ONG seleciona projetos no litoral para receber apoio financeiro

Interessados podem se inscrever até 31 de agosto; Iniciativa contribuirá para que país cumpra acordos internacionais relacionados ao meio ambiente

 

A segunda chamada pública anual do tradicional Edital de Apoio a Projetos de Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza está com inscrições abertas até 31 de agosto. Para essa edição, serão selecionadas pesquisas no ecossistema marinho e costeiro brasileiro. Nesses ambientes, são elegíveis iniciativas em todos os estados do país.

 

A preservação desses ambientes garante a proteção da biodiversidade de diversas espécies, como os cavalos-marinhos e toninhas; e ambientes naturais, como os manguezais e as restingas. Além disso, representa melhor qualidade de vida para mais 50 milhões de brasileiros que vivem na costa do país.

 

O apoio a pesquisas em um ecossistema específico visa a potencializar a geração de conhecimento e consequentes aplicações práticas na região prioritária, gerando resultados efetivos para a conservação. “Dessa forma, complementamos os esforços públicos de proteção dos ambientes relacionados a esse ecossistema e contribuímos para que o país cumpra as metas internacionais das quais é signatário [saiba mais abaixo]”, afirma Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário.

 

As linhas de apoio do Edital e o processo de inscrição estão disponíveis na seção ‘Editais’ do site www.fundacaogrupoboticario.org.br. Para detalhes adicionais, basta encaminhar um e-mail para edital@fundacaogrupoboticario.org.br.

 

Ambiente sensível precisa de proteção

O litoral brasileiro é considerado um dos mais ricos do mundo em biodiversidade. Com cerca de sete mil quilômetros quadrados de extensão, ele possui diversos ambientes costeiros, nos quais vivem mais de mil espécies de fauna e flora. Além disso, as áreas de estuários e mangues são consideradas berçários da vida marinha e barreiras naturais contra alagamentos e marés altas, sendo essenciais para o equilíbrio da biodiversidade e para a qualidade de vida das populações de seu entorno.

 

“Apesar desse importante papel que desenvolve, os ambientes costeiros têm sofrido muito com a pesca industrial excessiva, poluição e expansão demográfica acelerada. Isso compromete a conservação do ambiente natural e de sua biodiversidade, além do bem-estar das populações que vivem próximas a esses ambientes”, ressalta Malu.

 

O edital também busca contribuir para que o Brasil cumpra as Metas de Aichi. Estabelecidas em 2010, durante a 10ª Conferência das Partes da Convenção da Diversidade Biológica da ONU, elas são direcionamentos a serem cumpridos para conservar a biodiversidade brasileira em diversos aspectos, já que o Brasil se comprometeu a segui-los. Alguns deles envolvem o ecossistema marinho, como a meta 11, que indica que até 2020 pelo menos 10% das áreas costeiras e marinhas devem ser conservadas, por meio de sistemas de áreas protegidas. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, apenas 1,57% dos cerca de 3,5 milhões de km2 do mar sob jurisdição do Brasil está sob proteção por unidades de conservação.

 

Sobre a Fundação Grupo Boticário: a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990 por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento. Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou 1.439 projetos de 482 instituições em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do país.  Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis. Na internet: www.fundacaogrupoboticario.org.brwww.twitter.com/fund_boticario e www.facebook.com/fundacaogrupoboticario.

 




Genealogia: Afranio Mello fornece informações sobre a FAMILIA CORRÊA FRANCO

Afrânio Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 519

 

Caro Alan,

Você tem me ajudados nas pesquisas sobre os CORRÊA FRANCO.

Quero retribuir enviando para você o arquivo que encontrei do SOBRENOME SCHIMDT com as suas diversas grafias.

São oito páginas e 28 brasões das mais variadas grafias e regiões.

Tem uma boa quantidade de Schimidt que entraram no Brasil.

O outro sobrnomu Platner quando encontrar envio.

Espero que goste.

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

clip_image002Schimitt, Schmitt, Schimidt, Schmidt, Schimitter,sobrenome de origem germânica.

Tem o mesmo significado de Smith em inglês. Vem do alemão Schmied “ferreiro”, uma das principais profissões da idade Média. A variação escrita refere-se a diferenças dialetais de região para região. As designações de ofícios são a forma mais comum de formação de apelidos na Alemanha ou países de língua saxônica, qualquer que tivesse uma ocupação pouco usual terminaria por ser identificado com ela. Exemplos é Schmidt e suas várias derivações dialetais (ferreiro), Müller (moleiro), Meier (administrador de uma granja) derivações dialetais Mayor e Meyer; Schulze (corregedor); Fisher (pescador); Schneider (alfaiate); Maurer (pedreiro); Bauer (granjeiro);Metzger ou Fleischer (açogueiro); Topfer ou Toepfer (oleiro).

Schmidt e suas variantes estão entre os sobrenomes mais comuns na Alemanha, portanto há vários ramos familiares que não possuem parentesco consangüíneo.

 

Registra-se Johann Schmidt, nascido por volta de 1680, Alemanha. Após seu casamento teve os seguintes filhos: Anna Catherine Schmidt, nascida em 1715 e falecida em 1782, Alemanha; casou-se em 1735 com Johan Nicholaus Firsbach Link (1715-1788).

 

Registra-se Johann Schmidt, nascido em 1791 e falecido em 1870, Alemanha; casou-se em 1831 com Anna Margaretha Bauer Ackermann (1805-1860). Tiveram os seguintes filhos: Wilhelm Schmidt, nascido em 1836 e falecido em 1851; Johann Schmidt, nascido em 1838 e falecido ainda bebê; Johann Schmidt, nascido em 1839 e falecido ainda bebê; Sophie Schmidt, nascida em 1833 e falecida em 1895;Margareth Schmidt, nascida em 1834 e falecida em 1903; Johann Jacob, nascido em 1840 e falecido em 1851; Marie Schmidt, nascida em 1832 e falecida em 1895; Katherine Luise Schmidt, nascida em 1841 e falecida em 1916.

 

 

Registra-se Pierre Schmidt, nascido em 1678, Borgonha, França; casou-se em 1698 com Claudia Petoi. Tiveram os seguintes filhos: Jean Pierre Schmidt, nascido em 1699, Borgonha, França e falecido em 1736; casou-se em 1723 com Marie Ries (1700-1797); eles tiveram uma filha: Eve Schmidt, nascida em 1732, Borgonha, França e falecida em 1815; casou-se em 1753 com André Tusch (1730-1817). Gertrud Schmidt, nascida em 1701, Borgonha, França.

 

Registra-se Arnoldus Schmidt, nascido em 1697, Hamburg, Alemanha e falecido em 1760; casou-se em 1721 com Anna Catharina Gelhard (1696-1757). Tiveram os seguintes filhos: Anna Maria Schmidt, nascida em 1726; Margaretha Schmidt, nascida em 1729; Franciscus Johannes Schmidt, nascido em 1734; Joannis Schmidt, nascido em 1739 e Jacobus Schmidt, nascido em 1722, Hamburg, Alemanha e falecido em 1783; casou-se em 1750 com Anna Catharina Günter, nascida em 1725 e falecida em 1777; tiveram os seguintes filhos: Petrus Schmidt, nascido em 1751 e falecido em 1780; casou-se em 1779 com Anna Gertrudis Ober, nascida em 1753 e falecida  em 1780;Margaretha Schmidt, nascida em 1752; Jacobus Schmidt, nascido em 1755, Hamburg, Alemanha e falecido em 1814; casou-se em 1777 com Margaretha Wingender (1751-1809), tiveram os seguintes filhos: Jacob Schmidt, nascido em 1777 e falecido em 1832; casou-se em 1798 com Elisabeth Biblou; Anna Catharina Schmidt, nascida em 1779; Margaretha Schmidt, nascida em 1765 e falecida em 1791; Johannes Schmid, nascido em 1787 e falecido ainda criança; Johannes Petrus Schmidt, nascido em 1790 e falecido em 1854; Mathias Schmidt, nascido em 1795 e Petrus (Pieter) Schmidt, nascido em 1783, Hamburg, Alemanha e falecido em1864, casou-se em 1826 com Anna Catharina Öhlberg (1784-1854), tiveram os seguintes filhos:Petrus Schmit, nascido em 1811, Amsterdam, Holanda e falecido em 1892, casou-se com Bernardina Elisabeth Nederholf (1816-1879); Jacobus Schmit, nascido em 1813, Amsterdam, Holanda e falecido em 1902, casou-se em 1860 com Wilhelmina Catahrina Hulshoff (1831-1905); Franciscus Schmit, nascido em 1823, Amsterdam, Holanda e falecido em 1902; casou-se em 1858 com Bernardina Elisabeth Maria Bertels (1833-1898); Johannis Schmidt, nascido em 1818, Amsterdam, Holanda e falecido em 1876, casou-se em primeiras núpcias com Hendrica Fontjin (1819-1867) e  casou-se em segunda núpcias em 1868 com Johanna Cornelia Jansen (1825-1919) e não houve filhos desse segundo casamento. Filhos do primeiro casamento: Anna Catharina Schmit, nascida em 1846, Amesterdam, Holanda e falecida em 1929; Peter Schmit, nascido em 1847, Amsterdam, Holanda e falecido em 1818, casou-se em primeira núpcias em 1874 com Elisabeth Bernardina ten Brink (1847-1900) e casou-se em segunda núpcias em 1903 com Hendrika Dazaert (1867-1917) e tiveram um filho: Franciscus Joseph Maria Schmit, nascido em Amsterdam, Holanda em 1904 e falecido em 1997; Franciscus Schmit, nascido em 1851, Amsterdam, Holanda e falecido em 1905, casou-se em 1875 com Maria Catharina Theresia Helsbot (1854-1890).

 

 

Brasões da Família Schmidt e suas variantes

 

 clip_image004  clip_image006  clip_image008
 clip_image010  clip_image012  clip_image014
 clip_image016  clip_image018  clip_image020
 clip_image022  clip_image024  clip_image026
 clip_image028  clip_image030  clip_image032

 

Registra-se Maria Catharina Schimitt, nascida em 17.01.1785, Belfort, Haut-Rhin, França. Registra-se Marie Elizabette Schimitt, nascida em 31.03.1789, Saint-Nicolas, Commercy, Meuse, França. Registra-se Tereza Schimitt, nascida em 13.05.1886, Budapeste, Hungria.

 

Registra-se Gottfried Schimitt, nascido em 1821, Weiskirchen, Alemanha. Registra-se Johann Nikolaus Schimitt, nascido em 16.02.1826, Weiskirchen, Alemanha. Registra-se Johan Peter Schimitt, nascido em 1851, Weiskirchen, Alemanha. Registra-se Catharine Schimitt, nascida em 02.10.1833, Weiskirchen, Alemanha. Registra-se Matias Schimitt, nascido em 1848, Weiskirchen, Alemanha.

 

Registra-se Adam Schimitt, nascido em 1865, ?, Rio de Grande do Sul, Brasil. Registra-se Adita Schimitt, batizada em 01.08.1877 na igreja Nossa Senhora da Conceição, Campinas, São Paulo, Brasil. Registra-se Ana Maria Schimitt, nascida em 21.01.1846, Weiskirchen, Alemanha e falecida em 15.02.1928, Sinimbu, Rio Grande do Sul, Brasil; casou-se com Peter Jacob Heinen em 27.09.1863, Sinimbu, Rio Grande do Sul, Brasil. Registra-se Angelina Schimitt, nascida em 24.05.1896, Antonio Carlos, Santa Catarina, Brasil. Registra-se Antonio Schimitt, nascido em 01.10.1925, Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil. Registra-se Apolomia Terezinha Schimitt, nascida em 09.12.1933, Antonio Carlos, Santa Catarina, Brasil. Registra-se Clara Schimitt, nascida em 03.05.1897, Nova Trento, Santa Catarina, Brasil. Registra-se Elizabeth Schimitt, nascida em 01.12.1854, Dois Irmão, Rio Grande do Sul, Brasil. Registra-se Frederico Alberto Schimitt, nascido em 18.05.1883, Arroio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil. Registra-se Frida Carolina Schimitt, batizada em 20.12.1890 na igreja Nossa Senhora da Conceição, São Leopoldo, Rio Grande do Sul, Brasil. Registra-se Iva Werna Schimitt, nascida em 19.11.1934, Canela, Rio Grande do Sul, Brasil. Registra-se Joaquim Alípio Schimitt, nascido em 1861, ?, Rio Grande do Sul, Brasil. Registra-se Lúcia Helena Schimitt, nascida em 06.08.1930, Rio Claro, São Paulo, Brasil. Registra-se Manoel Pedro Schimitt, nascido em 1886, ?, Rio Grande do Sul, Brasil. Registra-se Maria José Schimitt, nascida em 1880, Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil. Registra-se Maria Rosa Schimitt, nascida por volta 1868, Curitiba, Paraná, Brasil; filha de Guilherme Schimitt e Maria do Rosário; casou-se com Francisco Alves de Castro Cato em 25.05.1886 na igreja Nossa Senhora da Luz da Catedral na mesma localidade. Registra-se Maria Madalena Haek Schimitt, nascida em 22.02.1913, Antonio Carlos, Santa Catarina, Brasil. Registra-se Matheo Frederico Schimitt, nascido em 1855, ?, Rio Grande do Sul, Brasil. Registra-se Nicolau Magnus Schimitt, nascido em 1902, ?, Rio Grande do Sul, Brasil. Registra-se Rosalina Schimitt, nascida em 15.12.1895, ?, Rio Grande do Sul, Brasil. Registra-se Tereza Schimitt, casou-se em 1911, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.

 

 

MAPA DA ITÁLIA COM A

DISTRIBUIÇÃO DO SOBRENOME

clip_image056

 

clip_image058

 

 




Artigo de Ricardo Hirata Ferreira: 'O gay a margem do lugar. O preconceito no movimento da vida'

O GAY A MARGEM DO LUGAR. O PRECONCEITO NO MOVIMENTO DA VIDA.

 

Ricardo Hirata Ferreira
Ricardo Hirata Ferreira

Um dos principais problemas que afetam o mundo e o ser é o processo de exclusão perversa. A grande questão é como lidar com ela. Uma pista é estar disposto a compreender o grau de pertencimento e de deslocamento (na idéia de deteriorização humana forçada/forjada) nos diferentes lugares. Este texto, que é apenas um momento carregado de intensidade, tem como pretensão pensar o sujeito gay nos espaços vividos, ou seja, nos espaços onde a vida se realiza. O primeiro espaço vivido ou lugar em que se encontra é o seu próprio corpo. E aqui se considera o homem gay. Logo de início se esta pessoa é identificada com o sexo biológico masculino já é intimado a ser homem. É carimbado com um nome que corresponde ao seu sexo biológico. Suas roupas e o que se espera dele, por exemplo, são determinadas pela família ou por outra instituição que o cria e o educa. A cor azul é marca expressiva desta condição. É ensinado a se portar como um menino. A criança não cabe nenhuma possibilidade de escolha, até pela falta de consciência ampliada de sua existência.

A instituição em qual nasce e cresce lhe impõe ações que correspondam às regras já existentes e consideradas normais de acordo com a cultura e a realidade vigente. Já lhe é embutido o papel que deve desempenhar na sociedade. O gay posteriormente pode perguntar se de fato é um homem? Parte-se do pressuposto nesta breve análise que o território em questão é o Brasil, a sociedade é a capitalista de consumo e que a religião predominante é a cristã (e a tudo isto se leve em conta a divisão de classes sociais). É importante também ponderar que de maneira alguma a reflexão proposta deva ser generalizada e nem tomada como única verdade, uma vez que mesmo diante de um padrão de homogeneização as possibilidades de existências e experiências são diversas e inúmeras.

De todos os modos a tendência é exigir do gay um comportamento heteronormativo e comportado. Em hipótese alguma lhe é permitido ser mulher. Outro questionamento, no entanto, surge: mas o que é ser mulher? O lugar padrão lhe diz e o aponta que seja homem. A força, os gestos, o jeito de falar, de se sentar, de comer, de andar, de sentir e de pensar segue um perfil. Sabendo que nos dias de hoje ocorre um maior alargamento no que se refere aos costumes pré-estabelecidos. Todavia este alargamento é questionável e variável a depender da especificidade do lugar em que se habita. Pode-se sugerir que o gay possa ser outra coisa para além do que é ser homem ou mulher. Do definido ao indefinido tem-se uma gama de variedades e de nuances. Mesmo assim o que ainda impera é: a fila de meninos e a fila de meninas, o banheiro masculino e o banheiro feminino, a função de pai e a função de mãe, o garoto deve brincar de carrinho e a garota de boneca. O homem casa de terno e a mulher de vestido branco. Homens usam guarda chuva e as mulheres sombrinhas. Só existiu Adão e Eva, muito se houve este tipo de fala que expressa uma cultura forte e arraigada.

O lugar exige do sujeito gay uma identidade, este por sua vez entra em confronto com o lugar tentando propor outra identidade. Tudo que foge ao coletivo e ao padrão aparentemente heterossexual bem demarcado é radicalmente e/ou sutilmente colocado a margem, intimamente reprovado, não aceito. O príncipe e a princesa estão presentes no imaginário profundo, apesar do sucesso do vilão e da vilã. No cotidiano dos espaços públicos é perfeitamente aceito e comum casais heterossexuais andarem de mãos dadas e se beijarem. No teatro e no cinema os personagens privilegiados são os mocinhos e as mocinhas, sem entrar no mérito da ditadura da beleza do branco ocidental. O poder daqueles que detém e produzem o conhecimento, a técnica e a informação são variáveis importantes em todos os contextos históricos, mas do que nunca no atual. Neste sentido é que se esboçam quem e quais lugares estão incluídos, precariamente incluídos ou excluídos. Quais são os requisitos para pertencer mais ou menos neste ou naquele grupo? De que forma pessoas, lugares e países estão dentro, parcialmente dentro e são postos para fora (apagados) do mundo contemporâneo?

Em quais espaços o gay se sente a vontade? Pertencer a um lugar ou a um território é como estar em casa, ter um lar, se sentir abrigado, acolhido, protegido, entendido e integrado. O incomodo e a estranheza são suportáveis e fazem parte do viver. O processo de exclusão, de marginalização, de segregação, porém, é alimentado e intensificado também pelo avanço do preconceito visível e invisível dentro e fora dos diversos grupos e dos lugares. A indignação que surge, potencializa por sua vez a ampliação da visão de mundo no lugar dos espaços vividos e muitas vezes não percebidos.

 

Ricardo Hirata Ferreira

Doutor em Geografia Humana, FFLCH, USP.




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a FAMILIA CESTARI

Afrânio Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 514

 

Caro Diego.

Estou aproveitando um atendimento sobre o mesmo sobrenome, datado de 16.06.2014.

Foi enviado ao Bruno Portelli.  brunoportelli@hotmail.com

Veja o arquivo anexado.

Tem um belo brasão.

A origem nãop é só Trentina e de diversou outros lugares da Itália.

A busca da cidadania italiana não é difícil , porém demorada e , as vezes, um pouco cara.

Você tem que encontrar os documentos de nascimento,casamento, (se casou na Itália).

Se casou no brasil a certidão de casamento do casal e de nascimento dela.

Em seguida de todos os filhos ,e ou , só do pai ou mãe que originou você.

Os documentos italianos é de fácil conquista. Entra na “comune” onde eles nasceram.

De posse dos nomes e das datas de nascimento, batistmo e ou casamento, as igrejas e

ou as prefeituras, onde estão os arquivos, são localizado e cópias são tiradas e enviadas

para você.

Tem que tirar documento no Ministério da Justiça para ver se o italiano não se naturalizou.

Se ele fez isso … para tudo…. não dá.

Com a certidão acima e as demais, você tem que verter os mesmos para o italiano através

de um tradutor juramentado.

O custo mais ou menos por página é de R$ 50,00( pelo menos era).

Estando com todo o processo pronto é só encaminhar ao Consulado Italiano mais perto de

você.

Eles enviam à Itália e uma vez por ano os processos são aprovados.As vezes demora alguns

anos, mas sempre vem.

Minha prima e suas filhas, ficaram alguns meses residindo na Itália em casa de parentes e

em menos de um ano conseguiram a cidadania italiana.

Tem que ser persistente.

No Museu do Imigrante em São Paulo, você tendo as informações, eles fornecem atestado de

entrada no Brasil.

Era o que posso fazer por você neste momento.

Se precisar de mais alguma coisa vá escrevendo.

Entre em contato com o Bruno para ver se ele não tem alguns documentos. Pode ser da mesma

origem e vai ajudar em muito vocÇe.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

From: Diego Cestari

Sent: Friday, August 14, 2015 2:30 PM

To: afranio@tintaspig.com.br ; jlnogueira@bol.com.br

Subject: Família Cestari

Boa tarde,

Me chamo Diego Soares Cestari, estava lendo a pouco um artigo publicado no site a respeito

das origens do meu sobrenome.

estou iniciando a pesquisa para fins de cidadania Italiana, no entanto ja me foi falado que a família é do origem trentina.

sabes me passar mais informações ou me dar uma dica por onde iniciar.

obrigado

Diego Cestari

 

From: Afrânio Tintaspig

Sent: Monday, June 16, 2014 4:47 PM

To: Bruno Portelli

Cc: ROL REGIAO ON LINE ; Hélio Rubens ; afranio@tintaspig.com.br

Subject: Cestaro,Cestari

 

Caro Bruno ,

Demorei 20 dias para encontrar o arquivo da Família Cestaro.

Sobrenome de difícil pesquisa , mas foi encontrado, inclusive com BRASÃO e muito bonito.

Tem cinco grafias , e todos vem do CESTEIRO , Cistarius do latim.

No arquivo principal tem outro Brasão  e a saga de alguns Cestari no Brasil e ao final deste texto tem a população e localização

dos Cestari, na Itália.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello

IHGGI

ATENDIMENTO NÚMERO : 2 3 5

 

Cestare, Cestari, Cestaro, Cester, Cestone,  sobrenomes de origem italiana. Do latimcistarius, cesteiro, fabricante e mercador de cestas [Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I].

Cestare : sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 24.03.1884, a bordo dovapor Scrivia, Giovanni Cestare, natural da Itália, procedente de Genova, 22 anos de idade, com destino a Boetuva, estado de São Paulo[Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 025 – 24.03.1884]. Veio em companhia de Dionizio Cestare, natural da Itália, procedente de Genova, 16 anos de idade [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 025 – 24.03.1884].

Cestari : sobrenome de origem italiana, forma pl. de Cestaro [Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Antonio Cestari, nasc. a 04.07.1925,em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália [Arquivo Cunha Bueno – spmt]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Antonio Cestari, nasc. a 23.01.1934, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Antonio Michele Cestari, nasc. a 23.07.1936, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Felice Cestari, nasc. a 19.08.1911, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Giovanni Antonio Cestari, nasc. a 23.12.1898, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Giuseppe Cestari, nasc. a 07.02.1886, em Boara Pisani, Província de Padova, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Giuseppina Cestari, nasc. a 03.11.1922, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Luigi Cestari, nasc. a 05.01.1869, em Padova, Província de Padova, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Luigi Cestari, nasc. a 08.01.1925, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Mario Cestari, nasc. a 08.05.1904, em Tramutola, Província de Potenza, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Mario Cestari, nasc. a 21.12.1932, em Trento, Província de Trento, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Michelangelo Cestari, nasc. a 12.10.1898, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde assou Michele Pasquale Cestari, nasc. a 04.04.1923, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Vincenzantonio Cestari, nasc. a 02.05.1901, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecidaem São Paulo, por onde passou Vincenzo Cestari, nasc. a 09.01.1913, em Montesano Sulla Marcellana, Província de Salerno, Itália [ Arquivo Cunha Bueno – spmt].

 

Cestaro : Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Bruno Cestaro, nasc. a 08.10.1926, em Favaro Veneto, Província de Venezia, Itália [Arquivo Cunha Bueno – spmt]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Celso Erminio Cestaro, nasc. a 18.10.1883, em Quinto Vincentino, Província de Vicenza, Itália.

Cester : sobrenome de origem italiana, var. dialetal set. de Cestaro [Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Francesco Cester, nasc. a 11.04.1878, em Chiarano, Província de Treviso, Itália [Arquivo Cunha Bueno – spmt]. Ao lado o brasão dos Cester.

Cestone: sobrenome de origem italiana, derivado de Cesta com o suf. sing. -one; fabricante de cestas de grandes dimensões, cestões [Ciro Mioranza, Dic. de Sobrenomes Italianos, vol. I]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Maria Antonia Cestone, nasc. a 21.01.1928, em Calitri, Província de Avellino, Itália [Arquivo Cunha Bueno – spmt]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Michele Cestone, nasc. a 08.04.1930, em Calitri, Província de Avellino, Itália. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Rosa Cestone, nasc. a 28.10.1928, em Calitri, Província de Avellino, Itália.  Ao o brasão dos Cestone

 




Itapetininga comemora a Semana do Folclore

Evento terá apresentações culturais, histórias e concurso de desenho e fantasia

A 1ª Semana do Folclore ‘Rossini Tavares de Lima’ terá seu encerramento com um dia todo de programação para toda a família.

Os eventos acontecerão dia 22, sábado, a partir das 10h no Largo dos Amores e seguirão até às 17h.

Entre as atividades, estarão apresentação musical, contação de lendas, apresentações culturais e concurso de melhor desenho e melhor fantasia.

Todas as atrações são gratuitas e abertas ao público.

Homenagem

A Secretaria de Cultura e Turismo homenageou Rossini Tavares de Lima na 1ª Semana do Folclore. Você sabe quem foi este importante itapetiningano?

Músico, formado pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, nascido em 25 de abril de 1915, coordenou diversos projetos educacionais ligados à música e fundou a Academia Paulista de Música. Trabalhou como jornalista em diversos veículos de comunicação, publicando artigos e livros, entre eles ABC do Folclore, considerado um dos melhores livros sobre o assunto e referência para estudantes.

Atuando também como professor de História, destacou-se em diversos estudos sobre o folclore brasileiro, sendo uma das maiores autoridades do país no tema. Incentivou e divulgou as artes populares regionais e organizou diversos festivais de folclore em Itapetininga. Rossini Tavares de Lima faleceu em em 5 de agosto de 1987, em São Paulo.




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as FAMILIAS DIAS, OLIVEIRA, REGO E VEIGA

Afrânio Mello: ATENDIMENTOS NÚMEROS 515,516,517 e 518

Prezada Equipe do Jornal Rol de Itapetininga

Venho por meio deste, solicitar a participação da coleta de dados para compor a genealogia de minha família, sendo que tenho muito pouca informação:

Ednéa Fatima Dias

Pai: Tulio Dias da Veiga ( 1921- 1995 – Pai com sobrenome Veiga e mãe Maria Dias do Rêgo. Nascido em Itaberá/SP )

Mãe: Thereza Felippe da Veiga (1929- 2014 – João Felippe de Oliveira Junior e Maria Victorino de Oliveira. Nascida em Porangaba/ SP)

Fico no aguardo para o que for necessário

Muito obrigada

 

 

Prezada Ednéa,

Não faço buscas em cartórios e igrejas para pesquisar nomes completas de famílias.

O meu arquivo é de SOBRENOMES.

No corpo desta mensagem está inserido resumo de cada um dos sobrenomes e anexado o arquivo completo.

Nessa forma envio para você :

DIAS…………………………….. 36 páginas e 29 brasões ;

OLIVEIRA……………………… 40 páginas e 1 brasão ;

REGO…………………………….1/2 página e 1 brasão ;

VEIGA……………………………  1/2 página e 1 brasão .

Nos arquivos principais você tem uma grande quantidade de nomes, nos arquivos Dias e Oliveira.

Saudações.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

 

clip_image002  clip_image003  clip_image004Dias, Diaz, sobrenome de origem luso-espanhola.

Trata-se do patronímico de Diogo ou Diego, pelo que podem ser inúmeras famílias que adoptaram este nome por apelido, sem se encontrarem ligadas pelos menores laços de consanguinidade.

Alguns Dias usam por armas aquelas que, ao que se supõe, foram concedidas a um Domingos Dias.

 

Do lat. Didaci, genitivo de Didacus, Diogo. Esta palavra passou pelas seguintes transformações: Didacus [971], Didazi, Diazi [1080] e Diaz [1080] (Antenor Nascentes, II, 89). Sobrenome português e espanhol. Como patronímico sig. «filho de Diogo». Ilha da São Miguel: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha de São Miguel, escreveu no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro V – Da fatal Ilha de S. Miguel, Capítulo XVII – De algus homes famosos, & familias que vieraõ povoar a Ilha de Saõ Miguel; Título V – Dos Medeyros, Araujos, Borges, Sousas, Rebellos, Dias. Galiza: o genealogista, Frei José S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra Linajes y Blasones de Galicia, dedica-se ao estudo desta família – Diaz. Numerosas foram as famílias que, em algum momento da sua genealogia, perpetuaram aqueles nomes de batismos na forma de sobrenome. Não se pode considerar que todos os Dias existentes no Brasil, mesmo procedentes de Portugal, sejam parentes, porque são inúmeras as famílias que adotaram este sobrenome.

 

======================================================================================================================================

 

clip_image002[3]Oliveira, sobrenome  português de raízes toponímicas, foi tirado da designação do Paço de Oliveira, na freguesia de Santa Maria de Oliveira, termo de Arcos de Valdevez.

A família que adotou este nome por sobrenome é de remotas e nobres origens, a ela pertencendo o arcebispo de Braga Dom Martinho Pires de Oliveira, que instituiu um rico morgadio em Évora, que deixou à descendência de seu irmão Pedro  Mem Pires de Oliveira em 1306. As armas antigas dos Oliveiras, talvez  tão antigas que antecedessem o nascimento das chamadas regras da armaria ou, pelo menos, a sua aplicação em Portugal.

Na Idade Média, especialmente na época da Inquisição Católica, muitos judeus se tornaram “ cristãos”, para não serem queimados em fogueiras; sendo assim, as várias famílias ao fazerem isso deixaram o seu sobrenome hebraico original e adotaram um sobrenome português  Muitos desses judeus escolheram adotar sobrenomes como: Oliveira, Pereira, Prado, Silva, Nogueira, e outros similares.

No Brasil, após a libertação dos escravos negros em 1888, muitos destes adotaram o sobrenome dos seus antigos senhores, sendo assim, é difícil atualmente  dizer com precisão quem é realmente  parente deste ou daquele

De oliveira, subst. comum (Antenor Nascentes, II, 223).

=======================================================================================================

 

 

clip_image002[4]RÊGO – Nome de raízes toponímicas, deriva da honra desta designação, no lugar de Lordelo, comarca de Lanhoso.

Parece ter sido o fundador da família Lourenço do Rego, que vivia em meados do século XIII, e que deixou descendência que lhe continuou o nome.

Armas

 

 

As armas ditas antigas dos Regos são: de verde, uma banda ondada de prata, carregada de três vieiras de ouro, perfiladas de azul. Timbre: uma vieira do escudo, entre dois penachos de verde, picados de ouro.

Modernamente, as armas passaram a ser: de verde, uma banda ondada e aguada de sua cor, carregada de três vieiras de ouro. O timbre não sofreu alteração alguma.

Ramos Familiares

 

 

Cunha Rego

Sousa Rego

Títulos, Morgados e Senhorios

 

Barões de Porto de Mós

Condes de Almarjão

Condes de Armil

Condes de Rego Botelho

Senhores de Aguiar

Senhores de Neiva

Viscondes de Geraz do Lima

Viscondes de Sousa Rego

===============================================================================================================================================================

clip_image002[5]Veiga, sobrenome de origem latina.

Parecem ter existido duas famílias com este apelido, sendo a principal dentre elas, segundo alguns autores, a dos Veiga ditos de Nápoles, aos quais atribuem uma ascendência que se encontra muito longe de estar comprovada documentalmente e, por isso, apenas se refere hipoteticamente.

Derivariam eles de Leonardo Esteves, a quem atribuem por pai um princípe Estêvão de Nápoles – possivelmente da Casa de Anjou – que se teria casado com D. Margarida Anes de Meneses, que fazem filha do Conde D. João Telo de Meneses e de sua mulher, D. Teresa Sanches.

Do casamento de Leonardo Esteves e de Margarida Anes foi filho herdeiro João Esteves da Veiga, que do seu casamento com D. Leonor Anes de Vasconcelos teve descendência que se chamou da Veiga Nápoles.

Armas

 

 

Dos Veiga Nápoles: um escudo esquartelado de vermelho, uma águia estendida de ouro, armada de prata, e de prata, três flores-de-lis de azul. Timbre: a águia do escudo.

Esta composição era constituída pelas armas dos Veigas, nos primeiro e quarto quartéis, e dos Nápoles, nos restantes, com o timbre dos primeiros.

Outros Veigas, ditos de Vila Viçosa, usaram um escudo também esquartelado, sendo o primeiro de prata, uma águia estendida de azul; os segundo e terceiro de vermelho, uma cruz de prata, acantonada de quatro flores-de-lis de ouro.

Títulos, Morgados e Senhorios

 

Barões de Costa Veiga

Barões de Paúlos

Condes da Calheta

Condes da Covilhã

Condes de Ottolini

Marqueses de Castelo Melhor

Senhores da Casa da Folha

Senhores do Morgado de Ruivos

Viscondes de Alenquer

Viscondes de Arneiro

Viscondes de Costa Veiga

Viscondes de Mirandela

Viscondes de Veiga Cabral

 

Cargos e Profissões

 

Arquitectos

 

==============================================================================================================================================

 




Realizada ontem a 1a. Reunião de Departamentos de Estudos do IHGGI

A reunião esteve sob a presidência do confrade José Luiz Nogueira e várias atividades foram programadas

Foto 1a. reuniao conjunta dos departamentos 19 ago 15 no CRI
Noemia Conceição Marini, Alba Regina Franco Carron Luisi, Angelo Ricchetti, Maria do Rosário Slveira Porto, José Luiz Nogueira e Diva Brito

Foi realizada na noite de ontem, 19, na sede social do CRI-Clube Recreativo de Itapetiningano, a primeira reunião reunindo os confrades e confreiras encarregados dos Departamentos de História, Geografia e Genealogia, respectivamente Alba Regina Franco Carrol Luisi, Noemia Conceição Marini e José Luiz Nogueira.

 

Iniciou às 20 horas e contou com as presenças também do presidente do IHGGI, Helio Rubens de Arruda e Miranda (que saiu logo após o inicio devido a um compromisso assumido anteriormente), do confrade Ângelo Lourival Ricchetti, da confreira Maria do Rosário Silveira Porto e da convidada especial Diva Brito.

 

O primeiro assunto foi a realização de uma ‘Mostra de Casarões de Itapetininga’, com exposição de quadros pintados por artistas de Itapetininga e de outras cidades, uma sugestao feita pelo confrade Roberto Lima de Lara, que não esteve presente mas sua idéia foi repassada pelo Presidente. O confrade Ângelo sugeriu que se inclua nessa mostra também nessa fotografias dos casarões.

 

Outra proposta foi a realização de uma Mostra sobre a Revolução de 1932, sugerida pelos confrades Jefferson Biajone e Afrânio Franco de Oliveira Mello.

 

A confreira Alba Regina, coordenadora do Departamento de História do IHGGI, sugeriu que fosse ministrada uma palestra pelo professor Dagoberto Mebius, residente em Sorocaba, sobre o ‘Colégio Lageado’, que existiu em Campo Largo, atual Araçoiaba da Serra, onde estudou o Cel Fernando Prestes de Albuquerque. Foi solicitado ao presidente Helio Rubens que verificasse a possibilidade de realização dessa palestra.

 

A confreira Noemia C. Marina, coordenadora do Departamento de Geografia do IHGGI sugeriu que fosse feita uma visita à DERITA – Diretoria de Ensino de Itapetininga,  no sentido de se obter dela uma listagem dos professores de História e de Geografia em Itapetininga, com o objetivo de convidá-los a integrar os grupos de estudos do IHGG mediante mensagens informando a realização das palestras e outras atividades do IHGGI.A confreiras Noemia e Alba ficaram de agendar essa visita.

 

A confreira Maria do Rosário sugeriu que fossem elaborado projetos tanto de História como de Geografia, para melhor desenvolver as tarefas que se pretendem realizar e se colocou a disposição de todos para ajudar nesse sentido. Sugeriu ainda a elaboração de um pequeno questionário para enviar aos professores que serão contatados pelas confreiras Noemia e Alba e que fossem incluidos nos projetos oficinas de História, de Geografia e de Genealogia.

 

O Confrade José Luiz Nogueira, coordenador do Departamento de Genealogia agradeceu a todos pela presença e sugeriu que as reuniões sejam sempre em conjunto, visto que os assuntos se autocompletam. e propôr  que pretende seja realizado pelo IHGGI  um curso de Genealogia, com os confrades explicando todos os quesitos que envolvem o assunto, tipo como montar uma Árvore Genealógica, como fazer pesquisas nos CHF, como usar programas de Genealogia, como montar gráficos e visita aos centros de informação de Itapetininga, como a Igreja Mórmom, de modo a que todos aprendam como funcionam esses centros e como devem ser feitas as pesquisas.

 

Um novo encontro dos tres Departamentos de Estudos ficou agendado para o dia 1º de setembro de 2015, uma terça-feira, as 19h30, no mesmo local, na sala de Leitura do CRI.

 

Ao final da nossa reunião participou o presidente interino do CRI, Alexandre  Zanani, que eiterou a disposição do CRI de ceder uma  sala, com acesso livre ao IHGGI.