Poupatempo lança sistema para facilitar pagamento de taxas

Poupatempo - e-poupatempo - crédito Paulo MarquesO Poupatempo colocou em funcionamento um novo sistema para facilitar o atendimento e reduzir ainda mais o tempo de espera para tirar a 2ª via da Carteira de Identidade (RG). Agora é possível efetuar o pagamento da taxa do serviço diretamente no portal do Poupatempo

 

(www.poupatempo.sp.gov.br). 

No momento em que a pessoa faz o agendamento do dia e horário em que deseja ser atendida, o site oferece a opção de entrada no internet banking, para que o pagamento seja efetuado sem a necessidade de deslocamento até a agência bancária. Por enquanto, o sistema atende os clientes do Banco do Brasil e do Bradesco, mas o Governo de São Paulo está negociando com outras instituições para facilitar a vida de todos os que precisam dos serviços do Poupatempo. Quem não é cliente do Banco do Brasil e Bradesco tem a opção de imprimir o boleto bancário (Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais – DARE), que pode ser recolhido em todos os bancos.

Outra iniciativa do Poupatempo para agilizar o atendimento é o estímulo ao uso de leitores de cartões de débito (pin pads) de todos os bancos para pagamento das taxas de serviços do Detran e da 2ª via de RG.
As novas tecnologias estão sendo introduzidas como parte da estratégia do Governo do Estado de São Paulo, através da Subsecretaria de Tecnologia e Serviços ao Cidadão, para aprimorar o Programa Poupatempo, ampliando seu alcance. Com o atendimento virtual, mais barato, o Poupatempo pode multiplicar a capacidade de atendimento e levar serviços diretamente aos usuários pela internet.

O Poupatempo foi implantado em 1997 com o objetivo de facilitar a vida do cidadão e simplificar o acesso a documentos e serviços públicos. O programa vem passando por uma fase de grande expansão física e já conta com 66 postos fixos em todas as regiões administrativas do Estado.

Agora, ao completar 18 anos, em novembro, o Poupatempo está recebendo investimentos para multiplicar os serviços eletrônicos, para facilitar ainda mais a vida dos cidadãos e permitir a solução de problemas com documentos sem a necessidade de ir pessoalmente aos postos de atendimento. “Estamos falando de uma mudança de conceito, com acesso virtual aos serviços sem perda de qualidade no atendimento”, afirma Julio Semeghini, titular da Subsecretaria de Tecnologia e Serviços ao Cidadão do Governo de São Paulo.

Ele explica que em breve o Poupatempo terá terminais de autoatendimento para a realização de serviços mais simples, instalados dentro e fora dos postos físicos. Nos últimos meses, além de reformular o portal (www.poupatempo.sp.gov.br), o Poupatempo ganhou um aplicativo no ‘SP Serviços’ (loja de apps do Governo do Estado), que facilita o agendamento. Em breve, o portal ganhará novos serviços, como o Achados e Perdidos virtual e a linha do tempo pessoal, com registro de todos os atendimentos que a pessoa solicitou no Poupatempo ao longo da vida.

Programa Poupatempo
O Poupatempo é um programa do Governo do Estado, executado pela Diretoria de Serviços ao Cidadão da Prodesp – Tecnologia da Informação, que, desde a inauguração do primeiro posto, em 1997, já prestou mais de 457 milhões de atendimentos. Atualmente conta com 66 unidades instaladas na capital, Grande São Paulo, interior e litoral.



Artigo de Celso Lungaretti: 'Ultimato da 'Folha' à Dilma: arroche os brasileiros ou renuncie!'

ULTIMATO DA ‘FOLHA’ À DILMA: ARROCHE OS BRASILEIROS OU RENUNCIE!

Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia.
Octávio Frias Filho só dá duas opções a Dilma: ou aproveita a “última chance” ou deve renunciar.

Quem acompanha meu  trabalho não se surpreenderá com os vários indícios de que a contagem regressiva para o defenestramento da presidenta Dilma Rousseff está chegando ao fim.  Era, como sempre afirmei, a consequência óbvia dos enormes erros cometidos; e o governo, aparvalhado e impotente, não conseguiu reverter o movimento inercial que o conduzia para o mais amargo fim.

No último domingo, 13, a Folha de S. Paulo não só assumiu em editorial que tal desfecho já entrou na ordem do dia, como o fez num editorial excepcionalmente publicado na capa, com o título alarmista de Última chance :

Às voltas com uma gravíssima crise político-econômica, que ajudou a criar e a que tem respondido de forma errática e descoordenada; vivendo a corrosão vertiginosa de seu apoio popular e parlamentar, a que se soma o desmantelamento ético do PT e dos partidos que lhe prestaram apoio, a administração Dilma Rousseff está por um fio.

A presidente abusou do direito de errar. Em menos de dez meses de segundo mandato, perdeu a credibilidade e esgotou as reservas de paciência que a sociedade lhe tinha a conferir. Precisa, agora, demonstrar que ainda tem capacidade política de apresentar rumos para o país no tempo que lhe resta de governo.

Previsivelmente, o jornal pede que se reequilibrem as finanças públicas com medidas ainda mais draconianas do que as propostas por Joaquim Levy e propõe que exploradores e explorados dividam entre si o sacrifício.

Omite que os primeiros (mesmo numa perspectiva capitalista) sempre foram beneficiados demais e os segundos, prejudicados demais. Seria hora, isto sim, de reequilibrarem-se os pesos da balança, entregando a conta para os que, mesmo perdendo os anéis, ainda conservarão gordos os dedos.

E se Dilma não fizer o que a Folha exige, ou seja, a radicalização do chamado austericídio? Aí o jornal comprova mais uma vez que não ter sido casual seu apoio à dita(nada)branda:

Serão imensas, escusado dizer, as resistências da sociedade a iniciativas desse tipo. O país, contudo, não tem escolha. A presidente Dilma Rousseff tampouco: não lhe restará, caso se dobre sob o peso da crise, senão abandonar suas responsabilidades presidenciais e, eventualmente, o cargo que ocupa” (o grifo é meu).

Pronto, o gênio saiu da garrafa: o jornal mais influente do País já se arroga o direito de sugerir o impeachment, ao mesmo tempo que dá um ultimato velado à presidenta!

E por que o faz neste instante? A resposta está em três notícias da mesma edição dominical da Folha:

Empresários fizeram chegar ao governo a avaliação de que, com a perda do grau de investimento do país, a presidente Dilma Rousseff precisa agir rapidamente e mostrar resultados até outubro. Caso contrário, afirmaram, ficará difícil manter o apoio do setor empresarial, um dos últimos lastros do governo petista.

A conjectura foi transmitida a interlocutores da presidente como um alerta para a necessidade da petista ser firme na definição de medidas para reequilibrar as contas públicas, a despeito de críticas ao ajuste de setores do PT e do ex-presidente Lula[Ou seja, os tais empresários são o sujeito oculto do editorial da Folha. O ou dá ou nós descemos foi inspirado por eles, que exigem rendição incondicional. Eu avisei que as coisas chegariam a este ponto; Dilma teria saído bem melhor na foto caso houvesse reagido antes de lhe colocarem a corda no pescoço. Demorou demais para escolher o lado certo e, agora, só salvará seu mandato se aceitar tornar-se uma fantoche explícita dos ricaços.]

A Câmara deve começar a tratar formalmente do processo de impeachment de Dilma Rousseff nesta semana, quando deputados de oposição apresentarão requerimentos ao presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para que ele se posicione sobre os 13 pedidos de deposição.

Cunha já avisou que pretende negar, se não todas, boa parte das ações exigindo o impeachment. Com os demais, ele continuaria protelando.

Jornal que fez editoriais similares… faliu!

O roteiro dos defensores do afastamento é então apresentar recursos questionando uma das recusas de Cunha. Assim, o caso precisaria ser submetido ao plenário. Se for aprovado por maioria simples, o processo é deflagrado. [Ou seja, está prontinho o roteiro caso Dilma não se submeta à tutela proposta, vendendo a alma definitivamente ao diabo: deputados partidários do impeachment pedirão uma definição ao Cunha, este negará alguns pedidos e os ditos cujos colocarão tal recusa para discussão no plenário. Aí, com a popularidade da Dilma na casa de um dígito, não é difícil adivinhar qual será a decisão dos parlamentares, sabendo que marcharem contra a corrente poderá ser-lhes fatal nas eleições futuras]

Diante do avanço do movimento pró-impeachment no Congresso, Dilma Rousseff montou nos últimos dias uma ‘força-tarefa’ integrada por ministros de sua confiança para mapear os apoios de que o governo dispõe[Ou seja, o próprio Palácio do Planalto, por via oblíqua, confirma que a batalha derradeira se aproxima. E, face aos resultados obtidos até agora, o que podemos esperar dos ministros de confiança da Dilma, se não novos desastres?]

De resto, não me traz satisfação nenhuma vir há bom tempo acertando todas as minhas previsões. Mas, tenho a sensação de dever cumprido. Como jornalista, informei muito bem meu público, ao contrário dos que passaram o tempo todo teclando wishful thinking.

Posse de Levy foi o começo do fim para Dilma

E como homem de ideais, há cerca de um ano venho apontando às forças de esquerda os erros que cometiam e sugerindo opções:

  • durante a campanha eleitoral de 2014, não desconstruírem Marina Silva, deixando para ela o mico de impor o arrocho fiscal, ou
  • alterarem a composição da chapa no sentido do volta, Lula!, pois Dilma claramente não estava à altura do quadro dramático que se delineava para 2015;
  • no primeiro trimestre de 2015, quando a economia começou a desandar, a articulação de um governo de união nacional ou a montagem de um gabinete de crise, pois assim o governo dividiria com a oposição a responsabilidade pela busca de uma saída da degringola econômica e pela adoção dos remédios amargos;
  • mais recentemente, quando a derrubada de Dilma passou a evidenciar-se como inevitável, a convocação um plebiscito sobre o ajuste fiscal, prevendo a renúncia dela caso o povo dissesse não! (seria uma saída mais altaneira e digna, à maneira do De Gaulle), ou

  • Dilma reassumir as bandeiras de esquerda, para ao menos cair pelas razões certas, não por ter pretendido governar com a direita e fracassado até nisto, ou, pelo menos,
  • ela renunciar antes de ser impedida, para a vitória da direita não se tornar mais triunfal ainda.

E, claro, passei o tempo todo pedindo a cabeça do Joaquim Levy, o cavalo de Troia que o Ulisses do Bradesco (Luiz Carlos Trabuco) conseguiu infiltrar no reduto governista, a fim de que criasse as condições para a pior derrota da esquerda brasileira desde 1964.

Moral da História: nem sempre os que dizem verdades desagradáveis querem o mal de alguém; nem sempre os que só afagam e bajulam lhe fazem algum bem.

“Metida tenho a mão na consciência / e só falo verdades puras / que me foram ditadas pela viva experiência” –disse Camões. E digo eu.

VEJA AQUI UM VÍDEO RARÍSSIMO DE VANDRÉ NO EXÍLIO




Artigo de Celso Lungaretti: 'O impeachment bate à porta'

DOS EMPRESÁRIOS À DILMA: “OU DÁ OU NÓS DESCEMOS!”. DA ‘FOLHA’ À DILMA: “ARROCHE A SOCIEDADE OU RENUNCIE!”.

Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia.

 
Octávio Frias Filho lança ultimato: ou Dilma aproveita a “última chance” ou deve renunciar.

Quem tem acompanhado meu  trabalho não se surpreenderá com os vários indícios de que a contagem regressiva para o defenestramento da presidenta Dilma Rousseff está chegando ao fim.

Neste domingo, 13, a Folha de S. Paulo não só assume em editorial que tal desfecho já entrou na ordem do dia, como o faz num editorial excepcional, publicado na capa, com o título alarmista de Última chance :

Às voltas com uma gravíssima crise político-econômica, que ajudou a criar e a que tem respondido de forma errática e descoordenada; vivendo a corrosão vertiginosa de seu apoio popular e parlamentar, a que se soma o desmantelamento ético do PT e dos partidos que lhe prestaram apoio, a administração Dilma Rousseff está por um fio.

A presidente abusou do direito de errar. Em menos de dez meses de segundo mandato, perdeu a credibilidade e esgotou as reservas de paciência que a sociedade lhe tinha a conferir. Precisa, agora, demonstrar que ainda tem capacidade política de apresentar rumos para o país no tempo que lhe resta de governo.

Previsivelmente, o jornal pede que se reequilibrem as finanças públicas com medidas ainda mais draconianas do que as propostas por Joaquim Levy e propõe que exploradores e explorados dividam entre si o sacrifício. Omite que os primeiros (mesmo numa perspectiva capitalista) sempre foram beneficiados demais e os segundos, prejudicados demais. É hora, isto sim, de reequilibrarem-se os pesos da balança, entregando a conta para os que, mesmo perdendo os anéis, ainda conservarão gordos os dedos.

E se Dilma não fizer o que a Folha exige, ou seja, a radicalização do chamado austericídio? Aí o jornal comprova mais uma vez que não ter sido casual seu apoio à dita-nada-branda:

Serão imensas, escusado dizer, as resistências da sociedade a iniciativas desse tipo. O país, contudo, não tem escolha. A presidente Dilma Rousseff tampouco: não lhe restará, caso se dobre sob o peso da crise, senão abandonar suas responsabilidades presidenciais e, eventualmente, o cargo que ocupa” (o grifo é meu).

Pronto, o gênio saiu da garrafa: o jornal mais influente do País já se arroga o direito de sugerir o impeachment, ao mesmo tempo que dá um ultimato velado à presidenta!

E por que o faz neste instante? A resposta está em três notícias da mesma edição dominical da Folha:

Empresários fizeram chegar ao governo a avaliação de que, com a perda do grau de investimento do país, a presidente Dilma Rousseff precisa agir rapidamente e mostrar resultados até outubro. Caso contrário, afirmaram, ficará difícil manter o apoio do setor empresarial, um dos últimos lastros do governo petista.

 

 

A conjectura foi transmitida a interlocutores da presidente como um alerta para a necessidade da petista ser firme na definição de medidas para reequilibrar as contas públicas, a despeito de críticas ao ajuste de setores do PT e do ex-presidente Lula[Ou seja, os tais empresários são o sujeito oculto do editorial da Folha. O ou dá ou nós descemos foi inspirado por eles, que exigem rendição incondicional. Eu avisei que as coisas chegariam a este ponto; Dilma teria saído bem melhor na foto caso houvesse reagido antes de lhe colocarem a corda no pescoço. Demorou demais para escolher o lado certo e, agora, só salvará seu mandato se aceitar tornar-se uma fantoche explícita do capital.]

A Câmara deve começar a tratar formalmente do processo de impeachment de Dilma Rousseff nesta semana, quando deputados de oposição apresentarão requerimentos ao presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para que ele se posicione sobre os 13 pedidos de deposição.

Cunha já avisou que pretende negar, se não todas, boa parte das ações exigindo o impeachment. Com os demais, ele continuaria protelando.

 
Quem fez editorial similar… acabou fechando!

O roteiro dos defensores do afastamento é então apresentar recursos questionando uma das recusas de Cunha. Assim, o caso precisaria ser submetido ao plenário. Se for aprovado por maioria simples, o processo é deflagrado. [Ou seja, está prontinho o roteiro caso Dilma não se submeta à tutela proposta, vendendo a alma definitivamente ao diabo: deputados partidários do impeachment pedirão uma definição ao Cunha, este negará alguns pedidos e os ditos cujos colocarão tal recusa para discussão no plenário. Aí, com a popularidade da Dilma na casa de um dígito, não é difícil adivinhar qual será a decisão dos parlamentares, sabendo que marcharem contra a corrente poderá ser-lhes fatal nas eleições futuras]

Diante do avanço do movimento pró-impeachment no Congresso, Dilma Rousseff montou nos últimos dias uma ‘força-tarefa’ integrada por ministros de sua confiança para mapear os apoios de que o governo dispõe[Ou seja, o próprio Palácio do Planalto, por via oblíqua, confirma que a batalha derradeira se aproxima.]

De resto, não me traz satisfação nenhuma vir há bom tempo acertando todas as minhas previsões. Mas, tenho a sensação de dever cumprido. Como jornalista, informei muito bem meu público, ao contrário dos que passaram o tempo todo teclando wishful thinking.

E como revolucionário, há cerca de um ano venho apontando às forças de esquerda os erros que cometiam e sugerindo opções:

A posse do Levy: começo do fim para Dilma.
  • não desconstruir Marina Silva, deixando para ela o mico de impor o arrocho fiscal;
  • trocar a candidatura da Dilma pela do Lula, porque ela claramente não estava à altura do quadro dramático que se delineava para 2015;
  • a articulação de um governo de união nacional ou a montagem de um gabinete de crise quando a economia começou a desandar no início do ano, pois assim dividiria com a oposição a responsabilidade pela degringola econômica e pelos remédios amargos;
  • quando a derrubada de Dilma passou a despontar como inevitável, a convocação um plebiscito sobre o ajuste fiscal, prevendo a renúncia dela caso o povo dissesse não (seria uma saída mais altaneira e digna, à maneira do De Gaulle);
  • reassumir as bandeiras de esquerda, para ao menos cair pelas razões certas e não por ter pretendido governar com a direita mas não a haver conseguido satisfazer:
  • renunciar antes de ser impedida, para o triunfo da direita não se tornar mais triunfal ainda.

E, claro, passei todo o tempo pedindo a cabeça do Joaquim Levy, o cavalo de Troia que preparou o caminho para a pior derrota da esquerda brasileira desde 1964.

Moral da História: nem sempre os que ousam dizer verdades inconvenientes querem o mal de alguém; nem sempre os que só afagam lhe fazem algum bem.

“Metida tenho a mão na consciência / e só falo verdades puras / que me foram ditadas pela viva experiência” –disse Camões. E digo eu.

DILMA PODERÁ SER LEMBRADA COMO GUERREIRA DERRUBADA PELAS ELITES OU COMO GUERRILHEIRA QUE VIROU SUCO

Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia.

Na abertura do seu clássico Conversa na Catedral, Mario Vargas Llosa perguntou em que momento o Peru tinha se f… No caso do PT, eu apontaria três momentos:

  • quando a votação pífia que obteve na eleição de 1982 levou os dirigentes a decidirem evitar dali em diante a identificação com a resistência à ditadura. Naquele pleito, a propaganda eleitoral gratuita, obedecendo à Lei Falcão, restringia-se à leitura de dados e exibição de fotos dos candidatos. Muitos do PT, orgulhosamente, citaram o tempo de cárcere cumprido como presos políticos. A direita retrucou com desqualificações do tipo “eles não têm currículos, têm fichas criminais”. E, ao invés de defenderem o direito que os seres humanos dignos deste nome tinham de combater a tirania, os petistas passaram a não tocar mais no assunto em campanhas eleitorais. Foi quando negaram a revolução pela primeira vez.
  • quando, também na década de 1980, afrouxou os critérios de filiação, permitindo o ingresso indiscriminado de carreiristas e oportunistas de todos os matizes, desideologizando o partido. Tratou-se do expediente adotado pela corrente majoritária para colocar-se em grande vantagem sobre as demais tendências, ao preço de descaracterizar o partido. Foi quando o PT negou a revolução pela segunda vez.
  • quando, respondendo às acusações públicas de um militante exemplar contra o safado que pilotava o primeiro grande esquema de desvio de recursos dos cofres públicos para o partido, expulsou o acusador, emitindo sinal verde para a corrupção (vide aqui). Ao optar pela moral deles em detrimento da nossa, o PT negou a revolução pela terceira vez.

O resto foi consequência: por colocar a conquista do poder sob o capitalismo como objetivo supremo, escanteando a revolução, não teve pejo de firmar um pacto repulsivo com os donos do Brasil em 2002: se vocês não interferirem, deixando-nos ganhar a eleição e assumir o poder, abdicaremos de fixar nós mesmos as diretrizes macroeconômicas, acatando fielmente as determinações do grande capital e contemplando sempre seus interesses. Lula assumiu com autonomia apenas sobre os ministérios das miudezas, pois quem dava as cartas nos ministérios econômicos era a burguesia.

No início o esquema funcionou a contento por se tratar de um período altamente favorável às commodities brasileiras, tanto que sob Lula o PIB cresceu, em média, 4% ao ano. Era o suficiente para saciar o pantagruélico apetite dos grandes capitalistas, sobrar um tantinho a mais do que antes para colocar na mesa dos pobres (insuficiente, contudo, para caracterizar a emergência de uma nova classe média, mera propaganda enganosa…) e ainda queimar rios de dinheiro em barganhas com os partidos fisiológicos, comprando seu apoio mediante o loteamento de Pastas e cargos, além, é claro, do por fora de mensalões e petrolões.

SOB DILMA, CRESCIMENTO 

DO PIB CAIU PELA METADE.

A maré virou no primeiro governo de Dilma Rousseff, quando a evolução do PIB caiu pela metade, passando a ser de 2,1% a.a. Então, tornou-se impossível contentar, ao mesmo tempo, o grande capital,  os trabalhadores e os sanguessugas da política. As receitas se tornaram insuficientes para bancar os privilégios da burguesia e a gastança do Estado.

O poder econômico passou a exigir um arrocho fiscal e uma recessão purgativa, que sacrificariam os outros dois contingentes, enquanto os burgueses continuariam desfrutando suas fortunas escandalosas.

Eu alertei que um partido dito dos trabalhadores implementar uma política econômica tão desfavorável aos trabalhadores o destruiria. Era o momento de o PT, ou renegar o pacto mefistofélico firmado em 2002 e propor uma alternativa à ortodoxia capitalista, ou então deixar em outras mãos o acatamento das exigências do grande capital (bastaria, p. ex., não ter desconstruído a candidatura de Marina Silva com a campanha de satanização mais falaciosa da política brasileira em todos os tempos).

Nem uma coisa, nem outra. Dilma se reelegeu na bacia das almas e, de imediato, prestou vassalagem aos verdadeiramente poderosos, entregando a condução da economia ao neoliberal Joaquim Levy (ademais, um economista de segunda categoria, sem currículo à altura do posto).

Deu no que deu. O fato de, na campanha eleitoral, haver jurado solenemente que não faria o que incumbiu Levy de fazer, deixou em cacos a popularidade de Dilma. E um governo fraco e sem credibilidade não consegue convencer nem obrigar burguesia, trabalhadores e sanguessugas a sacrificarem-se para que as contas públicas voltem a um mínimo equilíbrio. Os três contingentes defendem vigorosamente seus interesses, imobilizando Levy, enquanto a situação econômica se deteriora cada vez mais.

Dilma está excessivamente desmoralizada para mediar qualquer acordo entre o capital, o trabalho e a ociosidade. O governo cairá antes, pois o que se empenham em derrubá-lo não têm motivo nenhum para recuarem agora que estão com a faca e o queijo nas mãos (e, sem a participação deles, não haverá pacto de salvação nacional capaz de vingar, mesmo que Lula e FHC se tranquem para conversar durante uma semana inteira). É simples assim.

Então, as opções que lhe restam hoje não passam de duas:

  • a renúncia antes de ser impedida, para não conceder triunfo tão apoteótico aos inimigos; ou
  • uma guinada corajosa à esquerda, fazendo o aumento da arrecadação recair sobre as costas dos que têm demais e sempre foram privilegiados e não dos trabalhadores que sempre foram tosquiados, além de extinguir o sem-número de Pastas e cargos que só servem como moeda de barganha política e cabides de emprego.

Sem ilusões, contudo. É tarde demais para Dilma salvar seu mandato; mas pode, ainda, salvar a reputação.

Se tiver contra si a burguesia coesa (até o Trabuco…) e os parlamentares contrariados, sequiosos por retaliarem com o impeachment, a queda virá a toque de caixa. E daí? Por acaso é preferível a atual agonia lenta, essas iniciativas erráticas que fracassam umas após outras, essa interminável sucessão de vexames e trapalhadas, com o mesmíssimo desfecho esperando no final da linha? Só se a Dilma for masoquista…

Voltando ás origens, Dilma seria ao menos lembrada como uma guerreira derrubada pelas elites e não como uma guerrilheira que virou suco.

Com o tempo,  a historiografia de esquerda minimizaria sua guinada neoliberal em 2015, assim como quase ninguém lembra mais que João Goulart chegou a ter como ministro da Fazenda o conservador Carvalho Pinto (o qual, justiça seja feita, equivalia a Levy em termos ideológicos, mas era infinitamente melhor como economista e administrador).

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Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a FAMILIA CESTARI

Afrânio Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 540

 

Prezada Sílvio,

 

O sobrenome CESTARI tem diversas grafias : Cestare,Cestari,Cestaro,Cester,Cestone,Cestai entre outros.

Como abaixo informado no arquivo extraído do   Dicionário de Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I,

página 94. Sua origem representa uma profissão, cargo ou função e estes são de origem latina.

 

Não encontrei referencias ao seu ascendente Pietro Luigi Cestaro e sim Luigi Cestaro mas não é a mesma pessoa.

 

Você tem que ver na Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo e do Rio de Janeiro.Esses arquivos estão digitalizados

e com os nomes e datas você os encontrará.

Encontrando terá certidão do registro da entrada e quem veio com ele.

 

Segue arquivo com 15 páginas, 2 brasões dentro dele, e 4 brasões separados para você fazer quadros.

Espero ter contribuído com sua pesquisa.

 

Grande abraço.

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

 

 

clip_image002  clip_image004Cestare, Cestari, Cestaro, Cester, Cestone,  sobrenomes de origem italiana. Do latim cistarius, cesteiro, fabricante e mercador de cestas [Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I].

Cestare : sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 24.03.1884, a bordo do vapor Scrivia, Giovanni Cestare, natural da Itália, procedente de Genova, 22 anos de idade, com destino a Boetuva, estado de São Paulo[Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 025 – 24.03.1884]. Veio em companhia de Dionizio Cestare, natural da Itália, procedente de Genova, 16 anos de idade [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 025 – 24.03.1884].

 Cestari : sobrenome de origem italiana, forma pl. de Cestaro [Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Antonio Cestari, nasc. a 04.07.1925, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália [Arquivo Cunha Bueno – spmt]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Antonio Cestari, nasc. a 23.01.1934, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Antonio Michele Cestari, nasc. a 23.07.1936, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Felice Cestari, nasc. a 19.08.1911, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Giovanni Antonio Cestari, nasc. a 23.12.1898, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Giuseppe Cestari, nasc. a 07.02.1886, em Boara Pisani, Província de Padova, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Giuseppina Cestari, nasc. a 03.11.1922, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Luigi Cestari, nasc. a 05.01.1869, em Padova, Província de Padova, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Luigi Cestari, nasc. a 08.01.1925, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Mario Cestari, nasc. a 08.05.1904, em Tramutola, Província de Potenza, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Mario Cestari, nasc. a 21.12.1932, em Trento, Província de Trento, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Michelangelo Cestari, nasc. a 12.10.1898, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde assou Michele Pasquale Cestari, nasc. a 04.04.1923, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Vincenzantonio Cestari, nasc. a 02.05.1901, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Vincenzo Cestari, nasc. a 09.01.1913, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália [ Arquivo Cunha Bueno – spmt].

 

Cestaro : Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Bruno Cestaro, nasc. a 08.10.1926, em Favaro Veneto, Província de Venezia, Itália [Arquivo Cunha Bueno – spmt]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Celso Erminio Cestaro, nasc. a 18.10.1883, em Quinto Vincentino, Província de Vicenza, Itália.

Cester : sobrenome de origem italiana, var. dialetal set. de Cestaro [Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Francesco Cester, nasc. a 11.04.1878, em Chiarano, Província de Treviso, Itália [Arquivo Cunha Bueno – spmt].  Ao lado o brasão dos Cester.

Cestone: sobrenome de origem italiana, derivado de Cesta com o suf. sing. -one; fabricante de cestas de grandes dimensões, cestões [Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Maria Antonia Cestone, nasc. a 21.01.1928, em Calitri, Província de Avellino, Itália [Arquivo Cunha Bueno – spmt]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Michele Cestone, nasc. a 08.04.1930, em Calitri, Província de Avellino, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Rosa Cestone, nasc. a 28.10.1928, em Calitri, Província de Avellino, Itália.  Ao o brasão dos Cestone

 

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Mapa da Distribuição do Sobrenome na Itália

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Saga dos Cestari no Brasil

 

Antonio Cestari nasceu em Piazzola sul Brenta, Padova, Italia. Ele casou-se com Dominica Cestari.

 

Eles tiveram os seguintes filhos

Giovanni (João) Cestari nasceu em 1868 e faleceu em 27 agosto 1950.

Luigi (Luiz) Cestari nasceu em 5 janeiro 1869 e faleceu em 1944

 

Giovanni (João) Cestari, nasceu em 1868 em Piazzola sul Brenta, Padova, Italia. Ele faleceu em 27 agosto 1950 em Botuvera, Santa Catarina, Brazil. Giovanni (João) Cestari casou-se com Giovanna (Joanna) Sachetti.

Veio para o Brazil com dois irmãos. Um ficou em São Paulo e montou uma fabrica
de macacos hidráulicos  o outro foi para o Rio Grande do Sul e montou uma fabrica de biscoitos.

 

Eles tiveram os seguintes filhos

Luiz Cestari

Antonio Cestari,  nasceu em 25 fevereiro 1897 em Brusque Santa Catarina Brazil. Ele casou-se com Maria Fronza,  que nasceu em 28 fevereiro 1900 em Rodeio Santa Catarina Brazil

Eles tiveram os seguintes filhos

Ervino Cestari.

Brunilda Cestari nasceu em 23 agosto 1932.

Valmor Cestari.

Tarcízio Cestari

Hippolito Cestari nasceu em 23 julho 1925 em Rodeio Santa Catarina Brazil. Ele casou-se com Eleonora Eble. O casamento acabou em divórcio

 

Eles tiveram os seguintes filhos

Barbara Maria Cestari.

Ondina Irene Cestari

 

Vitor Ferreira casou-se com Ondina Irene Cestari

 

Eles tiveram os seguintes filhos

Vera Marcia Cestari Ferreira.

Marcelo Fabiano Cestari Ferreira,  nasceu em 25 dezembro 1967 em Imbituba Santa Catarina Brazil. Ele casou-se com Marilene Aparecida da Silva.

Sandro Luciano Cestari Ferreira.

Patrícia Cestari Ferreira.

 

 

 

Wolnei Chucre casou-se com Vera Marcia Cestari Ferreira. O casamento acabou em divórcio

 

Eles tiveram os seguintes filhos

Barbara Chucre.

Fernando Chucre.

Vitor Hugo Chucre.

 

Membros de Destaque da família Cestari

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 Quem somos: A Industrias Metalúrgicas Cestari S.R.L. é uma moderna fábrica de carretas graneleiras autodescarregáveis de: 6, 7.5, 14, 18 toneladas com um eixo e 18 toneladas com dois eixos, 22 e 26 toneladas de capacidade. Nossa tecnificada fábrica encontra-se na cidade de Colón, Província de Buenos Aires, República Argentina.

Produzimos mais de 2 unidades por dia, que são enviadas diretamente ao campo. Todas as partes das nossas carretas são completamente realizadas em nossa fábrica com mais de 80 funcionários. Cerca de 6000 unidades Cestari trabalham no campo argentino e em países limítrofes. E há vários anos participam também das colheitas nos campos europeus.

O senhor Andrés Cestari nasceu em Codogné, Província de Treviso, na Itália, no dia 8 de Abril de 1891, e emigrou para a Argentina em 1905, começando a trabalhar quando acabava de completar 14 anos.

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  • Andrés Cestari iniciou a atividade industrial na cidade de Colón, Província de Buenos Aires, na Argentina. No começo fabricou portas, janelas e grades para abastecer a crescente demanda de ferragens de obra para a pujante cidade.

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É em 1930 quando começa a fabricação e instalação de reservatórios para o transporte de cereal. Os mesmos eram aplicados em caminhões com o primitivo sistema de carga a granel e descarga por grade deslizável inferior. Foram nossos primeiros contatos com implementos para o transporte de cereal.

Em 1941 se incorpora a fabricação de pinos e casquilhos para correntes de tratores esteira, que eram produzidos com licença americana. Fornecíamos também, serviço técnico para os mesmos tratores. Atendíamos empresas de todo o país, inclusive Vialidade Nacional.

Em 1981 projetamos um novo equipamento para transporte de cereal que denominamos Carreta Graneleira Autodescarregável. O processo de desenvolvimento e implementação do protótipo durou 7 meses. Uma vez construído, foi submetido a dois anos de testes no campo. Chegando aos resultados esperados de rendimento e resistência, foi então oferecido ao mercado. Depois de um tempo de conhecimento dos usuários, e vendo as vantagens de seu uso, teve a ampla aceitação que possuem atualmente. Unidades que foram fabricadas naqueles anos, hoje continuam trabalhando plenamente. Isto demonstra a fortaleza dos materiais utilizados em todas as nossas carretas graneleiras O aparecimento de nossos equipamentos no mercado agrícola significou uma revolução com relação ao anterior sistema de colheita de cereal, por sua rapidez e efetividade. Substituiu o trabalho de três carretas graneleiras comuns com a vantagem adicional da descarga direta ao caminhão. Tudo isso significou uma grande economia de empregados, combustível e tempo. 

Nosso endereço: Calle 9 Nº1068 entre 55 e 56 C.C. Nº137 – (B2720DRV) Cidade de Colón, Província de Buenos Aires – Argentina. Telefax (54-2473) 430490 e PABX
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RAFFAELE “LELLO” CESTARI artista Ferrarese nato nel 1957, si è diplomato all’istituto d’arte Dosso Dossi. Pittore di eccellenti doti grafiche usa la tecnica classica ad olio per fissare sulla tela oggetti del vivere quotidiano ed immagini legate ad esperienze personali.

 

 

    ANTONIO FERNANDO CESTARI

GALERIA VIRTUAL

 Fone: 3842-1294 / 3045-7070

afcestari@dtlink.com.br

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1901 – Luigi Cestari funda a empresa Luis Cestari Ltda, selaria, ferraria e pro-dutora de componentes forjados pa-ra veículos de tração animal.

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1922 – É iniciada a fundição de ferro, utili-zado pela Cestari para a produção de implementos agrícolas, arados, cavadeiras, semeadeiras, artefatos de ferro fundido, máquinas para be-neficiar mamona, bombas hidráulicas e acessórios agrícolas em geral.
1928 – É iniciada a fundição de ferro, utili-zado pela Cestari para a produção de implementos agrícolas, arados, cavadeiras, semeadeiras, artefatos de ferro fundido, máquinas para be-neficiar mamona, bombas hidráulicas e acessórios agrícolas em geral.

1938 – Tem início a fabricação de macacos “tipo realejo” que, à época, tornou-se referência por sua robustez e durabilidade.

A indústria passa a denominar-se Irmãos Cestari S.A.

1945 A Indústria e Comercio Irmãos Cestari passa a produzir máquinas, componentes industriais para máqui-nas e dá início à fabricação de ferramentas para o setor automotivo, que crescia no Brasil, impulsionado pelos veículos importados.

1953-  Sob o comando de Alcides Cestari, o engenheiro Iouguslavo Ivan Alberding introduz a fabricação de redutores e lança o primeiro redutor de fabricação Cestari. O primeiro exemplar, ainda, está em plena operação.

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1960– Ainda sob a Gestão da segunda geração, Alcides Cestari consolida a série de redutores mole/duro e lança a linha convencional.

1964- Nascem as séries de redutores HS, HD e HT

1973-     É organizada a Cestari Industrial e Comercial S.A. que, à mesma época, investe maciçamente no incremento de sua produtividade e modernização.

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2001- A Cestari é agraciada com o Certificado de Mérito 2000 da General Motors do Brasil. Na oportunidade, o Presidente da GM-FIAT Worldwide Purchasing Company, Sr. Bo Andersen, premiou as melhores Empresas por seu desempenho. A Cestari figurou como vencedora na Categoria Grupos Metálicos.
2003-A Cestari lança a série de redutores de alumínio e completa sua linha de redutores de pequeno porte. Neste mesmo ano, passa a produzir o Helimax E 54 para 250.000 Nm.

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Fábrica (matriz):
Rodovia Monte Alto / Vista Alegre, Km. 3
CX. Postal. 331 CEP: 15910-000
Monte Alto – São Paulo – Brasil
Fone: 0055 (16) 3244-1022
FAX: 0055 (16) 3244-1025

 

Classe 1983 per Giorgia Cestari, vicentina doc, del segno del scorpione. Diplomata all’Istituo Montagna di Vicenza con diploma di Grafico Pubblicitario, Giorgia si divide tra lo studio universitario, l’apprendimento delle lingue straniere, gli hobbies e il grande sogno di lavorare a tempo pieno nel mondo della moda e dello spettacolo. Amante della musica, del ballo e dei viaggi, questa meravigliosa Miss può già vantare, nonostante la giovanissima età, un nutrito numero di partecipazioni ad eventi di rilievo. Oltre a cimentarsi infatti in svariati concorsi di bellezza, ottenendo importanti affermazioni, quali Miss Vicenza 2003, Giorgia ha più volte preso parte a trasmissioni televisive, tra cui alcuni network sportivi su TVA Vicenza, ma soprattutto ha collezionato prestigiose pubblicazioni su riviste specializzate: a questo proposito, non si possono certamente dimenticare i servizi apparsi sulla nota rivista di settore ESTYLO di Los Angeles (USA), che l’ha ospitata sia nel 2002 che nel 2003.

 

clip_image038Família Cestaro

 

Registra-se Rosa Cestaro, nascida em 27.08.1799, Montagnana, Padova, Veneto, Itália; casou-se com Giovanni Belluzzo em 25.02.1829, ele nascido em 09.03.1792; filha de Santo Cestaro, nascido em 1773 na mesma localidade e Maria Graglio, nascida em 1777 na mesma localidade; neta paterna de Domenico Cestaro, nascido em 1747 e neta materna de Santo Graglio. Teve uma filha em seu casamento: Magherita Belluzzo, nascida em 03.09.1835.

 

Registra-se Luigi Cestaro, nascido em 1859, Veneto, Itália; casou-se em 1889 com Santa Valeza, ela nascida em 1868; filho deAngelo Cestaro, nascido em 1843 e Anna Cestaro, nascida em 1845. De seu casamento teve os seguintes filhos: Angelo Luigi Cestari, nascido em 30.01.1891 e falecido em 16.02.1954 e Silvio Cestari, nascido em 1894.

 

Registra-se Adriana Cestaro, nascido em 25.08.1770, Stanghella, Padova, Veneto, Itália; filho de Francesco Cestaro, nascido em 1749.

 

 

Registra-se Maria Cestaro, nascida em 1729, Selzano, Veneza, Veneto, Itália e falecida em 09.05.1801.

 

 

Registra-se Maria Cestaro, nascida, 1875, Veneto, Itália; casou-se com Giacomo Rigato em 23.11.1893, ele nascido em 16.08.1871; filha de Giovanni Cestaro, nascido em 1845. Do seu casamento teve os seguintes filhos: Giovanni Vincenzo Rigato, nascido em 23.08.1894 e Pietro Luigi Rigato, nascido em 09.07.1896.

 

Registra-se Caterina Cestaro, nascida em 1796, Mongrassano, Consenza, Veneto, Itália e falecida em 12.07.1861 na mesma localidade; casou-se com Giuseppe Talarico, nascido em 1790 e falecido em 01.04.1845. Do seu casamento teve uma filha: Teresa Maria Talarico, nascida em 26.05.1834.

 

 

Registra-se Gaetano Cestaro, nascido em 1818, Veneto, Itália e falecido em 1887; casou-se com Rosa Belloni Bonomi, nascida em 1823 e falecida em 24.12.1888.

 

 

Registra-se Giuseppe Cestaro, nascido em 1844, Marola, Vicenza, Veneto, Itália; casou-se com Angela Sandron Lissandron, nascida em 1849 e falecida em 14.08.1891, Polegge, Vicenza, Itália. Do seu casamento teve um filha: Maria Cestaro, nascida em 13.09.1886, Vivaro, Vncenza, Itália e falecida em 31.12.1886. Polegge, Vincenza, Itália.

 

Registra-se Domenego Cestaro, nascido em 21.02.1656, Canizzano, Treviso, Itália e falecido em 17.05.1719 na mesma localidade.

 

 

 

Registra-se Domenico Cestaro, nascido em 1603, Veneto, Itália; casou-se com Vincenza Lanza em 30.08.1625, ela nascida em 1605.

 

 

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From: Sílvia Oliveira

Sent: Tuesday, September 08, 2015 4:13 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Genealogia Cestaro

 

Boa tarde, Sr. Afrânio.

 

Vi na internet que e senhor tem muitas informações sobre famílias italianas que vieram para o Brasil.

Gostaria de saber se tem algo a respeito da minha família, vieram para o Brasil em 1891 no navio Andrea Doria, Sr Pietro Luigi Cestaro, casado com D. Fortunata Martelo, com 3 filhos Raimondo Sebastiano, Pietuiro Giovani e Carolina Maria.

 

Muito obrigada,

 

Sílvia H. Cestari de Oliveira




Genealogista recebe cumprimentos pelo trabalho que realiza como colunista do nosso jornal

Pela troca de correspondência fica claro o cumprimento do leitor ao trabalho do genealogista Afrânio Mello

Afrânio Mello
Afrânio Mello

Cláudio, boa tarde.

Eu trabalho com Genealogia e tenho uma coluna no Rol- Região On Line,

onde atendo pedidos do Brasil e do Exterior de forma gratuíta

Já atendi inúmeros solicitantes de SOBRENOMES de origens diversas e

essa é a base do meu arquivo.

Recebi mensagem abaixo copiada e gostaria de saber em posso ajudá-lo.

Estou encaminhando ao Helio Rubens, jornalista e administrador do Jornal

Eletrônico para que possa disseminar.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

De: formulario@comunidades.net
Enviada: Quinta-feira, 10 de Setembro de 2015 16:40
Para: jlnogueira@bol.com.br
Assunto: Genealogia

Olá,

Esta Mensagem foi enviada da sua Página de Contactos em http://jlnogueira.no.comunidades.net.

Nome: Claudio Donizete Querido
EMail: claudioqueridocunha@gmail.com
Site: http://almanakcunhense.com.br
Endereço: Rua Manoel Prudente de Toledo,126 – Bairro Cajuru
Código Postal / CEP: 12530900
Cidade / Localidade: Cunha/SP
País: Brasil
Telemóvel / Celular: 12997602714

Assunto da Mensagem: Genealogia

Mensagem Enviada: Parabéns pelo site muito legal sou estudante do ultimo ano do curso de História –

Unisal Lorena estou muito interessado em atuar na área da pesquisa especialmente genealogia e sobre o vale do paraíba.  “




Eleição do Conselho Nacional de Politicas Culturais do MINC

O Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC) é uma instância de diálogo e participação popular entre a Sociedade Civil organizada e o Estado Brasileiro. Tem por finalidade colaborar na avaliação e proposição das políticas públicas para a cultura em andamento ou ainda o desenvolvimento de novas frentes de atuação.

 

Participe da Etapa Presencial do Estado de São Paulo

Dia 25/9, das 9h às 18h

Local: Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo

Rua Mauá, 51, 1º andar. Luz, São Paulo, SP

 

Programação (Auditório):

09h00: Mesa de abertura, com a presença de representantes do Ministério da Cultura, Secretaria Estadual de Cultura e Secretarias Municipais de Cultura.

15h00: Roda de conversa sobre participação social na gestão de políticas culturais.

Durante o dia também acontecerão apresentações culturais.

 

Votação (Salão Nobre):

09h00 às 18h00: a inscrição e votação, tanto de candidatos quanto de eleitores. Não é necessário confirmar presença, mas é fundamental, para a validação dos inscritos, que todos que passarem pelo Encontro assinem as listas de presença.

 

Como Funciona:

De 9 a 25 de setembro acontecem, nos 27 estados brasileiros, as etapas estaduais do processo eleitoral, que elegerão os Delegados para a Etapa Nacional, ocasião em que serão eleitos, entre os delegados, os membros dos 17 Colegiados Setoriais (Arquitetura e Urbanismo; Arquivos; Arte Digital; Artes Visuais; Artesanato; Circo; Culturas Afro-Brasileiras; Culturas dos Povos Indígenas; Culturas populares; Dança; Design; Literatura; Livro e Leitura; Moda; Música; Patrimônio Imaterial; Patrimônio Material; e Teatro). Os delegados eleitos participam da Etapa Nacional e podem concorrer a uma vaga no Colegiado Setorial de sua atuação. Essas instâncias têm por atribuição debater, analisar, acompanhar, solicitar informações e fornecer subsídios ao CNPC para a definição de políticas, diretrizes e estratégias dos respectivos setores culturais.

Após ter sua composição definida, cada Colegiado Setorial elegerá um representante para a categoria no Conselho Nacional de Políticas Culturais.

 

O Processo Eleitoral:

Para ser votante, qualquer pessoa acima de 16 anos pode se inscrever; para ser candidato a delegado, deve ter mais de 18 anos e atuação comprovada na área em que se candidata. Em ambos os casos a inscrição para votar ou ser candidato só pode ocorrer para um dos Colegiados Setoriais citados acima. 

O processo eleitoral tem fases virtuais e presenciais. As inscrições, tanto de eleitores quanto de candidatos a delegados, devem ser realizadas na plataforma online. A votação também será totalmente virtual – ou seja, todos devem registrar seu voto pelo sitewww.cultura.gov.br/votacultura. Assim, se garante que o maior número de interessados possível participe do processo.

No entanto, para garantir o debate entre os envolvidos no processo eleitoral e a sua mobilização, o número de delegados que os setoriais de cada estado elegerão para a etapa nacional dependerá do número de presentes no Encontro Estadual, que aqui em São Paulo acontecerá dia 25/9. A proporção é a seguinte:

 

VOTA CULTURA!

Convocamos os artistas, ativistas, militantes, grupos, coletivos culturais e todas as pessoas que entendem a arte e a cultura como parte fundamental da construção da cidadania e da igualdade para participar do processo e colaborar com a mobilização, a fim de construir um Conselho Nacional representativo e democrático.

Em caso de dúvidas sobre como participar do processo eleitoral ou do Encontro Estadual, entre em contato com a Representação Regional do Ministério da Cultura em São Paulo: 2766-4300, ou pelo email tassia.nunes@cultura.gov.br.




Troca de livros no Senac Itapetininga de 8 a 12 de setembro

Haverá também programação cultural sobre a importância da leitura

 (publicado pela TV Tem)

Feira de troca de livros é promovida até sábado (12) em Itapetininga (Foto: Divulgação/ Senac)Feira de troca de livros é promovida até sábado (12) em Itapetininga (Foto: Divulgação/ Senac)

O Senac em Itapetininga (SP) realiza, de 8 a 12 de setembro, uma feira para troca de livros na unidade. Este ano, a instituição dispõe de aproximadamente 500 livros e 100 gibis, entre eles títulos de literatura, muito utilizados por pessoas que estudam para vestibular. A entrada é de graça para todos os públicos.

A feira ocorre na biblioteca da unidade e o horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h30 e, aos sábados, das 8h às 14h. O objetivo é incentivar a leitura e o compartilhamento de títulos novos ou usados com a comunidade local.

De acordo com o responsável pela biblioteca do Senac Itapetininga, Diogo Frederico Ravacci, as trocas devem ser de livro por livro ou gibi por gibi. Não serão aceitos os materiais com conteúdo didático, político ou religioso, enciclopédias, dicionários, guias e revistas.

Além disso, os interessados devem levar obras em bom estado de conservação. Nos livros não podem conter etiquetas de outras bibliotecas sem o carimbo de doação da instituição e indicação de selo de livros gratuitos, distribuídos pelos governos municipal, estadual, federal ou de instituições bancárias.

Programação Cultural
Além da troca de livros e gibis, a feira traz ainda uma programação cultural para todas as idades. De 8 a 12 de setembro, a unidade exibirá um vídeo sobre a importância da leitura, onde escolas poderão agendar horário para levar os alunos.

A Feira de Troca de Livros ocorre no Senac Itapetininga desde 2009 e, segundo a gerente da unidade, Heloísa Vendramini, o público participa ativamente. “Esta feira pretende despertar a curiosidade e o prazer por ler. Uma boa e prazerosa leitura desenvolve a dimensão humana, nutrindo o intelecto e a sensibilidade”, afirma.

Gibis também estão disponíveis para troca em feira de livros (Foto: Divulgação/ Senac)Gibis também estão disponíveis para troca em feira de livros
(Foto: Divulgação/ Senac)