Passeio Fotográfico-Cultural ao Centro Histórico de Itapetininga

O IHGGI formou uma Comissão com a finalidade de realizar mais um Passeio Fotográfico-Cultural ao Centro Histórico de Itapetininga.

Cartazete Passeio ult8imoO evento vai levar um grupo de pessoas interessadas em conhecer um pouco mais sobre o passado de Itapetininga, para um inesquecível passeio a pé que começará na Praça do Rosario, centro de Itapetininga, às 8h30 da manhã do dia 14 de novembro e percorrerá os principais prédios do centro histórico da cidade.
Além de contar com um guia especializado do IHGGI que detalhará os motivos que levaram a considerar como histórico cada um dos pontos visitados, o grupo será recepcionado por historiadores responsáveis, que levarão os participantes a uma interessantíssima visita aos interiores das edificações, entre elas algumas pouco conhecidas do público, como a Loja Maçônica Firmeza.
O ‘2o. Passeio Fotográfico-Cultural ao Centro Histórico de Itapetininga’ é mais uma promoção cultural do IHGGI – Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Itapetininga e integra os eventos comemorativos dos dez anos de sua fundação.
A Secretaria de Cultura da Prefeitura de Itapetininga apoia a ação cultural que também conta com a participação de outras entidades da cidade.
As inscrições estão abertas ao público e a participação é absolutamente gratuita, sendo recomendado aos integrantes que levem filmadoras e máquinas fotográficas para que os importantes momentos do passeio possam ser gravados. Uma página no Facebook será aberta para que os interessados possam tomar conhecimento dos detalhes e fazer suas inscrições.
ROTEIRO DO PASSEIO
08h30: Concentração no Largo da Igreja do Rosário (Praça Rui Barbosa, antiga Praça 13 de Maio ou Praça do Teatro)
09h00: Visita à Igreja do Rosário;
09h45: Visita à Loja Maçônica Firmeza, depois saída a pé pela Rua Monsenhor Soares até o Largo dos Amores;
10h30: Visita ao Largo dos Amores com especial atenção para o prédio do Centro Cultura;
11h00: Visita ao Clube Venâncio Ayres, depois saída a pé até a Praça Duque de Caxias;
11h45: Visita à Catedral e encerramento no marco zero de Itapetininga, previsto para as 13 horas.
Serviço:
Evento: 2o. PASSEIO FOTOGRÁFICO-CULTURAL AO CENTRO HISTÓRICO DE ITAPETININGA
Dia: sábado, dia 14 de novembro de 2015, com inicio às 8h30 no Largo do Rosário.
Inscrições: gratuitas
Comissão Organizadora: confrade José Luiz Nogueira (15/99115-5293, 3271-0294) Coordenador; Afrânio Franco de Oliveira Mello (15/3272-5786, 99771-0707) e Hermélio Arruda Moraes (3272-4252, 99105-7067, 3511-7279).



IFSP abre inscrições de processo seletivo para cursos técnicos

Vagas são limitadas e os candidatos devem se inscrever até o dia 10 de novembro pelo site ifsp.edu.br/processoseletiv

O IFSP lançou edital com 200 vagas para cursos técnicos presenciais para o primeiro semestre de 2016. As inscrições para o processo seletivo acontecem até 10 de novembro.

No Câmpus Itapetininga estão sendo oferecidas 200 vagas, para os cursos: Técnico em Edificações 40 vagas Tarde,  Técnico em Mecânica 80 vagas (40) Tarde / (40) Noite, Técnico em Informática 80 vagas (40) Tarde / (40) Noite.

A prova para todos os cursos será realizada no dia 6 de dezembro, às 13h, e contará com 50 questões de múltipla escolha. A inscrição custa R$20, e deverá ser realizada até o dia 10 de novembro de 2015. A elaboração, aplicação e correção das provas do processo seletivo são de responsabilidade da CAIP IMES.

Isenção

Os candidatos em situação de vulnerabilidade social que tenham cursado o Ensino Fundamental, integralmente, na Rede Pública de Ensino ou como bolsista integral em escola da rede privada poderão solicitar isenção da taxa de matrícula no período de 10 a 25 de outubro.

Modalidades e pré-requisitos

O curso técnico presencial é oferecido em duas modalidades: concomitante ou subsequente. No curso concomitante ou subsequente, os estudantes de ensino médio cursam apenas o ensino técnico no IFSP. Os candidatos devem ter concluído a primeira série do ensino médio e estar matriculados na segunda ou terceira série do ensino médio, ou ter concluído o ensino médio.

Inscrições

Para se inscrever acesse:

www.ifsp.edu.br/processoseletivo

Edital

O edital completo está disponível no site www.ifsp.edu.br




Genealogista Afrânio Mello atende gratuitamente pedidos de estudos sobre nomes de familias. Hoje, informações sobre o sobrenome Wehrman

Afrânio Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 551

 

Caro Jonas, boa tarde

Em atenção a sua solicitação envio o arquivo do sobrenome WEHRMANN e mais 3 BRASÕES das

suas origens, em separado para confecção de quadros para que sejam colocados em paredes.

Ficam muito bonitos.

Espero que fique satisfeito com o mesmo já que é um sobrenome de difícil e bota difícil pesquisa.

Vejam que os 4 últimos registros e que anotei em vermelho são aí de sua cidade PANAMBI/RS.

Nota-se que dois deles , Melita e Ervin, faleceram no mesmo dia….08.05.2010 , recentemente.

Outra, do mesmo nome e sobrenome, faleceu em 09.09.1963 e

Leopoldina falecida em 10.08.1963.

Favor dar retorno se as informações conferem com os seus ancestrais.

Fraternais saudações

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

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Wehrmann, sobrenome de origem germânica

A tradução do germânico significa homem de defesa ou homem que defende a cidade ou o castelo, provavelmente fazendo alusões a diversas guerras medievais.

Registra-se Friedrich Wiheim Wehrmann Grabbe, nascido em 04.11.1829, Viotho, Westphalen, Prussia (Alemanha); filho deHermann Heinrich Adolph Wehrmann Grabbe, nascido em 18.09.1797 e falecido em 07.10.1857 e Johanne Henriette Florentine Blum. Teve um irmão, Carl Heinrich Wehrmann Grabbe, nascido em 11.03.1831, Viotho, Westphalen, Prussia.

Registra-se Dorothea Margarethe Elisabeth Wehrmann, nascida em 13.08.1764, Langenholzen, Alfeld, Prussia; casada com Barward Fischer.

Registra-se Johann Wilhelm Wehrmann, nascido em 15.12.1769, Mötterchow-Lödenhausen, Detmold, Lippe, Alemanha e falecido em 04.06.1844; casado com Anna Amalie Katharine Hilker.

Registra-se Greta Wehrmann, nascida em 21.11.1652, Hordorf, Braunchweig, Alemanha; casada com Heinrich Gericken.

Registra-se Elisabeth Wehrmann, nascida em 1650, Saxonia, Prussia; casada com Hans Fölmar.

Registra-se Frierich Karl Wehrmann, nascido em 05.06.1894, Alverdissen, Lippe, Alemanha e falecido em 06.10.1970.

Registra-se Amalie Wilhelmine Charlote Wehrmann, nascida em 09.04.1824 e batizada na Igreja Católica em Barntrup, Lippe, Alemanha em 25.04.1824; filha de Cristoph Wehrmann e Dorothea Hilker. Teve uma irmã, Charlotte Marie Louise Wehrmann, nascida em 09.10.1821 e batizada em 21.10.1821 na mesma igreja e falecida em 08.06.1832.

Registra-se Frida Wehrmann, nascida em 23.06.1893 e batizada na Igreja Católica de São Pedro Apóstolo, Ivoti, Rio Grande do Sul, Brasil; filha de João Wehrmann e Izabel Dullus.

Registra-se Melita Wehrmann, nascida em 12.04.1924, Rio Grande do Sul, Brasil e falecida em 08.05.2010, foi sepultada no cemitério de Panambi/RS.

Registra-se Ervin Wehrmann, nascido em 04.04.1918, Rio Grande do Sul, Brasil e falecida em 08.05.2010, foi sepultado no cemitério de Panambi/RS.

Registra-se Melita Wehrmann, nascida em 12.04.1924, Rio Grande do Sul, Brasil e falecido em 09.09.1963, foi sepultada no cemitério de Panambi/RS.

Registra-se Leopoldina Dhein Wehrmann, nascida em 25.10.1889, Rio Grande do Sul, Brasil e falecida em 10.08.1944, foi sepultada no cemitério de Panambi/RS.

 

Registra-se

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Artigo de Celio Pezza: 'Pedaladas'

Celio Pezza – Crônica # 284

Pedaladas

Colunista do ROL
Celio Pezza

Temos visto nas TVs, nos jornais e sites, as chamadas “pedaladas fiscais” do governo Dilma.

Este é um caso sério, que pode fazer ruir de uma vez por todas o governo petista de Lula e Dilma.

Em poucas palavras, a “pedalada” do governo é o seguinte: os governos petistas criaram ou ampliaram uma série de benefícios sociais como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Minha Casa Melhor, Auxílio Reclusão, Financiamentos Agrícolas e muitos outros; em seguida, usaram o nosso dinheiro pago em impostos para financiar esses programas sociais e garantir a reeleição de Dilma.

Como essa distribuição de dinheiro público precisa de um intermediário, o governo utilizou a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil e o BNDEs para pagar todos esses financiamentos e começou a atrasar sistematicamente o pagamento do governo aos bancos, criando uma dívida enorme, o que, de acordo com a legislação, é crime de responsabilidade fiscal.

Depois da eleição, o problema veio à tona, o dinheiro sumiu do governo, os bancos estão com o prejuízo, e a economia parou.

O Ministério Público descobriu essa manobra criminosa do governo, denunciou ao TCU, que apurou as irregularidades e rejeitou por unanimidade as contas da Presidente Dilma.

Ainda pior, acusou que essa prática fraudulenta continuou em 2015, após sua reeleição.

Os valores dessas “pedaladas” já passam de R$ 40 bilhões.

Essa fraude, por si, é motivo mais que suficiente para pedir o “impeachment” de Dilma.

Isso não é nenhum golpe das “Zelites” como costuma dizer Lula.

Isso é democracia e está previsto na Constituição.

Como disse o líder do DEM no senado, Ronaldo Caiado: “Lula transformou a corrupção em hóspede do Palácio do Planalto.

É injusto assistir a tudo isso e não dar uma solução para um governo apodrecido, mergulhado em um lamaçal que enoja os brasileiros, provoca desânimo, desesperança e desencanto”.

Dilma e Graça Foster “viam o baile dos escândalos de corrupção na Petrobras, mas não ouviam a orquestra”, como bem definiu o jornalista Élio Gaspari.

Já o grande chefe Lula defende as “pedaladas” e a fraude fiscal, alegando que era dinheiro para programas sociais.

Ora, nessa lógica lulista, podemos roubar à vontade, desde que tenhamos um bom motivo!

Margareth Tatcher disse que o socialismo dura até acabar com o dinheiro dos outros.

A reserva brasileira acabou e a economia está em frangalhos.

Resta agora a presidente seguir o conselho do jornalista Ronaldo Knack: “Dilma, pegue sua bicicleta e, com Lula na carona, vá pedalando para casa”.

 

Célio Pezza   /   Outubro, 2015




Informações do genealogista José Luiz Nogueira

José Luiz Nogueira – NOTICIAS QUE ANTECEDEM A FUNDAÇÃO DE ITAPETININGA – PARTE II

Bom dia.

Saúde para todos.

A partir de hoje vamos trazer aqui as noticias que antecederam a fundação de Itapetininga.

As informações que aqui serão mostradas são baseadas em pesquisas feitas em documentos e que foram publicadas no livro

ITAPETININGA de autoria do confrade Silvio Vieira de Andrade Filho e que foi lançado em 2006 em nossa cidade.

Itapetininga

De acordo com o IBGE, o município paulista de Itapetininga estava em 2005 com 141 mil habitantes distribuídos numa área de 1792 km².

O município tem excelente desempenho nos setores agrícola e pecuário, possuindo até uma exposição anual de agropecuária que atrai milhares de interessados principalmente do Estado de São Paulo. Itapetininga tem ainda muito a crescer neste setor uma vez que é o terceiro município do Estado de São Paulo em extensão territorial.

O seu distrito industrial tem recebido boas indústrias que contribuem para a geração de empregos para os itapetininganos.

O município faz parte do corredor do Mercosul com o gasoduto Bolívia-Brasil pelo bairro do Barro Branco.

Itapetininga foi antiga passagem de tropeiros, fato sempre recordado em seu Centro de Tradições Gaúchas Tropeiro Boiadeiro.

A cidade possui imprensa e comércio desenvolvidos, tradicionais clubes como o Clube Venâncio Aires (foto), shopping-center e ótimas escolas de todos os graus. O até hoje carinhosamente chamado Instituto de Educação “Peixoto Gomide” (foto), uma das primeiras escolas do interior paulista, data de 1894.

Por muito tempo, Itapetininga pertenceu à comarca de São Paulo. A partir de 1811, passou à de Itu. Tornou-se comarca em 1852.

A diocese de Itapetininga data de 19.07.1998.

A distância da cidade de Itapetininga à cidade de Sorocaba é de 70 km pela rodovia Raposo Tavares, totalmente duplicada no Govêrno de Geraldo Alckmin.

Como tantos outros nomes de lugares, Itapetininga foi primeiramente nome de rio, pois é muito comum no Brasil um município ter o mesmo nome de seu rio principal. O nome vem do tupi “ita” (pedra), “peba” (chata) e “tininga” (seca). Como “pedra chata” significa “laje”, o nome do município pode ser traduzido por “laje seca”. A palavra “peba” é a mesma que entra na expressão “galinha peva” e em “Itapeva”.

 

Os antecedentes e os primeiros momentos

Dentre as várias comunidades do vasto território do município de Sorocaba, estava Porto Velho às margens do Rio Itapetininga.

O povoado, que inicialmente foi pouso de tropeiros que se dirigiam à Vila de Sorocaba, já pagava imposto em 1724 (Almeida: s.d.).

Em 22.08.1756, ocorreu na Matriz de Sorocaba o batismo de Francisca, filha de Benta (escrava de Manuel Leme) e de pai desconhecido. Padrinhos: Manuel Nunes Pereira (casado) e Maria Domingues de Oliveira, moradores de “Tapetininga”. Livro 04 de batismos da Matriz de Sorocaba, período 1750-1758, fls. 214, CAS.

Em 1763, a capital do Brasil foi transferida para o Rio de Janeiro.

Em 26.02.1766, Dom Luís Antônio de Sousa Botelho Mourão, capitão-general da Capitania de São Paulo, expede portaria de Santos a João de Oliveira, morador de Itapeti-ninga, solicitando-lhe a retirada de 3000 a 4000 pederneiras (pedras muito duras que produzem faíscas quando feridas com fuzil e que são também chamadas de pedras-de-fogo) para as tropas do mencionado local. As despesas com índios e escravos que irão ajudá-lo serão pagas pela Fazenda Real. Documentos Interessantes, 65: 49, AESP.

Em 1766, Sorocaba e freguesias de seu termo possuíam 1191 fogos com 2470 mulheres e 2688 homens. Documentos Interessantes, 73: 62, AESP.

Em 16.11.1766, José de Almeida Leme, capitão-mor de Sorocaba, envia carta a Dom Luís Antônio de Sousa Botelho Mourão, capitão-general da Capitania de São Paulo em que menciona a freguesia que será grandiosa ao mesmo tempo em que lhe pede sacerdote para a administração dos sacramentos ao povo. O capitão-mor também lhe pede para não conceder grande quantidade de terras aos pobres moradores de sesmarias (agregados) por serem incapazes de cultivá-las. Estes devem ficar somente com o necessário. As áreas grandes devem ser reservadas aos vindouros com capacidade. Assim, a produção ficará garantida para a expansão do local. O capitão-mór afirma também que, dentre os povoadores, destaca-se Manuel José Braga, casado e que já está de posse de sesmaria (Silvio anotou que Manuel José Braga recebeu sesmaria em 08.01.1766). BN.

Em 24.12.1766, Dom Luís Antônio de Sousa Botelho Mourão envia de São Paulo carta ao Conde de Oeiras, informando-lhe que a freguesia de Itapetininga estava criada por sua ordem para facilitar os serviços religiosos às pessoas muito distantes do pároco de Apiaí. Documentos Interessantes, 23, AESP.

Já estamos no ano de 1766.

Aqui quero fazer um pequeno parêntesis para esclarecer sobre a chegada de nosso quinto avô Domingos José Vieira ao bayrro de Tapitininga, pertencente a Freguesia de Nossa Senhora da Ponte na Villa de Sorocaba.

Domingos José Vieira foi um dos primeiros a fixar residência no pouso que havia à beira do Rio Itapetininga, segundo o historiador Antonio Galvão Júnior em seu livro Itapetininga e sua História.
Consta que Domingos dedicou-se à lavoura e agregando companheiros, formando um núcleo populacional.
Em nossas pesquisas realizadas no Arquivo Público do Estado de São Paulo, localizamos os microfilmes do Censo efetuado em 1767 onde ele declara a sua idade, o nome e idade da esposa e nomes e idade dos filhos e dos escravos.
Ele veio para Itapetininga provavelmente em 1765 ou 1766, após o nascimento de seu filho José, que nascera no bairro de Apiaí em 1764.

Consta registro da filha Roza que nasceu em 1767 em Itapetininga. A mineração estava escassa em Apiaí.

O Morro do Ouro em Apiaí já não mais tinha nenhuma produção. Com bastante ouro, preferiu Domingos José Vieira mudar-se para Itapetininga.

Possivelmente seu compadre Manoel José Braga que aqui já morava o convenceu.

Por hoje ficamos por aqui. Amanhã tem mais.

Queremos que todos procurem ler e entender os detalhes sobre a HISTÓRIA DE NOSSA QUERIDA ITAPETININGA.

 

    Foto da maquete mostrando o Páteo da Igreja – Marco Zero de Itapetininga




Informações do genealogista José Luiz Nogueira sobre Itapetininga – PARTE 1

JOSÉ LUIZ NOGUEIRA – NOTÍCIAS QUE ANTECEDEM A FUNDAÇÃO DE ITAPETININGA – parte 1

Boa noite.
Saúde e alegria para todos.
Estamos a menos de um do aniversário de Itapetininga.
São 245 anos de emancipação política.
Itapetininga pertencia a Villa de Nossa Senhora da Ponte de Sorocaba e foi elevada a categoria de Villa no dia 5 de novembro de 1770.
VILLA DE NOSSA SENHORA DOS PRAZERES DE ITAPETININGA
A partir de hoje vamos postar notícias e informações que antecederam a fundação.
Se voce tem alguma curiosidade a respeito da origem de nossa querida Itapetininga, pode nos escrever que os nossos confrades historiadores aqui estão para responder as suas perguntas.
Obrigado
José Luiz Nogueira

 




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações gratuitas sobre nomes de familia. Nesta edição, informações sobre a Familia Calderaro.

Afrânio Mello: ATENDIMENTO NÚMERO 552

 

Prezado Frederico Calderao, boa tarde.

Retorno os seu pedido de pesquisa com o arquivo do sobrenome CALDERARO ,

com 5 páginas e 2 brasões no arquivo e mais 3 em arquivos separados.

Voce já tem as origens, genealogia, brasões , nomes de imigrantes e identidades

de alguns deles que espero sejam seus ancestrais.

Tenha sorte e persevere em suas buscas.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

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Calderaro, sobrenome de origem italiana.

Originária de Domaso, sul do lago de Como, esta nobre família é oriunda de um fundador cujo nome era Bartolomeo, cujo neto do mesmo nome teve dois filhos; Diamante Calderaro (marquês) que teve um ramo e Andrea Calderaro (conde) que teve outro ramo. Desta última linha procede a Antonio Calderaro, superintendente do Magistrado Ordinário, que comprou o feudo de Turano, no qual repousava o título de Marquês, título esse que obteve em 11.09.1690 e que passou para seus descendentes. Os primeiros que adotaram esse sobrenome eram profissionais que trabalhavam na fabricação e fundição de grandes caldeirões (panelas muito grandes para fazer grande quantidade de comida, usadas especialmente pelo exército). Vem do italiano Calderaio.

Registra-se Agostino Calderaro, nascido em 03.11.1843, Ustica, Palermo, Itália e falecido em 1915; filho de Salvatore Calderaro, nascido em 1798 e falecido em 27.10.1864 e Francesca Gambino, nascida em 1802 (casamento: 27.10.1822); casou-se com Angela Bertucci em 24.11.1864; tiveram um filho: Giulio Calderaro, nascido em 1825, Palermo, Itália.

Registra-se Pietro Calderaro, nascido em 03.01.1846, Ustica, Palermo, Itália e falecido em 1920; filho de Pietro Calderaro, nascido em 1818 e falecido em 1890 e Caterina Cultraro, nascida em 1822 (casamento em 19.06.1836).

Registra-se Bartolomea Calderaro, nascida em 05.03.1827, Ustica, Palermo, Itália; filha de Salvadore Calderaro e Francesca Gambino.

Registra-se Giovanni Calderaro, nascida em 15.08.1836, Ustica, Palermo, Itália; filha de Salvadore Calderaro e Francesca Gambino.

Registra-se Rosaria Gesamina Calderaro, nascida em 17.11.1857, Ustica, Palermo, Itália; filha de Pietro Calderaro e Caterina Cultraro.

Registra-se Pietro Calderaro, nascido em 1754, Palermo, Sicília, Itália e falecido em 22.07.1829; casou-se em 1777 com Bartolomea Disimone.

Registra-se Daniel Calderaro, nascido em 04.08.1884 e batizado na Igreja Católica Nossa Senhora da Assunção, Centro, São Paulo/SP em 17.08.1884; filho de Nicolao Calderaro, nascido por volta de 1860, Itália e Anna Calderaro. Teve um irmão, José Calderaro, nascido em 15.02.1889 e batizado na Igreja Católica da Assunção, Centro, São Paulo/SP em 06.10.1889.

Registra-se Humberto Calderaro, nascido em 24.04.1889 e batizado na Igreja Católica de Nossa Senhora da Luz da Catedral de Curitiba/PR em 02.05.1889; filho de Braz Calderaro e Joanna Rosa de Deus.

Registra-se Joaquim Calderaro, nascido em 24.03.1896 e batizado na Igreja Católica de Nossa Senhora da Penha, Itapira/SP em 05.04.1896; filho de Vicente Calderaro e Cecília Franca de Jesus

 

Registra-se

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Mapa da Distribuição do Sobrenome na Itália

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From: Frederico Calderaro

Sent: Tuesday, October 06, 2015 2:10 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Sobrenome CALDERARO

 

Prezado Afranio, boa tarde!

Gostaria de saber quais informações você teria sobre o sobrenome CALDERARO (origens, genealogia, brasões, etc.)

Desde já agradeço e ficarei no aguardo de um breve retorno a respeito.