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Dias 29 e 30 de Abril, no Mackenzie




Artigo de Celso Lungaretti: 'Dois coelhos com uma cajadada só'

QUEM DEVE SAIR? O CUNHA? A DILMA? EU CRAVO DUPLO E NÃO ABRO!

Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia.

Você se lembra de Marco Maia? Não? Está certo, pois foi apenas mais um nome esquecível da política brasileira. Presidiu a Câmara Federal entre 2010 e 2013.

Henrique Alves? A mesmíssima coisa, de 2013 e 2015.

Arlindo Chinaglia? Idem, de 2007 a 2009.

Pense nestes três nomes e me responda: o presidente da Câmara dos Deputados tem mesmo toda essa importância que se atribui a Eduardo Cunha? É personagem de primeiríssima grandeza, a ponto de o País estar parado à espera da queda ou da (momentânea) salvação do sucessor de Marco Maia, Henrique Alves e Arlindo Chinaglia?

Eu diria que não passa de um charlatão a mais, a fingir que desencadeia tempestades de som e fúria, na esperança de que não percebamos tratar-se apenas de uma história contada por um idiota.

Dos malefícios atribuídos a Eduardo Cunha, há algum que não possa ser corrigido adiante? Nenhum. Tem idéias retrogradas, déficit de honestidade e um estilo repulsivo, mas passa longe de ser exceção no seu meio. Está muito mais para regra.

Por que se dá tanto destaque à sua degola? Porque dele, deputado pessimamente avaliado pelos eleitores, depende o pontapé inicial do processo de impeachment de uma presidente pessimamente avaliada pelos eleitores.

De minha parte, vejo o segundo caso como muito pior.

O Cunha joga o jogo da forma como é jogado em Brasília, ou seja, em nível de esgoto. Não inova, dá sequência ao mafuá rotineiro. Corre atrás do queijo, como tantos outros.

A Dilma se reelegeu mentindo ao povo, ao prometer que faria exatamente o contrário do que está fazendo na condução da economia. Lançou uma pá de cal na credibilidade de nossa democracia, tratando o eleitor como um perfeito otário.

Ao que tudo indica, Cunha é corrupto com carteira assinada.

Ao que tudo indica, Dilma preferiu olhar para o outro lado enquanto a corrupção grassava solta na Petrobrás.

Mas, exceto pela paúra que inspira nas hostes governistas, não é o Cunha que está imobilizando o Brasil.

É a Dilma, ao insistir numa austeridade econômica que a coloca contra as necessidades do País, a felicidade do povo, o ideário do PT e da esquerda em geral.

Com isto, há 11 meses nos arrasta para o fundo do poço, assistindo impassível ao avolumar de uma recessão que cada vez mais ameaça tornar-se devastadora depressão. Ai dos excluídos, dos humildes e dos indefesos! Sofrerão o diabo.

Estou com os situacionistas: Cunha precisa ser afastado o quanto antes.

Estou com os oposicionistas: Dilma precisa ser afastada o quanto antes.

Estou com o homem da rua: ambos já deveriam ter ido há muito tempo.

O pior desfecho possível e imaginável para a chanchada desta semana será o PT salvar o Cunha para o Cunha salvar a Dilma. Ai virará pornochanchada…

ESSA NÃO É A NOSSA ESQUERDA!

Por Rui Martins

Marx e Trotsky achavam que a corrupção no governo era uma consequência lógica do capitalismo, no qual as empresas (para escoarem seus produtos) e as empreiteiras (para ganharem obras públicas) lançam mão das propinas.

Para ambos, a maneira de se evitar a infeção e propagação da corrupção nos países socialistas seria a de entregar o governo aos trabalhadores com salários médios de um operário para exercer essas funções.

Trotsky não chegou a testar sua receita anticorrupção mas o comunismo não conseguiu impedir que a corrupção chegasse aos burocratas e aos dirigentes, mesmo se, como acontece na China, vez ou outra um processo por corrupção derruba e leva à prisão altos dirigentes.

Na França e na Alemanha, os casos mais flagrantes de corrupção ao nível partidário ou governamental envolveram tentativas de financiamento de partidos. O maior e mais famoso envolveu o CDU partido democrata cristão alemão e o chanceler Helmut Kohl.

Para financiar suas campanhas eleitorais o partido mantinha diversas contas secretas, caixas dois, financiadas até por empresas estrangeiras envolvendo armamentos, empreiteiras e petróleo. O próprio presidente francês François Mitterrand teria autorizado a empresa Elf Aquitaine a fazer doações secretas para favorecer a reeleição de Helmut Kohl.

O fio do novelo que levou à queda de Helmut Kohl foi a descoberta pelo rigoroso fisco alemão de uma vultosa soma, um milhão de marcos alemães, não declarada pelo ex-tesoureiro do CDU, partido de Helmut Kohl. Como no processo brasileiro da Lava Jato, cada caso de fraude e caixa dois leva a outro, envolvendo empresas estrangeiras italianas e suíças até chegar ao chanceler Helmut Kohl.

Apesar de suas insistentes negativas, Kohl acabou sendo obrigado a se demitir. A lição deve ter servido para o CDU, pois não existe mais a suspeita de corrupção desde que tal partido retornou ao poder com a atual chanceler Angela Merkel.

Há dois anos, foi o prefeito de Montréal, no Canadá, o demitido e processado por corrupção, num momento em que a imprensa local falava em corrupção generalizada, esta nem sempre ligada ao financiamento de partido. Na França, o ex-primeiro-ministro Alain Jupé e atual prefeito de Bordeaux, chegou a ser condenado num processo por corrupção, ligado a financiamento de partido, e passou algum tempo impedido de exercer cargo público.

A tentação de permanecer no poder é sempre grande e estimula em alguns partidos a ideia de obterem financiamentos ocultos e não declarados. Estes casos estariam próximos do nosso mensalão, pois o dinheiro recolhido tem o objetivo de apenas financiar o funcionamento do partido e suas campanhas eleitorais.

Já não se pode definir como financiamento de partido quando certos políticos negociam facilidades e vantagens para certas empresas ganharem concorrências públicas, ficando com eles mesmos as propinas obtidas. É o caso do nosso petrolão.

Uma diferença fundamental existe entre esses casos citados e o Brasil – nesses países onde têm ocorrido casos de corrupção, a Justiça tem toda liberdade de agir sem se criar no país um clima de crise institucional.

No Brasil, a descoberta do mensalão, solução encontrada para o PT governar mas até hoje negada pelo partido, quase provocou a queda do presidente Lula. O atual caso do petrolão, novamente negado contra todos os fatos pelo PT, estimula uma campanha contra o Judiciário, incompreensível para quem está de fora.

E acontece o inacreditável – a maioria dos processados como corruptos é considerada vítima pelos próprios eleitores pobres petistas, manipulados para não verem que o rombo da corrupção nas empresas públicas vai custar caro para o Brasil e indiretamente para todos os contribuintes.

O cenário, como já escrevi em outra oportunidade, tem tudo de uma ópera bufa ou palhaçada, tantos são os argumentos furados e esfarrapados utilizados pela direção petista para ludibriar seus seguidores. No caso atual, da prisão do senador Delcídio, chega a provocar risos a rapidez com a qual a direção petista tentou desvincular o senador corrupto do seu partido, mesmo sendo ele o líder da bancada petista no senado.

Para a esquerda brasileira, esse festival de bandalheira que assola o país é, além de desolador, uma tragédia, porque o PT nascido com a estrela vermelha esquerdista vai estigmatizar, se já não estigmatizou, toda tentativa de esquerda para recolocar o país nas reformas sociais e dentro dos valores éticos normais.

É também dramático porque os petistas, ao invés de cobrarem de seus dirigentes esse vergonhoso desvio, insistem em reafirmar sua confiança no partido, culpando a grande imprensa e a oposição, recusando todas as evidências de corrupção. Ou então justificam, afirmando ter sido a mesma coisa nos governos anteriores, numa inesperada perversão ética.

Outros dizem serem obrigados a desculpar tudo isso, em favor da plataforma de mudanças sociais feitas no país pelo PT. Houve realmente destacados avanços no Brasil em favor da grande parte da população antes excluída, mas o trabalho não foi concluído e com a virada econômica do atual governo, muita coisa pode se perder.

O Brasil viveu bons momentos nos últimos anos em grande parte pelas importações chinesas de nossas matérias primas. Entretanto, infelizmente o Brasil seguiu a velha cartilha e não aproveitou essa fase de progresso para desenvolver ou construir suas bases e estruturas industriais, satisfazendo-se com a euforia do consumismo proporcionado pelas ajudas sociais.

Infelizmente esse quadro internacional favorecendo exportações a bons preços acabou. Teremos muitos anos magros pela frente que poderão provocar agitações sociais e a esquerda, hoje estigmatizada pela corrupção, terá dificuldade para se afirmar junto ao povo. Só uma alternância no poder permitirá o processo de depuração necessário para que a verdadeira esquerda surja com seus verdadeiros projetos sociais de mudanças.

Está na hora de todas as esquerdas brasileiras se unirem para desmistificar a farsa atual decorrente da mentira eleitoral. É inadmissível se justificar ou se continuar aceitando esse escandaloso acordo pelo qual Cunha não é cassado por corrupção para garantir não haver impeachment.

Essa dita esquerda que está aí não é a minha esquerda.

Que também não seja a sua!

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Artigo de Pedro Novaes: 'Imagem Pessoal'

Pedro Israel Novaes de Almeida: IMAGEM PESSOAL

 

colunista do ROL
Pedro Novaes

Soa lógico que, antes de serem conhecidas, as pessoas sejam julgadas pela imagem que transmitem.

Cachorros parecem dotados do poder de diagnosticar defeitos e virtudes, ao primeiro contato, como que alertando o amigo, para um eventual erro de avaliação. Convém não alimentar boas expectativas, de alguém recebido com alguma rosnada não habitual.

A busca de uma boa imagem é um direito pessoal, alimentado pela valorização escravista da aparência. Em alguns casos, poucos, a boa aparência é buscada para satisfação íntima.

Carecas desde a ascendência, quando inconformados, fazem da vida um périplo em busca do fiozinho perdido, começando pelo uso de qualquer produto anunciado como milagreiro, e terminando com o inevitável implante ou indisfarçável peruca. Energia e desgastes emocionais seriam facilmente evitados pela simples admissão, como natural, da calvície.

O advento do silicone finalizou a época dos enchimentos externos, que moldavam sutiãs e glúteos. A mídia anuncia, com elevada audiência, a colocação de quilos e quilos de silicone, nas partes em que a natureza, sábia, economizou.

Cirurgias plásticas, meramente estéticas ou efetivamente reparadoras, permitem ao portador de nariz agigantado tomar café sem o uso de canudinho, e até mesmo conferir aspecto atraente a feição originalmente aterradora. Não convém julgar as necessidades e soluções alheias, na busca de uma aparência julgada necessária.

O envelhecimento é um processo natural, branqueando cabelos, encurtando passos e enrugando a pele. A luta contra as marcas do tempo acaba por torna-las mais evidentes.

Em sociedade, a busca por uma boa aparência pode ser substituída, com vantagens, pela adoção de sinais externos de riqueza. Ninguém parece feio, dirigindo a Mercedes do ano, e qualquer mulher linda parece no máximo bonitinha, chegando em uma Kombi 1975, com a placa presa por arame.

A escravidão das aparências requer resignação e acatamento. Quando tentamos tomar um café expresso, em alguma padaria, intuitivamente o funcionário traz, em copo americano, o café envelhecido e morno da garrafa térmica. Nas sapatarias, somos sempre recebidos com a saudação: “ não temos Havaianas 45”.  Quando estamos no jardim, os que chegam pedem que chamemos o dono da casa.

Inesquecível o episódio em que fomos buscar os filhos na escola, e um aluno, simpático japonesinho, de uns cinco anos, perguntou, com extrema naturalidade: “você é bêbado ?”. As consequências sociais da aparência divertem.

Difícil é lidar com as aparências de honestidade e boas intenções, que ameaçam-nos a todos, diariamente. Não raro, a virtude reside em aparências pouco festejadas, e boas novas costumam vir de onde menos esperamos. Malandros costumam identificar seus semelhantes de imediato.

Convém dar um crédito, não definitivo, à intuição, ou estar sempre acompanhado pelo cachorro da família.

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.




Artigo do mês do genealogista José Luis Nogueira: 'Registros de Dezembro'

Bom dia. Saúde e alegria. Espero que estejam todos bem. Hoje é dia 1º de dezembro de 2015. É o 335.º dia do ano no calendário gregoriano (336.º em anos bissextos). 

  • Genealogista José Luiz Nogueira
    Genealogista José Luiz Nogueira

    1822 – Pedro I é coroado Imperador do Brasil.

 

 

1º.12.2000 – Gabriel Brodbeck Nogueira nasceu em Maringá

2.12.1918 – Nasceu no Distrito de Morro do Alto Brigida Aparecida Branco Nogueira

3.12.1789 – Nomeado Salvador de Oliveira Ayres como 1º sargento-mór de Itapetininga

3.12.1910 – Ernesta Xavier Rabelo Orsi nasceu em São Paulo.

3.12.1949 – José Luiz Ayres Holtz (Grilo) nasceu em Tietê

3.12.1946 – Afrânio Franco de Oliveira Mello nasceu em Itapetininga

3.12.1972 – Guilherme Aleixo Hungria nasceu em Itapetininga

10.12.1944 – Carlos Henrique Salem Caggiano nasceu em Jundiaí-SP

13.12.1938 – Antº Fernando Silva Rosa nasceu em Itapetininga

14.12.1947 – Dilma Vana Rousseff nasceu em Belo Horizonte-MG

15.12.1967 – Nasceu em Capão Bonito Isabel de Lourdes Macedo

16-12-1939 – Ivo Cerqueira nasceu em Sarapuí-SP

16.12.2004 – Morreu Hehil Abuázar em Itapetininga.

21.12.1956 – Nasceu Benedito Aparecido Del Antonio Sampaio

22.12.1841 – Venâncio de Oliveira Ayres nasceu em Itapetininga no dia 17 de maio de 1836. Atenção para esta data. Diferente de tudo que voce lê e vê por aí.

25.12.1965 – Messias dos Santos Pereira, um dos mentores para a criação do IHGGI, nasceu em Itapetininga.

31.12.1940 – Luiz Honório de Oliveira, conhecido como Filisbino nasceu em Itapetininga.

 

Ajude-nos a manter sempre atualizada as informações desta secão. Obrigado.

 

 




Fuga de escravizados da região na Revista Caros Amigos

O episódio conhecido como Êxodo do Capivari, no qual centenas de escravos fugiram de fazendas, liderados pelo Preto Pio foi tema de matéria na Revista Caros Amigos, edição de outubro (223/2015) assinada por Marcelo Andriotti

(Carlos Cavalheiro)
A fuga, ocorrida em outubro de 1887, chamou a atenção na época por conta do número de escravizados envolvidos e pela saga que completaram ao sair da cidade de Capivari e caminhar por Porto Feliz, Itu, Sorocaba, São Paulo e Santos.
Na Serra do Mar, Preto Pio foi morto por uma escolta militar, logo após matar um soldado.
Ao ser feita a autópsia no Preto Pio descobriu-se que ele não comia há três dias.
Após sua morte, o exército recusou-se a participar de caça a escravos fugitivos.
Em cidades como Porto Feliz, começaram a vir imigrantes, entre eles os belgas.
Em Sorocaba, a escravidão foi abolida ainda em 1887.
Sete meses depois da morte de Pio, a Lei Áurea foi assinada.
A história do Preto Pio, apesar de sua relevância, comparável a de Zumbi dos Palmares, estava esquecida há alguns anos.
Por esse motivo, o professor de História Carlos Carvalho Cavalheiro publicou um livreto de cordel, em 2007, contando a história em versos no momento em que se comemorava 120 anos do Êxodo de Capivari.
Por esse motivo, a história voltou a ser debatida e o Preto Pio chegou a ser tema de samba enredo no carnaval de Capivari.
Este ano, Marcelo Andriotti entrou em contato com o historiador e outras pessoas para constituir a matéria que novamente traz à tona essa importante história.



Maestro João Carlos Martins e Camerata Bachiana realizam apresentação em Salto, no dia 12 de dezembro

Concerto integra o projeto gratuito “Na roda com o Maestro – Uma homenagem a Johann Sebastian Bach”, viabilizado através pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura pela lei Rouanet

 

João Carlos regendoO Maestro João Carlos Martins estará em Salto no dia 12 de dezembro, junto com a Camerata Bachiana, para um concerto em homenagem a Johann Sebastian Bach. O evento será às 20h, no Teatro Pavilhão das Artes, localizado na Praça Archimedes Lammoglia.

 

A apresentação é gratuita e integra o projeto “Na Roda com o Maestro – Uma homenagem a Johann Sebastian Bach”, viabilizado pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura, através da Lei Rouanet. Tem produção da D´Color Produções Culturais e Fundação Bachiana, com patrocínio da Fedrigoni Brasil Papéis e apoio cultural da Prefeitura da Estância de Salto.

 

Maestro João Carlos Martins e Camerata Bachiana
O pianista e regente João Carlos Martins iniciou seus estudos de piano na infância. Aos 13 anos já iniciava sua carreira no Brasil, que cinco anos depois decolou internacionalmente. Aos 20, estreou no famoso Carnegie Hall, em Nova York, em apresentações patrocinadas pela então primeira dama dos Estados Unidos, Eleanor Roosevelt.
O maestro passou por dois incidentes que poderiam ter posto fim à sua careira musical. Aos 26 anos de idade sofreu uma lesão no braço quando jogava uma partida de futebol em Nova York, que o manteve afastado dos palcos por sete anos. Quando retornou à carreira, gravou a obra completa de Bach. Em 1995 foi ferido num assalto na Bulgária, e ficou com o lado direito do corpo paralisado. Vítima da síndrome de movimentos repetitivos, encerrou a carreira de pianista aos 63 anos, mas não deixou o universo da música. Estudou regência, fundou a Filarmônica Bachiana Jovem em 2006 e hoje é regente e diretor-artístico da Bachiana Filarmônica SESI-SP.
A Orquestra Bachiana Filarmônica apresentou-se pela primeira vez em 2004, na sala São Paulo em São Paulo/SP e depois disso, com um repertório que inclui sinfonias de Beethoven, Brahms e Tchaikovsky, apresentou-se nas mais importantes salas de concerto do Brasil e exterior. Em 2006, com objetivo de trabalhar na evolução musical de jovens musicistas, o maestro João Carlos Martins fundou a orquestra Bachiana Jovem, que também buscava democratizar a música clássica com apresentações em espaços variados, para pessoas que jamais tiveram acesso às salas de concerto. Em 2010, as duas orquestras se juntaram formando a Bachiana Filarmônica SESI-SP, um grupo que reúne músicos profissionais, orientadores e jovens musicistas, que formam hoje uma das mais importantes orquestras da iniciativa privada do Brasil, sem abandonar os ideais que deram origem à Bachiana Filarmônica e à Bachiana Jovem. O termo Bachiana remete à riqueza musical do Brasil, numa homenagem ao imortal maestro e compositor Heitor Villa-Lobos, autor das célebres Bachianas Brasileiras, e à Johann Sebastian Bach. A Camerata Bachiana, parte da Fundação Bachiana Filarmônica, é formada por viola, cello, oboé, clarinete, fagote, flauta, percussão e dois violinos.

Sobre a Fedrigoni Brasil Papéis

A Fedrigoni Brasil Papéis integra o Grupo Fedrigoni, líder mundial na fabricação de papéis finos e de segurança. A fábrica de papel de Salto preserva a arquitetura e o cenário presentes em sua fundação, no século XIX, mas com todos os avanços tecnológicos que a produção exige. Em 1978, a empresa iniciou a fabricação do papel-moeda no Brasil, tornando-se a única produtora de papel para cédulas na América Latina e possibilitando a autossuficiência do País na produção de seu dinheiro. A fábrica no Brasil é responsável pela produção de aproximadamente 22 mil toneladas de papel por ano, abastecendo a América Latina e diversos países do resto do mundo.

Sobre a D’Color Produções Culturais

Empresa de Campinas (SP) focada em assessoria, planejamento e execução de projetos culturais em parceria com diversos segmentos através de leis de incentivo. Possui a missão de fomentar a cultura no Brasil e disseminá-la para o maior número de pessoas.

Serviço:

Na Roda com o Maestro – Uma homenagem a Johann Sebastian Bach
Concerto com Maestro João Carlos Martins e Camerata Bachiana

Viabilizado pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura pela Lei Rouanet

Data: 12/12/15 (sábado)
Horário: 20h
Local: Teatro Pavilhão das Artes – Praça Archimedes Lammoglia | Salto/SP

Entrada franca – Censura livre

Mais informações: D’color Produções Culturais – www.dcolor.art.br – (19) 3256-4500

 




Espetáculos musicais do teatro do Sesi em Itapetininga são ótimos!

As duas apresentações foram belíssimas e de grande interação com o público

DoreenA primeira apresentação brilhante do Sesi de Itapetininga foi a da cantora norte-americana Doreen Ketchens, no sábado, 28, às 20 horas.

Além de cantar deliciosamente bem os grandes sucessos do Jazz, a cantora tocou clarinete de uma maneira sensacional, que mexeu com a platéia, sendo aplaudida várias vezes no meio da exibição.

Acompanharam a cantora os músicos também norte-americanos Lawrence Ketchens (tuba e bateria) e o tecladista Keith Anderson, todos exímios nas suas artes, oferecendo um conjunto hamonioso e muito bonito.Dooren2

Doreen Ketchens é uma cbandalarinetista e cantora de de Jazz de rua, cujo principal interesse reside na divulgação da cultura e música tradicional de New Orleans em todo o mundo. já tocou junto com os mais famosos tocadores e jazz dos Estados Unidos e se apresentou para quatro presidente dos EUA: Clinton, Busch, Reagan e Carter.

Foi mais um grande lance musical apresentado pelo SESI de Itapetininga!

 

banda

No domingo, dia 29, foi a vez da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo se apresentar em Itapetininga, às 19 horas, também no teatro do Sesi

Criada em 1989 pela Secretaria de Estado da Cultura, é considerada um dos principais grupos sinfônicos do país, com reconhecimento internacional e um repertório rico para a formação de banda. Composta por 82 instrumentistas, o conjunto está sob a direção artística e regência titular do maestro Marcos Sadao Shirakawa., que demonstrou muito conhecimento de causa e foi muito comunicativo com a platéia.

A Banda Sinfônica do Estado de São Paulo é uma formação musical em que predominam instrumentos de sopro e percussão, com piano e contrabaixos, diferente portanto de uma orquestra sinfônica, onde há predominância de instrumentos de cordas. Formada por 82 músicos, a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo dedica-se à difusão da música de concerto e ao incentivo de novas composições e arranjos para esta formação instrumental.

A banda sinfônica fez por merecer a fama que lhe é atribuída. Normalmente composta por 82 intrumentistas, o grupo em Itapetininga estava um pouco menor devido ao tamanho do palco, mas nem por isso perdeu toda sua magnifica qualidade artistisca, oferecendo um espetáculo grandioso, realmente digno de ser apresentado nas grandes salas.