Artigo de Celso Lungaretti: 'A recessão já era uma certeza para 2016, m\z agora a embromação corretá solta…'

“A CULPA É DA CHINA!”. ME ENGANA QUE EU GOSTO…

Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia

Está na Folha de S. Paulo desta 3ª feira, 25

Em mais um dia de fortes turbulências na China, o Palácio do Planalto considerou preocupantes os efeitos da piora do cenário externo sobre o Brasil porque vão dificultar ainda mais a recuperação da economia brasileira neste ano e no próximo.

O receio da equipe presidencial é que uma desaceleração chinesa acentue a retração da economia brasileira em 2015 e gere risco real de o país continuar em recessão em 2016, algo que o governo vinha descartando.

Uma gracinha, não? Eis que cai do céu uma desculpa para a recessão que inevitavelmente ocorreria também em 2016. A culpa é da China!, dirá a Dilma. Como, aliás, já está dizendo:

Até eu voltar [da reunião] dos Brics [em julho], estava achando que [a crise econômica no exterior] era superável. Só não contava com essa queda sistemática. Estava achando que era superável por tudo que eu sabia. Ia ter dificuldade, mas não ia ter uma situação muito difícil. A partir de hoje, não sei. Ninguém sabe.

Ou seja, desse “tudo” que ela, como presidenta, “estava achando” em julho, ficou de fora a avaliação do FMI na sua reunião de abril, sobre a qual eu escrevi no dia 23/04:

O Fundo Monetário Internacional, no seu encontro da semana passada, colocou os pingos nos ii: o PIB brasileiro deverá ter evolução negativa em 2015 (-1%) e baixo crescimento no restante da década: 0,9% em 2016, 2,2% em 2017, 2,3% em 2018, 2,4% em 2019 e 2,5% em 2020.

Segundo as previsões do FMI, que costumam dar certo ou chegarem perto disto, a tendência é de que não atinjamos, na atual década, nem sequer metade do crescimento alcançado na década passada, que foi de 3,6% ao ano.

A recessão será brava em 2015 e 2016, com os quatro anos seguintes trazendo algum alívio, mas ainda nos deixando bem longe dos cenários comparativamente auspiciosos da década anterior.

Conclusão óbvia: se em julho a Dilma não levava em conta um quadro negativo que o FMI escancara três meses antes, é melhor colocarmos as barbas de molho. Pode ser que tenhamos uma Edward John Smith (o comandante do Titanic) na Presidência. E o iceberg está cada vez mais próximo…

Mais: na 2ª feira da semana passada, sete dias antes do crack da bolsa chinesa, O Estado de S. Paulo informava que analistas agora projetam dois anos de recessão na economia. Eis os parágrafos iniciais:

Pela primeira vez no Relatório de Mercado Focus, analistas do setor privado estimam queda da atividade também em 2016. Além disso, os analistas mais pessimistas também renovaram suas apostas para baixo no caso da inflação e dólar. A estimativa mais negativa agora mostra uma inflação na casa de dois dígitos em 2015 e o dólar em R$ 4, também pela primeira vez no relatório.

De acordo com o documento divulgado pelo Banco Central, a mediana das previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) do ano que vem passou de 0% da semana passada para um recuo de 0,15%. Há quatro semanas, a taxa vista era de alta de 0,33% para esse indicador.

Para este ano, a deterioração das previsões do mercado financeiro para a atividade no País também está cada vez mais forte. De acordo com o boletim Focus, as projeções para o PIB de 2015 foram revisadas de uma queda de 1,97% para uma baixa de 2,01% agora. Há um mês, a previsão estava negativa em 1,70%.

Ou seja, as perspectivas já eram bem ruins em abril e pioraram ainda mais nos meses seguintes, de forma que, com ou sem crack na China, Deus e o mundo já sabiam que a continuidade da recessão era uma certeza para 2016. Menos a Dilma, que agora tem um ótimo pretexto para jogar a culpa dos seus fracassos nos cenários externos, como sempre faz.

 

 

ALVÍSSARAS! GOVERNO PRETENDE EXTINGUIR MINISTÉRIOS.

Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia

Governo anuncia a extinção, até setembro, de 10 dos atuais 39 ministérios, que nos colocam no terceiro lugar mundial, entre as nações com mais Pastas.

Apoio, aplaudo e aguardo ansioso o anúncio do fim de outros 10. E de mais 10, para dar sorte.

Pois, descartada a utilização espúria como cabides de empregos, moedas de troca política, gazua para arrombar os cofres públicos e centro de planejamento e execução de maracutaias, até as pedras sabem que as Pastas realmente necessárias são estas:

Cultura

Defesa

Economia

Educação

Interior

Justiça

Relações Exteriores

Saúde

Trabalho
As demais poderiam ser por elas absorvidas ou, simplesmente, ser deletadas, sem deixarem nenhuma saudade.

O marechal Deodoro da Fonseca governou com apenas oito ministérios, mas seus sucessores os fizeram brotar como cogumelos (e tão venenosos como os piores deles!).

Para nos atermos ao passado recente, Tancredo Neves pretendia contar com 23 ministros, Sarney elevou o número para 31, Collor operou com 30 nomes no primeiro escalão (17 ministérios e 13 secretarias ligadas à Presidência), FHC aumentou para 34 e Lula para 38.

Um ótimo exemplo nos é dado pelos hermanos da Argentina: só 10 ministros e três secretários com status ministerial.

Já os EUA, que os brasileiros adoramos macaquear, têm 15 ministros. Por que não imitá-los também quanto a isto?

Se Dilma se limitar a reduzir o número para 29, ficaremos com quase o dobro dos EUA, o que será um despropósito, levando-se em conta o quanto diferem, em termos de complexidade de atuação, os respectivos governos.

Enfim, será um primeiro passo na direção correta, e isto deve ser reconhecido.

Mas, muito aquém do necessário, se ficar só nisso.

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DITADORES NÃO MERECEM LÁGRIMAS

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O GRANDE CAPITAL ATIRA UMA BOIA PARA DILMA. ELA MERECE SER SALVA?

NOS QUARTÉIS LHES ENSINAM ANTIGAS LIÇÕES”. E TAMBÉM NAS ESCOLAS?!




Dica cultural em Itapetininga: o filme Kauwboy, no SESI

O SESI de Itapetininga apresenta na próxima sexta-feira dia 28,  às 14 h o filme ‘Kauwboy’

imagem do filme KauwboyTrata-se de uma emocionante história de um menino de 10 anos que tem uma família complicada.
Seu pai sofre com mudanças de humor e não permite plantas nem animais na casa.
Certo dia o menino encontra um pequeno pássaro  e leva o animal, sem que ninguém saiba.
Ele começa a desenvolver uma amizade especial com a gralha e sonha em apresentá-la para os familiares, buscando uma aproximação com seu pai.
Entrada gratuita
Evento livre para todos os públicos
(HR)



Fatec de Itapetininga – SP abre cinco Processos Seletivos para docentes

Por meio de cinco Processos Seletivos, a Faculdade de Tecnologia “Prof. Antônio Belizandro Barbosa Rezende”, de Itapetininga – SP, vai contratar Professores cuja remuneração por hora-aula é de R$ 29,00

Fatec de Itapetininga - SP abre cinco Processos Seletivos para docentes 

Há oportunidades para as áreas de Automação (1), Projeto do Produto II (1), Português (1), Comunicação e Expressão (1), Comunicação e Expressão I (1), vinculadas aos cursos superiores de tecnologia em Gestão da Produção Industrial, Agronegócio, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Comércio Exterior, como consta nos editais 131/01, 131/02, 131/03, 131/04 e 131/05/2015, respectivamente.

São aptos a participarem destes certames, profissionais que possuem graduação, especialização, mestrado ou doutorado na área objeto do concurso, além de experiência, exigida em alguns casos.

As inscrições devem ser realizadas na Secretaria Acadêmica da Fatec de Itapetininga, situada na Rua João Vieira de Camargo, nº 104, Vila Barth, das 8h às 18h, em dias úteis. Os pedidos de participação serão recebidos de 25 de agosto de 2015 a 8 de setembro de 2015 para as seleções 131/01, 131/02, 31/04 e 131/05/2015; e até 3 de setembro de 2015 para a seletiva 131/03/2015.

Para classificar os participantes serão aplicadas Análise de Memorial Circunstanciado, cujo resultado final será válido por um ano, podendo ser prorrogado por igual período.

Mais informações podem ser obtidas nos editais disponíveis em nosso site.




Governo de SP negocia com operadoras a entrega de serviços aos cidadãos por meio de smartphones

A iniciativa faz parte das ações do projeto Poupatempo 2ª Geração que têm como objetivos melhorar a prestação de serviços e reduzir custos

Poupatempo - e-poupatempo - crédito Paulo MarquesO Governo do Estado de São Paulo está negociando com as principais operadoras – Vivo, Claro, TIM e Oi – um contrato para a entrega de serviços do Poupatempo por dispositivos móveis, com a conta do uso de dados paga pelo governo.

A iniciativa faz parte do Poupatempo de 2ª Geração, que agrega atendimento eletrônico como o SP Serviços, aplicativo que já permite ao cidadão agendar pelo celular um atendimento no Poupatempo. O SP Serviços tem mais de 20 aplicativos de diversas áreas do governo.

Com o acordo em negociação, o usuário não terá custos para fazer consultas ou agendamento no Popupatempo a partir do seu smartphone, mesmo que não esteja usando uma rede Wi-Fi aberta.

Quando usar um dispositivo móvel para agendar um serviço presencial no Poupatempo, receber informações sobre a documentação necessária para tirar a primeira via ou renovar seu RG ou CNH, por exemplo, a operadora vai identificar que se trata de um serviço do governo e o usuário não será tarifado.

Para isso, a Coordenadoria de TI da Subsecretaria de Tecnologia e Serviços ao Cidadão está negociando com as operadoras uma tarifa para a cobrança reversa e a Secretaria Jurídica do governo está elaborando um modelo de contrato por adesão. “As operadoras interessadas aderem ao modelo, a um preço fixo, mais baixo do que o praticado no mercado para o uso de dados”, explica Aldo Garda, coordenador de TI da Subsecretaria.

O Poupatempo 2ª Geração prevê a oferta de serviços eletrônicos, tanto por meio da internet como de smartphones – esses aparelhos já representam mais de 50% dos celulares com capacidade para 3G no país e dispõem de soluções para o acesso à internet por uma rede WiFi aberta. “Queremos atingir todos os públicos e o smartphone é um meio para isso”, comenta Garda.

Ele destaca como outra vantagem a economia de custos para o governo em relação ao atual teleatendimento pelo serviço Disque Poupatempo. Hoje a média de atendimentos pelo sistema é de 265 mil ligações por mês. Cada ligação dura em média 7 minutos, gerando um custo alto de telefonia para o governo.

Com o uso de dados, o usuário poderá agendar o serviço no Poupatempo e receber a relação de documentos em seu email. Também receberá uma mensagem, um dia antes da data agendada, lembrando o compromisso e a documentação necessária.

Serviços de voz
Outra inovação do Poupatempo 2ª Geração é a opção de serviços por comando de voz no atendimento eletrônico. A coordenaria de TI avalia se o serviço será prestado por meio de uma unidade de resposta audível (URA) ou por reconhecimento de voz. “Queremos reduzir custos sem deteriorar o serviço ao cidadão”, diz Garda.

Paralelamente, está em desenvolvimento um toten (que funcionará nos moldes de um caixa eletrônico bancário). No equipamento, que será instalado em órgãos como Metrô, CPTM e postos de saúde, o cidadão poderá realizar alguns dos serviços oferecidos pelo Poupatempo sem a necessidade de se deslocar até um posto.

“A meta do governo com essas inciativas é reduzir, em dois anos, o volume de atendimento presencial nos postos”, informa Garda. Hoje, as 66 unidades do Poupatempo em funcionamento na Capital e em cidades do interior do Estado, atendem mensalmente uma média de 3,7 milhões de pessoas.

Programa Poupatempo
O Poupatempo é um programa do Governo do Estado, executado pela Diretoria de Serviços ao Cidadão da Prodesp – Tecnologia da Informação, que, desde a inauguração do primeiro posto, em 1997, já prestou mais de 453 milhões de atendimentos. Atualmente conta com 66 unidades instaladas na capital, Grande São Paulo, interior e litoral, além de seis postos móveis. Em 2015, foi eleito o melhor serviço público, em pesquisa divulgada pelo Datafolha.




Genealogia: registros históricos do IHGGI

Registros históricos referentes ao dia 25 de agosto que constam do arquivo do genealogista José Luiz Nogueira

Bom dia.
Saúde para todos.
Hoje é dia 25 de agosto de 2015.
É o 237.º dia do ano no calendário gregoriano (238.º em anos bissextos). Faltam 128 dias para acabar o ano.
  • 1609 – Em 25 de agosto de 1609, Galileu Galilei apresentava ao mundo otelescópio, sua mais nova invenção. Apesar de a data passar despercebida para muitos, trata-se de um dos mais importantes avanços tecnológicos da história. O astrônomo italiano foi a primeira pessoa a observar a Lua através de um telescópio.
  • 1825 – O Uruguai se proclama independente do Império do Brasil.
  • 1958 – É lançado o macarrão instantâneo (miojo) pela japonesa Nissin.
  • 1978 – Vaticano expõe pela primeira vez o Santo Sudário, mortalha que teria coberto o corpo de Jesus Cristo. Foram feitas 3 réplicas para conhecimento público. No Brasil tem uma que está em Itapetininga.

Feriados e eventos cíclicos

Santos do dia

Dia do Soldado e Dia de Duque de Caxias
Dia do Soldado Imagem 1
O Dia do Soldado foi instituído em homenagem a Luís Alves de Lima e Silva, conhecido como Duque de Caxias, Patrono do Exército Brasileiro, nascido em 25 de agosto de 1803. Ele foi um grande herói militar; graças às suas qualidades, tornou-se o símbolo do herói brasileiro.

No dia 6 de janeiro de 1833, o major Luís Alves se casou com Ana Luísa de Loreto Carneiro Viana, de 16 anos.

A cerimônia foi realizada no Rio de Janeiro, num Dia de Reis, sem o consentimento dos pais da noiva. Inicialmente, a mãe de Ana não aprovou a união, pois Luís Alves não vinha de família nobre e era 14 anos mais velho que Ana.

Enfim, o casamento foi aceito e a cerimônia civil acabou sendo realizada com a presença de um padre. Na lua de mel, Ana propôs que Luís deixasse o Exército para viverem sem ausências repentinas. A esposa temia que as campanhas afastassem o marido de casa por muito tempo. Quando Luís ia entregar ao Ministro da Guerra seu requerimento de dispensa, Ana voltou atrás e o incentivou a fazer carreira.

Tiveram duas filhas, que eram chamadas de Anicota e Aniquinha. O único filho morreu aos 14 anos. Caxias o chamava de cadete, cadete Luisinho ou Luisinho. Entre os familiares, Caxias era tratado como Luís.

Caxias também teve um filho de criação a quem deu seu nome, Luís Alves. Era um índio, órfão de mãe, que veio do Maranhão. Ele foi companheiro do filho legítimo de Caxias. Quando ficava triste, o menino passava dias vagando na floresta. Em testamento, Caxias deixou-lhe todas as suas roupas.

oi o vulto mais exponencial de seu tempo. Depois de participar de fatos marcantes da história brasileira, já com idade avançada, decidiu voltar à terra natal, o Rio de Janeiro. Instalou-se na Fazenda Santa Mônica, na Estação Ferroviária do Desengano. O local, que hoje é conhecido como Juparanã, fica próximo a Vassouras.

Caxias morreu no dia 7 de maio de 1880, às 20h30. Seu corpo foi vestido com um uniforme modesto de marechal-de-exército, com apenas duas de suas condecoração de bronze no peito: a do Mérito Militar e a Geral da Campanha do Paraguai.

Seus desejos, expressos em testamento, foram respeitados. Ele pediu um enterro sem pompa, com dispensa de honras militares, féretro conduzido por seis soldados antigos e de bom comportamento, pertencentes à guarnição da Corte.

O enterro foi pago pela Irmandade da Cruz dos Militares. O corpo não foi embalsamado. Ao ser transportado do 1º ao 10º Batalhão de Infantaria, o caixão foi conduzido por seis praças.

A data de seu nascimento, 25 de agosto, foi adotada como Dia do Soldado do Exército Brasileiro, em homenagem aos 60 anos de serviço prestado por ele à corporação. Desde 1931, os cadetes do Exército da Academia Militar das Agulhas Negras levam como arma privativa o espadim de Caxias, uma cópia da espada usada por ele. A arma original está guardada no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, desde 1925.

 Louis IX
* 25/04/1214
+ 25/08/1270
Plínio, o Velho

 GAIUS PLINIUS SECUNDUS

Nascimento: 23, Como, Cisalpina, ITA

Filiação: Gaius Plinius Celer (equestre – cavaleiro romano)

Falecimento: 25/08/79, Stabia, ITA

Causa: Soterrado pela lava do vulcão Vesúvio (ao tentar observar a erupção)

Militar, historiador, escritor, gramático e administrador; estuda em Roma e serve na África, tornando-se almirante da frota do Miseno; ajuda os habitantes da costa a fugirem da erupção e é autor da obra “Naturalis Historia” (77).

(indicação de Luciano Urpia, 2012).

Henry Morgan

Corsário; a serviço da Inglaterra, protegido pelo Governador da Jamaica e associado ao pirata holandês Eduard Mansvelt, forma uma companhia de filbusteiros e saqueia as colônias espanholas no Caribe (1668 a 1671): Portobelo (1668), Maracaibo (1669), Panamá (1671), etc; feito Sir pelo rei Charles II, é 2º Tenente-Governador da Jamaica (1674 a 1675, 1678 e 1680 a 1682), vivendo na ilha como fazendeiro.

 Carlos Seixas
* 11/06/1704
+ 25/08/1742
 James Watt
* 19/01/1736
+ 25/08/1819
 William Herschel
* 15/11/1738
+ 25/08/1822
 Michael Faraday
* 22/09/1791
+ 25/08/1867
 I Visconde de Inhaúma
* 12/10/1812
+ 25/08/1872
 Nietzsche
* 15/10/1844
+ 25/08/1900
 Henri Becquerel
* 15/12/1852
+ 25/08/1908
 Agripino Grieco
* 15/10/1888
+ 25/08/1973
 Paul Muni
* 22/09/1895
+ 25/08/1967
 Carl Barks
* 27/03/1901
+ 25/08/2000
 Truman Capote
* 30/09/1924
+ 25/08/1984
 Neil Armstrong
* 05/08/1930
+ 25/08/2012
 Gilmar
* 22/08/1930
+ 25/08/2013
 Ted Kennedy
* 22/02/1932
+ 25/08/2009
 Marpessa Dawn
* 03/01/1934
+ 25/08/2008
 Eduardo Prado Coelho
* 29/03/1944
+ 25/08/2007
 Aníbal Beça
* 13/09/1946
+ 25/08/2009
 Antonio Borges
* 18/11/1949
+ 25/08/2013
 Aaliyah
* 16/01/1979
+ 25/08/1994




Artigo de Celso Lungaretti:'Ditadores não merecem lágrimas'

EXÍMIO EQUILIBRISTA, GETÚLIO VARGAS MANTEVE SUA DITADURA POR 15 ANOS, APOIANDO-SE NA DIREITA CONTRA A ESQUERDA E VICE-VERSA

GETÚLIO VARGAS

DITADORES NÃO MERECEM LÁGRIMAS 

Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia

No dia 24 de agosto de 1954, aos 72 anos de idade, o presidente Getúlio Dornelles Vargas se matou com um tiro no coração, após uma tensa reunião com seu ministério, quando teve de assumir o compromisso de licenciar-se do cargo.

Suficientemente perspicaz para saber que era apenas uma fórmula para dourar a pílula de seu definitivo afastamento, preferiu uma saída digna. Como os hermanos diriam, ao menos cojones ele tinha…

Sendo os mandatários bananas uma expressiva maioria nestes tristes trópicos, não há como deixarmos de admirar a coragem de Vargas e Allende, embora o segundo tivesse muitos outros méritos e o camaleão gaúcho, quase que apenas o de ter sacrificado a vida para assestar um último golpe nos seus inimigos, a famosa carta-testamento que acabou abortando os planos da UDN para assenhorar-se do poder sem eleição nenhuma.

Na maré autoritária subsequente à 1ª guerra mundial e à aguda crise econômica que varreu o mundo na década de 1920, Vargas topou encabeçar um golpe de estado e tornar-se ditador do Brasil a partir de 1930. Exímio equilibrista, manteve-se no poder durante 15 anos, apoiando-se na esquerda contra a direita e vice-versa, ao sabor das circunstâncias.

Como um Napoleão Bonaparte em miniatura, ficava no centro e manobrava com as extremas, não hesitando em afundá-las para manter-se à tona. Foi o que fez com os integralistas de Plínio Salgado, apesar das evidentes afinidades ideológicas que tinha com eles.

Suas mais sinceras simpatias, assim como as dos principais militares golpistas de 1930, iam para o fascismo de Mussolini, do qual Vargas copiou descaradamente a legislação trabalhista. E, na repressão aos comunistas depois da fracassada Intentona, deu carta branca ao carrasco Filinto faltou-alguém-em-Nuremberg Muller para desencadear um verdadeiro festival de horrores, trailer do que os militares nos imporiam nos anos de chumbo.

Também como equilibrista, ele optou por fazer o contrário do que gostaria, alinhando o Brasil com os Estados Unidos na 2ª guerra mundial; curvou-se à evidência do fato de que o nosso país era um quintal dos EUA. E usou o limão para fazer limonada, arrancando algumas concessões do grande irmão do Norte e obtendo algumas vantagens econômicas.

Mesmo assim, terminado o conflito, os estadunidenses moveram os fios nos bastidores para que sua ditadura fosse deposta por um espécime raro em nossa fauna: um golpe militar redemocratizador.

Continuou influente, fazendo eleger o poste Eurico Gaspar Dutra para tomar conta da cadeira presidencial e retornando depois ao Palácio do Catete pelo voto popular.

A mágoa com os EUA foi determinante na posição nacionalista-estatista que assumiu desde a campanha presidencial, contando com o apoio aberrante do PCB (algo assim como nossa esquerda apoiar o Médici, caso ele tivesse sido apeado do poder e depois pedisse votos colocando uma pele verde-amarela sobre os pelos escuros de lobo…).

Acabou sendo levado à beira do abismo consequência de uma lambança do aloprado Gregório Fortunato e do famoso mar de lama no qual seu governo, segundo os opositores, teria se transformado.

O verso do poeta-compositor Peter Sinfield cai como uma luva para ele: “confusão será meu epitáfio”.

Teve muitas vezes como aliados aqueles que o destruiriam.

Não passou de um conservador e direitista, cujo fim, paradoxalmente, foi precipitado pelas tramoias dos seus iguais.

Pilotou uma ditadura durante 15 anos e acabou recebendo o golpe fatal das mãos de aspirantes a ditadores.

Massacrou a esquerda e foi velado pela esquerda.

GETÚLIO VARGAS

RECEITA CASEIRA PARA UMA DOCE DITADURA

Por Apollo Natali

Que Hitler, que Mussolini, que Franco, que Salazar, que 64, que nada!

Amargos os ingredientes dessas ditaduras.

Doce a ditadura tupiniquim de Getúlio Vargas, genial mestre cuca, ideólogo de um saborosa receita ditatorial caseira a provocar salivação ainda hoje, mais de meio século depois.

Ainda há apaixonados por Getúlio. O seu grande segredo foi a utilização de condimentos tipicamente nacionais. Fez-se populista com o tempero das raízes brasileiras. Trabalhou o Brasil de acordo com as suas características, colocando a ferver as ervas de nossa herança escravagista, de interação senhor-escravo, de relações de domínio sobre a pessoa.

Sabia que tinha todas as condições de se credenciar como um grande pai para o povo. A interessante Escola de Frankfurt, estudiosa sistemática do comportamento humano, dava-lhe resposta à crucial indagação do porquê as pessoas não querem ser livres. Os espertinhos investidos de um governo absoluto conhecem bem o medo à liberdade inerente ao ser humano. Muitos de nós apegamo-nos à cômoda taboa de salvação: qualquer querido ditador.

Com seu ar bonachão, o querido do nosso caso impregnou a atmosfera com perfume paternalista. Magnetizava o povo nomeando-o, em seus discursos, de “trabalhadores do Brasil”. E também de “brasileiros e brasileiras”.

As louças e talheres de sua propaganda ideológica como elemento de manipulação do comportamento social eram o cinema, o rádio, a imprensa escrita, farto material didático a invadir cabeças infantis, a moeda de menor valor da época circulando com sua esfinge nas mãos de milhões de súditos, a Rádio Nacional do Rio de Janeiro devidamente estatizada. Prestigiou artistas populares, que cantavam aberrações ditatoriais em suas marchinhas de aparência inocente. O brasileiro é um povo musical.

E a grande cozinha caseira se valia do fatídico DIP, Departamento de Imprensa e Propaganda, vassalo fiel do indivíduo investido de uma autoridade absoluta. DIP, uma inescrutável polícia política de investigações, perseguições, torturas, mortes. O fundo de toda panela ditatorial, por mais apetitosas comidas que apregoe, abriga sempre resíduos deletérios.

 

Para não dizer que não falamos do poder e autoridade absoluta de Getúlio Vargas, ele tinha no chefe de polícia Filinto Muller o seu anjo da morte. Uma amostra da receita de tortura contada por Fernando Moraes (Olga), entre outras, era o torturador enfiar na uretra do preso político um fio de ferro em brasa.

E ainda há saudosos de Getúlio. Deu-nos grandes obras, Petrobrás, Vale do Rio Doce, Companhia Siderúrgica Nacional, Leis do Trabalho, e em troca desses melados, tomou-nos a liberdade. Assim como há saudosos de 1964. Deram-nos grandes obras, Transamazônica, Itaipu, Ponte Rio Niterói, e em troca desses açucarados, confiscaram-nos a liberdade.

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Genealogia: Afrânio Mello fornece informaçõe sobres as FAMILIAS AGUIAR, CAMPOS, PIRES E SOARES

Afrânio Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS  529, 530, 531 E 532

 

Cara Viviane,

Estamos perto um do outro. Sou de Itapetininga.

O que tenho em meus arquivos são sobrenomes das pessoas.

Não tenho a junção deles como o de sua mãe : Pires de Campos . Tenho os dois separados.

Aguiar………….  04 páginas e 1 brasão ;

Campos……….  12 páginas e 15 brasões ;

Pires ou Peres ( é o mesmo ).. 06 páginas e 1 brasão. Não encontrei referências sobre a presença em Tietê.

Soares…………  08 páginas e 2 brasões.

Envio os Brasões em arquivos separados para o caso de querer fazer quadros e colocar em suas paredes. (18)

Abaixo um resumo de todos eles, extraído dos arquivos principais.

Minhas desculpas por não poder aprofundar a pesquisa.

Você está com um bom material em suas mãos , 26 páginas e 28 brasões.

Fica com você a busca das certidões. É fácil a procura. Pegue a certidão de nascimento de sua mãe.

Ali tem os pais e os avós dela.Tanto materno como paterno.

Tendo esses nomes e se eles forem vivos fica mais fácil pegar a certidão de nascimento deles.

Se alguém da família não tiver, você procura pela Certidão de óbito que alí tem a filiação.

Assim o processo segue até chegar no período do registro nas Igrejas.

Vendo de onde eles são é só ir atrás e falar com os párocos que eles orientam.

 

Não existe outro processo de busca.É assim e assim você tem informações precisas.

Tem ainda ai em Sorocaba a Igreja dos Mórmons que tem acervo de nomes do mundo todo.

Procure uma moça com o sobrenome HOLTZ que ela é muito prestativa. Ela é de Sarapuí e uma ocasião

fez uma palestra sobre o assunto aqui em Itapetininga em um congresso de Genealogia no nosso IHGGI.

Aqui em Itapetininga também tem esse centro e é aberto ao público.

 

Tem tambem o MYHERITAGE  – vou dar o endereço de uma moça extremamente prestativa e pode dar uma

orientação de pesquisa nesse site : karen.hagele@myheritage.com

 

Espero que tenha sucesso e encontre o que procura.

 

Grande abraço.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

clip_image002Aguiar, sobrenome de origem portuguesa, classificado como sendo um toponímico, pois tem origem geográfica vem do latim Aguilare (relativo a águia). Primitivamente entendia-se pôr “ lugar onde ordinariamente habitam águias”.

Provêm da antiga e ilustre família dos Guedes e tomaram o pálido do senhorio de Aguiar, na província de Trás-os-Montes.

O primeiro a usar este nome foi D. Mendo Peres de Aguiar que viveu no tempo de Dom Afonso Henriques ( primeiro Rei de Portugal ) , no século XII. Desta família saíu o ramo de Aguilar, de Espanha, na região da Andaluzia ( principalmente em Córdova ) de que existem ramificações em Portugal. A família, aliás, expandiu-se por todo o país , ilhas portuguesa e no Brasil.

O personagem principal deste sobrenome foi Dom Afonso de Aguilar, o senhor de Aguilar.

Na Galícia, Espanha,  o lugar de origem dos Aguiar é Lugo. Este sobrenome procedeu de um cavaleiro de Toledo, Mem Gomez Ibañez que viveu nos tempos do Rei Afonso VI. Ele foi pai do Conde Dom Beda Bello, dos quais vieram descender os Aguiar e de Dom Egas Gómez de quem procedem os Aguilar galegos.

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clip_image002[3]Campos, sobrenome de raiz naturalmente toponímica, Campo e Campos é um único sobrenome se bem com a variante do plural.

Uma das famílias que o adotaram por sobrenome é de origem espanhola, tendo passado a Portugal um ramo em finais do séc. XIV, aqui se ligando por casamento a famílias de boa e comprovada nobreza.

Diversa é a origem portuguesa de Campos, que os genealogistas fazem derivar de Martim de Campos, cavaleiro que foi contemporâneo do rei Dom Afonso III.

A Gonçalo Vaz de Campos, escudeiro de Dom Frei Vasco de Ataíde, prior da Ordem do Hospital, concedeu Dom Afonso V, em recompensa pelos serviços prestados na conquista de Alcácer, carta de armas novas.

 

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imagePeres ou Pires,  são duas formas do patronímico de Pêro ou Pedro, pelo que existirão inúmeras famílias que as adoptaram por apelido sem possuírem laços de parentesco entre elas.

De acordo com renomados genealogistas portugueses, entre eles o Visconde de Sanches de Baena, o sobrenome Pires tem origem espanhola, sendo derivado de Peres. Radicaram-se em Portugal desde os primeiros reinados, adotando o presente brasão de armas, levemente modificado em relação ao dos Pérez de Villaescusa, registrado na Espanha. Em 6 de novembro de 1828, Antonio Batholomeu Pires, Barão de Queluz, Comendador das Ordens de Cristo, Nossa Senhora da Conceição e da Torre e Espada, recebeu armas novas por mercê do Rei de Portugal.

Existindo também em Espanha (Perez), os deste apelido que passaram a Portugal alteraram regularmente a grafia para Peres, como aconteceu nomedamente com colonizadores da ilha do Faial, nos Açores, onde o apelido se mantem.

O nome, parece, foi também adoptado por cristão-novos, atribuído como nome de fruto (plural de pêro ou pêra?)

 

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clip_image002[4]  clip_image003Soares, sobrenome de origem portuguesa.

 

BRASÃO DE ARMAS: De vermelho com uma torre de prata.

TIMBRE: A torre de escudo

“Aqueles do século XIV, membros da honorável casa dos Soares, viveram no tempo em que uma das maiores façanhas das armas da história de Portugal teve lugar, a saber, a batalha de Aljubarrota, travada em 14 de agosto de 1385, próxima da assim denominada cidade, localizada no centro de Portugal. O rei castelhano, Juan I, reclamava a coroa de Portugal através de seu casamento com a rainha Beatriz, a filha do último rei de Portugal. A grande maioria dos portugueses, incluindo muito dos patrióticos da família Soares, não estavam dispostos a aceitar um rei castelhano, razão pela qual escolheram como seu líder a João de Aviz, que se iriam juntar à luta que estava para vir por Nuno Ivares Pereira, o “Condestável”. Juan I invadiu Portugal confiante no valor do seu exército, que contava com vinte e dois mil cavaleiros, e soldados, e esperava o apoio de nobres portugueses que o tinham como legítimo herdeiro. Ao contrário, João, que tinha sido proclamado rei de Portugal há apenas quatro meses atrás, estava apto para reunir tão somente uns meros sete mil homens. Não obstante, o prestígio do chefe Pereira, ganho através de suas vitórias em incursões do ano precedente, inspirou entre a milícia de seus comandados e soldados, os quais podem ter incluído heróicos membros da família Soares, a garantia da necessidade de uma condição de vitória. Uma vez que a direção dos castelhanos tornou-se clara, Pereira propôs um plano que acarretaria no bloqueamento das linhas inimigas em avanço e, então, procederia à ofensiva, tendo manejado seus inimigos em terrenos que anularia a vantagem numérica dos invasores.

 

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Prezado Afrânio. Como vai?

Sou de Sorocaba e escrevo porque estou em busca do histórico da família de minha mãe, Pires de Campos, que era de Tietê. Do outro lado de minha família, estou em busca do sobrenome Soares Aguiar.

Se puder me ajudar ou puder indicar o trabalho de alguém, agradeço muitíssimo.

Muito obrigada desde já.

Atenciosamente,

Viviane Soares Aguiar=