No próximo sábado, 12 de dezembro, o Teatro do SESI Itapetininga apresenta o Quarteto Brasileiro de Violões.

O concerto reúne o repertório do recém-lançado CD Spanish Dances e outras danças brasileiras pertencentes à discografia do grupo, que faz um apanhado, entre suas gravações, das mais significativas peças de compositores brasileiros e espanhóis.

 

O grupo é Vencedor do Grammy Latino de 2011, na categoria Melhor Álbum de Música Clássica, consolidou-se como um dos principais conjuntos violonísticos no cenário mundial, tendo realizado mais de 300 espetáculos nas Américas, na Europa, na Ásia e na Oceania, conquistando reações arrebatadoras das platéias, críticas entusiasmadas da imprensa e teatros lotados.

 

 

SERVIÇO

Local: SESI Av. Padre Antonio Brunetti, 1360, Vl Rio Branco

Data e horário: 12 de dezembro, sábado, 20h

Capacidade: 246 lugares 6 para cadeirantes

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa:  Livre

Gênero: erudito

Informações: 15 3275-7951 / 3275-7949

Entrada gratuita – os ingressos podem ser reservados pelo site www.sesisp.org.br/meu-sesi. As reservas são liberadas para as apresentações que acontecem na mesma semana, a partir de segunda, às 8h, até quinta, às 12h. Uma cota de ingressos também será distribuída na bilheteria da unidade até 1h antes do espetáculo.

 




Etecs divulgam locais de exame do Vestibulinho

Veja a lista de locais dos exames

 

Já está disponível no site www.vestibulinhoetec.com.br – e também na unidade em que o candidato pretende estudar – a lista de locais do exame do processo seletivo das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) para o primeiro semestre de 2016. A prova, que será realizada no dia 13, começa às 13h30 e terá quatro horas de duração. Os portões das escolas serão abertos às 12h30 e fechados às 13h30. Após esse horário não será permitida a entrada de nenhum candidato.

Para fazer a prova, é preciso levar caneta esferográfica de tinta preta ou azul, lápis preto nº 2, borracha, régua e o original de um dos seguintes documentos: cédula de identidade (RG); cédula de identidade de estrangeiros (RNE) dentro da validade; carteira nacional de habilitação com foto, dentro da validade; documento expedido por ordens ou conselhos profissionais que, por lei federal, vale como documento de identidade em todo o País (exemplo: OAB, Coren e Crea, entre outros); carteira de trabalho e previdência social (CTPS) ou passaporte brasileiro dentro da validade.

Exame – 1ª série do Ensino Médio, 1ª série do Ensino Técnico Integrado ao Médio e 1º módulo do Ensino Técnico (presencial, semipresencial e on-line)

A prova terá 50 questões de múltipla escolha, cada uma com cinco alternativas, relacionadas às diferentes áreas do saber (científico, artístico e literário), à comunicação e à expressão, em diversos tipos de linguagem, abrangendo conhecimentos comuns do Ensino Fundamental, de 5ª a 8ª série ou do 6º ao 9º ano.

O gabarito oficial será divulgado no dia 13 de dezembro, a partir das 18 horas, nos sites www.cps.sp.gov.br e www.vestibulinhoetec.com.br.

Exame – vagas remanescentes

A prova teste para avaliação e certificação de competências para acesso às vagas remanescentes de segundo módulo do primeiro semestre de 2016 terá 30 questões de múltipla escolha, cada uma com cinco alternativas, relacionadas às competências profissionais do primeiro módulo da habilitação escolhida.

O gabarito oficial será divulgado no dia 14 de dezembro, a partir das 14 horas, nos sites www.cps.sp.gov.br e www.vestibulinhoetec.com.br.

Exame – Especialização de nível médio

A prova teste para os cursos de especialização técnica terá 30 questões objetivas, cada uma com cinco alternativas relacionadas às competências específicas de aprendizagem na habilitação técnica da formação do candidato.

O gabarito oficial da prova teste será divulgado no dia 15 de dezembro, a partir das 14 horas, no quadro de avisos da secretaria escolar da Etec.

Outras informações pelos telefones (11) 3471- 4071 (Capital e Grande São Paulo) e 0800-772 2829 (demais localidades) e pelo site




Artigo de Celso Lungaretti: 'Impeachment, cassação ou renúncia?'

DELFIM NETTO ENXERGA UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL. OU SERÁ UM TREM QUE CHEGA EM SENTIDO CONTRÁRIO?

Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia.

Sempre tive o Delfim Netto como maior culpado pelas atrocidades da ditadura militar do que os Ustras da vida, porque o sofisticado ministro do Médici sabia muito bem o que estava fazendo quando, como signatário do AI-5, concedeu total liberdade de ação aos pitbulls do regime.

Estes, pelo contrário, seguiam mecanicamente as velhas lições que lhes haviam sido ensinadas nos quartéis, muitos acreditando sinceramente que seu dever patriótico era o de emporcalhar as fardas com o sangue dos resistentes.

Alguns, além disto, davam vazão a tendências sádicas, estupradoras e homicidas que, noutras circunstâncias, talvez permanecessem reprimidas; outros queriam galgar posições hierárquicas pela via da ignomínia; e havia os rapinantes ávidos por se apropriarem dos bens e valores apreendidos com os militantes clandestinos, além de ansiosos por receberem recompensas dos empresários fascistas.

A indelével mácula moral, que não pode ser jamais esquecida nem desculpada, devendo sempre ser-lhe atirada na cara como o faço agora, impede que vejamos Delfim Netto como um exemplo para a cidadania (longe disto!); mas, não interfere com sua capacidade analítica, bem acima da média. É um autor que devemos ler, ainda que seja para dele discordarmos com conhecimento de causa, porque vai além da tatibitate intelectual dominante na imprensa e redes sociais.

Caso do seu artigo desta 4ª feira (09/12), Foi bom, que consegue ser razoavelmente isento ao abordar questões tratadas por todos com tendenciosidade explícita ou subjacente.

Eminência parda da gestão da economia nos governos de Lula, ele não se vê obrigado a rezar pelo catecismo simplório de Dilma Rousseff nem é benquisto por tucanos e peemedebistas, daí o distanciamento em que se coloca das paixões suscitadas pela batalha do impeachment. É por ser um dos articulistas que mais se aproximam da neutralidade que vale a pena conhecermos sua visão.

…Eduardo Cunha criou um momento crítico que poderá acabar com a paralisia que resultou da perda de credibilidade da presidente.

Ela se reelegeu com 24% dos eleitores declarando o seu governo ruim/péssimo (Datafolha). Quando a marquetagem eleitoral foi desmascarada a percentagem triplicou (Datafolha). O quinquênio 2011-15 pode ser resumido num número. O PIB do Brasil cresceu um pouco mais do que 5% enquanto o PIB mundial cresceu um pouco mais do que 17%, e o dos emergentes (ex-Brasil), nada menos do que 28%. Logo, a tragédia foi interna!

Infelizmente, Dilma não mostrou disposição de enfrentar a realidade e reconhecer que o equivocado esforço para reeleger-se fora desastrado. A luta política aprofundou-se e transformou o resultado da eleição num martírio sem fim. A falta de protagonismo do Executivo e a sistemática negação da gravidade da situação colaboraram com o entorpecimento político da sua gigantesca base potencial: dez partidos sem nenhuma fidelidade!

Isso retarda as medidas corretivas (sob grave ataque, aliás, de seu partido, o PT), o que piora mais a economia que, por sua vez, aumenta a confusão política, que piora ainda mais a economia e, assim, cumulativamente, até chegarmos à espantosa redução anual do PIB de 4,5% entre o 3º trimestre de 2015 e o seu homólogo de 2014.

É importante que Dilma entenda que o que está em julgamento não é a sua honradez que todos reconhecem. São os problemas materiais de sua administração. O presidente da Câmara não é o autor da denúncia. É apenas seu portador.

A sua defesa, portanto, tem que descer ao substantivo e esquecer o ad hominem. Estamos diante do experimento crítico: ou Dilma defende-se corretamente, assume o seu protagonismo, enquadra a sua base e propõe reformas constitucionais indispensáveis ou a Câmara, convencida da impossibilidade de reconstrução da confiança da sociedade na presidente, dá-lhe a oportunidade de afastar-se com honra.

Isso não pode e nem deve ser resolvido como uma competição de passeatas cívicas entre vermelhos e verde-amarelos, mas pela análise cuidadosa da prova material do fato que teria gerado o desvio de função de que fala a peça do impeachment. Lembremos que não gostar do governo nunca será uma condição suficiente para renová-lo antes da próxima eleição.

Agora há, pelo menos, uma chance de luz no fim do túnel.

Ou será um trem que chega em sentido contrário? Pois Delfim, avesso ao pensamento marxista desde criancinha, até hoje lida muito mal com as contradições. Seu discurso é didático, com evidente ranço professoral: apresenta problemas e propõe soluções perfeitas, que amarrariam todas as pontas. Só que, na vida real, elas dificilmente existem.

Por exemplo: e se não houver “condição suficiente para renová-lo [o governo] antes da próxima eleição”, mas a Câmara estiver “convencida da impossibilidade de reconstrução da confiança da sociedade na presidente”?

Caso seja impossível tal reconstrução, depreende-se que a “confusão política” continuará fazendo com que piore “ainda mais a economia” e vice-versa, daí decorrendo a quebradeira de empresas, um encolhimento do PIB mais acentuado ainda do que os 4,5% que horrorizaram Delfim, a disparada da inflação e do desemprego, desembocando nas turbulências sociais que podem levar de roldão a incipiente democracia brasileira.

Vale ainda lembrar que, se inexistir mesmo “condição suficiente” para abreviar o calamitoso governo de Dilma, isto se deverá a uma lacuna terrível da Constituição de 1988: a de não incluir, como motivo de impeachment, um estelionato eleitoral tão gritante como o cometido em 2014.

Candidato(a) eleger-se com um programa de esquerda, fazendo discursos inflamados contra o neoliberalismo, para míseros dois meses depois empossar um ministro neoliberal e dar-lhe carta branca para ajustar as contas públicas arrochando os trabalhadores, os excluídos e os indefesos, é um estupro da democracia, um conto do vigário aplicado nos eleitores!

Mesmo que o Brasil não pretenda adotar o parlamentarismo, sob o qual Dilma teria sido há meses expelida por um voto de (des)confiança, algum mecanismo constitucional terá de ser introduzido para impedir tais passa-moleques. Seu efeito é corrosivo na credibilidade de nossas instituições.

E a pergunta que não quer calar: milhões de brasileiros devem ser levados à miséria, ao desespero e até à morte para que Dilma continue presidente por mais três intermináveis anos, com enormes riscos de sucumbirmos a um novo golpe de estado fascista (o verdadeiro, com tanques nas ruas)?

Delfim, com sua imutável insensibilidade face ao sofrimento dos pobres (“é preciso fazer o bolo crescer, para depois dividi-lo”), não se coloca tal questão.

Eu me coloco. E só vejo três saídas: a renúncia de Dilma, a cassação do seu mandato pelo TSE e o impeachment.

renúncia seria um ato de grandeza política e de humildade pessoal –a opção de sacrificar a si própria para evitar os terríveis sofrimentos que serão infligidos ao povo com o prolongamento da paralisia governamental até sabe-se lá quando. E uma oportunidade para Dilma se colocar à altura de sua biografia, pois revolucionário não tem de ser obrigatoriamente competente, mas nunca pode se mostrar indiferente às aflições dos humildes.

crime eleitoral é mais apropriado no caso de quem não participou da roubalheira nas estatais, mas dela indiretamente se beneficiou na corrida eleitoral, além de seu governo (por meio das pedaladas fiscais) ter maquilado o estado lastimável das contas públicas, evitando assim que servisse como trunfo para os oposicionistas.

Finalmente, o impeachment será o pior e o mais amargo desfecho. Inevitável, contudo, se a Justiça Eleitoral não cumprir seu papel e Dilma permanecer agarrada com unhas e dentes ao poder, mesmo não tendo a mais remota ideia de como reverter o quadro dramático da nossa economia, que um país pobre como o Brasil não conseguirá suportar por muito tempo mais sem explodir.




Coral Municipal de Itapetininga realiza duas apresentações gratuitas

O compositor Heitor Villa Lobos será o homenageado

O Coral Municipal de Itapetininga preparou duas apresentações para homenagear o compositor Heitor Villa Lobos, sob a regência de Mario Chagas.

O evento será dias 16 e 17 de dezembro, quarta e quinta-feira, a partir das 20h30, no Auditório Abílio Victor.

As apresentações são gratuitas e abertas a toda população.

Além das músicas de Villa Lobos, os cerca de 40 cantores também apresentarão canções de Milton Nascimento, Caetano Veloso e outros nomes da MPB.

O Auditório Abílio Victor fica à Praça Nove de Julho, s/n, ao lado do Posto de Saúde Dr. Genefredo Monteiro. Informações pelo telefone 3272-3401.




Artigo de Pedro Novaes: 'Leitura e escrita'

 Pedro Israel Novaes de Almeida: ‘LEITURA E ESCRITA’

 

colunista do ROL
Pedro Novaes

Qualquer pessoa pode dizer algo impensado, ou dar um palpite desinformado. As palavras acabam anistiadas, mas as frases escritas são perpetuadas.

Na cultura popular, quem escreve uma opinião ou comentário torna-se escravo de seus escritos, devendo honrá-los pela eternidade. Falas são recebidas como reações emotivas, mas escritos são produtos de raciocínio e intenções manifestas.

Todo leitor é um juiz, e sentencia o artigo com base em experiências e impressões pessoais. Ao invés de concordar ou discordar do autor, vai logo concluindo que o autor concorda ou discorda dele.

O leitor, quando ativista partidário, ou mero refém ideológico, raramente consegue ler qualquer texto inteiro, se deparar-se com uma minúscula frase discordante de suas convicções. A colonização ideológica impede o livre fluxo de informações e ideias.

Articulistas deparam-se, vez ou outra, com censuras, veladas ou explícitas. A censura mais simpática diz respeito à possibilidade do artigo resultar em processo na Justiça, com o autor sendo instado a rever frases, tornando-as de difícil acionamento judicial.

Já a censura de sobrevivência trata da repercussão do texto, junto ao principal anunciante do jornal ou revista. No caso, compete ao autor decidir se o escrito compensa o sacrifício.

A única censura que já sofremos, e guardamos como honroso galardão, diz respeito a uma citação de Nossa Senhora da Aparecida, cujo dia coincide com o dia da Criança e do Engenheiro Agrônomo. O artigo acabou não publicado, pelo fato do nome da Santa ser improferível, naquela redação. Não sei o que aconteceria, se o principal anunciante resolvesse homenagear a Santa, em sua publicidade.

Aos que escrevem regularmente, aplica-se a circunstância da ocasião, e são comuns os artigos de carnaval, natal e datas comemorativas. Como ninguém é atraído por republicações, o bom velhinho surge conduzido por festivas renas, e acaba, no vigésimo artigo, ator de comercial, rodeado por veadinhos.

Todo articulista deve ter seu guru, leitor sincero, com opiniões acatadas, que critica ou elogia com a mesma desenvoltura e boa intenção. Afortunadamente, temos uma dezena de bons gurus.

Temos especial simpatia por escritos de poetas, arquitetos de palavras e sentimentos, e historiadores, incansáveis estudiosos e pesquisadores.

As novas gerações parecem haver perdido o encanto com a leitura e a familiaridade com a escrita. Existe uma séria crise no setor de publicações destinadas a crianças, e os adolescentes pouco encontram, nos livros, o dinamismo e pronta digestão ofertados à farta pelas redes sociais.

O vínculo das novas gerações com os escritos tende a ficar confinado ao ambiente escolar, e convém, aos docentes, bem selecionar as exigências de leitura, antes que percamos o liame da história e cultura. Pais, a maioria, já perderam a capacidade de incentivar a escrita e leitura, que hoje soam como castigo.

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.




Artigo de José Luiz Nogueira: 'Curiosidades toponímicas'

Genealogista José Luiz Nogueira: Curiosidades toponímicas

Genealogista José Luiz Nogueira
Genealogista José Luiz Nogueira

(repassando)

O Marechal Cândido Rondon ganhou duas cidades; o presidente da República durante o regime militar, Castello Branco, também. Militares, prefeitos e deputados, presidentes e governadores emprestam seus nomes para ao menos 42 cidades das 399 do estado do Paraná. Alguns nomes fazem referência ao período imperial do Brasil, outras são mais recentes, como a cidade que ganhou sua alcunha para homenagear os feitos de Ulysses Guimarães. Conheça as cidades paranaenses que homenageiam personalidades políticas e militares que escreveram seus nomes na história brasileira.

 

1. Antonio Olinto
Homenagem a Antonio Olinto dos Santos Pires, que foi ministro da Indústria, Viação e Obras do governo de Prudente de Moraes e promotor de assentamentos de colonos ucranianos. Em meados de 1938, período politicamente conturbado nas terras paranaenses, o nome da localidade foi alterado para Divisa, desagradando à comunidade local, assim, no mesmo ano, sua denominação voltou a ser Antonio Olinto.

 

2. Almirante Tamandaré

A denominação Almirante Tamandaré é homenagem ao Almirante Joaquim Marques Lisboa, Visconde e Marquês de Tamandaré, nascido na cidade gaúcha de Rio Grande, em 13 de dezembro de 1807 e falecido em 20 de março de 1897, no Rio de Janeiro. O Marquês de Tamandaré foi membro do Conselho Naval Superior e Ministro do Supremo Tribunal Militar. É patrono da Marinha do Brasil.

 

3. Antonina

O nome Antonina foi homenagem prestada ao Príncipe da Beira – Dom Antônio de Portugal, ainda em 1797. A criação da Vila se deu em 29 de agosto de 1797, deixando para trás o termo Vila do Pilar. A instalação ocorreu a 6 de novembro do mesmo ano.

 

4.Assis Chateaubriand

Nome que homenageia Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Mello. Chateaubriand nasceu na Paraíba em 04 de outubro de 1891, faleceu em 04 de abril de 1968. Em 1923, adquiriu o jornal Correio da Manhã, no mesmo ano o Diário da Noite, que marcou o começo de seu império jornalístico. Foi senador da República e empresário pioneiro da televisão em toda a América do Sul.

 

5. Barbosa Ferraz

A denominação Barbosa Ferraz foi dada pelos pioneiros, desde os primeiros dias de formação do povoado, em homenagem ao militar Major Antônio Barbosa Ferraz Júnior, paulista de Ribeirão Preto, que também foi um desbravador de sertões, a partir do norte paranaense, na década de 1920.

 

6. Braganey

Para homenagear Ney Aminthas de Barros Braga, que entre outras coisas, foi Chefe de Polícia, no período de 1952-1954, no governo de Bento Munhoz da Rocha, prefeito de Curitiba em 1954, deputado federal em 1958, governador do estado em 1961/1965 e 1979/1982, senador da República de 1966/1974, ministro de Estado da Agricultura no governo do Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, ministro do Estado da Educação e Cultura no governo do presidente Geisel e presidente da Itaipu Binacional.

 

7. Campo Mourão

O nome da cidade é homenagem ao Dom Luiz Antônio de Souza Botelho Mourão, governador da Capitania de São Paulo no período 1765 – 1776. Naquela época o território paranaense pertencia a São Paulo e os campos da região foram batizados com o nome do governante.

 

8. Cândido de Abreu

O nome da cidade é homenagem a Antônio Cândido Ferreira de Abreu, homem público que foi prefeito de Curitiba.

 

9.Capitão Leônidas Marques

A atual denominação é homenagem ao militar Capitão Leônidas Marques, representante do Governo do Estado do Paraná na solução de problemas fundiários no sudoeste paranaense.

 

10. Carlópolis

É homenagem a Carlos Cavalcanti de Albuquerque, ex-presidente da Província do Paraná. Carlos Cavalcanti nasceu a 22 de março de 1864 na cidade do Rio de Janeiro. Também foi militar e além de governar o estado, foi deputado estadual, federal e senador.

 

11. Castro

Em 24 de setembro de 1788, a freguesia foi elevada à categoria de vila, desmembrado-se de Curitiba e com denominação de Vila Nova de Castro. O nome da cidade é homenagem a Martinho de Mello e Castro, ministro dos Negócios Ultramarinhos de Portugal, nos anos de 1785 e 1790.

 

12.Clevelândia

A área do sudoeste do estado estava em zona de litígio fronteiriço, em terras reclamadas pela Argentina e o governo viu-se diante de um impasse, a situação só foi resolvida após o arbitramento do presidente dos Estados Unidos da América, Grover Cleveland, em favor do Brasil. Em 29 de março de 1909, através da Lei n.º 862, a denominação da então cidade Bela Vista das Palmas foi alterada para Clevelândia, em homenagem ao presidente Cleveland, por sua interferência favorável às causas brasileiras.

 

13. Conselheiro Mayrink

Homenagem a Francisco de Paula Mayrink, que foi um banqueiro, empresário, conselheiro do Império e político brasileiro.

 

14. Cornélio Procópio

Para homenagear o coronel Cornélio Procópio, que em 1920, era possuidor de cinco mil alqueires de terras na região. Em seguida, o coronel doou a gleba a seu genro, Francisco Junqueira, que fez um loteamento urbano e rural na área.

 

15. Coronel Domingos Soares

A povoação na localidade iniciou-se a partir da passagem de tropas pela Fazenda Postinho ou Bom Sucesso, de propriedade do Coronel Domingos Soares, que deu nome ao atual município. Domingos Soares foi deputado estadual nas legislaturas de 1908 a 1918. Foi também prefeito municipal de Palmas, nos períodos de 1912 a 1916 e 1924 a 1928.

 

16. Coronel Vivida

Homenagem a Firmino Teixeira Baptista, o Coronel Vivida. Durante sua vida foi empresário de sucesso e político prestigiado. Participou como chefe da Revolução Federalista. Era irmão do Barão de Monte Carmelo e foi prefeito de Palmas.

 

17. Cruz Machado

A denominação da localidade é homenagem ao Antônio Cândido da Cruz Machado, senador do Império pela Província de Minas Gerais.

 

18. Doutor Ulysses

O nome da cidade é homenagem ao deputado federal pelo estado de São Paulo, Ulysses Guimarães, político que se notabilizou pelos discursos inflamados, especialmente contra o governo militar, instituído a partir de 1964. Foi o fundador do MDB – Movimento Democrático Brasileiro, e recebeu o carinhoso apelido de “Senhor Diretas”, numa referência à Campanha Diretas-Já, de autoria do deputado Dante de Oliveira.

 

19. Enéas Marques

O nome da cidade é homenagem ao acadêmico Enéas Marques, que em 1916 foi secretário de Estado do Paraná do Interior e Justiça.

 

20. Fernandes Pinheiro

A primeira denominação do atual município de Fernandes Pinheiro foi Imbituvinha. O atual nome da localidade é referência à Estação Ferroviária Fernandes Pinheiro, em homenagem ao engenheiro Antônio Augusto Fernandes Pinheiro, que ocupou o cargo diretor da Estrada de Ferro São Paulo – Rio Grande do Sul.

 

21. Francisco Beltrão

A denominação da localidade é uma homenagem ao engenheiro civil e secretário de estado Francisco Gutierrez Beltrão, grande colonizador do Paraná. Seu irmão, Alexandre Beltrão, deu nome a outro município no norte do estado: Engenheiro Beltrão.

 

22. General Carneiro

O nome da colônia foi uma homenagem prestada ao general Antônio Ernesto Gomes Carneiro, morto no “front” de batalha, a 10 de fevereiro de 1894, na condição de comandante das forças legais, sitiadas na cidade da Lapa, durante a Revolução Federalista.

 

23. Honório Serpa

Honório Serpa era político que fazia campanha montado a cavalo e trazendo no pescoço um lenço verde, que o identificava como simpático às causas de Prestes.

 

24. Janiopólis

Homenagem ao estadista Jânio da Silva Quadros, que foi prefeito da cidade de São Paulo por duas vezes, deputado federal e Presidente da República. Ele renunciou à Presidência da nação.

 

25. Joaquim Távora

Trata-se de homenagem ao tenente Joaquim Távora, irmão do revolucionário Juarez Távora e um dos líderes da Revolução de 1924, em São Paulo, morto durante os combates.

 

26. Leópolis

O nome da cidade é homenagem a Leovigildo Barbosa Ferraz, sócio da empresa que colonizou o atual município. Leo Barbosa ocupou por diversas legislaturas uma cadeira na Assembleia Legislativa do Paraná.

 

27. Lupionópolis

O nome da cidade é homenagem ao político e empresário Moysés Lupion. Foi governador por duas vezes e, ainda, deputado federal e senador.

 

28. Mallet

Homenagem prestada ao engenheiro militar, Marechal João Nepomuceno de Medeiros Mallet, que tornou-se Ministro da Guerra.

 

29. Manoel Ribas

O nome da cidade é homenagem ao político Manoel Ribas, que governou o Paraná de 1932 até 1945, período em que Getúlio Vargas ficou no poder.

 

30 e 31. Marechal Cândido Rondon e Rondon

Homenagens ao Marechal Cândido Mariano Rondon. Rondon era mato-grossense e Mimoso, uma pequena vila às margens da Baía de Chacororé, no Alto Pantanal. Saiu dali para estudar no Rio de Janeiro, onde se formou em engenharia militar, sendo ainda Bacharel em Matemática, Ciências Físicas e Naturais. Ele também se dedicou a desbravar os sertões do país.

 

32. Mauá da Serra

O nome dado à localidade foi homenagem a Irineu Evangelista de Souza – Visconde e Barão de Mauá, que foi deputado pelo Rio Grande do Sul em diversas legislaturas.

 

33. Munhoz de Mello

O nome da cidade é homenagem ao José Munhoz de Mello, que foi parlamentar e presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.

 

34. Paulo Frontin

O nome dado à localidade é homenagem ao engenheiro e político André Gustavo Paulo de Frontin, nascido a 17 de setembro de 1860 na cidade do Rio de Janeiro. Politicamente desempenhou as funções de prefeito, deputado e senador de sua terra natal.

 

35. Porto Amazonas

O nome da cidade é homenagem ao coronel da Guarda Nacional Amazonas de Araújo Marcondes, pioneiro da navegação fluvial comercial no Rio.

 

36. Presidente Castelo Branco

O nome da cidade é homenagem a Humberto de Alencar Castelo Branco, marechal do Exército que se transformou no primeiro presidente do Brasil após o golpe militar de 1964.

 

37. Prudentópolis

O nome é uma homenagem ao ex-presidente da República , Prudente de Moraes Barros.

 

38. Salgado Filho

Constituiu-se em homenagem ao ex-senador da República Salgado Filho, que faleceu em acidente aéreo no ano de 1949.

 

39. Siqueira Campos

O nome da cidade é homenagem ao tenente Siqueira Campos, líder revolucionário, que sobreviveu ao Levante do Forte de Copacabana, em 1922.

 

40. Telêmaco Borba

O nome da cidade é homenagem a Telêmaco Borba, sertanista, antropólogo, escritor e político. A partir de 1882 elegeu-se alternadamente prefeito de Tibagi e deputado estadual pelo Partido Liberal.

 

41. Wenceslau Braz

O nome da cidade é em homenagem a Wenceslau Braz, que foi presidente do Brasil (1914-1918) e ministro do Interior.

 




João Carlos Martins e a Camerata Bachiana fazem apresentação gratuita no Parque dos Espanhóis, em Sorocaba, dia 19 de dezembro

Concerto integra o projeto ‘Na Roda com o Maestro – Uma Homenagem a Heitor Villa-Lobos’, viabilizado através de Lei de Incentivo ProAc


A Camerata Bachiana, simage001 (1)ob regência do maestro João Carlos Martins, um dos maiores intérpretes de Bach do século XX, apresenta-se no Parque dos Espanhóis, em Sorocaba, no próximo dia 19 de dezembro, às 20h. O concerto é parte do projeto “Na Roda com o Maestro – Uma Homenagem a Heitor Villa-Lobos”, viabilizado através de Lei de Incentivo ProAc. A entrada é gratuita. O evento tem produção da D´Color Produções Culturais e Fundação Bachiana, patrocínio da CPFL, com apoio da Prefeitura e Secretaria de Cultura de Sorocaba.

Maestro João Carlos Martins

O pianista e regente João Carlos Martins iniciou seus estudos de piano na infância e aos 13 anos já começou sua carreira no Brasil. Cinco anos depois, decolou internacionalmente e, aos 20 anos, estreou no famoso Carnegie Hall, em Nova York, em apresentações patrocinadas pela então primeira dama dos Estados Unidos, Eleanor Roosevelt.

O maestro passou por dois incidentes que poderiam ter posto fim à sua carreira musical. Aos 26 anos sofreu uma lesão no braço, quando jogava uma partida de futebol em Nova York, que o manteve afastado dos palcos por sete anos. Quando retornou à carreira, gravou a obra completa de Bach. Em 1995 foi ferido num assalto na Bulgária e ficou com o lado direito do corpo paralisado. Vítima da síndrome de movimentos repetitivos encerrou a carreira de pianista aos 63 anos, mas não deixou o universo da música. Estudou regência, fundou a Filarmônica Bachiana Jovem em 2006 e hoje é regente e diretor-artístico da Bachiana Filarmônica SESI-SP.

Camerata Bachiana

A Orquestra Bachiana Filarmônica apresentou-se pela primeira vez em 2004, na sala São Paulo, na cidade de São Paulo e depois disso, com um repertório que inclui sinfonias de Beethoven, Brahms e Tchaikovsky, apresentou-se nas mais importantes salas de concerto do Brasil e do exterior. Em 2006, com objetivo de trabalhar na evolução musical de jovens musicistas, o maestro João Carlos Martins fundou a Orquestra Bachiana Jovem, que também buscava democratizar a música clássica com apresentações em espaços variados, para pessoas que jamais tiveram acesso às salas de concerto.

Em 2010, as duas orquestras se juntaram formando a Bachiana Filarmônica SESI-SP, um grupo que reúne músicos profissionais, orientadores e jovens musicistas e que formam hoje uma das mais importantes orquestras da iniciativa privada do Brasil, sem abandonar os ideais que deram origem à Bachiana Filarmônica e à Bachiana Jovem. O termo Bachiana remete à riqueza musical do Brasil, numa homenagem ao imortal maestro e compositor Heitor Villa-Lobos, autor das célebres Bachianas Brasileiras, e à Johann Sebastian Bach. A Camerata Bachiana, parte da Fundação Bachiana Filarmônica, é formada por viola, cello, oboé, clarinete, fagote, flauta, percussão e dois violinos.

Sobre a CPFL

A CPFL Energia é o maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, com atuação nos segmentos de distribuição, geração, comercialização de energia e serviços. A empresa desenvolve ainda uma série de programas culturais, esportivos, ações de responsabilidade social e qualidade de vida que, a partir de 2015, passam a ser desenvolvidos pelo recém-lançado Instituto CPFL. A organização nasce apoiada na experiência de mais de 10 anos da CPFL Cultura, responsável por divulgar a diversos públicos as mais ricas manifestações artísticas produzidas hoje no país por meio do Circuito CPFL de Arte e Cultura, que leva exposição, teatro, cinema e música popular e erudita para as cidades do interior paulista e do litoral. (Mais informações em www.cpflcultura.com.br)

 

Sobre a D’Color Produções Culturais

Empresa de Campinas (SP) focada em assessoria, planejamento e execução de projetos culturais em parceria com diversos segmentos através de leis de incentivo. Possui a missão de fomentar a cultura no Brasil e disseminá-la para o maior número de pessoas.

Serviço:

Na Roda com o Maestro – Uma homenagem a Heitor Villa-Lobos
Maestro João Carlos Martins e Camerata Bachiana

Data: 19/12/15
Horário: 20h
Local: Parque dos Espanhóis – Rua Dr. Campos Sales, s/n – Vila Assis, Sorocaba/SP

Apresentação gratuita.
Projeto viabilizado pelo Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (ProAc), com patrocínio da CPFL, produção D’Color Produções Culturais e Fundação Bachiana, e apoio da Prefeitura e Secretaria de Cultura de Sorocaba.