Senac Itapetininga realiza Feira de Troca de Livros

Evento acontece de 8 a 12 de setembro. Programação inclui exibição de vídeo sobre a importância da leitura e pode ser agendada por escolas da cidade

 

Com o objetivo de incentivar a leitura e o compartilhamento de títulos novos ou usados com a comunidade o Senac Itapetininga realiza, de 8 a 12 de setembro, a Feira de Troca de Livros. Este ano, a unidade dispõe de aproximadamente 500 livros e 100 gibis, entre eles, livros de literatura, muito utilizado por pessoas que estudam para vestibular.

 

A feira acontece na biblioteca da unidade e o horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8 às 22h30 e aos sábados, das 8 às 14 horas. A entrada é gratuita e podem participar pessoas de todas as idades.

 

De acordo com o responsável pela biblioteca do Senac Itapetininga, Diogo Frederico Ravacci, as trocas devem ser de livro por livro ou gibi por gibi e não são aceitos materiais com conteúdo didático, político ou religioso, enciclopédias, dicionários, guias e revistas. Além disso, os interessados devem levar obras em bom estado de conservação. Nos livros não podem conter etiquetas de outras bibliotecas sem o carimbo de doação da instituição e indicação de selo de livros gratuitos, distribuídos pelos governos municipal, estadual, federal ou de instituições bancárias.

 

Programação Cultural

 

Além da troca de livros e gibis, a feira traz ainda uma programação cultural para todas as idades. De 8 a 12 de setembro, a unidade exibirá um vídeo sobre a importância da leitura, onde escolas poderão agendar horário para levar seus alunos.

A Feira de Troca de Livros acontece no Senac Itapetininga desde 2009 e, segundo a gerente da unidade, Heloísa Vendramini, o público participa ativamente. “Esta feira pretende despertar a curiosidade e o prazer por ler. Uma boa e prazerosa leitura desenvolve a dimensão humana, nutrindo o intelecto e a sensibilidade”, afirma

 

Serviço

Feira de Troca de Livros do Senac Itapetininga

Data: de 8 a 12 de setembro
Horário: de segunda a sexta-feira, das 8 às 22h30 e aos sábados, das 8 às 14 horas

Local: Senac Itapetininga

Endereço: Rua Dom Joaquim, 495 – Centro

Telefone: (15) 3511-1200

Mais informações: www.sp.senac.br/itapetininga

Gratuito




Senac Sorocaba realiza o evento Design Essencial

Programação inclui palestras, workshops e mesa-redonda sobre tendências e inovações na área de design

 

Entre 15 de agosto e 30 de novembro, o Senac São Paulo promove a 10ª edição do Design Essencial, evento que oferece tendências e inovações na área de design. A ação percorrerá unidades da instituição na capital e Grande São Paulo e interior do Estado e o tema para 2015 é Iluminar, discutindo a iluminação adequada para cada espaço.

 

“A iluminação adequada pode mudar completamente a percepção do espaço, o que é sempre um desafio para os profissionais de design de interiores”, explica o designer Fernando Prado, consultor da edição do evento deste ano. Segundo o profissional, a iluminação pode determinar a circulação, a segurança, a compreensão das diferentes funções do espaço e também despertar o olhar para detalhes.

 

O Design Essencial acontece em 17 unidades da instituição: Santa Cecília, Santana, Penha, Santo André e São Bernardo do Campo, na capital e Grande São Paulo; e Americana, Campinas, Mogi Guaçu, Piracicaba, Sorocaba, Taubaté, Araraquara, Bauru, São Carlos, Marília, Presidente Prudente e Ribeirão Preto, no interior.

 

A programação é formada por exposições, workshops, palestras e mesas-redondas. Um dos objetivos do evento é disseminar o design como uma atividade multidisciplinar simultaneamente ligada à tecnologia, estética e sustentabilidade.

 

O evento é direcionado a arquitetos, designers de interiores, decoradores, lojistas e indústrias do setor, designers de produtos, estudantes, professores e demais interessados na área.

 

Sorocaba

 

Em Sorocaba, o evento acontece de 8 a 10 de setembro. As atividades têm início no dia 8, às 9 horas, com a palestra: Para conhecer Arte e Design – da intenção à percepção de obras, com o docente do Senac Sorocaba nas áreas de filosofia, ética e postura profissional, Vinícius Chamiço. A participação é gratuita.

 

No dia 8, às 14 horas, e no dia 9, às 10 horas, haverá um workshop com o tema: Criação de Luminárias com Materiais Sustentáveis, com a docente dos cursos Técnico em Paisagismo e Técnico em Design de Interiores do Senac Sorocaba, Luciane Watanabe. A ação tem como objetivo o desenvolvimento de luminárias criativas e diferenciadas com materiais que normalmente encontramos nas residências e podem ser reciclados. A participação é gratuita.

 

A programação continua no dia 9 às 16 horas com uma mesa-redonda com o tema: Novas Tecnologias – conversa entre designers e arquitetos, onde serão discutidos novos métodos construtivos e tendências de materiais para acabamento, ressaltando a importância da utilização de materiais sustentáveis. Vão compor o debate, a docente do curso Técnico em Design de Interiores do Senac Sorocaba, Sari Takakura; o arquiteto Gustavo Capriotti e a docente de cursos na área de arquitetura e urbanismo e do curso Técnico em Design de Interiores do Senac Sorocaba e Itu, Cristiane Higueras Simó. A participação é gratuita.

 

Para encerrar as atividades, no dia 10, às 19h30, haverá uma palestra com o tema: Iluminar, com o diretor de criação da empresa de iluminação Lumini, Fernando Prado. Na palestra, serão abordados assuntos relacionados a iluminação e como ela pode determinar a circulação, segurança, a compreensão das diferentes funções do espaço e também despertar o olhar para detalhes. Sentimentos de calma, equilíbrio, tranquilidade, podem ser contrapostos a agitação ou excitação simplesmente com a alteração da luz. O investimento para a participação é de R$ 10,00.

 

A participação no Design Essencial é gratuita para alunos, ex-alunos e funcionários do Senac, e para os demais participantes, algumas atividades terão um investimento de R$10,00. Inscrições podem ser realizadas pelo site www.sp.senac.br/designessencial, telefone 0800 883-2000 ou pessoalmente nas unidades que recebem o evento.

 

Serviço

 

Design Essencial

Data: de 8 a 10 de setembro

Inscrições e mais informações: www.sp.senac.br/designessencial

Preço: Alunos, ex-alunos e funcionários não pagam. R$10,00 determinadas atividades para público externo




Genealogia: Afranio Mello fornece informações sobre as familias ALVES, COSTA, JESUS, ROSÁRIO, SANTOS e SERAFIM

Afrânio Mello: ATENDIMENTOS NÚMEROS 535, 536, 537,538, 539 E 540.

 

 

Caro Luciano , boa tarde.

 

Eu morei em Marília  ano ano de 1978 e trabalhava no Unibanco sendo o seu Gerente.

Passei muitas vezes ao lado de Vera Cruz.

Tinha inúmeros clientes dessa cidade.

 

Bom , vamos lá ao atendimento do seu pedido.

Não pesquiso nomes por completo e sim SOBRENOMES e BRASÕES e o meu arquivo baseia-se nessa forma.

Assim sendo encaminho para você o que segue :

 

Alves……………………………….. 18 páginas e 1 Brasão  e mais 01 brasão em separado ;

Costa……………………………….  18 páginas e 5 Brasões e mais 06 brasões em separado;

Jesus……………………………….   15 páginas e 1 Brasão  e 01 brasão em separado (espanhol) ;

Rosário……………………………    02 páginas e 2 Brasões;

Santos……………………………..   27 páginas e 11 Brasões  e mais 08 brasões em separado( diversos) e

Serafim……………………………   02 páginas e 1 Brasão .

 

 

São 82 páginas de arquivos e mais 37 brasões.

Dá para você pesquisar por um bom tempo.

Lembro que ao escolher um brasão, faça quadro e pendure em sua sala. Ficam muito bonitos.

 

 

De todos os arquivos completos anexados vai nesta mensagem e abaixo um resumo de cada um deles.

 

 

Espero ter atendido sua solicitação e que fique satisfeito.

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

 

 

clip_image002Alves é um sobrenome português de origem patronímica que deriva da abreviatura de Álvares, filho de Álvaro.

Só em finais do século XIX se começa a generalizar o seu uso. Inicialmente, os primeiros a utilizar este sobrenome eram conhecidos como “ Fulano Filius Quondam Álvaro” ou “ Fulano filho do senhor Álvaro”, já a segunda geração, ou seja, os netos do senhor Álvaro já utilizavam o nome do avô como sobrenome.

A sua grafia, nomeadamente a partir da abreviatura “Alvz” utilizada em documentos antigos acabou por ser “modernizada” para Alves que se transformou na fórmula mais divulgada, sendo que algumas famílias conservaram a grafia original. As raízes deste sobrenome devem ser procurados na origem dos Álvares. Inclusive o brasão é o mesmo para os dois sobrenomes.

Outros o considera um derivação do baixo latim Alvitici, de Alvituus, e registra-se aluitici, no ano de 1073; e aluitz, no ano de 915 (Antenor Nascentes, Dic., II, 14). Os patronímicos são os apelidos que adotam um sufixo somado a um prenome, que indica sua filiação, por exemplo: Fernandes – significa Filho de Fernando; Henriques – significa “Filho de Henrique” Johnsson – “Filho de João”; Andreiev – “Filho de André”; etc. Não se pode afirmar que duas pessoas que tenham sobrenomes iguais, de características patronímicas, sejam parentes, sem que se esteja devidamente documentado, de sua árvore genealógica, para prová-lo. Portugal: Entre as inúmeras famílias com este sobrenome, de origem distinta, Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário das Famílias de Portugal, dedica-se ao estudo dos Alves, de Braga, dando início em Alvaro Annes, natural do lugar da Ribeira, termo da cidadede Braga, que ainda vivia em 1566. Macau: o genealogista Jorge Forjaz, em sua valiosa obra Famílias Macaenses, impressa em 1996, dedicou-se ao estudo desta família, de origem portuguesa, que se estabeleceu, no século XIX,  em Macau [Forjaz – Famílias Macaenses, Vol. I, 163]. Espanha: o genealogista espanhol A. Garcia Carrassa, em sua magnífica obra Enciclopédia Heráldica y Genealógica – Diccionário heráldico-genealógico de apellidos españoles y americanos, impresso entre 1919-1936, dedica-se ao estudo desta família [Carrassa – Enciclopédia, V, 87]. Brasil: Inúmeras foram as famílias com este sobrenome que passaram ao Brasil, no decorrer destes seus quase 500 anos de história. Há em Minas Gerais, uma Família de proprietários rurais, comerciantes e de influentes políticos, tanto de âmbito regional quanto nacional, com este sobrenome. O indivíduo mais antigo que se conhece, até o momento, é Tomás Alves, nascido por volta de 1818. Estes Alves exerceram diversos cargos na administração pública e civil, tanto no império quanto na república.

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clip_image002  clip_image004 clip_image006Costa, sobrenome de origem latina. Este sobrenome identificou uma família da nobreza medieval portuguesa que poderia derivar de um protonotário apostólico que viveu em Portugal em princípios do século XIII, de origem grega e denominado Nicolau Kosta.

Outros autores o dizem de mais remotas origens e o dão por usado no tempo de Dom Afonso Henriques ( primeiro Rei de Portugal ), afirmando alguns que deriva da designação da Quinta da Costa, na comarca de Guimarães.

A mais antiga linha de Costas que se encontra devidamente documentada é a da varonia de Martim Gil Pestana, escudeiro nobre que viveu em Évora na segunda metade do séc. XIII e que se estende até finais do século XIV

Assim sendo, a chefia destes Costas, se não a de todos eles, veio a cair na Casa dos Silveiras, Condes da Sortelha.

O ramo dos Costas ditos senhores de Pancas, derivado colateralmente do célebre cardeal Dom Jorge da Costa, dos Costas de Alpedrinha, partiu aquelas armas com o «corpo» da empresa daquele purpurado.

De mencionar que, na opinião fundamentada de certos heraldistas, as costas destas armas não são a representação de ossos mas sim de um tipo de facas de sapateiro de lâmina curva e sem ponta, precisamente designadas de «costas». Acima os brasões Costa de Portugal, Espanha (2) e Itália.

Foi tomado da quinta da Costa, comarca de Guimarães, Portugal, com torre e casa forte, de que foi senhor Gonçalo da Costa, no tempo de D. Afonso I, o 1.º rei de Portugal, em 1129. Esta propriedade ficou em mãos dos seus descendentes até o ano de 1400, quando a perderam por crimes. É uma família muito extensa, que se divide em muitos ramos com casas muito ilustres (Sanches Baena, II,54). Há, também, inúmeras famílias com este sobrenome, de origem uruguaia, espanhola e italiana. Algumas, originárias de Gênova. Ilha de S. Miguel: o genealogista português Gaspar Fructuoso, em sua História Genealógica de Sam Miguel [Saudadas da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta família, em seu Capítulo V – Dos Costas, Arrudas, Favellas, Mottas e Portos, leados com os Botelhos, e no seu Capítulo XXVI – Dos Costas d´esta Ilha de Sam Miguel, que povoaram na Maia, e banda do Norte [Gaspar Fructuoso – Saudades da Terra, 52, 112, 214]. Ilha Terceira: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha Terceira, escreveu no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VI – Da Real Ilha Terceira, Cabeça das Terceiras, Capítulo XVIII – Dos Cortereaes, Costas, Silvas, Monizes, Barretos, & Sampayos, que se conservão na Ilha Terceyra; e no Capítulo XX – Dos Borges, Costas, Abarcas, Pachecos, & Limas, Velhos, & Mellos, & de outros, Homens Costas [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VI, Ilha Terceira]. Galiza: o genealogista Frei José S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra Linajes y Blasones de Galicia, dedica-se ao estudo desta família [Pozo – Linajes de Galicia]. Brasil: Numerosas foram as famílias, que passaram com este sobrenome para diversas partes do Brasil, em várias ocasiões.

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clip_image002[3]Jesus, sobrenome português de invocação religiosa muito utilizado em Portugal e Brasil que, com especial incidência a partir da segunda metade do século XIX, começou a ser adotado como sobrenome, prática que foi seguida por um número sem conta de famílias diferentes, daí resultando  na existência de um grande número famílias que o usa sem que nenhuma relação de parentesco exista entre elas.

Especialmente no Brasil após a libertação dos escravos, através da Lei Áurea de 1888, muitos escravos adotaram o nome dos antigos senhores ou por razões religiosas.

 

Houve uma antiga família portuguesa, estabelecida em 1675 em Pernambuco, por Thomaz Varela de Lima, cuja descendência do seu casamento com Mariana Ribeiro Calado, por motivos religiosos começou assinar Jesus, e acabaram por adotar como sobrenome. Na Bahia, a Família dos Ferreira de Jesus foi estabelecida no ínicio do século XIX.

Sagrado nome do Filho de Deus. Do hebraico, da época evangélica Iexu, por Ieoxud ou Iexuá, Deus é o seu auxílio, através da transcrição grega Iesoús e do latim Iesus. O s é a desinência de nominativo singular grego. Aquele a quem Deus é auxílio. Salvação. Jeová é salvação (Antenor Nascentes, II, 16A). Antiga família, de origem portuguesa estabelecida em Pernambuco, para onde passou, antes de 1751, Thomaz Varela de Lima, cuja descendência do seu cas. com Mariana Ribeiro Calado, nat. do Cabo (PE), assina-se Jesus e Ribeiro Calado (Estirpe de Sta. Tereza, 19). Sobrenome de algumas famílias estabelecidas na Cidade do Rio de Janeiro. Na Bahia, existem os Ferreira de Jesus. Família estabelecida, na primeira metade do século XIX, no Rio de Janeiro, à qual pertence Joaquim Manoel de Jesus e Francisco das Chagas de Jesus, que deixaram geração, registrada na Igreja da Candelária.

 

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clip_image002[3]Santos, sobrenome luso-espanhol de origem religiosa, resultado da abreviatura de Todos os Santos, era dado com freqüência a pessoas nascidas no dia 1 de Novembro, vindo mais tarde a ser adotado como nome de família.

O vocábulo português deriva da palavra latina sanctus que significa “santo”, “consagrado”. Originalmente, a idéia que se pode inferir do uso desta palavra é “separação para o serviço prestado às divindades”. Quando se refere a pessoas, pode indicar uma pessoa especialmente devotada, o que a distingue das massas populares. Uma palavra associada a esta, e que ao mesmo tempo precisa ser diferenciada, é o adjetivo sacer (-cra -crum), que significa “sagrado”, “que não pode ser tocado, sem ser manchado ou sem manchar”, “consagrado”.

O adjetivo latino sacer indica um estado; e sanctus, o resultado dum acto. Sacer, em termos gerais, tem “hieros” como seu correspondente na língua grega. No grego, hieros (equivalente a sacer) denota aquilo que é santo, em e por si mesmo, independentemente de qualquer julgamento ético.

Quando o nome é derivado do primeiro nome do pai ou da mãe, dir-se-á que tem origem patronímica ou matronímica. Neste caso, Santos é derivado do nome próprio Santo, nome muito popular na Península Ibérica durante a Idade Média. Neste caso, o apelido Santos significa assim “filho ou descendente de Santo” .

O sobrenome Santos pode ter também uma segunda origem: geográfica, se referido aos apelidos dos quais a origem se encontra no local de residência do portador original, como poder tratar-se do caso de Santos na localidade de Mação, no Brasil ou em Espanha, de uma região na Andaluzia, chamada “Sierra de Los Santos”.

Uma das mais antigas referências a este nome ou a uma variante é o registo de Martinho dos Santos, religioso português falecido em 1571, não se conhecendo, contudo, quaisquer linhagens em que uso de Santos se tenha transmitido de pais para filhos.

Defendem alguns autores o uso provável de Santos como segundo nome dado a crianças nascidas ou deixadas na roda dos expostos no antigo Hospital de Todos os Santos, em Lisboa.

 

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clip_image002[4]Serafim, sobrenome de origem latina e religiosa. Muitas famílias adotaram esse sobrenome como forma de proteger seus filhos contra feitiçarias ou mau agouros. Muito comum na Idade Média.

Registra-se Christina Serafim, nascida em 25.10.1874, Lanlivery, Cornwall, Inglaterra. Registra-se Francisco Serafim, nascido em 23.11.1885, Blewbury, Berkshire, Inglaterra. Registra-se João Serafim Valério, nascido em 20.03.1836, Shap, Westmorland, Inglaterra e sua irmã Rita Serafim Valério, nascida em 26.07.1841 na mesma localidade.

 

Registra-se que na família Real Portuguesa e automáticamente a Brasileira tinham o sobrenome Serafim. Dom Pedro I e II usavam o Serafim em Portugal Dom Pedro I era conhecido como Dom Pedro IV (Pedro Francisco Carlos Serafim…), nascido em 12.10.1798 e falecido em 22.09.1834; casou-se em 02.08.1829 com Amelie Auguste Eugenie Napoleone de Beauharnais, Munich, Bayern, Alemanha.

 

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clip_image002[4]  clip_image004[3]Rosário sobrenome de origem tanto portuguesa como italiana. Sobrenome classificado como de origem religiosa. São diversas as hipóteses acerca da origem do sobrenome. Alguns atribuem que o sobrenome deriva do francês Rocelin, que deriva do latim Rosalias, que eram festas Romanas que consistiam em encher de rosas as tumbas dos mortos. Alguns genealistas classificam o sobrenome como Matronímico, pois remonta ao nome próprio da matriarca dos primeiros que usaram o nome dela, Rosário, como sobrenome. A hipótese mais provável e muito comum na Idade Média, é de origem religiosa, uma referência a Nossa Senhora do Rosário. Na idade Média algumas famílias tinham o costume de colocar nomes religiosos em seus sobrenomes, pois achavam que protegiam o recém nascido de maus agouros.

 

No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, cabe registrar a família de Bento do Rosário nascido em 1670, filho de André Mendes do Rosário e de Maria Correia. Casou-se em 1697, no Rio de Janeiro, com Ana Nunes do Bonsucesso.

 

Sobrenome também adotado por Judeus, desde o batismo forçado à religião Católica, a partir de 1497 com a Inquisição.

 

Houve alguns que receberam título de Nobreza no Brasil:

Joaquim José do Rosário, foi agraciado em 31.10.1889, com o título de Barão de São Francisco de Paula.

João José do Rosário, foi agraciado em 05.05.1889, com o título de Barão do Rosário. Acima o brasão português e abaixo o brasão italiano.

 

 

Significado do Nome

 

Rosário : do latim Rosarium, significa “roseiral, jardim de rosas” ou “coroa, grinalda de rosas” . Nome de origem religiosa. Bondosa, busca manter um clima de harmonia a seu redor. Demora a tomar decisões, mas quando o faz não costuma errar. Não é ambiciosa, mas preocupa-se em poupar o que pode.

 

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From: Luciano Lucas

Sent: Wednesday, August 26, 2015 1:11 PM

To: Afrânio Tintaspig

Subject: Re: genealogia

 

meus avós paternos eram de VERA CRUZ, comarca de MARÍLIA – SP

 

No dia 25 de agosto de 2015 às 10:14, Afrânio Tintaspig <afranio@tintaspig.com.br> escreveu:

Luciano, bom dila.

De onde você é??

 

No aguardo

Abraços

Afrânio

 

From: Luciano Lucas

Sent: Monday, August 24, 2015 9:47 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: genealogia

 

boa noite, meu nome é Luciano Aparecido dos Santos,

meus avós paternos são :

Antonio Reginaldo dos Santos

Leopoldina Benedita dos Santos

 

meus avós maternos:

Geraldo Serafim (1924)

Maria de Lourdes Alves da Costa ( 1936)

 

meus bisavós maternos:

Cassiano Alves da Costa

Maria do Rosário (1904)

 

sou filho de Angela Maria Serafim dos Santos e Antonio Jesus dos Santos

 

espero que com esses dados , o senhor consiga me contar um pouco da história de munha família, forte abraço e até mais.




Genealogia: Afrânio Mello atende leitora

Afrânio Mello ATENDIMENTO NUMERO 538

Prezada Lara, boa tarde.
 
Uma das fontes que uso são o banco de genealogia dos Mórmons. Normalmente as informações
são fidedignas. Um detalhe importante é verificar se na época em questão São Gotardo possuía
cartório e se realmente eles fizeram os registros lá. A família poderia ser de lá, mas os registros
podem estar numa cidade vizinha, ainda mais dados do século XVIII.
Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line
Sent: Saturday, August 29, 2015 10:12 PM
Subject: genealogia já feita por você. Duvida.

Olá, meu nome é Lara, desculpe o incomodo , mas você fez a seguinte genealogia:

 

Registra-se Manuel da Cotta Valadão, nascido em 1786, São Gotardo, Minas Gerais, Brasil; casou-se com

Joaquina Florência Rosa de São José em 04.09.1810, ela nascida em 1793. Tiveram os seguintes filhos: Francisca

Florêncio de Assis, nascida em 1812; Ana Joaquina de Assis, nascida em 1815; Joaquim da Cotta Valadão,

nascido em 1818; Constância Floriana de Assis, nascida em 1827; Clara Floriana de Assis, nascida em 1828 e

Gertrudes Joaquina de Assis, nascida em 1830.

 

 

Eu sou descedente do joaquim e do Manuel, devido a nova lei de descedencia para sefargitas, eu gostaria de saber

como você conseguiu esses dados, por que não consta nada nos cartórios da região de Sao Gotardo. E eu preciso

provar que o Manuel é descedente de português para agilizar um possível pedido de cidaddania portuguesa por

descedencia de judeus sefargitas. Peço gentilmente sua ajuda.




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias CERQUEIRA, CESAR, CESARE e ROSA

Afrânio Mello: ATENDIMENTOS NÚMEROS 535, 536 e 537

 

Prezado Francisco Antonio Rosa,

 

Fiquei contente com seu telefonema e da conversa que tivemos.

Mais ainda por saber que já tem uma grande Árvore Genealogica

de sua família montada e disponibilizada.

Também e, mais ainda, por saber ser filho do CHICO ROSA , irmão

do meu caro amigo Fernando Rosa e de seu filho Fernandinho.

 

Estou enviado para suas pesquisas o que segue , com um resumo do arquivo principal ,ao final.

 

Cerqueira……………………….. 4 linhas ( apenas) e com 2 brasões a parte do arquivo ;

Cesar……………………………..  2 páginas e com 2 brasões e mais 2 brasões em arquivos individuias, para quadros;

Cesare…………………………… 14 páginas e 11 brasões e mais 2 brasões a parte.

Rosa……………………………… 13 páginas e oito brasões e mais dois brasões a parte para serem feitos quadros (Italiano e Espanhol )

 

 

Francisco, deu uma busca na coleção do PEDRO TAQUES, sobre a Genealogia Paulista e nada encontrei.

 

Estou a espera do recebimento de quatro volumes de Genealogia Paulista , escrito pelo Dr. Esau Corrêa de Almeida Moraes.

Com certeza nele consta os arquivos dos sobrenomes associados CERQUEIRA CÉSAR.

Tão logo os tenha em mãos, passarei os arquivos.

 

Você está recebendo bastante material sobre os SOBRENOMES.

 

Faça uma boa pesquisa.

 

Fraternais saudações,

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

 

clip_image002[3]Cerqueira, era esta família «natural» do mosteiro de Grijó e o nome que adotou tem raízes toponímicas, visto que foi tirado da aldeia de Cerqueira,

na freguesia de Couto de Esteves, comarca de Sever do Vouga, remontando a épocas anteriores a meados do séc. XIV.

 

César, sobrenome proveniente de um patronímico, é perfeitamente possível que se tenham constituído várias famílias usando-o como sobrenome mas sem estarem ligadas pôr quaisquer tipo de laços.

Inicialmente, os primeiros a utilizar este sobrenome eram conhecidos como “Fulano Filius Quondam Caesar “ou seja “ Fulano filho do senhor César”, já a Segunda geração, ou seja, os netos do senhor César já utilizavam o nome do avô diretamente como sobrenome.

Os Césares de que tratam os genealogistas parecem constituir um ramo dos Vieiras, fazendo-os aqueles derivar de Vasco Fernandes César, cavaleiro, natural de Borba, que, pôr ter desbaratado uma flotilha de fustas Mouras quando capitaneava uma caravela do Rei de Portugal, recebeu mercê de um acrescentamento honroso, pôr carta de 22 de Julho de 1539.

A chefia desta família está na Casa dos Marqueses de Sabugosa e Condes de São Lourenço.

 

de homem. Do lat. Caesar, cognome da gens Júlia romano (Antenor Nascentes, II, 70). Do lat. caesaries: cabeleira. O sobrenome é antiquíssimo em Portugal, segundo consta dos cartórios de Arouca e Santa Cruz, e já é mencionado no tempo do conde D. Henrique, fal. em 1114 (Coston, 250; Anuário Genealógico Latino, I, 32; SB, II, 47). Tornou-se mais célebre no tempo de D. Manuel, rei de Portugal em 1495, devida a grande ação de Vasco Fernandes César, desbaratando no estreito 6 galeotas de mouros com um só navio, de que era capitão, no ano de 1520. Por parte de sua mãe, Joana Vieira, usava as Armas da família Vieira, que recebera acrescentos, por mercê de D. João III, rei de Portugal em 1521 (Sanches Baena, II, 47). Houve na Ilha da Madeira, uma importante família com este sobrenome de origem italiana, que teve alguns dos seus ramos emigrados para Pernambuco. Teve princípio em João Antão Cezar, fidalgo genovês, o qual era irmão de André Cézar, que viveu em Gênova (Itália). Passou para a Ilha antes de 1550, com outro irmão Lucas Cézar. Deixou geração do seu cas., na Ilha da Madeira, com Vitória Fernandes, filha de Fernão Dias de Andrada, e bisneta de Fernão Peres de Andrada, patriarca desta famíliaAndrada (v.s.), na Ilha da Madeira. Deste casamento originaram-se as famílias Andrada Cezar e Cezar de Andrada (v.s.). Suas netas e bisnetas foram casadas na família Berenguer de Andrada, originando-se daí a família César Berenguer (v.s.). (Nobiliário da Ilha da Madeira, II, 232). Brasil: Para Pernambuco, ver a família César Berenguer. Em São Paulo, entre outras, registra-se a família Cerqueira César (v.s.). Ainda em São Paulo, de origem portuguesa, uma importante família de abastados proprietários rurais, com fazendas de cultura em Araçariguama, a família de Francisco César de Miranda [c.1665, SP – ?], filho do português Francisco de Miranda Tavares. e de Isabel Paes Borja de Cerqueira. Deixou numerosadescendência, em São Paulo (SP), de seu cas., c.1699, com Ana Peres de Herédia [c.1678, São Paulo – ?], filha de João Martins Herédia. Família de origem suíça estabelecida em Nova Friburgo, Rio de Janeiro, para onde passou por volta de 1819/20, por ocasião de sua colonização. Sobrenome de uma família de origem portuguesa, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 27.12.1883, a bordo do vapor Petrópolis, Antonio Augusto Cesar, natural de Portugal, procedente de Açores, católico, 34 anos de idade, com destino a Piracicaba, estado de São Paulo, sob contrato com o Dr. João Tobias de Aguiar e Castro [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 186 – 27.12.1883]. Heráldica-Século XVI:Vasco Fernandes Cezar – Brasão de Armas datado de 22.07.1539: As armas dos Vieira, com acrescentamento, ou seja: um escudo cortado em faixa; na parte de cima, em campo de água, seis galeotas de sua cor com remos de ouro e dois pendões vermelhos em cada, uma na popa e outra na proa, postas em duas faixas; e na parte de baixo, em campo vermelho, vieiras, postas em 2 palas (Sanches Baena, II, 47).

 

 

clip_image002Armas

 

 

Escudo cortado, sendo o primeiro ondado de prata e azul, seis fustas de sua cor postas em duas palas, cada uma com nove remos de ouro e dois pendões de vermelho com um crescente de prata, à proa e à popa. O segundo de vermelho, seis vieiras de ouro um duas palas (armas dos Vieiras). Timbre: uma das fustas do escudo

 

Títulos, Morgados e Senhorios

 

Condes de Sabugosa

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Cargos e Profissões no Reino de Portugal

 

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Governadores da Índia

Vice-reis da Índia

Vice-reis do Brasil

 

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clip_image001 clip_image002Cesare, sobrenome de origem italiana, reproduz o nome de origem etrusca e de raízes ignotas, Caesar, difundido graças ao Imperador Caius Julius Caesar [103-44 aC.].

Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Adelina Cesare, nasc. a 30.03.1930, em Montecorice, Província de Salerno, Itália[Arquivo Cunha Bueno – spmt]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Angelina Cesare, nasc. a 26.10.1924, em Montecorice, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Antonia Cesare, nasc. a 17.10.1936, em Castelabatte, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Assunta Cesre, nasc. a 08.10.1895, em Castelabatte, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Carmelina Cesare, nasc. a 19.11.1934, em Montecorice, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Geltrude Cesare, nasc. a 05.06.1937, em Sant’agata De’oti, Província de Benevento, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Giuseppe Cesare, nasc. a 14.04.1934, em Montecorice, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, proveniente da Região do Molise, composta pelas Províncias de Campobasso e Isernia.

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image( um deles )

Rosa, Rosas, Roza sobrenome de origem latina.

Encontramos famílias em Portugal, Espanha, Itália e França. Sobrenome que pode ter fundo religioso  classificado como matronímico, isto é, deriva do nome próprio da matriarca desta família ou pessoas que cultivavam rosas.  No Brasil a região com a maior concentração deste sobrenome é o Rio Grande do Sul, isto se deve, ao fato de ser um estado que faz fronteiras com países de língua espanhola, Argentina e Uruguai.

Nome de mulher, muito difundido como nome de família. De rosa, subst. comum – flor da roseira; a rainha das flores (Antenor Nascentes, II, 265, 378; Silveira Bueno, Dic. Escolar, 1191). Ilha da Madeira: O genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, tomo II, 249]. Brasil: Há diversas famílias com este sobrenome estabelecidas em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Ceará, Rio Grande do Sul, Bahiae Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a de André Rosa Carreiras [c.1627 – a.1690], filho de Francisco da Rosa e de Isabel Carreiras. Deixou geração do seu cas., c.1652, com Isabel Pinto [1630, RJ – 1697, RJ], filha de Domingos Rodrigues Barbosa (Rheingantz, III, 124). No Rio Grande do Sul, originária das ilhas portuguesas, registra-se, entre outras, a família de Luiz Antônio da Rosa [c.1729, Ilha do Pico – 27.02.1816, RS], filho de Pedro Rodrigues e de Maria da Rosa. Deixou geração de seu cas., c.1755, com Narcisa Maria do Espírito Santo [BAT. 07.03.1739, Rio Grande – ?], filha de Manuel da Silva Borges, patriarca da família Silva Borges (v.s.), do Rio Grande do Sul.

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13 anexos

 

 

 

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Notícias do Legislativo itapetiningano

Por Silas G. Cardoso

Adilson indaga sobre apreensões de bicicletas motorizadas pela PM e quer informações das normas

O vereador Adilson Ramos, em requerimento subscrito

por todos os vereadores, relatou que proprietários de

bicicletas motorizadas o tem procurado, afirmando que a

Polícia Militar vem fazendo apreensão das mesmas em

razão da ausência de registro e licenciamento e que a

liberação se dá após pagamento de R$ 235,00 para o

guincho. Esclareceu ainda que o DETRAN informa não

ser possível efetuar o registro, tendo em vista que o

numero de chassi não está cadastrado na base nacional de

dados do sistema RENAVAM. Diante disso, está

solicitando aos setores competentes informações

detalhadas sobre as medidas necessárias para a

regularização dessas bicicletas e qual o critério que tem

sido utilizado para sua apreensão. Lembrou que a

população atravessa momentos difíceis e a bicicleta

motorizada é uma opção de transporte mais barata e

Davino reivindica sinalização de solo e placa para evitar

estacionamento irregular na Rua Capitão Laudelino Rolim

O vereador José Davino Pereira está solicitando à Prefeitura Municipal a realização de pintura, com sinalização de solo e instalação de placa “proibido estacionar” na Rua capitão Laudelino Rolim de Oliveira, esquina com a Rua Francisco Correa da Silva,

“uma vez que há motoristas que não respeitam a distância

obrigatória e estacionam seus veículos em lugar próximo à

esquina da referida rua, prejudicando, assim, o trânsito no

local e ocasionando riscos de acidentes.

Milton Nery quer informações sobre obras na escola e na UBS do Distrito Tupy

Destacando que o Distrito Tupy necessita de mais

atenção da administração pública municipal nas áreas de

saúde e educação, pois a população está carente desses

atendimentos essenciais à dignidade humana, o vereador

Milton Nery Neto apresentou requerimento, solicitando ao prefeito as seguintes informações:

1- Qual a previsão para entrega da escola no Distrito Tupy e qual a data para o

atendimento efetivo das crianças da mesma ? 2- Qual a

previsão para o início das obras da Unidade Básica de

Saúde da localidade ? 3- Outras informações julgadas de

Fuad chama atenção para a necessidade de ônibus com

banheiros para transporte digno de pacientes

Lembrando que muitos pacientes de nossa cidade

necessitam ser transportados para outras cidades para

consultas e tratamentos especializados e que muitos deles

e seus respectivos acompanhantes enfrentam a falta de

banheiros nos veículos tornando a viagem penosa a todos

aqueles que buscam tratamento médico, o vereador Fuad

Abrão Isaac apresentou requerimento , solicitando a

disponibilização de ônibus com banheiros em plenas

condições de uso para o transporte digno de pacientes que

buscam tratamento médico em outros municípios.

Mauri propõe redução do número de vereadores para a

próxima legislatura

Fazendo uso da Explicação Pessoal, o Vereador Mauri de Jesus Morais falou que pretende apresentar projeto, fixando em 11 o número de vereadores para a próxima legislatura, isto é, a partir de 2017.

Segundo o vereador, o prazo para aprovação de projeto dessa natureza é até o

final deste ano, porque em 2016, por ser ano eleitoral, isso

não será permitido. Explicou ainda que tanto o vereador

como o prefeito ou 5% dos eleitores do município, podem

apresentar projeto dessa natureza. Disse que existem

argumentos favoráveis e contrários e que a decisão ficará a

cargo dos vereadores.

Marcus Tadeu destaca a necessidade de maior iluminação

e policiamento em Vila Piedade

O vereador Marcus Tadeu Quarentei Cardoso está solicitando ao prefeito, providências para a melhoria da iluminação pública da Rua Aristides Ramos e demais ruas de Vila Piedade , bem como aos comandantes da Polícia Militar e da Guarda Municipal, solicitando a intensificação das rondas ostensivas naquela área.

Relatou que os moradores informaram que a iluminação deficitária

transformou a via em ponto de encontro dos usuários de

Miguel Arcanjo quer providências para o posto de saúde do Distrito Morro do Alto

Enfatizando que foi procurado por moradores do

Distrito Morro do Alto, em razão da paralisação das obras

do novo posto de saúde, extremamente necessário para

atender aos munícipes daquela localidade, o vereador

Miguel Arcanjo Máximo de Jesus apresentou

requerimento, solicitando ao prefeito as seguintes

informações : 1- Qual o motivo das obras do posto de

saúde do Distrito do Morro do Alto estarem paralisadas, e

quando serão reiniciadas ? 2- Qual a data prevista para o

término das obras e efetiva entrega do posto para

atendimento da população ? 3- Outras informações

julgadas de importância.




Clube Recreativo Itapetiningano apresentará 'Double You' em Outubro

 

Com 30 anos de carreira, o Double You promete atrair público de várias gerações, sendo uma das grandes surpresas que o Clube reserva rumo ao centenário

Dentro das comemorações dos 100 anos do Clube Recreativo de Itapetininga, uma grande atração está programada para o mês de outubro: o grupo italiano de eurodence Double You, que surgiu no cenário musical em 1985, alcançando o auge em janeiro de 1992, com a regravação da música Please Don’t Go (de KC and the Sunshine Band).

O sucesso estrondoso da canção fez com que o álbum vendesse 10 milhões de cópias,conquistando discos de ouro e de platina.

Não demorou para que o segundo single fosse lançado, desta vez com o sucesso We All Need Love, gravado em junho daquele ano.

Enquanto o grupo excursionava pela Europa, acontecia o lançamento oficial do primeiro álbum, que levava o mesmo nome do segundo sucesso, reunindo outras canções, como

Who’s Fooling Who? e Why (Let’s Make It Christmas.

Em 1995 o Double You se apresentou na América do Norte, em cidades como Miami, Daytona, Orlando, entre muitas outras. No Brasil, em teatros e salas de concertos, como

Metropolitan (Rio de Janeiro) e Olímpia (São Paulo).

Liderado pelo inglês William Naraine, o grupo de dance music lançou outros álbuns, sempre muito bem recebido pelo público brasileiro.

Curiosidades

Em menos de três meses o grupo realizou 64 shows, com público estimado em mais de 350 mil pessoas.

Em novembro de 2007 um CD e DVD foram lançados apenas no Brasil, resultado de um concerto em São Paulo.

Show em Itapetininga

Os ingressos para o show que acontece no dia 17 de outubro podem ser adquiridos na secretaria do Clube Recreativo de Itapetininga.

O atual presidente da entidade, Alexandre Zanani, está otimista com a realização do evento. “Será um presente para os associados e para o público em geral, que sempre

prestigiou este clube que é do povo”, enfatizou.

Quem comprar antecipadamente tem desconto. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3271-0241 ou à rua Monsenhor Soares, nº 438.