Informações do genealogista José Luiz Nogueira sobre Itapetininga – PARTE 1

JOSÉ LUIZ NOGUEIRA – NOTÍCIAS QUE ANTECEDEM A FUNDAÇÃO DE ITAPETININGA – parte 1

Boa noite.
Saúde e alegria para todos.
Estamos a menos de um do aniversário de Itapetininga.
São 245 anos de emancipação política.
Itapetininga pertencia a Villa de Nossa Senhora da Ponte de Sorocaba e foi elevada a categoria de Villa no dia 5 de novembro de 1770.
VILLA DE NOSSA SENHORA DOS PRAZERES DE ITAPETININGA
A partir de hoje vamos postar notícias e informações que antecederam a fundação.
Se voce tem alguma curiosidade a respeito da origem de nossa querida Itapetininga, pode nos escrever que os nossos confrades historiadores aqui estão para responder as suas perguntas.
Obrigado
José Luiz Nogueira

 




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações gratuitas sobre nomes de familia. Nesta edição, informações sobre a Familia Calderaro.

Afrânio Mello: ATENDIMENTO NÚMERO 552

 

Prezado Frederico Calderao, boa tarde.

Retorno os seu pedido de pesquisa com o arquivo do sobrenome CALDERARO ,

com 5 páginas e 2 brasões no arquivo e mais 3 em arquivos separados.

Voce já tem as origens, genealogia, brasões , nomes de imigrantes e identidades

de alguns deles que espero sejam seus ancestrais.

Tenha sorte e persevere em suas buscas.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

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Calderaro, sobrenome de origem italiana.

Originária de Domaso, sul do lago de Como, esta nobre família é oriunda de um fundador cujo nome era Bartolomeo, cujo neto do mesmo nome teve dois filhos; Diamante Calderaro (marquês) que teve um ramo e Andrea Calderaro (conde) que teve outro ramo. Desta última linha procede a Antonio Calderaro, superintendente do Magistrado Ordinário, que comprou o feudo de Turano, no qual repousava o título de Marquês, título esse que obteve em 11.09.1690 e que passou para seus descendentes. Os primeiros que adotaram esse sobrenome eram profissionais que trabalhavam na fabricação e fundição de grandes caldeirões (panelas muito grandes para fazer grande quantidade de comida, usadas especialmente pelo exército). Vem do italiano Calderaio.

Registra-se Agostino Calderaro, nascido em 03.11.1843, Ustica, Palermo, Itália e falecido em 1915; filho de Salvatore Calderaro, nascido em 1798 e falecido em 27.10.1864 e Francesca Gambino, nascida em 1802 (casamento: 27.10.1822); casou-se com Angela Bertucci em 24.11.1864; tiveram um filho: Giulio Calderaro, nascido em 1825, Palermo, Itália.

Registra-se Pietro Calderaro, nascido em 03.01.1846, Ustica, Palermo, Itália e falecido em 1920; filho de Pietro Calderaro, nascido em 1818 e falecido em 1890 e Caterina Cultraro, nascida em 1822 (casamento em 19.06.1836).

Registra-se Bartolomea Calderaro, nascida em 05.03.1827, Ustica, Palermo, Itália; filha de Salvadore Calderaro e Francesca Gambino.

Registra-se Giovanni Calderaro, nascida em 15.08.1836, Ustica, Palermo, Itália; filha de Salvadore Calderaro e Francesca Gambino.

Registra-se Rosaria Gesamina Calderaro, nascida em 17.11.1857, Ustica, Palermo, Itália; filha de Pietro Calderaro e Caterina Cultraro.

Registra-se Pietro Calderaro, nascido em 1754, Palermo, Sicília, Itália e falecido em 22.07.1829; casou-se em 1777 com Bartolomea Disimone.

Registra-se Daniel Calderaro, nascido em 04.08.1884 e batizado na Igreja Católica Nossa Senhora da Assunção, Centro, São Paulo/SP em 17.08.1884; filho de Nicolao Calderaro, nascido por volta de 1860, Itália e Anna Calderaro. Teve um irmão, José Calderaro, nascido em 15.02.1889 e batizado na Igreja Católica da Assunção, Centro, São Paulo/SP em 06.10.1889.

Registra-se Humberto Calderaro, nascido em 24.04.1889 e batizado na Igreja Católica de Nossa Senhora da Luz da Catedral de Curitiba/PR em 02.05.1889; filho de Braz Calderaro e Joanna Rosa de Deus.

Registra-se Joaquim Calderaro, nascido em 24.03.1896 e batizado na Igreja Católica de Nossa Senhora da Penha, Itapira/SP em 05.04.1896; filho de Vicente Calderaro e Cecília Franca de Jesus

 

Registra-se

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Mapa da Distribuição do Sobrenome na Itália

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From: Frederico Calderaro

Sent: Tuesday, October 06, 2015 2:10 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Sobrenome CALDERARO

 

Prezado Afranio, boa tarde!

Gostaria de saber quais informações você teria sobre o sobrenome CALDERARO (origens, genealogia, brasões, etc.)

Desde já agradeço e ficarei no aguardo de um breve retorno a respeito.




Artigo de Celso Lungaretti: 'Estamos diante de um vazio de poder: as forças politicas se anulam e a inércia faz a economia deslizar para o abismo'

Celso Lungaretti: ‘O PANORAMA VISTO DA PONTE: UM HORROR!


Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia

 

Ao grande capital agradaria muito o governo Dilma.2 caso o arrocho fiscal estivesse dando certo e a imposição de uma política econômica neoliberal marchasse a contento.

Mas, apesar de todo empenho do Luís Carlos Trabuco e do Roberto Setúbal, os dois maiores bancos privados ainda não determinam os humores nacionais, só mandam nas decisões da Dilma.

Então, a impopularidade extrema da gerentona (o povo não lhe perdoa o estelionato eleitoral, a promessa não cumprida de que sua reeleição evitaria a adoção da austeridade econômica) e o desconforto que a rendição incondicional ao grande capital provoca na própria esquerda chapa branca (pois esta teme os desastres eleitorais que lhe advirão caso sua imagem fique identificada com medidas tão iníquas) simplesmente paralisaram o ajuste fiscal. Ele não anda. E, com isto, a recessão se agrava cada vez mais.

O que temos, portanto, é um vazio de poder. As forças políticas se anulam e a inércia faz a economia deslizar para o abismo.

 

 

À medida que todos os índices econômicos piorem, o Brasil sofra sucessivos rebaixamentos por parte das agências de risco, os investidores internacionais retirem seus capitais daqui, o desemprego vá às nuvens, o padrão de vida dos cidadãos decaia cada vez mais, etc., o que acontecerá?

O óbvio: saques de supermercados e caixas eletrônicos, manifestações de rua raivosas, convulsão social. Aquilo que o ministro do Exército prevê.

Mas, como essas situações no Brasil acabam sempre sendo resolvidas por conchavões da elite, é quase certo que, às portas do caos, venha a ser parida alguma fórmula para o afastamento de Dilma e constituição de um novo governo. Este certamente aliviaria as tensões, produzindo melhora momentânea, pois aos exploradores não interessa que o Brasil exploda, e eles têm poder de fogo suficiente até para criarem um novo milagre brasileiro, se for necessário.

Quais as alternativas a tudo isso?

Não a da Dilma, que usa todo o arsenal da politicalha sórdida para evitar que o processo de impeachment tramite no Congresso e seja votado. Pois assim apenas se alongará sua agonia, até que ela acabe sendo despejada do Planalto como consequência da agudização da crise econômica. É chocante a falta de uma visão mais ampla por parte desses companheiros de outrora, que, até por seu passado de esquerda, deveriam saber muito bem que colocarem os dedos nas rachaduras do dique só fará com que este acabe desabando sobre suas cabeças.

 

 

Muito melhor seria se o Congresso afinal decidisse: ou chutando a Dilma, o que ao menos evitaria que continuássemos marchando para o fundo do poço; ou confirmando seu mandato, o que lhe restituiria um mínimo de condições para governar. Do jeito que está é que não pode ficar.

Finalmente, eis o cenário ideal (no qual, contudo, não aposto pois Dilma não é nem nunca será Allende): a presidenta dar a mão à palmatória, reconhecer que errou rotundamente ao querer apoiar-se na direita, mandar o Levy para o Bradesco que o pariu e apostar a sobrevivência do seu mandato numa outra guinada, desta vez à esquerda e pra valer.

Aí, ou a política revolucionária voltaria a existir no Brasil, ou pelo menos a Dilma cairia pelos motivos certos, coerentes com seu passado ilustre, e não como uma patética ex-guerrilheira que quis aplicar a cartilha econômica dos inimigos e nem para isto teve competência.

 

 

VALE TUDO PARA DESQUALIFICAR BICUDO,

ATÉ ATRIBUIR-LHE SENILIDADE!!!

Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia

 
O homem que derrotou o Esquadrão da Morte…

Eartigo publicado nesta 5ª feira (15/10) no Brasil 247, a colunista Tereza Cruvinel ignorou não só as boas práticas jornalísticas como as mais elementares noções de civilidade, educação, respeito pessoal e deferência para com as pessoas idosas, ao indagar, já no título, se Bicudo está senil?.

E, no primeiro parágrafo, consumou a tentativa de desqualificação de um dos maiores heróis da resistência jurídica à ditadura militar, lastreada tão somente no preconceito em relação à sua idade (93 anos), já que não aponta nele nenhum comportamento característico da senilidade, apenas reprovando suas opiniões. Ou seja, pretendeu intimidá-lo por dele discordar, e o fez lançando uma suspeição que não tinha competência para lançar, já que não é médica:

Um homem lúcido como ele sempre foi não diria os disparates que disse, em entrevista ao Estadão, se tivesse perfeito domínio de suas faculdades mentais. O jurista Hélio Bicudo disse que ‘o PT tomou conta do judiciário. É o PT que está decidindo o que acontece no STF. Quem foi que colocou esses ministros no tribunal? Foi o PT. Eles (ministros) não irão julgar nada contra o PT’.

Sem entrar no mérito da independência ou não de cada um dos ministros do STF empossados desde 2003, é perfeitamente cabível um cidadão lúcido suspeitar que o partido no poder favoreça candidatos simpáticos a seus interesses.

 
…e sua detratora.

Ainda mais depois de tanto haver sido dito que, para conquistar a vaga, Luiz Fux teria enganado alguns grãos petistas, levando-os a crerem que ele ajudaria a absolver os mensaleiros.

Acredito, enfim, que Cruvinel tenha infringido o Estatuto do Idoso:

Art. 96. Discriminar pessoa idosa, impedindo ou dificultando seu acesso a operações bancárias, aos meios de transporte, ao direito de contratar ou por qualquer outro meio ou instrumento necessário ao exercício da cidadania, por motivo de idade:

Pena – reclusão de 6 (seis) meses a 1 (um) ano e multa.

  • 1º Na mesma pena incorre quem desdenhar, humilhar, menosprezar ou discriminar pessoa idosa, por qualquer motivo.
 
Bicudo concorreu para este desfecho

E também o Código Penal:

Art. 140 – Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:

  • 3º  Se a injúria consiste na utilização de elementos referentesa raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosaou portadora de deficiência:

Pena – reclusão de um a três anos e multa.

Como leigo que sou, não tenho a mínima pretensão de esgotar a análise jurídica dessa ofensa.  É ao Ministério Público.que compete tal tarefa.

O que não exime a Cruvinel da obrigação moral de retratar-se o quanto antes, pedindo desculpas a Bicudo por ter escrito como qualquer sem noção, e não como uma jornalista.

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ECONOMISTA PREVÊ QUEDA DE DILMA ANTES DA ELEIÇÃO DE 2016

A VERDADE É REVOLUCIONÁRIA. O MANIQUEÍSMO, UMA MULETA PARA SIMPLÓRIOS E FANÁTICOS.




Palestra importante em Itapetininga abordará a antiga Escola do Lageado

O evento integra as festividades comemorativas do Dia do Professor em Itapetininga

Colégio Lageado em 1870 REDUZIDOO IHGGI – Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Itapetininga promove nesta quinta feira, 22, uma palestra do professor sorocabano Dagoberto Mebius, que falará sobre o ‘O Collegio do Lageado de Campo Largo de Sorocaba’, um estabelecimento de ensino singular fundada em 1859 em área onde hoje se localiza a cidade de Araçoiaba da Serra e que ficou famoso no Brasil inteiro pela excelência de seus ensinamentos e por onde estudaram muitas dos personalidades que hoje fazem parte de nossa história.

O evento acontece no próximo dia 22, no Salão Nobre do Instituto de Educação Peixoto Gomide, com inicio às 20 horas e entrada franqueada ao público.

O palestrante é o psicopedagogo sorocabano professor Dagoberto Mebius, que falará sobe o ‘Collegio do Lageado de Campo Largo de Sorocaba‘, uma instituição de ensino

Espera-se a presença de intelectuais que gostam de estudar e se interessam pela história da nossa região e principalmente dos professores e educadores de toda a área ação da Diretoria de Ensino de Itapetininga (DERITA), mais os confrades e confreiras do IHGGI, os ‘imortais’ da Academia Itapetiningana de Letras e os aficionados do MIS – Museu da Imagem e do Som de Itapetininga e das, entidades promotoras do evento.

O professor Mebius trabalha com atendimento a crianças do período fundamental das escolas de Sorocaba e Região e tem como foco a melhoria da autoestima dos alunos. Segundo ele, seu trabalho objetiva “eliminar as rotulações impostas de forma inconsistente e banal dadas às crianças enquanto alunas das primeiras séries do fundamental I e II”, atua na área do ‘Brincar’, aprendendo a aprender e faz projetos específicos para escolas e instituições de ensino.

O ‘Colégio do Lageado’ ficava localizado em uma área rural da antiga ‘Vila de Campo Largo de Sorocaba’, hoje Araçoiaba da Serra, próximo à lagoa do Jundiaquara e foi inaugurado em 24 de julho de 1859. Funcionava em regime de internato, atendia a clientela mais importante da época e seu proprietário, diretor e professor era o professor Francisco de Paula Xavier de Toledo. Entre os seus estudantes os itapetininganos Fernando Prestes de Albuquerque, Inácio Prestes de Albuquerque e Firmino Pinto de Camargo e os relacionados com essa cidae, os gauchos José Gomes Pinheiro Machado e Antonio Gomes Pinheiro Machado.

‘Campo Largo’ era um local de parada dos tropeiros para engorda das mulas antes de serem vendidas nas feiras de Sorocaba. Sobre isso, na internet é possível encontrar estudos de Dagoberto Mébius, entre eles um onde aparece uma foto dessa escola em 1876 e das ruínas da capela do colégio, tirada em 1929.

O professor Dagoberto Mebius possui graduação em História pela Universidade de Sorocaba e pós graduação em Psicopedagogia Clínica. Atualmente é coordenador e professor na Oficina de Desenvolvimento de Habilidades, Modelismo e Desenvolvimento Científico do Fundamental I  do Colégio Objetivo de Indaiatuba. É também coordenador e professor na Oficina Escotismo e de Habilidades, do Colégio Objetivo Portal da Colina. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em projetos e desenvolvimento de materiais de apoio pedagógico. É ainda desenvolvedor de brinquedos, jogos e projetos pedagógicos. Profissionalmente atua nos seguintes temas: história regional, pesquisa histórica, educação em história, lazer, recreação e habilidades de iniciação e do desenvolvimento científico para o Fundamental I e II. Atua nas áreas de Ciências Humanas, Antropologia, História, Educação (Ensino-Aprendizagem) e Divulgação Científica.

Mebius é autor de muitas publicações, entre elas “A História de Sorocaba para Crianças’, ‘Fornos catalães e a fundição no morro’, ‘O Esconderijo do Sol – História da Fábrica de Ferro S. João do Ipanema’, ‘Collegio do Lageado de Campo Largo’, ‘Collegio do Lageado de Campo Largo Ruinas da capela”, “O Prof. Francisco de Paula Xavier de Toledo e o Colégio do Lageado’, ‘Araçoiaba da Serra – História e Iconografia’, ‘Brincar… é assim que se aprende’ e ‘Manuais técnicos para Lobinhos e Escoteiros’, entre muitos outros trabalhos apresentados em congressos e encontros especializados. É também coordenador educacional com atuação nas oficinas interativas para alunos do período extracurricular, denominado ‘Período Integral na Unidade Portal da Colinado Colégio Objetivo de Sorocaba’

 

 

 Palestra do Professor Dagoberto Mebius sobre o ‘O Collegio do Lageado de Campo Largo de Sorocaba’
Dia: 22 de outubro (quinta feira), 
Hora: 20 h
Local: Salão Nobre do Instituto de Educação Peixoto Gomide (atual E.E. Peixoto Gomide), à avenida do mesmo nome, numero 198
Entrada: liberada ao público. 
Mais informações: com o IHGGI-Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Itapetininga: com a Confreira Alba Regina (15/3373-2023 – cel 15/99125-3970 e 15/98134-5918) ou o presidente Helio Rubens de Arruda e Miranda (15/99707-4983) ou com as demais  com as entidades promotoras do evento: AIL – Academia Itapetiningana de Letras (presidente Padre Mario Donato: 3271-0158 cel 99707-9085), MIS-Museu da Imagem e do Som de Itapetininga (presidente Roberto Hungria: 3271-3514) e E.E. Peixoto Gomide (diretora professora Maria de Fátima Apolinário Machado: 3271-0404)
Referencias históricas:
– https://www.academia.edu/5187733/Hist%C3%B3ria_de_Ara%C3%A7oiaba_da_Serra_-_O_Campo_Largo_da_Villa_de_Sorocaba_
– http://www.histedbr.fe.unicamp.br/revista/edicoes/21/img3_21.pdf
– http://sbhe.org.br/novo/congressos/cbhe3/Documentos/Individ/Eixo1/277.pdf

 




Programa 'Ler em Viagem' inclui Itapetininga no roteiro

Região de Itapetininga recebe oficinas gratuitas de leitura do Programa ‘Ler é uma Viagem’

Com patrocínio da CCR SPVias, a “Oficina de Mediação de Leitura com Dom Quixote” visa ampliar as possibilidades de atuação de professores, educadores e demais profissionais interessados na leitura

O programa “Ler é uma Viagem”, aprovado na Lei Rouanet e que recebe patrocínio da CCR SPVias por meio do Instituto CCR para realizar projetos de incentivo à leitura em mais de 50 cidades brasileiras em 2015, retorna à região de Itapetininga, em São Paulo, apresentando agora a “Oficina de Mediação de Leitura com Dom Quixote”. No dia 19 de outubro estará na cidade de Itararé, dia 20 em Capela do Alto, 21 em São Miguel Arcanjo e no dia 22 chega a Itapetininga.
Com vagas limitadas, a oficina é direcionada aos professores, educadores, bibliotecários, artistas e pessoas interessadas no tema. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo e-mail contato@lereumaviagem.com.br. Basta informar nome completo, cidade e horário que deseja participar.
Responsável por transmitir todo o conteúdo aos participantes, a socióloga Amanda Leal de Oliveira, é mestre e doutora pela ECA-USP, pesquisadora e especialista em processos de mediação de leitura e apropriação da cultura escrita. Segundo ela, a mediação de leitura proporciona a experiência de ler um texto das mais variadas formas: em voz alta, ao pé do ouvido, performances teatrais e outras maneiras de despertar o prazer de ler. A oficina, portanto, visa estimular os participantes a realizar atividades em que a leitura seja vivida de forma integrada a outras linguagens, como música e elementos visuais, despertando diferentes sentidos e estímulos no leitor. “A mediação de leitura permite que todos usufruam do contato com o texto, mesmo aqueles que não são alfabetizados ou têm resistência aos livros tradicionais”, destaca a socióloga.
A “Oficina de Mediação de Leitura com Dom Quixote” se divide em dois momentos. No primeiro, os participantes são convidados a “viajar” pelos caminhos fantásticos da literatura, acompanhados por leitura pública com música ao vivo, sob a direção da atriz Élida Marques, que é idealizadora do “Ler é uma Viagem” e interpreta o próprio Dom Quixote de La Mancha, acompanhada pelo músico Eduardo Contrera, no violão e na percussão, no papel do fiel escudeiro Sancho Pança. Já a segunda parte, os participantes experimentam as técnicas de mediação de leitura, aumentando o repertório e ampliando a atuação literária.
O projeto chega às cidades em uma parceria da CCR SPVias com as secretarias municipais de educação das cidades envolvidas.
SERVIÇO:
Oficina de Mediação de Leitura com Dom Quixote
Realização: Programa Ler é uma viagem
Patrocínio: CCR SPVias e Instituto CCR
19/10 – Itararé/SP
Horários – 14h as 16h

Local: Salão XV – Rua XV de Novembro, 931 – Centro
20/10 – Capela do Alto/SP
Horários – 9h as 11h

Local: Secretaria da Educação – Rua Tiradentes, 60 – Centro
21/10 – São Miguel Arcanjo/SP
Horários: 14h as 16h
Local: Centro Comunitário (Sede do Fundo Social) – Rua Rui Barbosa, 607 – centro
22/10 – Itapetininga/SP
Horários: 9h as 11h
Local: Secretaria Municipal de Educação – Rua Padre Albuquerque, 940 – Centro
Lei de incentivo
Aprovado pela Lei Rouanet, o Projeto tem patrocínio integral do Grupo CCR e percorrerá 50 cidades dentro da abrangência das rodovias somente em 2015. A ação faz parte do programa “Estada para Cidadania” da CCR, e incluirá sessões de leitura pública com música ao vivo e oficinas de leitura e escrita criativa para educadores.
Sobre a CCR SPVias

 

 

 




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia CESTARI

Afrânio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTO NÚMERO 546

 

Prezada Adriana, bom dia.

Envio o arquivo do sobrenome de sua família, com todas as grafias conhecidas. São 15 páginas ao todo e dois brasões junto com o mesmo. Outros seguem em separado. São todos com a mesma origem…. CISTARIUS.. cesteiro, como pode ver abaixo. Reproduzo todo o arquivo na mensagem para que todos os de sua família possam tomar conhecimento via INTERNET. Tem dois belos brasões que , com certeza, darão dois belos quadros em parede de sua casa. Em arquivo separado 4 brasões, sendo dois diferentes dos mostrados.

Encontrei referência em nome de Antonio…… e anotei em vermelho no arquivo. Você deve buscar nas duas Hospedarias de Imigrantes, onde os arquivos já estão digitalizados, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Diz que já procurou e não encontrou. Os registros sãzo feitos em nome do responsável da família na imigração e os demais são anotados nesse arquivo e não tem referência em seus nomes, salvo estas no arquivo principal. Outro caminho é , sabendo as origens na Itália, ver nas Comunes onde os arquivos estão. Enviar mensagem solicitando os arquivos e dando todas as referências possíveis. Eu fiz assim e consegui muitas informações. Certidão de nascimento, de batismo e de casamento. Com esses consegui na Hospedaria dos Imigrantes os dados de pesquisa e eles me forneceram os certificados de ingresso no Brasil com o nome de todos os que vieram juntos.

Outra pesquisa é, quando se sabe o nome do navio em vieiram e que 98% saíram de Gênova, procurar a LISTA de PASSAGEIROS e encontrar as datas e nomes dos acompanhantes. Eu tenho uma lista muito grande dos NAVIOS. Se me fornecer posso procurar.

Outro caminho são as certidões de casamento, de nascimento e de óbito aqui no Brasil. Em todas elas existem referências aos pais e avós e tendo a sequência, chega longe. Dependendo da data existem os registros nas Igrejas onde moravam aqui no Brasil. Salvo engano existem registro até a década de 1920. Espero que tenha sucesso.

É o que pude fazer.

Afrânio Franco de Oliveira Mello

IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

clip_image002    clip_image004Cestare, Cestari, Cestaro, Cester, Cestone,  sobrenomes de origem italiana. Do latim cistarius, cesteiro, fabricante e mercador de cestas [Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I].

Cestare : sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 24.03.1884, a bordo do vapor Scrivia, Giovanni Cestare, natural da Itália, procedente de Genova, 22 anos de idade, com destino a Boetuva, estado de São Paulo[Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 025 – 24.03.1884]. Veio em companhia de Dionizio Cestare, natural da Itália, procedente de Genova, 16 anos de idade [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 025 – 24.03.1884].

Cestari : sobrenome de origem italiana, forma pl. de Cestaro [Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Antonio Cestari, nasc. a 04.07.1925, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália [Arquivo Cunha Bueno – spmt]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Antonio Cestari, nasc. a 23.01.1934, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Antonio Michele Cestari, nasc. a 23.07.1936, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Felice Cestari, nasc. a 19.08.1911, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Giovanni Antonio Cestari, nasc. a 23.12.1898, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Giuseppe Cestari, nasc. a 07.02.1886, em Boara Pisani, Província de Padova, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Giuseppina Cestari, nasc. a 03.11.1922, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Luigi Cestari, nasc. a 05.01.1869, em Padova, Província de Padova, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Luigi Cestari, nasc. a 08.01.1925, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Mario Cestari, nasc. a 08.05.1904, em Tramutola, Província de Potenza, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Mario Cestari, nasc. a 21.12.1932, em Trento, Província de Trento, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Michelangelo Cestari, nasc. a 12.10.1898, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde assou Michele Pasquale Cestari, nasc. a 04.04.1923, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Vincenzantonio Cestari, nasc. a 02.05.1901, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Vincenzo Cestari, nasc. a 09.01.1913, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália [ Arquivo Cunha Bueno – spmt].

 

Cestaro : Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Bruno Cestaro, nasc. a 08.10.1926, em Favaro Veneto, Província de Venezia, Itália [Arquivo Cunha Bueno – spmt]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Celso Erminio Cestaro, nasc. a 18.10.1883, em Quinto Vincentino, Província de Vicenza, Itália.

Cester : sobrenome de origem italiana, var. dialetal set. de Cestaro [Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Francesco Cester, nasc. a 11.04.1878, em Chiarano, Província de Treviso, Itália [Arquivo Cunha Bueno – spmt].  Ao lado o brasão dos Cester.

Cestone: sobrenome de origem italiana, derivado de Cesta com o suf. sing. -one; fabricante de cestas de grandes dimensões, cestões [Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Maria Antonia Cestone, nasc. a 21.01.1928, em Calitri, Província de Avellino, Itália [Arquivo Cunha Bueno – spmt]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Michele Cestone, nasc. a 08.04.1930, em Calitri, Província de Avellino, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Rosa Cestone, nasc. a 28.10.1928, em Calitri, Província de Avellino, Itália.  Ao o brasão dos Cestone

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Mapa da Distribuição do Sobrenome na Itália

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Saga dos Cestari no Brasil

 

Antonio Cestari nasceu em Piazzola sul Brenta, Padova, Italia. Ele casou-se com Dominica Cestari.

Eles tiveram os seguintes filhos

Giovanni (João) Cestari nasceu em 1868 e faleceu em 27 agosto 1950.

Luigi (Luiz) Cestari nasceu em 5 janeiro 1869 e faleceu em 1944

Giovanni (João) Cestari, nasceu em 1868 em Piazzola sul Brenta, Padova, Italia. Ele faleceu em 27 agosto 1950 em Botuvera, Santa Catarina, Brazil. Giovanni (João) Cestari casou-se com Giovanna (Joanna) Sachetti.

Veio para o Brazil com dois irmãos. Um ficou em São Paulo e montou uma fabrica
de macacos hidráulicos  o outro foi para o Rio Grande do Sul e montou uma fabrica de biscoitos.

Eles tiveram os seguintes filhos

Luiz Cestari

Antonio Cestari,  nasceu em 25 fevereiro 1897 em Brusque Santa Catarina Brazil. Ele casou-se com Maria Fronza,  que nasceu em 28 fevereiro 1900 em Rodeio Santa Catarina Brazil

Eles tiveram os seguintes filhos

Ervino Cestari.

Brunilda Cestari nasceu em 23 agosto 1932.

Valmor Cestari.

Tarcízio Cestari

Hippolito Cestari nasceu em 23 julho 1925 em Rodeio Santa Catarina Brazil. Ele casou-se com Eleonora Eble. O casamento acabou em divórcio

Eles tiveram os seguintes filhos

Barbara Maria Cestari.

Ondina Irene Cestari

Vitor Ferreira casou-se com Ondina Irene Cestari

Eles tiveram os seguintes filhos

Vera Marcia Cestari Ferreira.

Marcelo Fabiano Cestari Ferreira,  nasceu em 25 dezembro 1967 em Imbituba Santa Catarina Brazil. Ele casou-se com Marilene Aparecida da Silva.

Sandro Luciano Cestari Ferreira.

Patrícia Cestari Ferreira

 

Wolnei Chucre casou-se com Vera Marcia Cestari Ferreira. O casamento acabou em divórcio

Eles tiveram os seguintes filhos

Barbara Chucre.

Fernando Chucre.

Vitor Hugo Chucre.

Membros de Destaque da família Cestari

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 Quem somos: A Industrias Metalúrgicas Cestari S.R.L. é uma moderna fábrica de carretas graneleiras autodescarregáveis de: 6, 7.5, 14, 18 toneladas com um eixo e 18 toneladas com dois eixos, 22 e 26 toneladas de capacidade. Nossa tecnificada fábrica encontra-se na cidade de Colón, Província de Buenos Aires, República Argentina.

Produzimos mais de 2 unidades por dia, que são enviadas diretamente ao campo. Todas as partes das nossas carretas são completamente realizadas em nossa fábrica com mais de 80 funcionários. Cerca de 6000 unidades Cestari trabalham no campo argentino e em países limítrofes. E há vários anos participam também das colheitas nos campos europeus.

O senhor Andrés Cestari nasceu em Codogné, Província de Treviso, na Itália, no dia 8 de Abril de 1891, e emigrou para a Argentina em 1905, começando a trabalhar quando acabava de completar 14 anos.

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  • Andrés Cestari iniciou a atividade industrial na cidade de Colón, Província de Buenos Aires, na Argentina. No começo fabricou portas, janelas e grades para abastecer a crescente demanda de ferragens de obra para a pujante cidade.

 

clip_image015É em 1930 quando começa a fabricação e instalação de reservatórios para o transporte de cereal. Os mesmos eram aplicados em caminhões com o primitivo sistema de carga a granel e descarga por grade deslizável inferior. Foram nossos primeiros contatos com implementos para o transporte de cereal.

Em 1941 se incorpora a fabricação de pinos e casquilhos para correntes de tratores esteira, que eram produzidos com licença americana. Fornecíamos também, serviço técnico para os mesmos tratores. Atendíamos empresas de todo o país, inclusive Vialidade Nacional.

Em 1981 projetamos um novo equipamento para transporte de cereal que denominamos Carreta Graneleira Autodescarregável. O processo de desenvolvimento e implementação do protótipo durou 7 meses. Uma vez construído, foi submetido a dois anos de testes no campo. Chegando aos resultados esperados de rendimento e resistência, foi então oferecido ao mercado. Depois de um tempo de conhecimento dos usuários, e vendo as vantagens de seu uso, teve a ampla aceitação que possuem atualmente. Unidades que foram fabricadas naqueles anos, hoje continuam trabalhando plenamente. Isto demonstra a fortaleza dos materiais utilizados em todas as nossas carretas graneleiras O aparecimento de nossos equipamentos no mercado agrícola significou uma revolução com relação ao anterior sistema de colheita de cereal, por sua rapidez e efetividade. Substituiu o trabalho de três carretas graneleiras comuns com a vantagem adicional da descarga direta ao caminhão. Tudo isso significou uma grande economia de empregados, combustível e tempo. 

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Nosso endereço: Calle 9 Nº1068 entre 55 e 56 C.C. Nº137 – (B2720DRV) Cidade de Colón, Província de Buenos Aires – Argentina. Telefax (54-2473) 430490 e PABX

clip_image019RAFFAELE “LELLO” CESTARI artista Ferrarese nato nel 1957, si è diplomato all’istituto d’arte Dosso Dossi.

Pittore di eccellenti doti grafiche usa la tecnica classica ad olio per fissare sulla tela oggetti del vivere quotidiano ed immagini legate ad esperienze personali.

 

 

 

 

ANTONIO FERNANDO CESTARI

GALERIA VIRTUAL

Fone: 3842-1294 / 3045-7070

afcestari@dtlink.com.br

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clip_image0291901 – Luigi Cestari funda a empresa Luis Cestari Ltda, selaria, ferraria e pro-dutora de componentes forjados pa-ra veículos de tração animal.

 

 

clip_image0311922 – É iniciada a fundição de ferro, utili-zado pela Cestari para a produção de implementos agrícolas, arados, cavadeiras, semeadeiras, artefatos de ferro fundido, máquinas para be-neficiar mamona, bombas hidráulicas e acessórios agrícolas em geral.
1928 – É iniciada a fundição de ferro, utili-zado pela Cestari para a produção de implementos agrícolas, arados, cavadeiras, semeadeiras, artefatos de ferro fundido, máquinas para be-neficiar mamona, bombas hidráulicas e acessórios agrícolas em geral.

1938 – Tem início a fabricação de macacos “tipo realejo” que, à época, tornou-se referência por sua robustez e durabilidade.

A indústria passa a denominar-se Irmãos Cestari S.A.

1945 A Indústria e Comercio Irmãos Cestari passa a produzir máquinas, componentes industriais para máqui-nas e dá início à fabricação de ferramentas para o setor automotivo, que crescia no Brasil, impulsionado pelos veículos importados.

clip_image0331953-  Sob o comando de Alcides Cestari, o engenheiro Iouguslavo Ivan Alberding introduz a fabricação de redutores e lança o primeiro redutor de fabricação Cestari. O primeiro exemplar, ainda, está em plena operação.

1960– Ainda sob a Gestão da segunda geração, Alcides Cestari consolida a série de redutores mole/duro e lança a linha convencional.

1964- Nascem as séries de redutores HS, HD e HT

1973-     É organizada a Cestari Industrial e Comercial S.A. que, à mesma época, investe maciçamente no incremento de sua produtividade e modernização.

 

clip_image0352001- A Cestari é agraciada com o Certificado de Mérito 2000 da General Motors do Brasil. Na oportunidade, o Presidente da GM-FIAT Worldwide Purchasing Company, Sr. Bo Andersen, premiou as melhores Empresas por seu desempenho. A Cestari figurou como vencedora na Categoria Grupos Metálicos.
2003-A Cestari lança a série de redutores de alumínio e completa sua linha de redutores de pequeno porte. Neste mesmo ano, passa a produzir o Helimax E 54 para 250.000 Nm.

Fábrica (matriz):
Rodovia Monte Alto / Vista Alegre, Km. 3
CX. Postal. 331 CEP: 15910-000
Monte Alto – São Paulo – Brasil
Fone: 0055 (16) 3244-1022
FAX: 0055 (16) 3244-1025

 

clip_image037Classe 1983 per Giorgia Cestari, vicentina doc, del segno del scorpione. Diplomata all’Istituo Montagna di Vicenza con diploma di Grafico Pubblicitario, Giorgia si divide tra lo studio universitario, l’apprendimento delle lingue straniere, gli hobbies e il grande sogno di lavorare a tempo pieno nel mondo della moda e dello spettacolo. Amante della musica, del ballo e dei viaggi, questa meravigliosa Miss può già vantare, nonostante la giovanissima età, un nutrito numero di partecipazioni ad eventi di rilievo. Oltre a cimentarsi infatti in svariati concorsi di bellezza, ottenendo importanti affermazioni, quali Miss Vicenza 2003, Giorgia ha più volte preso parte a trasmissioni televisive, tra cui alcuni network sportivi su TVA Vicenza, ma soprattutto ha collezionato prestigiose pubblicazioni su riviste specializzate: a questo proposito, non si possono certamente dimenticare i servizi apparsi sulla nota rivista di settore ESTYLO di Los Angeles (USA), che l’ha ospitata sia nel 2002 che nel 2003.

 

 

 

 

clip_image038Família Cestaro

 

Registra-se Rosa Cestaro, nascida em 27.08.1799, Montagnana, Padova, Veneto, Itália; casou-se com Giovanni Belluzzo em 25.02.1829, ele nascido em 09.03.1792; filha de Santo Cestaro, nascido em 1773 na mesma localidade e Maria Graglio, nascida em 1777 na mesma localidade; neta paterna de Domenico Cestaro, nascido em 1747 e neta materna de Santo Graglio. Teve uma filha em seu casamento: Magherita Belluzzo, nascida em 03.09.1835.

Registra-se Luigi Cestaro, nascido em 1859, Veneto, Itália; casou-se em 1889 com Santa Valeza, ela nascida em 1868; filho deAngelo Cestaro, nascido em 1843 e Anna Cestaro, nascida em 1845. De seu casamento teve os seguintes filhos: Angelo Luigi Cestari, nascido em 30.01.1891 e falecido em 16.02.1954 e Silvio Cestari, nascido em 1894.

Registra-se Adriana Cestaro, nascido em 25.08.1770, Stanghella, Padova, Veneto, Itália; filho de Francesco Cestaro, nascido em 1749.

Registra-se Maria Cestaro, nascida em 1729, Selzano, Veneza, Veneto, Itália e falecida em 09.05.1801.

Registra-se Maria Cestaro, nascida, 1875, Veneto, Itália; casou-se com Giacomo Rigato em 23.11.1893, ele nascido em 16.08.1871; filha de Giovanni Cestaro, nascido em 1845. Do seu casamento teve os seguintes filhos: Giovanni Vincenzo Rigato, nascido em 23.08.1894 e Pietro Luigi Rigato, nascido em 09.07.1896.

Registra-se Caterina Cestaro, nascida em 1796, Mongrassano, Consenza, Veneto, Itália e falecida em 12.07.1861 na mesma localidade; casou-se com Giuseppe Talarico, nascido em 1790 e falecido em 01.04.1845. Do seu casamento teve uma filha: Teresa Maria Talarico, nascida em 26.05.1834.

Registra-se Gaetano Cestaro, nascido em 1818, Veneto, Itália e falecido em 1887; casou-se com Rosa Belloni Bonomi, nascida em 1823 e falecida em 24.12.1888.

Registra-se Giuseppe Cestaro, nascido em 1844, Marola, Vicenza, Veneto, Itália; casou-se com Angela Sandron Lissandron, nascida em 1849 e falecida em 14.08.1891, Polegge, Vicenza, Itália. Do seu casamento teve um filha: Maria Cestaro, nascida em 13.09.1886, Vivaro, Vncenza, Itália e falecida em 31.12.1886. Polegge, Vincenza, Itália.

Registra-se Domenego Cestaro, nascido em 21.02.1656, Canizzano, Treviso, Itália e falecido em 17.05.1719 na mesma localidade.

 

Registra-se Domenico Cestaro, nascido em 1603, Veneto, Itália; casou-se com Vincenza Lanza em 30.08.1625, ela nascida em 1605.

 

Mapa da Distribuição do Sobrenome na Itália

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Mapa da Distribuição do Sobrenome nos Estados Unidos da América

 

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From: adriana pereira

Sent: Wednesday, September 30, 2015 12:58 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Familia Cestari

Ola boa tarde Sr Afranio.

Estou fazendo uma pesquisa sobre meus antepassados italianos de sobrenome Cestari.

ao procurar pela internet cheguei em seu site e li sua materia sobre as familias cestari. Mas infelizmente não consigo encontrar nada concreto sobre meu bisavo Attilio Cestari  e meu  triavo Antonio Cestari.

O nome Antonio Cestari e um pouco mais comum, no ar arquivo digital do memorial do imigrante cheguel a ver alguns Antonios Cestaris, mas nada que bata com  a informação, pois são muito novos para ser meus triavos. então gostaria de saber ou obter algumas dicas de como conseguir mais informaçãoes, visto que  Attilio Cestari não consta nenhum registro.

Fico no aguardo e muito obrigada pela atenção.
Faça o que é certo e não tema ninguém!!!!!
Beijos!!!
Adriana Ramos




Um livro para quem quer deixar de ser “Super Ocupado”

Premiado autor Kevin DeYoung ensina a descobrir e priorizar o mais importante compromisso que você deve ter em sua vida

“Você e eu temos um problema. Na maioria das manhãs, nos arrastamos da cama, começamos a rotina diária e esperamos, contra a esperança, que simplesmente consigamos manter a linha. Talvez consigamos realizar quase tudo da lista de coisas imprescindíveis a fazer. Talvez a caixa de entrada de e-mail não fique mais cheia do que está. Talvez a gente não caia no sono depois do almoço. Quem sabe, apenas talvez, consigamos fazer bastante nas próximas dezoito horas para vencer o burro de carga da ocupação, e viver para ver mais um dia.”

Você se identifica com a frase acima? Se sua resposta for “sim”, você precisa ler este livro. Mas, se sua resposta for “não”, por favor, conte-nos o que há de “errado” com você. Em Super Ocupado, publicado pela Editora Fiel e escrito pelo premiado autor Kevin DeYoung, o leitor vai descobrir em 141 páginas, que estar sempre ocupado pode ser uma armadilha. Vai aprender a priorizar na agenda o mais importante compromisso que tem: aproximar-se de Deus e cumprir os propósitos dele em sua vida.

DeYoung não trata do problema com aqueles típicos conselhos de “dez passos para…” ou oferecendo dicas sobre como gerenciar o tempo. O que temos nesta obra são princípios que levarão o leitor a entender a raiz do motivo de estar sempre tão ocupado. Baseando-se na sabedoria milenar das instruções encontradas na Bíblia, o livro também proporciona conselhos preciosos, práticos e breves que o ajudarão a se libertar de uma agenda opressora e super ocupada.

O esboço é bastante simples. Se você estiver buscando uma poesia ou um desenho ilustrativo sobre estar ocupado, não vai encontrar nessas páginas. Mas se você deseja um esboço claro com algumas listas, esta é a mina do tesouro. O esboço do autor é simples como três números: 3, 7, e 1, três perigos a se evitar (capítulo 2); sete diagnósticos a se considerar (capítulos 3–9); e uma coisa que você deve fazer (capítulo 10). DeYoung não promete uma transformação total. Não oferece garantias ou o seu dinheiro de volta. O alvo é bem mais modesto.

“Não escrevo este livro como quem tenha alcançado o ápice e agora se abaixa para jogar a corda para todo mundo que ainda não chegou lá. Estou mais como o sujeito com o pé preso dois metros acima do chão, à procura do próximo ponto em que me firmar. Não escrevo este livro por saber mais do que as outras pessoas, mas porque quero saber mais do que sei. Quero saber por que a vida parece tão do jeito que parece, por que o mundo é como é, por que eu sou como sou. Isso tudo porque quero mudar.”

Sem dúvida, algumas pessoas estão quantitativamente menos ocupadas que outras, e algumas, muito mais, mas isso não muda a experiência compartilhada: quase todo mundo se sente exausto e esmagado pelos afazeres, na maior parte do tempo. Super Ocupado vai mostrar que ter tempo para os amigos, para ler um livro, assistir à TV ou simplesmente para fazer nada, não são coisas de desocupado. Kevin DeYoung fará as pessoas reverem os próprios conceitos e prioridades, que são o bem estar delas mesmas.

Ficha Técnica
Super Ocupado
Editora Fiel
Páginas: 141
ISBN: 9788581321936
Tamanho: 14x 21cm
Preço: 25,00

Sobre o autor: Kevin DeYoung obteve sua graduação pelo Hope College e seu mestrado em teologia pelo Gordon-Conwell Theological Seminary. É preletor em conferências teológicas e mantém um blog na página do ministério The Gospel Coalition. Autor de vários livros, recebeu o prémio de Melhor Livro Cristão de 2014, pela Evangelical Christian Publishers Association (ECPA).