Leitor de Portugal pede informações genealógicas. Alguém pode ajudar?

Em correspondência enviada para o genealogista Afrânio Mello, leitor de Portugal relata suas dificuldades. O ROL pede apoio dos leitores 

O leitor João Luís Esquível, lá da Ilha Terceira, Açores, Portugal escreveu para o genealogista:

“Estimado Afrânio Mello, boa tarde,
Escrevi há pouco tempo um texto sobre Manuel Beckman e sua família os ramos portugueses e os brasileiros. Creio que tem interesse e curiosidade sobre estes temas histórico-genealógicos e a sua divulgação junto das populações e/ou comunidade de historiadores profissionais e amadores.
Manuel Beckman é de todos conhecido mas talvez não seja todo o resto da sua família e o destaque que tiveram quer no Brasil quer em Portugal.

http://genalg.blogspot.pt/2015/08/a-familia-beckman-e-as-suas-linhas.html

Num artigo publicado no Jornal ROL  em que cita una das famílias Alves e no qual escreve “… Antiga e importante família, de origem portuguesa, estabelecida no Pará, para onde passou o Cirurgião Julião Alves da Costa, natural de Torres Vedras, Lisboa, Portugal,  e falecido no Pará, por volta de 1812. Capitão Cirurgião-Mor do 1.º Regimento de Linha do Pará. Filho de Domingos João e de Maria Francisca. Deixou geração do seu casamento, em Belém [PA], com Maria Joaquina de Almeida, filha de Pedro B. de Almeida e de Margarida dos Santos. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – o filho, padre Gregório Alves da Costa, Vigário Colado da Cidade de Macapá; II – o filho, o Capitão de Milícias Julião Alves da Costa. Recebeu uma sesmaria em Macapá [22.01.1760]; III – o filho, o Capitão de Milícias Hilário Pedro da Costa; IV – a filha, Felícia Joaquina da Costa, casada com o Sargento-Mor Manuel Joaquim de Abreu, Governador de Macapá; e V – a filha, Joana Batista da Costa, que foi casada com Joaquim Beckman.” Sabe dizer-me onde se enquadra este Joaquim Beckman no meu trabalho? Peço desculpa pelo atrevimento. Cumprimentos,

João Luís Esquível
Ilha Terceira, Açores, Portugal”.

O genealogista respondeu:

“Caro João, a citação do Joaquim Beckman é em função do seu casamento com a Joana. Não tenho referências dele nos meus arquivos. Veja que a data é de 1760 mais ou menos e , assim sendo, você poderia pesquisar na Igreja Católica da cidade de Macapá, de onde veio a citação.
Entrei no endereço de sua página da Familia Beckman, copiei e vou disseminar.
Vou solicitar ao jornal  ROL – Região On Line, que faça a divulgação para ver se algum dos nossos leitores poderá ajudá-lo.
Grato.
Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

Pedido do Editor

Solicito a quem puder ajudar o leitor de Portugal, inicando ‘fontes’ de pesquisa, que o faça enviando correspondência para jornalrol@gmail.com a/c de Afrânio Mello.




Dia da Árvore no Parque Estadual Carlos Botelho

Alunos da EMEI Paulo Roberto Ortiz de Camargo participam de atividades como trilha monitorada e plantio de mudas nativas


PECB Trilha da Figueira- Credito WWf-Brasil-Adriano GambariniDia 21 de setembro, das 9h às 15h, o Parque Estadual Carlos Botelho (PECB) recebe a EMEI Paulo Roberto Ortiz de Camargo para comemorar o Dia da Árvore, celebrado neste mesmo dia. Por meio de palestras, trilhas e plantio de mudas nativas as crianças serão sensibilizadas sobre a importância da natureza e das florestas. 

Programação
9h – Recepção dos alunos
9h30 – Palestra sobre o PECB e a importância da preservação da biodiversidade
10h30 – Trilha Interpretativa
12h – Intervalo
13h – Visita ao Mini Museu de Zoologia e ao Centro de Exposição Temático
15h – Encerramento da visita

Sobre a UC

O PECB é um importante abrigo da vida silvestre da região sudeste do Estado de São Paulo, protegendo os remanescentes da Mata Atlântica da região.  Seu objetivo é assegurar integral proteção à flora, à fauna e às belezas naturais, além de garantir sua utilização para fins educacionais, recreativos e científicos.

SERVIÇO
Parque Estadual Carlos Botelho
Acesso pela Rodovia SP 139, km 78,5 – Bairro do Abaitinga – São Miguel Arcanjo – SP
Dias e horários de funcionamento: segunda a domingo e feriados, das 8h às 17h
Ingresso: R$ 12,00 (Crianças de até 12 anos, adultos com mais de 60 e pessoas com deficiência também não pagam. Estudantes pagam meia entrada, mediante apresentação de documento)
Telefone: (15) 3379-6031
E-mail: pe.carlosbotelho@fflorestal.sp.gov.br




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as FAMILIAS CORREIA E MORAIS

Afrânio Mello: ATENDIMENTO NÚMEROS 533 E 534.

Cleumar, boa tarde.

A história dos seus ancestrais você tem que ir formando, como todo mundo,

pai,mãe,avós,bisavos, etc…..

Documentos : certidões de nascimento e  de óbito.

Locais : cartórios, igrejas, funerárias, Hospedaria dos Imigrantes de S.Paulo e do Rio.

Assim você vai formando e quando percebe ela já está imensa, tanto para os ascendentes

como para os descendentes.

O que tenho são arquivos de SOBRENOMES e de BRASÕES e estes estou encaminhando para

seu estudo.

Agora, se não tiver os nomes dos seus antepassados mais antigos, não vai encontrá-los nos

arquivos.

Corrêa e ou Correia.………………..  30 páginas com 9 brasões e mais 4 brasões em separado ;

Moraes / Morais / Morales……..  19 páginas com 20 braões e mais 17 brasões em separado.

Você está recebendo abaixo um resumo dos arquivos principais e no caso do Moraes, tem um

em especial, o família MORAES CORREIA.

Divista-se em sua pesquisa e espero que encontre os seus ancestrais.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

clip_image002Morais, Moraes, ignora-se se os deste nome o tiraram do lugar de Morais, em Trás-os-Montes, ou se provêm dos Morales da Espanha.

Os genealogistas atribuem-lhes remotas mas incomprovadas origens, se bem que seja indiscutível que a família já existia em Portugal usando este sobrenome durante a primeira Dinastia.

 

Moraes, sobrenome de origem geográfica. Topônimo de Portugal. Plural de um substantivo moral que devia ter significado «amoreiral». O espanhol tem moral, amoreira, e o sobrenome Morales. O substantivo desapareceu, ficando só o topônimo e o sobrenome. Guérios derivou de Murales, muros (Antenor Nascentes, II, 207). Do espanhol Morales, lugar onde há amoreiras (Anuário Genealógico Latino, IV, 25). O solar desta família é no lugar de Morais, têrmo de Bragança, província de Trás-os-Montes, Portugal. Gonçalo Rodrigues de Morais, senhor de muitos lugares, era descendente dos senhores da cidade de Bragança; em 1217 deu sua ermida de Santa Catarina aos franciscanos, quando foi a Bragança fundar o convento (Anuário Genealógico Latino, I, 67). Ilha da Madeira: o genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, Tomo II, 365]. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, a de Diogo de Morais, n. no Rio, e fal. antes de 1721. Cas. no Rio, em 1695, com Felícia de Abreu Pereira, n. em Lisboa, e fal. no Rio, em 1721 (Rheingantz, II, 619). Antiga e importante família estabelecida em São Paulo, procedente, na metrópole portuguesa, de Rui Martins de Morais, alcaide-mor de Bragança [1321], Senhor de Morais, 3.º Padroeiro do Convento de S. Francisco, que deixou numerosa descendência do seu cas. com Alda Gonçalves Moreira. Foram pais de Ignez Rodrigues de Morais, que do seu cas. com D. Mendo Esteves de Antas, da Casa de Vimioso, descendem os Moraes de Antas, de São Paulo. Deste último casal – Mendo e Ignêz, foi descendente, seu quarto neto, Baltazar de Morais de Antas [Mogadouro – a.1600], que passou para o Brasil, tornando-se tronco de uma das principais famílias de São Paulo.

 

 

clip_image003Moraes Côrrea :Família  estabelecidas no Rio Grande do Norte, que teve dois ramos emigrados para o Piauí, onde deixaram numerosa descendência.

Passaram para o Piauí, vindos de Açu (RN), por volta de 1863, os irmãos Francisco Severiano de Morais Correia Filho e Luiz Antônio de Morais Corrêa. Estabeleceram-se em Amarração, cidade que hoje tem o nome em homenagem a um dos membros desta família: – Luiz Corrêa. O primeiro, Francisco Severiano foi o iniciador da Indústria salineira em Amarração, e passou a domiciliar-se em Parnaíba (PI), onde exerceu o cargo de Intendente de Parnaíba [1899]. Deixou numerosa descendência do seu cas., c.1862, com Maria Cleofas de Miranda e Castro. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – o filho, Jonas de Morais Correia, jornalista, chefe político, Intendente de Parnaíba [PI-1901], Presidente da Assembléia Legislatura do Piauí [1912] e Patrono de uma das Cadeiras da Academia Piauiense de Letras. Com geração do seu cas. com Maria Firmina Ramos; II – o filho, Dr. Luiz de Morais Correia, Político, Jurista, Sociólogo, Jornalista e escritor. Juiz Federal no Ceará. Membro da Academia Cearense de Letras e da Academia Piauiense de Letras; III – o neto, Dr. Oswaldo de Morais Corrêa [1890- ?], Diplomata. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais [SP-1911]. Cônsul de 1ª Classe [1931], Cônsul Geral [1932] e Embaixador do Brasil no Equador; IV – o neto, José de Morais Corrêa, um dos pioneiros da Indústria de beneficiamento da amêndoa do babaçu e da cerca de carnaúba; V – o neto Dr. João Orlando de Morais Correia, médico, Prefeito de Parnaíba [PI-1951]; VI – o neto, Dr. Lauro Andrade Correia, Engenheiro Industrial. Diretor Administrativo de “Moraes S.A.”. Prefeito de Parnaíba [PI-1963]; VII – o neto, Jonas de Morais Correia Filho [21.09.1903, Parnaíba, PI -], filho do item I. Militar, professor e advogado. Engenheiro, pela Escola Militar de Realengo. Contador, pelo I.B.C. Bacharel em Direito, pela Faculdade Direito de Niterói, RJ [1936]. Professor Catedrático de Português (Literatura), no Colégio Militar. Professor Catedrático, na Escola Superior de Comércio. Diretor do Departamento de Educação Primária. Secretário Geral de Educação e Cultura, RJ. Deputado Federal. Membro da Constituinte [1946] e da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. Diretor do Ensino Geral do Colégio Militar. General de Divisão. Mambro da Academia Brasileira de Filologia, do Instotito Geográfico e Histórico Militar do Brasil e dos Institutos Históricos do Rio de Janeiro, Paraná e Sergipe. Cidadão Carioca. Oficial da Ordem do Mérito Militar. Grande Oficial da Ordel El Sol del Perú. Comendador da Ordem Nacional do Mérito, do Paraguai. Com geração do seu cas. com Valmirina Ramos; VIII – o bisneto, Jonas de Morais Correia Neto [22.11.1925, Rio, RJ -], militar. Escola Militar [1945]. Major [10.1955]. Estágio de Instrução no Corpo Químico do Exército dos EE.UU [1948]. Fez o curso da Escola de Comunicação e do Estado Maior do Exército. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Sergipe e da Sociedade Brasileira de Geografia. Agraciado com as Medalhas Imperatriz Leopoldina, Anchieta e Pacificador. O segundo, Luiz Antônio, comerciante, político e proprietário, foi Intendente de Parnaíba [1905]. Deixou geração do seu cas. com Angélica Tavares Silva. Ainda, entre os importantes membros desta família, registra-se Jozias Benedito de Moraes, que deixou geração do seu cas., por volta de 1889, com Joana Rita de Moraes Correia. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – o filho, Ozias de Moraes Correia [11.03.1893, Parnaíba, PI -], homem de negócios. Membro da Federação do Comércio Atacadista do Estado do Piauí e do Conselho Central Diocesano da Sociedade São Vicente de Paula. Com geração do seu cas. com Flora de Moraes Santos; II – o filho, Almyr de Moraes Correia [21.03.1914, Parnaíba, PI -], comerciante, contador, funcionário do Banco do Brasil, em Porto Alegre, RS [1933-35]. Empregado de Moraes Cia., na Parnaíba, PI. Chefe da Seção de Importação [1935-40]. Sócio-Fundador da Moraes & Cia. Ltda., em São Luiz, MA [1947]. Diretor da Associação Comercial do Maranhão.

 

 

imageCorreia ou Corrêa, grande e ilustre linhagem portuguesa, a sua genealogia pode traçar-se documentalmente desde épocas bastante remotas.

A ela pertenceu Dom Frei Paio Peres Correia, que foi mestre da Calatrava. É de admitir que o seu nome nascesse das armas que se sabe que usavam desde pelo menos a segunda metade do século XIII. O ramo dos Correias que conservou o senhorio do couto de Farelães – e que, pôr isso mesmo, eram designados pôr Correias de Farelães – aliou-se à linhagem dos Aguiares e comemorou tal ligação heraldicamente, tendo passado a usar outras armas.

Outro ramo (Belas) veio ligar-se com os Atouguias pelo casamento e, desse modo, a herdar o senhorio de Belas, pelo que passou a usar as armas daquela linhagem, com o timbre da sua. Antônio Correia, a quem fazem derivar dos Correias de Farelães, distinguiu-se muito na Índia, durante o governo de Diogo Lopes de Sequeira e foi capitão-mor de uma frota contra o Rei de Bahrem ou Bérem, a quem venceu. Pôr tal razão lhe deu o Rei Dom João III pôr carta de 14 de Janeiro de 1540 um «acrescentamento» honroso de armas.

Este Antônio Correia deixou progênie, tanto em Portugal como na Índia, tendo o primeiro ramo adotado a designação de Correia de Barém. O segundo, talvez proveniente de uma filha natural, permaneceu no reino de Ormuz, ai dando origem a uma ilustre família que readaptou a religião maometana e se mestiçou com uma família principesca dos Emirados Árabes Unidos, que não esqueceu as origens portuguesas, usando à européia as armas daquele seu antecessor.

Subsistem na atualidade algumas famílias que mantêm o uso da grafia antiga, Corrêa. Na impossibilidade de sabermos em rigor quem assim assina ou está registado, pôr uma questão de uniformização adotamos aqui a grafia moderna, isto é , Correia.

De correia, subst. com. Leite Vasconcelos, considera de origem geográfica (Antenor Nascentes, II,81). Portugal: Sobre a origem genealógica desta família, escreveu o dicionarista português Pinho Leal, em sua obra Portugal Antigo e Moderno – Diccionario, datado de 1874: Principia em D. Payo Ramires, rico-homem de D. Affonso VI, de Castella, cavalleiro portuguez, do qual foi filho D. Sancho Paes Correia, casado com D. Urraca Hueres, dos quaes foi filho D. Payo Soares Correia que casou com D. Gontinha Godins, de cujo matrimôniohouve dois filhos. Por morte de sua mulher, casou D. Payo Soares com D. Maria Gomes da Silva, de quem teve Pedro Paes Correia, que casou com D. Dordia Paes de Aguiar, e ao inclyto D. Payo Peres Correia (cognominado o Josué Portuguez, por fazer parar o sol, em uma batalha contra os mouros algarvios) mestre da Ordem de S. Thiago, valoroso general portuguez e fronteiro-mor do Algarve [Pinho Leal – Diccionário, II, 163]. Em Portugal, procede de Paio Ramiro, cavaleiro português, rico-homem, que passou àquele país com o conde D. Henrique em 1089. Entre os seus descendentes, registra-se seu terceiro neto D. Paio Corrêa, mestre da ordem de Santiago em toda a Espanha (Sanches Baena, II,52). Espanha: Família originária da vila de Salceda, comarca de Túy, prov. de Pontevedra, na Galiza, Espanha(Anuário Genealógico Latino, I, 36; Carrafa, XXVII, 196). Ilha da Graciosa: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha Graciosa, escreveu no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VII –Das Ilhas de S. Jorge, e Graciosa, Capítulo VIII – Da nobreza, & qualidade dos primeiros Donatarios, Sodrès, Barretos, Correas, Cunhas, Perestrellos, Furtados, Mendonças, & outros Povoadores da Ilha Graciosa [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VII, Ilha da Graciosa]. Ilha da São Miguel: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha de São Miguel, escreveu no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro V – Da fatal Ilha de S. Miguel, Capítulo XVII – De alguns homes famosos, & familias que vierão povoar a Ilha de São Miguel; Título III – Dos Gagos, Raposos, Pontes, Bicudos, Correas, Pachecos[Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro V, Ilha de São Miguel]. O genealogista português Gaspar Fructuoso, em sua História Genealógica de Sam Miguel [Saudadas da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta família, em seu Capítulo XVI –Dos Furtados e Correas, Nobres Fidalgos, Tambem Povoadores d´esta Ilha de Sam Miguel [Gaspar Fructuoso- Saudades da Terra, 138]. Galiza: o genealogista Frei José S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra Linajes y Blasones de Galicia, dedica-se ao estudo desta família –Correa [Pozo – Linajes de Galicia]. Brasil: Numerosas foram as famílias, que passaram com este sobrenome para diversas partes do Brasil, em várias ocasiões. Não se pode considerar que todos os Corrêas existentes no Brasil, mesmo procedentes de Portugal, sejam parentes, porque são inúmeras as famílias que adotaram este sobrenome pela simples razão de ser de origem geográfica (do lugar de Corrêa), ou de uma alcunha. O mesmo se aplica no campo da heráldica. Jamais se pode considerar que uma Carta de Brasão de Armas de um antigo Corrêa se estenda a todos aqueles que apresentam este mesmo sobrenome, porque não possuem a mesma origem. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, encontra-se a família do cap. João Antônio Correia [c.1592 – RJ], filho de Antônio Correia, que deixou descendência, a partir de 1622, com Ana de Azeredo [c.1602 – 1675, RJ] (Rheingantz, I,379). Rheingantz registra mais 125 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro. Em São Paulo, entre as mais antigas, cabe registrar a família de Geraldo Corrêa, nat. de Braga, que, em 1595, já residia em S. Paulo, onde deixou geração de seu cas. com Maria Soares. Fal. em 1668 (AM, Piratininga, 41). Ainda, em São Paulo, com ramificações na Colônia do Sacramento, registram-se a família Félix Corrêa (v.s.) e a família de Sebastião Fernandes Corrêa, natural de Santa Eulália. 1º Provedor Proprietário e Contador da fazenda Real da Capitania de São Vicente e de São Paulo. Deixou numerosa descendência do seu cas., c.1618, com Ana Ribeiro, filha de Sebastião de Freitas, patriarca desta família Freitas (v.s.), de São Paulo Na Bahia, entre outras, registra-se a família de Pedro Vaz Correia, que mereceu do rei distintas mercês, pelos serviços prestados na Índia. Deixou geração de seu casamento com Felipa de Santiago, filha de Tomé Fernandes Baião, patriarca desta família Baião (v.s.), na Bahia (Jaboatão, 868). No Maranhão, entre as mais antigas, encontra-se a de Agostinho Corrêa, um dos «povoadores de S. Luiz», que foi Governador e Capitão General do Estado do Maranhão (1656), e que deixou descendência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

From: cleumar moraes correia

Sent: Sunday, August 23, 2015 11:42 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: historia do nome..

 

 Olá gostaria de conhecer a história de meus ancestrais se puder me ajudar, desde já agradece.
Cleumar Moraes Correia

Advogado / OAB 42.736




Projeto exibe filmes com Robin Williams em Itapetininga

Sessão desta segunda-feira apresenta ‘Sociedade dos Poetas Mortos’. Longas serão exibidos no auditório Abílio Victor; entrada é livre e gratuita

Publicado pela TV Tem

Robin Williams em Sociedade dos poetas mortos (Foto: Reprodução/IMDB)Robin Williams em Sociedade dos poetas mortos (Foto: Reprodução/IMDB)

O projeto Cine Janelas exibirá três filmes com o ator Robin Williams durante sessões nesta semana em Itapetininga (SP). O primeiro deles é o longa-metragem “Sociedade dos poetas mortos”, que será exibido nesta segunda-feira (31), às 20h. A ação pretende homenagear o artista falecido há pouco mais de um ano. Todas as apresentações ocorrerão no auditório Abílio Victor. A entrada é livre e gratuita.

Os filmes “Gênio Indomável” e “Amor além da vida” também serão exibidos. As próximas sessões ocorrerão na quarta-feira (2) e na sexta-feira (4) respectivamente.

Os interessados devem comparecer ao Auditório Abílio Victor, que se encontra na área central da cidade. Outras informações podem ser obtidas pelo (15) 3272-3401.




Fatec de Itapetininga – SP retifica um dos cinco Processos Seletivos para docentes

Fatec de Itapetininga - SP retifica um dos cinco Processos Seletivos para docentesA Faculdade de Tecnologia “Prof. Antônio Belizandro Barbosa Rezende”, de Itapetininga – SP, anunciou a retificação de um dos cinco Processos Seletivos destinados a contratação de Professores cuja remuneração por hora-aula é de R$ 29,00

 

 

O edital modifica o prazo de inscrição da seleção 131/03/2015, para 31 de agosto de 2015 a 14 de setembro de 2015.

As inscrições devem ser realizadas na Secretaria Acadêmica da Fatec de Itapetininga, situada na Rua João Vieira de Camargo, nº 104, Vila Barth, das 8h às 18h, em dias úteis.

Os pedidos de participação das seletivas 131/01, 131/02, 31/04 e 131/05/2015, ocorre até 8 de setembro de 2015.

Há oportunidades para as áreas de Automação (1), Projeto do Produto II (1), Português (1), Comunicação e Expressão (1), Comunicação e Expressão I (1), vinculadas aos cursos superiores de tecnologia em Gestão da Produção Industrial, Agronegócio, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Comércio Exterior, como consta nos editais 131/01, 131/02, 131/03, 131/04 e 131/05/2015, respectivamente.

São aptos a participarem destes certames, profissionais que possuem graduação, especialização, mestrado ou doutorado na área objeto do concurso, além de experiência, exigida em alguns casos.

Para classificar os participantes serão aplicadas Análise de Memorial Circunstanciado, cujo resultado final será válido por um ano, podendo ser prorrogado por igual período.

Mais informações podem ser obtidas nos editais disponíveis em nosso site




Artigo de Guaçu Piteri: 'Transparência, abre as asas sobre nós'

Guaçu Piteri
Guaçu Piteri

Transparência, abra as asas sobre nós

by Guaçu Piteri

Fernando Gabeira*

Num dos fronts mais intensos no Brasil de hoje se trava uma luta entre a transparência e o segredo. No petrolão, na CBF e, sobretudo, no BNDES e algumas outras escaramuças.

Lula é um general do segredo e o PT, seu exército fiel. Só assim se pode interpretar a alegria coletiva que ele e o partido demonstraram, em Salvador, com a demissão de 400 jornalistas.Na história da esquerda no Brasil, mesmo antes do PT, os jornalistas sempre foram considerados trabalhadores intelectuais. Não estavam no mesmo patamar mítico do trabalhador de macacão, e eram respeitados. Um Partido dos Trabalhadores celebrando a demissão de trabalhadores é algo que jamais imaginei na trajetória da esquerda.Lula afirma que os jornais mentem, e parecia feliz com o impacto da crise, criada pelo governo petista, num momento da história da imprensa em que a revolução digital leva à necessidade de múltiplas plataformas. O argumento de que os jornais mentem não justifica, num universo de esquerda, festejar demissões de jornalistas. Por acaso Prestes achava que a imprensa dizia a verdade? Não creio que Prestes e o Partido Comunista fossem capazes de festejar demissões de jornalistas. O mais provável é que se solidarizassem com eles, independentemente de seu perfil político.

Gastando fortunas em hotéis de luxo, viajando em jatinhos de empreiteiras e ganhando fábulas por uma simples palestra, Lula perdeu o contato com a realidade. E a plateia do PT tende a concordar e rir com suas tiradas. Deixaram o mundo onde somos trabalhadores e mergulharam do mundo do nós contra eles, um espaço onde é preciso mentir e guardar segredos diante que algo arrasador: a transparência.

A batalha teve outro front surpreendente, desta vez no Itamaraty. O ministro diretor do Departamento de Comunicações e Documentação (DCD), João Pedro Corrêa Costa, tentou dar um drible na Lei de Acesso à Informação e proteger por mais alguns anos os documentos sobre BNDES, Lula e Odebrecht. Felizmente. o ministro fracassou. Mas no seu gesto revelou um viés partidário, até uma contradição com a lei.

Nos 16 anos de Parlamento, passei 15 e meio na oposição. O Itamaraty sempre me tratou de forma imparcial e gentil, independentemente da intensidade momentânea dos embates políticos. Agia como um órgão de Estado, e não de governo. Como as Forças Armadas, a julgar pela experiência que tive com elas.

O Itamaraty é produto de uma longa história se olharmos bem para trás, como fez Richard Sennett. Observando um quadro pintado em 1553, Sennett descreve como o surgimento da profissão de diplomata foi um avanço na História. Ele observa que com o surgimento da diplomacia se impõem novas formas de sociabilidade, fundadas não mais em código de honra ou vingança. No seu lugar entra uma espécie de sabedoria relacional baseada nos códigos de cortesia política.

No Congresso do PT em Salvador e no Itamaraty as forças do segredo travavam batalhas distantes no espaço, mas próximas no objetivo: esconder as relações de Lula com as empreiteiras e o BNDES. Não estão unidos apenas no objetivo, mas na negação dos seus princípios. Um diplomata tentando contornar a lei para proteger um grupo político, um Partido dos Trabalhadores festejando demissões em massa, tudo isso é sinal de uma época chocante, mas também reveladora.

A batalha da transparência contra o segredo estendeu-se à cultura. Venceu a transparência com a decisão do Supremo de liberar as biografias. E venceu num placar de fazer inveja à seleção alemã: 9 a 0.

Não canso de dizer como admiro alguns artistas que defenderam o segredo. Mas embarcaram numa canoa furada. E não foi somente a transparência que ganhou. A cultura ganhou novas possibilidades. Com a liberação de livros e documentários sobre brasileiros, uma nova onda produtiva pode enriquecer o debate.

Se examinamos o comportamento do BNDES e da própria Odebrecht, constatamos que têm argumentos para defender suas operações. Por que resistir tanto à transparência, como o governo resistiu até agora? E, sobretudo, por que ainda manter alguns documentos em sigilo?

Há muita coisa estranha acontecendo no Brasil. Todos se chocaram quando se constatou o tamanho do assalto à Petrobrás. Os corruptos da Venezuela, roubando dinheiro da PDVSA, a empresa de petróleo de lá, estavam lavando dinheiro no Brasil. A julgar pelo volume de dinheiro, o assalto por lá foi tão grande quanto o daqui.

O ministro do Itamaraty que quis ocultar documentos será esquecido logo. Lula, no entanto, já passa algumas dificuldades para explicar sua relação com as empreiteiras. E quanto mais se complica, mais estimula as centenas de pesquisadores, acadêmicos, escritores e cineastas que querem mostrar a História recente do País.

A batalha pela transparência nunca será ganha de uma só vez. De qualquer forma, a lei de acesso e a liberdade para as biografias são dois instrumentos.

Mesmo as pessoas mais indiferentes à roubalheira gostam de saber o que se está passando no País. Existe nelas, como em quase todos, aquela necessidade de mostrar que, apesar de sua calma, não são ingênuas.

Lula e o PT comemoram demissões nos jornais como se fossem as únicas plataformas críticas. A internet dá aos petistas, por meio dos robôs e compartilhamento entre militantes, uma falsa sensação de alívio. Na verdade, o avanço tecnológico apenas ampliou o alcance dos jornais. E encurtou o espaço da mentira. Como dizia um personagem de Beckett, não se passa um dia sem que algo seja acrescido ao nosso saber. E acrescenta: desde que suportemos as dores.

As dores da transparência são mais suportáveis que os males do segredo, tramas de gabinete, truques contábeis, roubalheira no escuro, conchavos nos corredores. Com a mesma alegria com que hoje festejam nossas demissões, celebraremos o dia em que forem varridos do poder.

*Fernando Gabeira é jornalista

 Agradeço à professora Sandra Petroncare pelo envio deste texto



15º edição do maior congresso de iniciação científica do país será realizado na UNAERP, em Ribeirão Preto (SP)

CONIC-SEMESP recebe inscrições até 28 de agosto

 

O Semesp – Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior receberá inscrições até o próximo dia 28 de agosto para a 15º edição do CONIC-SEMESP – Congresso Nacional de Iniciação Científica, que este ano será realizado na Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP), nos dias 27 e 28 de novembro.

 

“O objetivo dessa iniciativa é identificar talentos, estimular a produção de conteúdo científico com potencial para ser viabilizado como projetos de aplicação na prática e favorecer a criatividade e a geração de conhecimentos. Por isso premiamos e incentivamos o desenvolvimento intelectual contínuo dos alunos, a pesquisa, a arte e a cultura, buscando facilitar o contato com o que há de mais novo no mercado”, diz Rodrigo Capelato, diretor-executivo do Semesp.

 

A edição deste ano do CONIC-SEMESP definiu como tema do evento o “Ano Internacional da Luz”, uma iniciativa mundial que vai destacar a importância da luz e das tecnologias ópticas na vida dos cidadãos, assim como no futuro e no desenvolvimento das sociedades de todo o mundo.

 

Como participar

 

Podem inscrever trabalhos no CONIC-SEMESP alunos brasileiros ou estrangeiros regularmente matriculados em um curso de graduação de instituições privadas ou públicas no país, em 2015, e como orientadores, professores com grau mínimo de mestrado, brasileiros ou estrangeiros. As áreas habilitadas para receber os trabalhos de iniciação científica são: Ciências Biológicas e Saúde; Ciências Exatas e da Terra; Ciências Humanas e Sociais; Ciências Sociais Aplicadas e Engenharias e Arquitetura.

 

Além dos prêmios para os melhores trabalhos das cinco áreas do conhecimento, nas categorias “Concluído” e “Em Andamento”, e o Prêmio Especial para o melhor trabalho “Concluído”, o Congresso contará novamente com o Prêmio de Incentivo à Preservação Ambiental. O regulamento completo do Congresso pode ser acessado neste link: http://semesp1.tempsite.ws/semesp_beta/conic-semesp/regulamento/

 

 

Confira os depoimentos dos vencedores do 14º Conic

 

Evandro Felicio de Carvalho é estudante do curso de Educação Física da Universidade da Cidade de São Paulo (UNICID) e vencedor na categoria “concluído”, na área de Ciências Biológicas e Saúde, com o trabalho “Coordenação motora de segunda infância: possíveis relações com o uso de aparelhos eletrônicos” – “Participar do 14º Conic me trouxe muitos frutos, dentre eles, foi a honra que tive em ser premiado. Independente da premiação, gostaria de ressaltar a importância do congresso como um todo, pois tive a oportunidade de expor meu estudo e conhecimentos adquiridos durante todo esse processo de desenvolvimento do trabalho, além da troca de informações e conhecimento com os demais participantes das diferentes áreas e trabalhos ali expostos. Experiência essa que considero de suma importância, onde nos possibilita a abrangência do conhecimento e oportunidade de desenvolvimento acadêmico. Também me trouxe maior visibilidade e reconhecimento ainda maior do Grupo de Estudos da Universidade (GECOM), no qual participo. Gostaria de agradecer e parabenizar aos organizadores do Conic-Semesp, que nos trataram desde o princípio com muita credibilidade e nos permitiram essa experiência ímpar. E desejo boa sorte aos participantes do 15º Conic”.

 

Sandro Marcos Campos é estudante de Pedagogia das Faculdades Integradas de Fernandópolis (FIFE) e vencedor na categoria “em andamento”, na área de Ciências Exatas e da Terra com o trabalho  Utilização de Interface Natural de Usuário Apoiada em Sensores de Jogos Eletrônicos como Ferramenta Educacional “Ter participado do 14º Conic foi extremamente importante para o desenvolvimento pessoal, mais que o prêmio, a troca de experiência com outros participantes e a possibilidade de adquirir novos conhecimentos é uma oportunidade ímpar. O projeto foi atualizado para atender as necessidades de cada área educacional, e estamos preparando para o ano de 2016, ano em que concluímos nossa formação, uma nova pesquisa desta vez focada na área de saúde, baseada também em Interface Natural do Usuário. Aos concorrentes deste ano desejo boa sorte e digo a todos que a pesquisa científica é um dos caminhos para a melhoria de vida de todas as pessoas. Conhecimento nunca é demais e compartilhar o conhecimento é o grande sentido de seguirmos em frente”. FOTO ANEXA / Divulgação Semesp

 

Leandro Rogério Golart é estudante de Arquitetura e Urbanismo da União das Faculdades dos Grandes Lagos (Unilago) – vencedor da categoria “em andamento” da área de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo com o trabalhoInfluência da arborização urbana no microclima de duas áreas no município de São José do Rio Preto – SP”: “O 14º Conic mudou minha vida, com certeza, pois concorrer com grandes trabalhos e mesmo assim conseguir o mérito de ser o primeiro colocado na categoria foi muito gratificante. O trabalho é uma pesquisa que permite ser repetida anualmente com diferentes turmas do curso. Essa sempre foi a intenção. Essa experiência fez eu ser aprovado em uma faculdade federal nesse ano de 2015. Acredito que o trabalho e o prêmio fez com que eu acreditasse em mim mesmo para conseguir essa vaga. O trabalho e o prêmio irão me ajudar, com certeza, em possível estágio, ou bolsa, para estudar fora do país, pois esse é o meu objetivo. Sobre os novos concorrentes para o 15° Conic, tenho a dizer a eles que vale muito a pena, é uma experiência profissional e acadêmica muito importante na vida do estudante, principalmente para os que desejam seguir no ramo acadêmico (assim como eu).” FOTO ANEXA / Divulgação Semesp

 

Serviço

 

15º CONIC-SEMESP

UNAERP – Universidade de Ribeirão Preto

Av. Costabile Romano, 2.201 – Ribeirânia – Ribeirão Preto – SP

Inscrições: De 13 de julho a 28 de agosto – Acesse: http://www.conic-semesp.org.br/

Data do evento: 27 e 28 de novembro de 2015

Informações: conic@semesp.org.br ou pelo telefone: (11) 2069-4416

 

 

Sobre o Conic

 

O Congresso Nacional de Iniciação Científica é realizado desde 2001 e tem como objetivo identificar talentos, estimular a produção de conteúdo científico além de viabilizar na prática os projetos apresentados pelos alunos, por meio do exercício da criatividade e de conhecimentos adquiridos. Na edição de 2014, o CONIC-SEMESP recebeu número recorde de inscrições: 2.004 trabalhos contra 1.887 em 2013 e 1.845 em 2012. Desses, 1.718 foram aprovados para participação efetiva no Congresso. Os trabalhos foram produzidos por 2.914 alunos pesquisadores (autores) e orientados por 1.217 professores de 240 instituições de ensino superior de todas as regiões do país. Os trabalhos foram divididos em cinco áreas do conhecimento: Ciências Biológicas e da Saúde (685), Ciências Exatas e da Terra (179), Ciências Humanas e Sociais (429), Ciências Sociais Aplicadas (209) e Engenharias e Tecnologias (216).

Sobre o Semesp

Fundado em 1979, o Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo – Semesp congrega cerca de 200 mantenedoras no Estado de São Paulo e no Brasil. Tem como objetivo preservar, proteger e defender o segmento privado de educação superior, bem como prestar serviços de orientação especializada aos seus associados. Periodicamente, realiza uma série de eventos, visando promover a interação entre mantenedoras e profissionais ligados à educação. Dentre eles, destacam-se o Fórum Nacional: Ensino Superior Particular Brasileiro, o Congresso Nacional de Iniciação Científica e as Jornadas Regionais pelo Interior de São Paulo. Para saber mais, acesse www.semesp.org.br/portal/ ou www.facebook.com/semesp.