Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias MAGALHÃES, OLIVEIRA e SOUZA

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 679, 680 E 681

 

Prezada Lucia Helena, boa tarde.

Não faço pesquisa de pessoas e sim de sobrenomes.

Não posso atendê-la em sua solicitação dessa busca.

Atendo, porém, de outra forma e encaminho os arquivos de :

MAGALHÃES………………………  16 páginas e 3 brasões ;

OLIVEIRA…………………………..  40 páginas e 1 brasão e

SOUZA……………………………..   40 páginas e 1 brasão.

Abaixo um resumo tirado dos arquivos principais para publicação no ROL-Jornal

On Line.

Você tem 96 páginas de arquivos para sua leitura.

Grande abraço.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / Jornal ROL – REGIÃO ON LINE

 

 

clip_image002    clip_image003    clip_image002[3]     Magalhães

sobrenome de origem portuguesa. Trata-se de um nome com raízes toponímicas, que terá sido tirado do da torre desta designação, na freguesia de São Martinho do Paço-Vedro, termo da Barca.

Parece que esta família provém de Afonso Rodrigues de Magalhães, senhor daquele torre e que vivia em 1312.

Era raçoeiro do Mosteiro de Tibães e do seu casamento com D. Alda Martins de Castelões teve descendência que deu continuidade ao apelido. Dentre aquela, será de salientar o indómito nauta Fernão de Magalhães.

 

Sobrenome de origem toponímica, tomado da propriedade da família. Guérios com dúvida prende ao céltico magal, grande (Antenor Nascentes, II, 184). Procede esta família de Afonso Rodrigues de Magalhães, senhor da torre e quinta de Magalhães (da qual tomou o sobrenome), no tempo de D. Diniz I, fal. 1325, rei de Portugal. Alí é o seu solar, que fica na província de Entre-Douro e Minho (Anuário Genealógico Latino, I, 61).

Portugal: Sobre a origem genealógica desta família, escreveu o dicionarista português Pinho Leal, em sua obra Portugal Antigo e Moderno – Diccionario, datado de 1874: O nobre appelido de Magalhães foi tomado da torre e Quinta de Magalhães, no Minho. O primeiro que usou d’este apellido, foi Affonso Rodrigues de Magalhães, no reinado de D. Diniz, por ter casado com D. Sancha de Novaes, senhora da dita Quinta [Pinho Leal -Diccionário, II, 120]. É sobrenome nobre de Portugal, tomado da torre e Quinta de Magalhães. O 1º que se encontra com este sobrenome é Afonso Rodrigues de Magalhães, no reinado de D. Diniz. Foi senhor desta Quinta por ter casado com D. Sancha de Novaes, herdeira da mesma Quinta. Foi criado de D. Afonso IV. Antigamente também se escrevia Mangalhães [Pinho Leal – Dicionário, VI, 392].

Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, a de Antônio de Magalhães, falecido antes de 1672, que deixou geração do seu cas., c.1624, com Inez Anes, fal. no Rio, em 1672 (Rheingantz, II, 506). Rheingantz registra mais 12 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosas descendêcias no Rio de Janeiro. Ainda, no Rio de Janeiro, com ramificações em São Paulo, registra-se a família de Francisco Carlos de Magalhães, que se estabeleceu no Brasil, por volta de 1845, vindo do norte de Portugal. Deixou grande descendência do seu cas. com Bernarda Rodrigues Monteiro, filha de José Joaquim Borges Monteiro e de Bernarda Francisca Rodrigues [´25.10.1788 – 14.06.1849]. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – o filho, Carlos Baptista de Magalhães [30.06.1848 – 16.09.1934], que teve sete irmãos. Deixou geração do seu cas. com Leôncia de Freitas [14.07.1857 – 28.11.1937]; II – o neto, Carlos Leôncio de Magalhães [06.07.1875 – 13.03.1931], filho do anterior, que teve dois irmãos. Deixou geração do seu cas. com sua prima Ernestina Palha Reis [07.11.1876 – 28.04.1967], filha de José Monteiro Reis [1841-1918] e Adelaide Palha [1850-1917], neta paterna de João Pinto dos Reis e de Perpétua Felicidade Monteiro [1812-1892], filha dos citados José Joaquim Borges Monteiro e de Bernarda Francisca Rodrigues; III – o bisneto, Carlos Reis de Magalhães, filho do anterior. Com geração do seu cas. com Marietta Lion; IV – o bisneto, Oswaldo Reis de Magalhães [17.06.1905 – 02.07.1974], irmão do anterior. Sem geração do seu cas. com Jandira Pereira; V – a bisneta, Ernestina Reis de Magalhães , irmã do anterior. Com geração do seu cas. com Roberto de Paiva Meira [26.12.1905 – 16.09.1962]; VI – a bisneta, Maria Cecília Reis de Magalhães, irmã do anterior. Com geração do seu cas. com Ângelo Duprat [06.10.1899 – 28.07.1973]; VII – o bisneto, Paulo Reis de Magalhães [23.01.1916 – 11.03.1996], irmão da anterior. Com geração do seu cas. com Marina Bastos [30.07.1922-], filha de Helvécio Bastos [02.03.1899 – 12.07.1975] e de Alfrida Meira de Vasconcelos; VIII – a bisneta, Adelaide Reis de Magalhães, irmã do anterior. Com geração do seu cas. com Nestor Rocha; IX – o bisneto, José Carlos Reis de Magalhães, irmão da anterior. Com geração do seu cas. com Cecília Alves; X – o terceiro neto, Luiz Eduardo Bastos Magalhães, filho do item VII. Casado com Ana Cristina Foz [Arquivo José Carlos Reis de Magalhães].

=========================================================================================================================================================

clip_image002[4]    Oliveira

sobrenome  português de raízes toponímicas, foi tirado da designação do Paço de Oliveira, na freguesia de Santa Maria de Oliveira, termo de Arcos de Valdevez. A família que adotou este nome por sobrenome é de remotas e nobres origens, a ela pertencendo o arcebispo de Braga Dom Martinho Pires de Oliveira, que instituiu um rico morgadio em Évora, que deixou à descendência de seu irmão Pedro  Mem Pires de Oliveira em 1306. As armas antigas dos Oliveiras, talvez  tão antigas que antecedessem o nascimento das chamadas regras da armaria ou, pelo menos, a sua aplicação em Portugal.

Na Idade Média, especialmente na época da Inquisição Católica, muitos judeus se tornaram “ cristãos”, para não serem queimados em fogueiras; sendo assim, as várias famílias ao fazerem isso deixaram o seu sobrenome hebraico original e adotaram um sobrenome português  Muitos desses judeus escolheram adotar sobrenomes como: Oliveira, Pereira, Prado, Silva, Nogueira, e outros similares.

No Brasil, após a libertação dos escravos negros em 1888, muitos destes adotaram o sobrenome dos seus antigos senhores, sendo assim, é difícil atualmente  dizer com precisão quem é realmente  parente deste ou daquele

De oliveira, subst. comum (Antenor Nascentes, II, 223). Vem esta família de Pedro de Oliveira, que foi o primeiro com este sobrenome, cujo filho Martim Pires de Oliveira, arcebispo de Braga, instituiu em 1306 o morgado de Oliveira, em seu irmão Mem Pires de Oliveira. Foi seu solar na freguesia de Santiago de Oliveira, donde esta família tomou o sobrenome, no concelho de Lanhoso. No tempo de D. Diniz I, rei de Portugal em 1281, já era «família antiga, ilustre e honrosa», como consta dos livros de inquirições desse rei (Anuário Genealógico Latino, I, 72).

==========================================================================================================================================================

clip_image002[5]Sousa, Souza

sobrenome de origem portuguesa.  Nome de raízes toponímicas tirado da terra de Sousa, designou primeiramente a linhagem deste nome, cujas origens documentadas datam de épocas anteriores à Nacionalidade, vindo posteriormente a ser apelido da família em que tal linhagem veio a transformar-se.

Tendo recaído em senhora os dois principais ramos desta família, as duas damas da família, Dona Maria Pais, chefe da linha primogênita, e Dona Inês Lourenço, a secundogênita, vieram a casar respectivamente com Dom Afonso Dinis, filho bastardo legitimado de Dom Afonso III, e com Dom Martim Afonso, meio-irmão daquele.

De Dona Maria Pais e Dom Afonso nasceria a linha de Sousas dita de Arronches, por terem detido este senhorio, hoje chefiada pelos Duques de Lafões

De Dona Inês e Dom Afonso descenderiam dos Sousas ditos do Prado, por terem tido o senhorio desta vila, ou Chichorros, da alcunha daquele Dom Martim.

Sobrenome de origem geográfica. Rio e Povoação de Portugal. Cortesão tirou, com dúvida, da baixa latinidade Sousa, Saucia, ou Socia. Sousa [forma documentadano ano de 924], Souza [com z], Socia [documentado em 1088]. Leite de Vasconcelos tirou do latim saza, seixos, o que traz dificuldades fonéticas. Outros derivam de Salsa, donde Souza, Sousa, o que não apresenta dificuldade fonética. Cortesão faz diferença entre Sousa, nome do rio, e Souza, nome da povoação, derivando aquele de saza e este de Socia (Antenor Nascentes, II,286). Uma das mais antigas e ilustres famílias de Portugal. Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário das Famílias de Portugal (Tomo XXIX), usando o Nobiliário do Cazal do Paço, principia esta antiquíssima família em Dom Sueiro Belfaguer, Cavaleiro antigo godo, que floresceu nos primeiros anos do século VIII, ou pelos anos de 800. Foi filho, segundo melhores opiniões, de Don Fayão Theodo ou Theodosio (que foi bisneto em varonia de Flavio Egica, Rei da Espanha) e de sua esposa Sona Soeira, filha de D. Soeiro, Príncipe Godo. Informa ser a mais antiga família que se encontra na Espanha Portuguesa, e por automazia, a mais antiga Portuguesa. O primeiro Solar que teve esta Família foi na Comarca de Vila Real entre o Rio Tua e Tamega, em a terra chamada Panoyas, nome que lhe ficou de uma Cidade assim chamada pelos romanos, situada junto ao lugar de Val de Nogueiras, em cujas ruínas se encontrão descrições com letras romanas. O segundo Solar desta Família, de onde se tirou o sobrenome, fica em Entre Douro e Minho, no contorno do Concelho de Rio Tamaga, denominado = a terra de Souza = regada do Rio Souza, que nascendo por cima do Mosteiro beneditino de Pombeiro, recebe outras águas, e corre até se encorporar com o Rio Douro, muito abaixo de ambos os rios, sendo o Tamega o último que recebe duas léguas antes da Cidade do Porto. O sobrenome Souza não teve princípios senão muito depois de principiar esta família, conforme vimos, em Dom Sueiro Balfaguer, que deixou numerosa e ilustre descendência do seu casamento com D. Munia = ou Menaya = Ribeiro, descendente dos Condes de Coimbra, e por varonia, descendente de Sizebuto, filho de Witissa, penúltimo rei godo. Foram quarto avós de Dom Gomes Echigues , que floresceu pelos anos de 1030. Homem de muito valor, que combateu em Santarém, onde, com sua lança, deteve o Rei de Castela D. Sancho, e o venceu. Foi Governador de toda a Comarca de Entre Douro e Minho, por nomeação do Rei D. Fernando, pelos anos de 1050. Comprou o Lugar de Felgueiras, junto a Pombeiro, a Payo Moniz, pelo preço de dois bons cavalos, em 04.1039. Fundou o Mosteiro de Pombeiro, de religiosos beneditinos, pelos anos de 1040. Achava-se em Guimarães pelos anos de 1052. Próximo as terras de Pombeiro, estava o Solar de Souza. Deixou numerosa descendência do seu cas. com D. Gontrode Moniz, filha de Dom Munio Fernandes de Touro [filho do Rei D. Fernando de Castela]. Por este casamento, a família Souza entrou para o sangue Real de Navarra, de quem descendem os Reis de Castela e Portugal.

=========================================================================================================================================================

 

From: Lucia Helena de Oliveira

Sent: Thursday, March 03, 2016 8:17 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Enc: genealogia – paramirim

 

 

Em Segunda-feira, 29 de Fevereiro de 2016 17:49, Lucia Helena de Oliveira <helenadeoliver@yahoo.com.br> escreveu:

 

Olá!

 

Procuro dados sobre:

 

Jose Magalhães casado com Cristina

 

Cecilio Spinola Souza (faleceu em Paramirim) que casou com Odilia (filha de Jose Magalhães)

 

Ernesto de Oliviera – nascido em Macaubas-BA

O Senhor tem algum dado a respeito?

 

Lucia Helena de Oliveira

e-mail helenadeoliver@yahoo.com.br

 




José Luiz Nogueira: registros históricos de março

O mês de março é o terceiro mês do ano no calendário gregoriano e um dos sete meses com 31 dias

Astrologicamente Março inicia com o sol no signo de Peixes e termina no signo de Áries.

Astronomicamente falando o sol inicia na constelação de Aquarius e termina na constelação de Pisces.

Por volta de 21 de março, o Sol cruza o equador celestial rumo ao norte; é o equinócio de março, começo da primavera no Hemisfério Norte e do outono no Hemisfério Sul.

O nome “março” surgiu na Roma Antiga, quando era o primeiro mês do ano e chamava-seMartius, de Marte, o Deus romano da guerra.

Em Roma, onde o clima é mediterrânico, março é o primeiro mês da primavera, um evento lógico para se iniciar um novo ano, bem como para que se comece a temporada das campanhas militares.

O ano iniciava em 1º de março na Rússia até o final do século XV. O Reino da Grã-Bretanha e suas colônias continuaram a utilizar o dia 25 de março para iniciar o ano até 1752, no mesmo ano eles finalmente adotaram o calendário gregoriano. Muitas outras culturas e religiões ainda celebram até hoje o Ano-Novo em março.

Em finlandês, o mês é chamado de maaliskuu, que tem origem em maallinen kuusignificando omês terrestre. Isto é porque em maaliskuu a terra começa a aparecer sob a neve derretida.

Historicamente os nomes para março incluem o termo saxão Lenctmonat, dado aoequinócio. Os saxões também chamavam março de Rhed-monat ou Hreth-monath(devido a seu deus Rhedam/Hreth) e os anglos chamavam-no de Hyld-monath.

No calendário judaico, o fim de fevereiro e o começo de março é chamado de adar, o último mês, enquanto que o fim de março e começo de abril é chamado de nisã, e é considerado o primeiro mês. (Wikipedia)

 

2-3-1949 – Antonio   Machado Pontes nasceu em Itapetininga  8-3-1857 – Dia Internacional da Mulher. Conta-se que em 8 de março de 1857, 129 operárias morreram carbonizadas em um incêndio que ocorrera nas instalações de uma fábrica têxtil na cidade de Nova York.    15-3-1987 – Faleceu Astor Vasques Lopes
2-3-2015 – Faleceu Ana Maria Iglesias de Castro Rodrigues 12-6-1951 – Inaugurou a Escola e Ginásio Industrial, atual E.E. Darcy Vieira na Vila Barth  17-3-1956 – Sérgio Majewski nasceu em Malllet-PR
3-3-1992 – Faleceu Maria Aparecida Camargo Prestes

13-3-1773 – 1º tab de notas de Itapetininga lavrou a primeira escritura no tempo do Imperio (pag 249 – livro II)

 23-3-1969 – Christian Pereira de Camargo  nasceu em Sâo Paulo
 4-3-1897 –Waldomiro de Carvalho nasceu em Paraisópolis 14-3-1948 – C.C.B.E.U. – Centro Cultural Brasil Estados Unidos foi fundado em Itapetininga   23-3-1926 – Henriqueta Leonel Ferreira (Queta) nasceu em Itapetininga
 8-3-1926 – José Ozi nasceu em Itapetininga 15-3-1882 – Nasceu Júlio Prestes de Albuquerque em Angatuba-SP   30-3-1972 – Hyram Ayres Monteiro Jr, o atual Prefeito de Itapetininga em 2016 nasceu em Itapetininga                                                                          

 

 Dia 2 de março é Dia Nacional do Turismo. Dia 10 é dia do Telefone.
Ajude-nos a manter sempre atualizada esta seção enviando suas informações.
JOSÉ LUIS NOGUEIRA
Obrigado.

 




Saiu na Tv Tem:Curso de Metrologia no Instituto Federal

Inscrições para curso de metrologia estão abertas em Itapetininga

 

Curso de graça é do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia.
Período de inscrição vai até o dia 4 de março.

Do G1 Itapetininga e Região

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) está com inscrições abertas até esta sexta-feira (4) para um curso de metrologia na unidade de Itapetininga (SP). O curso é gratuito e tem carga horária total de 32 horas.

A formação é voltada para a compreensão e entendimento da conversão de unidades de medida e identificação e manuseio de instrumentos de controle e medição. O foco do curso é preparar o estudante para atuar no setor da indústria . É obrigatório ter mais de 18 anos e ter concluído o ensino fundamental.

Para participar, o interessado deve ir até a sede do IFSP em Itapetininga, na avenida João Olímpio de Oliveira, 1561, Vila Asem. É necessário apresentar um comprovante de escolaridade, uma cópia do RG e do CPF, uma foto 3×4 recente e uma cópia do comprovante de endereço. Mais informações pelo telefone  (15) 3376-9930.




Artigo de Celso Lungaretti: 'UM ENFOQUE ALTERNATIVO DA 6ª FEIRA PIROTÉCNICA'

A HISTÓRIA CONTADA POR UM IDIOTA ESTÁ CHEGANDO AO  PREVISÍVEL, INEVITÁVEL E DEPRIMENTE FINAL

Por

Celso Lungaretti

“A vida é uma história 

contada por um idiota,

uma tempestade 

de som e fúria 

significando nada”

(William Shakespeare)

Quem acompanha meu trabalho sabe que há muito considero Dilma Rousseff condenada ao afastamento do poder: voluntário, imposto ou por meio de uma barganha com as forças de centro e direita que a mantenha fazendo figuração enquanto outros governam no seu lugar.

Ou seja, as opções à sua escolha são:

  • renunciar;
  • ser impedida pelo Congresso Nacional;
  • ter sua chapa cassada pela Justiça Eleitoral; ou
  • tornar-se uma rainha da Inglaterra.
Ele é a última esperança de o PT dar a volta por cima… 

Descarto a do suicídio, pois não enxergo nela a fibra de um Vargas.

E minha preferência é pelo xeque-mate aplicado pelo Tribunal Superior Eleitoral, por implicar a realização de novo pleito, livrando-nos do pesadelo Temer.

Para mim, as únicas dúvidas são quando chegaremos a uma dessas soluções e qual delas prevalecerá.

O que me dá tanta certeza? O fato de que, enquanto prosseguem as escaramuças na Praça dos Três Poderes, a penúria não cessa de aumentar.

Se dependesse dos canastrões que, em Brasília, encenam uma tempestade de som e fúria significando nada, a paralisia governamental talvez perdurasse por meses e meses, com um sem-número de marchas e contra-marchas.

Mas, as lições históricas são todas no sentido de que há, sim, um fim da linha: no Brasil, quando as recessões começam a causar desespero e convulsão social, a classe dominante concerta uma solução qualquer, pois tem como prioridade máxima manter-se dominante.

…após a queda de Dilma.
Chegaremos a tal estágio lá pelo meio do ano. Os últimos acontecimentos, contudo, indicam que a desconstrução de Dilma e Lula ganha velocidade e pode tornar-se fulminante, por força de novas e contundentes delações premiadas.

Trata-se de um espetáculo que, além de previsível, é deprimente ao extremo. Caberia melhor na página policial do que na editoria de Política.

Só escrevo sobre ele porque assumi o compromisso de manter meu público informado. Preferiria estar comentando futebol ou cinema. (Celso Lungaretti)

A POLÍTICA DESCEU AO ESGOTO. QUEM DERRAMOU O PRIMEIRO SANGUE?

Por Celso Lungaretti, no blogue
 Náufrago da Utopia
.

Ao contrário das três sequências caça-níqueis, o primeiro filme da série Rambo (First blood, 1982) é muito bom, ao mostrar um veterano da guerra do Vietnã como homem psicologicamente em parafuso e que, agredido, continua recorrendo às suas habilidades de sobrevivência nas piores circunstâncias e aniquilação dos inimigos, indesejáveis na vida civil.

Depois de virar de pernas pro ar uma cidadezinha cujo xerife o maltratou, ele é repreendido por seu velho coronel. E se defende: “Quem derramou o primeiro sangue não fui eu”.

É deprimente ao extremo ver Lula sendo conduzido à força para depor. Para destruírem o mito, estão expondo o homem ao opróbrio. Gostaria que ele não passasse pelos dissabores que está passando na fase final de sua vida.

Marina faria. Dilma fez. Trabuco aplaudiu.

Mas, não posso deixar de refletir sobre como a coisa chegou a tal ponto.

Quando os petistas começaram a satanizar Marina Silva na campanha eleitoral de 2014, adverti que as consequências seriam muito nefastas. Mas, confesso, pensava apenas na união da esquerda, que ficaria em frangalhos se deixássemos de respeitar como adversários os antagonistas pertencentes ao nosso campo, reservando o tratamento de inimigos apenas aos representantes da direita e do capitalismo.

vencer a qualquer preço da campanha de Dilma, ao utilizar como armas políticas as falácias e a propaganda enganosa,  abriu um precedente ainda pior: o outro lado sentiu-se autorizado a partir também para o liberou, geral, passando a assassinar as reputações dos grãos petistas por meio do uso oportunista e malicioso de investigações policiais.

Ao derramar o primeiro sangue, o PT esqueceu que o poder de fogo da burguesia e de sua indústria cultural é muito maior. Jogo sujo contra jogo sujo, a derrota era praticamente certa.

Bem melhor seria ter mantido algum fair play e civilidade na política, ao invés de haver concorrido para que ela descesse ao esgoto.

OUTROS POSTS RECENTES DO BLOGUE NÁUFRAGO DA UTOPIA (clique p/ abrir):
AOS COMPANHEIROS, AMIGOS E CIDADÃOS COM ESPÍRITO DE JUSTIÇA

EU, CELSO LUNGARETTI, 65 ANOS, ANISTIADO POLÍTICO, INJUSTIÇADO EM PLENA DEMOCRACIA!
E AGORA, DILMA?
ROUPA SUJA A DILMA LAVA NO CHILE

GUILHERME BOULOS: “A DESIGUALDADE TEM AUMENTADO EM RITMO GALOPANTE”.
O BRASIL VAI DE MAL A PIOR: DEPOIS DA ZIKA, A SÍFILIS!
A DITADURA ACABOU NO BRASIL. MENOS PARA MAURICIO NORAMBUENA: ELE AINDA RECEBE TRATAMENTO DE PRESO POLÍTICO!
ZÉ DIRCEU SÓ TEM AO SEU LADO A INGRATIDÃO, ESTA PANTERA!




Genealogia: informações gratuitas fornecidas por Afrânio Mello sobre a familia BELLI

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 678

 

Caro Daniel, boa tarde.

Se sobrenome tem uma variação extremamente grande do sobrenome BELLI.

É a sua origem italiana.

Não tenho um histórico completo desse sobrenome  mas vai o que consegui colher.

Segue 22 brasões das mais diferentes variações do seu sobrenome.

Abraços
Afrânio Franco de Oliveira Mello
Jornal ROL – Região On Line

 

BELLI

69 Variações desse sobrenome extraídos do DIZIONARIO RAGIANATO DEI COGNOMI ITALIANI, páginas 775 e 776 , de MICHELE  FRANCIPANE, da Biblioteca Univesale Rizzoli – Itália.

 

Begliuòmini , Belfante ( Belli ,Fante ),Belfióre ( Belli ,Fióri ) , Belforte ( Bellil,Forte)Bella,Bellabarba ( Belli , Barba ) , Bellabuno ( Belli,Buono ) , Bellacchini ( Belli ), Bellaci ( Belli ), Bellaccini ( Belli-Bellico )Bellài , Bellami,Bellàn,Bellanca(Bellini),Bellandi,Bellani,Bellane,Bellantòne ( Belli , Antonio),Bellantònio ( Belli, Antonio ) , Bellantuónnel( Bellil,Antonio),Bellardi (Belli,Berardi),Bellati (Belli,Sibilla),Bellassi,Bellassài,Bellavita ( Belli, Vitali),Belazzi,Bellè,Bellibuono(Belli,Buono),Bellèli,Belleli,Bellemo,Bellèm,Bellantini.Bellèril,Bellèrio,Bellèro,Bellerofonte,Bellèssi,Bellètti,Belletini,Bellèzza,Bèlli,Bellia,Belliato,Belich,Belligi,Bellín,Bellisi,Bello,Bellochi ( Belli,Ochi),Bellochio (Belli,Ochio),Bellòli,Bellomo,Bellònci,Bellóni,Bellora,Bellota,Bellotti,Bellozzi,Belligi,Belliumo,Belluschi,Belluso,Bellussi,Bellutta,Bellutti,Belluzzi,Belotti,Belpiètro ( Belli, Pietro),Belviso.

 

Origine Soprannome físico-estetico ( ma pure la nome prpprio di persona medievale –Bello).

Etimoloiga e significato Dal tardo- lati – bellus m bella, bellum : “ piacevole Allá vista “.Semanticamente parallelo al Greco – Caló.

Valrianti e derivati principali Dall’originario “ Bella,Bello,Bellanca,Bellèri, Bellèza,Bèlli,Bellia,Belleli,Bellino,Bellincioni,Bellonci,Bellucci,Debèlli, De Bèllis , Di Bèlla,La Bella, Labella.

Composti : Alltobelli,Bellavita,Bellòchio, Bellerofònte , Bellorofònte….

Frequenza e Distribuzione Panitaliano di buon rango ( fra I primi 85 in classifica), più frequente e diffuso è Il dim.Bellini, prevalentge al Nord. I patronimici “ De “ e “ Di “, o “ DellaBella “ tipici Del Sud, dove prevalgono purê “ Lo Bello “ w La Bella” com altobellil ( anche iln Elimia); Il pagronimico Bellich nel Veneto, Bellefofònte e Bellorofònte sporacidi e rari al Sud, dove invece à frequente Bellanca ( Sicilia ).

Fra ló storico , l’attuale….   Belli può riferirsi sai al nome próprio medievale augurale Bello o Bellam( anch’essi usari como cognome ), sai alle doti estetiche gradevoli dei primigeni portatori: anbedue forme capostipiti di molte variante. Dall’alto Mediovevo in poi.

PASSADO NO TRADUKKA, temos abaixo a tradução.

Apelido de origem físico-estética (mas também o nome de sua pessoa medieval – bom).

Etimologia e significado de uma tarde de lados – bellus m bella, bellum: “pleasant view Allá”.Semanticamente, paralelamente ao grego – Caló.

Principais Variantes e derivado do original “, Bonito, Bellanca, Bellèri, Bellèza, Bèlli, Badu, ex-Belleli, Bellino, Bellincioni, Bellonci, Bellucci, Debèlli, De Bèllis, de Bèlla, o belo, Amílcar.

Compostos: Alltobelli, Bellòchio, Bellerofònte, Bellavita, Bellorofònte Etc…

Panitaliano com freqüência e distribuição da boa posição (entre 85 a primeiro do ranking), mais freqüente e generalizadas é o dim.Bellini, prevalecendo  ao norte. O patronímico “De” e “de”, ou “típico” DellaBella Sul, onde predominam o purê “Lo Bello” La Bella “com altobellil (iln Elimia também); O patronimico Bellich no Veneto, Bellefofònte e Bellorofònte sporacidi e rara no Sul, onde é freqüente à Bellanca (Sicília).

Entre a atual e histórica … isso. Badi pode encaminhá-lo para o nome auspicioso Bello medieval ou Affidavit Márcia Cristina (também usada como um sobrenome), sai a estética agradável de deficientes primordiais: ambos fundadores de muitas formas variantes. De Mediovevo em diante.

 

From: Daniel Bellico

Sent: Sunday, February 28, 2016 11:44 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Família

 

Olá, gostaria de saber mais informações sobre minha família é possível ?




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobe as familias BARROS e BARRIOS

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 677

 

Prezado Felipe, boa tarde.

Barros………………………… 3 páginas e 1 brasão.

Barrios……………………….. 9 linhas.

Reproduzo abaixo os textos dos arquivos principais.

Você deve procurar ler os seguintes livros do Guariano Prof. Silvio Vieira de Andrade Filho :

Guarei, Itapetininga e Notas complementares.

Estou copiando o autor e partir dai você pode trocar correspondência com ele e ver se

ele tem os arquivos dos Barros de Guarei. Com certeza tem.

Grande abraço.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / Jornal ROL- Região On Line

 

 

clip_image002 Barros

sobrenome de origem toponímica, parece tirado do lugar de Barros, no concelho de Regalados, onde vivia, no tempo dos Reis Dom Afonso III e Dom Diniz, Fernão Dias de Barros. De notar que até ao século XVII o sobrenome de Barros se grafou indistintamente assim, ou como Bairros.

Pretendem alguns linhagistas que o primeiro a usar deste sobrenome tenham sido um membro da família de Haro, dos senhores da Biscaia.

 

Armas

 

De vermelho, três bandas de prata, acompanhadas de nove estrelas de ouro postas uma, três, três e duas.

Timbre: uma aspa de vermelho, carregada de cinco estrelas do escudo.

 

Ramos Familiares

 

Barros e Vasconcelos

 

Títulos, Morgados e Senhorios

 

Barões de Itu                             Barões de Paraopeba

Barões de Piracicaba                   Barões de Provezende

Barões do Casal                         Barões do Resgate

Condes de Barros                       Condes de Basto

Condes de Basto-n                      Condes de Vinhais

Condes do Casal                                 Marqueses de Itu

Senhores da Quinta  Colmiosa      Senhores de Entre Homem e Cávado

Senhores do Morgado de Alte       Viscondes da Marinha Grande

Viscondes de Alvelos                   Viscondes de Congonhas de Campos

Viscondes de Cortegaça               Viscondes de Poiares

Viscondes de Santarém               Viscondes de Vila Nova da Rainha

Viscondes do Amparo                  Viscondes do Gerês

 

Cargos e Profissões no Reino de Portugal

 

Abades de Colvelo

Cavaleiros da Ordem de Cristo

Primeiros-ministros de Portugal

Professores

 

 

Explicação de algumas punições.

 

Uso de Hábito Perpétuo: ou sambrenito era uma punição quase sempre utilizada pelos inquisidores. Esta roupa era de uso obrigatório pelos hereges mesmo quando eram libertados. O hábito era um roupão quase sempre da cor preta ou amarela, tendo desenhos de cruz no peito e nas costas. Quando a setença era hábito com insígnias de fogo, vinham todos pintados com labaredas e figuras diabólicas. Quem era condenado a usar essas vestimentas, não conseguiam trabalho, tinham todos os seus bens confiscados, eram ridicularizados e apedrejados, acabavam seus dias mendingando ou morrendo a mingua. Seus descendentes eram considerados infames por várias gerações, não podendo ocupar quaisquer cargos públicos, pertencer a ordens militares ou religiosas.

 

Carocha: era um objeto parecido a uma coroa ou mitra, que era colocada na cabeça de alguns condenados e toda pintada com figuras demoníacas.

 

Galés: era a punição onde o réu era condenado a ficar numa embarcação movida a tração humana. Não havia retorno, a maioria morriam por exaustão. Eram embarcações similares aos que os Romanos e os Vikings usavam.

 

Degredo: o condenado era expulso de Portugal e enviando para as colônias portuguesas sem qualquer perspectiva de melhora. Mas na realidade era a melhor punição, pois muitos acabaram por viajarem para outros países e colônias e com o tempo recuperar um pouco de seus bens.

 

Cárcere: na realidade era uma ida quase sem volta, as condições nas masmorras eram as piores possíveis, a maioria morria nas prisões ou saiam em situação deplorável física, emocional e espiritual. Muitos morriam pouco tempo depois de saírem desses cárceres.

 

Mordaça: o condenado era obrigado a usar uma mordaça na boca e era proibido de falar com qualquer pessoa.

 

Açoite: o réu era açoitado em praça pública com chicotes

==============================================================================================================================================

 

Su origen hay que fijarlo en Galicia y en la raya de Portugal, que posteriormente se extendió por las provincias de Pontevedra, Santander y Segovia. De acuerdo a las sucesivas ramas los escudos de las diferentes familias fueron variándose. En la ciudad de Tuy (Pontevedra) se afianzó una rama que traía sus armas de Portugal y a la que perteneció uno de sus fundadores, el caballero don Juan de Barros, Señor del Coto de Togores y su hijo, don Juan, que participó en las guerras de Flandes y de Italia, pasando a América con las huestes de don García de Mendoza. Este linaje probó repetidas veces su hidalguía no solo ante las Reales Chancillerías sino también ante los tribunales del Santo Oficio. Armas: En campo de gules, tres bandas de plata, acompañadas de nueve estrellas de oro puestas una, tres y dos.

 

=================================================================================================================================================

 

From: felipe.textilwm

Sent: Friday, February 26, 2016 1:26 PM

To: Afrânio Tintaspig

Subject: Re: Phillip jacob

 

Tbm sou barros dos dois lados da família,  sendo quase a metade da população de guarei tem barros, n sei de onde veio, pois n tem nenhum fundador (tds prussianos) com esse sobrenome




Genealogia: Leitora agradece a Afrânio Mello

Afrânio Mello
Afrânio Mello

Muito feliz, leitora agradece as informações enviada pelo genealogista

Eis a mensagem enviada pela leitora:

 

“Boa tarde, Emoji
Sr. Afrânio Franco de Oliveira Mello! Emoji

Fiquei imensamente feliz ao receber sua resposta as minhas solicitações.  Emoji
Não tens ideia da minha da alegria e felicidade que senti. EmojiEmoji
Sou muito grata ao seu empenho valioso em ajudar-me nessa aventura.
Quero expressar minha gratidão ao seu carinho em continuar me enchendo de esperança no resgate de minhas origens italiana.
Fico triste de não possuir nenhum registro ou documentos sobre meu avô e meus bisavós.
Engraçado como desperta em nós a vontade de estender numa busca contínua aos outros ramos da  família. Parece que nos contagia e passamos admirar mais tudo que diz respeito a  Genealogia e História porque nos vemos inseridos dentro dela querendo ou não. Tudo diz respeito ao passado mas ligado diretamente aqui no presente, a nós.
Estudo instigante. Ainda bem que hoje podemos recorrer a internet. Ferramenta, se bem utilizada, muito benéfica ao progresso.
Tenho certeza que o Senhor vai conseguir novas informações sim. Emoji
E que seus amigos vão ajudar nessa jornada também.
Vou esperar com toda tranquilidade porque sei que elas virão. Emoji
Deus abençoe sempre você! Emoji
Te dê muita saúde e longevidade. Emoji

Meu carinho, EmojiEmoji
Meu Muito Obrigado!

Atenciosamente,  Emoji

Joana D’Arc Ribeiro de Oliveira Emoji
joanadarcsud@hotmail.com