Haverá premiação  na 5a. Etapa do Circuito Correr e Caminhar com largada na Paróquia de São Roque em Itapetininga

A 5a. Etapa do Circuito Municipal Correr e Caminhar com Saúde será realizada neste domingo,dia 16.

 

5a. Etapa Correr e Caminhar com saúde - Percurso -A largada será às 9 da manhã na rua Durval da Rocha Reis (entrada lateral da Igreja São Roque, em Vila Rio Branco);

Haverá premiação para os três primeiros colocados (feminino e masculino).

O percurso é de 7 km para caminhada e corrida.

O radialista Luis Mendes estará presente na locução do evento promovido pela Secretaria de Esporte e Lazer da Prefeitura de Itapetininga, com apoio da Guarda Civil Municipal, do SAMU, da Polícia Militar, Paroquia São Roque, Sabesp e Esporte Clube XV de Novembro.

Os participantes devem levar,  a tituto de colaboração,  um quilo de alimento não perecível, que será doado para as famílias assistidas  pela referida Igreja

 

CORRER E CAMINHAR COM SAÚDE 2015
LOCAL: IGREJA SÃO ROQUE
DATA: 16/08/2015
LARGADA: 09:00 horas
DOAÇÃO DE 01 Kg DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL.




Artigo de Reinaldo Canto diz que questão de fundo vai muito além de sacolas e bicicletas

Plásticos e bicicletas na construção do processo civilizatório

As responsabilidades passam pelo uso correto dos materiais, bem como na ocupação civilizada do espaço público. Tudo isso para que, um dia, possamos ter viver em cidades mais humanas
Reprodução
Sacolas plásticas

A questão de fundo vai muito além de sacolas e bicicletas, mas da construção de uma cidadania mais efetiva

Aparentemente menores diante das crises, econômica e política atuais, as acirradas discussões em torno da cobrança de sacolas plásticas e a instalação de ciclovias, ocupam um espaço importante no debate sobre o nosso futuro.

Isso passa, basicamente, pelo acirramento da barbárie ou pela busca de uma cidadania mais efetiva que busque harmonizar o convívio e a qualidade de vida nos centros urbanos brasileiros.

Não é de hoje que o tema cobrança ou não desacolas plásticas tem ocupado um lugar de destaque nos noticiários e nas conversas de botequim e elevador. Em São Paulo, a lei agora em vigor, determina que o comércio é obrigado a ceder aos clientes apenas sacolas reutilizáveis nas cores verde e cinza, produzidas com matéria-prima renovável. A exigência fez com que muitos supermercados passassem a cobrar entre R$0,08 e R$0,10 pelas novas sacolas.

Após a implantação das novas regras, o Opinion, uma plataforma para pesquisas, realizou um levantamento com 500 pessoas da cidade de São Paulo. Uma grande maioria, 88% discordam, principalmente no que se refere a cobrança pelas novas sacolas, mais resistentes, diga-se de passagem.

Diante da indignada revolta, os discordantes buscaram se calar na tentativa de evitar reações mais agressivas. Mesmo assim, a pesquisa também constatou que para 39% as novas sacolinhas podem incentivar a prática de reciclagem de lixo e  53% pretendem utiliza-las para fazer a correta separação.

Foi comum e ainda é ouvir que o pagamento pelo uso das sacolinhas plásticas representa apenas mais um roubo a que os cidadãos brasileiros são submetidos. Nesse caso um sórdido conluio a unir o setor privado, supermercados à frente e o setor público, nesse caso a Prefeitura de São Paulo para tungar os ingênuos e sérios consumidores. Afinal, dizem, as sacolas já estão embutidas nos preços dos produtos e, além do mais, todos as utilizam e reutilizam da melhor maneira possível, sem desperdício.

Tanto isso não é verdade que basta caminhar poucos metros pelas ruas da metrópole paulistana para se deparar com sacolinhas descartadas na via pública, muitas, inclusive, limpas e adequadas para prosseguir no seu uso, mas cujo novo e real destino será o de poluir, sujar e entupir as vias públicas, praças e rios da cidade.

O ideal seria bastar uma campanha educativa sobre os malefícios desse descarte irregular, o desperdício de um material nobre resultante do petróleo que é um recurso não renovável (isso no caso da sacolinha tradicional). Há mais ou menos cinco anos uma campanha do Ministério do Meio Ambiente denominada “Saco é um saco”, recebeu até uma boa divulgação, cujos  resultados foram insuficientes para mudar a realidade.

Apesar de este escriba ter sido sempre criticado por adotar tal posição, acredito sim, que as sacolinhas devam ser cobradas, pois de outra maneira, a maioria iria continuar entendendo que essas embalagens não possuem absolutamente nenhum valor. Também concordo que os supermercados e o comércio em geral deveriam se esforçar para beneficiar quem recusa o produto e desse modo tentar provar que as razões para a cobrança não tem o objetivo de visar lucro.

Ciclovias e a ocupação do espaço público

Assim como o plástico entrou em nossas vidas sem qualquer reflexão mais aprofundada sobre seus pontos favoráveis e contrários, o automóvel desde o início do século passado foi visto como uma maravilha da modernidade. Ao longo dos anos representou um grande sonho de consumo e a sua popularização obrigou os gestores públicos a adaptar as cidades para o deus carro ocupar espaços cada vez maiores.  Hoje a realidade nas cidades brasileiras é de caos: carros demais para ruas de menos; congestionamentos infernais; poluição atmosférica em níveis alarmantes e enormes gastos do poder público com obras viárias para dar vazão a uma realidade sem futuro.

E por falar em realidade, ela se impõe ao deixar bastante claro que é impossível continuar baseando a gestão do transporte em carros particulares. Transporte público eficiente, calçadas efetivamente transitáveis e ciclovias são caminhos para transformar esse panorama. Até aqui essa gestão foi simplesmente “da cidade para os carros” e agora começa a se entender que temos que migrar para uma visão mais civilizada como, “a cidade para as pessoas”.

A recente inauguração da ciclovia na icônica e simbólica Avenida Paulista, centro financeiro do país, foi cercada de polêmicas, ainda mais que agora se estuda fechar a via aos domingos para lazer dos paulistanos. As ciclovias da capital paulista têm recebido inúmeras críticas, pois dizem estar sendo feitas sem planejamento.

Não vou entrar no mérito de que algumas parecem mesmo ter sido feitas às pressas e, claro, caso não estejam de acordo devem ser revistas. O que chamo a atenção é para a revolta de alguns quanto a pura existência desses novos espaços, tão comuns nas elogiadas cidades europeias. Muitas dessas críticas soam como pura indignação, pois subtraem (e isso nem sempre é verdade) espaços antes ocupados por veículos ou que agora precisam ser também compartilhados por bicicletas. “Se já não bastassem os corredores de ônibus, agora mais essa de ciclovias”, pensamentos corriqueiros nem sempre externados de maneira clara.

A questão de fundo vai muito além de sacolas e bicicletas, mas da construção de uma cidadania mais efetiva. No entendimento de como devemos conviver em sociedades cada dia mais complexas e adensadas. As responsabilidades passam pelo uso correto dos materiais e seus respectivos descartes, bem como na ocupação civilizada do espaço público. Tudo isso para que, um dia, possamos ter orgulho de viver em cidades brasileiras mais humanas.




Biblioteca Pública e Academia de Letras de Itapetininga vão ensinar como escrever livros

A Secretaria de Cultura de Itapetininga e a Academia Itapetiningana de Letras vão realizar uma oficina gratuita para quem quer escrever um livro.

Várias turmas poderão ser formada, mas com o máximo de dez membros cada uma.

Os interessados devem preencher uma Ficha de Inscrição na Biblioteca Municipal de Itapetininga, no período de 17 a 25 de agosto.

O curso é aberto a estudantes e adultos e terá a coordenação do acadêmico Ângelo Lourival Ricchetti.

Mais informações na Academia Itapetiningana de Letras ou pelo 3272-7525 e 99171-7672.

A Biblioteca Municipal fica à Rua Campos Sales, 175, Centro, das 8h às 22h.

Os encontros da primeira turma serão realizados de 26 de agosto a 30 de setembro, sempre às quartas-feiras, das 19h30 às 21h30.

Segundo os organizadores, o objetivo é compartilhar conhecimentos para facilitar a escrita e a publicação de textos literários.




Artigo de Carlos da Terra: 'O embuste da crise hídrica'

O Embuste da Crise Hídrica 

Jornalista e escritor
Jornalista e escritor

Maquiavel, no auge de sua vida pública, preconizou ser o embuste e o sobressalto, um importante mecanismo de controle de massas.

Manter-se no poder e acalmar o povo, parecendo que se está fazendo alguma coisa é desejável e necessário. Assim se conduz a balela da crise hídrica.

Não que não haja crise… é claro que há, mas a razão da crise não é o propalado “desperdício de água”.

Eu tenho dito desde o começo dessa patifaria que efetivamente não existe e nem pode existir “desperdício de água”. Se você joga ao chão um copo de água ele será absorvido pela terra, cuja umidade será absorvida pelo lençol freático ou então evaporará e retornará em forma de chuva.

A questão é milagrosa. porque mesmo a água que bebemos será expelida como urina ou como suor.

Assim… pelo amor de Deus, e de uma vez por todas, acreditem em mim: não existe e não pode existir “desperdício de água”!

Mas algum pseudo intelectual que não gosta de pensar e acha que o governo está sempre certo, vai me corrigir dizendo assim: “Poxa, Carlos… você não entendeu… o que a propaganda do governo está dizendo é que temos que economizar água tratada, que vem dos reservatórios’.

Esse puxa-saco erra irritantemente também, porque é verdade que a água vem do reservatório, mas também é verdade que no reservatório não tem água e essa é a razão da falta d’água nas torneiras e não o desperdício.

Também, senhoras e senhores, é burrice dizer que vamos guardar ou economizar água do reservatório.

Vou aproveitar e fazer uma revelação fantástica: “A água é volátil”.

Explico aos puxa-sacos que “volátil” quer dizer que evapora. Sim… amigos… a água evapora!

Fantástico não é?

Mas os puxa-sacos não sabem disso, ou se sabem, não querem considerar isso em sua política de enganação.

Assim, claramente você pode fazer um pequeno experimento científico: coloque em uma bacia dois copos de água e deixe ao sol.

Veja que a água vai evaporar.

Marque em um papel o tempo que levou para esses dois copos de água evaporarem.

Feito isso, agora coloque duas bacias iguais às anteriores ao sol e você vai observar que não apenas uma, mas as duas bacias que continham dois copos de água secaram. A água evaporou das duas bacias.

Portanto, ao invés de secarem dois copos de água, houve o secamento do dobro da água disponível.

O que quer dizer isso?

Quer dizer que se temos um ou dois reservatórios de água, isso não é relevante porque se vai secar um deles, o outro também secará simultaneamente, se for construído sob o mesmo sol e no mesmo lugar. Como as duas bacias, os dois reservatórios sofrerão o mesmo processo.

O problema, evidentemente, é a falta de chuvas e a falência dos mananciais, decorrente dessa mesma escassez pluvial.

Não há o que fazer a não ser rezar e rever não o consumo de água, mas rever a sociedade que construímos; rever as modificações que fizemos no mundo que herdamos e achamos que estava muito ruim.

Por observarmos tantos erros na criação original, asfaltamos milhares de ruas onde um cavalo, por exemplo, sofre restrições para pisar e tem então que usar ferraduras que são colocadas a prego e martelo em seus cascos.

Mas quem vai se preocupar com um cavalo quando precisamos asfaltar rua para o seu substituto, o carro, passar sem balançar?

O casco do cavalo pouco importa, mas a suspensão do carro custa caro e não pode estragar; melhor então pregar ferros no defeituoso casco do cavalo se, por acaso, a gente resolver andar a cavalo.

Que loucura! Estamos sendo forçados a examinar nossa existência; examinar nossa sociedade. Ainda é tempo? Aceitaremos rever nossa conduta?




Artigo de Celio Pezza fala de dois brasis: o da Copa do Mundo e das Olimpiadas e o real.

Boa alimentação para estrangeiro ver

Colunista do ROL
Celio Pezza

O orçamento previsto para as Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016 foi de R$ 28 bilhões, mas já passou de R$ 40 bilhões, sem a despoluição da Baia da Guanabara, que era um dos principais legados desta competição.

O lixo corre solto e o risco de doenças para as equipes participantes é real.

Das 52 obras prioritárias previstas, como obras de mobilidade urbana, 15 ainda não foram iniciadas e nem custeadas.

Essas obras farão com que os gastos sejam ainda maiores e essa olimpíada já está cotada para ser a mais cara da História, a exemplo da Copa do Mundo.

Só em consultorias, já gastamos mais de R$ 100 milhões, sendo a maior parte do Ministério de Turismo, com mais de R$ 60 milhões.

Mas, vamos em frente, já que no Brasil sobra dinheiro para tudo, desde que o circo e a corrupção estejam garantidos.

Só para alimentação dos atletas, temos a bagatela de R$ 7 bilhões, e este é o objetivo desta crônica.

A previsão é de servirem perto de 14 milhões de refeições na Vila Olímpica durante os jogos, e, por incrível que pareça, refeições com garantia de isenção de produtos químicos como pesticidas e venenos de todos os tipos que inundam as nossas prateleiras.

O povo come alimentos cheios de venenos, mas, na Vila Olímpica, esses mesmos produtos estão proibidos. Só entra “selo verde”, produto orgânico de qualidade, sem venenos e defensivos agrícolas, para garantir uma alimentação saudável lá dentro.

São centenas de empresas certificadas pelo Comitê Olímpico, para fornecerem comida de alta qualidade dentro dos recintos dos jogos, enquanto aqui fora vale tudo, sem a mesma fiscalização.

São dois pesos e duas medidas. Uma que mostra para o mundo como somos rigorosos na alimentação e como ela é saudável e outra, real, completamente oposta, onde até o uso de pesticidas proibidos no mundo todo são utilizados pela grande maioria dos agricultores, que seguem a indicação de vendedores inescrupulosos.

Na minha ótica, é mais um crime contra a população brasileira, que se alimenta de todos os tipos de venenos, conforme vemos na mídia continuamente e é só dar uma volta nas casas agrícolas do interior de qualquer estado, que constatarão essa triste realidade.

Mais uma vez, o governo e os responsáveis debocham da nossa cara, e mostram um Brasil que não existe.

Sou a favor que tenham comida de qualidade nas Olimpíadas, mas também sou a favor que essa mesma comida seja estendida a todo o povo brasileiro e não fique restrita a um grupo privilegiado que vai se alimentar na Vila Olímpica.

Só para lembrar, o Brasil é um dos maiores consumidores de pesticidas agrícolas do mundo.

Célio Pezza

Agosto, 2015




Poupa Tempo fora do ar por quatro horas

Em comunicado à imprensa, o Poupatempo de Itapetininga informou que o sistema de agendamento estará fora do ar por quatro horas.

Das 20 às 24  desta quarta-feira, 12, o Poupatempo ficará fora do ar para atualização com uma nova versão mais ágil e segura, segundo o governo.
A maneira de agendar atendimento nos postos Poupatempo não sofrerá nenhuma mudança e poderá voltar a ser feita a partir da meia-noite, seja pelo Portal, pelo Disque-Poupatempo ou pelo aplicativo SP Serviços, para celulares e tablets.

O agendamento no Poupatempo é necessário para realizar serviços de veículos, RG, CNH e Atestado de Antecedentes Criminais. O sistema foi criado para dar maior comodidade aos cidadãos, evitando filas e tempo de espera.

Informações sobre endereços e horários de atendimento, todos os serviços prestados pelos postos, quem pode solicitar, documentos necessários, agendamento, taxas e prazos podem ser obtidas no Guia de Serviços, no site www.poupatempo.sp.gov.br, ou pelo Disque Poupatempo, no 0800 772 36 33 – ligação gratuita.

O aplicativo do Poupatempo no SP Serviços possibilita agendar atendimento nas unidades do programa de maneira prática e rápida e com a garantia de realizar o serviço no horário marcado. O SP Serviços está disponível para Android e IOS e é gratuito.




Klabin promove Feira de Saúde e Segurança em Angatuba

Os moradores de Angatuba (SP) poderão fazer exames clínicos gratuitos e receberão orientação sobre saúde e bem-estar

A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, realizará a 9ª edição da Feira de Saúde e Segurança em Angatuba. Na ocasião, serão disponibilizados exames clínicos, tais como: aferição de pressão arterial, testes de colesterol, glicemia, medição do Índice de Massa Corporal (IMC) e acuidade visual. O Banco de Olhos de Sorocaba também estará presente com um consultório móvel para a realização de exames oftalmológicos avançados.

Os participantes terão à disposição cortes de cabelo gratuitos e receberão orientações básicas de saúde, podendo assistir e participar de simulações de atendimentos médicos da equipe de segurança da Klabin, em parceria com o SAMU e o Corpo de Bombeiros.

O evento, realizado com o apoio da Polícia Militar, o SAMU, a Secretaria de Saúde e parceria com empresas da região, é gratuito e ocorrerá das 9h às 12h na Praça da Matriz, no Centro de Angatuba.

Haverá ainda uma tenda institucional da Klabin, onde a companhia apresentará seu processo produtivo e seus produtos ao público e, pelo terceiro ano consecutivo, um instrutor ensinará técnicas de slackline, esporte de equilíbrio sobre uma fita de nylon, estreita e flexível, praticado geralmente a uma altura de 30 centímetros do chão.

Serviço

Data: 15 de agosto de 2015 (sábado)
Horário: 9h às 12h
Local: Praça da Matriz – Centro

Sobre a Klabin

A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, é líder na produção de papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado, sacos industriais e madeira em toras. Fundada em 1899, possui atualmente 14 unidades industriais no Brasil e uma na Argentina. Está organizada em três unidades de negócios: Florestal, Papéis (papel cartão, papel kraft e reciclados) e Conversão (papelão ondulado e sacos industriais).

Toda a gestão da empresa está orientada para o Desenvolvimento Sustentável, buscando crescimento integrado e responsável, que une rentabilidade, desenvolvimento social e compromisso ambiental. A Klabin integra, desde 2014, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da BM&Fbovespa. Também é signatária do Pacto Global da ONU e do Pacto Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo, buscando fornecedores e parceiros de negócio que sigam os mesmos valores de ética, transparência e respeito aos princípios de sustentabilidade.

Saiba mais em www.klabin.com.br