça, a Guarda Civil Municipal realiza rondas periódicas durante o dia e à noite há o auxílio das rondas da Polícia Militar, diz o Executivo..

A escultura
A peça instalada em uma das principais praças da cidade tem o objetivo de lembrar o trabalho do músico, já que a pesquisa do Museu da Imagem e do Som (MIS) local em 2014 apontou que 80% dos entrevistados não sabiam quem era o compositor e músico.

“Entrevistamos mais de 200 pessoas na área central de Itapetininga, que apontou que só dois a cada 10 moradores conhecem o compositor. É um número muito baixo”, conta o presidente do MIS, Roberto Soares Hungria.

A música “O Menino da Porteira” foi gravada por diversos cantores sertanejos, mas ficou mais conhecida na voz do cantor Sérgio Reis. A novela “O Rei do Gado”, da Rede Globo, foi inspirada na canção de Teddy Vieira, “Rei do Gado”.

Ainda segundo Hungria, a medida tem o objetivo de “fazer reviver quem já estava esquecido. Além de homenagear o ídolo e a família, uma obra em um dos principais pontos do município vai fazer as pessoas conhecerem o artista. É uma forma de resgatar o orgulho dos moradores, de melhorar a autoestima da cidade”, afirma.

Estátua de Teddy Vieira ficará exposta em praça (Foto: Divulgação/ MIS e Arquivo Pessoal/ Teddy Vieira Filho)Estátua de Teddy Vieira fica exposta em praça (Foto: Divulgação/ MIS e Arquivo Pessoal/ Teddy Vieira Filho)



Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias Mauricio, Pereira e Barroso

Afrânio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTOS NÚMEROS   591, 592 e 593

 

 

Francisca, boa tarde.

Segue em seu endereço o atendimento para Taiane Barroso.

O do sobrenome TELLES já foi enviado.

Maurício……………………..   06 páginas e 14 brasões ;

Pereira……………………….    20 páginas e 1 brasão.

Barroso………………………    05 páginas e 1 brasão

Abaixo um pequeno resumo de cada sobrenome extraido dos arquivos principais.

Espero ter atendido sua solicitação.

Maurício foi difícil mas consegui algumas informações e brasões.

Na Internet tem algumas comunidades de MAURÍCIO.

Veja se encontra alguém de sua família.

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / Jornal ROL – Região On Line

 

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M  A  U  R  Í  C  I  O

 

 

 

 

 

Origem do sobrenome Mauricio, país de origem: Spain

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Nobreza:

Escudo e Brasão de Armas da família Mauricio:
En plata, un roble, de sinople, adiestrado de una garza en su color.

For informations call now our Heraldic Expert phone. +39 335 6359382, Sms and Whatsapp 24h/24

 

En plata, un roble, de sinople, adiestrado de una garza en su color.

Por referencias de historiadores de la época y otras averiguadas por Araldis en los archivos registrales de ciudades y otros privados, podríamos afirmar, pero no asegurar, que este escudo u otro muy similar a él, apareció inicialmente desde el siglo XI al XIV, particularmente en la composición de las tropas con las que Jaume II conquistó Alicante, Elche y Murcia a finales del siglo XIII. Las referencias de esta familia parecen precisarse con más frecuencia desde el siglo XV al XIX en especial los hechos de la lucha sindical consecuente a la revolución industrial del siglo XIX, especialmente con la instalación del telar a vapor. Todo ello parece coincidir con la memoria familiar de algunos de los miembros de la rama de la familia Mauricio. Son sus armas: En plata, un roble, de sinople, adiestrado de una garza en su color. El estudio del escudo heráldico familiar nos “habla” de quienes formaron el origen de la familia M., pues esa era su función, la de manifestar a los demás sus elementos diferenciales. Los esmaltes del arma de los M. pregonan los siguientes valores: la Plata corresponde al símbolo de la Luna, pureza, sinceridad, templanza, clemencia y amabilidad son las características espirituales de la familia, a las que hay que añadir otras como el afán de victoria y éxito y la elocuencia.

 

Traduzido pelo Tradukka

Em prata, um carvalho, sinople, treinados de uma garça em sua cor.

Pelas referências dos historiadores da época e outros averiguadas pelo Araldis nas cidades e outros arquivos de registro privado, nós poderíamos dizer, mas não garante, que este escudo ou um muito semelhante a ele, inicialmente apareceu desde o século XI a 14, particularmente na composição das tropas que Jaime II conquistou Alicante, Elche e Murcia, no final do século XIII. Referências desta família parecem agradar mais frequentemente desde o dia 15 ao dia 19 especialmente os fatos do sindicato lutam consequente à revolução industrial do século XIX, especialmente com a instalação do tear a vapor. Tudo isto parece coincidir com memórias familiares de alguns dos membros do ramo da família de Maurício. Suas armas são: de prata, um carvalho, sinople, treinado de uma garça em sua cor. O estudo sobre o brasão heráldico família fala que formaram a origem da família M., porque essa era a sua função, o expresso a outros seus elementos diferenciais. Os esmaltes da arma M. pregam valores: prata corresponde o símbolo da lua, pureza, sinceridade, a Temperança, a misericórdia e a bondade são as características espirituais da família, para o qual deve ser adicionado outros como o desejo de vitória e sucesso e eloquência.

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clip_image002[3]Barroso,

sobrenome português de raiz toponímica, tirado das terras de Barroso na província de Trás-os-Montes em Portugal.

Parece que o fundador da família, Dom Egas Gomes Barroso, era membro da linhagem dos Guedões e aparentado por linha feminina com as dos Sousa, os de Toledo e ainda outras da maior preponderância.

 

 clip_image004[3]   clip_image005

Armas

De vermelho, cinco leões de ouro, faixados de azul e armados e lampassados de ouro.

Timbre: um dos leões do escudo.

 

Títulos, Morgados e Senhorios

Barões de Almargem

Viscondes de Barroso

 

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clip_image002[4] Pereira,

sobrenome de origem luso-espanhola. Linhagem das mais nobres de Portugal, embora o apelido esteja muito vulgarizado. Pretendem os genealogistas que ela provém de Dom Mendo, irmão de Desidério, último rei dos Longobardos, o qual veio da Itália com poderosa armada para conquistar o reino da Galiza e ser seu soberano, intento que se frustou por causa de uma grande tempestade no cabo de Piorno, salvando-se só cinco cavaleiros, com os quais, no ano de 740, aportou à Galiza. Reinava então Dom Afonso I em Leão, a quem ficou a servir, e na Espanha, casou com a condessa Dona Joana Romais, que alguns dizem não chegou a receber, filha do Infante Dom Romão Bermudes, irmão legítimo do Rei de Leão, dom Fruela I, como escrevem.

 

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From: Francisca Silva

Sent: Tuesday, December 29, 2015 12:22 AM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Sobrenomes Mauricio e telles

 

Bom dia Sr Afranio,

 

Gostaria imensamente de saber a genealogia do sobrenome dos meus avós, bem como seus respectivos brasões.

 

MIZAEL MAURICIO TELLES ( Rio de Janeiro) Não encontro o sobrenome Mauricio em lugar nenhum, mas sei que ele é sobrenome e não nome próprio, gostaria muito de saber sobre ele.

 

DARIO PEREIRA BARROSO ( Belém do Pará)

 

Atenciosamente,

 

Taiane Barroso




Artigo de Guaçu Piteri: "efervescencia cultural e politica em Osasco'

 

Guaçu Piteri
Guaçu Piteri

Guaçu PiteriEfervescência cultural e política

Núcleo de expressão 7

Núcleo de expressão 6

Núcleo de expressão 5

Núcleo de expressão 4

Núcleo de expressão 2

 

 

Efervescência cultural e política

A internet nos reserva surpresas. O estranho e intrigante email veio dos Estados Unidos, em outubro de 2010. Li e reli a mensagem que, embora enigmática, me chamou a atenção porque os personagens, datas e fatos mencionados eram verdadeiros. Ademais, o texto era documentado por fotos e recortes de jornal do início dos anos 1970, a época da extraordinária efervescência cultural e política de Osasco. O email não podia ser mais comovente: “(Ricardo e Rubens) “…passed to us the love, passion and dream for theatre… I remember we used to go to schools and churches to perform one of our plays. We had decided: ‘if people can’t come to the theatre, we’ll take the theatre to the people’. So we’d load some trucks, that the city provided to us, with the whole scenario and there we’d go, happy actors dreaming big that one day we’d make to Broadway… I didn’t make to Broadway but those years are one of my fondest memories… When I think about home Nucleo Expressão comes to my mind… “
Cindy, a remetente do email, que, à época, era adolescente (início de 1970) e morava em Osasco, expressa de maneira eloquente, o engajamento de sua geração no projeto de divulgar o teatro, como fonte de participação popular ao lembrar que os jovens, de então, acreditavam que, se o povo não pudesse vir ao teatro, eles levariam o teatro ao encontro povo, nas escolas e nas igrejas dos bairros. Para cumprir a missão lotavam caminhões, cedidos pela prefeitura, com os cenários e seguiam – felizes atores – sonhando que algum dia chegariam à Broadway. Ela não chegou à Broadway, mas reconhece que aqueles anos estão entre os mais gratificantes de sua vida. E conclui: “Quando penso em casa, o Núcleo Expressão vem à minha lembrança”.
O depoimento de Cindy que,há tantos anos vive nos Estados Unidos, expressa, sem dúvida, a síntese dos oportunos e judiciosos apelos de Chela, minha querida e inesquecivel esposa, que me convenceu a apoiar a talentosa e dedicada geração de estudantes operários liderada por Rubens Pignatari e Ricardo Dias. (leia em Presença do teatro /20/12/2015; pág. deste livro). A intuição de Chela foi fundamental para a escalada do processo de conscientização democrática e cultural do povo de Osasco, em plena ditadura.

(fotos de ensaios no salão da prefeitura enquanto o Núcleo Expressão ultimava providências para instalação do seu teatro).

Guaçu Piteri | 22/12/2015 às 2:34 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/pscnf-4yG



Artigo de Celso Lungaretti: 'A pergunta que não quer calar: se era para Dilma mudar uma regra em benefício de Brizola, por que não para homenagear Lamarca e Mariguella?

BRIZOLA AGORA É HERÓI DA PÁTRIA. FOI GRANDE. MAS LAMARCA E MARIGHELLA FORAM MAIORES

Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia.
Rede da legalidade: uma vitória épica.

A presidente Dilma Rousseff sancionou lei incluindo no Livro dos Heróis da Patria o político Leonel Brizola que, quando era governador do RS, liderou a resistência ao golpe de estado tentado pela direita em 1961, quando da renúncia do presidente Jânio Quadros.

Infelizmente, a conspiração militar acabou sendo vitoriosa na oportunidade seguinte, dois anos e meio depois. Mas não por omissão do Brizola: ele bem que pretendeu confrontar os fascistas, só que o presidente João Goulart era de outra têmpera e preferiu escafeder-se com o rabo entre as pernas para o Uruguai, deixando o governo acéfalo.

Honraria merecidíssima. Brizola estará em boa companhia, ao lado de Anita Garibaldi, Chico Mendes, Frei Caneca, Tiradentes e Zumbi dos Palmares, bem como de líderes da Conjuração Baiana, das Guerras Guaraníticas, da Insurreição Pernambucana de 1624-1654, da Revolução Acriana e da Revolução Federalista; de heróis da Revolução Pernambucana de 1817; e dos estudantes MMDC, mortos em praça pública pela ditadura de Getúlio Vargas.

A lei que acaba de ser sancionada alterou também o prazo necessário, após sua morte, para que um cidadão possa ter seu nome acrescentado ao Livro. Era de 50 anos, passou a ser de 10.

Com o lenço vermelho dos socialistas 

Este outro tipo de pedalada permitiu à Dilma antecipar em quase quatro décadas a homenagem ao seu ídolo, morto em 2004.

Já os comandantes Carlos Lamarca e Carlos Marighella —assassinados covardemente pela ditadura militar quando estavam sem a mínima possibilidade de reação, o primeiro combalido e já rendido, o segundo surpreendido por uma tocaia– não mereceram de Dilma idêntica demonstração de respeito. No entanto, eles compõem, com Tiradentes, a trinca dos maiores heróis que este País já produziu.

O casuísmo da presidente permite, contudo, que não precisemos esperar 2019 nem 2021 para prestar-lhes o merecido tributo. Desde que ousemos lutar para que isto aconteça, ousando vencer a resistência dos inimigos e dos desafetos de outrora.

MENSAGEM DE ESTRAGAR ANO NOVO DA DILMA: O ARROCHO FISCAL CONTINUARÁ CAUSANDO RECESSÃO E A IDADE MÍNIMA PARA APOSENTADORIA VAI AUMENTAR.
Do blogue Náufrago da Utopia

“Em 2016, com o apoio do Congresso, persistiremos pelos necessários ajustes orçamentários, vitais para o equilíbrio fiscal. Em diálogo com os trabalhadores e empresários, construiremos uma proposta de reforma previdenciária, medida essencial para a sobrevivência estrutural desse sistema que protege dezenas de milhões de trabalhadores.”

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(presidente Dilma Rousseff, nas pessimamente traçadas linhas que enviou à Folha de S. Paulo, aquele mesmo jornal que a acusou de responsável por um plano de sequestro do Delfim Netto e que qualifica a ditadura militar de branda)




Artigo de Celso Lungaretti: 'O Brasil tem uma dívida de gratidão para com Lamarca e Marighella. E pode pagar agora.

Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia: ‘BRIZOLA AGORA É HERÓI DA PÁTRIA. E NADA MAIS IMPEDE QUE LAMARCA E MARIGHELLA O SEJAM TAMBÉM’

Rede da legalidade: uma vitória épica.

A presidente Dilma Rousseff sancionou lei incluindo no Livro dos Heróis da Patria o político Leonel Brizola que, quando era governador do RS, liderou a resistência ao golpe de estado tentado pela direita em 1961, quando da renúncia do presidente Jânio Quadros.

Infelizmente, a conspiração militar acabou sendo vitoriosa na oportunidade seguinte, dois anos e meio depois. Mas não por omissão do Brizola: ele bem que pretendeu confrontar os fascistas, só que o presidente João Goulart era de outra têmpera e preferiu escafeder-se com o rabo entre as pernas para o Uruguai, deixando o governo acéfalo.

Honraria merecidíssima. Brizola estará em boa companhia, ao lado de Anita Garibaldi, Chico Mendes, Frei Caneca, Tiradentes e Zumbi dos Palmares, bem como de líderes da Conjuração Baiana, das Guerras Guaraníticas, da Insurreição Pernambucana de 1624-1654, da Revolução Acriana e da Revolução Federalista; de heróis da Revolução Pernambucana de 1817; e dos estudantes MMDC, mortos em praça pública pela ditadura de Getúlio Vargas.

Com o lenço vermelho dos socialistas 

A lei que acaba de ser sancionada alterou também o prazo necessário, após sua morte, para que um cidadão possa ter seu nome acrescentado ao Livro. Era de 50 anos, passou a ser de 10. 

Com isto, nada impede a imediata inclusão de dois de nossos maiores heróis e mártires em todos os tempos, os comandantes Carlos Lamarca e Carlos Marighella, assassinados covardemente pela ditadura militar quando estavam sem a mínima possibilidade de reação, o primeiro combalido e já rendido, o segundo surpreendido por uma tocaia.